Sempre Que Como Fico Mal Disposta?

Saúde

| 03.04.2017 às 16h19

No início parecem mazelas sem importância. Por isso habituamo–nos a conviver com elas. Um erro, já que algumas podem ser sintomas de problemas de saúde graves que o médico deve diagnosticar.

Sempre Que Como Fico Mal Disposta?

Muitas de nós já sentimos dores inexplicáveis em várias partes do corpo ou sensações de mal-estar físico e mental sem percebermos porquê, mas poucas são as que procuram um médico para perceber as razões dessas maleitas. Marta, de 29 anos, é um exemplo que retrata bem os riscos que se correm por não se consultar um especialista.

As suas dores de estômago permanentes atribuiu-as às refeições rápidas e ao descontrolo horário das mesmas. Só quando começou a piorar é que decidiu procurar um médico, que lhe detectou uma doença crónica que podia curar-se caso tivesse sido diagnosticada a tempo.

Como Marta, há muitas mulheres que se habituaram a conviver com as suas doenças sem ir ao médico e com isso cometem um triplo erro: A sua qualidade de vida diminui; Sofrem desnecessariamente;

Em alguns casos, se não forem tomadas medidas, podem surgir efeitos secundários graves no futuro.

UMA ‘BOLA’ NO ESTÔMAGO

Os sintomas: Inchaço e gases depois das refeições, dores, digestões lentas, prisão de ventre ou diarreia. Estes sintomas podem durar semanas ou meses, desaparecer durante um tempo e voltar de novo.

O que pode ser: Síndrome do cólon irritável. É um problema do aparelho digestivo que afecta algumas jovens, devido a uma hipersensibilidade do tracto intestinal.

Agrava-se nos períodos de maior stresse ou quando se têm problemas afectivos.

Como solucionar: Tem de ir ao médico. Esta síndrome trata-se com uma dieta adequada (prescrita pelo médico), medicamentos especiais para a dor e os gases e alguns exercícios respiratórios e de relaxamento muscular para evitar o seu reaparecimento em alturas de maior stresse.

MENSTRUAÇÕES DEMASIADO DOLOROSAS

Os sintomas: Cãibras e dores muito fortes nos dias da menstruação. Muitas mulheres assumem que é normal, no entanto, quando o período é demasiado doloroso, o sofrimento prolonga-se por dois ou três dias e não desaparece com analgésicos ou com a pílula. Em alguns casos, as relações sexuais também são dolorosas, pelo que é provável que exista um problema de saúde.

O que pode ser: Uma endometriose. O útero está coberto por uma mucosa (o endométrio) que varia de espessura conforme as fases do ciclo menstrual e cujas últimas capas se expulsam todos os meses com a hemorragia menstrual.

Em algumas mulheres, essa mucosa começa a desenvolver-se desequilibradamente e invade outras zonas do aparelho genital (ovários, trompas de falópio.).

As causas não são conhecidas, mas alguns especialistas admitem que se trata de uma espécie de ‘menstruação invertida’.

Como solucionar: Há que consultar um ginecologista quanto antes, até porque a endometriose pode causar infertilidade. Em muitos casos, o especialista receita a pílula durante vários meses seguidos, sem descanso, para reduzir o número de regras e permitir que o crescimento da mucosa volte a equilibrar-se. Em casos extremos, só a cirurgia pode extirpar o tecido invasor.

FRAQUEZA E ENJOOS

Os sintomas: Uma debilidade súbita, acompanhada de um ligeiro enjoo, que só ocorre quando está há algumas horas sem comer. Naturalmente que é normal sentir uma certa fraqueza quando se tem o estômago vazio, no entanto, se sente estes sintomas mais de oito vezes por mês, deve ficar de sobreaviso.

O que pode ser: Uma baixa de açúcar no sangue. Muitas mulheres sofrem este tipo de problema causado por dietas de emagrecimento rigorosas e pouco saudáveis.

Como solucionar: No momento em que se produz a quebra, deve tomar um café com açúcar, acompanhado de uma fruta ou uma bolacha, para reequilibrar o nível de glucose no sangue. Depois, o problema evita-se comendo cinco ou seis vezes por dia, embora pequenas quantidades.

Convém aumentar a dieta diária de fruta, hidratos de carbono (pão, cereais e arroz) e proteínas. Devem evitar-se os doces refinados (bolos, rebuçados e pastéis) e o álcool.

Se os enjoos permanecerem, se se sentir débil e confusa, deve ir ao médico de imediato ou poderá sofrer uma séria hipoglicémia.

LIMITAÇÃO DE MOVIMENTOS

Os sintomas: Dores que aparecem uma ou duas horas depois de estar sentada à secretária, com cadeiras demasiado altas ou demasiado baixas em relação ao computador.

O que pode ser: Mau posicionamento não só da própria pessoa como da cadeira. Ao fim de umas horas, essas dores transformam-se em pontadas, que limitam os movimentos do tórax.

As dores lombares também se reflectem nos membros inferiores e, se tiver má circulação venosa, no final do dia poderá ter pés inchados, cãibras e mau estar. Como solucionar: Ginástica e correcção da posição, não só da cadeira e secretária mas também do visor.

É fundamental uma boa posição para escrever. O punho que segura o rato deve ficar apoiado num punho próprio, que se compra nas lojas de informática.

CELULITE E OBESIDADE

Os sintomas: A pele fica com o aspecto de casca de laranja, muito sensível e dolorosa, pelo que faz nódoas negras com frequência, a juntar à parte inestética de não conseguir entrar nas calças. Estes sintomas podem aparecer em qualquer idade, até mesmo em pessoas magras e muito jovens.

O que pode ser: Deve-se necessariamente à má alimentação. Normalmente as pessoas saem de casa sem tomar o pequeno-almoço ou bebem só um copo de leite e passam muitas horas sem comer, o que é errado.

Como solucionar: Deve tomar-se um bom pequeno-almoço: pão caseiro com fiambre, paio ou chouriço, ovo mexido sem gordura, café, chá ou leite. Se comer fruta, melhor ainda. A meio da manhã deve tomar um segundo pequeno-almoço, mais ligeiro.

Ao almoço: sopa e comida cozinhada, de preferência estufada ou guisada feita com azeite, feijoada, caldeirada ou jardineira com muitos hidratos de carbono e pouca carne ou peixe. À tarde, refeições ligeiras, e à noite, sopa e fruta. A dieta mediterrânica é a ideal.

Se uma boa alimentação não resolver totalmente o problema, pode recorrer à mesoterapia.

STRESSE

Os sintomas: Dificuldade em aguentar a vida agitada do dia-a-dia. Ansiedade, nervosismo, irritação, dificuldade em dormir e perda de auto-estima.

O que pode ser: Quase sempre o stresse tem a ver com o tipo de vida que cada pessoa tem. A actividade profissional e a vida familiar acabam por ser molas impulsionadoras desse stresse. E, a agravar tudo isso, não existe qualidade de vida nas grandes cidades. Falta até tempo para falar com os amigos…

Como solucionar: A rigidez de horários está na base da perda de qualidade de vida das pessoas. Para isso basta que se responsabilizem os trabalhadores. Melhores horários significam mais tempo para dedicar ao lazer, o que permitiria às mulheres tratar da sua aparência, irem ao ginásio ou terem tempo para uma relaxante massagem.

DORES NOS MAXILARES

Os sintomas: Se sente durante muito tempo dores na parte anterior do maxilar, se é difícil mastigar e tem problemas para abrir e fechar a boca, não se trata de nenhuma infecção bucodental.

O que pode ser: Uma dor de maxilar que produz problemas de mobilidade, desde que não tenha febre nem se centre num ponto específico, pode estar apenas relacionada com o facto de dormir com os dentes demasiado apertados. Este hábito inconsciente agrava-se quando estamos nervosas ou preocupadas. Em alguns casos, é sintoma do princípio de artrite.

Como solucionar: Vende-se na farmácia um aparelho de borracha para evitar que junte demasiado os maxilares durante a noite. Recomenda–se que faça alguns exercícios respiratórios e que peça ao seu dentista para se certificar de que não tem problemas com os dentes ou gengivas.

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Cortar nas calorias, beber um copo de vinho por dia, cultivar uma boa rede de amizades e encontrar o amor da sua vida podem fazê-la chegar aos 100 anos a vender saúde. Descobrimos o elixir da juventude.

Por embaraço, esquecimento ou até por pensarmos que não é importante, há sintomas, questões e factos que não colocamos ao médico de família durante a consulta. Conheça alguns e as possíveis consequências para a saúde.

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Consultámos médicos, livros e sites especializados na Internet e escolhemos, as 10 dicas de saúde, muito simples de pôr em prática, que não só vão fazer maravilhas ao seu corpo como também zelam pela sua imagem

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Assim que entramos nos 30, o nosso metabolismo começa a sofrer alterações. O corpo vai-nos dando sinais de aviso e ficamos mais vulneráveis às doenças. Em cada ano que passa podemos detectar e prevenir os riscos para garantir a nossa saúde por mais tempo.

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Aos 30, são os problemas com a gravidez. Aos 40, queixam-se os nossos olhos e as costas. Aos 40 temos de nos preocupar com a menopausa e, aos 60, aumenta o risco de problemas cardiovasculares. Daí ser importante prevenir, de acordo a etapa da vida em que nos encontramos, os problemas de saúde mais comuns.

Utilizar a Internet como fonte de informação sobre saúde pode ser vantajoso, mas requer alguns cuidados.

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As respostas que obtiver podem ajudá-la a prevenir os maiores riscos de saúde, incluindo cancro, osteoporose e doenças cardíacas, a maior causa de morte em Portugal.

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Uma das consequências mais óbvias é o odor corporal, mas não é a única.

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Conhece a ressaca alimentar? Dor de cabeça e náusea estão entre sintomas

Sempre Que Como Fico Mal Disposta? Náuseas, diarreia, má digestão, dor de cabeça e azia estão entre os sintomas (Foto: Getty images)

Quando pensamos em ressaca
sempre associamos ao uso de bebida alcoólica. Entretanto, quando comemos em
grande quantidade, utilizamos condimentos muito fortes ou em excesso (pimentas)
ou alimentos muito gordurosos, também “agredimos” órgãos importantes para digestão
e absorção de nutrientes como fígado, pâncreas, vesícula biliar, estômago e intestino.
Causando sintomas como náuseas, vômitos, má digestão, azia, dor de cabeça e diarreia.

A ressaca alimentar também é
muito comum quando não estamos acostumados a excessos, por ter uma boa
alimentação ou por estarmos em um programa de reeducação alimentar ou de perda
de peso
. É a velha conhecida “pisada na jaca”! E muitas vezes não conseguimos
retomar o controle e continuamos excedendo.

O raciocínio é: “já que
errei, coloquei tudo a perder…” NADA DISSO! Saiu da dieta, aproveitou, foi
tudo de bom? Retome rapidamente o controle, não é uma saída que coloca tudo a
perder, o importante é a continuidade.

Sempre Que Como Fico Mal Disposta?

Dicas
de como melhorar os sintomas da ressaca alimentar
:• Se errou, excedeu,
extrapolou, retome a organização da alimentação; 

• Beba água e água de coco
para reidratar o corpo e acelerar a eliminação de toxinas;

• Utilize chás digestivos, como
boldo, hortelã, erva doce e cidreira; • Acrescente gengibre,
excelente digestivo e anti-inflamatório, melhora os sintomas de náusea e vômitos;

• Utilize alimentos mais
naturais como frutas, verduras e legumes. Alimentos de fácil digestão e em
preparações cozidas e assadas. Neste momento, evite alimentos crus, a digestão
é mais lenta e mais difícil;  

• Se houver diarreia e vômito, retire produtos
lácteos (iogurte, leite e queijos cremosos), folhosos e alimentos crus;

• Evite a ingestão de agressores
gástricos, como alimentos gordurosos (manteiga, margarina, carne vermelha,
frituras, gratinados, cremosos, queijos “gordos”), café, mate, condimentos (pimenta,
curry, cominho, páprica, mostarda, ketchup), chocolate, enlatados e biscoitos
recheados. Dê preferência a produtos mais naturais do que a industrializados. 

Como prevenir?• Realize pelo menos cinco a seis refeições diárias, para evitar chegar às grandes refeições com muita fome e exceder na quantidade e na escolha das preparações.

Quando estamos com muita fome, normalmente escolhemos alimentos mais cremosos, gratinados, fritos e quentes, de fácil mastigação para não perder tempo e ter mais prazer.• Evite rodízios, pois sempre comemos em excesso.

   

Coma devagar e mastigue bem os alimentos. Quanto maior o contato do alimento na boca, mais prazer e maior saciedade.

• Ter rotina, organização alimentar e fazer escolhas saudáveis no dia a dia é fundamental para manter a saúde, o peso adequado e a boa digestão. Escapulidas da dieta com “moderação” não colocam tudo a perder. O importante é retomar sempre a organização e o controle.

** As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com.

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Quais são as causas mais comuns de azia e náuseas?

Todo mundo já deve ter sentido azia e náusea alguma vez na vida. Um mal-estar desagradável que pode ser acarretado por diversos fatores, como: bebida alcoólica em excesso, problemas emocionais, ansiedade, uma possível gravidez, entre outros. Vamos explicar mais sobre as causas mais comuns da azia e das náuseas.  

O que é azia?

A azia é, muitas vezes, descrita como uma sensação de queimação atrás do peito, no centro superior do tórax. Essa queimação também pode ser sentida na garganta e até mesmo na mandíbula ou nas costas e nos braços. Esses sintomas tendem a piorar quando o indivíduo está deitado ou se curva. Por vezes, a azia pode ser confundida com um ataque cardíaco.

O que é náusea?

A náusea é uma sensação de necessidade de vomitar, que pode ser muito leve e fugaz ou mais persistente. Nem sempre leva a vômitos. Tal como acontece com muitos problemas de saúde, tanto a azia quanto a náusea podem piorar durante períodos de estresse ou ansiedade.

Causas comuns de azia e náuseas

Doença do refluxo gastroesofágico, gastrite e indigestão estão entre as causas mais comuns de azia e náuseas. 

• Indigestão é uma das causas mais comuns de azia e náuseas. Os sintomas da indigestão também podem incluir inchaço, arrotos e sensação de saciedade.

A indigestão pode ser causada por maus hábitos alimentares, tais como comer demais, consumir muito álcool ou cafeína, comer alimentos condimentados ou gordurosos, e também fumar.

Em alguns casos, a indigestão pode ser causada por inflamação ou úlceras no estômago, vesícula biliar ou pâncreas.

• Doença do refluxo gastroesofágico é outra causa comum de azia e náuseas. Nesta condição, os líquidos do estômago são regurgitados para o esôfago. Isso pode danificar ou inflamar o revestimento do esôfago. É considerada uma condição permanente, crônica, que provavelmente exigirá tratamento ao longo da vida para controlar os sintomas.

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• Gastrite é uma inflamação do revestimento do estômago, e também pode causar azia e náuseas.

Ela pode ser provocada por consumo excessivo de álcool, maus hábitos alimentares, estresse ou até mesmo Helicobacter pylori, uma bactéria que penetra no revestimento do estômago.

A gastrite pode levar a outros problemas de saúde, tais como úlceras ou hemorragias no estômago, se não for tratada e monitorada.

Outros sintomas da gastrite são perda de apetite, distensão abdominal, vômitos, soluços e uma sensação de queimação no estômago. Em casos graves, pode levar a vômitos de sangue ou a evacuar fezes escuras. Se o sangue estiver presente nesses sintomas, é um sinal de que é necessário imediata atenção médica.

O tratamento para a indigestão, o refluxo e a gastrite ácida pode variar, dependendo das causas paralelas. Muitas vezes, uma mudança no estilo de vida ou na dieta irá aliviar os sintomas. Em outros casos, os sintomas são tratados com medicamentos e antiácidos.

Os sintomas de cada uma dessas condições podem ser os mesmos, mas a causa dos sintomas pode estar ligada a várias fontes. Esses sintomas não devem ser descartados completamente, especialmente quando são graves ou persistentes. É sempre aconselhável consultar um médico para descartar a possibilidade de uma úlcera ou outra doença grave.

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Por que passamos mal ao comer carne depois de um tempo sem consumi-la

Seja lá qual for o motivo pelo qual você decidiu parar de comer carne vermelha por um tempo, as chances de passar mal quando voltar a comer esse alimento são grandes. As sensações são as mesmas de quando exageramos na feijoada: barriga inchada, sonolência, desconforto, gases, constipação ou diarreia.

O mal-estar costuma ser maior com carnes vermelhas, mas pode acontecer com quem deixa de comer outros tipos de carne também. E o incômodo às vezes é tão grande que algumas pessoas decidem parar de vez o consumo de carnes. Mas por que passamos mal ao comer carne apenas em situações como essa e não quando comemos com frequência? 

Primeiro, há uma explicação fisiológica para a carne ser um alimento “pesado” para o estômago. Além de proteína, o alimento é rico em gordura e fibras. Esses dois componentes são umas das últimas coisas que o estômago digere. A gordura promove um retardo do movimento do estômago, fazendo a digestão mais devagar.

Essa composição é comum a todas as carnes, mas a vermelha é a mais gordurosa de todas, por isso readaptar-se a ela é mais difícil. “É como se você jogasse gordura na pia. A água desce mais rápido e a gordura fica lá. É um processo lento. O mesmo ocorre com a fibra, que demora até virar um bolo fecal”, explica Camila Pereira, nutróloga do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Mas além disso, outro fator que pode causar o desconforto é justamente o fato de que o organismo se habitua a ficar sem esse “peso” todo para digerir. Teoricamente, quando as pessoas deixam de comer carne, elas optam por escolhas mais saudáveis e de fácil digestão, como proteínas de origem vegetal e pratos repletos de legumes, verduras e frutas.

O corpo se habitua a essas opções mais leves –e o tempo que leva para ele se acostumar é muito individual –, então quando a pessoa decide voltar a ingerir carne, o organismo estranha a volta desse alimento.

“Ele tem que liberar enzimas diferentes das usadas para digerir vegetais, tem todo um trabalho 'extra', então a sensação de desconforto pode ser maior”, diz André Veinert, nutrólogo do Hospital São Luiz Anália Franco.

Tem como evitar esse mal-estar?

Segundo Veinert, o consumo de carne, ou melhor, o retorno dela ao cardápio geralmente vem associado ao exagero. “É o churrasco ou rodízio. Esse exagero só piora a situação”.

Para contornar o problema, o ideal é voltar aos poucos, com porções pequenas e sempre com legumes e verduras de acompanhamento, para o corpo se readaptar de forma menos brusca. E, claro, evitar as carnes processadas, como os frios e embutidos. “Essas opções têm ainda mais gordura e estão associadas a doenças”, diz o nutrólogo.

Pereira concorda e ainda alerta para o respeito às vontades fisiológicas. “O corpo deve ser ouvido. Se você comer apenas quando está com fome, ou seja, quando o intestino estiver pronto para receber um alimento, e para quando estiver satisfeito, dificilmente passará mal“, diz ela.

VivaBem no Verão

O UOL VivaBem está no litoral paulista com o VivaBem no Verão. Um espaço com atividades para você se exercitar, mas também curtir e relaxar na entrada da Riviera de São Lourenço. Venha nos visitar!

Data: até dia 03 de fevereiro de 2019, de quinta a domingo Horário: das 16h às 00hEndereço: Avenida da Riviera, ao lado do shopping, na praia de Riviera de São LourençoEntrada: gratuita

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Energias discordantes geram mal estar físico

Independentemente do que você acredite, é fato que certos ambientes, tão logo nele adentremos, nos fazem sentir um ligeiro desconforto. Pessoas mais sensíveis podem até passar mal “do nada”, o que torna tudo muito confuso, já que, até poucos minutos atrás, estavam se sentindo muito bem.

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A questão principal é que, por causa da agitação do dia-a-dia ou mesmo de nossas preocupações, tendemos a não prestar muita atenção a estes pequenos sinais.

Ou seja, uma dor de cabeça ou de estômago repentinas, um calafrio, uma tontura, queda ou aumento de pressão arterial podem ser analisados apenas sobre o prisma orgânico.

Assim, tentando ser muito práticos, tomamos algum remédio e rapidamente nos anestesiamos e esquecemos do assunto, ao invés de refletirmos sobre a origem do mal estar.

Conheço gente que sempre que vai visitar determinada empresa, por exemplo, sai de lá com dor de cabeça. Algumas pessoas também podem provocar crises alérgicas em nós e outros lugares podem nos fazer sentir enjoos.

Se isso acontece com você, mas se está distraído aos fatos, a tendência é que não perceba o padrão e nem associe uma coisa com a outra.

Você poderá pensar que não se alimentou direito, que foi o excesso de café ou ainda uma simples crise de estresse que desencadeou seu mal estar.

Claro que às vezes a razão para uma indisposição física é realmente derivada desses fatores. Por isso, de todo jeito, o primeiro passo é identificar nossas sensações corpóreas, percebendo quando e em quais condições elas acontecem. Só que, para isso dar certo, é necessário estarmos mais atentos ao próprio corpo, sabendo ouvi-lo e respeitá-lo.

Forças positivas e negativas

Somos feitos de energia e habitamos um mundo cheio de forças (positivas e negativas) que sabemos que existem, mas que não conseguimos enxergar, como: a eletricidade, a radiação e o eletromagnetismo, por exemplo.

E, tal como elas se comportam normalmente na natureza, algumas forças se repelem e outras se atraem.

Por isso que quando estamos com uma pessoa que vibra na mesma frequência que nós, nos sentimos bem e o exato contrário também acontece.

Assim, para saber diferenciar quando o mal estar que você sente é puramente orgânico ou uma reação à alguma energia que está fora de sintonia com você, por exemplo, preste atenção. Geralmente, quando se trata de uma questão energética, só o simples fato de focarmos nosso pensamento nela, já a faz se dissipar.

Para que fique mais claro, imagine um momento que sinta um peso nos ombros repentino. Se você tentar se distrair com outra coisa e ignorar a sensação, acreditando que assim ela sumirá sozinha, você permitirá que ela permaneça em você.

Por outro lado, se você prestar atenção nela, no seu significado, ficando alerta ao seu redor, é como se automaticamente sua energia mudasse, contribuindo para que fique livre dela. É bem como aquele pernilongo que estava lhe picando despercebido e que alça voo tão logo você percebe que ele está lá.

Outra dica é meditar, relaxar, fazer algo que lhe divirta.

Isso costuma dar certo, pois quando nos sentimos mal nossa energia se esvai, enfraquece, começamos a ver as coisas sob uma ótica mais negativa e, assim, vamos nos afinando e nos ajustando cada vez mais com aquela energia de baixa frequência.

Ou seja, se não nos precavemos no início, quando o desconforto ainda é evidente, a tendência é que nos adaptemos, não percebendo mais as nuances.

Assim, poderemos simplesmente mudar nosso comportamento e vibração, atraindo outros tipos de situação e pessoas para nossa vida.

Portanto, para evitar se contagiar ao ponto de transformar sua vida negativamente, procure:

  • Manter o pensamento elevado em coisas boas, evitando reclamar ou julgar demais.
  • Prestar atenção ao mal-estar e onde e quando ele acontece.
  • Verificar se existe um padrão de saúde que se repete na sua vida.
  • Perceber se depois de mentalizar ou relaxar você continua se sentindo mal, pois assim entenderá que os sintomas são físicos. Com o tempo, terá mais habilidade para diferenciar a sutileza entre o que é um desgaste energético e um orgânico.
  • Identificar os lugares que lhe fazem passar mal, criando rotinas para se proteger antes de ir até eles, seja fazendo mentalizações ou seja ficando mais atento. Se puder, evite ir ao lugar simplesmente.
  • Notar se o mal-estar acontece em um lugar onde você pode realizar algumas modificações para se sentir melhor. Caso sim, introduza plantas e observe como elas se desenvolvem. Não será coincidência se elas murcharem rapidamente.
  • Compreender os motivos que o levam a se colocar em determinada situação. Afinal, se a todo o momento você está se sentindo mal, é porque está insistindo em algo que possivelmente não é o melhor para você.

Uma mentalização prática

Uma forma de se livrar de energias negativas e também se proteger delas é simplesmente visualizar uma espiral na cor violeta subindo rapidamente dos seus pés em sentido anti-horário.

Após fazer isso algumas vezes, você pode imaginar uma cascata de luz dourada caindo sobre sua cabeça, o que irá lhe preencher de boas energias.

Para terminar, imagine a mesma espiral de cor violeta, agora girando no sentido horário para lhe proteger.

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Cinetose – enjôos de movimento – causas, sintomas, tratamento

A cinetose, também conhecida como enjôo de movimento ou mal do movimento, é uma afecção que se caracteriza por apresentar um quadro de náuseas, com presença ou ausência de vômito, que afeta certas pessoas quando se encontram em movimento dentro de qualquer meio de transporte, em consequência de uma perturbação do sistema vestibular que é responsável pelo equilíbrio.

Esta doença afeta tanto crianças quanto adultos, porém é mais comumente observada em crianças do sexo feminino. Com a idade, essa condição pode ser minimizada ou desaparecer por completo.

A cinetose surge quando o cérebro recebe informações desconexas dos sistemas vestibular, visual e proprioceptivo. Nessa doença, esses sistemas são “burlados”.

Isso pode ser exemplificado por uma viagem de ônibus: quando o corpo está parado, mas o ambiente onde este se encontra está em movimento, as informações que chegam ao cérebro podem ser conflitantes.

Em outras palavras, o que é visto (movimento) distingue-se do que é sentido (sensação de estar parado).

Dentre as manifestações clínicas, encontram-se:

  • Náuseas;
  • Vômitos;
  • Vertigens;
  • Cefaléia e/ou enxaqueca;
  • Palidez;
  • Sudorese;
  • Nistagmo;
  • Sialorréia;
  • Fadiga;
  • Dificuldade para ler ou assistir televisão;
  • Visão desfocada ou duplicada;
  • Problemas de memória;
  • Raciocínio lento.

O diagnóstico deve ser realizado pelo médico otorrinolaringologista.

O tratamento é a base de fármacos que auxiliam na redução dos efeitos dos sinais desconexos que levam à cinetose. Estes fármacos atuam melhor quando utilizados previamente ao surgimento dos sintomas.

Existem algumas medidas que ajudam na prevenção da cinetose, como:

  • Sentar-se no banco da frente em automóveis ou próximo de janelas;
  • Manter as janelas do veículo abertas;
  • Durante viagem, procurar focar o campo visual em locais distantes ou em paisagens;
  • Evitar olhar para os lados quando em movimento;
  • Evitar ler, jogar videogame, utilizar laptop ou atividades similares quando o veículo estiver em movimento;
  • Não ingerir alimentos pesados antes de viajar;
  • Não viajar de ônibus em pé;
  • Em viagens de avião, procurar sentar próximo ao corredor;
  • Em parques de diversão, evite brinquedos que girem ou virem de ponta-cabeça;
  • Evitar ingerir bebidas alcoólicas antes de viagens;
  • Tentar evitar atividades físicas que envolvam esteira ou bicicleta ergométrica.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinetose
http://www.mdsaude.com/2010/10/cinetose-enjoo-movimento.html
http://viagem.hsw.uol.com.br/como-lidar-com-enjoo-de-movimento.htm
http://drleandromattiola.blogspot.com/2010/01/cinetose.html
http://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/acervo_port.asp?id=319

http://www.minhavida.com.br/conteudo/13407-Cinetose-e-a-causa-de-enjoos-durante-longas-viagens.htm

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Texto originalmente publicado em https://www.infoescola.com/doencas/cinetose/

Indigestão: porque ocorre e como a evitar?

Nem todas as pessoas têm fácil digestão. Azia,  enfartamento ou dores abdominais são sintomas comuns de uma má digestão. Se é o seu caso, saiba que pode ter a ver com os alimentos que ingere.

Fique a saber como se processa a digestão, o que causa o seu mau funcionamento e que tipo de alimentos deve evitar.

O sistema digestivo envolve quatro operações: mastigação, de modo a reduzir os alimentos a um bolo alimentar; processamento químico e enzimático; processamento ao nível do intestino delgado de modo a absorver macromoléculas e nutrientes; e finalmente fermentação e remoção da água no cólon.

Quanto ao tempo que demora a digestão, esta difere de indivíduo para indivíduo e entre os sexos. Após comermos, os alimentos demoram cerca de seis a oito horas até passarem do estômago para o intestino delgado.

De seguida, passam ao intestino grosso (cólon) para que se continue a efetuar a digestão, dando-se a absorção de água e, finalmente, ser eliminado o excedente.

Normalmente podem-se tipificar as queixas de má digestão em dois grupos: sensação de dor ou ardor na região do estômago, ou por outro lado dificuldade em digerir os alimentos, seja por uma saciedade precoce ou por sensação de enfartamento após as refeições. De acordo com a Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia, a dispepsia é mais frequente nos países com um estilo de vida ocidentalizado, afetando cerca de 20 a 40% da população.

Existem várias evidências da dispepsia. Os sintomas incluem sensação de enfartamento, desconforto, saciação precoce, inchaço abdominal, azia, eructação (ato de arrotar), náuseas, vómitos e dor.

A dispepsia é de tal modo comum que afeta pessoas de todas as idades e de ambos os sexos. No entanto, os riscos aumentam nos seguintes casos:

  • Comer demasiado e demasiado depressa, sobretudo alimentos ricos em gordura.
  • Consumir bebidas alcoólicas em excesso.
  • Se for fumador.
  • Consumir fármacos que irritem o estômago como a aspirina e outros analgésicos.
  • Se tiver uma úlcera ou se tiver qualquer outra doença no sistema digestivo.
  • Se estiver sujeito a stress emocional, ansiedade ou depressão.

A melhor forma de prevenir a dispepsia é evitar alimentos e comportamentos que a causem.

  • Coma pequenas quantidades de cada vez de modo a não sobrecarregar o estômago durante muito tempo.
  • Coma devagar.
  • Evite o excesso de alimentos que contenham grandes quantidades de ácidos como cítricos ou tomates.
  • Reduza ou evite alimentos e bebidas que contenham cafeína.
  • Se a ansiedade é uma das causas de indigestão, deve aprender métodos de gestão de stress como o relaxamento ou técnicas de biofeedback.
  • Se é fumador, saiba que o tabaco pode irritar o sistema digestivo. Mais uma razão para parar.
  • Reduza o consumo de álcool, uma vez que as bebidas alcoólicas podem irritar o revestimento do estômago.
  • Evite roupas demasiado justas que comprimam o estômago e que provoquem que o seu conteúdo entre no esófago.
  • Não faça exercício com o estômago cheio. Faça-o antes das refeições ou uma hora após as mesmas.
  • Não se deite após as refeições. Espere pelo menos três horas antes da última refeição antes de adormecer.
  • Durma com a cabeça elevada. Esta posição irá auxiliar os sucos gástricos a fluírem na direção dos intestinos e não do esófago.
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Existem muitos estudos que indicam que os sintomas da dispepsia estão relacionados com a alimentação. Um em particular, realizado pelo Departamento de Gastrenterologia do Hospital Shahid Sadoughi em Yazd, no Irão, reuniu 384 pessoas, das quais 152 eram homens e 231 mulheres com idades entre os 13 e os 80 anos.

Entre 114 alimentos, os que causaram maior agravamento dos sintomas de dispepsia foram:

  • salsichas
  • pickles
  • vinagre
  • refrigerantes
  • cereais em grão
  • chá
  • sal
  • pizza
  • melancia
  • pimentos
  • macarrão.

A equipa de pesquisa enumerou também alimentos que mais frequentemente aliviavam os sintomas de indigestão:

  • maçã
  • arroz
  • torrões de açúcar
  • pão
  • cominhos
  • tâmaras
  • mel
  • iogurte
  • marmelos
  • nozes.

Nas conclusões, o estudo demonstra que alguns alimentos picantes, com pickles ou com gorduras saturadas podem provocar dispepsia e agravar os sintomas de doentes com esta condição.

Existem uma série de patologias associadas à má digestão, sobretudo relativamente a doenças que afetem o estômago e o duodeno. A estas denominam-se dispepsias orgânicas. A úlcera péptica, uma ferida no revestimento interno destes órgãos, é a mais comum. Por outro lado, é também frequente a infeção no estômago provocada pela bactéria Helicobacter pylori.

Noutros casos, os sintomas podem ser consequência de doenças do pâncreas ou cálculos biliares. É raro, sobretudo em pessoas com menos de 45 a 50 anos a relação com doenças como o cancro gástrico.

Por outro lado, a dispepsia pode estar relacionada com uma perturbação do sistema digestivo, mesmo que esta condição não seja decorrente de nenhuma patologia. A este tipo de dispepsia denomina-se dispepsia funcional, condição muitas vezes considerada crónica.

Existem uma série de exames de diagnóstico que podem despistar a dispepsia.

Uma vez que os sintomas são idênticos para as formas orgânicas e funcionais desta doença, a endoscopia digestiva alta é o exame mais importante para a obtenção de um diagnóstico.

Consiste na observação direta do revestimento interno do esófago, estômago e duodeno. Complementarmente deve realizar-se uma pesquisa pela infeção por Helicobacter pylori através de uma biópsia.

As análises sanguíneas e a ecografia abdominal são outro instrumento de diagnóstico, de modo a avaliar a saúde dos órgãos anexos ao estômago, como o pâncreas, fígado, vesícula e vias biliares.

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Continuação: Você tem enjoo constante? Encontre aqui a solução para esse mal %

Ninguém gosta de acordar e perceber que está com aquela sensação de enjoo, não é mesmo? Mas, infelizmente, essa é uma realidade constante para muitas pessoas, estejam elas grávidas ou não.

Apesar de não ser uma emergência médica, o enjoo gera grande desconforto e reduz a produtividade do indivíduo, servindo de alerta de que algo não está indo bem.

A boa notícia é que é possível combater e mudar essa realidade. Quer saber como? Continue acompanhando o nosso post, descubra mais sobre o enjoo e veja as dicas que preparamos para você se livrar deste mal!

O que é o enjoo?

O enjoo, também conhecido como náusea, é uma sensação de mal-estar que precede o vômito, podendo ter origem física ou psicológica.

O que causa o enjoo?

Diversas doenças e estados fisiológicos estão associados a enjoos, como:

  • gravidez;
  • atividade física intensa;
  • labirintite;
  • vertigem;
  • virose;
  • intoxicação alimentar;
  • alergia e intolerância alimentar;
  • refluxo gastroesofágico e gastrite;
  • efeitos colaterais de quimioterapia/radioterapia;
  • sinusite;
  • enxaqueca;
  • apendicite;
  • obstruções intestinais;
  • câncer de estômago;
  • úlceras gástricas ou duodenais.

Quando os enjoos ocorrem?

Como pode ocorrer a qualquer momento do dia e da noite, algumas pessoas têm um enjoo constante, enquanto outras têm um enjoo atrelado a situações/horários específicos:

Enjoo matinal

Acordar e sentir essa sensação pela manhã é bem comum. Depois de deixar seu aparelho digestivo em repouso por um grande período durante a noite, ao acordar as náuseas podem aparecer, principalmente quando você escova os dentes.

A resposta é enviada pelo Sistema Nervoso Central, que estranha um pouco toda a movimentação

Sempre no mesmo horário

Sentir enjoo todos os dias no mesmo horário pode ter o perfil de alguma doença funcional. Você deve procurar seu médico e verificar se está com alguma sensibilidade no sistema digestivo.

Com cheiro de algo ruim/forte

Quando seu cérebro processa essa informação, acaba ativando uma zona específica e fazendo com que seus sentidos fiquem mais aguçados. Para algumas pessoas, basta olhar para algo “nojento” para ter a sensação de enjoo.

Com o carro em movimento

Esse enjoo é muito comum e resultado de uma alteração do equilíbrio do seu corpo, coordenado pelo labirinto no ouvido médio. Nesse caso, a melhor opção é evitar ler no carro, por exemplo, e tomar algum tipo de medicação antes de viajar.

Mitos e verdades sobre o enjoo

Devido à variedade de causas e tipos de enjoos, muitos mitos foram surgindo a respeito desse sintoma e acabaram se espalhando entre a população. Confira quais são os principais boatos e desvende se eles são mitos ou verdades:

Refrigerante alivia o enjoo

O gás do refrigerante estufa o estômago e dá a sensação de que ele está cheio, piorando a sensação de enjoo e náusea.

Crianças não podem tomar remédio para enjoo

Os remédios para enjoo — chamados de antieméticos — são extremamente seguros e podem ser usados por crianças e gestantes. O importante é consultar o médico antes para descobrir qual o mais indicado para cada caso e seguir as instruções de uso.

Desembarcar de um navio pode gerar enjoo

Após viagens longas em cruzeiros, o corpo se acostuma com o movimento do barco e sofre enjoo quando retorna a terra firme.

Bebês não sentem enjoo de movimento

Como o enjoo provocado pelo movimento resulta de uma incompatibilidade entre a visão e o labirinto e a visão dos bebês ainda não está completamente desenvolvida, eles não sentem esse sintoma. Ele só começa a surgir após os dois anos, tendo um pico entre quatro e dez anos.

O sexo do bebê determina a quantidade de enjoo da grávida

O enjoo da gravidez está relacionado à concentração do hormônio beta-HCG no organismo da mulher, o que segue uma variação natural que não depende do sexo do bebê. A gravidez de gêmeos, no entanto, apresenta uma concentração maior do hormônio e, por isso, pode ser acompanhada por mais enjoos.

Fome pode gerar enjoo

Principalmente na gravidez, ficar muito tempo sem se alimentar pode ser uma das principais causas do enjoo. Por isso, ter uma alimentação regular e bem distribuída ao longo do dia é essencial para a resolução desse desconforto.

Como melhorar o enjoo constante

Tenha uma alimentação mais saudável

Incluir frutas, vegetais e outros alimentos saudáveis pode ajudar muito no combate aos enjoos. Aliás, comer bem e de maneira consciente ajuda o organismo como um todo.

A maçã é um bom exemplo de fruta que ajuda no controle dos enjoos, já que ela limpa o organismo das substâncias químicas que, por sua vez, provocam a náusea. Além disso, a fruta é facilmente digerida, não pesando no estômago.

Outro bom exemplo de comida para quem sofre com os enjoos é o biscoito de água e sal. Sabe o por quê? O amido também ajuda na absorção dos ácidos que ficam no estômago, contribuindo para controlar a sensação ruim.

Você também pode acrescentar pães e torradas à sua dieta, mas dê preferências às versões integrais, que são cheias de fibras.

Não abra mão da hidratação

Beber água constantemente ajuda a desintoxicar seu organismo e a limpá-lo. Além disso, você mantém o corpo hidratado e evita aquela dorzinha de cabeça chata que incomoda quando você já está enjoado.

Inclua repouso na sua rotina

Deitar e repousar alguns minutos podem evitar os enjoos, principalmente se eles estão ligados à movimentação ou ao equilíbrio. Portanto, programe-se para parar por alguns minutos e sentir os benefícios que essa medida pode trazer!

Tome um remédio

Vai viajar de navio e começou a sentir enjoo? Ou até de carro mesmo? Então, a boa dica é não ficar sofrendo com esse tipo de situação e tomar medicamentos, como o tradicional Dramin.

Para ter uma decisão ainda mais acertada, você pode perguntar ao seu médico qual a melhor opção, principalmente em casos de gravidez, diabetes e hipertensão.

Dê um tempo e respire fundo

A técnica de controlar a respiração também pode ser uma solução para quem luta contra o enjoo. Sempre que começar a sentir o mal-estar, você pode respirar fundo, relaxar e melhorar um pouco a situação.

Não se esqueça de respirar pelo nariz e soltar o ar pela boca, bem devagar e concentrado no que está fazendo.

Faça uma massagem no estômago

Deite-se ou sente-se de forma bem confortável em uma poltrona e comece a realizar uma massagem suave na região do estômago. Faça movimentos circulares do meio para as bordas da barriga até se sentir mais relaxado e menos enjoado.

Considere a possibilidade de gravidez

No caso das mulheres, um enjoo frequente deve ser analisado ainda mais de perto, já que pode sinalizar a gravidez, já que os enjoos são comuns no primeiro trimestre de gestação.

Se a gravidez for confirmada, é recomendado que a mulher reduza o volume das refeições, mas aumente a frequência, além de iniciar o pré-natal e conversar com o médico sobre quais medicamentos podem ser usados para aliviar esse sintoma.

Agora você tem em mãos um breve manual para não sofrer mais com o enjoo constante, vencendo esse desconforto na sua rotina. E se você ainda tem alguma dúvida, compartilhe-a com a gente nos comentários!

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