Quem Ficou Conhecido Como O Rei Artista?

Mesmo que você diga que não conhece Luiz Gonzaga, provavelmente já deve ter ouvido alguma de suas músicas. O famoso Rei do Baião tem uma coleção de canções marcantes na vida dos brasileiros. Além disso, ele exerceu grande influência na valorização da cultura nordestina em todo o país. 

Quem Ficou Conhecido Como O Rei Artista?Créditos: Divulgação

Por esses motivos, é essencial conhecer sua história, tanto musical, quanto pessoal. Por isso, vamos te contar quem foi Luiz Gonzaga e como ele conseguiu levar o baião, o xote e o xaxado para os quatro cantos do Brasil. Acompanhe! 

Apaixonado pela sanfona desde menino

Nascido em 1912, em Exu, Pernambuco, Luiz Gonzaga recebia influências musicais em sua família desde a infância. O seu pai, mestre Januário, era conhecido na região como o “sanfoneiro de oito baixos”. Ao lado dos seus sete irmãos, o cantor trabalhou desde muito cedo, mas gostava mesmo era de escutar o pai tocar sanfona. ????

Aos 13 anos, com o dinheiro que recebeu do trabalho na fazenda, conseguiu comprar a sua primeira sanfona. Aos poucos, as pessoas começaram a chamá-lo para tocar em festas e ele foi percebendo que a música era o seu destino. 

No final da adolescência, aos 17 anos, Luiz Gonzaga fugiu de casa e resolveu tentar a vida em Fortaleza, capital do Ceará. 

Então, ele vendeu a sanfona e se alistou no Exército para tentar melhores condições de vida. Como soldado, viajou por todo o Brasi, mas ele não conseguiu largar de vez a música, então aos poucos voltou a se apresentar ao público.

Trilhando seu caminho no mundo da música 

Certo de que a música era o seu caminho, Luiz Gonzaga deixou o Exército em 1939 e resolveu retornar a Pernambuco. Depois de nove anos longe de casa, já era hora de dar notícias à família.

Mas, no Rio de Janeiro, enquanto aguardava o navio para o Nordeste, o cantor foi aconselhado por um soldado a ganhar dinheiro como músico. Assim, desistiu de voltar pra casa e começou a se apresentar nas ruas, no porto e em alguns bares cariocas. 

Depois de um tempo no Rio, começou a ser convidado para fazer shows em alguns cabarés da Lapa. Naquela época, o seu repertório seguia o gosto do público: tango, bolero, valsas. E foi com um desses ritmos que Luiz Gonzaga participou do seu primeiro programa de calouros no rádio, sob o comando de Ari Barroso e Silvino Neto. 

Apesar do sucesso na noite, a nota de Luiz Gonzaga no programa de calouros não passava de 3. Foi então que um grupo de estudantes cearenses o aconselhou a focar nos ritmos de sua terra. O retorno às raízes foi surpreendente e lhe rendeu uma nota 5 e o prêmio de primeiro lugar! Com certeza foi merecido, né? ????

A música escolhida foi Vira e Mexe, de sua autoria. Confira a seguir a gravação original: 

As primeiras gravações

Com o sucesso do programa de rádio, Luiz Gonzaga começou a ficar conhecido no meio musical. Em 1941, recebeu o convite de Januário França para gravar um disco com Genésio Arruda. O trabalho do artista foi tão elogiado que ele acabou sendo convidado para a gravação de um disco solo, pela RCA Victor.

Ainda em 1941, Luiz Gonzaga gravou dois discos como solista de sanfona. Nos anos seguintes, ele gravou aproximadamente 70 músicas, fez carreira no rádio e começou a lutar para levar a música nordestina a todo o país.

Luiz Gonzaga: cantor e sanfoneiro

Demorou um pouco, mas Luiz Gonzaga finalmente conseguiu gravar uma música como cantor e sanfoneiro. Dança, Mariquinha foi a sua primeira composição e lhe rendeu uma amizade duradoura com Humberto Teixeira.

Ao lado dele, gravou sucessos inesquecíveis, como Baião, Asa Branca e Paraíba. São letras que valorizam a cultura do Nordeste e apresentam aos brasileiros as belezas dessa região. Olha só:

Os amores do sanfoneiro

O que era para ser uma espera de poucos meses no porto do Rio de Janeiro acabou se transformando em uma carreira musical de sucesso. Em terras cariocas, além da fama, Luiz Gonzaga também conheceu a sua primeira esposa, Odaléia Guedes dos Santos. Foi com ela que ele teve o seu primogênito, Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, o Gonzaguinha. 

Quem Ficou Conhecido Como O Rei Artista?Luiz Gonzaga com Gonzaguinha e Odaléia Guedes / Créditos: Divulgação

Mais tarde, em 1946, o artista conheceu a sua segunda esposa, Helena Cavalcanti, uma professora pernambucana. Os dois se casaram no ano seguinte e ficaram juntos até o fim da vida de Luiz Gonzaga. Com Helena, o cantor adotou uma menina, Rosa Gonzaga. 

Quem Ficou Conhecido Como O Rei Artista?Helena Cavalcanti, Luiz Gonzaga e sua filha adotiva, Rosa Gonzaga / Créditos: Divulgação

Ainda em 1947, Odaléia faleceu de tuberculose. O menino Gonzaguinha tinha apenas dois anos e meio. A partir daí, foi criado por seus padrinhos de batismo, mas Luiz Gonzaga o sustentava financeiramente. 

Luiz Gonzaga e Gonzaguinha

A relação de pai e filho sempre foi conturbada. No entanto, apesar das dúvidas em relação à paternidade e das diferenças entre os dois, Luiz Gonzaga e Gonzaguinha fizeram as pazes na década de 1970. 

Em 1979, a dupla chegou a gravar algumas músicas juntos e a fazer shows pelo Brasil. Confira esta interpretação emocionante de A Vida do Viajante ????: 

A Volta da Asa Branca

Depois de tantos anos longe de casa, Luiz Gonzaga resolveu retornar a sua cidade natal. Em 1946, apresentou-se em vários programas de rádio recifenses e decidiu levar os seus pais para morar com ele no Rio. 

Em 1949, voltou novamente a Recife e, naquele ano, conheceu Zé Dantas, com quem gravou muitas canções que marcaram a sua carreira. Entre elas, Vem Morena e A Volta da Asa Branca. 

O sucesso do Rei do Baião

Luiz Gonzaga se consolidou como um grande artista brasileiro e fez shows por todo o país. Em 1980, cantou para o Papa João Paulo II, em sua visita ao Brasil.

Quem Ficou Conhecido Como O Rei Artista?Luiz Gonzaga em sua apresentação para o Papa João Paulo II / Créditos: Divulgação

Ele também se apresentou em Paris, além de receber, ao longo de toda sua carreira, vários prêmios, com destaque para o Nipper de ouro e mais dois discos de ouro. 

O artista faleceu em 1989, vítima de uma parada cardiorrespiratória, aos 77 anos. Pelo seu legado, recebeu e ainda recebe muitas homenagens no Brasil e no mundo.

Em 2012, ano do centenário do nascimento de Luiz Gonzaga, ocorreram várias comemorações. Foi lançado o filme Gonzaga: De Pai Pra Filho, que narra a história de Luiz Gonzaga e Gonzaguinha e a Escola de Samba Unidos da Tijuca o homenageou em seu samba enredo. 

Quem Ficou Conhecido Como O Rei Artista?Capa do filme Gonzaga: De Pai Pra Filho / Créditos: Divulgação

Agora que você já sabe um pouco sobre a trajetória e da biografia de Luiz Gonzaga, que tal conhecer ainda mais o seu legado musical? Ouça agora mesmo as músicas mais ouvidas do Rei do Baião! 

Michael Jackson – biografia, carreira e músicas

Michael Joseph Jackson nasceu no dia 29 de agosto de 1958, na cidade de Gary, no estado de Indiana, Estados Unidos (EUA). A família dele era simples e morava em uma casa com apenas dois quartos. 

Filho de Joseph, mais conhecido como Joe, e Katherine Jackson, o cantor foi o sétimo dos nove filhos do casal. Seus irmãos chamam-se Jackie, Tito, Jermaine, Marlon, Randy, Rebbie, La Toya e Janet.

O pai de Michael Jackson trabalhava em uma usina siderúrgica, mas, nas horas vagas, tocava guitarra e era empresário musical sem sucesso. Katherine era testemunha de Jeová e tocava piano na igreja.

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Jackson 5

Os irmãos Jackson cresceram ligados à música e, de acordo com Katherine, desde bem novos eles gostavam de cantar e pegar escondidos a guitarra do pai. A mãe de Michael ouviu-o cantando com cerca de cinco anos, enquanto ele arrumava a cama, e ficou encantada com o talento dele. Ela contou esse episódio para o marido. 

Desde então, Joe Jackson percebeu a aptidão dos filhos para a música. Sendo assim, sob a supervisão dele, a partir de 1964, as crianças e os adolescentes, conhecidos como os Jackson Brothers, passaram a se apresentar em bares, exposições e, segundo relatos, até em casas de strippers. 

Quem Ficou Conhecido Como O Rei Artista? Michael Jackson é a criança sentada

Curiosidade: o nome Jackson 5 foi uma sugestão de uma contratante de um show para um desfile de moda. Como muitos irmãos faziam sucesso nessa época, ela sugeriu que, em vez de os irmãos da família Jackson se apresentarem como Jackson Brothers, usassem Jackson 5 para serem diferentes.

Michael, mais conhecido como Little Michael (Pequeno Michael), iniciou as apresentações musicais com os Jackson 5 aos seis anos de idade. Além de ter uma voz peculiar e muito afinada, ele se destacava dos demais irmãos pela naturalidade ao dançar e por criar passos de dança.

O sucesso dos Jackson 5 começou no final dos anos 1960, quando eles assinaram com a gravadora norte-americana Motown Records. Assim, os garotos passaram a participar de vários programas de TV de sucesso, como o The Ed Sullivan Show. 

Já conhecidos do grande público, no início da década de 70, os Jackson 5 ganharam um desenho animado – o primeiro a ter protagonistas negros. Os meninos estiveram na parada de música, com singles pop, entre os quais se destacam:

  • I want you back (1969)
  • All be there (1970)
  • ABC (1970)

Em meados da década de 70, Jermaine saiu da banda para seguir carreira solo. O grupo passou a chamar-se The Jacksons. Michael seguiu destacando-se dos demais irmãos tanto na voz como nas suas performances, especialmente em programas de TV. Estudos indicam que foi ele quem popularizou a chamada “dança do robô”.

Quem Ficou Conhecido Como O Rei Artista? Michael faz a dança do robô na década de 70

O sucesso dos The Jacksons veio mais ao final dos anos 1970 e início dos 1980. Confira as principais músicas:

  • Enjoy yourself (1976)
  • Show you the way to go (1976)
  • Can you fell it (1981)
  • Blame it on the boogie (1978)
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Carreira solo de Michael Jackson

Paralelamente à carreira que mantinha com os Jackson 5 quando criança,  Michael escrevia músicas da sua autoria. Ele fez estes quatro álbuns solo:

  • Ben (1972)
  • Got to be there (1972)
  • Music & me (1973)
  • Forever Michael (1975)

Em 1978, Michael Jackson participou do filme “The Wiz”, uma versão de “O Mágico de Oz” somente com atores negros. Durante essa produção, ele conheceu Quincy Jones, produtor musical de renome, que, em 1979, produziu seu álbum “Off the Wall”.

Off the wall

Quem Ficou Conhecido Como O Rei Artista? Michael Jackson em 1974

  • Com esse disco que misturava Black Music e Rhythm and Blues (R&B) e que tinha músicas dançantes, o cantor obteve muito sucesso, ganhando vários prêmios, pois conseguiu desviar-se da imagem de menino prodígio que o acompanhara até então. 
  • Com Off the Wall, Michael Jackson ganhou os prêmios Grammy de cantor de Soul/R&B, canção de Soul/R&B com “Don't Stop 'Til You Get Enough”e álbum de Soul/R&B. 
  • O álbum vendeu mais de sete milhões de cópias e incluiu quatro top 10 singles pop. Entre as músicas de destaque do disco, estão:

Palácio de Versalhes

O Palácio de Versalhes teve sua construção iniciada durante o reinado de Luís XIV e tornou-se símbolo do poder e da riqueza dos monarcas do absolutismo na França.

O Palácio de Versalhes começou a ser construído, na sua forma atual, no reinado de Luís XIV, rei que governou a França entre 1661 e 1715 e que ficou conhecido como Rei Sol.

Esse palácio é o grande símbolo do poder dos monarcas na França absolutista, além de ser o grande ícone que representa o padrão de vida luxuoso dos reis e da nobreza.

O Palácio de Versalhes foi a casa dos reis franceses de 1682 até 1789.

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Construção do Palácio de Versalhes

Considera-se que a construção do Palácio de Versalhes iniciou-se por ordem do rei Luís XIV, o mais poderoso rei francês do período absolutista.

Os franceses chamam o palácio de Château de Versailles, que, em uma tradução literal, significa Castelo de Versalhes.

No entanto, é importante esclarecer que, na França do período da Renascença, a palavra “château” era utilizada para referir-se a palácios que se localizavam nas zonas rurais. Para os palácios construídos nos centros urbanos, a palavra usada era “palais”.

O Palácio de Versalhes surgiu como uma residência rural para caça usada por Luís XIII, rei da França, entre 1610 e 1643. Tudo começou quando Luís XIII foi para a região de Versalhes, localizada nos arredores de Paris, para caçar nas florestas. Com o tempo, Luís XIII afeiçoou-se pelo local e ordenou, em 1623, a construção de uma pequena casa de campo.

Pouco tempo depois, em 1631, foi ordenada por Luís XIII a reconstrução da casa de campo. Essa obra foi iniciada em 1631 e concluída em 1634. Essa reforma feita resultou no desenvolvimento da base do que é o palácio atualmente. Assim, o que era apenas uma casa de campo transformou-se em um pequeno palácio.

A história do Palácio de Versalhes transformou-se radicalmente quando Luís XIV foi coroado rei da França. Luís XIV governou a França de 1643 a 1715. O Rei Sol, como si autodenominou, foi a personificação do poder dos monarcas absolutistas e esbanjou um estilo de vida extremamente luxuoso, do qual a construção do Palácio de Versalhes é um símbolo.

O Palácio de Versalhes durante o reinado de Luís XIV

Quem Ficou Conhecido Como O Rei Artista? Luís XIV, rei da França de 1643 a 1715, foi responsável por ordenar a construção do Palácio de Versalhes.

Luís XIV decidiu reformar o Palácio de Versalhes em 1661, logo após a morte de seu primeiro-ministro, o Cardeal Mazarin. A ideia de Luís era tornar o palácio maior e mais belo.

Para isso, contratou o arquiteto Louis Le Vau para elaborar o projeto de expansão do palácio.

Ao longo do reinado de Luís XIV, Versalhes transformou-se em um gigantesco e luxuoso palácio, tornando-se sede da administração da França e local de festas da nobreza e da corte francesa.

As obras de ampliação em Versalhes estenderam-se durante todo o reinado de Luís XIV e seguiram mesmo após sua morte.

Foram construídos em Versalhes, durante o reinado de Luís XIV, locais como a Galeria dos Espelhos, o Grande Trianon, as alas norte e sul do palácio, a Capela Real, etc. Fora o palácio propriamente dito, há também a imensidão de jardins localizada nos fundos da mansão.

Para a elaborar o projeto de construção dos jardins, Luís XIV contratou André Le Nôtre. Essa construção arrastou-se por várias décadas e só foi finalizada durante o reinado de Luís XVI. Dois locais de destaque podem ser mencionados: o Laranjal e o Grande Canal.

Quem Ficou Conhecido Como O Rei Artista? Laranjal, um dos jardins construídos nos fundos do Palácio de Versalhes.

Em 1682, Luís XIV decretou que o Palácio de Versalhes seria a sede da corte e do governo francês.

Com isso, a aristocracia e o corpo administrativo da França abandonaram Paris e deslocaram-se para Versalhes.

O Palácio de Versalhes permaneceu como sede da Coroa Francesa até 1789, quando o rei Luís XVI e sua esposa, Maria Antonieta, foram obrigados a mudar-se para Paris durante a Revolução Francesa.

Palácio de Versalhes na história

Quem Ficou Conhecido Como O Rei Artista? Galeria dos Espelhos, local em que foram assinados os tratados de paz da Guerra Franco-Prussiana e da Primeira Guerra Mundial.*

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Em 1833, o Palácio de Versalhes foi transformado, por ordem do rei Luís Filipe I, em museu dedicado a “todas as glórias da história da França”.

Oficialmente como museu, tornou-se local de exposição de artigos da história francesa que vão desde o período medieval até o século XIX.

Apesar disso, continuou sendo explorado como local de realização de eventos importantes do governo francês.

Durante a Comuna de Paris, no começo de 1871, o Palácio de Versalhes recebeu os parlamentares franceses que haviam fugido de Paris.

Poucos meses depois, recebeu as delegações da França e da Prússia, que assinaram, na Galeria dos Espelhos, um acordo que colocou fim à Guerra Franco-Prussiana.

No século XX, após o fim da Primeira Guerra Mundial, a Galeria dos Espelhos recebeu delegações diplomáticas que realizaram a assinatura do Tratado de Versalhes.

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Atualmente, o Palácio de Versalhes é apenas um museu e é, inclusive, um dos locais mais visitados de toda a França, recebendo, anualmente, milhões de visitantes.

Recentemente, em 1999, uma forte tempestade atingiu o palácio, resultando em uma grande destruição.

Durante essa tempestade, cerca de 10 mil árvores foram danificadas, o que representou um prejuízo de 250 milhões de francos para o governo francês.

O palácio permanece aberto a visitantes durante seis dias na semana. O único dia em que não abre é na segunda. Os jardins e os parques ficam abertos todos os dias. As visitas ao palácio são pagas, mas, de acordo com algumas condições, os visitantes podem solicitar entrada grátis.

Jardins do Palácio de Versalhes

Na imagem, o Grande Canal e o Palácio de Versalhes ao fundo.**

Fora a gigantesca estrutura do palácio, Versalhes também é muito conhecido pelos belos e extensos jardins que foram construídos na sua área externa. Parte dos jardins que existe no complexo de Versalhes pode ser avistado da Galeria dos Espelhos. A construção dos jardins foi ordenada pelo rei Luís XIV, sendo considerada tão importante quanto os jardins em si.

Conforme mencionado, Luís XIV, nomeou André Le Nôtre como responsável pela construção dos jardins, cujo desenvolvimento demandou um grande esforço, pois foi necessário retirar de Versalhes uma grande quantidade de terra para nivelar o solo. Além dos jardins, também foram construídas centenas de fontes, e foram trazidas a Versalhes árvores de diferentes partes da França.

Todo o complexo de jardins de Versalhes possui parterres, fontes, bosques e canais, como o Parterre da Água, o Laranjal, a Fonte do Dragão, o Grande Canal, o Bosque das Três Fontes, etc.

Curiosidades sobre o Palácio de Versalhes

O Palácio de Versalhes é gigantesco, tanto o palácio em si quanto seus jardins. Sendo assim, destacamos algumas informações a respeito desse palácio:

  • Todo o complexo do palácio, incluindo os jardins, possui cerca de 67 mil m2.
  • Possui cerca de 60 mil peças relativas à história francesa.
  • Possui cerca de 700 quartos, 2 mil janelas, 67 escadas e mais de mil lareiras.

Além das informações a respeito da estrutura física do palácio, podem também ser levantadas outras curiosidades, como:

  • A Galeria dos Espelhos foi construída entre 1678 e 1684 e possui, no total, 357 espelhos.
  • O Palácio de Versalhes sediou delegações que assinaram os tratados de paz de duas guerras: Guerra Franco-Prussiana e Primeira Guerra Mundial. Esses tratados foram assinados em 1871 e 1919, respectivamente.
  • No Palácio de Versalhes, também foi assinado o Tratado de Paris em 1783, por meio do qual os ingleses reconheceram a independência dos Estados Unidos.
  • Durante a Revolução Francesa, o Palácio de Versalhes foi invadido, e o rei Luís XVI e sua esposa, Maria Antonieta, foram obrigados a mudar-se para Paris.
  • Na Galeria das Batalhas, encontram-se 33 pinturas que narram a história francesa, desde Clóvis até Napoleão Bonaparte.
  • Na Galeria das Batalhas, também são encontrados 80 bustos de grandes oficiais franceses que foram mortos em batalha.
  • Em 1999, uma grande tempestade com ventos acima de 200 km/h atingiu o palácio e fez com que 10 mil das 200 mil árvores do palácio fossem danificadas.

*Créditos da imagem: Mister_Knight e Shutterstock

**Créditos da imagem: Bigmagic e Shutterstock

O Palácio de Versalhes começou a tomar a atual forma durante o reinado de Luís XIV.

Por Daniel Neves Silva

Biografia de Luiz Gonzaga

M�sico brasileiro

Luiz Gonzaga (1912-1989) foi um m�sico brasileiro. Sanfoneiro, cantor e compositor, recebeu o t�tulo de “Rei do Bai�o”. Foi respons�vel pela valoriza��o dos ritmos nordestinos, levou o bai�o, o xote e o xaxado, para todo o pa�s. A m�sica “Asa Branca” feita em parceria com Humberto Teixeira, gravada por Luiz Gonzaga no dia 3 de mar�o de 1947, virou hino do Nordeste brasileiro.

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Inf�ncia e Adolesc�ncia

Luiz Gonzaga nasceu na Fazenda Cai�ara, em Exu, Sert�o de Pernambuco, no dia 13 de dezembro de 1912. Era filho de Janu�rio Jos� dos Santos, o mestre Janu�rio, “sanfoneiro de 8 baixos”, e de Ana Batista de Jesus. O casal teve oito filhos.

Desde menino, Luiz Gonzaga j� pegava na enxada, mas preferia ficar olhando o pai tocar sua sanfona. Logo aprendeu a tocar e animar as festinhas da regi�o. Cresceu ajudando o pai na ro�a e na sanfona, mas tamb�m fazia pequenos servi�os para os fazendeiros da regi�o.

Luiz Gonzaga era protegido do Coronel Manuel Aires de Alencar e de suas filhas e com elas aprendeu a ler, escrever e falar correto. Aos 13 anos, com o dinheiro que juntou e o emprestado pelo coronel, Luiz comprou�sua primeira sanfona. O primeiro dinheiro que ganhou foi tocando em um casamento, ali sentiu que a m�sica era seu destino.

A Fuga de casa e o Ex�rcito

Em 1929, com 17 anos, por causa de um namoro proibido pela fam�lia da mo�a e de uma surra que levou da m�e, Luiz fugiu para o mato. Mas a fuga maior foi quando deixou a casa para uma festa no Crato, no Cear�. Luiz Gonzaga vendeu sua sanfona e foi�para Fortaleza, onde buscava no Ex�rcito uma vida melhor.

Com a Revolu��o de 30, viajou�pelo pa�s. Era o corneteiro da tropa. Em 1933, servindo em Minas Gerais, n�o entrou para a orquestra do quartel, pois n�o sabia a escala musical. Mandou�fazer uma sanfona e decidiu�ter aulas com Domingos Ambr�sio, famoso sanfoneiro de Minas. Transferido para Ouro Fino, sul de Minas, tocou pela primeira vez em um clube.

Luiz Gonzaga no Rio de Janeiro

Em 1939, Luiz Gonzaga deixou�o Ex�rcito,�foram�nove anos sem dar not�cias � fam�lia. Enquanto esperava o navio para voltar para Pernambuco, Luiz ficou no Batalh�o de Guardas do Rio de Janeiro, quando um soldado o aconselhou a ganhar dinheiro tocando na cidade.

Logo, Luiz estava tocando nos bares do Mangue, nas docas do porto e�nas ruas, em busca de trocados. Acabou sendo convidado a tocar nos cabar�s da Lapa. Nessa �poca, seu repert�rio era o exigido pelo p�blico: tangos, fados, valsas, foxtrotes etc. Nesse ritmo fez sua primeira tentativa no r�dio, em programa de calouros de Silvino Neto e Ari Barroso, mas sua nota n�o passava de 3.

Em 1940, um grupo de estudantes cearenses que estudavam no Rio, o aconselhou a tocar as m�sicas dos sanfoneiros do sert�o nordestino. Ao participar de um�programa de calouros do r�dio,�tocando �Vira e Mexe�, Luiz ganhou�nota 5 e o pr�mio de primeiro lugar.

Certo dia, Luiz foi procurado por Janu�rio Fran�a�para acompanhar Gen�sio Arruda numa grava��o. Luiz se saiu t�o bem que foi convidado pelo diretor art�stico da RCA, Ernesto Morais, para gravar um disco.

No dia 14 de mar�o de 1941, Luiz gravou dois discos como solista de sanfona. No primeiro: a mazurca V�spera de S�o Jo�o�e Numa Seresta. No segundo: Saudade de S�o Jo�o del Rei� e �Vira e Mexe, um chamego de sua autoria.

Durante cinco anos, Luiz Gonzaga gravou cerca de setenta m�sicas, das quais apenas 10 eram �chamegos�. Fez carreira no r�dio e come�ou a luta para cantar e gravar as m�sicas nordestinas.

Fez parceria com Miguel Lima, que colocava letras em suas m�sicas, mas s� em 11 de abril de 1945 gravou seu primeiro disco como sanfoneiro e cantor�com a m�sica Dan�a Mariquinha.

Luiz foi em busca de um parceiro nordestino e conheceu o advogado cearense Humberto Teixeira, era o in�cio de uma parceria que�durou�cinco anos.

Quem Ficou Conhecido Como O Rei Artista? Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira

Luiz Gonzaga lan�ou m�sicas com versos simples, impregnado de modismos nordestinos. Sua m�sica agora, era acompanhada de�sanfona, tri�ngulo e zabumba. Entre os sucessos da parceria, destacam-se: Bai�o, Asa Branca, Kalu, Para�ba, Assum Preto�etc.

Asa Branca

A m�sica �Asa Branca� foi um dos primeiros grandes sucessos nacionais de Luiz Gonzaga. O disco original foi lan�ado pela RCA, no dia 3 de mar�o de 1947. Segundo Luiz Gonzaga, a m�sica nasceu como toada, com ra�zes folcl�ricas.

Com letra de Humberto Teixeira e m�sica de Luiz Gonzaga, Asa Branca�retrata o sofrimento do povo do Sert�o do Nordeste brasileiro diante da seca que assola a regi�o. Asa Branca foi gravada por diversos cantores, entre eles, Dominguinhos, S�rgio Reis e Baden Pawell.

A Volta para sua terra natal

Depois de longos anos, Luiz Gonzaga voltou�para sua terra natal. Foi�para o Recife e se apresentou�em v�rios programas de r�dio. Em 1949 levou�sua fam�lia para morar no Rio de Janeiro.

Nesse mesmo ano, voltou�ao Recife, quando conhece o m�dico Z� Dantas, que sabia cantarolar�todas as suas m�sicas. Foi o in�cio de uma parceria que lan�ou os sucessos: Vem Morena, A Dan�a da Moda, Cintura Fina, A Volta da Asa Branca.

Entre 1948 e 1954, Luiz Gonzaga morou em S�o Paulo, de onde viajava para todo o pa�s. O seu sucesso n�o parou mais. Em 1980, Luiz Gonzaga cantou para o Papa Jo�o Paulo II, em Fortaleza.

Convidado pela cantora amazonense Nazar� Pereira, se apresentou em Paris. Recebeu o pr�mio Nipper de ouro e dois discos de ouro com “Sanfoneiro Macho”.

Fam�lia

Luiz Gonzaga teve um relacionamento com a cantora e dan�arina Odal�ia Guedes dos Santos. Em 1945, desse relacionamento, nasceu Luiz Gonzaga do Nascimento J�nior, que ficou �rf�o de m�e com dois anos de idade.

Quem Ficou Conhecido Como O Rei Artista? Luiz Gonzaga e Gonzaguinha

Em 1948, Luiz Gonzaga casou-se com a�pernambucana Helena Neves Cavalcanti e juntos, criaram Gonzaguinha e�adotaram�a menina Rosa Gonzaga.

Morte

Luiz Gonzaga lutou durante seis anos contra um c�ncer de pr�stata. No dia 21 de junho de 1989, foi internado no Recife, Pernambuco, no Hospital Santa Joana, j� bastante debilitado. No dia 2 de agosto de 1989 faleceu v�tima de uma parada card�aca.

Em 2012, quando se comemorou 100 anos do nascimento de Luiz Gonzaga, foi lan�ado o filme “De Pai Para Filho”, narrando a rela��o conflituosa entre Gonzaga e Gonzaguinha. O artista recebeu v�rias homenagens em todo o pa�s.

Sucessos de Luiz Gonzaga

  • Asa Branca
  • Luar do Sert�o
  • S�plica Cearense
  • A Feira de Caruaru
  • No Meu p� de Serra
  • A Triste Partida
  • Assum Preto
  • Olha Pr� C�u
  • Balance Eu
  • Para�ba
  • Pau de Arara
  • Cintura Fina
  • Danado de Bom
  • Riacho do Navio
  • Xote das Meninas
  • No Cear� N�o Tem Disso N�o
  • Numa Sala de Reboco
  • Respeita Janu�rio
  • Pagode Russo
  • �ltimo Pau de Arara
  • O Fole Roncou
  • Z� Matuto
  • Dezessete e Setecentos
  • Dan�a Mariquinha
  • Bai�o de Dois
  • ABC do Sert�o

Morte de Jackson do Pandeiro, o Rei do Ritmo, completa trinta anos

Há trinta anos a musicalidade na Paraíba não é mais a mesma. No dia 10 de julho de 1982 morria o paraibano José Gomes Filho, o famoso Jackson do Pandeiro.

O cantor e compositor brilhou no forró e no samba, assim como no baião, xote, xaxado, coco, arrastapé, quadrilha, marcha, frevo, dentre outros.

Depois de uma carreira artística marcada pelo talento ao manusear o pandeiro, Jackson morreu aos 62 anos de idade, ainda muito ativo, em Brasília com embolia pulmonar e cerebral.

Jackson nasceu em Alagoa Grande, no Brejo da Paraíba, em 31 de agosto de 1919 e passou boa parte da vida em Campina Grande. A motivação para a arte nasceu da admiração pelo trabalho da mãe. A cantadora de coco Flora Maria colocou o filho para tocar zabumba na sua banda já desde os sete anos de idade.

Em Campina Grande, o ritmista passou a apreciar os filmes de faroeste e ganhou o apelido de Jackson, inspirado em um personagem americano. Na Rainha da Borborema trabalhou de padeiro e até foi goleiro de um clube da cidade. Apaixonou-se pela vida boêmia e passou a tocar vários instrumentos em bares da cidade.

O artista trabalhou em várias rádios em Campina Grande, João Pessoa e Recife. No momento em que foi trabalhar em Recife, passou a receber a atenção da mídia e ficou conhecido como o homem orquestra pelo domínio da percussão. O estouro do talento do paraibano aconteceu quando ele gravou o sucesso Sebastiana na década de 1950.

Jackson do Pandeiro passou a fazer duetos e parcerias com nomes como Luiz Gonzaga, Edgar Ferreira e Rosil Cavalcanti. O moleque de Alagoa Grande já não era mais patrimônio exclusivamente paraibano.

Ele se tornou um fenômeno da música regional e o Brasil inteiro escutou as músicas e o toque do artista, que ficou conhecido como o Rei do Ritmo.

Especializou-se em fazer canções, composições belíssimas tendo à mão apenas um pandeiro e já era mais que suficiente para encantar a todos.

“Os três icones maiores da música nordestina são Gonzaga, Marinês e Jackson, que foi quem botou um acelerador em todos os ritmos. O rojão é o grande legado deixado por ele, que acelerou o baião e urbanizou a música rural. A identidade dele é essa.

Inclusive o frevo sofreu influências de Jackson e se tornou esse ritmo mais acelerado, mais gostoso que é hoje. Os sulistas dizem que o samba é o pai do ritmo, então o coco é o avô e Jackson é o grande mestre desta arte. A musicalidade nasce no Brasil entre a Paraíba e Pernambuco.

Assim como Jackson, eu sou paraibano e filho de pernambucana”, disse Biliu de Campina, discípulo de Jackson.

Memorial Jackson do Pandeiro

Quem Ficou Conhecido Como O Rei Artista?Alagoa Grande, cidade de Jackson, tem portal com pandeiro gigante na entrada em homenagem ao Rei

do Ritmo (Foto: Divulgação)

Lançado em 2008, o memorial fica localizado na cidade natal do artista, Alagoa Grande, no Brejo paraibano, à rua Apolônio Zenaide, 687.

No local estão expostos discos, objetos, documentos, fotografias, vestuários, entre centenas de peças alusivas ao artista que foram reunidas por familiares, amigos, colecionadores, pesquisadores e artistas.

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Na entrada da cidade há um gigantesco portal em forma de pandeiro com uma placa com os dizeres: “Alagoa Grande – Terra de Jackson do Pandeiro”.

Jackson é pernambucano?É bem verdade que a mãe do artista, que o inspirou na carreira, é pernambucana de nascimento. Porém, o Rei do Ritmo é mesmo paraibano, de Alagoa Nova. Contudo, uma confusão recente no mundo da pesquisa apontou que Jackson seria pernambucano e causou uma polêmica.

Escrito em 1998 pelo maior pesquisador de música brasileira do país, o baiano Ricardo Cravo Albin, o livro MPB, A História de Um Século foi relançado em junho pela Fundação Nacional de Artes (Funarte), com dois erros graves na página 72, pois dizia que Jackson do Pandeiro (1919-1982) é pernambucano e que nasceu em “Lagoa” Grande.

O livro é um dos mais completos sobre a história da música brasileira, mas cometeu essa gafe. Em entrevista ao Jornal da Paraíba, Cravo Albin atribuiu a falha a um erro de revisão.

“Isso é tão absurdo! Fiquei tão contrariado, afinal nosso José Gomes Filho sempre foi um grande amigo meu e, claro, eu sei que ele é da Paraíba e nasceu em Alagoa Grande, tanto que a informação está correta no Dicionário Cravo Albin”, rebateu.

O autor disse ainda que será feita a correção a partir da próxima edição.

Luís XIV ficou conhecido como o Rei Sol e representou o apogeu do Absolutismo na França. Seu

Os jagunços eram bandos de homens armados que obedeciam cegamente aos coronéis. Quem autorizava os coronéis a ter esse grupo armado à sua disposição?

Fascismo e nazismo foram regimes políticos que estavam no campo do autoritarismo do século XX. Pensando sobre regimes autoritários, é correto afirmar

que: *
1 ponto
(. )nesse tipo de regime político há liberdade de imprensa, embora não haja liberdade política;
(.

)o poder político está concentrado na pessoa do ditador ou de um grupo político, sem imprensa livre e com a oposição reprimida;
(. )a oposição política tem plena liberdade para exercer a sua crítica ao poder estabelecido;
(.

)governos autoritários não são possíveis em países com política econômica neoliberal, como nos mostra o caso do Chile de Pinochet.

Texto 1 “A Sociedade deve prestar assistência aos cidadãos desgraçados, seja dando -lhes trabalho,  seja assegurando os meios de existência aos que nã

o podem trabalhar”.( Declaração dos direitos que precedia a constituição aprovada pelos jacobinos em 1973)Que direito é mencionado no texto 1? explique​

Quais São as diferenças que você percebe entre as linhas do tempo?

“Ò senhor de todos! Rei de todas as casas. Nas deci-
sões mais distantes fazes o Nilo celeste para que desça
como chuva e açoite as montanhas, como um

mar para
regar os campos e jardins estranhos. Acima de tudo, po-
rém, fazes o Nilo do Egito que emana do fundo da terra.

E
assim, com os teus raios, cuidas de nossas hortas. Nossas
colheitas crescem, e crescem por ti (…). Tu estás em meu
coração. Nenhum outro te conhece, a não ser teu filho Ak-
naton”.
“Salve, ó Nilo (…

) regas a terra em toda parte, ó deus
dos grãos, senhor dos peixes, produtor do trigo e da ceva-
da (…) Logo tuas águas se erguem (…) todo ventre se agita,
o dorso é sacudido de alegria e os dentes rangem.


Nos dois textos acima, percebe-se um forte apelo
dos egípcios em relação ao Rio Nilo. Esta verdadeira
devoção ao principal rio da região é explicada de que
maneira?

ATENÇÃO:ATIVIDADE DE HISTÓRIA:1° BIMESTRE:SÉRIE: 1° ANOS A, B e CNOME:. N°QUESTÕES:ATENÇÃO:ATIVIDADE DE HISTÓRIA:1° BIMESTRE:SÉRIE: 1° ANO

S A, B e CNOME:. N°QUESTÕES:2). Comente sobre o discurso civilizatório dos europeus e o seu eurocentrismo.​

os mais famosos por ter uma ao desenvolvimento matemático superior é de quase todos os povos que habitavam o planeta até o ano de 1000 de pontos e qua

is são algumas das características da Matemática Maia e qual sua função na sociedade Maia me ajuda por favor:(((((((​

Leia o fragmento a seguir, de Hilário Franco Júnior que relata algumas contribuições medievais aos dias atuais: “O patrimônio intelectual de origem me

dieval é impressionante.

Dele fazem parte as universidades, que até hoje preservam de suas origens no século XII, a pedagogia (aulas expositivas e debate de textos), a concessão de título (tese submetida a uma banca examinadora), a concessão do direito de exercício profissional (licentia docendi), a estrutura administrativa (reitor, divisão em faculdades), o auxílio aos membros necessitados (concessão de bolsas aos estudantes carentes). Também fazem parte desse patrimônio inúmeras técnicas intelectuais. (…) É o caso dos algarismos arábicos (século X), precondição para a matemática moderna e, assim, para das demais “ciências exatas”. Do livro, bem mais manejável que os rolos de pergaminho da Antigüidade, e provido de melhores meios de utilização, como os índices (século XII), possibilitadores dos dicionários e enciclopédias.” (FRANCO Jr. Hilário. A Idade Média: nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2008.)
1) Embora no período medieval o conhecimento fosse restrito à certas camadas da população, o período nos trouxe importantes contribuições educacionais. Cite três dessas contribuições.

Questão, 4IDENTIFIQUE o fato histórico que esta sendo destacado na chargeMAS NÃO PORMUITO TEMPO!MAJESTADE!PRECISAMOSPARTIRDA POLEÃO JÁ ESTAA NOS NVADI

R!​

para construir esses prédios eles precisavam de que tipo de conhecimento ?​

Roberto Carlos – personalidades – Estadao.com.br – Acervo

Roberto Carlos Braga19/4/1941, Cachoeira do Itapemirim (ES) 

Ficou conhecido como o “Rei” enquanto apresentava o programa Jovem Guarda na TV Record.

É considerado um dos principais nomes da música brasileira não só no período da MPB, onde compunha ritmos animados mais ligados ao rock 'n roll, mas também posteriormente em sua fase mais romântica.

Filho de Robertino e Laura Moreira Braga começou a estudar piano aos sete anos de idade. Um ano antes havia sofrido um grave acidente. Foi atropelado por uma locomotiva e perdeu uma perna passando a usar uma prótese.

Incentivado pela família começou a correr atrás do sonho de ser cantor. Aprendeu violão e entrou para o conservatório de sua cidade natal. Aos nove anos se apresentou pela primeira vez, cantando em programas da rádio local.

Seu contato com o rock foi inicio da década de 1950, quando se mudou para Niterói e conheceu artistas americanos como Elvis Presley, que começava a fazer sucesso na época.

Sua primeira vez na televisão foi em 1957, cantando “Tutti Fruti” no programa Teletur da TV Tupi carioca.  O grande momento que ajudaria sua carreira deslanchar viria no ano seguinte, quando conheceu Erasmo Carlos e Tim Maia com quem formou o grupo “Sputniks”.

Com a saída de Tim o grupo foi desfeito e Roberto Carlos passou a cantar sozinho no Hotel Plaza.

Conheceu Carlos Imperial, que além de empresário apresentava o “Clube do Rock” na TV Tupi. Agenciado por ele, gravaria pela Polydor um compacto 78 rpm com “João e Maria”. Foi um fracasso com poucas vendas.

Com isso teve seu contrato residido pela gravadora. Foi para a Columbia onde recebeu a sugestão de não gravar nem bossa nova nem rock, mas sim “música da juventude”.

Tentou em seu primeiro LP, “Louco Por Você” um estilo bolero e chá-chá-chá, o que não deu certo também.

O sucesso viria com a parceria com Erasmo Carlos em 1962. Compondo com ele fez sucessos como “Parei na Contramão”, faixa do álbum “Splissh Splash”, lançado no mesmo ano. Em setembro de 63 outro hit: “Calhambaque”, parte de outro LP de sucesso “É Proibido Fumar”.

Já conhecido nacionalmente foi convidado pela TV Record para apresentar um programa dominical. O “Jovem Guarda” marcou época tendo ao lado de Roberto o parceiro Erasmo Carlos, o “Tremendão” e Wanderléia, apelidada de “Ternurinha”. O programa serviu tanto para consagrar Roberto Carlos quanto para lançar jovens artistas.

Em 1966 lançou o LP “Jovem Guarda” com o sucesso “Quero que tudo vá para o Inferno”. A música seria negada posteriormente pelo “Rei” que entendeu que a letra ia contra suas crenças católicas. Uma briga com Erasmo colocou a parceria em suspensão por algum tempo. Nesse período compôs sozinho músicas como “A Namoradinha de um Amigo Meu” parte do álbum “Roberto Carlos”.

Estreou como ator no mesmo ano, no filme “Em Ritmo de Aventura”. Com o fim da Jovem Guarda em 69, passou a se dedicar a um gênero mais romântico, marcado pela vitória no Festival de San Remo na Itália. Também fez mais participações no cinema (seu último filme foi nessa década: “Roberto Carlos a 300 km por hora”).

Todos seus discos a partir de 69 tinham como título apenas Roberto Carlos e passaram a ser identificados pela música mais popular.  Em 70 lançou “Jesus Cristo” marcando o início de sua maior aproximação com a religião. No ano seguinte “Detalhes” conquistaria o Brasil.

Em 1974 gravou um especial de fim de ano para a TV Globo que teve uma grande audiência e se tornou uma tradição na emissora carioca. No ano seguinte lançou outro grande sucesso “Além do Horizonte”.

Sua carreira internacional começaria em 1981 quando gravou suas primeiras músicas em inglês. No mesmo ano lançaria um de seus maiores sucessos até hoje, “Emoções”.

Nas décadas seguintes continuaria lançando diversos sucessos e sendo o artista que mais vendeu no Brasil. Fez parcerias com diversos artistas de diversos gêneros.

Ficou marcado no final de 99 pela morte de sua esposa, Maria Rita, a quem dedicaria diversas músicas e shows nos anos seguintes. Seu último grande projeto foi um show na cidade de Jerusalém em 2011.

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