Que Concurso Televisivo Tinha Como Mascote A Bota Botilde?

Que Concurso Televisivo Tinha Como Mascote A Bota Botilde? Bota Botilde (Foto: Museu do Brinquedo de Ponte de LIma) Que Concurso Televisivo Tinha Como Mascote A Bota Botilde? Triciclo Plastidom (Foto: Museu de Leiria) Triciclo Plastidom (Foto: Museu de Leiria) Que Concurso Televisivo Tinha Como Mascote A Bota Botilde? Xilofone Plasgal (Foto: Museu de Leiria) Xilofone Plasgal (Foto: Museu de Leiria) Que Concurso Televisivo Tinha Como Mascote A Bota Botilde? Cama Plásticos Lena (Foto: Museu de Leiria) Cama Plásticos Lena (Foto: Museu de Leiria) Que Concurso Televisivo Tinha Como Mascote A Bota Botilde? Tanque Plásticos Santo António (Foto: Museu de Leiria) Tanque Plásticos Santo António (Foto: Museu de Leiria) [email protected]

Esta e outras unidades industriais da região fabricaram centenas de brinquedos. Mas sabia que a história da Botilde teve origem na Farinha Amparo?

Entre 1982 e 1984, a fábrica Plásticos Edmar, de Leiria, actual Planeta Plásticos, contribuiu para levar sorrisos às crianças portuguesas ao produzir milhares de Botas Botilde.

A par da popularidade do concurso 1 2 3 da RTP, a mascote, uma bota velha de redondos óculos e sola rota, que servia como boca, era usada em porta-chaves e como parte de um brinquedo que consistia num aro por onde se enfiava o tornozelo, ligado por uma vara de plástico a uma Botilde, também de plástico.

O conjunto permitia saltar ao mesmo tempo que se rodava o brinquedo à volta do corpo. O objectivo era fazer o máximo número de saltos, sem bater na bota ou na vara de plástico. Enquanto a febre do 1 2 3 durou, os recreios de norte a sul do País encheram-se de campeões do novo desporto.

Depois disso, a Botilde ficou esquecida no fundo do baú colectivo da memória das crianças do início dos anos 80. Na semana passada, o Museu de Leiria lançou um repto online, em busca de uma Bota Botilde para a sua colecção de brinquedos de plástico produzidos na região.

  Nostalgia e orgulho Espanhóis responderam ao apelo de Leiria

Assim que o Museu de Leiria comunicou online que procurava uma Botilde, os serviços do espaço cultural obtiveram a resposta imediata de duas dezenas pessoas, dispostas a emprestar as que guardavam em casa.

Houve ainda quem contribuísse com informações e memórias pessoais relacionadas com a produção do artigo e com o seu uso lúdico. Foram até registadas propostas de Espanha, onde a bota surgiu em primeiro lugar.

Os serviços atribuem a resposta, por um lado à “nostalgia da infância” e, por outro, ao orgulho com que muitas pessoas, ligadas à produção da bota, falaram dos vários processos do fabrico.

Afinal, o famoso brinquedo tinha o dedo de Leiria e vamos poder ver a bota, juntamente com centenas de outros produtos em plástico e que são parte da história do século XX, em exposição a partir de 6 de Abril, na mostra PlastiCidade – Uma História do Plástico em Portugal

As respostas de orgulhosos proprietários de botas não se fizeram esperar. O mais curioso, porém, é que a história da Botilde começou com outro produto famoso, a Farinha Amparo.

A expressão popular, semi-insulto, “saiu-te a carta na Farinha Amparo!” serve, ainda hoje, para atirar a quem dá sinais de, na estrada, não ser um às do volante.

É quase um sinónimo de se ter sido bafejado pela sorte sem se saber bem nem como nem porquê. Mas como surgiu a expressão?

Esta história também tem um dedo de Leiria e dos seus empreendedores. A Farinha Amparo foi comercializada até à década 80 e era popular pelos brindes que se encontravam no interior da embalagem; pequenos brinquedos que poderiam ser cartões de futebol, índios e cowboys, cães, ursos e outras pequenas figuras em plástico.

“Criei a Edmar a 1 de Junho de 1956 e a primeira coisa que produzimos foi um brinquedo para a Farinha Amparo”, recorda o fundador da Plásticos Edmar, Eduardo Maria Augusto da Silva, que emprestou parte do seu nome à marca.

A Botilde foi apenas um das centenas de produtos, entre botas, artigos em melamina e plástico, que viram a luz do dia a partir de quatro sectores de produção da empresa, mas, no início da actividade, os brinquedos eram um dos principais sustentos da Edmar.

“Pediam-me que lhes ‘arranjasse’ uma Botilde” Os colaboradores dos anos 80 na Edmar recordam com carinho a bota rota e de ar cansado que era um dos prémios finais do concurso 1 2 3 e que ninguém queria. Por motivos óbvios, o que todos os participantes desejavam era o carro novo.

Os mais azarados levavam, para casa, a Botilde, camiões de areia e automóveis… tirados do ferro-velho. Carlos Castaño foi chefe de produção na Plásticos Edmar e recorda bem a azáfama dos tempos em que se fabricavam as Botildes.

“A popularidade era tal que, quem sabia que eu era chefe de produção, pedia-me que ‘arranjasse’ uma Botilde, mas era-me interdito vender ou sequer doar um exemplar do brinquedo”, conta. Os filhos de Castaño brincaram com o popular brinquedo, mas o chefe de produção da Edmar teve de o comprar numa loja, como qualquer outra pessoa.

“Acredito que toda a gente da fábrica experimentou uma Bota Botilde”, conta e adianta que era motivo de orgulho participar naquele projecto tão popular.

“Admito que me sentia orgulhoso pela popularidade e por ver o nosso produto em todo o lado”, recorda o antigo proprietário Eduardo Maria, adiantando que não sabe precisar se os números de produção foram de milhares ou se chegaram aos milhões. “Muitos amigos pediam-me Botildes, mas, devido ao contrato com o Carlos Cruz, não podia oferecer-lhes nenhuma.”

Leiria no caminho da Botilde

O concurso televisivo 1 2 3 teve início em Espanha e o apresentador Carlos Cruz conseguiu que a RTP, à época único operador televisivo em Portugal, com apenas dois canais, comprasse os direitos para Portugal. O programa passou a ser transmitido nos serões de sábado, reunindo as famílias em torno da televisão. Nele foram lançados vários artistas que se tornaram celebridades como Carlos Cunha – no papel de Zé da Viúva -, Marina Mota, esposa de Cunha, na época, e que protagonizava no concurso a mulher do Zé da Viúva, o Fininho (Carlos Miguel) e Fernando Mendes. O País parava para assistir e para saber se os concorrentes conseguiam, na final, levar para casa um carro, o prémio mais cobiçado… ou o dinheiro, em vários maços de notas de cinco contos. Mas como foi que a produção da primeira e popular mascote do programa, a Bota Botilde, foi parar a Leiria? “A minha filha, Lina Maria, conheceu o Carlos Cruz em Lisboa e ele sabia que tínhamos a fábrica Plásticos Edmar e perguntou se estaríamos interessados em produzi-la”, recorda o empresário. Após o pico de popularidade e ainda durante o percurso televisivo do concurso, a Botilde vestiu as pantufas e foi reformada, tendo sido substituída pelo Zé Sempre em Pé, uma mascote que jamais alcançou a mesma popularidade, obrigando ao regresso da popular bota míope e de sola rota.

Brinquedo foi uma das alavancas da indústria dos plásti

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"Bolas doradas", el concurso de TV de estrategia que sacudió la fe en la humanidad y hoy es un ejemplo para prestigiosos economistas – BBC News Mundo

  • Dalia Ventura
  • BBC News Mundo

Que Concurso Televisivo Tinha Como Mascote A Bota Botilde?

Fuente de la imagen, Getty Images

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Un concurso en el que todo dependía de unas bolas doradas atrajo la atención de científicos y recordaba a la escultura 'Sphaera' del artista alemán Stephan Balkenhol.

A primera vista, Golden Balls (“Bolas Doradas”) era como cualquier otro programa de concurso de televisión.

Tenía un presentador gracioso, una asistente bonita, un tema musical compuesto para intensificar las emociones y un escenario colorido y reluciente. Muy reluciente: tenía 700 focos programables que se encendían en momentos clave.

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Sin embargo, desde que salió al aire en la cadena de televisión británica ITV en el verano de 2007 atrajo la atención de científicos sociales, pues lo que el programa había creado era un laboratorio en el cual estudiar una de las dinámicas más profundas de las relaciones humanas.

Es más: uno de los episodios ahora se usa como herramienta de enseñanza en varias universidades, entre ellas la prestigiosa Harvard.

“¡Hasta el economista del presidente Barack Obama lo incluyó en su libro!”, le dijo a la BBC Nick Corrigan, un concursante que hizo historia en el programa.

El concurso empezaba con un grupo de cuatro miembros del público. De ellos sobrevivían dos, tras tres rondas que involucraban estrategia, cooperación y muchas bolas doradas.

Los finalistas se enfrentaban en el último segmento, que fue el que llamó particularmente la atención de científicos.

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En la versión argentina del programa, producida por América Televisión en 2008, el conductor era Horacio Cabak.

Esos dos últimos concursantes tenían que tomar una decisión que definía si se iban a casa con una gran cantidad de dinero o, como les advertía el presentador, “con lo que llegaron aquí: nada”.

La prueba, en la que estaba en juego todo el dinero acumulado como premio, era sencilla.

Debían tomar una decisión individual sobre qué hacer con el botín, escogiendo entre dos bolas doradas que contenían una palabra: “dividir” o “robar”.

  • Si escogían la bola que llevaba escondida la palabra “Dividir”, indicaban que querían dividir el premio con su oponente, o…
  • Si elegían “Robar”, declaraban que habían decidido quedarse con todo.

Aquí es donde las cosas se ponen interesantes:

  • Si ambos concursantes elegían “dividir”, el dinero se dividía 50/50.
  • Si ambos elegían “robar”, ambos de iban a casa sin nada.
  • Pero si un concursante elegía “dividir” y el otro, “robar”, el concursante que robaba se llevaba todo.

El único problema era que, aunque tenían tiempo para hablar antes de tomar la decisión, ninguno de los dos finalistas sabía por cuál bola optaría su contraparte hasta el momento de la revelación.

Frente a ti está tu oponente, alguien a quien acabas de conocer y probablemente nunca volverás a ver.

¿Confiarías en un completo desconocido para que coopere contigo cuando hay dinero en juego? ¿O lo engañarías para quedarte con todo?

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¿Te arriesgarías a confiar en un desconocido?

Es difícil saberlo a menos que te encuentres en esa situación, pero uno de los estudios que se hicieron quizás te dé una pista.

Aprovechando que el programa ofrecía una excelente oportunidad para estudiar el comportamiento cooperativo (ya que las reglas fijadas y las circunstancias lo hacían parecido a experimentos de psicología y economía, aunque con varias ventajas difíciles de obtener en pruebas diseñadas con fines científicos), un equipo de economistas analizó las elecciones de 574 finalistas.

Martijn van den Assem, Dennie van Dolder y Richard Thaler encontraron, entre otras cosas, que:

  • Aproximadamente la mitad de los concursantes –el 53%– optaron por la alternativa de cooperación (“dividir”).
  • Cuando el premio era relativamente pequeño -de cientos en vez de miles de libras esterlinas-, el grado de cooperación era llamativamente alto: 70% de los concursantes eligió “dividir”.
  • Los hombres jóvenes eran menos cooperativos que las mujeres jóvenes, pero este efecto de género se invertía con los concursantes mayores, ya que los hombres se volvían cada vez más cooperativos con la edad.

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Con este gráfico, los economistas ilustraron cuán marcado es el cambio con la edad. Los hombres de 30 años o menos casi no son cooperativos, pero para cuando tienen 50 años o más, son más cooperativos que las mujeres.

Quizás a estas alturas ya habrás reconocido en la situación de los finalistas de “Bolas doradas” algo similar uno de los juegos de estrategia más conocidos: “el dilema del prisionero”.

La situación imaginaria que originalmente desarrollaron los teóricos del juego Merrill Flood y Melvin Dresher en 1950 se refiere, como su nombre indica, a la situación de dos prisioneros.

Como en ella, al igual que en “Bolas doradas”, mejor te va cuanto más egoísta seas.

Y si ese 53% que aparece en los resultados del estudio que citamos te reconfortó, no te engañes: eso no quiere decir que las personas cooperativas estaban aparejadas… recuerda que había un 47% optando por “robar”.

En realidad, el programa tendía a reafirmar lo dicho por el filósofo inglés Thomas Hobbes en su obra cumbre, “Leviatán” (1651).

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Es necesario crear un contrato social, dijo el filósofo Thomas Hobbes, para establecer la paz entre las personas.

Él partía de que a lo último básico y fundamental a lo que se puede reducir la naturaleza humana es a un instinto de conservación:

Si dos hombres cualesquiera desean un mismo bien social que no puede ser gozado por ambos, devienen enemigos y en su camino hacia el fin (que es principalmente su propia conservación, y a veces solo su delectación) se esfuerzan mutuamente en destruirse o subyugarse“.

Algo que supuso un ejemplo perfecto de esta teoría fue el enfrentamiento entre dos concursantes de “Bolas doradas”, Stephen y Sarah, en 2008.

Stephen había traicionado dos veces a Sarah en una ronda anterior.

Cuando tuvo la oportunidad de hablar con ella, le aseguró que iba a escoger la bola “dividir” y que estaría feliz con los £50.000 (US$61.400) que le corresponderían como premio.

– “Si te robara -dijo Stephen-, cada una de las personas que está aquí me lincharía”.

– “Todos los que me conocen se disgustarían si robara”, contestó Sarah.

– “Sarah, puedo mirarte a los ojos y decirte que voy a dividir”.

– “¡Por favor!… ¿Me lo prometes?”, pregunta Sarah.

– “Te lo juro”, responde Stephen.

Mira qué pasa en este video (en inglés, la negociación empieza después del minuto 2.00):

Efectivamente: esa chica con carita de inocente escogió “robar” y se quedó con todo el botín para el asombro de todos.

Es difícil no juzgar a la concursante aparentemente inocente y generosa que se gana nuestra confianza para después sorprendernos con su elección.

Sin embargo, como el productor ejecutivo del programa Andy Rowe le explicó a Radio Lab en 2014, el programa usó mucho dinero y un conjunto de reglas sencillas para obligar al público a enfrentar el hecho de que no siempre es bueno ser bueno.

Efectivamente, el programa hizo flaquear la fe en la humanidad de muchos, entre ellos Nick Corrigan, concursante del show y actualmente director de la “Academia de Medios de Cardiff”, una organización sin fines de lucro que ayuda a los jóvenes a desarrollar habilidades.

“Cuando lo vi pensé que era horrible porque, básicamente, eras recompensado por engañar a las personas”, le dijo al programa de la BBC The joy of winning.

Pie de foto,

Nick Corrigan le dio una lección a todos en el programa.

Entonces ¿se podía hacer algo con esa trampa del programa que, a fin de cuentas, es muy lógica? ¿Habría manera de asegurar esa esquiva victoria para todos?

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Parece difícil, pero Nick, sin embargo, lo logró.

Este fue el diálogo que Nick (N) sostuvo con el otro finalista, Ibrahim Hussein (I).

Si ambos escogen “Dividir”, cada uno se lleva el 50%.

Si ambos escogen “Robar”, los dos se van sin nada.

Si uno escoge “Robar” y el otro “Dividir”, el que roba gana el 100%.

N– Ibrahim, quiero que confíes en mí: te aseguro 100%, que voy a escoger la bola que dice “robar”.

N– Voy a elegir la bola “robar”. Quiero que escojas “dividir”, y te prometo que dividiré el dinero contigo.

I– ¿Después de haber robado?

I– ¿Después del programa?

I– ¿Por qué no elegimos “dividir” los dos?

N– No voy a elegir “dividir”, voy a robar, Ibrahim. Honestamente, 100% voy a robar. Yo soy honesto…

N– Lo soy, por eso te estoy diciendo que voy a robar. Si divides, repartiré el dinero.

I– No me veo haciendo eso.

N– Bueno, yo voy a robar, así que nos iremos sin nada.

I– ¿Dónde tienes el cerebro? Mi papá me enseñó que si un hombre no cumple su palabra no es un hombre y…

N– Estoy de acuerdo y te digo que voy a robar.

I– Nos vamos a ir sin nada porque eres un idiota… eres un idiota, eres un idiota… Eso es lo que eres. Eres un idiota.

“Nick, elige dividir o robar. Ibrahim, elige dividir o robar. Ahora por favor”, les dice el presentador.

Mira qué ocurrió (en el video en inglés, la negociación empieza a partir de 2'35″):

Al final, ambos eligieron 'dividir' y cada uno se llevó la mitad del premio.

“¿Por qué me hiciste pasar por eso?”, le preguntó confundido Ibrahim a Nick.

Al prometer que robaría por adelantado, Nick eliminó dos posibles resultados del juego.

  • Ibrahim solo podía “Robar” e irse sin nada,
  • o “Dividir”, entregándole todo el dinero a Nick con la esperanza de que lo compartiera después del programa.

Nick sabía que Ibrahim quería el dinero, así que iba a escoger “Dividir”.

Pie de foto,

Con su estrategia, Nick (a la derecha) aparentemente redujo las opciones de Ibrahim a dos, eliminando la opción de que ambos escogieran dividir y, más importante aún, de que Ibrahim eligiera robar y él dividir. Básicamente, le quitó de la mente la idea de quedarse con todo el dinero.

La intención de Nick siempre fue compartir el premio, pero tenía que asegurarse de que su oponente no se lo robara. Y encontró una estrategia brillante para forzar la cooperación.

“Yo sólo quería demostrar que si confías en alguien, en realidad, la mayoría de las veces, la gente responde bien. Esa fue la motivación detrás de esto”, le dijo Nick a la BBC.

Lo que lo sorprendió fue que su estrategia llamara tanto la atención como para llegar a ser estudiada en prestigiosas universidades, citada en varios libros y en numerosos estudios.

“¡Hasta me invitaron a dar charlas en Nueva York! Nadie podría haber previsto todo esto… es un poco loco”.

Pero no lo es: lo que Nick logró fue resolver el dilema del prisionero.

En un escenario en el que sólo parecía haber la posibilidad de engañar o perder, encontró la manera de forzar la cooperación y eso fue una victoria para todos.

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Um, Dois, Três – Infopédia

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O concurso televisivo “Um, Dois, Três” surgiu a 19 de março de 1984 no canal 1 da Radiotelevisão Portuguesa e foi um dos programas mais bem sucedidos de sempre da televisão em Portugal. O concurso, adaptado de uma ideia da televisão espanhola, era apresentado por Carlos Cruz. Houve na RTP várias séries do “Um Dois, Três” entre 1984 e 1998, num total de 224 emissões. Carlos Cruz apresentou a maioria mas António Sala também o fez em 1994 e 1995.Os concorrentes tinham de passar por várias fases ao longo do concurso, mais de hora e meia, umas constituídas por provas temáticas, outras por perguntas, escolhidas pelos próprios, que podiam dar indicações sobre os prémios em disputa. O apresentador dava algumas pistas, mas estas também podiam induzir em erro os concorrentes. Cada sessão do concurso tinha um tema e para a primeira emissão foram escolhidas as “Mil e uma Noites”.

O “Um, Dois Três” envolvia uma grande produção e era gravado nos estúdios da Tóbis, em Lisboa, na presença de uma numerosa assistência.

Ao longo do programa havia vários momentos lúdicos e de variedades preenchidos com artistas convidados ou com o corpo de baile residente.

Chegou a haver emissões especiais realizadas em locais diferentes, como a última da primeira série, que teve lugar no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, perante cerca de cinco mil crianças.

Em cada série havia também um ator cómico fixo para representar um sketch por programa. Carlos Miguel foi o primeiro, seguido de outros como Herman José, Raul Solnado e Marina Mota.Os prémios eram bastante tentadores, já que o apresentador chegou a distribuir apartamentos, automóveis e grandes quantias em dinheiro. Mas nem sempre era garantido que o prémio final fosse algo interessante já que por vezes também eram atribuídos presentes como a mascote do concurso (a “Bota Botilde”), martelos de São João, camionetas carregadas de areia ou carros de sucata.

Em outubro de 2004, o programa foi reposto com a apresentação de Teresa Guilherme.

Como referenciar: Um, Dois, Três in Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2021. [consult. 2021-04-19 22:51:27]. Disponível na Internet: https://www.infopedia.pt/$um-dois-tres

Programa de concursos – Wikipedia, la enciclopedia libre

Militares estadounidenses participando en el concurso de televisión Wheel of Fortune con su presentador, Pat Sajak.

Un programa de concursos es un formato de programa de televisión o radio en el cual uno o más participantes (miembros del público, personalidades o celebridades) realizan una serie de actividades para obtener el máximo número de puntos, los cuales serán canjeados a lo largo del programa a cambio de premios. El concursante o equipo que obtenga más puntos es recompensado con premios como dinero en efectivo, vacaciones, y productos proporcionados normalmente por los patrocinadores del programa, quienes usualmente lo hacen por los propósitos de publicidad por emplazamiento. Los premios suelen ser presentados por bellas modelos. En la mayoría de los concursos los participantes suelen competir contra otros jugadores u otro equipo, mientras que en otros se esfuerzan solo para obtener una buena marca o puntuación.

Estos programas son generalmente franquicias creadas en un determinado país, mayoritariamente Estados Unidos, que tras obtener éxito en dicho país de origen son vendidos los derechos internacionalmente para realizar versiones locales del mismo.

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En Estados Unidos, los primeros programas de concursos televisivos, transmitidos en las década de 1940 y 1950, derivaban de otros realizados en las cadenas de radio.

La popularidad de los game shows (que originalmente eran llamados quiz shows, debido a que la mayoría se trataba de juegos de preguntas y respuestas, que luego derivaron a juegos de palabras y apuestas), en dicho país decayó luego del gran escándalo del programa Twenty One, donde uno de los miembros de la producción le daba las respuestas a uno de los participantes.

Franquicias y adaptaciones en Iberoamérica

Who Wants to Be a Millionaire?

Formato de origen británico, creado por la productora Celador estrenado en 1998 por la cadena ITV 1 con Chris Tarrant como presentador. Otorga un premio millonario (1 millón de libras esterlinas en la versión original) a aquella persona que logre constestar correctamente 15 preguntas de cultura general.

Adaptaciones en Iberoamérica

  • ¿Quién Quiere Ser Millonario?
    • España España (2005-2009) por Antena 3 con Carlos Sobera, en 2009 Antonio Garrido y con Juanra Bonet en 2020
    • Colombia Colombia (2000-2011) por Caracol Televisión y 2013-2015) por RCN Televisión con Paulo Laserna Phillips
    • Venezuela Venezuela (2000-2017) en RCTV (ahora Televen) con Eladio Lárez.
    • Chile Chile (2001-2003) por Canal 13 con Don Francisco y luego Sergio Lagos
    • Ecuador Ecuador (2001-2004, 2009-2011) por Ecuavisa con Alfonso Espinosa de los Monteros
    • Perú Perú (2001-2002) por Red Global con Güido Lombardi
    •  Argentina (2000-2002, 2019-2020) en Canal 13 (Argentina) con Julián Weich y Telefe con Santiago del Moro
    • Panamá Panamá (2009-2012) en Telemetro Panamá con Atenogenes Rodríguez
    • Uruguay Uruguay (2001-2002) en Teledoce con Andrés Tulipano.
    • México México (2010, 2012) en Azteca 13 y Azteca 7 con Pablo Latapí
  • ¿Quién Merece Ser Millonario?
    • Chile Chile (2006-2007), variante benéfica de la original, por Canal 13 con Don Francisco.
  • ¿Quieres Ser Millonario? 50 x 15
    • España España (1999-2001) por Telecinco con Carlos Sobera.
  • El Millonario
    • España España (2012) por La Sexta con Nuria Roca.

The Weakest Link

Formato de origen británico, creado por la BBC.

Adaptaciones en Iberoamérica

  • El Rival Más Débil
    • España España (2002-2003) por TVE 1 con Nuria González y Karmele Aramburu, y 9 concursantes por un premio de € 7.200
    • Chile Chile (2004) por Canal 13 con Catalina Pulido, y 8 concursantes por un premio de CL$40.000.000
    • Colombia Colombia (2003) por Canal Uno con Andrea Vazquez, y 8 concursantes por un premio de COP$150.000.000
    • México México (2003-2009 / 2013-) por Azteca 13 con Montserrat Ontiveros, posteriormente con Lolita Cortés, y 8 concursantes por un premio de $200.000.

What's My Line?

Formato de origen estadounidense, creado por Mark Goodson y Bill Todman para la CBS. Es el concurso que más tiempo ha permanecido en el horario estelar de la televisión de ese país (18 años, entre 1950 y 1967). Los concursantes deben identificar la ocupación de la persona incógnita.

Adaptaciones en Iberoamérica

  • Adivine su vida
    • España España (Años 1960) por TVE.
  • Quién soy yo
    • Chile Chile (1967-1979) por Canal 13 y posteriormente TVN con Enrique Bravo Menadier.
  • Mi Trabajo y Yo
    • Venezuela Venezuela (Años 1960) por RCTV con Renny Ottolina.

Family Feud

Competencia entre familias, las que deben acertar a las respuestas de 100 personas ante una encuesta para ganarse un gran premio.

Adaptaciones en Iberoamérica

  • Desafío Familiar
    • Chile Chile (1993) por TVN con Jorge Aedo.
  • ¿Qué dice la gente?
    • Venezuela Venezuela por Venevisión con Maite Delgado.
    • Uruguay Uruguay por Canal 10 (Uruguay) con Humberto de Vargas.
  • La guerra de familias
    • España España.
  • 100 Panameños dicen
    • Panamá Panamá (2006-) por Televisora Nacional con Rolando Sterling.
  • 100 Mexicanos Dijeron
    • México México (2001-2006) por Televisa con Marco Antonio Regil.
  • 100 Mexicanos Dijieron
    • México México (2009-2019) por Televisa con Adrián Uribe (personaje “El Vítor”).
  • 100 Argentinos dicen
    •  Argentina (2003–2005,2020-2021) por Canal 13 con Monchi Balestra (2003-2005) y Dario Barassi (2020-2021)
  • 100 Colombianos dicen
    • Colombia Colombia por Canal Caracol con Carlos Calero.
  • 100 peruanos dicen
    • Perú Perú (2013) por America Television con Bruno Pinasco
  • 100 latinos dijeron
    •  Estados Unidos. El programa dio inicio el 9 de septiembre de 2013 en el horario de las 20. Se emite por el canal MundoFox y es conducido por Marco Antonio Regil.

The Price Is Right

Formato estadounidense, creado en 1956 por Bob Stewart para Mark Goodson-Bill Todman Productions. Emitido inicialmente por NBC, y posteriormente por ABC. En 1972 comenzó la versión actual del programa, emitida por CBS. Otorga varios premios en objetos y dinero mediante la realización de variados juegos que involucran los precios de venta de determinados productos.

Adaptaciones en Iberoamérica

  • El Precio Justo
    • España España (1988-1993) por TVE1 con Joaquín Prat.
    • España España (1999-2001) por TVE1 con Carlos Lozano y posteriormente Guillermo Romero.
    •  Argentina (1999-2000) por Azul TV y desde 2000 por Canal 13, con Fernando Bravo por Telefe con Lizy Tagliani desde 2019.
    • Venezuela Venezuela (2002-2004) por RCTV con Winston Vallenilla.
    • España España (2006) por Antena 3 con Juan y Medio.
  • Diga lo que Vale
    • Perú Perú (1980 – 1984) por Panamericana TV con Johnny López.
    • Chile Chile (1981 – 1987) por Canal 13 con Don Francisco.
  • El Precio es Correcto
    • Colombia Colombia (Años 1980) por Cadena Uno con Gloria Valencia de Castaño.
    • Colombia Colombia (2011 – presente) por Caracol Televisión con Iván Lalinde.
  • Atínale al Precio
    • México México (1997-2001) por Televisa con Marco Antonio Regil (1997-1999) (2010-2011) y Héctor Sandarti (1999-2001).

Wheel of Fortune

Formato estadounidense, creado por Merv Griffin para NBC en 1975, y que se emitía en horario diurno hasta 1991. La versión que se emite actualmente corresponde a la versión sindicalizada, en horario nocturno, que se emite desde 1983.

Adaptaciones en Iberoamérica

  • La Rueda de la Fortuna
    • Chile Chile (1978-1979) por Canal 13 con Rodolfo Torrealba.
    • México México (Años 1990) por Canal de las estrellas con Laura Flores.
    • Panamá Panamá (2001) por TVN
    • Panamá Panamá (2010) por Telemetro
    • Ecuador Ecuador por Ecuavisa.
    • Colombia Colombia (2013) por Canal RCN con Carlos Calero
  • La Ruleta de la Fortuna
    • España España (Años 1990) por Antena 3 y Telecinco.
  • La Ruleta de la Suerte
    • España España (2006 – presente) por Antena 3 con Jorge Fernández
    • Perú Perú (2011 – 2012) por Frecuencia Latina con Cristian Rivero
  • Tiempo Límite
    •  Argentina (2005-2007) por América.
  • Estrella de la Fortuna
    • Venezuela Venezuela ([[1984-1989]) por Venevisión (Venezuela) con Corina Azopardo.

Escándalos

Un millón para el mejor

La versión chilena de este espacio, concurso de conocimientos presentado entre 1977 y 1979 por Javier Miranda en Canal 13, terminó abruptamente en septiembre de ese año debido a la denuncia del auspiciador del programa, que era la Compañía General Financiera S.A.

, intervenida por el Estado tras la crisis de 1981, de que un participante, Fernando Echeverría, poseía las respuestas de manos del jurado Alfonso Stephens.

Diversas hipótesis circularon en esa época en torno a este caso, las más extremistas hablaban de que era una conspiración contra Stephens, que pertenecía a la izquierda, y el conflicto terminó en la justicia.

Véase también

  • Game Show Network (un canal de televisión por cable en los Estados Unidos que se dedica al formato)
  • Challenge (un canal de televisión en Gran Bretaña que se dedica al formato)
  • Escándalos de concursos
  • Quiz Show: El dilema
  • Telerrealidad
  • KYVE Apple Bowl
  • Recorrido de obstáculos

Enlaces externos

  • Game Shows at the Open Directory Project
  • Datos: Q846662
  • Multimedia: Game shows

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