Que Cantora Tem Como Nome Do Meio Ramona?

Que Cantora Tem Como Nome Do Meio Ramona?

(Murilo Basso, especial para o E-Investidor) A ex-stripper norte-americana Roselyn Keo confidenciou à jornalista Jessica Pressler, da revista New York Magazine, como ela e um grupo de colegas de profissão atraíam, drogavam e, então, roubavam executivos “nojentos” de Wall Street após verem a clientela diminuir vertiginosamente devido à crise financeira de 2008. No artigo de 2015, Pressler definiu as golpistas como uma espécie de “Robin Hood moderno”. O grupo de dançarinas já tinha, um ano antes, estampado o noticiário policial por conta de seus feitos, mas a repercussão não se comparou ao que aconteceu após a publicação.

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Quatro anos depois, Keo desfilava no tapete vermelho de pré-estreias internacionais. A história dela e de suas amigas, contada em detalhes no artigo de Pressler, virou filme. “As Golpistas” é estrelado por Constance Wu e Jennifer Lopez, que interpretam Destiny e Ramona, as personagens que representam Keo e Samantha Barbash, consideradas as “cabeças” do esquema que envolveu diversas strippers e garotas de programa de Nova York. O filme chegou aos cinemas em meados do segundo semestre de 2019, tem aprovação de cerca de 87% dos críticos, segundo o Rotten Tomatoes, e recentemente foi disponibilizado na plataforma de streaming Amazon Prime.

Mas “As Golpistas” não garante apenas duas horas de entretenimento, com atuação impecável de Jennifer Lopez, indicada ao Globo de Ouro de Atriz Coadjuvante na edição de 2020 do prêmio – a ausência da atriz e cantora no Oscar deste ano foi considerada uma grande injustiça pelos críticos. O longa também pode ser visto como uma porta de entrada para compreender melhor o que ocasionou e quais foram os rumos tomados pela economia após a crise que assolou Wall Street em 2008 e que, consequentemente, refletiu nos mercados ao redor do mundo.

Crise do subprime

Estopim para a crise financeira de 2008, o subprime é um crédito de segunda linha concedido a clientes considerados de risco. A crise começou no mercado de hipotecas.

Durante algum tempo, os americanos estimularam essa modalidade de crédito, concedendo empréstimos via hipoteca com juros baixos e pouca regulação.

Os títulos “podres” eram repassados entre os gestores de fundos, criando verdadeiras carteiras sem valor.

“A crise de 2008 tem sua origem na reversão de elevação do preço dos imóveis nos Estados Unidos, em meados de 2005, mesmo período em que a inadimplência do segmento subprime de financiamento hipotecário ultrapassa 10% e tanto imóveis novos quanto usados começam a encalhar”, explica Wilhelm de Azevedo Meiners, economista e pesquisador do Observatório das Metrópoles.

Entre meados de 2005 e de 2008, a oferta de imóveis residenciais usados no país por trimestre caiu de 7,1 milhões para 4,8 milhões de unidades. Em relação aos imóveis novos, a venda caiu de 1,4 milhão para 600 mil. A crise imobiliária se acelerou de forma significativa no início de 2007 e a inadimplência do segmento subprime se aproximou de 20% no início de 2008.

O professor titular da Faculdade de Economia e de Relações Internacionais da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), Orlando Assunção Fernandes, complementa que, quando os bancos faziam valer suas garantias para receber por esses empréstimos, o valor do imóvel já estava bem mais baixo do que na época do financiamento.

“Como não havia estoque de capital em alguns bancos frente a essa inadimplência, as instituições começaram a enfrentar problemas de saúde financeira. Quando ainda eram instituições menores, esse processo podia ser administrado.

Mas quando atingiu um dos maiores bancos de investimentos dos EUA na época, o Lehman Brothers, essa crise no sistema financeiro, que até então estava localizada no mercado específico de hipotecas, se espalhou pelo mercado financeiro americano”, relembra.

Fernandes aponta que a situação gerou uma crise de confiança e resultou em uma fuga de depósitos, pois as pessoas temiam que todos os bancos estivessem passando por problemas. A quebra de um grande banco gerou, por fim, o que os economistas chamam de “crise sistêmica”.

Quebra do Lehman Brothers

A quebra de um gigante como o Lehman Brothers foi, portanto, o ponto-chave para que fosse deflagrada a crise de 2008.

Segundo Meiners, somente o crash da instituição financeira gerou perdas imediatas de aproximadamente US$ 691 bilhões em ativos financeiros e custou 25 mil empregos.

Além da perda de confiança do sistema financeiro mundial, paralisação de bancos, em especial nos EUA e na Europa, a crise gerou uma intervenção política sem precedentes no sistema financeiro.

“Em 2008, as bolsas já refletiam a crise imobiliária do subprime, mas com a quebra do Lehman Brothers, o mercado entrou em pânico e o valor das ações caiu brutalmente.

O valor da capitalização das 51 maiores bolsas do mundo, que atingira o ápice de US$ 63 trilhões em outubro de 2007, caiu para US$ 31,2 trilhões em novembro de 2008.

As empresas de capital aberto do mundo todo perderam metade de seu valor em função da crise financeira internacional”, diz o pesquisador.

O primeiro setor atingido, portanto, foi o sistema financeiro. Antes mesmo de decretar falência, o Lehman Brothers despediu boa parte de seu quadro funcional, a fim de reduzir custos.

Segundo Fernandes, o problema se agrava quando a crise começa a atingir a chamada “economia real”.

Temendo não receber pelos empréstimos, as instituições financeiras deixam de conceder crédito, prejudicando as pessoas físicas e empresas que precisam desse dinheiro.

A falta de concessão de crédito acabou atingindo companhias cujas vendas eram muito embasadas nessa alternativa, como as do setor automotivo, da construção civil e de eletrodomésticos. Produtores de máquinas, equipamentos e de insumos industriais foram bastante afetados.

“E quando os governos começaram a perceber que essa era uma crise grande, que deixou de ficar presa em um mercado específico e a contaminar a economia produtiva, começaram a reduzir ou postergar pagamentos de impostos e a entrar na economia injetando recursos, seja via transferência de renda ou aumentando gastos, com obras e projetos de infraestrutura para gerar empregos”, diz o professor da Faap.

Meiners reforça que o epicentro da crise de 2008 foi Wall Street.

Em “As Golpistas”, os alvos da gangue de strippers eram executivos conhecidos por esbanjar o dinheiro ganho em  uma economia baseada em ganhos especulativos.

Segundo ele, “os títulos permitiam vender peixe podre a preço de lagosta”, o que beneficiava os acionistas, investidores e profissionais do mercado, conhecidos por sua ganância.

“O filme, de certa forma, ‘perdoa’ as protagonistas, pois elas eram pessoas comuns, que sustentavam suas famílias e precisavam ganhar dinheiro para alimentar seus sonhos de consumo.

De quebra, se vingavam daqueles que quebraram o mundo em 2008 e não foram presos. Perceba os símbolos usados ali para definir Wall Street, Nova York e a sociedade americana: um clube de strip-tease, com pessoas jogando dinheiro e mulheres dançando.

Afinal, como diz a Ramona [personagem de Jennifer Lopez], ‘dinheiro não te dá tesão’?”.

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Principais reflexos da crise

Meiners explica que a paralisação do crédito bancário, principalmente nos Estados Unidos, foi o principal reflexo da crise de 2008. Entre 2008 e 2011, 380 bancos comerciais faliram nos EUA, sobretudo pequenas instituições de atuação local e regional.

Em relação aos grandes bancos, houve uma queda no valor de mercado. O Citibank foi “reduzido” de US$ 274 bilhões para US$ 17 bilhões entre janeiro de 2007 e abril de 2009, enquanto que o Bank of America saiu de US$ 240 bilhões para US$ 61 bilhões no mesmo período.

“Houve também pânico nas operações de seguro.

A AIG (American International Group), que assegurava voos nacionais e internacionais, imóveis, empresas, automóveis e seguros de vida de cerca de 40% da população norte-americana, e assegurava também infelizmente ativos financeiros de elevado risco, quebrou. O governo norte-americano injetou US$ 85 bilhões para não paralisar suas operações em troca de 80% do controle acionário”, conta Wilhelm.

Tudo isso resultou no aumento da taxa de desemprego, em especial nos EUA, em uma queda do PIB e do comércio mundial. O déficit público também se agravou em todos os governos.

Recuperação da economia

Como é sabido, entretanto, a economia se recuperou.

O professor Orlando Assunção Fernandes afirma que foram dois os caminhos para essa recuperação: um foi o dos bancos centrais, que reduziram juros e aumentaram o grau de liquidez da economia com linhas de crédito.

A alternativa foi a solução encontrada para não faltar dinheiro a empresas e pessoas que precisassem tomar recursos para seguir com suas vidas e continuar com seus negócios. Já o outro foi o caminho fiscal, calcado na redução de impostos.

“Aqui no Brasil se reduziu o IPI da linha branca, de automóveis e de material de construção, para o produto final chegar mais barato e estimular o consumo. Ao mesmo tempo, o Estado passou a gastar mais, aumentando seus programas de transferência de renda, bem como injetando diretamente recursos de obras públicas de infraestrutura, o que naturalmente gera emprego e renda”, exemplifica.

Nos Estados Unidos, o governo, por meio do Tesouro e do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), injetou bilhões nas grandes instituições financeiras, diz Wilhelm de Azevedo Meiners. O mesmo caminho foi seguido por diversos países europeus a fim de salvar seus grandes bancos da falência.

“Houve, ainda, ações coordenadas no G-20: uma forte queda das taxas de juros, políticas de quantitative easing [ferramenta de afrouxamento monetário] e taxas reais de juros negativas, socorro aos bancos para preservar o crédito, socorro às operações de crédito ao comércio exterior, aumento das garantias de depósitos bancários para evitar pânico”, exemplifica.

Outros filmes sobre o tema

Ainda que seja o mais recente, “As Golpistas” está longe de ser o único filme que Hollywood produziu sobre a crise. Vários outros títulos ligados à cultura pop podem ajudar a entender aquele período, como “A Grande Aposta” (2015), “Margin Call – O Dia Antes do Fim” (2011), “Trabalho Interno” (2010) e “Capitalismo: Uma História de Amor” (2009).

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Girl Power: a música brasileira como ferramenta do empoderamento feminino

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Que Cantora Tem Como Nome Do Meio Ramona? Bia Ferreira durante apresentação no Estúdio Showlivre. (Foto: Aline Oliveira)

Postado em 8 de March de 2019 por Leonan Oliveira

“O principal papel da mulher, em qualquer área, é ser a protagonista de sua própria história”.

A afirmação de Tchella, cantora de 29 anos que lançou no ano passado seu primeiro disco, evidencia um sentimento (e movimento) que passou a ganhar força no Brasil dos últimos anos: mulheres estão assumindo lugares de protagonismo em um cenário que parecia já estar dominado por nomes masculinos – a música.

Depois de uma série de anos serem dominados por Wesley SafadãoLuan Santana, Marcos & Belutti e outros dos principais nomes masculinos mais populares do país, a Folha de São Paulo revelou – através de uma intensa análise de dados de consumo musical – que, em 2017, a cantora Marília Mendonça, aos 22 anos, foi o nome mais tocado das rádios e plataformas de streaming no Brasil. 

O resultado, embora não seja tão significativo para milhões de pessoas que usam a Música apenas como a trilha sonora de suas vidas, tem um peso considerável na construção de uma nova realidade de novos nomes da música.

“É uma porta de entrada que ela está abrindo para que outras mulheres possam crescer na música também”, conta Tai Cernicchiaro, vocalista da Ramona Rox, durante uma entrevista concedida em maio do ano passado ano.

Tai Chiaro, ex-participante do The Voice Brasil, é a única mulher na banda Ramona Rox. (Foto: Divulgação)

Aos 27, a fluminense é a única mulher na formação da banda Ramona Rox. Notados por Katy Perry por conta de um cover do sucesso “I Kissed a Girl”, o grupo ganhou visibilidade internacional e, atualmente, acumula números significativos em suas contas oficiais na internet.

Tai, embora tenha ganhado mais visibilidade na frente da Ramona, não é um rosto inexperiente no mercado.

 A jovem toca violão desde os 12 anos de idade e apresentou seu primeiro show, ao lado de uma banda, quando tinha apenas 17 anos.

Por ter crescido sendo alimentada de acordes e notas musicais, a cantora enxerga com clareza as mudanças do cenário. “Agora, as mulheres tem conseguido um espaço merecidíssimo na musica”, analisa.

Exemplo vivo dessa conquista de espaço é Luísa Manzin.

Hoje com 21 anos, a produtora musical e líder da banda LUZIA nasceu e cresceu rodeada de bons exemplos musicais, já que seu pai – maestro – sempre alimentou a veia artística da filha frequentando ensaios, recitais, concertos, shows e etc.

A jovem sabe muito bem o que é ser protagonista e dona de suas escolhas e projetos. “Eu percebi que era possível gerenciar a própria carreira e fui bem autodidata nesse aspecto”, conta.

Jennifer Lopez conta como quase virou stripper no início da carreira

A estrela foi indicada ao Globo de Outro por atuar como Ramona, personagem de stripper em As Golpistas

Redação Publicado em 06/01/2020, às 17h35 – Atualizado às 18h09

Em entrevista à W Magazine, publicada no último sábado, 4, Jennifer Lopez falou sobre Ramona, a stripper que encarnou no filme As Golpistas.

No entanto, a relação entre a personagem – que rendeu indicação ao Globo de Ouro 2020 – e JLo vai além das telonas.

Segundo a atriz, cantora e produtora, ela quase se tornou stripper quando sua situação econômica estava ruim.

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“Teve um momento na minha vida que meus amigos, também dançarinos, me falaram sobre fazer milhares de dólares em clubes em Nova Yersey. Diziam 'Você não precisará fazer topless'”, disse Lopez.

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Segundo a estrela, a proposta “parecia muito boa quando estava sem dinheiro e comendo pizza todos os dias”. Apesar disso, Jennifer Lopez admitiu: “nunca fiz”.

Mesmo assim, Lopez falou sobre o nervosismo em atuar em As Golpistas – filme co-produzido por ela. Segundo a estrela, ela “nunca fez alguém tão obscuro complicado”. Apesar da insegurança, JLo gostou de encarnar Ramona.

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“Ramona me lembrou da namorada que todos nós temos, que é emocionante, mas também pode causar problemas. Você sempre sente falta daquela amiga quando ela se afasta, mas quando você se reúne, se preocupa com a possibilidade de se encontrar em uma situação louca. Essa é a Ramona”, explicou Lopez.

Ao USA Today, Jennifer Lopez falou sobre a importância do papel: “[…] Foi um grande negócio pra mim. Uma das coisas que quero fazer na minha produtora com minha parceira [Elaine Goldsmith-Thomas] é pegar as mulheres de segundo plano e colocá-las em primeiro plano e contar suas histórias”. 

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Bruna Marquezine a Rihanna: Você sabe o nome verdadeiro desses 35 famosos?

Divulgação/CAPRICHO

É comum os famosos usarem nomes artísticos ou mudarem de nome, certo? Mas você sabe os nomes verdadeiros de seus ídolos? Alguns mudaram totalmente o nome para fazer sucesso, outros apenas deram uma adaptada. Dá uma olhada:

Com certeza você já ouviu e dançou muito ao som da Larissa de Macedo Machado, nome verdadeiro da cantora Anitta.

– Reprodução/Instagram

Nina Dobrev resolveu encurtar e facilitar seu nome para brilhar na carreira de atriz: Nikolina Konstantinova Dobreva.

– Foto/Getty Images

Lucy Hale também deu uma reduzida em seu nome. Ela se chama Karen Lucille Hale.

Emma Stone, na verdade, se chama Emily Jean Stone.

– Foto/Getty Images

O nome completo do Kit Harington, o Jon Snow de Game of Thrones, é Christopher Catesby Harington.

O DJ Calvin Harris mudou totalmente o nome dele! Na real, ele se chama Adam Richard Wiles.

– Foto/Getty Images

Gigi é só o apelido da mais velha das irmãs Hadid.  Na certidão de nascimento, a modelo é Jelena Noura Hadid. Será que ela foi shipper de Justin Bieber e Selena Gomez? Haha. Zoeira! Já sua irmã, Bella, na verdade é Isabella Khair.

– Pascal Le Segretain/Getty Images

Muita gente já sabe que a Demi, na real, se chama Demetria Devonne Lovato, né?

Drake resolveu usar seu segundo nome para se destacar na carreira artística, já que o nome dele, na verdade, é Aubrey Drake Graham.

– Reprodução/YouTube

Rihanna fez algo parecido com o Drake, já que seu nome de batismo é Robyn Rihanna Fenty.

– Pascal Le Segretain/Getty Images

Camila também é o nome do meio de Karla Camila Cabello Estrabao!

– Reprodução/Instagram

Onika Tanya Maraj é o nome verdadeiro de Nicki Minaj.

– Dimitrios Kambouris/Getty Images

Lorde se chama Ella Marija Lani Yelich-O’Connor.

– Ian Gavan/Getty Images

Bruno Mars mudou bastante o nome e foi bem criativo. Ele se chama Peter Gene Hernandez!

– Paras Griffin/Getty Images

Marquezine é fake, gente! A atriz, na verdade, se chama Bruna Reis Maia. Como seus sobrenomes eram muito comuns e, em sua agência, já existia uma garota chamada Bruna Maia, a namorada de Neymar decidiu usar o sobrenome de sua avó em sua carreira. Deu certo, né?

– Reprodução/Instagram

Lady Gaga é o nome artístico de Stefani Joanne Angelina Germanotta.

Continua após a publicidade – Christopher Polk/Getty Images

As irmãs Fanning são outras que preferiram usar o segundo nome para atenderem como famosas. O primeiro nome de Dakota, na verdade, é Hannah. Já a caçula se chama Mary Elle!

– Kevin Winter/Getty Images

Iggy Azalea tem um nome todo diferentão: Amethyst Amelia Kelly.

– Tommaso Boddi/Getty Images

Gusttavo Lima em nada se parece com o nome verdadeiro do cantor sertanejo: Nivaldo Batista Lima Faria.

– Reprodução/Instagram

Katheryn Elizabeth Hudson é o nome verdadeiro da Katy Perry.

– Foto/Getty Images

A filha mais nova de Obama é conhecida como Sasha, mas esse é só o apelido dela! O nome real é Natasha.

Chay Suede também tem um nome beeeeem diferentão: Roobertchay Domingues da Rocha Filho.

– Reprodução/Instagram

Ashton é o nome do meio de Christopher Kutcher!

– Frazer Harrison/Getty Images

Miley Cyrus nasceu Destiny Hope Cyrus.

– Reprodução/Youtube

Nosso querido Junior na verdade se chama Durval de Lima Júnior, já que seu pai, o Xororó, é só Durval. E, se você estiver se perguntando, sim, Sandy é o nome verdadeiro da irmã dele!

– Reprodução/Instagram

Alecia Beth Moore é o nome da Pink.

– Reprodução/Instagram

Lana Del Rey combinou os nomes da atriz Lana Turner e do carro Ford Del Rey para fazer seu nome artístico. Ela se chama Elizabeth Woolridge Grant.

– Reprodução/Instagram

Esse você também já conhece: Filipe Kartalian Ayrosa Galvão é o nome verdadeiro do Fiuk.

– Mauricio Fidalgo/Globo

E se a gente te disser que Paolla Oliveira, na verdade, tem o RG de Caroline Paola Oliveira da Silva? A atriz decidiu encurtar o nome e ainda adicionou um L por influência da astrologia.

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Shawn Corey Carter é o nome do rapper Jay Z.

– Ari Perilstein/Getty Images

Esse é fácil também! Xuxa se chama Maria das Graças Meneghel.

– Reprodução/Instagram

Vamos agora para as rainhas dos memes? Suzana Vieira, na verdade, é o nome de uma das irmãs da atriz, que ela pegou emprestado. O seu nome real é Sônia Maria.

– Reprodução/Instagram

Já a estrela de Swish Swish, Gretchen, na verdade está registrada como Maria Odete Brito de Miranda Marques. Oi?!

E aí, qual dos nomes você achou mais diferentão?

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Os nomes verdadeiros (e surpreendentes) de 15 celebridades

  • 1. Dupla Identidade zoom_out_map 1/17 (Getty Images) São Paulo – O nome não só individualiza as pessoas, como também deixa uma marca. Para os artistas, isso é ainda mais importante. Um bom nome pode ser o fato decisivo entre o anonimato e a fama. Não por acaso, várias celebridades adotaram nomes bem diferentes do registro de nascimento e conquistaram um lugar na memória do público. Confira nas imagens os nomes verdadeiros de algumas delas e a história por trás da mudança.
  • 2. Michael Keaton (Michael Douglas) zoom_out_map 2/17 (Divulgação) O astro que interpretou “Batman” e “Birdman” nos cinemas também usa na vida pública um nome diferente do recebido no nascimento. Michael Keaton se chama Michael Douglas, mas foi obrigado a adotar outro sobrenome para poder se inscrever no sindicato de atores de Hollywood, já que já havia o registro de outro ator com este nome (também mundialmente famoso). Ele pensou em registrar-se como Mike Douglas, mas já havia um apresentador com o mesmo apelido. O nome Keaton surgiu por acaso, quando o ator estava passando pela letra K do alfabeto e a ideia veio.
  • 3. Erasmo Carlos (Erasmo Esteves) zoom_out_map 3/17 (Divulgação) O cantor da Jovem Guarda Erasmo Carlos, na verdade, nasceu com o nome Erasmo Esteves. O “Carlos” foi adotado pelo artista em homenagem ao amigo e parceiro musical Roberto Carlos e ao produtor artístico Carlos Imperial. 
  • 4. Bruno Mars (Peter Gene Hernandez) zoom_out_map 4/17 (Getty Images) De origem porto-riquenha, o cantor Bruno Mars mudou de nome para não ser taxado de “cantor hispânicos ou latino”, já que seu hits são de um estilo mais pop. Peter Gene Hernandez escolheu “Bruno” porque seu pai costumava dizer que, quando era criança, parecia o lutador Bruno Sammartino. Segundo o artista, Mars foi escolhido porque sentia como se não fosse deste planeta, mas de Marte (que, em inglês, é Mars).
  • 5. Miley Cyrus (Destiny Hope Cyrus) zoom_out_map 5/17 (Simone Joyner/Getty Images) O nome de nascença da cantora Miley Cyrus é Destiny Hope Cyrus, mas ela mudou legalmente sua identidade, em 2008. Devido a sua personalidade alegre, ela era chamada de “Smiley” (sorridente), por seu pai. Alguns anos depois, ela tirou o “S” do apelido carinhoso e adotou Miley como alcunha oficial.
  • 6. Chay Suede (Roobertchay Domingues da Rocha Filho) zoom_out_map 6/17 (Globo/Estevam Avellar) O galã que ganhou fama nacional após interpretar o papel do jovem José Alfredo, protagonista da novela da Globo “Império”, tem um nome bem diferente. Chay Suede se chama Roobertchay Domingues da Rocha Filho. Enquanto a primeira parte do nome artístico é uma espécie de abreviação da alcunha de nascença (inventada por seu avô), a segunda, Suede, foi inventada pelo próprio artista. O sobrenome é uma homenagem ao filme “Johnny Suede” (1991), estrelado por Brad Pitt.
  • 7. Katy Perry (Katheryn Elizabeth Hudson) zoom_out_map 7/17 (Neil Lupin/Getty Images) A cantora Katy Perry nasceu se chamando Katheryn Elizabeth Hudson. Para evitar confusões com a atriz Kate Hudson e garantir identidade própria no mundo da música, Katy preferiu adotar o sobrenome Perry, nome de solteira de sua mãe. 
  • 8. Cazuza (Agenor de Miranda Araújo Neto) zoom_out_map 8/17 (ROGERIO REIS/Veja) A certidão de nascimento do cantor brasileiro Cazuza trazia o nome Agenor de Miranda Araújo Neto, dado por insistência da avó paterna. O apelido, no entanto, surgiu antes de ele nascer e, quando criança, sequer sabia qual era seu nome verdadeiro.
  • 9. Whoopi Goldberg (Caryn Elaine Johnson) zoom_out_map 9/17 (Reprodução) A atriz Whoopi Goldberg, que nasceu com o nome Caryn Elaine Johnson, ficou conhecida entre seus amigos por ter problemas de flatulência. Por isso, acabou recebendo o apelido de “whoopee cushion” (almofada que, quando pressionada, faz barulho como se fosse um flato, ou seja, um “saco de pum”). Sem se importar com a brincadeira, o nome Whoopi ficou. Já o Goldberg foi adotado após ouvir o conselho de sua mãe, que pensava que, se tivesse um sobrenome “judeu”, seria mais bem aceita em Hollywood. Aparentemente deu certo. 
  • 10. Joaquin Phoenix (Joaquin Rafael Bottom) zoom_out_map 10/17 (Divulgação) O ator Joaquin Phoenix nasceu com o nome Joaquin Rafael Bottom, mas uma reviravolta na vida de sua família levou à mudança de sobrenome. Entre o fim da década de 1960 e durante os anos de 1970, os pais do artista fizeram parte do grupo religioso então conhecido como Children of God (hoje chamado Family International). Mas, quando decidiram deixar o movimento, em 1978, decidiram também mudar seu sobrenome para Phoenix, como símbolo de uma nova vida. O ator já tinha 4 anos de idade nesta época e, até os 15, o astro mirim também adotou outro primeiro nome: Leaf (do inglês, folha), para evidenciar sua relação com a natureza.
  • 11. Julianne Moore (Julie Anne Smith) zoom_out_map 11/17 (Mike Blake/Reuters) A mais recente vencedora do Oscar de melhor atriz Julianne Moore adotou este nome porque aquele que recebeu quando bebê, Julie Anne Smith, era muito comum e dificilmente ajudaria a alavancar o sucesso. Ela, então, uniu Julie e Anne (nome de sua mãe) e passou a usar o sobrenome Moore, nome do meio de seu pai.
  • 12. Tony Ramos (Antônio de Carvalho Barbosa) zoom_out_map 12/17 (Divulgação / Globo) O nome de batismo do ator Tony Ramos é Antônio de Carvalho Barbosa. A escolha do apelido foi feita porque ele acreditava que o tom “americanizado” poderia ter mais impacto no público. Já o sobrenome Ramos foi pego “emprestado” de outra pessoa para compor melhor o nome artístico.
  • 13. Jamie Foxx (Eric Marlon Bishop) zoom_out_map 13/17 (Divulgação) O ator Jamie Foxx, nascido como Eric Marlon Bishop, adotou a nova nomenclatura para conseguir um espaço na cena humorística de Los Angeles. Quando ainda estava no começo da carreira de comediante, as mulheres tinham mais chances de subir ao palco nos clubes de comédia da cidade. Por isso, ele passou a usar Jamie, um nome “unissex”, que induzia os recrutadores a chamá-lo antes para se apresentar. Já o sobrenome Foxx teve inspiração no ator e humorista Redd Foxx, ídolo do ator.
  • 14. Dercy Gonçalves (Dolores Gonçalves Costa) zoom_out_map 14/17 (Leonardo Marinho / Contigo/Divulgação) A atriz, cantora e humorista brasileira Dercy Gonçalves escolheu ser assim chamada no meio artístico ainda na década de 20, para causar mais impacto no público. O nome de batismo era Dolores Gonçalves Costa.
  • 15. Zezé di Camargo e Luciano (Mirosmar José e Welson David) zoom_out_map 15/17 (Rafael Cusato / Contigo/Divulgação) Assim como grande parte das duplas sertanejas brasileiras, Zezé di Camargo e Luciano não se chamam assim desde o nascimento. Zezé, o irmão mais velho, foi registrado como Mirosmar José de Camargo e o nome artístico nada mais é do que uma versão mais simples e estilizada do real. Luciano, por outro lado, não traz nada que remeta à alcunha adotada nos palcos. O apelido foi adotado para que a dupla tivesse um nome impactante, já que, na verdade, seu nome é Welson David de Camargo. Será que eles fariam o mesmo sucesso se fossem: Zezé di Camargo e Welson?
  • 16. Susana Vieira (Sônia Maria Vieira Gonçalves) zoom_out_map 16/17 (Divulgação / Globo) Assim como Dercy, Susana Vieira abriu mão de seu primeiro nome registrado em cartório para atuar no meio artístico. Mas a escolha da atriz não foi por acaso. Ela escolheu ter a mesma alcunha de sua irmã, a também atriz Susana Gonçalves, diferenciando-se apenas pelo sobrenome.
  • 17. Veja, agora: zoom_out_map 17/17 (Divulgação) 15 grandes filmes para ver nos cinemas em março

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