Que Continente É Conhecido Como Velho Continente?

Afinal, o que é o velho e o novo mundo?

Esse questionamento já deve ter surgido na sua cabeça diante desses dois termos.
Velho Mundo é um termo utilizado para definir a divisão dos países, os que compõem o velho mundo é a visão que os europeus tinham do mundo no século XV, ou seja, a Europa, África e Ásia.

Novo Mundo é um dos nomes dados ao hemisfério ocidental, mais especificamente ao continente americano. O termo tem suas origens no final do século XV em razão da descoberta da América por Cristóvão Colombo.

Já o Novíssimo Mundo não é utilizado com tanta frequência, porém, refere-se ao Novíssimo Continente ou Oceania (assim chamado por ter sido descoberto apenas em 1770, pelo inglês James Cook), inclui a Austrália e uma série de ilhas ao seu redor. Tudo começou com a colonização da Austrália, principal país da Oceania.

Foi aí que os europeus começaram a descobrir novas terras próximas da Austrália, e a chamaram de Novíssimo Mundo.

  • Que Continente É Conhecido Como Velho Continente?
  • Mais e se tratando de vinho, essa divisão tem um significado especial.
  • Partindo da localização geográfica que os vinhos são produzidos, apresentam características distintas, desde o tipo de solo, o clima e também método que é produzido, por esse motivo essas regiões são denominadas como Novo Mundo e Velho Mundo também pelos produtores de vinho.

Vinhos Velho Mundo, são os produzidos em países europeus, tendo como maior representante os produtores mundiais França e Itália.

Esses países têm um terroir específico e único no mundo, tendo um conjunto de fatores que envolvem sua produção, como a personalidade da bebida, que nasce não só da casta que a faz, mas também das características de solo e clima, de onde ela é cultivada e das técnicas utilizadas em sua elaboração.

Que Continente É Conhecido Como Velho Continente?

Quando alguém se refere a um vinho referindo-se ao velho mundo, essa pessoa tem o objetivo é atribuir características e qualidades que dizem respeito a práticas tradicionais que também são reguladas por leis rigorosas, que tem como função preservar a autenticidade dos vinhos.

Normalmente os vinhos são elaborados tendo como base conceitos e práticas enológicas, que foram passadas de geração para geração no decorrer dos anos. Essas marcas estão presentes até hoje em sua produção, e por isso se dá destaque na garrafa a região/denominação do vinho.

A parte da legislação europeia não permite a indicação do nome da uva no rótulo, apenas se o nome da mesma fizer parte da denominação de origem do vinho, como Barbera ou Nebbiolo por exemplo.

Uma outra característica é o fato de vinícolas no velho mundo geralmente permanecerem sob o comando da mesma família há mais de 4 gerações.

Conheça as indicações de vinhos Velho Mundo da Obra Prima:

África do Sul Espanha Portugal

Já no novo mundo e no novíssimo mundo, encontramos os produtores de vinhos produzidos fora da Europa.

Parte destes vinhos começaram a se destacar no cenário mundial após a década de 70, precisamente após 1976 quando aconteceu a degustação mais importante do Século XX que ficou conhecida como o Julgamento de Paris.

Que Continente É Conhecido Como Velho Continente?

Os países produtores de vinhos do Novo Mundo utilizam a tecnologia para adaptar o terroir europeu, assim, esses rótulos às vezes têm características parecidas com as dos vinhos do velho mundo, porém, são considerados vinhos Novo Mundo.

Com um estilo mais flexível, a agricultura moderna utiliza colheita mecânica, irrigação industrial e vinhas projetadas, facilitando assim a vitivinicultura no novo mundo, que só foi possível por meio das novas tecnologias para se chegar às condições ideais de cultivo das castas europeias e a excelência na elaboração.

Seguem o conceito de vinhos fáceis de beber, não possuem muito guarda e barrica. Diferente dos vinhos do velho mundo eles indicam os tipos de uvas e o país em seus rótulos.

Conheça as indicações de vinhos Novo Mundo da Obra Prima:

Chile Argentina Uruguai Novíssimo Mundo
Austrália

Que Continente É Conhecido Como Velho Continente?
Fonte: Gourmmelier

Vale a pena ressaltar as características distintas e singulares de cada um. Ambos são produtores de vinhos com excelente qualidade agradando a gostos diferentes.

Que tal degustar os dois estilos e descobrir qual estilo é o ideal para você?!

Fonte:
Carlos Cabral
Sensagent
Vinitude
Gourmmelier
Adaptação: Thálisson Mota

Revisão: Jéssica Wrzesinski

Europa: tudo sobre, aspectos geográficos e mapa

Europa é um dos seis continentes do mundo, sendo em extensão territorial o segundo menor. O continente é banhado, ao norte, pelo Mar Ártico; ao sul, pelo Mar Mediterrâneo e o Mar Negro; a oeste, pelo Oceano Atlântico; e, a leste, pelo Mar Cáspio. A Europa é também conhecida como o “Velho Mundo” e considerada o berço da cultura ocidental.

A Europa limita-se territorialmente com a Ásia, a leste, sendo considerada então um prolongamento da massa continental do continente asiático, formando, assim, a Eurásia (massa continental formada pela Europa e pela Ásia).

Os dois continentes são separados pela cordilheira chamada Montes Urais. Devido ao seu contorno bastante irregular, o continente europeu apresenta, além de várias penínsulas e ilhas, muitos países com costa litorânea.

Veja também: Países da Europa

Tudo sobre a Europa

Continente Europa
Gentílico Europeu
Área 10.180.000 km2
População 741.447.158 habitantes
Densidade demográfica 72,83 hab/km2
Idioma Na Europa são faladas cerca de 60 línguas. Em alguns países, são faladas mais de uma língua. Exemplos de línguas europeias: espanhol, francês e alemão.
Países 50 países
Maior país Rússia
Menor país Vaticano

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Países europeus e suas capitais

  • A Europa é composta por 50 países (Reino Unido é formado por quatro nações constituintes) e oito dependências. São estes:
  • 1) Albânia (Capital: Tirana)
  • 2) Alemanha (Capital: Berlim)
  • 3) Andorra (Capital: Andorra, a Velha)
  • 4) Áustria (Capital: Viena)
  • 5) Bélgica (Capital: Bruxelas)
  • 6) Bielorrússia (Capital: Minsk)
  • 7) Bósnia e Herzegovina (Capital: Sarajevo)
  • 8) Bulgária (Capital: Sofia)
  • 9) Cazaquistão (Capital: Astana)
  • 10) Chipre (Capital: Nicósia)
  • 11) Croácia (Capital: Zagreb)
  • 11) Dinamarca (Capital: Copenhague)
  • 12) Eslováquia (Capital: Bratislava)
  • 13) Eslovênia (Capital: Liubliana)
  • 14) Espanha (Capital: Madri)
  • 15) Estônia (Capital: Tallinn)
  • 16) Finlândia (Capital: Helsinki)
  • 17) França (Capital: Paris)
  • 18) Grécia (Capital: Atenas)
  • 19) Hungria (Capital: Budapeste)
  • 20) Irlanda (Capital: Dublin)
  • 21) Islândia (Capital: Reykjavik)
  • 22) Itália (Capital: Roma)
  • 23) Letônia (Capital: Riga)
  • 24) Liechtenstein (Capital: Vaduz)
  • 25) Lituânia (Capital: Vilnius)
  • 26) Luxemburgo (Capital: Luxemburgo)
  • 27) Malta (Capital: Valeta)
  • 28) Moldávia (Capital: Chisinau)
  • 29) Mônaco (Capital: Mônaco)
  • 30) Montenegro (Capital: Podgorica)
  • 31) Noruega (Capital: Oslo)
  • 32) Países Baixos (Capital: Amsterdã)
  • 33) Polônia (Capital: Varsóvia)
  • 34) Portugal (Capital: Lisboa)
  • 35) Tchéquia (Capital: Praga)
  • 36) Macedônia do Norte (Capital: Skopje)
  • 37) Reino Unido — é um Estado Soberano formado por 4 países:
  • Inglaterra (Capital: Londres)
  • Irlanda do Norte (Capital: Belfast)
  • Escócia (Capital: Edimburgo)
  • País de Gales (Capital: Cardiff)
  1. 38) Romênia (Capital: Bucareste)
  2. 39) Rússia — país que pertence à Europa e à Ásia (Capital: Moscou)
  3. 40) San Marino (Capital: San Marino)
  4. 41) Sérvia (Capital: Belgrado)
  5. 42) Suécia (Capital: Estocolmo)
  6. 43) Suíça (Capital: Berna)
  7. 44) Turquia — país pertencente à Europa e à Ásia (Capital: Ancara)
  8. 45) Ucrânia (Capital: Kiev)
  9. 46) Vaticano (Capital: Cidade do Vaticano)
  10. Leia também: Diferença entre Reino Unido, Inglaterra e Grã-Bretanha

Mapa da Europa

Que Continente É Conhecido Como Velho Continente?

Regiões da Europa

O continente europeu possui características bastante heterogêneas quando analisado todo o seu território. Para facilitar o estudo das áreas que o constituem, algumas classificações dividem-no em quatro regiões. Essas regiões foram estabelecidas segundo critérios de ordem espacial e econômica. São estas:

  • Europa Ocidental: é composta pelas nações banhadas pelo Oceano Atlântico, como Alemanha, Bélgica, França e Reino Unido, e também por países que possuem relação com o Ocidente.
  • Europa Meridional: é composta por nações banhadas pelo Mar Mediterrâneo situadas na Península Ibérica, como Espanha, Andorra, Grécia e Itália.
  • Europa Centro-Oriental: é composta pelos países que formam a ex-União Soviética e tornaram-se independentes, como Bósnia, Herzegovina, Kosovo, Moldávia, Macedônia do Norte, entre outros.
  • Europa Setentrional: é composta por países que se situam no extremo norte do continente, como os Países Nórdicos (Noruega, Dinamarca, Suécia, Finlândia e Islândia).

Leia também: Características dos continentes

Economia da Europa

Ao longo de um grande período, a Europa foi considerada o centro econômico do mundo, principalmente devido a sua localização geográfica, estando no “centro do mundo”, ou seja, entre os demais continentes.

Apesar de outras supereconomias, como os Estados Unidos (na América) e a China (na Ásia), na Europa ainda há grandes economias mundiais, como a Alemanha, que é a quarta do mundo; o Reino Unido, a quinta; a França, a sexta; e a Itália, a oitava.

Leia também:  Como Saber O Que É Debito E Credito Na Contabilidade?

Em relação às importações, o continente europeu importa matérias-primas, minerais e manufaturados de alta tecnologia. Já as exportações feitas por ele contam com automóveis, produtos químicos, manufaturados, entre outros.

A economia é impulsionada principalmente pela agropecuária, mineração e turismo. A indústria está relacionada à pesquisa e ao desenvolvimento de tecnologia nos setores de telecomunicações, eletrônicos, produtos farmacêuticos, siderurgia, aviões, entre outros.

No continente europeu existe o maior bloco econômico do mundo, a União Europeia. Constituído por 28 países, esse bloco representa a livre circulação de bens e mercadorias entre seus países membros, que adotaram uma única moeda, o euro. A União Europeia é atualmente o maior mercado de exportação de bens, serviços e produtos.

Leia também: Diferença entre importação e exportação

Aspectos geográficos

→ Clima

O clima predominante na Europa é o temperado (devido a sua localização geográfica), no qual pode ser observado variações continentais e oceânicas.

As áreas situadas na porção setentrional do continente apresentam temperaturas mais rigorosas no período do inverno, ao passo que as áreas situadas ao sul apresentam temperaturas mais amenas ao longo do ano e amplitudes térmicas menores quando comparadas aos países ao norte. Há regiões de clima semiárido, mediterrâneo e polar.

Veja também: Tipos de clima

→ Hidrografia

Que Continente É Conhecido Como Velho Continente? O Rio Volga é o maior rio do continente europeu em extensão, com 3688 km.

Devido ao grande recorte do continente, a Europa é banhada por diversos mares. No continente também pode ser encontrado diversos rios, como o Danúbio (nasce na Alemanha e deságua no Mar Negro), o Volga (Rússia) e o Rio Reno (Alemanha, França e deságua na Holanda). O rio Volga é o maior da Europa.

Saiba mais: Principais rios do mundo

→ Vegetação

Por ser um território bastante heterogêneo, vários tipos de vegetação podem ser encontrados na Europa, como a Tundra, nas áreas de baixas temperaturas; a Floresta de Coníferas ou Taiga; a Floresta temperada, que é a vegetação predominante no continente, entre outros.

→ Penínsulas

O continente europeu possui cinco importantes penínsulas:

  • Escandinava
  • Jutlândia
  • Ibérica
  • Itálica
  • Balcânica

Saiba também: O que é a Escandinávia?

População

  • Entre os seis continentes do mundo, a Europa é quarto no ranking de população, com mais de 740 milhões de habitantes.
  • O continente é considerado o mais atrativo para migrantes vindos de todas as regiões do mundo, e, segundo relatório da Organização Internacional para Migrações, cerca de 70 milhões de pessoas na Europa vieram de outros locais.
  • O país mais populoso da Europa é a Rússia, com um pouco mais de 144 milhões de habitantes, e o menos populoso é o Vaticano, com cerca de 800 habitantes.
  • Por Rafaela Sousa Graduada em Geografia

A divisão do mundo de acordo com a visão eurocentrista

O mundo em que vivemos recebe diversas regionalizações. Tais divisões possuem o fim de facilitar a compreensão das informações requeridas e de partes especificas do espaço geográfico, impedindo que haja generalizações dos dados.

Dentre as muitas divisões que o mundo é sujeitado, as principais são: divisão em hemisférios (norte/sul e oriental/ocidental), em continentes (América, Europa, África, Ásia e Oceania), e assim por diante. Mas o mundo é regionalizado também do ponto de vista histórico, tomando como base os continentes já conhecidos.

Nessa abordagem, o mundo é divido em três: Velho Mundo, Novo Mundo e Novíssimo Mundo. O Velho Mundo é uma expressão usada para designar a visão de mundo que os europeus detinham por volta do século XV. Naquela época, os europeus conheciam somente os continentes da Europa, África e Ásia.

Novo Mundo é um termo criado pelos europeus para designar o continente americano. A expressão teve seu uso difundido no período do descobrimento do novo continente, a América, pois até então era desconhecido pelos europeus, vindo a ser algo novo em relação aos continentes já conhecidos.

Já o Novíssimo Mundo compreende o continente da Oceania, constituída pela Austrália, Nova Guiné, Nova Zelândia, entre outras ilhas. Tal denominação se deu em razão do continente ter sido o último a ser descoberto.

É bom ressaltar que as regionalizações citadas acima não passam de uma visão eurocentrista (idéia que coloca a Europa como o centro do mundo), a qual crê que o continente (Velho Mundo) é a principal civilização e que sua cultura, povo e língua são superiores às demais existentes.

A abordagem eurocentrista desconsidera totalmente todas as civilizações existentes fora do Velho Mundo. No Novo Mundo (América), por exemplo, importantes civilizações como os Incas, Maias e Astecas não são levadas em conta. Na visão dos europeus não existe história antes de sua chegada. Que Continente É Conhecido Como Velho Continente? No eurocentrismo a Europa é o centro do mundo.

Publicado por: Eduardo de Freitas

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Europa: conheça um pouco mais sobre o chamado velho mundo

Também chamada de Velho Mundo, a Europa é um continente que carrega grande importância histórica e cultural. Durante muitos anos, a região era dominada pelo Império Romano e não havia divisão entre os países.

Em decorrência disso, os romanos espalharam sua religião, costumes e hábitos pelo globo por meio das grandes navegações e conquistas de outros territórios. Com a descoberta de novos continentes, foi atribuída à Europa o status de velho continente por ser o berço da civilização ocidental.

Todo esse legado histórico se reflete nos principais pontos turísticos europeus. São museus, catedrais, palácios, parques e diversas belezas naturais que podem ser apreciadas por quem viaja para o destino mais visitado do mundo.

Pretende viajar para a Europa? Então conheça, neste texto, alguns dados e atrativos deste impressionante continente. Confira!

Curiosidades sobre a Europa

O continente europeu está situado no hemisfério norte do globo. São mais 738 milhões de habitantes falando 24 idiomas oficiais, dentre uma outra infinidade de dialetos.

Após o Acordo de Schengen, os voos entre 25 países passaram a não sofrerem mais controle nas fronteiras. Sendo assim, todos eles são considerados domésticos e você poderá viajar sem burocracias pelas nações mais visitadas do mundo.

Quer saber quais países fazem parte do continente? Existem diversas formas de dividi-los, sendo a mais comum a que se baseia em critérios culturais, econômicos e territoriais. Confira abaixo quais são estes estados com base nesta divisão:

  • países bálticos: Letônia, Estônia e Lituânia;
  • leste europeu: Armênia, Azerbaijão, Belarus, Eslováquia, Geórgia, Hungria, Moldávia, Polônia, República Tcheca, Romênia, Rússia e Ucrânia;
  • península ibérica: Andorra, Espanha e Portugal;
  • península balcânica: Albânia, Bósnia e Herzegovina, Bulgária, Croácia, Eslovênia, Grécia, Iugoslávia, Macedônia, Montenegro, Sérvia e Turquia;
  • europa nórdica: Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia;
  • europa central: Alemanha, Áustria, Bélgica, França, Países Baixos, República da Irlanda, Itália, Liechtenstein, Luxemburgo, Mônaco, Reino Unido, San Marino, Suíça, San Marino e Vaticano.

A ilha mediterrânea de Malta também pertencente a Europa, estando localizada ao sul do continente.

Principais países e pontos turísticos

Confira!

Inglaterra

Ligada ao continente europeu por um túnel, a Inglaterra está localizada em uma ilha chamada Grã-Bretanha.

São mais de 900 quilômetros de litoral e atrações turísticas históricas que encantam seus milhares de visitantes.

É no país, por exemplo, que se encontram 21 dos Sítios que são considerados Patrimônios da Unesco e 7 Cidades Patrimônio do Reino Unido.

Demais, não? A colonização romana e o apreço pela monarquia transformam qualquer viagem pela região em uma verdadeira jornada pela Idade Média.

Mas se engana quem pensa que a região apenas respira história. Londres é uma cidade moderna, cosmopolita e que nunca dorme devido aos seus pubs sempre lotados.

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Conhecida por ser a cidade natal dos Beatles, Liverpool também atrai milhares apaixonados por música ou interessados na indústria fonográfica.

Como você pode observar, a terra da rainha Elizabeth II é capaz de agradar a todos os gostos!

Big Ben, Londres

O Big Ben, sem dúvida, é o ponto turístico mais fotografado da Inglaterra. O famoso relógio está localizado na torre do Palácio de Westminster e anuncia as horas cheias desde 1859.

A construção de 96 metros de altura tem arquitetura neogótica e se destaca nos céus de Londres por sua silhueta inconfundível. O que poucos sabem, é que o local também é a sede do Parlamento Britânico. Portanto, aproveite a visita para assistir gratuitamente as seções do dia ou realizar um passeio guiado para saber mais sobre a importância dele para os ingleses.

Palácio de Buckingham, Londres

O Palácio de Buckingham é a residência oficial da monarquia britânica desde 1987, sendo assim, hoje é domicílio da Rainha Elizabeth II e seus descendentes ao trono.

A construção tem mais de 700 cômodos, porém apenas alguns salões são abertos para visitação no verão. Ainda sim vale muito a pena a visita! Na Queen’s Gallery os turistas podem apreciar toda a valiosa coleção de arte da rainha. Também é possível visitar os estábulos que abrigam os cavalos da guarda.

E é justamente a guarda real o ponto alto do passeio. A sua troca ocorre diariamente em frente ao Palácio e atrai diversas pessoas que podem ter o gostinho de assistir a uma cerimônia da realeza.

Itália

O conceito de civilização ocidental que temos hoje é resultado da herança cultural greco-romana. Afinal, foi o Império Romano que espalhou essas civilizações por toda Europa, bem como pelas Américas. Isso explica o fato dos brasileiros identificarem-se tanto com o país.

Deseja curtir a natureza? A Itália é repleta de belezas naturais! Um litoral de águas azuis-turquesas, alpes para prática de esportes de inverno e parques nacionais com exuberante fauna e flora podem ser apreciados nas mais diversas cidades italianas.

A Itália também concentra 40% dos sítios inscritos no clube de Patrimônios da Unesco. São dezenas de sítios arqueológicos, igrejas, museus e monumentos históricos.

Mas nem só de passeios culturais vive a região! A noite italiana é alegre e agrada aos perfis mais exigentes, havendo muitos lugares onde é possível ouvir música enquanto se degusta vinhos e as tradicionais massas italianas.

Acompanhe abaixo algumas atrações que você não pode deixar de conhecer!

Coliseu, Roma

É difícil encontrar alguém que nunca tenha ouvido falar do Coliseu de Roma. Um dos monumentos mais exuberantes, a construção também tem grande importância histórica para a humanidade.

Construída em 72 d.C. durante o Império Romano, a arena — atualmente aberta para visitação — era palco de sangrentas batalhas entre gladiadores, animais e até mesmo embarcações, uma vez que ela também poderia ser inundada.

As lutas funcionavam como uma espécie de distração para população que vivia insatisfeita com os seus imperadores.

Com a proibição da luta entre gladiadores em 404, o local se tornou atualmente um dos pontos turísticos mais visitados de toda Europa.

Museus do Vaticano, Cidade do Vaticano

A Cidade do Vaticano é, atualmente, o menor estado independente do mundo e a atual sede da Igreja Católica. Localizado na Itália e próximo à capital — Roma —, o acesso ao local se dá pela Praça São Pedro. Ao norte da praça é possível visitar o conglomerado de Museus do Vaticano que abriga a maior coleção de artes do mundo.

Parece exagero? Acredite, não é! São milhares de obras de arte que datam da Antiguidade à Renascença, como bustos dos deuses da Roma Antiga, pinturas de Rafael e Michelangelo, além da famosa Capela Sistina. No local também é possível visitar sarcófagos de santos e múmias do Egito Antigo. Imperdível, não é mesmo?

Portugal

Este pequeno país europeu está localizado na ponta ocidental da Península Ibérica e possui um pouco mais de 10 milhões de habitantes. Mundialmente conhecido por suas igrejas e castelos, Portugal também chama a atenção por ter seus costumes e tradições muito bem preservadas.

A região é um verdadeiro parque de diversões para os amantes das artes e história. Devido ao seu rico patrimônio, é possível visitar construções com influências árabes, mouras, celtas e até mesmo romanas. Tudo isso dentro de um único país!

Outro fator que atrai muitos visitantes a região é a culinária portuguesa. Com influências atlânticas e mediterrânicas, você pode encontrar pelas ruas de qualquer cidade restaurantes que servem os tradicionais pastéis de Belém, caldos ou bacalhoadas portuguesas. Quer viajar agora mesmo para lá? Então, confira abaixo alguns dos pontos turísticos mais procurados!

Torre de Belém, Lisboa

Se você está de passagem por Lisboa não pode deixar de fazer uma visita à Torre de Belém. Localizada às margens do rio Tejo, a fortificação era usada na defesa do acesso à cidade. Com o fim das guerras, a Torre foi perdendo sua função e hoje cumpre o papel de principal ponto turístico do país.

Sua magnífica construção tem estilo manuelino e toda sua estrutura faz referências navais e às conquistas portuguesas no Oriente Médio. Por dentro, ela é composta por 5 andares onde é possível encontrar a sala do governador, sala dos reis, sala de audiência e no último andar o visitante é presenteado com uma das vistas mais lindas da cidade de Lisboa.

Praia da Marinha, Algarve

Você sabia que Portugal tem em média 300 dias de sol por ano? Este fato, aliado ao clima ameno do país, faz com que ir à praia seja um dos programas preferidos dos portugueses.

E é na Região do Algarve — costa sul — que está localizada uma das mais belas praias portuguesas: a Praia da Marinha. Com uma água que varia em tons de verde e diversas falésias que proporcionam uma vista magnífica da costa, o local também abriga uma fauna marinha abundante. Estrelas-do-mar, ouriços e camarões, por exemplo, podem ser observados facilmente pelos praticantes de mergulho.

França

Localizada na parte ocidental da Europa, a França é o destino mais visitado do mundo. Não é para menos! O país — também conhecido pela moda e cultura — possui atrativos turísticos para todas idades, gastronomia refinada e belas praias no seu litoral.

Altamente industrializada, a França tem seu passado marcado por sucessivas guerras e invasões, o que a torna uma nação importante no desenvolvimento da civilização ocidental. Em decorrência disso, a região herdou um riquíssimo — e muito bem preservado — patrimônio arquitetônico e cultural que pode ser apreciado pelos turistas, tais como igrejas, palácios, museus e praças históricas.

Quer saber quais são as atrações mais visitadas? Confira abaixo!

Torre Eiffel, Paris

A Torre Eiffel sem dúvida é o maior símbolo da capital francesa. Construída em 1889 para comemorar o centenário da Revolução Francesa, a torre possui 325 metros de altura e conseguiu se manter como construção mais alta do mundo até 1930. Demais, não?

Porém, a beleza do monumento não se limita ao que é visto por fora. O último andar é aberto para visitação, portanto não deixe de ir e observar uma das vistas mais lindas de Paris. Caso queira tornar a experiência ainda mais especial, os demais andares contam com restaurantes que também proporcionam belas imagens da cidade-luz.

Palácio de Versalhes, Versalhes

Localizada na cidade de mesmo nome, o Castelo de Versalhes era a antiga residência do rei Luís XIV. O palácio possui salas repletas de obras de arte e móveis antigos que pertenciam à família real.

O ponto alto do passeio fica por conta da exuberante Galeria dos Espelhos. Com 73 metros de comprimento, o espaço é todo decorado com lustres de cristais, ouro e 375 espelhos que chegam a confundir a percepção dos mais desatentos.

Pelo lado de fora, outro espetáculo aguarda dos visitantes: os Jardins de Versalhes. São 800 hectares de plantas, estátuas de mármore e fontes. Também é possível alugar um barquinho e remar pelos tanques onde o rei encenava batalhas navais. Imperdível!

Espanha

Conhecer o país que junto a Portugal forma a Península Ibérica é uma oportunidade imperdível para aqueles que viajam pela Europa. Afinal, poucos destinos além da Espanha conseguem reunir atrativos turísticos tão diversos, como castelos medievais, parques, espetáculos de dança, praias etc.

Leia também:  Como Saber Qual O Meu Tarifario Yorn?

Não é tão incomum que um brasileiro se sinta em casa quando está na Espanha. Além da similaridade dos idiomas, a terra de Picasso e Dali é colorida, alegre e acolhedora como o Brasil. É uma nação que mistura influências culturais de diversos povos — como celtas, árabes e romanos — ao mesmo tempo que preservam as suas tradições regionais.

Sagrada Família, Barcelona

Localizada em Barcelona, a Sagrada Família é o monumento mais famoso da capital catalã. A catedral foi desenhada pelo renomado arquiteto Antoni Gaudí e teve o projeto interrompido em 1926 devido ao seu falecimento.

Mesmo inacabada, a Sagrada Família é uma igreja exuberante — com estilo neogótico — que atrai turista de todas as partes do globo.

Para desenhar o interior, Gaudí buscou inspiração nas árvores e criou colunas em formato de tronco, o que dá a sensação do templo ser um enorme bosque de pedra.

Não deixe de subir uma das oito torres disponíveis para contemplar Barcelona do alto. A vista é incrível!

Parque del Retiro, Madri

Não é à toa que este local seja conhecido popularmente como o pulmão de Madri. Com uma gigantesca área verde, fontes, estátuas e canteiros floridos, o parque é um verdadeiro oásis no meio da metrópole espanhola.

O local conta ainda com um grande lago artificial que já foi utilizado para pesca, competição de natação e até mesmo encenações de batalhas navais. Atualmente, ele é utilizado para o lazer dos turistas. Por isso, pode alugar um barquinho com remo e desfrutar de um delicioso passeio com a família. Imperdível!

Como você pode observar a Europa reúne atrativos turísticos capazes de agradar aos mais diferentes gostos e idades. Além disso, a proximidade territorial entre os países torna possível conhecer mais de uma região em uma única viagem. Está esperando o que para arrumar as malas?

Gostou de saber mais sobre a Europa? Então continue com a visita em nosso blog, leia agora mesmo o texto “Férias no Leste Europeu: alguns lugares para visitar” e conheça mais encantos do Velho Mundo!

Velho Mundo – Wikipédia, a enciclopédia livre

Esta página cita fontes confiáveis, mas que não cobrem todo o conteúdo. Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico) (Março de 2016)

Mapa do Velho Mundo dividido em ecozonas:   Paleártico   Paleotrópico
Mapa do mundo conhecido até à Idade Média, o Velho Mundo.
Mapa do Velho Mundo, de Fra Mauro.

Velho Mundo é um termo generalizado e relativamente recente que define o mundo conhecido pelos europeus no século XV, ou seja, a Eurásia e África: os continentes europeu, africano, asiático e os quatro arquipélagos da Macaronésia.[1]

É um termo usado geralmente em oposição a Novo Mundo (que inclui as Américas). A Eurásia e África recebem o nome de Velho Mundo porque foi neste lugar que surgiram as mais antigas civilizações de que se tem conhecimento.

Foi em áreas do norte da África e em partes da Ásia que se desenvolveram, por volta de há 7000 a 3000 anos, sociedades como a fenícia, a suméria, a assíria e a egípcia.

Também fósseis ou esqueletos mais antigos do gênero Homo, da qual pertence a espécie Homo sapiens (o ser humano moderno), foram encontrados em certas regiões do Velho Mundo, como a África, o Oriente Médio, a Europa e a China.

Dessa forma, tanto o Homo sapiens (há cerca de 200 mil anos) como a civilizações mais antigas (a cerca de 4.000 anos) parecem ter se dado no Velho Mundo, em regiões asiáticas e africanas.

No contexto da arqueologia e da história do mundo, o termo “Velho Mundo” inclui as partes do mundo que estavam em contato cultural (indireto) a partir da Idade do Bronze, resultando no desenvolvimento paralelo das primeiras civilizações, principalmente na zona temperada entre aproximadamente os paralelos 45 N e 25 N, na região do Mediterrâneo, da Mesopotâmia, o planalto iraniano, o subcontinente indiano e atual China.

Essas regiões foram conectadas pela rota comercial da Rota da Seda e tiveram um período pronunciado da Idade do Ferro após a Idade do Bronze.

Em termos culturais, a Idade do Ferro foi acompanhada pela chamada Era Axial, referindo-se a desenvolvimentos culturais, filosóficos e religiosos, levando eventualmente ao surgimento na Europa da filosofia de Parménides, Platão, Heráclito, Arquimedes e Tucídides; no planalto iraniano o surgimento do zoroastrismo a partir dos ensinamentos de Zoroastro; na Judeia o surgimento da primeira religião abraâmica: o judaísmo, com seus profetas Elias, Isaías e Jeremias (entre outros); No subcontinente indiano o Mahavira fundaria o jainismo e
o Buda fundaria o budismo; no Extremo Oriente tem se a filosofia de Lao-Tsé, de Confúcio, Mozi e Chuang-Tzu, entre outros. O filósofo alemão Karl Jaspers argumenta que “os fundamentos espirituais da humanidade foram lançados simultaneamente e independentemente na China, Índia, Pérsia, Judeia e Grécia. E esses são os fundamentos sobre os quais a humanidade ainda subsiste hoje”.[2]

Existe também o Novíssimo Mundo[3], referente a Oceania, que é constituída pela Austrália, Nova Guiné, Nova Zelândia, entre outras ilhas.

Referências

  1. ↑ Peoples, James; Bailey, Garrick (2008). Cengage Advantage Books: Humanity: An Introduction to Cultural Anthropology (em inglês) 8° ed. Stamford, CT: Cengage Learning. p. 120. ISBN 0495508748  A referência emprega parâmetros obsoletos |coautor= (ajuda)
  2. ↑ Jaspers, Karl (2003).

    The Way to Wisdom : An Introduction to Philosophy. [S.l.]: Yale University Press. p. 98. ISBN 0-300-09735-2  Parâmetro desconhecido |endereço= ignorado (ajuda).

  3. ↑ «A divisão do mundo de acordo com a visão eurocentrista – Mundo Educação». Mundo Educação.

    Consultado em 14 de maio de 2018 

Ver também

  • Novo Mundo
  • Novíssimo Mundo

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Europa: Velho Continente ou continente envelhecido? – Renascença

De acordo com o Eurostat, a 1 de Janeiro deste ano, a população do espaço comunitário superava os 510 milhões de habitantes, em comparação com os 508,3 milhões registados a 1 de Janeiro de 2015.

Ainda de acordo com o gabinete estatístico europeu, durante todo o ano passado registaram-se na União Europeia 5,1 milhões de nascimentos ao passo que 5,2 milhões de pessoas morreram.

Significa isto que, pela primeira vez, a Europa registou uma variação natural negativa da sua população, apenas compensada pelo saldo migratório.

E Portugal?

Enquanto a União Europeia cresce, Portugal cai. De acordo com o Eurostat, a 1 de Janeiro deste ano a população europeia superava os 510 milhões de habitantes. Números avançados pelo gabinete de estatísticas europeu dão conta de um crescimento 3,5 por cada mil residentes no conjunto dos 28. Portugal não acompanha a tendência. Regista um recuo -3,2 por cada mil.

Lituânia, Letónia, Croácia, Bulgária, Grécia e Roménia acompanham o nosso país na quebra demográfica.

Luxemburgo, Áustria, Alemanha, Malta, Suécia, Dinamarca e Bélgica registam tendência inversa.

Aliás, segundo o Eurostat, os países mais populosos da União Europeia continuam a ser a Alemanha, com mais de 82 milhões de habitantes; a França com cerca de 67 milhões, o Reino Unido com 66 milhões e a Itália com pouco mais de 60 milhões. Quatro estados-membros que, em conjunto, representam mais de metade da população da UE. A população portuguesa representa 2% do total de residentes dos 28.

Mas, se por um lado, a União Europeia aumenta, já Portugal regista a segunda menor taxa de natalidade bruta do espaço comunitário em 2015. Portugal perde população enquanto a União Europeia no seu todo aumenta em número de habitantes. Uma tendência, em grande parte, compensada pelos imigrantes.

É que, nos últimos tempos, o país tem sido destino para imigrantes de várias nacionalidades, e que nem sempre optam por se fixar nos grandes centros urbanos. Vila Nova de Cerveira, no Alto Minho, é um dos concelhos do país que mais cresceu em número de habitantes.

E deve-o, sobretudo, aos novos povoadores, maioritariamente estrangeiros, como se percebe pela reportagem da Isabel Pacheco.

Esperança de vida “compensa” falta de bebés

Na análise de José Manuel Martins, especialista da Universidade de Aveiro em ordenamento do território, o aumento da esperança de vida contribui de forma decisiva para estabilizar o efectivo populacional.

Ouvido por André Rodrigues, o co-autor da obra “A Demografia e o País” lembra que Portugal precisa urgentemente de políticas estruturadas de promoção da natalidade.

Para este especialista, as iniciativas isoladas de municípios do interior do país já provaram que não são eficazes.

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