Que Pais Tem “porto Novo” Como Capital?

Entre os séculos 17 e 19, o Brasil recebeu um grande fluxo de escravos vindos do Benin, que trouxeram com eles costumes e tradições que influenciaram a cultura brasileira. O acarajé e a feijoada, pratos típicos da culinária nacional, tiveram origem nas tradições trazidas por eles. E o candomblé tem influências do vodun, praticado no Benin. Afinal, que país é esse?

Que Pais Tem O Benin fica na costa ocidental da África, às margens do Golfo da Guiné (Foto: Reprodução/ Wikimedia Commons)

Localizado na porção ocidental da África, às margens do Golfo da Guiné, o Benin é um país estreito, de 120 mil quilômetros quadrados – um pouco menor que o estado do Ceará – e 9,6 milhões de habitantes.

Faz divisa com Burkina Faso, Níger, Nigéria e Togo e sua capital é Porto-Novo, no extremo sul do país. Atualmente república presidencial, o Benin já foi parte de um grande reino chamado Daomé e, posteriormente, colônia francesa.

Uma das principais marcas da colonização é o idioma oficial: o francês. Apesar disso, línguas indígenas como o yoruba e o fon são muito falados no país.

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A economia de Benin é baseada na agricultura de subsistência. De acordo com a embaixada do país no Brasil, 80% da população local trabalha na área.

O principal produto é o algodão, que corresponde a 40% do Produto Interno Bruto (PIB) e a 80% do volume de exportação. O país também tem grande volume de exportação de outros produtos artesanais e têxteis, além do cacau.

Houve um início de exploração de petróleo em 1982, porém as fontes escassas contribuíram para o abandono da produção em poucos anos.

De reino a colônia e a república

O reino de Daomé foi estabelecido em 1650, quando um grupo adjá, que partiu do litoral, se estabeleceu no interior. Com uma economia baseada no tráfico de escravos, o reino de Daomé se expandiu, conquistando diversos povos.

Neste período, muitos escravos da região foram enviados ao Brasil. A expansão durou até 1818, quando foi derrotado na tentativa de conquistar o reino de Oyo. Em 1863, os franceses chegaram à região e, em 1901, o reino foi extinto.

A dominação francesa, que estabeleceu as fronteiras do Benin, durou até 1º de agosto de 1960, quando o país conquistou sua independência. O período foi marcado por sucessívos golpes militares.

Em 1972, um grupo de oficiais liderados pelo major Mathieu Kérékou instaurou um regime socialista no país.

Muitas empresas foram nacionalizadas, programas de saúde e educação foram criados, porém a agricultura e o comércio continuaram na iniciativa privada.

Após problemas políticos e econômicos enfrentados ao longo dos anos 1980, o regime socialista chegou ao fim em 1990. Desde então, o Benin tem eleições presidenciais. A última aconteceu em 2006, quando o atual presidente Thomas Yayi Boni foi eleito.

Turismo

O Benin oferece uma gama diversificada de atrações e atividades em todo seu território. De praias a savanas, passando por cidades de até 600 mil habitantes, o turista pode conhecer a fauna, a flora, fortalezas e o folclore do país, muitas vezes semelhante ao visto no Brasil.

Que Pais Tem Catedral de Oudiah, cidade histórica e religiosa do Benin (Foto: Divulgação/ Embaixada do Benin)

Não existem voos diretos do Brasil ao Benin. Para conhecer o país, o turista brasileiro terá de fazer conexões na Europa, mais frequentemente na França, ou na África do Sul. Os voos chegam em Cotonou, a capital econômica e maior cidade do país.

A cerca de 40 quilômetros de Conotou, está a cidade turística e religiosa de Ouidah.

Na Rota dos Escravos, o turista pode refazer o caminho feito pelos trabalhadores enviados para diversos países do mundo, inclusive o Brasil.

A rota termina na Porta do Não Retorno, monumento criado em homenagem aos escravos que não voltaram ao Benin. Na cidade, outra atração é o Templo das Serpentes, em homenagem, aos animais e deuses da cultura Vodun.

Quem prefere um circuito mais natural, pode visitar as fontes de águas termais em Potosome e Bopa. Abertas ao público, elas são conhecidas por serem usadas no tratamento de problemas de fígado e reumatismo. Há ainda os rios e lagos perto da cidade de Lokossa, a 106 quilômetros de Cotonou, habitat de hipopótamos.

Mais informações e dicas de turismo no Benin são encontradas no site da embaixada.

Benin Nome oficial: República do BeninCapital: Porto-NovoIdioma oficial: FrancêsÁrea: 112.622km²População: 9,598,787 (2012)Governo: República PresidencialPresidente: Thomas Yayi Boni (2006-2016)Moeda: Franco CFA

A história perdida da arquitetura brasileira dos retornados à África

É essa história da arquitetura brasileira na África ocidental, especialmente no Benim e Nigéria, que o fotógrafo Tatewaki Nio foi buscar depois de vencer a Bolsa de Fotografia Zum, do Instituto Moreira Salles, em 2017 – e que atualmente tem uma nova edição com inscrições abertas até 29 de junho (mais informações abaixo).

A partir de 1835, com a expulsão de centenas de escravos do Brasil depois da revolta dos malês, em Salvador, estima-se que cerca de sete mil indivíduos retornaram à África por diferentes motivos.

Tanto Benim, quanto Nigéria, são os países que mais receberam retornados, os responsáveis pela construção não apenas da mesquita de Porto Novo, mas de muitos outros edifícios com características brasileiras.

O fotógrafo japonês, que vive no Brasil há vinte anos, interessou-se de imediato pela história que conheceu através de uma série de fotografias de Pierre Verger, que ilustra o livro Da Senzala ao Sobrado: Arquitetura Brasileira na Nigéria e na República Popular do Benim, de Marianno Carneiro da Cunha. Com as imagens em mãos e com poucas referências geográficas, Nio partiu para a Nigéria em busca das casas retratadas. Encontrou muitas delas ainda em pé e arrepiou-se ao vê-las ao vivo, em cores. Para ele, até mais impressionante do que essa busca, foi ver outras inúmeras construções que compõem verdadeiras cidades brasileiras no interior dos dois países, em cidades como Ibadan, Ilê Ife, Abeokuta e Osogbo. “Não tenho como provar que foram construídas por retornados, mas com certeza sofreram influências”, diz.

A história de Nio, um capítulo à parte, explica muito de seu interesse pelos retornados em seu projeto que batizou de Na Espiral do Atlântico Sul: o fotografo é filho de imigrantes que vieram ao Brasil, mas acabaram eles próprios retornando ao Japão antes de seu nascimento. O país, contudo, nunca saiu de sua casa.

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Estava presente nas conversas e também na vitrola que tocava Gal, Caê e Roberto Carlos. Como se não bastasse, aos 11 anos se mudou com a família para a Tanzânia, onde viveu por dois anos.

África e Brasil habitam seu imaginário desde sempre e as construções brasileiras, perdidas em continente africano, são, assim, a conexão de uma história da qual participa como um espectador privilegiado.

Que Pais Tem Casa em Ibadan, na NigériaTatewaki Nio / Bolsa de Fotografia ZUM/IMS

Logo na chegada ao Brasil, Nio fixou-se em Salvador, onde diz ter encontrado um país ainda parecido com as clássicas fotografias de Verger, que criou imagens icônicas do povo e das religiões afro-brasileiras. Ao se mudar para São Paulo, contudo, voltou seus olhos para a cidade e seus prédios, afim de tentar entender a identidade da capital paulista.

Impressionou-o, por exemplo, o processo de demolição do edifício São Vito, um decadente gigante de concreto que, conhecido por Treme-Treme, ficava bem ao lado do Mercado Municipal. Desde essa época, seu trabalho esteve marcado pela arquitetura e urbanismo.

Encontrar as imagens das casas brasileiras feitas por Verger, um especialista em retratar pessoas, foi mais um incentivo para o projeto.

Entrevista com Tatewaki Nio

Além do trabalho de detetive do passado, Nio acrescentou mais duas séries de imagens a sua viagem ao Benim e Nigéria.

Uma, chamada “Megacidades”, retrata o crescimento desenfreado de Lagos, maior cidade nigeriana que multiplica sua população ano após ano, lembrando São Paulo em muitos de seus cenários de expansão nada planejada.

A outra, “Estou daqui, sou daqui” é o encontro afetivo através de fotografias entre imigrantes nigerianos que vivem na capital paulista com seus familiares. Nio retratou algumas dessas pessoas em São Paulo e levou reproduções em tamanho real para a Nigéria, onde produziu fotos das famílias ao lados dos imigrados.

Agora, com o projeto vencedor da bolsa do IMS praticamente finalizado, o fotografo pretende levar o trabalho em frente. Quer, através de suas imagens, construir conexões passadas e atuais cada vez mais estreitas entre Brasil e África.

Enquanto vai expondo as fotografias em diferentes museus, imagina um formato final com um livro que tenha a contribuição de textos de pesquisadores sobre a questão dos retornados e da arquitetura brasileira na África Ocidental.

Para ele, a imigração sempre foi uma realidade no mundo, que, agora e daqui para frente, será cada vez mais intensa. Entendê-la, diz, é fundamental para entender o mundo. Por fim, Nio, entre Lagos, São Paulo e Tóquio, qual cidade é mais interessante? “Não saberia dizer.

O que posso dizer é que meu olhar e meu projeto como fotógrafo é brasileiro”.

Porto Novo (Benim) – Wikipédia, a enciclopédia livre

Porto Novo
  Cidade  
Vista sobre a lagoa de Porto-Novo Localização
Porto NovoLocalização de Porto Novo no Benim Coordenadas 6° 29' 50″ N 2° 36' 18″ E País  Benim Departamento Oueme Administração
Distritos Distritos Prefeito Moukaram Oceni Características geográficas
Área total 110 km² População total (Censo 2013) 264 320 hab. Densidade 2 402,9 hab./km² Altitude 38 m Fuso horário UTC (UTC+1) ISO 3166-2 BJ-OU

Porto Novo[1][2][3] (em francês: Porto-Novo; também conhecida localmente como Hogbonou e Adjacé) é a capital oficial do Benim e um porto no Golfo da Guiné.

A cidade tem uma população de 264 320 habitantes (censos de 2013) e está localizada nas coordenadas 6°28' Norte, 2°36' Este (6.46667, 2.6). Não fica muito longe de Ouidah, onde os portugueses mantiveram até 1961 o Fortaleza de São João Baptista de Ajudá.

É a segunda maior cidade do país, sendo ultrapassada em importância comercial e industrial por Cotonu. Porto Novo fica no centro de uma região agrícola cujo principal produto é o óleo de palma, exportando também algodão e kapok. Situam-se em Porto Novo o Instituto de Estudos Superiores do Benim, o Museu de Etnografia de Porto-Novo e o palácio do Rei Toffa.

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História

Porto Novo foi provavelmente fundada nos finais do século XVI pelo povo Gun. O atual nome foi-lhe dado pelos portugueses, que lá construíram uma feitoria no século XVII, com o propósito de exportar escravos africanos para as Américas.

O Reino de Porto Novo aceitou a proteção francesa em 1863 como forma de rebater a intrusão britânica. No entanto, a presença francesa não foi bem aceite pelo vizinho Reino de Abomé, o que resultou em guerra.

Em 1883, a marinha francesa desembarcou em Porto Novo e Cotonou, tendo Porto Novo sido incorporada na colónia francesa do Daomé, da qual se tornou capital em 1900.

Referências

  1. ↑ «União Europeia» 
  2. ↑ «Ministério das Relações Exteriores do Brasil» 
  3. ↑ Instituto Internacional da Língua Portuguesa. «Porto Novo». Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa. Consultado em 28 de maio de 2017 
Este artigo sobre Geografia do Benim, integrado ao Projeto África é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.

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Em Benin, Igreja lança campanha "Nossa luta contra o coronavírus"

Vatican News

O observador cristão católico da governança de Benin (OCG) pediu às autoridades civis que fechem todas as fronteiras do país para conter a epidemia de Covid-19.

Durante uma coletiva de imprensa na quarta-feira, o presidente da entidade, padre Nathanaël Yaovi Soédé, fez um balanço da situação da crise da saúde e pediu ao governo que adote medidas de acompanhamento social para os mais necessitados e distribua gratuitamente máscaras, géis hidroalcoólicos e detergentes para os profissionais de saúde, pacientes em hospitais e prisioneiros. O OCG também pede que os projetos hidráulicos sejam concluídos com urgência nas áreas rurais e que a tributação da água e da eletricidade seja reduzida.

Padre Soédé recordou, entre outras coisas, que a Conferência Episcopal recomendou a criação de um Fundo nacional de emergência e de uma equipe internacional de apoio para facilitar a implementação dos procedimentos e o respeito dos vários protocolos para o tratamento do Covid-19.

Juntamente com o Movimento Católico de quadros e personalidades políticas (Mccpp), o OCG lançou o projeto “Nossa luta na Igreja contra o coronavírus”, para arrecadar fundos a serem utilizados na compra de 11 mil máscaras a serem doadas aos hospitais e prisões dos hospitais das dez dioceses do Benin.  As doações serão possíveis até 22 de abril.

Por fim, o arcebispo de Cotonou, Dom Roger Houngbédji, que participou da coletiva de imprensa, insistindo no cumprimento das medidas previstas para conter a epidemia, recordou que a mensagem da Igreja neste momento específico, é a de alegria do Cristo ressuscitado, vencedor da morte e do sofrimento.

Segundo o Censo de 2002, 27,1% da população do Benim é católica romana, 24,4% é muçulmana, 17.3% pratica vodum, 5% é celestial cristã, 3,2% metodista, 7,5% segue outras denominações cristãs, 6% outros grupos religiosos tradicionais locais, 1,9% outros grupos religiosos, e 6,5% reivindicam não ter filiação religiosa.

A capital constitucional é a cidade de Porto Novo, mas Cotonu é a sede do governo e a maior cidade do país. O país tem 112 622 km² e uma população de 10 milhões de habitantes, segundo dados de 2013.

Do século XVII ao XIX, Benim foi governada pelo Reino do Daomé. Desde o século XVII, esta região era conhecida como a Costa dos Escravos devido ao grande número de escravos embarcados para o Novo Mundo durante o tráfico negreiro transatlântico.

Com o fim da escravidão, a França tomou conta do país, rebatizando-o Daomé francês. Em 1960, Daomé ganhou a independência total da França, tendo um governo democrático nos 12 anos seguintes.

Antiga colônia francesa, o país alcançou independência em 1° de agosto de 1960, com o nome de República de Daomé.

Em 1975 o país adotou o atual nome de Benim, em razão de o país ser banhado ao sul pela Baía de Benim.

Benim

A situação geral de saúde em outros países pode ser bem diferente daquela do Brasil. Cidadãos estrangeiros não têm acesso a assistência médica gratuita em grande número de países.

Recomenda-se vivamente que viajantes brasileiros sempre contratem seguro internacional de saúde adequado, mesmo que tal documento não seja exigido pelas autoridades migratórias locais.

O Ministério das Relações Exteriores não poderá se responsabilizar por despesas médicas de brasileiros no exterior.

Antes de viajar, nacionais brasileiros devem certificar-se de sua saúde física, tomando as vacinas indicadas para o destino escolhido. Vacinas contra difteria, tétano, hepatite B, sarampo, caxumba, rubéola e tuberculose são recomendadas para todo tipo de viagem. Em caso de dúvidas, o Ministério da Saúde poderá ser consultado.

  • Para obter informações sobre surtos de doenças infecciosas no exterior, é importante consultar o sítio da Organização Mundial da Saúde (OMS), que contém dados detalhados sobre a situação específica de saúde de cada país.
  • Ao retornar de países com ocorrência de endemias, quaisquer sintomas devem ser imediatamente comunicados às autoridades de saúde brasileiras.
  • Falecimento de cidadão brasileiro 

Na infeliz ocorrência de falecimento de cidadão brasileiro no exterior, Repartições consulares do Brasil permanecerão à disposição para prestar a assistência cabível aos familiares.

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Recomenda-se que a família do cidadão brasileiro falecido contate a Embaixada ou o Consulado da jurisdição para orientações, por meio dos telefones regulares ou, se for o caso, do celular de plantão.

Cabe aos familiares do falecido custear as despesas de traslado dos restos mortais ao Brasil, se for o caso. Mais informações estão disponíveis na seção Emergências.

Rede de saúde          

Cotonou não tem sistema de saúde organizado: não há hospitais de qualidade e os atendimentos médicos se fazem em clínicas particulares de padrão bem simples. A Associação Médica Francesa, ligada à Embaixada da França, é o principal centro de referência para estrangeiros. O principal hospital da cidade é o Universitário de Abomey-Calavi, o qual realiza atendimentos precários.

  1. a) Associação Médica Francesa
  2. Clínica ligada à Embaixada da França que atende pacientes estrangeiros de qualquer nacionalidade associados.
  3. Paga-se taxa única de US$ 30,00 pela associação e US$ 20,00 por consulta.
  4. Telefone +229 21365675.
  5. Telefone particular de emergência: Dra Joana Fadoul: +229 9501 0101.
  6. b) Clínica Mahuna
  7. Telefone +229 21301435.
  8. c) Hospital Universitário CNHU.
  9. Telefone: +229 2133 0570.
  10. Malária

O risco de saúde apresentado pela malária ou impaludismo pode ser alto em regiões florestais do país.

As medidas de proteção básicas incluem a preferência por locais climatizados, protegidos com telas apropriadas, isolamento de compartimentos para evitar a circulação de mosquitos no interior das instalações; uso de repelentes específicos para a pele e o vestuário, nos horários de maior risco entre o pôr do sol e o amanhecer. Note-se que o mosquito pode também apresentar risco em período diurno, sempre que tenha entrado durante a noite. A disciplina de proteção é de mais difícil manutenção no caso de crianças.

A decisão de tratamento preventivo com medicamentos disponíveis pode ser tomada com a assistência de médicos locais, em função do quadro clínico e preferências e indicações de cada individuo. O recurso ao médico no Brasil e no país de origem é indispensável para uma decisão ajuizada.

Berne

Outro inconveniente para a saúde no Benim é o risco da berne na pele humana em consequência de ovos da mosca negra depositados em peças do vestuário que sejam expostos ao ar livre. Recomenda-se, portanto, a secagem por meios artificiais ou em ambientes fechados e protegidos.

Ebola

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a atual epidemia de febre hemorrágica ebola na África ocidental é a mais grave jamais registrada e a que, em decorrência, requer a mais intensa operação de resposta.

Nacionais do Brasil em países da África Ocidental devem permanecer alerta. Recomenda-se que cidadãos brasileiros leiam, com cuidado, as informações do alerta “Epidemia de Ebola –  África Ocidental”, disponível aqui.

Raiva             

Casos de raiva foram reportados no país, sobretudo nas áreas rurais ou remotas, onde há mais exposições a animais como morcegos e outros mamíferos.

Mesmo nas áreas urbanas, todavia, cães podem transmitir a doença e quaisquer mordidas ou arranhões devem ser imediatamente lavados com sabão e água e atendimento médico deverá ser procurado com a máxima urgência.

Recomenda-se que cidadãos brasileiros vacinem-se contra raiva antes de sua viagem.

Intoxicação alimentar                      

A probabilidade de intoxicação alimentar no país, devido à ausência de cuidados básicos de higiene no manuseio de  frutas e demais tipos de alimentos, é alta. Cidadãos brasileiros devem levar ao país anti-ácidos e remédios para diarreia e dores estomacais.     

Alimentação

Cidadãos brasileiros no Benim devem ser cuidadosos com sua alimentação. Alimentos crus devem ser evitados, a não ser em restaurantes de confiança ou preparados por cozinheiros conhecidos. Deve-se, ainda, evitar comidas sensíveis, como peixes e maioneses. Alimentos de rua, como os “beignts” (comida similar ao acarajé), não devem ser ingeridos, sob risco de grave infecção intestinal.

Saneamento

No Benim, não há sistema público de coleta de lixo e o esgoto não é tratado. A limpeza da via pública não é sempre bem mantida. Essas condições facilitam a proliferação de doenças no país.

Água  

Qualquer água não engarrafada deve ser evitada. Mesmo no caso de água engarrafada, não se deve consumir bebidas no gargalo da garrafa. Deve-se evitar líquidos com gelo, que pode ter sido feito com água contaminada.

Farmácia e medicamentos   

Há uma farmácia 24h na capital do país, a Farmácia Camp Ghezo, que fica próxima à base militar de mesmo nome. Grande parte dos medicamentos disponíveis no Brasil podem não ser encontrados no país. Recomenda-se que cidadãos brasileiros levem quantia suficiente de medicamentos para viagens ao país, portando, sempre, a receita médica em inglês e em francês desses remédios.         

  • Contatos importantes
  • Números de telefone para chamadas de emergência
  • Policia : 117
  • Bombeiros : 118
  • Ambulância (SAMU) : 21 30 73 3 6 / 90 90 30 02
  • Centro hospitalar da Universidade (CNHU): 21 30 01 55 / 21 30 06 56
  • Polícia de menores : 160

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