Quando Nao Respondem/a Candidatura De Emprego Como Insistir?

Quando Nao Respondem/a Candidatura De Emprego Como Insistir?

Com o Inquérito de satisfação que fizemos junto dos utilizadores do Alerta Emprego tivemos a confirmação de que a ausência de resposta às candidaturas é um dos principais motivos para que os candidatos se sintam ansiosos e até revoltados enquanto procuram emprego.

Muitas vezes, a razão para não receber feedback por parte das empresas não tem directamente a ver consigo. Tente-se colocar na pele de um recrutador para perceber as razões do silêncio. Algumas da razões que normalmente fazem com que as empresas não respondam individualmente a cada candidato:

1. Receberam demasiadas candidaturas

As empresas recebem centenas de candidaturas para cada oferta de emprego. Se uma empresa tiver 5 oportunidades de emprego em aberto pode facilmente receber mais de 1000 candidaturas. Actualmente, é também uma realidade que as empresas recebem muitas candidaturas desajustadas, de candidatos que não cumprem os requisitos da função.

Analisar todos os CVs é um processo demorado. Depois ainda é necessário fazer a triagem dos que se adequam à função e contactar os candidatos que vão à entrevista de emprego. Para além disso, o responsável de recursos humanos ainda tem que conduzir as entrevistas.

2. Têm falta de tempo para responder a toda a gente

Por esse motivo, muitas empresas não têm tempo para enviar centenas de e-mails a agradecer a candidatura e explicar a cada candidato porque é que não foi seleccionado. Com estas restrições de tempo, o mais natural é focarem-se nos candidatos que passaram à fase seguinte.

Algumas empresas optam por enviar um e-mail geral a todos os candidatos que ficaram de fora do processo de recrutamento, mas isso além de não satisfazer os candidatos (que pretendem uma resposta personalizada), pode suscitar resposta por parte dos candidatos, o que pode vir a tirar tempo a quem precisa de se focar no resultado: contratar o profissional ideal.

Lembre-se que os recrutadores também são pessoas que têm o seu horário de trabalho e, muitas vezes, já fazem horas extraordinárias para conseguir concluir as suas tarefas.

3. Preferem não enviar um email negativo

Algumas empresas preferem não dar más notícias para não desiludir os candidatos ou para não levantar questões sensíveis. Não é certo que um feedback honesto gere uma reacção positiva e construtiva no candidato. Assim, adoptam uma postura defensiva e limitam-se a omitir uma resposta, o que acaba por ser o suficiente para que o candidato perceba que não foi seleccionado.

4. Não têm feedback objectivo para dar

Muitas vezes, a decisão de seleccionar, ou não, um candidato é subjectiva. Dois candidatos podem ter CVs semelhantes e, por algum motivo, o recrutador considerou que um teria um perfil mais adequado (possivelmente por pequenos pormenores na carta de apresentação). Ou o layout dos CVs fez com que um fosse preferido em relação ao outro…

Os candidatos compreendem quando o recrutador diz que não tem qualificações ou experiência suficientes para aquela vaga, mas dificilmente vão compreender quando a escolha teve por base estes elementos subjectivos. Por nem sempre terem argumentos concretos e objectivos, as empresas optam por não enviar um e-mail de rejeição.

Não se sinta desiludido quando não recebe uma resposta: assuma que houve alguém mais qualificada para aquela posição. Continue à procura de emprego , escolha bem as ofertas a que se candidata e envie candidaturas de qualidade.

O que fazer quando não há o retorno da entrevista?

Aproveite para descansar os olhos e ouça esse conteúdo! Clique no play acima!

Quando estamos procurando um novo emprego ou mesmo uma recolocação profissional, é natural que fiquemos ansiosos pelo retorno da entrevista de emprego após participarmos de um processo seletivo, não é mesmo?

O importante é ter iniciativa e usar o bom senso ao buscar respostas que estão demorando demais e das quais você precisa para seguir em frente. As razões para a empresa não retornar uma entrevista podem ser muitas e, neste post, vamos mostrar como se portar da melhor maneira diante de uma situação como essa.

Continue a leitura para conferir!

1. Não espere demais

Nossa primeira dica serve para muitas outras situações da vida, e não poderia ser diferente quando o assunto é retorno da entrevista de emprego.

Dê o seu melhor no processo seletivo, pesquise de antemão como é a empresa para a qual você quer trabalhar, qual é a missão, quais são os valores dela e como funcionam os produtos ou serviços que ela oferece.

Seja simpático e verdadeiro com o entrevistador e vista-se de acordo com o dress code da organização. Enfim, valorize a chance que recebeu e acredite em você.

Após tomar todas essas medidas para atingir o sucesso, não adiantará ficar se preocupando com o motivo de a resposta demorar a chegar. Esteja atento à sua caixa de e-mail, aos possíveis telefonemas e, até mesmo às redes sociais.

Sabendo que fez o seu melhor, não haverá porque se sentir para baixo caso as coisas não saiam como o esperado.

2. Saiba por quanto tempo insistir no retorno da entrevista

É claro que, se fez o seu melhor, você espera conseguir o cargo que tanto almeja. Por isso, ainda que não valha a pena sofrer de preocupação, é importante se programar para insistir em uma resposta durante um determinado prazo apenas, seja por precaução ou até para não ser chato com os recrutadores.

Caso exija retornos por e-mail, por exemplo, tome cuidado para não lotar a caixa de entrada do RH da empresa com dezenas de mensagens iguais enviadas diariamente.

É interessante “dar tempo ao tempo” e predeterminar um certo prazo para buscar respostas. Caso não as receba, saiba seguir em frente ― inclusive, mostre bom ânimo para se candidatar a futuras vagas naquele mesmo local, se julgar que a primeira tentativa valeu a pena.

3. Mantenha o bom ânimo

Conforme já adiantamos, adotar uma postura negativa só vai fechar as portas para você naquela empresa ― e talvez até em outras, dependendo da proporção da sua reação.

Ao consultar como anda o processo seletivo por telefonema, e-mail ou até mesmo por meio de um contato pessoal, procure sempre ser agradável e deixar claro que a sua ação se justifica por ter interesse na vaga. Se você parecer desesperado, isso pode contar como fator negativo em seu processo.

Além do mais, se não conseguir a vaga, mas tiver interesse em chances futuras na mesma empresa, isso manterá as portas abertas para você. Cuide sempre da sua postura ao lidar com o retorno da entrevista de emprego.

4. Utilize sua rede de contatos

Se você conhece pessoas que trabalham para a organização na qual busca ocupar uma vaga ou tem amigos com contatos lá dentro, tente averiguar com eles como anda o processo seletivo. Alguns dos motivos pelos quais uma empresa não retorna podem ser:

  • realmente não houve interesse pelo perfil e, em meio a diversos retornos, podem cometer o lapso de não responder você.
  • o processo ainda não foi finalizado — e isso pode ocorrer por diversas razões:
    • novas entrevistas;
    • ainda não terem se decidido;
    • a não urgência no preenchimento da vaga;
  • alguns processos são descontinuados e, nem sempre, a empresa se sente confortável em divulgar isso;
  • podem existir prorrogações ou suspensões que só trarão a decisão final em um período posterior.

Portanto, nem sempre os reais motivos serão publicados, e conhecer alguém de dentro da empresa pode ajudar a ter mais clareza sobre o motivo de não obter retorno da entrevista. Seja elegante ao pedir essa ajuda e procure não ser invasivo ao tomar essa atitude.

5. Informe seu empregador sobre outras possibilidades

Outra boa prática ao demandar um retorno da entrevista de emprego é deixar claro que está fazendo isso não só pelo real interesse na vaga, mas também por aguardar outras respostas. Ao aplicar um tom positivo, sem soar imperativo, você poderá colher as informações necessárias e evitar o desgaste.

É importante também que cogite a possibilidade de falar diretamente com o empregador, sem passar pelo RH, caso tenha esse contato. Às vezes, o volume de processos pelo qual o RH está envolvido impede que lhe deem a devida atenção. Ao contatar diretamente alguém no cargo de chefia, essa pessoa poderá detalhar como está a seleção e fornecer as informações necessárias.

6. Avalie o clima da entrevista

Se você sentir que foi bem e que teve uma recepção positiva durante a entrevista, procure sondar com o recrutador o prazo para resposta sobre o processo. Se a situação for favorável, ele provavelmente não se importará em lhe dar esse dado ao final da seleção.

Inclusive, dependendo da resposta, isso já pode indicar o quão perto de conseguir a vaga você pode estar. Em situações assim, o recrutador já pode sinalizar ao candidato o seu bom desempenho na entrevista a fim de mantê-lo por perto. Avalie se é esse o seu caso e aproveite para colher mais informações.

7. Saiba seguir em frente

São muitas as formas de você abordar essa situação e, se já tentou todas elas e não obteve resultado algum, saiba seguir em frente: nada que a persistência e a dedicação em se aprimorar constantemente não possam resolver quando o assunto é vida profissional.

Aproveite a experiência para avaliar quais podem ter sido seus pontos fortes e fracos durante a entrevista ou mesmo como se portar da próxima vez em que não obtiver um retorno do empregador.

8. Tenha um plano

Por mais que a empresa possa demorar para dar uma resposta, lembre-se de não criar expectativas exageradas e de não se acomodar durante esse período.

Pense no que fará durante a espera pela resposta: quais trabalhos pode desenvolver e quais novas empresas pode contatar e enviar currículo são algumas das ações possíveis. Afinal, quando o assunto é vida profissional, não vale a pena ficar de braços cruzados esperando por resultados.

9. Avalie também a experiência com a empresa

Da mesma forma que a empresa avaliou o seu desempenho durante a entrevista, pare e pense também em sua experiência com a organização. Se o entrevistaram, mas não foram claros quanto aos prazos para resposta ou não entraram em contato posteriormente, veja também se realmente vale a pena investir em casos assim.

Muitas vezes, sofremos por coisas que estão fora de nosso alcance ou que não são o melhor para nós. Aprender a ser mais seletivo na procura por emprego é também uma forma de economizar tempo e ser mais eficiente profissionalmente. Pense nisso!

Leia também:  Como Lidar Com Pessoas Que Nao Gostam De Mim?

O mundo do trabalho é repleto de desafios e, em situações de reveses econômicos ― como a que o Brasil atravessa agora ―, é natural que as coisas se tornem um pouco mais lentas. Isso é mais um motivo para você não levar o desapontamento com o processo seletivo para o lado pessoal. São muitas as pessoas que passam por isso, então, não se desespere ao encarar essas situações.

O que fazer quando o recrutador some e não dá notícias da vaga?

São Paulo – Quem está procurando emprego sabe que não é raro quando o recrutador não dá resposta sobre um processo de seleção. Com receio de demonstrar ansiedade, muitos profissionais ficam sem saber o que fazer. Nesta semana, um leitor de EXAME.com enviou a seguinte mensagem para a redação:

Dois meses atrás, fui contatado por Whatsapp por uma empresa e em seguida recebi um telefonema do próprio supervisor da área a que meu trabalho interessava.

Ele disse que estava separando meu currículo no RH da empresa e pediu para esperar um mês que o departamento entraria em contado. Já se foram dois meses desde o primeiro contato.

Entro em contato com o supervisor da área que iniciou a conversa ou posso esquecer da vaga?

Segundo Renata Fillippi, headhunter da STATO, quando o entrevistador/recrutador dá um prazo e nada acontece, o candidato pode entrar em contato para saber se permanece dentro do processo ou se a vaga já foi fechada. “Nesse caso, após 35 dias, ele já poderia ter ligado para o supervisor”, diz.

De acordo com ela, não é bom deixar passar muito tempo desde o prazo dado para fazer o acompanhamento, ou follow up no jargão corporativo. Ela indica que o candidato procure sempre falar com a pessoa com quem conversou sobre a oportunidade e que faça o controle das datas.

“Sugerimos aos profissionais que estão mandando currículos e participando de processos seletivos que mantenham uma planilha atualizada com o nome da empresa, da pessoa com quem conversou, telefone, e-mail e data do último contato”, afirma.

Além de demonstrar interesse, o profissional que manda um e-mail ou liga para saber da vaga quando não recebe o contato na data indicada dá sinal de organização. “Não é prejudicial quando o acompanhamento é feito no tempo certo. Pelo contrário, é até bem visto”, diz.

Ao procurar o recrutador, diga quando conversaram pela última vez e pergunte se continua no processo. Se a vaga já tiver sido fechada, o candidato pode agradecer e dizer que segue à disposição para outras oportunidades que surgirem na empresa, se assim quiser. “Ele pode dizer claramente que trabalhar naquela empresa o interessa”, diz.

Se o recrutador não der prazo e sumir, mandar um e-mail entre duas e três semanas após o último contato pode ser uma boa ideia. “Não existe uma receita de bolo, o que vale é usar o bom senso. Fazer o acompanhamento do processo não significa ligar a cada três dias para saber se há alguma novidade”, diz.

Apostar na empatia e tentar se colocar no lugar do recrutador é uma boa alternativa para quem está na dúvida sobre o que fazer. Se você estivesse conduzindo uma seleção, o que iria considerar razoável?

Um bom jeito de balizar expectativas é perguntar após a conversa quanto tempo ele imagina que processo seletivo vai levar ou para quando está prevista a próxima etapa, de acordo com a headhunter.

A desorganização pode ser a razão por que o entrevistador não deu resposta alguma para o candidato e essa é uma falha dele, mas nem sempre a falta de contato acontece por isso. “No caso de consultorias, por exemplo, o headhunter pode apresentar os candidatos e o cliente sumir”, diz.

Em processos conduzidos diretamente pelo RH da empresa, a liderança pode decidir congelar o processo seletivo. Sem informações para dar, o feedback não chega.

No entanto, com motivos válidos ou não válidos, a regra do bom recrutador é sempre dar a resposta para todos os candidatos. “Todos devem receber feedback”, afirma. E, de preferência, o profissional deve saber o motivo pelo qual não seguiu no processo, quando ele é avisado de que não foi selecionado. “Essa é a recomendação”, diz.

7 razões porque bons candidatos são rejeitados na entrevista

“Sinto muito – escolhemos outro candidato.”

Essa é a frase que qualquer candidato odeia ouvir, especialmente quando os dias se arrastam desde a sua primeira entrevista, e você começa a se perguntar: “Onde foi que eu errei?”. Claro, muitas pessoas conhecem ‘métodos testados e comprovados’ para se conseguir o emprego dos sonhos: Não esqueça da carta de apresentação. Certifique-se de atualizar suas contas nas redes sociais.

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  • Mas, quais outros demoniozinhos da entrevista podem te impedir de passar na entrevista?
  • Nós conversamos com gerentes de contratação para descobrir as verdadeiras razões que fazem bons candidatos serem cortados – e sete deles nos contaram como os potenciais candidatos que entrevistaram foram excluídos.

1. Falta de continuidade

“Não dar continuidade é quase sempre matador”, afirma Meghan Keane, vice-presidente editorial na Alloy Digital. “Sempre me surpreendo quando entrevisto alguém que realmente gosto, e essa pessoa não dá continuidade. Nenhuma nota de agradecimento. Não entra em contato. Isso normalmente significa que ela não está interessada no emprego ou não é tão boa quanto pensei”.

A razão pela qual isso importa é porque a continuidade é uma boa indicação de como você vai executar o trabalho: “Quando você está trabalhando com alguém, precisa que essa pessoa seja responsável”, diz Meghan. “Se ela nem te dá uma resposta enquanto ainda está sendo entrevistada, será que essa pessoa seria receptiva durante o expediente?”

Como evitar

Seja prolífico em seus agradecimentos. Após cada entrevista, envie uma nota, diz Keane. Mesmo que você ouça imediatamente que não ficará com o trabalho, envie uma nota de agradecimento pela consideração.

Mesmo que a pessoa que te entrevistou tenha sido rude e você não aceitasse o emprego caso fosse oferecido, envie um agradecimento porque é a coisa certa a se fazer.

E, se você não quer o emprego, envie mesmo assim, pois nunca se sabe onde o seu entrevistador estará no futuro.

2. Não conhecer o seu público

Você até pode pensar que certas coisas que não valem nada, ou que não levantariam nenhuma bandeira vermelha que acabasse com as suas chances na entrevista.

“Em nossa empresa, você tem que ser uma pessoa dedicada ao país e às forças armadas”, explica Scott Maddox, gerente de unidade em uma corporação de defesa nacional. “Sem mencionar que você precisa ser aprovado em uma checagem de antecedentes.

Eu tive um candidato que maliciosamente mencionou que fazia todo o possível para sonegar impostos. Não pude acreditar que ele disse algo desse tipo para uma empresa que trabalha com o governo”.

Como evitar

Faça sua lição de casa – o que significa pesquisar não só a empresa para a qual vai fazer uma entrevista, mas também, as normas e tendências da indústria.

Então, garanta que seu comportamento e a informações que você oferece ao entrevistador irão te ajudar, e não te prejudicar.

E, como regra geral, é sempre bom pagar seus impostos (:P) – ou pelo menos não admitir que não o faz na entrevista.

3. Ser ambicioso demais

“É claro que queremos funcionários que sejam ambiciosos e que esperam serem promovidos dentro da empresa”, afirma Jeremy Gates, líder de pesquisa em uma empresa farmacêutica. “Mas, ao mesmo tempo, eu não vou contratar um funcionário iniciante que não ficará feliz com o trabalho que receber.

Eu tive uma jovem funcionária que era extremamente brilhante e dedicada, mas ela não perguntou nada sobre qual cargo ela iria exercer. Ela só estava interessada em ser promovida rapidamente e quais eram as nossas oportunidades de crescimento.

Se a pessoa já está procurando o emprego que, talvez, esteja preparada só daqui a alguns meses, isso me diz que ela não vai ficar satisfeita com a posição que receber”.

Como evitar

Há uma linha tênue entre querer ser promovido – e querer tanto que você consegue ser removido de um emprego que ainda nem conseguiu.

É aceitável fazer uma única pergunta sobre oportunidades de crescimento ou se a empresa tem o costume de promover funcionários, mas, se você quer ser contratado, nunca fale que você não faz trabalho operário e se concentre em provar que você é o melhor candidato para a vaga.

4. Chorar as pitangas

“De vez em quando, eu entrevisto alguém que parece ter o maior azar do mundo”, lembra M.C., gerente bancário. “Pessoas que tiveram que sair do emprego por causa de um parente doente, então, foram despedidas dois meses depois e, então, tiveram um problema de saúde.

Elas falam sobre suas vidas como uma série de eventos infelizes. E, mesmo que esses eventos ocorram fora do alcance do controle da pessoa, toda essa negatividade pode ser alarmante. Ou, talvez, eu não queira esse azar todo na minha empresa.

Sério, eu sinto que gastaria os próximos anos me sentindo mal por essa pessoa do que a gerenciando”.

Como evitar

Sim, o azar acontece para as pessoas boas, mas lavar a roupa suja em uma entrevista nunca aprovou ninguém.

A lição aqui é que você não pode esperar que um gerente de contratação tenha tempo e disposição para lidar com a sua vida pessoal, especialmente se você ainda nem mostrou o seu melhor.

Lembre-se: Eles estão procurando por alguém que facilite o trabalho deles, por alguém que saiba trabalhar à medida que os problemas se acumulam. Deixe essas histórias de lado e coloque um sorriso na cara quando for procurar emprego.

5. Negligenciar sua linguagem corporal

“Depois de ter feito isso por tanto tempo, você adquire a habilidade de ler as pessoas pelo seu comportamento”, diz Deb niezer, COO da AALCO Distributing. “Você vê a linguagem corporal, o modo como falam e a maneira como elas se apresentam.

Se elas dizem que estão abertas a novas ideias, mas, então, sentam com os braços e pernas cruzados, isso é questionável. Se elas dizem que têm habilidades de gerenciamento, mas não se tratam como líderes, fica difícil acreditar nessa afirmação.

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Os detalhes fazem a diferença.”

Como evitar

Não é o bastante falar por falar. Gestores experientes ouvem as mesmas respostas de diferentes candidatos, então, eles sabem ver além da retórica para descobrir quem se encaixa na cultura da empresa. É por isso que profissionais como Niezer prestam atenção aos detalhes sutis como o modo como você se comporta, por exemplo.

6. Falar mal de colegas

“Trabalhar no meio acadêmico é mais sobre inspirar os estudantes do que agradar o chefe”, explica o reitor de uma universidade conhecida.

“Ao invés de falar sobre os gestores anteriores, eu pergunto sobre como a pessoa gerenciou aqueles que trabalharam abaixo dela.

Um candidato disse todas as coisas certas sobre trabalhar com outros membros da faculdade e com a administração da escola, mas quando falou sobre os estudantes, foi arrogante, como se isso fosse a última coisa com que se importasse.”

Como evitar

Qualquer pessoa interessada em gestão deveria perceber que uma referência do seu assistente é tão importante quanto uma referência do seu chefe.

Os empregadores querem saber se um chefe é capaz de inspirar o melhor dos seus subordinados.

Considere tentar algumas referências no LinkedIn de colegas de trabalho em seu nível ou abaixo, ou listar alguém do mesmo nível como uma referência. Lembre-se – você pode trabalhar para eles no futuro.

7. Falta de confiança

“Eu me lembro de uma ótima candidata que fez uma ótima universidade e tinha todas as habilidades que precisávamos, mas ela aparentava desespero”, comenta Aaron Sapp, advogado. “Para qualquer emprego, ela estava pronta. Qualquer que fosse o salário, ela aceitaria.

Pareceu-me que ela não tinha confiança em seu próprio trabalho. É chato, porque você percebe que ela realmente queria o emprego mas, ao mesmo tempo, eu não tenho como segurar alguém pelas mãos ou garantir que ela está fazendo um bom trabalho.

Eu procuro por pessoas que sabem o quanto valem e pedem por isso”.

Como evitar

O que alguns enxergam como “adaptável”, seu potencial empregador pode ver como um sinal de falta de confiança.

Apesar de você obviamente querer mostrar o seu melhor, candidatos de ponta não se sentem mal ao falarem sobre o que esperam receber do trabalho, ao discordarem de demandas irracionais ou ao recusarem aceitar menos do que a média salarial do cargo.

Afinal, os empregadores querem contratar pessoas que refletem uma boa imagem para a empresa e saber o seu valor é uma qualidade importante para qualquer funcionário.

Publicado originalmente em [ Muse ]. Tradução e adaptação por Tutano.

Como pedir feedback em uma entrevista sem causar má impressão?

Vários aspectos são avaliados em processos seletivos. Além daqueles que se referem ao perfil profissional, os comportamentais também são considerados, inclusive quanto à postura adotada pelo candidato ao pedir feedback de uma entrevista.

A maneira como um candidato se dirige ao recrutador deixa transparecer o grau de inteligência emocional que ele tem e como age nas relações interpessoais — competências muito valorizadas pelas empresas.

Nesse sentido, reunimos algumas dicas sobre as atitudes que podem ser adotadas ao solicitar um retorno de entrevista, de modo a preservar a imagem. Acompanhe para saber quais!

Como pedir feedback de entrevistas de emprego

Vários fatores podem atrasar o retorno do recrutador sobre uma entrevista. Os mais comuns são:

  • atrasos nos processos internos da empresa;
  • grande quantidade de currículos para serem avaliados;
  • adiamento nos planos de recrutamento;
  • várias seleções ocorrendo ao mesmo tempo.

Dessa forma, ao solicitar informações sobre o resultado da entrevista, é importante considerar que a demora se deve a problemas internos da empresa, não havendo relação com motivos pessoais.

É fundamental tomar cuidado com a abordagem para que não seja interpretada como uma cobrança grosseira. Veja algumas das principais posturas que se deve adotar ao pedir um feedback de entrevista de emprego:

Seja educado

Primeiramente, é fundamental manter uma postura educada durante uma conversa telefônica ou por e-mail. Então, se identificar informando o nome, data da entrevista e a qual processo seletivo se refere é muito importante. Após a identificação, é recomendável:

  • agradecer pela oportunidade;
  • perguntar se o processo segue em andamento;
  • informar que ainda tem interesse na vaga e colocar-se à disposição;
  • reforçar educadamente que aguarda um retorno;
  • agradecer a atenção.

Não insista na solicitação do feedback

Esse comportamento demonstra ansiedade e impaciência — aspectos que não são bem vistos pelos recrutadores. O ideal é que aguarde pelo menos 2 dias após o prazo combinado.

Assim, caso o recrutador não tenha estipulado uma data específica, é conveniente esperar uma semana após a entrevista para entrar em contato.

Faça uma abordagem direta e objetiva

Ao solicitar o feedback, é aconselhável optar por um e-mail simples, curto e objetivo. Nesse contato não deve haver cobrança explícita sobre a data prometida para o resultado — é importante que a mensagem demonstre que o principal motivo é um grande interesse em trabalhar na empresa.

Escolha bem as palavras

Tenha cuidado na escolha das palavras para se comunicar. No contato telefônico, é importante refletir sobre como falar e treinar antes. Caso seja por e-mail, o rascunho e a revisão podem evitar erros e interpretações equivocadas.

Demonstre a importância do retorno para o seu crescimento profissional

Deixe claro que o objetivo principal da solicitação é identificar os pontos que necessitam de melhorias.

Se houver reprovação, é fundamental não questionar ou buscar justificativas, uma vez que a decisão já foi tomada. Nesse caso, agradeça a atenção e deixe as “portas abertas” para possíveis oportunidades no futuro.

O que fazer após receber um retorno do recrutador

Caso o feedback seja negativo, é fundamental ouvir com humildade e atenção o que o recrutador tem a dizer. Também é importante ter em mente que a avaliação não tem um caráter pessoal.

O retorno sobre o resultado da entrevista deve ser entendido como um aprendizado para refletir e colocar em prática, visando à melhoria do desempenho nas próximas entrevistas.

Dessa forma, como foi possível verificar, é fundamental ter uma boa postura ao pedir feedback de uma entrevista de emprego. As dicas que oferecemos neste artigo podem fazer muita diferença para garantir uma boa imagem junto à empresa, mesmo em casos de reprovação. O mais importante é não desistir e continuar buscando novas oportunidades de acordo com o seu perfil.

Gostou das dicas sobre como pedir feedback sem causar má impressão? Então, não deixe de ler também o artigo “Entrevista digital: conheça essa tendência e saiba como ter sucesso”, para obter informações e se preparar para essa nova tecnologia!

Seis dicas para a próxima entrevista de emprego — e o que fazer antes, durante e após

O dia chegou: após teres perdido a conta aos currículos e às cartas de motivação anexados aos emails mais bem estruturados que alguma vez escreveste, chamaram-te para uma entrevista. Ufa, que alívio. Pode ser desta.

Na maior parte dos casos, chegar a este ponto não é fácil e pode ser frustrante. Mas isso não significa que, agora, te baste descansar e esperar que o dia da entrevista chegue. Muito pelo contrário — há trabalho a fazer para aumentares as probabilidades de conseguires aquele emprego.

E a recrutadora Sara Almeida, da Remote, tem alguns conselhos que te podem ser valiosos.

Não é a tua crush, mas também podes saber tudo sobre esta empresa

Está na hora da investigação. Abre o teu navegador e as abas que forem necessárias: é tempo de conhecer esta empresa ao máximo. “É importante fazer bastante pesquisa.

Para além dos valores e da estratégia, deves pesquisar qualquer notícia em que a empresa tenha sido referida e ver se há informação para retirar dali”, explica a recrutadora. E também podes optar por “falar com pessoas que lá trabalhem”, que te poderão ajudar a compreender como as coisas funcionam ali.

Poderás encontrá-las, por exemplo, via LinkedIn — inclusive a pessoa que te irá entrevistar. “Não acho que seja invasivo. Havendo um contacto anterior, podes aproveitar para pedir sugestões, por exemplo”, aconselha Sara Almeida.

Assim, quando te perguntarem o porquê de te candidatares àquela vaga, poderás dar uma resposta com pés e cabeça, mostrando que és o candidato ideal da cabeça aos pés. E saberás o nome do teu entrevistador. Já que aqui estamos, aproveita para rever o teu currículo com antecedência.

O que vestir?

“Esta é uma questão complicada. Depende da empresa”, responde a recrutadora. Quer isto dizer que a escolha do teu outfit também poderá estar ligada à longa pesquisa a fazer nos dias que antecipam a entrevista. Ou seja: “Há empresas em Portugal que são um pouco mais rígidas.

Em instituições financeiras e governamentais, por exemplo, existem certas regras.

” Mas o que fazer quando não sabes se podes vestir o que te apetecer para uma entrevista? “É uma boa questão para fazeres ao recrutador através de um email” ou quando sabes que foste seleccionado para a entrevista.

Chega a horas (não em cima da hora) 

É bom planeares a viagem até ao local onde a entrevista decorrerá. Para lá chegares, podes ter de usar transportes públicos ou encontrar um lugar de estacionamento relativamente próximo.

Consulta os horários necessários, perde-te nas aplicações de mapas, consulta os preços dos parques de estacionamento e não te esqueças que podes ficar preso no trânsito. Por isso, sai de casa a horas. “Aconselho o candidato a chegar ao local a 10 minutos da hora marcada.

Assim, podes relaxar, beber algo, descansar.” E também podes aproveitar para recapitular a matéria que estudaste sobre a empresa. Relaxa, vai tudo correr bem.

Quebrar o gelo (com o tempo e não só)

Já experienciaste este constrangimento num elevador ou na paragem do autocarro. Mas na entrevista tens mesmo de falar, não é? Se te sentes algo intimidado ou nervoso, começa por quebrar o gelo. Sim, podes fazer um comentário sobre o tempo, mas há outras formas de iniciar conversa.

“Se a entrevista for a uma segunda-feira, podes perguntar sobre o fim-de-semana do recrutador. E dizes que leste um livro ou viste uma série interessante”, exemplifica Sara Almeida. Desta forma, estás a passar mais informação sobre ti ao recrutador e “isto acaba por ajudar no processo da entrevista”. “Não tenham medo da conversa de circunstância.

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É um ser humano, apesar da diferença nas posições. E tira a pressão do momento.”

Entrevista quem te entrevista

Sara Almeida lembra: “Não te esqueças de que não és só tu o entrevistado. Também deves fazer perguntas.

” Por isso, deves focar-te “naquilo que podes oferecer” e perguntar, por exemplo, “o que é necessário para se ser bem-sucedido” no cargo a que te candidatas, bem como o que poderá faltar à empresa na área da vaga anunciada.

Deves ter em atenção a forma como o entrevistador “está a conduzir” a conversa. Coloca questões quando sentires que é o momento certo — especialmente quando o tema for o salário.

“Numa primeira instância, pode cair mal abrir a conversa com essa pergunta ou a meio, do nada, falar disso. Deve escolher-se o momento certo”, explica. Assim, evitas passar a impressão de que “não estás interessado no valor que podes trazer para a empresa, mas sim na remuneração”. Já agora: não mintas sobre as tuas capacidades.

Se não tiveres resposta, insiste. E volta a insistir

Investiste tempo na preparação para a entrevista, gastaste dinheiro em transportes… e, semanas depois, não tiveste nenhuma resposta. Será que aquela empresa fez ghosting? Não esperes que passem semanas: “Um dia após a entrevista, envia um email para a pessoa que te entrevistou.

Diz que achaste alguns dos pontos abordados na conversa muito interessantes, que ficaste entusiasmado.” E se tiver passado demasiado tempo sem receberes uma resposta (positiva ou negativa), deves enviar um outro email.

Caso não te respondam, a recrutadora aconselha a utilização da plataforma Glassdoor (onde trabalhadores e ex-trabalhadores avaliam, anonimamente, as empresas) para se deixar uma crítica.

Por fim, se recebeste uma resposta negativa, podes perguntar o porquê de não teres sido o candidato escolhido e o que podes fazer para melhorar. Se foste seleccionado, parabéns.

14 fatores que influenciam na hora de você ser contratado

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(Foto: Thinkstock)

Recrutadores normalmente usam seu currículo para determinar se você está qualificado para o trabalho, e a entrevista é o que decide se você é a pessoa ideal para determinada vaga. Sabendo disso, a maioria das pessoas leva o processo em si muito a sério.

Elas chegam à entrevista no horário, bem vestidas e respondem as perguntas de forma inteligente. Mas, infelizmente, isso nem sempre é bastante. O site Business Insider mapeou diversos fatores que, surpreendentemente, podem influenciar a sua contratação.

O lado ruim é que eles são muitos — o bom é que você tem controle sobre a maioria. Confira abaixo: 

A hora da sua entrevista: aparentemente, 10h30 de uma terça-feira é o melhor horário para você ser entrevistado para uma vaga de emprego, segundo relatos ao site especializado Glassdoor. As pessoas se mostram mais produtivas, não se sentem apressadas em querer conhecê-los.

É um horário em que o entrevistador provavelmente já teve tempo para checar emails, tomar café e estar pronto para sua chegada. Compare essa cena àquela de você ser o último compromisso do seu entrevistador em um determinado dia — ele pode não estar com atenção totalmente focada em você e já estará pensando nas prioridades que têm após o trabalho.

Entrevistas que antecedem ou sucedem um almoço são ruins — já que podem durar pouco ou poder te fazer esperar um bom tempo. 

O tempo do dia da sua entrevista: pesquisadores da Universidade de Toronto (Donald Redelmeier e Simon D.

Baxter) apontaram que candidatos à residência médica se saíam pior nas entrevistas que ocorriam em um dia chuvoso do que aquelas que ocorriam em um dia ensolarado.

“Aqueles que foram entrevistados em um dia chuvoso receberam uma pontuação 1% menor do que aqueles entrevistados em dias ensolarados.” A diferença foi crucial para a admissão. A pesquisa analisou 3 mil candidatos em um período de seis anos. 

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Quão cedo você chega: você pode achar que chegar cedo a uma entrevista é muito melhor do que chegar atrasado, mas atenção. Chegar excessivamente cedo pode diminuir suas chances de se sair bem.

“É claro que alguns minutos antes é uma boa ideia, mas não apareça no local meia hora antes”, disse Lynn Taylor, autora do livro “Como gerenciar comportamentos imaturos e prosperar no trabalho”. “Chegar muito cedo pode te deixar muito ansioso e colocar ainda mais pressão em sua entrevista.

Se você tem tempo livre, aproveite para colocar seus pensamentos em ordem, dar uma caminhada rápida e ganhar foco.”

Se seu concorrente faz entrevista no mesmo dia que você: é difícil saber exatamente quando seu “rival” está sendo entrevistado, mas se por acaso chegar a seu conhecimento, agende sua entrevista em um dia diferente do dele. Pesquisadores mostram que o fato de você se considerar qualificado ou não para uma vaga depende de quem você sabe que está concorrendo também.

Se você se sente poderoso: você acredita que tem habilidade de influenciar outros? Se você não fizer isso, deve tentar ao menos fazer uma pose de poder dois minutos antes da entrevista, seguindo o conselho da professora de Harvard e psicóloga Amy Cuddy.

Aquela pose mulher maravilhosa, conhece? Com seus braços e cotovelos para fora e queixo levantado. Segundo Cuddy, isso irá aumentar sua crença em suas habilidades e seus níveis de testosterona, o hormônio dominante que faz você se sentir mais confiante e poderoso. Você pode fazer essas poses em um elevador ou até mesmo no banheiro.

Apenas certifique-se que você está sozinho para que você possa realmente se concentrar na mudança em sua química do corpo. 

O que você faz enquanto aguarda ser chamado para a entrevista: “tomar café, comer, mexer em seu celular não é a primeira impressão que você quer passar ao seu recrutador ou à recepcionista”, diz Taylor. Já que você não sabe exatamente o momento em que ele irá aparecer, esteja sempre pronto.

Ela sugere que você mantenha as mãos livres para estar preparado para um cumprimento ou aperto de mãos quando ele aparecer — ou seja, deixe seus pertencentes pessoais em uma cadeira ou mesmo no chão. “Você precisa mostrar organização e atenção.

” Reveja anotações ou o próprio material que geralmente as empresas fornecerem aos visitantes. 

Como você trata a recepcionista ou o motorista da empresa: empregadores gostam de saber como uma pessoa interage com as outras, então uma tática comum após uma entrevista é perguntar a recepcionista sobre os candidatos que chegaram.

O CEO da Zappos, Tony Hsieh, afirmou em entrevista ao The Wall Street Journal que ele pede ao motorista do transporte que pega candidatos que diga se eles foram educados ou rudes.

“Muitos dos nossos candidatos a emprego vem de fora da cidade então nós vamos buscá-las no aeroporto ou em uma rodoviária e eles acabam passando o dia todo por aqui para entrevistas”, disse Hsieh. “Ao final do dia de entrevistas, o recrutador vai perguntar ao motorista como o trataram.

Não importa o quão bem o candidato foi ou não dentro da nossa empresa, se ele não tratou bem quem o trouxe até aqui, nós não vamos contratá-lo.”

Se você aceita o café que te oferecem: se eles te oferecem algo para beber além da água — especialmente café — não aceite. O recrutador não vai querer gastar 10 minutos apenas esperando o café chegar ou você bebê-lo, segundo John B. Molidor e Barbara Parus, autores de “Como agir com um pouco de loucura para conseguir um emprego”. 

A cor da roupa que você veste: Azul e preto são as melhores cores — enquanto laranja é a pior escolha, segundo pesquisa realizada pelo site CareerBuilder.

Cores conservadoras, como preto, azul, cinza são as alternativas mais seguras para conhecer alguém pela primeira vez em um encontro profissional.

Vermelho é uma cor poderosa, mas você deve considerar que pode acabar aparecendo mais que seu entrevistador. 

Pautar suas respostas de acordo com a idade de quem te entrevista: diferentes gerações são impactadas por diferentes valores. Esteja consciente da idade do seu entrevistador ao moldar suas repostas, aconselha Molidor e Parus. “Com um pouco de prática você pode afiar melhor o discurso que cada geração carrega. Usando seus valores de uma linguagem diferente”, dizem. 

Não sente antes de te pedirem — e mantenha a postura: mostrar respeito pelo espaço do entrevistador é algo fundamental — e isso vale para esperar a hora que ele oferece que você se sente.

 Evite cair na cadeira e lembre-se de se inclinar para frente, mostrando interesse no entrevistador. “Mesmo que sinta que a discussão está indo para um caminho incerto, mantenha o seu equilíbrio, postura e inflexão.

Isso às vezes pode ajudá-lo a mudar as coisas.”

  • Cuidado com o que você faz com suas mãos durante a entrevista: algumas dicas para mostrar mais confiança e segurança:- mostrar a palma das mãos indica sinceridade- manter a palma das mãos para baixo significa dominância- pressionar os dedos de modo a formar uma torre de igreja é sinal de confiança – colocá-las no bolso da calça é sinal de que você pode estar escondendo algo
  • – deixar seus dedos na mesa do mesmo modo que os utiliza em um mouse por exemplo — e fazer toques na mesa — é sinal de impaciência. 

As perguntas que você faz ao entrevistador: elas importam — e muito. Talvez você seja capaz de responder a todas as perguntas que lhe foram dirigidas, mas é sempre bom deixar a entrevista tendo feito algumas.

O livro “301 Respostas inteligentes para perguntas em entrevistas difíceis” aponta algumas ideias: Quais são os maiores problemas que a empresa enfrenta atualmente?; Qual é o tipo de empregado que tende a ter sucesso aqui? 

A linguagem corporal: especialistas dizem que quando as pessoas gostam um do outro elas espelham a postura corporal e certos movimentos.

Se você não espelhar a linguagem corporal do seu entrevistador, pode parecer que não está interessado no que eles está dizendo ou mesmo que você está mentindo.

Obviamente, você não precisa ir a extremos — como coçar o nariz toda vez que o entrevistador o faz. Trata-se de algo sutil, como cruzar as pernas ou virar um pouco a cabeça. 

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