Porque Ficou D Dinis Conhecido Como O Lavrador?

Quinta-feira, 10 de Setembro de 2015

Porque Ficou D Dinis Conhecido Como O Lavrador?

Sexto rei de Portugal, filho de D. Afonso III e de D. Beatriz de Castela, nasceu a 9 de Outubro de 1261 e faleceu em 1325. Foi aclamado rei em Lisboa, em 1279, tendo governado durante 46 anos. Casou em 1282 com D.

Isabel de Aragão (a rainha Santa Isabel); a rainha teria também um papel importante ao longo deste reinado, não só pelas suas acções de caridade mas, sobretudo, pela sua actuação ao lado do rei na política externa, e entre ele e o filho aquando das lutas entre ambos.

Foi o primeiro rei a não ter que se preocupar com a expansão territorial. Procurou lutar contra os privilégios que, de alguma forma, iam contra a sua autoridade. Em 1282 estabeleceu que todas as apelações de quaisquer juízes só poderiam fazer-se para o rei. Recorreu a inquirições em 1284, tendo havido outras ao longo do seu reinado.

Procurou um acordo com a Igreja, acordo que viria a ser estabelecido por concordata em 1290. Proibiu às Ordens e aos clérigos a aquisição de bens de raiz, mas procurou também defender a Igreja dos abusos resultantes do sistema do padroado.

Apoiou os cavaleiros da Ordem de Sant'Iago ao separarem-se do seu mestre castelhano, e salvou a dos Templários em Portugal, dando-lhe nova existência sob o nome de Ordem de Cristo.

Entrou em guerra com Castela em 1295, a qual só veio a terminar pelo Tratado de Alcanizes, lavrado na vila castelhana do mesmo nome em 12 de Setembro de 1297.

Por este tratado previa-se uma paz de 40 anos, amizade e defesa mútuas.

Foram também estabilizadas as fronteiras em zonas nevrálgicas como a Beira e o Alentejo, com excepção de pequenas áreas que rapidamente se viriam a integrar no reino.

Desenvolveu as feiras, criando as chamadas feiras francas ao conceder a várias povoações diversos privilégios e isenções. Protegeu as exportações para os portos da Flandres, Inglaterra e França; em 1308 celebrou um tratado de comércio com o rei de Inglaterra e instituiu definitivamente a marinha portuguesa.

Foi, no entanto, a agricultura que mais o interessou (daí o seu cognome, “o Lavrador”). Procurou interessar toda a população na exploração das terras, facilitando a sua distribuição. No Entre Douro e Minho dividiu as terras em casais, cada casal vindo mais tarde a dar origem a uma povoação.

Em Trás-os-Montes o rei adoptou um regime colectivista; as terras eram entregues a um grupo que repartia entre si os encargos, determinados serviços e edifícios eram comunitários, tais como o forno do pão, o moinho e a guarda do rebanho.

Na Estremadura a forma de povoamento dominante foi a que teve por base o imposto da jugada; outros tipos de divisão foram também utilizados, como, por exemplo, a parceria.

Porque Ficou D Dinis Conhecido Como O Lavrador?

Ele próprio poeta, D. Dinis deu também um grande impulso à cultura. Ordenou o uso exclusivo da língua portuguesa nos documentos oficiais.

Fundou em Lisboa, em 1290, um Estudo Geral (Universidade) no qual foram desde logo ensinadas as Artes, o Direito Civil, o Direito Canónico e a Medicina.

Mandou traduzir importantes obras, tendo sido a sua Corte um dos maiores centros literários da Península.

El Rei D. Dinis, foi decerto um dos mais marcantes vultos do Portugal medieval. Protector da agricultura, mandou plantar  o pinhal de Leiria e povoou o litoral.

Criou a Universidade e abriu horizontes culturais à nação. O rei “Trovador”, famoso pelas suas românticas cantigas de amigo, foi uma espécie de inventor da elegância.

Destacou-se a escrever e tornou o português na língua oficial do País. Rei poeta, cortejou as artes.

  • Poema da autoria de Dom Dinis
  • Quer´eu en maneira de proençal fazer agora un cantar d´amor e querrei muit´i loar mha senhor, a que prez nen fremusura non fal, nen bondade, e mais vos direi en: tanto a fez Deus comprida de ben que mais que todas las do mundo val.
  • Ca mha senhor quiso Deus fazer tal

quando a fez, que a fez sabedor de todo ben e de mui gran valor e con tod est´é mui comunal, ali u deve; er deu-lhi bon sen e des i non lhi fez pouco de ben, quando non quis que lh´outra foss´igual.

Ca en mha senhor nunca Deus pôs mal, 

mais pôs i prez e beldad´e loor e falar mui ben e riir melhor que outra molher; des i é leal muit´, e por esto non sei oj´eu quen possa compridamente no seu ben falar, ca non á, tra-lo seu ben, al.

  1. Poema de Fernando Pessoa
  2. D. Dinis
  3. Na noite escreve um seu Cantar de Amigo

O plantador de naus a haver, E ouve um silêncio múrmuro consigo: É o rumor dos pinhais que, como um trigo De Império, ondulam sem se poder ver.

Arroio, esse cantar, jovem e puro, 

Busca o oceano por achar; E a fala dos pinhais, marulho obscuro, É o som presente desse mar futuro, É a voz da terra ansiando pelo mar.

  • 9-2-1934
  • El-Rei  Dom Dinis – O Lavrador – 6.º Monarca
  • Reinado: 1279 – 1325

1261 – Nascimento de D. Dinis.

1279 – Coroação de D. Dinis.

1282 – Casamento do rei com D. Isabel de Aragão, a Rainha Santa Isabel.

  1. 1290 – Fundação da Universidade denominada Estudo Geral, em Lisboa.
  2. 1295 – Guerra com Castela.
  3. 1297 – Tratado de Alcanizes que, além de terminar com a guerra, prevê uma paz de 40 anos, amizade e defesas mútuas com Castela.
  4. Neste tratado são também estabilizadas as fronteiras definitivas do território português.
  5. 1308 – Instituição definitiva da marinha portuguesa, após celebração do primeiro tratado de comércio com a Inglaterra.
  6. 1315 – Solicitação ao Papa da criação da Ordem de Cristo para a qual deverão transitar os domínios e bens dos Templários.
  7. Depois do consentimento, a Ordem passa a ter sede no Convento de Tomar.
  8. 1317 – Organização da marinha de guerra.

1325 – Morte de D. Dinis.

Alfredo Marceneiro canta: A minha Freguesia

Viva Lisboa: Lisboeta de gema

música: A Minha Freguesia

El Rei D. Dinis

Porque Ficou D Dinis Conhecido Como O Lavrador?
D. Dinis

El Rei D. Dinis nasceu em Lisboa, a 9 de Outubro de 1261, falecendo em Santarém, a 7 de Janeiro de 1325. Foi o sexto rei de Portugal, cognominado de “o Lavrador” devido ao enorme apoio que deu à agricultura e também pela plantação do extenso pinhal de Leiria. Pela sua obra literária ficou também conhecido pelo Rei-Poeta.

Filho primogénito de D. Afonso III de Portugal e da infanta Beatriz de Castela, em 1279, com apenas 17 anos subiu ao trono em Lisboa, muito contra vontade de seu irmão o Infante D.

Afonso (1263-1312), que reclamava para si a sucessão do trono, alegando que seu irmão nascera antes do casamento dos seus pais ser reconhecido pela Santa Sé e como tal, ainda era considerado em vigor o anterior casamento de seu pai D. Afonso III com D. Matilde de Bolonha.

Contudo só em 1263 se verifica a aceitação papal deste segundo casamento de D. Afonso III, pelo que seria o legítimo herdeiro do trono o primeiro filho que era o Infante D. Afonso.

Esta questão gerou conflitos armados a partir de 1261 com o domínio de D. Dinis, até que por fim acordou com o irmão a cedência de alguns senhorios.

  • Casou em 1282 com Isabel de Aragão, que se veio a tornar conhecida como a Rainha Santa Isabel.
  • No seu longo reinado que durou 46 anos (1279-1325) construiu as bases para a evolução cultural, socioeconómica e política, de um país que progressivamente criava consciência da sua identidade nacional, tendo definido as fronteiras de Portugal no Tratado de Alcanizes.
  • Entre outros grandes feitos criou a primeira Universidade portuguesa na zona do Largo do Carmo em Lisboa, mais tarde transferida para Coimbra e adotou a partir de então o português como língua oficial da corte e da literatura.
  • Com a sua política centralizadora, criou inúmeras povoações, castelos, muralhas, igrejas, concelhos e feiras e ordenou a exploração de várias minas, procedendo à exportação da produção excedente para outros países europeus.

Porque Ficou D Dinis Conhecido Como O Lavrador?

Túmulo de D. Dinis, ilustração de O. Alberto

  1. Em 1308 assinou com a Inglaterra o primeiro acordo comercial português e em 1312 fundou a marinha Portuguesa, ordenando a construção de várias docas.
  2. Grande apaixonado da cultura, impulsionou a tradução de muitas obras para português e ele próprio, um famoso trovador, contribuiu para o desenvolvimento da poesia trovadoresca com a autoria de 73 cantigas de Amor, 51 cantigas de Amigo e 10 cantigas de escárnio e maldizer e ainda com a feitoria da música original para 7 dessas cantigas.
  3. Por tudo isto julga-se ter sido o primeiro monarca do reino verdadeiramente alfabetizado, assinando sempre com o nome completo.
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Entre 1320 e 1324 decorreu a guerra civil que opunha o rei ao seu filho Afonso IV, por este crer, que o pai pretendia ceder o trono ao seu irmão Afonso Sanches, visto como o filho favorito de D. Dinis.

Após a morte de D. Dinis, em 1325 sucedeu-lhe por fim o seu legítimo filho, Afonso IV de Portugal, apesar da oposição de Afonso Sanches.

Por sua última vontade deixou escrito em testamento:

“Mando soterrar o meu corpo no meu Mosteiro de S. Dinis de Odivelas, entre o coro e a capela-mor, onde eu mandei fazer sepultura para mim, o qual mosteiro eu fundei e fiz e dotei.”

D.Dinis – O Lavrador

Porque Ficou D Dinis Conhecido Como O Lavrador?Ou o Rei-Agricultor, ou ainda O Rei-Poeta ou O Rei-Trovador, porque quando não andava a plantar pinheiros, fazia uns versos. Quem não conhece aquela célebre cantiga de amor

  • “Ai flores, ai flores do verde pino,se sabedes novas do meu amigo!
  • ai Deus, e u é? “

enfim, pelo menos é o primeiro com um nome original …

Desde cedo aprendeu os meandros da administração dum Reino, pelo que aquando da sua subida ao trono, a primeira coisa que fez foi resolver as questões com a Igreja, que até à data não tinham sido famosas! Assinou um tratado com o Papa Nicolau III, onde jurava proteger os interesses de Roma em Portugal, salvou a Ordem dos Templários em Portugal através da criação da Ordem de Cristo, que lhe herdou os bens para o reino português depois da sua extinção, e apoiou os cavaleiros da Ordem de Santiago ao separarem-se do seu mestre castelhano.

Foi um Rei pacífico, mesmo quando teve de entrar em guerra com o Reino de Castela, preferiu entregar-lhes Serpa e Moura (lá se ía o Bom Azeite) e assinou um tratado de Paz com Castela, definindo-se nesse tratado as fronteiras actuais entre os dois países ibéricos. Por este tratado previa-se também uma paz de 40 anos, amizade e defesa mútuas. Diga-se de passagem, que D.Dinis foi o 1º Rei a assinar com o nome completo, suspeita-se que tenha sido o primeiro Rei de Portugal que não era analfabeto!!!

Além disto, continuou a fazer as leis de Portugal e organizou o país a nível jurídico. Voltou-se para Lisboa como sitio propicio e promissor para se afirmar como centro administrativo por excelência. Ordenou a exploração de minas de cobre, prata, estanho e ferro.

Fomentou as trocas com outros reinos, assinou o primeiro tratado comercial com o rei de Inglaterra em 1308 e criou o almirantado, atribuído como privilégio ao genovês Manuel Pessanha, e fundando as bases para uma verdadeira marinha portuguesa ao serviço da Coroa.

Era Um Rei muito dado à cultura, durante o seu reinado, Lisboa foi, pois, um dos centros europeus de cultura.

A Universidade de Coimbra, a primeira universidade em Portugal, foi fundada pelo seu decreto Magna Charta Priveligiorum. Desde sempre se ensinou aqui as Artes, o Direito Civil, o Direito Canónico e a Medicina.

Mandou traduzir importantes obras, tendo sido a sua Corte um dos maiores centros literários da Península Ibérica.

Ele próprio, não só escreveu poemas como também os musicou, isto foi casualmente descoberto em 1990, no Arquivo da Torre do Tombo, num pergaminho, que continha 7 letras musicadas, que servia de capa a um livro de registos notariais do século XVI… É muito bem estimada, a História em Portugal!

Porque Ficou D Dinis Conhecido Como O Lavrador?Em 1282 casa-se por procuração com Isabel de Aragão, conhecida entre nós como a Rainha Santa Isabel, que foi a querida que fez o milagre das Rosas. Era a Rainha consorte, sem sorte nenhuma, teve apenas dois filhos de D.Dinis, pois este preferia ir em folguedos para os lados de Odivelas… Esta, dedicava-se aos pobres e à oração, daí ter começado a gozar da reputação de Santa ainda em Vida.D.Dinis faleceu em 1325, com mais sete filhos ilegítimos, dos quais um que era o seu predilecto D.Afonso Sanches e motivo para deixar o legítimo herdeiro ao trono D.Afonso (o IV) um nadinha irritado e por isso ter andado à chapado com o pai, por sorte a Santa Isabel era da paz e conseguiu apaziguar o rapaz.

quem foi D.Dinis ? o que fez em prol da língua portuguesa?

Porque Ficou D Dinis Conhecido Como O Lavrador?

amauriconstruca

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Sexto rei de Portugal (1279-1325), nascido em Lisboa, conhecido como o Rei Trovador ou o Rei Lavrador, devido a ter prestado grande dedicação ao desenvolvimento da agricultura. Filho de Afonso III e de sua segunda mulher, Beatriz, e neto de Afonso X de Castela, casou-se com Isabel de Aragão, posteriormente chamada a Rainha Santa pelas suas excepcionais virtudes. Desde cedo foi preparado para ser rei pelo seu pai e quando subiu ao trono português, aclamado em Lisboa (1279), impôs sua autoridade e consolidou a unificação administrativa e cultural da nação. Quando subiu ao trono imediatamente procurou normalizar a situação com a Igreja Católica, jurando ao Papa Nicolau III proteger os interesses de Roma em Portugal. Extinguiu a Ordem do Templo e criou a Ordem de Cristo ligada à Ordem dos Templários. Foi essencialmente um rei administrador e não guerreiro, pois embora tenha se envolvido na guerra com Castela (1295), desistiu dela em troca das vilas de Serpa e Moura. Pelo Tratado de Alcanises (1297) firmou a Paz com Castela, definindo-se nesse tratado as fronteiras atuais entre os dois países ibéricos. Para estimular a agricultura, distribuiu terras a colonos, mandou construir canais e secar pântanos e limitou os privilégios territoriais da igreja e, por isso, foi cognominado O Lavrador ou O Rei-Agricultor. Começou a interessar-se também pelo desenvolvimento do comércio marítimo e aperfeiçoamento dos processos de navegação e contratou marinheiros italianos para virem trabalhar em Portugal e fez convênios comerciais com outros monarcas. Durante seu longo reinado, o comércio também prosperou, com o aumento da extração de metais, a proteção às feiras e a reorganização da Marinha. Beneficiou a literatura e mandou traduzir livros latinos e árabes, inclusive a Geografia de Razis. Adotou o vernáculo nos documentos oficiais e, com o apoio do Papa, criou a primeira universidade portuguesa (1290), que funcionou entre Lisboa e Coimbra, até se fixar nesta última cidade como a famosa Universidade de Coimbra. Começou a usar-se a língua portuguesa nos documentos escritos e foi o primeiro rei português a assinar os seus documentos com o nome completo. Provavelmente o primeiro rei português não analfabeto, foi poeta e protetor de trovadores e jograis e também apelidado de O Rei-Poeta ou O Rei-Trovador pelas cantigas que compôs e pelo desenvolvimento da poesia trovadoresca a que se assistiu no seu reinado. Compôs cerca de 140 cantigas líricas e satíricas, e permaneceu no poder até sua morte, em Santarém, e está sepultado no Convento de São Dinis, em Odivelas. Apesar de ser um bom rei, os últimos anos do seu reinado foram marcados por conflitos internos. O herdeiro, futuro D. Afonso IV, achou que o rei favoreceria seu filho bastardo, Afonso Sanches, e entrou em conflito com o pai, mas não chegou a haver guerra civil.Figura copiada do site PORTAL DA HISTÓRIA http://www.arqnet.pt/

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segundo eva furnari o que influenciou as obras que ela escreveu me ajudem por favor preciso mtoo​

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identifique a que se referem os termos sublinhados em:
a)Para que *essa repartição* se faça com justiça (…)
b) […] quer sempre que alguém *lhe

* dê atenção e que todos *a*.

Manifesto pela paz no futebolO Ministério do Esporte, representado pela Secretaria Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor, e as Torcida

s Organizadas que assinam o presente MANIFESTO PELA PAZ NO FUTEBOL unem-se em uma forte rede de solidariedade, na construção con junta de uma Cultura de Paz no Futebol. […

]A paz não se consagra somente pelo combate à violência, mas pelo sentimento de soli dariedade e na harmonia entre individuos. […]Reconhecendo nossa parte de responsabilidade […] nos comprometemos a: I “RESPEITAR A VIDA.” Respeitar a vida e a dignidade de cada pessoa, sem discriminar nem prejudicar, […] III 'OUVIR PARA COMPREENDER.

Defender a liberdade de expressão e a diversidade cultural, privilegiando sempre a escuta e o diálogo […].após a leitura desse trecho,é possível compreender que uma característica determinante desse gênero textual é(A) a presença de argumentos que pretendem convencer o leitor a tomar certa atitude,como pode ser notado em “unem-se em uma forte rede de solidariedade”.

(B) o uso de um órgão público para a mobilização da população em relação a praticar a paz nós estádios,como pode ser notado em “O ministério do esporte”.(C) O uso de leis para mostrar ao leitor o compromisso do manifesto em relação à paz no futebol, como pode ser notado em “I 'RESPEITAR A VIDA'”.

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(D) A presença de um posicionamento coletivo para solicitar certa conduta,como pode ser notado em “na construção conjunta de uma cultura de Paz no futebol”.​

Um parágrafo evidenciando sua posição crítica sobre o tema consumismo

leia a seguinte frase: “Armandinho, já arrumou o seu quarto?”Assinale a alternativa que define a classificação do verbo na frase:a)Verbo de ligaçãob)v

erbo transitivo diretoc)verbo intransitivo d) verbo bitransitivo e) verbo transitivo indiretome ajudem pfvr, marco como mlhr resposta qm acertar!!​

Substituiria adequadamente o termo assinalado em: Um dos mais detestáveis “clichês”.a) mentiras. d) perfídias.b) infâmias. e) expressões eruditas.c) l

ugar-comum.​

O resumo de filosofia?

Há No poema diversos pronomes oblíquos átomos que acompanham verbosA) reproduza tabela seguir em seu caderno identifique essas ocorrências no poema e

complete a tabela como no exemplo de acordo com cada tipo de ocorrênciaB) Entre os casos que não se encaixam nas regras apontados por você no item anterior sobressai próclise ou a ênclise levante hipóteses: porque isso ocorre?C)Discuta com os colegas e o professor e conclua: Com base nas características da poesia moderna e especialmente da poesia de Drummond, o que justifica a forma como o poeta utiliza próclise e ênclise no poema em estudo?*Poema A Flor e a Náusea​

Não desistir: Filme: O SAPINHO – Dublado em português: disponível na plataforma do YOUTUBE, no canal: Sozo Produções. Endereço eletrônico: t.ly/f3lCAp

ós assistir o filme pense  sobre a autoconfiança apresentada pelo sapinho persistente, e o fator que não o fez desistir.

 a- O que isso significa na nossa realidade?____________________________________________________________________________________________________________________________________________ b-O outro sapinho era incapaz ou se percebia incapaz?___________________________________________ c- Como você se vê frente a uma situação de estresse ou de uma frustração? Desiste? Ou persiste pensando em novas estratégias?Explique ​

Ricardo pareceu fulminado por aquela voz. Talvez até a tivesse reconhecido. O fato é que interrompeu o golpe que ia desferir e voltou-se, como uma fer

a ameaçada, para o lugar de onde viera a voz.Uma chama de ódio brilhou em seus olhos. — Que é que tu quer aqui?— Sai de cima! Deixa ele! — intimou Delon.

Ricardo hesitou. Viu que Delon não estava brincando.— Ele pegou minha prancha!— Era só pra olhar! Eu não ia levar ela, não! — falou Édison, num fiozinho de voz, debaixo de Ricardo. — Eu não sou ladrão!— Cala essa boca! — berrou Ricardo, acompanhando a ordem de um tapa, de mão aberta, sobre a cabeça de Édison.

— Ai!— Eu disse para largar, seu covarde! — e Delon fez um gesto criônico, que arrancou Ricardo de cima de Édison e o atirou longe.Ele foi cair a uns quatro milimares de distância, dentro do mar. Ia se levantar, mas uma onda novamente o derrubou.As pessoas em volta riam, sem entenderem bem o que estava acontecendo.

Márcia viera para a areia e se juntara a Delon, que ajudava Édison a se levantar.— É esse mesmo, o filho da Mercedes?— É ele, sim — respondeu Márcia. — Édison, você aqui na praia, e sua mãe maluca atrás de você. Não sabe o que aconteceu?— Eu só estava querendo olhar a prancha dele! — repetia Édison.nada.

— Prancha? Que prancha? — Márcia não estava sabendo deDelon tentou explicar:— Eu acho que ele pegou em algu… Ai! — não conseguiu terminar.Uma forte pancada por trás o derrubou, com violência. E, depois que caiu, Ricardo ainda continuou batendo nele com a prancha de surf.

— Não faz isso! — gritou Márcia, querendo impedir o garoto de bater em Delon.​

Vida e Reinado de D. Dinis

D. Dinis (1261-1325), o Lavrador, reinou entre 1279 e 1325.

Porque Ficou D Dinis Conhecido Como O Lavrador?

Filho de D. Afonso III e de D. Beatriz de Guillén, bastarda de Afonso X de Castela, casou-se em 1282 com Isabel de Aragão, de quem teve dois filhos.

De todos os reinados da Primeira Dinastia, o de D. Dinis foi um dos que mais se destacou na História de Portugal. Detentor de variadíssimos talentos, praticou uma política importante em vários domínios, decisiva para o futuro da nação. Foi um excelente administrador, chefe militar, diplomata e poeta.

Apesar das lutas em que se envolveu, D. Dinis conseguiu dignificar ao mais alto nível o reino português, ao mesmo tempo que surgiu no território uma mensageira da paz, a sua mulher D. Isabel, apelidada pelo povo de Rainha Santa.

Primeiro rei de Portugal a nascer em Lisboa, a sua educação cuidadosamente planeada esteve a cargo dos sábios do reino e de franceses que se deslocaram ao território com esse único propósito. Os estudos ocuparam muito do seu tempo e da sua atenção, tendo vindo a adquirir grandes conhecimentos de línguas e de literatura, para além das aprendizagens tradicionais.

Era um jovem que se interessava pela leitura, escrita e música, pelo que não causou surpresa quando mais tarde se tornou num excelente trovador e autor de poesia. O gosto que o seu pai nutria pela cultura francesa, onde vivera e fora vassalo de Luís IX, foi decisivo na educação de D. Dinis, tendo, inclusive, o seu nome sido inspirado nessas paragens.

Mesmo recebendo uma educação digna de um rei, o trono foi-lhe atribuído com alguma contestação. Com a morte de D. Afonso III colocou-se o problema da sucessão. O infante D. Afonso reivindicou o trono, alegando que D. Dinis nascera antes do casamento do pai com D.

Beatriz ser reconhecido pela Santa Sé, que se opunha ao matrimónio por ainda considerar válido o anterior enlace do rei com D. Matilde, condessa de Bolonha. Contudo, veio a ser reconhecido o direito de D. Dinis ao trono, tendo sido aclamado rei em Lisboa, em 1279.

Iniciou-se, então, um longo reinado de 46 anos. Quando subiu ao trono, com 18 anos, estava na altura de casar. De entre todas as noivas possíveis a que mais convinha aos interesses do reino era Isabel, filha mais velha de Pedro III de Aragão. D. Dinis nunca a tinha visto, mas tendo em consideração que os casamentos na época eram negócios de Estado, tal facto não constituiu problema.

As negociações correram da melhor forma e, em 1281, assinaram-se as bases do contrato de esponsais. Um ano mais tarde, a 24 de junho, realizou-se a cerimónia, em Trancoso, que uniu D. Dinis e D. Isabel.

A rainha era oriunda de uma corte muito culta e a ligação à espiritualidade e à caridade que já tinha antes da união foi mantida enquanto rainha. Não só ficou conhecida como a Rainha Santa pela ajuda que prestou ao povo, mas também como construtora da paz, uma vez que desempenhou um papel fundamental nas relações conflituosas que o marido teve com familiares.

D. Isabel não deu filhos ao rei nos primeiros anos de casamento. Primeiro deu à luz uma menina, de nome Constança (como a avó materna). Provavelmente só em 1290 nasceu o herdeiro ao trono, Afonso (como o avô paterno). Porém, estes não foram os primeiros filhos de D. Dinis, que fora do casamento teve mais seis.

Apesar de serem filhos bastardos, o monarca manteve uma relação muito próxima com Pedro, que viria a ser escritor e, especialmente, com Afonso Sanches, que se distinguiu como poeta e mordomo-mor. Este último veio a ser a grande sombra do futuro Afonso IV.

Sentindo-se revoltado pela preferência do pai e a ameaça que este pudesse deixar o trono ao seu meio irmão, Afonso entrou em conflito com D. Dinis, o que levou o país a uma guerra civil.

Os motivos em que assentou esta luta não foram só do âmbito pessoal. Afonso, colocando-se ao lado dos nobres, sentia-se prejudicado pela forma como o pai conduzia o poder judicial para reprimir os abusos senhoriais.

A paz entre pai e filho foi alcançada com a mediação de D. Isabel.

Empreendedor e exigente, D. Dinis levou a cabo iniciativas importantes para o desenvolvimento e para a consolidação do reino. Procurando impor a sua autoridade a todo o país, incluindo os grandes senhores da nobreza e do clero, prosseguiu com o esforço centralizador iniciado no reinado de D. Afonso II e pôs em prática as Inquirições Gerais.

Ainda no âmbito da política interna, seguindo mais uma vez a política dos seus antecessores, impediu a compra de bens de raiz aos eclesiásticos e às instituições religiosas. Estas medidas trouxeram-lhe alguns problemas, que se refletiram em protestos na Corte, queixas judiciais e luta armada, as quais tiveram o auge na guerra civil de 1319-1324.

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Ainda antes desse conflito, entre 1281 e 1299, D. Dinis lutou militarmente contra o seu irmão, o infante D. Afonso, em consequência da sua política anti-senhorial. Durante o seu reinado teve de pegar em armas para vingar as suas convicções e era nesses momentos que revelava o seu lado severo, autoritário e exigente.

No âmbito da política externa, defendia o fim do conflito com Leão e Castela, tendo para isso assinado, em 1297, o Tratado de Alcanises.

Este acordo fixou até hoje, com ligeiras alterações, as fronteiras entre Portugal e Castela. Além disso, consagrava dois casamentos: o do futuro monarca D. Afonso IV com D.

Beatriz de Castela e o da infanta D. Constança com o rei da nação vizinha D. Fernando IV.

O momento mais alto no contexto da política externa ocorreu em 1304, quando foi convidado para arbitrar os conflitos entre Castela e Aragão e entre o rei de Castela e os pretendentes ao trono. Demonstrou novamente grande lucidez e o estatuto de superioridade política que detinha na Península Ibérica.

Paralelamente, continuou empenhado no progresso do seu reino. No plano comercial, instituiu mercados e feiras francas e concedeu a várias povoações privilégios e isenções. Estas feiras francas foram distribuídas durante a sua governação, com a finalidade de estimular o povoamento de determinadas regiões, o que foi outra das suas preocupações.

Incentivou a atividade comercial externa ao aprovar a criação da Bolsa dos Mercadores e ao celebrar acordos de comércio com Inglaterra. As novas medidas também englobaram a criação da marinha de guerra e o desenvolvimento da pesca.

D. Dinis ficou cognominado de o Lavrador por causa do seu interesse pela terra. A exploração e a distribuição das terras agrícolas mereceram a sua máxima atenção. Uma das medidas mais conhecidas que tomou foi a de mandar plantar o pinhal de Leiria.

A prosperidade reinava no território. Um grande número de novas povoações, castelos e muralhas evidenciavam a expansão económica do reino. Atendendo à importância das ordens religiosas na época, D. Dinis não as desprezou durante o reinado, tendo-se assistido à nacionalização da Ordem de Sant'Iago e à criação da Ordem de Cristo.

O monarca fez do seu reinado a idade de ouro da poesia medieval. Apaixonado pelas letras e pela música, foi um notável trovador e autor de dezenas de cantigas de amor, de amigo, de escárnio e maldizer e pastorelas. A sua Corte era o local de encontro de artistas e poetas, em atividades em que o rei participava entusiasticamente.

O empenho a nível cultural de D. Dinis foi tão notório que, em 1290, criou um Estudo Geral em honra de Santa Maria e S. Vicente, em Lisboa.

Foi esta instituição de ensino, que mais tarde foi transferida para Coimbra, que veio a dar origem à primeira universidade portuguesa.

A adoção do português como língua oficial em documentos escritos, também usado a partir de então na literatura, foi uma das suas determinações com maior relevância.

D. Dinis foi sepultado no Mosteiro de Odivelas, como era de sua expressa vontade, numa igreja em homenagem a S. Dionísio e num túmulo em que mandou lavrar: “Mando soterrar o meu corpo no meu Mosteiro de São Dinis de Odivelas, entre o coro e a capela-mor, onde eu mandei fazer sepultura para mim, o qual mosteiro eu fundei e fiz e dotei”.

Com a sua morte terminou um longo reinado caracterizado pelo progresso intelectual e económico, firmado em notáveis estruturas jurídicas e culturais.

A sua personalidade e atividade política foram tão marcantes que chegou a ser considerado, no seu tempo, o melhor rei e poeta da Península Ibérica.

Para sempre ficou um dito popular que exprime o sucesso deste monarca: “El-rei D. Dinis fez tudo quanto quis”.

Biografia de Dom Diniz I

Rei de Portugal

Dom Diniz I (1261-1325) foi o sexto rei de Portugal. Reinou 46 anos – entre 1279 e 1325. Poeta e protetor dos trovadores, ficou conhecido como o Rei Trovador. Tamb�m incentivou a agricultura o que lhe valeu outro cognome, o de Rei Lavrador.

Dom Diniz nasceu em Lisboa, Portugal, no dia 9 de outubro de 1261. Era filho de D. Afonso III, da dinastia de Borgonha, e de sua segunda mulher, D. Beatriz de Castela e Gusm�o. Era neto do rei Afonso X de Le�o e Castela.

Ascens�o ao trono

Dom Diniz recebeu uma verdadeira educa��o de pr�ncipe, mas a ascens�o ao trono n�o foi pac�fica. Com a morte do rei D. Afonso III, em 1279, o infante D. Afonso, reclamava o direito � coroa.

Alegava ser ele o leg�timo herdeiro, pois seu irm�o Dom Diniz tinha nascido antes de o papa ter reconhecido o casamento de D. Afonso III com D. Beatriz, o que fazia o primog�nito um ileg�timo. Por�m, Dom Diniz foi aclamado em Lisboa em 1279.

Provocador, D. Afonso que era senhorio de v�rias vilas, entre as quais Vide, na Regi�o do Alentejo, mandou mur�-la, manifestando o seu poder sobre aquelas terras.

  • Dom Diniz aproveitou o desafio para mostrar ao irm�o que as suas ambi��es n�o vingariam e, acompanhado por homens de seu mando, submeteu o irm�o � obedi�ncia r�gia.
  • Dom Diniz I buscou pacificar as rela��es com o papa, que no reino de seu pai havia recebido dos cl�rigos um rol de quarenta e tr�s queixas, entre elas, a do costume e a de maus tratos aos homens de deus.
  • O papa havia interditado o reino, o que significava que estavam proibidos os of�cios lit�rgicos nos locais p�blicos, uma das penaliza��es que dirigida ao rei castigava tamb�m o povo.
  • Conciliador, Dom Diniz I iniciou o processo de negocia��es com o papa, que culminaram, em 1289, com a concordata de Nicolau IV.

O Rei Lavrador

O cognome de Lavrador veio das medidas que o rei Dom Diniz I tomou para estimular a agricultura. Distribuiu terras aos colonos, mandou construir canais e secar p�ntanos, para que as terras in�teis se transformassem em terrenos agr�colas.

Com o mesmo prop�sito, idealizou o pinhal de Leiria, que mandou semear para impedir que as areias se acumulassem nas plan�cies mais f�rteis.

Os campos bem cuidados permitiram os excedentes e com eles aumentaram as trocas comerciais, em Portugal e tamb�m no estrangeiro, principalmente com a Inglaterra, Bretanha e Flandres.

Para facilitar as exporta��es, que se faziam sobretudo por mar, contratou marinheiros experientes para que ensinassem os portugueses. Ele mesmo foi a G�nova, buscar o l�der naval, Manuel Pezagno.

O Rei Trovador

A literatura tamb�m foi beneficiada no reino de Dom Diniz I, que fundou a primeira universidade do pa�s, que funcionou em Lisboa e depois foi transferida para Coimbra. Deu oportunidade de estudo ao clero e aos leigos.

Poeta e protetor de trovadores e jograis, comp�s diversas cantigas distribu�das por todos os g�neros: 73 Cantigas de Amor, 51 Cantigas de Amigo e 10 Cantigas de Esc�rnio e Maldizer. Foi o primeiro rei de Portugal a assinar seus documentos com o nome completo

Administra��o do reino

Dom Diniz foi um rei essencialmente administrador e n�o guerreiro. Envolveu-se na guerra com Castela, em 1295, mas desistiu dela em troca das vilas de Serpa e Moura.

Pelo tratado de Alcanises, em 1297, firmou a Paz com Castela, quando foi definido as fronteiras atuais entre os dois pa�ses ib�ricos.

D. Diniz acompanhava de perto as atividades do reino. Fazia-se acompanhar dos documentos necess�rios ao seu destino em um ba� com duas fechaduras, que se chamava arca burra.

O restante dos documentos, como testamentos, contratos ou doa��es, os guardava no Mosteiro de Alcoba�a ou no de Santa Cruz de Coimbra. Em seu reinado, Lisboa acentuou-se como local de perman�ncia da corte r�gia.

Dom Diniz I e D. Isabel de Arag�o

Dom Diniz casou-se com D. Isabel de Arag�o no ano de 1282, em Trancoso, Portugal, o escolhido por seus pais, D. Pedro III de Arag�o e D. Constan�a.

Isabel estava mais inclinada a encerrar-se em um convento, no entanto, como era submissa, encarou a vontade dos pais como um pedido dos c�us.

Tra�da pelas aventuras amorosas do marido, Isabel dedicou o seu amor e carinho aos pobres. Com um grande cora��o, al�m de seus dois filhos leg�timos: D. Constan�a, que casou com o rei Fernando IV de Castela, e D. Afonso, o herdeiro do trono, e tamb�m acolheu os filhos ileg�timos do rei.

Ap�s a morte do marido, ela retirou-se para o Mosteiro das Clarissas de Coimbra, onde passou a viver como religiosa, ap�s doar todos os seus bens pessoais aos mais necessitados.

Dom�Diniz I�faleceu em Santar�m, Portugal, no dia 7 de janeiro de 1325. Foi sepultado no Convento de S�o Diniz, em Odivelas, distrito de Lisboa, Portugal.

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