Quando As Compras Online Não Saem Como O Esperado?

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Todo cuidado é pouco na hora de fazer compras online

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Todo cuidado é pouco na hora de fazer compras online

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Todo cuidado é pouco na hora de fazer compras online

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O Homem Aranha mais justinho que você respeita

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Uma meia-calça BEM JUSTINHA, né?

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Bonito na foto, né? Ao vivo…

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Olha, é bem parecido e super confortável para fazer trilha, viu

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A moça pediu uma calça legging toda preta, mas veio isso daqui. Tem nem como ficar brava!

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Olha que bonitinh… CRUZES

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É que ainda precisa LACEAR, né?

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Eu amo a Torre Eiffeel de Londres. Né.

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Quando o barato sai caro

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Pode pedir o dinheiro de volta, tá

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E bota Smart nisso

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A pessoa pediu um ukulele e recebeu essa coisa aí da foto em casa. Bem parecido.

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Compra coisa de decoração para a casa pela internet, simmmmm

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Brazilian Horror Story: duende cabeludo

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Parecia maior na foto, né?

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QUI TAPETÃO DA PORRA

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Feliz Natal 🙁

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Meu deus, cancela esse sapato agora, plmdds

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Mas esse jogador de basquete está PELADO?

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Você trocaria uma televisão por uma PLACA DE MADEIRA?

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Era para ser a letra M, mas…

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Nada será capaz de superar o olhar de desprezo desse felino para a compra equivocada do humano

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Esse aqui comprou um montão de cadeiras e… Descobriu que eram de um jardim de infância

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Evite golpes e aprenda a identificar celulares e tablets falsificados

É importante ficar atento aos golpes cada vez mais frequentes. Comprar e/ou presentear um aparelho falsificado é realmente frustrante, então deve-se ficar atento para evitar ser enganado.

Quando você faz a compra em uma loja grande e tradicional, ou direto nas operadoras, o risco de fraude é mínimo. O problema é quando se negocia com lojas pequenas ou com vendedores avulsos que comercializam aparelhos de terceiros, usados.

Existem várias maneiras simples de verificar se o que você está comprando é genuíno. As mais óbvias são o preço e as características físicas, mas existe também a verificação do IMEI e do selo da Anatel.

1 – Preço e selo da Anatel

A primeira coisa que se deve olhar é o preço. Um iPhone 5s custa mais de 3 mil reais, e um Galaxy S4 sai na faixa dos 2 mil. Portanto, quando você vê um aparelho desses custando 1000 reais, deve-se desconfiar.

Ao pegar o aparelho em mãos, retire a bateria (caso ela seja removível) e verifique se há um selo da Anatel. Já é mais uma medida de segurança.

2 – Aspectos físicos, câmera e qualidade do material

Os aparelhos originais possuem um acabamento refinado, com materiais de qualidade. Observe a posição das teclas físicas, a qualidade da tela e o peso do aparelho.

Normalmente aparelhos falsificados são mais leves, e a posição e aparência das teclas podem ser discrepantes.

Além disso, deve-se ficar atento às logomarcas, que muitas vezes os falsificados utilizam a mesma fonte mas mudando algumas letras (por exemplo Samsung), ou coladas na tela de maneira que saem facilmente, etc.

Verifique também a tela do aparelho. Um falsificado normalmente terá o touchscreen de má qualidade, com resposta lenta aos toques.

A câmera de aparelhos topo de linha deve ser boa (13 MPx para o Galaxy S4), então tirar uma foto com o mesmo e ver a qualidade da imagem pode ajudar a identificar o produto pirata.

Leia também:  O Que Nos Faz Ser Como Somos?

3 – Software

Caso você não perceba nada de errado na parte exterior, temos agora que olhar o software. Os aparelhos piratas sempre tentarão imitar o software do original, então deve-se ficar atento a pequenos detalhes na interface.

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Note que os ícones são os mesmos, mas o da direita é falso e o widget do relógio é diferente. Além disso, o texto do atalho para todos os aplicativos é um pouco diferente. O texto pode variar com o idioma, então não deve ser o único fator, mas talvez sirva como indicação.

A maioria dos smartphones falsos tem um sistema operacional rudimentar e até alguns apps instalados, mas não são capazes de enganar por muito tempo.

Você provavelmente irá encontrar ícones diferentes do esperado, uma tela com baixa definição e apps que não fazem nada quando abertos.

Além disso, as traduções podem ser incompletas (como itens em chinês) e haverá erros grosseiros de ortografia e frases e termos que parecem não fazer sentido.

Outro ponto importante são as fontes. Normalmente as fontes dos sistemas falsificados não são tão suaves quanto os originais.

4 – Benchmark do processador

Você pode também instalar aplicativos de benchmarking para verificar o processador e outros aspectos do hardware. O Antutu é um excelente aplicativo, e com ele você poderá verificar se o seu dispositivo tem o poder de processamento compatível com o original.

Veja abaixo os testes realizados com um Galaxy S4. Ao realizar o teste, tenha certeza de que a função “economia de energia” está desativada, pois se não os pontos serão inferiores porque essa função limita o poder do processador.

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Veja os detalhes do hardware na imagem da direita

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Veja o dispositivo (My GT-I9505) na lista comparando com o valor nominal dos aparelhos

5 – IMEI

Uma ferramenta importantíssima e pouco conhecida é a verificação do código IMEI, que é uma sequência numérica que todo celular sai de fábrica com ele. Celulares falsificados não possuem IMEI ou vêm com o número clonado, então vale a pena verificar.

Para ver o código IMEI, digite

*#06#

, no discador e a sequência de números aparecerá. Você pode então ir no site www.imei.info e inserir esse número no campo. As características do telefone devem bater. Quando As Compras Online Não Saem Como O Esperado?

6 – Acessórios e outras dicas

Atenção ao comprar fones de ouvido e carregadores. Deve-se comprar sempre produtos originais (no caso dos carregadores), e de boa qualidade (fones de ouvido).

Um carregador original da Samsung custa na faixa dos 60 reais, e da Apple não menos que 80 reais.

Compre sempre acessórios no site da empresa ou em locais confiáveis, pois a compra de um produto falsificado pode não apenas danificar seu aparelho como trazer riscos à sua saúde.

Os fones de ouvido, a diferença é notória quando se compra um falsificado. A qualidade do som é péssima, e o fone vai parar de funcionar bem rápido.

Também é importante saber que não existe um iPhone com dois chips, nem um Samsung Galaxy S4 com TV Digital, e muito menos iPhone com Android.

Fique atento a essas dicas e sempre avalie com calma e atenção o produto na hora da compra.

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Marketing Digital: O Que É, Como Fazer e Estratégias [2021]

Quando As Compras Online Não Saem Como O Esperado?

Marketing Digital é o conjunto de táticas digitais que negócios (ou pessoas) utilizam para atingir seus objetivos de marketing. Essas táticas são implementadas por meio de canais como SEO, mídia paga, e-mail e seus principais objetivos são: adquirir clientes, desenvolver uma marca e se conectar com o público-alvo.

  • Eu construí minha carreira mundial empreendendo pela internet e posso garantir para você: aprender como usar marketing digital pode transformar os seus negócios para sempre.
  • Digo isso porque já ajudei centenas de empresas ao redor do mundo, e pelo menos uma dezena de negócios no Brasil.
  • Pelos meus resultados, a Forbes me considerou um dos 10 melhores profissionais de marketing no mundo.
  • Também fui reconhecido como um dos 100 melhores empresários com menos de 30 anos pelo Presidente Obama e um dos 100 melhores abaixo dos 35 anos pelas Nações Unidas.
  • Nos EUA, meu principal mercado, eu já quebrei algumas vezes e também sofri bastante com crises econômicas.
  • Então, acredite, eu sei o que é preciso para levar um negócio em crise ao faturamento de R$ 1 milhão, apenas com marketing digital.
  • Neste texto, vou mostrar tudo o que sei sobre marketing digital, dando dicas e exemplos práticos para que você também seja capaz de ganhar dinheiro e alcançar os melhores resultados.

Espero que ajude você. Caso fique com qualquer dúvida, deixe o seu comentário no final da página. Será um prazer respondê-lo.

Boa leitura!

O Que é Marketing Digital?

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  1. O marketing digital mudou a maneira como nos relacionamos com o mercado, produtos e marcas.
  2. Esse termo, marketing digital, se tornou popular logo no início da década de 2000.
  3. Com o aumento de usuários de internet e na forma como eles se comunicam entre si, o marketing digital fez as empresas repensarem a forma com que alcançam seus consumidores e vendem seus produtos.

Hoje, o e-commerce é uma das maiores modalidades de comércio, movimentando bilhões a cada ano. E isso se deve, em grande parte, a diversas estratégias de marketing digital.

Mas a realidade é que o conceito de marketing digital já existe há bastante tempo.

Tipo, BASTANTE tempo MESMO. Aproximadamente 100 anos para ser exato.

Abaixo uma foto do primeiro profissional de marketing digital na história:

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O nome dele: Guglielmo Marconi.

Talvez você está se perguntando: “Como assim? O que esse físico italiano tem a ver com marketing digital?”

Pois é. Em 1896, ele foi a primeira pessoa a realizar uma transmissão pública com sinais wireless.

Foi esse cara, Marconi, que inventou o rádio.

Pouco tempo após essa primeira demonstração, realizada na Inglaterra, a invenção de Marconi possibilitou a transmissão de sinais em Código Morse através do mar, em águas abertas.

O rádio, como tecnologia, levou mais 10 anos para alcançar o grande público. Como você deve imaginar, o seu potencial para vender os mais variados produtos e serviços foi descoberto muito rápido.

A primeira transmissão de rádio ao vivo foi de uma performance de ópera no MET – Museu Metropolitano de Arte, em Nova York. Adivinhe o que as pessoas fizeram depois disso?

  • Compraram ingressos para óperas!
  • E, assim, o marketing digital nasceu.
  • Ok, não se trata do primeiro anúncio pago por clique, mas entenda: marketing é mover o mercado e digital significa fazer isso por meios que não são presenciais, como o antigo (e ainda existente) porta a porta.
  • O marketing digital não é feito apenas de computadores, até porque, hoje, mesmo um relógio pode funcionar como um computador.

Está em casa e precisa de abastecer a despensa? Comprar online não é a alternativa esperada

Considerando as recomendações dadas à população portuguesa para evitar saídas à rua, limitadas a compras de supermercado, farmácia e outros bens essenciais, muitos estão a optar por encomendar online.

O problema é que os supermercados e serviços de compras eletrónicas não estão preparados para a enchente das solicitações dos utilizadores, e a experiência não será aquela que certamente estaria à espera.

Apesar de terem sistemas bem oleados, pois há muito tempo que disponibilizam as compras online, com entregas em casa, grandes superfícies como o Continente, o Auchan e serviços como o Mercadão estão superlotados. Se quiser fazer compras no Continente, por exemplo, caso tenha a sorte de manter a ligação ao website, vai ter uma previsão de entregas das compras de pelo menos duas semanas.

O hipermercado refere ainda algumas alterações no sistema de entrega, como por exemplo, a suspensão da recolha de sacos de plástico para reciclagem.

No entanto, será creditado o valor dos mesmos no Cartão Continente, caso tenha efetuado a devolução total dos sacos na encomenda anterior. Os funcionários da empresa passam a deixar a mercadoria à porta dos clientes, visto que estes não vão entrar como habitual nos domiciliários.

Leia também:  Como Se Chama A Rapariga Que Ico Tem De Proteger Em Ico Para A Ps2?

Os pagamentos devem ser feitos através de cartão de crédito, MB Way ou PayPal, evitando a troca de dinheiro no ato de pagamento.

O Auchan também adotou o mesmo sistema de entregas, deixando à porta de casa as encomendas dos clientes, que apenas podem pagar online, através do website ou a aplicação.

Outra medida aplicada pela empresa, de forma a agilizar a preparação das encomendas, é o sistema temporário de substituição automática dos produtos que não estejam disponíveis.

Os clientes devem verificar no momento da entrega, e caso não concordem com as substituições podem devolver ao funcionário.

O Mercadão, através do qual se podem fazer compras no Pingo Doce, também está a verificar um elevado pico de procura na sua plataforma online, deixando o alerta aos seus clientes de que algumas zonas podem estar com a sua capacidade de entrega cheia, havendo nesta fase atrasos pontuais, assim como ruturas de stock. De salientar que a plataforma Mercadão tem várias lojas, para além do Pingo Doce, para encomendas online.

A empresa afirma que está a ajustar a oferta de janelas de entrega de uma forma diária, destacando que está a recrutar personal shoppers, sobretudo para as áreas de Lisboa e Porto.

No website do supermercado do El Corte Inglês é referido que as faixas de entrega para os próximos sete dias já se encontram completas. Nesse sentido, não é possível fazer agendamentos neste momento, ficando a promessa de estarem a trabalhar para melhorar a situação dos seus clientes.

De um modo geral, nota-se o tráfego acentuado nos websites dos supermercados, ora muito lentos ou simplesmente a não abrirem.

Para não ter dor de cabeça ao comprar pela web

Segundo o advogado a primei­ra ação necessária quando se está escolhendo um produto ou serviço é checar algumas informações, “Quando vamos contratar um serviço é natural que busquemos referências da empresa ou profissional.

Nas compras online também devemos ter esse cuidado, e checar se o site escolhido traz dados como razão social, CNPJ, endereço, telefone, e-mail. Essas são informações obri­gatórias, seguindo o Decreto Federal de nº 7961/13.

Se um site não estiver seguindo a lei, é recomendado não prosseguir com a compra independente da oferta ser boa ou não”.

O segundo passo é pesquisar sobre a qualidade e reputação da loja, “Existem sites específicos para o consumidor relatar suas reclamações, como o Reclame Aqui, por exemplo.

Entre nesses sites e confira a avaliação da empresa que você deseja realizar a compra. Além disso, o Procon-SP fornece uma lista de comércios eletrônicos classificados co­mo não confiáveis em seu site.

Fuja dessas empresas”.

Se alguma loja tiver um nome parecido com uma grande rede, fique atento, “Antes de realizar a compra acesse o site oficial da marca, entre em contato por um dos canais disponíveis e confirme se o site é de fato do mesmo gru­po. Como as empresas mais conceituadas já possuem um nome a zelar no mercado existem casos de lojas virtuais não idôneas que se aproveitam disso”.

SegurançaOutra dica importante é verificar os certificados de segurança que o site oferece, pois é uma forma de garantir ao consumidor que seus dados financeiros estão seguros.

“Se tudo estiver ok, após a compra, a loja envia por e-mail o comprovante constando número de pedido, descrição de itens, pra­zo de entrega e contato do SAC em caso de dúvidas. Imprima esse e-mail e guarde-o até o recebimento do produto.

Além de ser um registro caso a compra tenha alguma divergência, ele comprova o compromisso assumido pela empresa e pode ser útil em reclamações ou processos judiciais”, explica o advogado.

E, para finalizar, evite fazer compras em computadores públicos ou compartilhados, “prefira realizá-las a partir de terminais pessoais – notebooks, com­putadores, tablets e celulares próprios. Máquinas públicas podem ter seu sistema operacional com vírus, ou programados para capturar informações pessoais, como número de cartão de crédito, CPF, etc.”, explica o advogado.

Mantenha seus equipamentos com antivírus e sempre atualizados, “Evite clicar em links e e-mails desconhecidos. Podem ser falsos. Geralmente eles apresentam promoções imperdíveis ou arquivos anexos que estimulam a curiosidade para você fazer o download”, conclui o dr. Frederico Manssur.

Visão | Consumo: As armadilhas das compras online

Quem, nestes meses de pandemia, não deu por si a fazer uma compra online, que dê o primeiro clique ou feche já a janela de diálogo. Há uma primeira vez para tudo. E para muitos – compradores e empresas – foi esta.

Fechados entre quatro paredes, os consumidores encontraram nos quatro cantos do ecrã uma montra de recurso; e quem vende, perante casa encerrada ou poucos fregueses à porta, teve de se reinventar e passar a tratar por tu o comércio eletrónico.

O fenómeno, que deu um impulso decisivo às vendas através da internet – entre os comerciantes europeus, houve semanas em que a faturação quase duplicou face ao ano passado –, abriu-nos ainda mais os olhos para os mecanismos que algumas empresas e marcas utilizam para captar a nossa atenção e convencer-nos a comprar. Mais e, se possível, por mais vezes.

Os fatores comportamentais que condicionam a aquisição de um bem ou serviço variam em função do indivíduo, mas, regra geral, o preço e a qualidade surgem na equação, bem como o peso que cada um atribui à relação entre ambos.

Há ainda outro fator envolvido: os custos de transação. Ou seja, tudo o que é necessário investir na aquisição de um bem, que não passa só pelo ‘vil metal’.

“Não apenas o tempo e dinheiro investidos, mas também o investimento psicológico, por exemplo, em encontrar ‘a melhor opção’”, sublinha Marc Scholten à VISÃO.

É, aliás, nestes custos que mais diferenças conseguimos encontrar entre os padrões que definem a compra física e a que é feita online, considera este especialista em economia comportamental.

É verdade que a compra eletrónica reduz o tempo e o dinheiro investidos no processo e aumenta a comodidade – assim que deflagrou a Covid-19, quem não preferiu, por razões de segurança e até de preservação de saúde, encomendar a lista de compras para a despensa a partir do conforto do teclado? Mas os custos psicológicos tendem a agravar-se com esta opção, explica Scholten.

Como? Investe-se mais em identificar os sites apropriados e as empresas em que se pode confiar; em ler e compreender a informação no site; em encontrar, processar e comparar a informação relevante para a compra e as ofertas de várias plataformas, sobretudo porque não existe contacto físico com os produtos nem com funcionários ou vendedores cara a cara, que possam ajudar. “Muitos consumidores poderão não ter ‘literacia informacional’ suficiente para suportar tal investimento psicológico”, afirma o investigador integrado do CEG-IST.

Reconhecer as mecânicasCom cada vez maior clientela e faturação – segundo o Statista, é esperado que, no próximo ano, mais de um quarto da população mundial, ou 2,14 mil milhões de pessoas, compre bens e serviços online, e que, em 2023, as vendas através destes meios representem 22% do total mundial –, essa literacia e investimento psicológico podem ser recursos indispensáveis para detetar e reconhecer os mecanismos que marcas e empresas desenvolveram para incrementar o seu negócio, tirando partido das características humanas.

Tudo o que leve ao engano cria um problema logístico” ao e-commerce, defende Guilherme Coelho

As ferramentas são várias e vão muito além das cores garridas, da linguagem laudatória ou do grafismo utilizados para destacar os produtos-estrela.

Quem nunca reparou nos preços terminados em ,99 para levar à ilusão de que estamos a fazer a melhor compra? Ou nos portes de envio oferecidos se comprarmos acima de um determinado valor? Ou nas sugestões de produtos complementares (“Comprou um saco de carvão, talvez lhe interesse um grelhador novo…”)?

Um grupo de especialistas das universidades de Princeton e Chicago foi para além disso e analisou recentemente cerca de 11 mil sites de comércio eletrónico, tendo identificado, em 11% deles, estratégias visuais e textuais denominadas “dark patterns”, que podem conduzir o utilizador a uma decisão de compra que nem sempre seria a inicial, ou a ceder mais do que aquilo a que estava disposto (ver caixa), beneficiando as empresas. Sem surpresa, quanto mais populares os produtos, maior a probabilidade de estarem presentes estas estratégias.

Mecânicas como a da escassez (“compre antes que esgote”), urgência (“falta um dia para esta oportunidade expirar!”), recomendação (os comentários de outros compradores, como “gostei muito, chegou depressa, ficou muito barato e funciona que é uma maravilha”, promovem a confiança), ou até mesmo de menorização ou humilhação (“vai mesmo deixar escapar esta oportunidade?”) estão entre as inventariadas. Sem esquecer a diluição da mensagem publicitária para que pareça outra coisa, ou o estímulo para abdicar de mais dados e privacidade em troca do acesso às melhores ofertas.

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A linha entre o que pode ser considerado legítimo ou uma via rápida para o logro pode ser muito ténue. Tudo depende do uso que se faz destas técnicas e da verdade por trás delas – se, por exemplo, as avaliações são reais ou as ofertas limitadas correspondem ao stock realmente existente.

“As ‘dark patterns’ estão a ser usadas para fragilizar a privacidade e tirar aos utilizadores a capacidade de refletir criticamente sobre as suas ações.

O design e a ciência comportamental tornaram-se armas para benefício único dos vendedores online e para explorar os utilizadores”, defendeu recentemente um dos autores do estudo à Wired Arunesh Mathur.

Guilherme Coelho desconhece que em Portugal haja empresas ou marcas a seguir deliberadamente estes caminhos. “Tudo aquilo que leve ao engano cria um problema logístico, porque dá azo a devoluções.

E isso é determinante para o sucesso de uma estratégia de e-commerce. Além disso, com reviews [avaliações] negativas, vai ter perna muito curta”, defende o formador na Lisbon Digital School e criador do marketplace Alterway.

Para o especialista, o equilíbrio está em extrair elementos positivos da análise de comportamento dos consumidores para melhorar a sua jornada de compra e colocar a loja online no topo das suas preferências, ainda que a generalidade das empresas, sobretudo as recém-chegadas, não tenha uma estratégia para extrair valor do manancial de informação de que já dispõem, lamenta.

Isto está nos antípodas do que faz a Amazon, que “tira todo o partido e mais algum” dos dados sobre pesquisas e compras realizadas em visitas anteriores, para sugerir a aquisição de novos produtos ou serviços, multiplicando, com isso, as possibilidades de aumentar a faturação.

Ironicamente, o forte aumento da procura durante a pandemia e os constrangimentos logísticos criados obrigaram a empresa a desativar transitoriamente, em abril, a função que sugeria a aquisição de produtos que normalmente são comprados em conjunto, como revelou o Wall Street Journal.

Reclamações acompanham crescimento Enquanto se estreia ou acelera a presença nas vendas online, as empresas penetram no terreno pedregoso que consiste em garantir, em simultâneo, uma experiência satisfatória ao cliente, rapidez nas entregas e redução de custos.

Em contexto de pandemia, nem sempre conseguiram fazê-lo, como se vê pelo aumento das reclamações relacionadas com comércio eletrónico nos últimos meses, em Portugal. No espaço de um ano, praticamente triplicaram, consolidando este setor como o segundo que é alvo de mais reclamações no Portal da Queixa.

Até ao início de setembro, as vendas online motivaram mais de dez mil queixas naquele site, envolvendo empresas do retalho da eletrónica, cosméticos e material de desporto. A maior parte do descontentamento manifestado pelos clientes prende-se com questões posteriores ao ato de compra, como o processo de entrega ou a inexistência de stock.

Queixas de pessoas que se tenham sentido enganadas ou impelidas no processo de compra a adquirir algo que não queriam “não têm tanto significado”, explica à VISÃO Pedro Lourenço, CEO do Portal da Queixa.

Conhecer as opções disponíveis e os fatores que sustentam a preferência é crucial para uma decisão racional

Distinguir o que é a indução de consumo, estimulada pela própria vontade do cliente de obter o melhor negócio, da tentativa de enganar é, aliás, um esforço de separar as águas em que o setor parece insistir.

“Foi o consumidor quem espoletou essa dinâmica de trazer os saldos para fora da época, não quer pagar o preço transacional.

E o marketing ajustou-se ao padrão de consumo, às promoções, às black fridays”, argumenta Guilherme Coelho.

No fim de contas, tudo se resume a tomar uma decisão racional, que implica que o consumidor não só faça a sua escolha de acordo com a sua capacidade orçamental, mas esteja informado sobre as opções que tem e sobre os fatores que sustentam a sua preferência.

São estas duas últimas que os economistas comportamentais, como Marc Scholten, veem como as “mais problemáticas”.

A solução pode passar por cruzar fontes de informação, consultar em primeira mão quem já conhece ou experimentou o produto ou serviço – salvaguardando as diferenças, já que “o que ‘funciona’ para um, não funciona necessariamente para outro”, nota.

Por outro lado, há um trabalho a fazer pelos consumidores para tentarem perceber os seus próprios gostos. Têm mesmo necessidade de comprar determinado produto? Ou fazer certo consumo? São os prós maiores do que os contras?

Passos que podem ser seguidos para que o consumidor consiga sair da rede melhor do que entrou: livre, satisfeito e sem se embaraçar.

As estratégias mais usadas para condicionar compras online

Num paper publicado no final do ano passado, um grupo de especialistas das universidades de Princeton e Chicago analisou cerca de 11 mil sites de comércio eletrónico.

Destes, 11% usavam estratégias visuais e textuais com o intuito de conduzir o utilizador a uma decisão que nem sempre seria a inicial, ou a ceder durante o processo de compra mais do que aquilo a que estaria disposto.

Estas são algumas das que foram identificadas: Pela calada – Sem que o consumidor se aperceba ou consinta, o vendedor acrescenta produtos ou serviços ao carrinho de compras ou só dá a conhecer, no final da compra, custos adicionais associados à transação e que estiveram ocultos durante todo o processo de decisão.

Tic-tac – É a mesma sensação de tentar descobrir que fio cortar para desativar a bomba, a cinco segundos do zero. Mensagens como “Esta oferta expira dentro de dez minutos” procuram obrigar o consumidor a escolher rápido, nem sempre garantindo a racionalidade da decisão.

Ilusão e sugestão – Através de linguagem confusa, discurso humilhante – “Vai mesmo deixar escapar esta oferta?” – e elementos gráficos que destacam uns produtos em detrimento de outros, é possível conduzir e influenciar a decisão de compra.

Para motivar um gasto maior, pode ainda ser apresentada uma seleção intencional dos produtos mais caros ou sugerir juntar à cesta produtos complementares aos que vamos comprar e que inicialmente não tínhamos pensado adquirir.

Não sou o único – Informações sobre a atividade de outros utilizadores na sua interação com o site (recomendações positivas sobre um determinado produto ou dados on time do número de pessoas que estão a visitar a mesma plataforma) tendem a contribuir para gerar um efeito “rebanho”.

Já sobram poucos – O receio de escassez em torno de um produto pode ser usado para acelerar ou precipitar uma decisão imediata. Quem já tentou marcar férias e nunca suou frio quando viu mensagens como “Há atualmente 18 pessoas a pesquisar este apartamento” ou “Já só restam três quartos neste hotel nesta data”? Daqui não sai – São estratégias que vão muito além da fidelização tradicional e pretendem reter o consumidor o mais possível. Quantos serviços são tão facilmente subscritos e, depois, temos de percorrer um labirinto de procedimentos no site para desistir deles? Ação forçada – Alguns sites têm mecanismos que obrigam a partilhar informação pessoal ou a subscrever um serviço adicional para concluir a tarefa que se pretende realizar (como uma compra ou outra subscrição).

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