Pais Que Tem Como Vizinhos Polonia Alemanha Austria E Eslovaquia?

Juliana Bezerra

Professora de História

  • O Leste Europeu é formado por países localizados no centro do continente europeu.
  • Este termo indica uma série de países que tiveram uma trajetória histórica e cultural diferente dos países da Europa Ocidental.
  • Também podemos designá-lo Europa Oriental ou Europa do Leste.

Pais Que Tem Como Vizinhos Polonia Alemanha Austria E Eslovaquia?Mapa com as diferentes regiões do continente europeu. Em laranja, o Leste Europeu.

Países do Leste Europeu

  • Albânia
  • Bielorrússia
  • Bósnia e Herzegóvina
  • Bulgária
  • República Tcheca
  • Croácia
  • Geórgia
  • Eslováquia
  • Estônia
  • Hungria
  • Kosovo (reconhecimento discutido)
  • Letônia
  • Lituânia
  • Macedônia, República da Macedônia (ou Antiga República Iugoslava da Macedônia/FYROM)
  • Moldávia
  • Montenegro
  • Polônia
  • Romênia
  • Rússia
  • Sérvia
  • Ucrânia
  1. Atualmente, várias cidades do Leste Europeu passam por um processo de descoberta pelos próprios vizinhos e turistas de todo mundo.
  2. Todas elas atraem pela incrível oferta cultural e também os preços mais baratos que outras capitais como Londres ou Paris.
  3. Desta maneira, vemos como Praga, capital da República Tcheca; Budapeste, capital da Hungria e recentemente, Zagrebe, capital da Croácia, estão cada vez mais populares entre os viajantes.

Resumo

Os países do Leste Europeu são agrupados conforme suas características culturais e históricas.

Normalmente, reúnem países que ficaram sob a influência da Igreja Ortodoxa e possuem o idioma de origem eslava.

Muitos deles como Sérvia, Montenegro, Croácia foram dominados pelo Império Turco-Otomano. Por isso encontramos um número grande de muçulmanos estabelecidos ali há vários séculos.

Por sua vez, regiões como a Hungria, República Tcheca e a Eslováquia fizeram parte do Império Austro-Húngaro. Possuem uma cultura próxima ao ocidente, apesar de não terem sido ocupados pelo Império Romano.

Primeira Guerra Mundial

Depois da Primeira Guerra Mundial, os Impérios que dominavam essa região se desfizeram.

Vários povos conseguem, neste momento, a sua independência. É criado o Reino da Iugoslávia, e os países Áustria, Hungria, Tchecoslováquia, Albânia, Finlândia, Estônia, Letônia, Lituânia e Polônia.

A Guerra Fria e o Leste Europeu

Depois da Segunda Guerra Mundial, a região foi libertada dos nazistas pelos soviéticos. Assim, essas nações adotaram o socialismo como regime de governo.

  • Também assinaram o Pacto de Varsóvia em 1955 a fim de estabelecerem uma união e um sistema de defesa parecido ao da OTAN.
  • A única exceção foi a Iugoslávia que não se alinhou com a política soviética embora fosse socialista.
  • De todas as formas, a expressão “leste europeu” foi largamente utilizada para designar os países do continente que haviam adotado o socialismo como regime de governo.
  • Devido ao isolamento e à influência da União Soviética nesses países, o ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill denominou este processo de Cortina de Ferro.

Queda do Muro de Berlim (1989)

Em 1989, com a queda do Muro de Berlim, os regimes socialistas vão caindo um após outro no Leste Europeu. Com exceção da Romênia e da Iugoslávia, a transição foi realizada de maneira pacífica.

Na Romênia, houve uma disputa entre os antigos dirigentes socialistas, o Exército e o povo. O levante popular bombardeou edifícios de Bucareste e terminou com o dirigente Nicolai Ceausescu e sua mulher Elena Ceausescu, presos e fuzilados.

  1. A antiga Iugoslávia mergulharia num conflito sangrento onde cada uma das nações da antiga república socialista, desejavam constituir um país soberano.
  2. A década de 90 foi especialmente dura, pois estas nações tiveram que passar de uma economia estatal para uma economia de mercado.
  3. Atualmente, alguns dos antigos países do Leste Europeu fazem parte da União Europeia tornando o termo obsoleto.

Tem mais textos sobre este tema para você:

  • Muro de Berlim
  • Fim da URSS
  • Europa
  • União Europeia
  • Países da Europa

Exercícios de Vestibular

  • 1. (UFMG) Considerando-se a fragmentação territorial da ex-Iugoslávia, é CORRETO afirmar que esse processo:
  • a) foi um desdobramento dos choques entre as diversas nacionalidades que, até então, compunham o País.
  • b) decorreu da queda da Monarquia, responsável pela unidade política e pela integridade territorial do País.
  • c) resultou da luta da Sérvia, apoiada pela Bósnia, contra Montenegro, de população majoritariamente muçulmana.
  • d) derivou da resistência da Federação à política de Tito, que transformou o País em uma República Social Democrata.

O que explica as grandes diferenças em número de casos entre a Europa ocidental e o resto do continente – BBC News Brasil

Pais Que Tem Como Vizinhos Polonia Alemanha Austria E Eslovaquia?

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

Especialistas listam fatores que podem ter influenciado na grande diferença de casos entre países vizinhos

A crise do coronavírus estabeleceu uma espécie de fronteira sanitária entre os países da Europa Ocidental e os da Europa Central e Oriental.

Assim como Itália e França, Espanha e Reino Unido superaram a barreira de 25 mil mortes da covid-19, enquanto se somarmos o número de mortes na Polônia, Eslováquia, República Tcheca, Hungria, Áustria e Romênia, o total não chega a 3 mil.

Estes são países com uma população muito menor, mas se observarmos o número de mortes a cada 100 mil habitantes, a diferença se torna clara.

Comparado às 54,42 mortes a cada 100 mil habitantes registradas na Espanha, 48,12 na Itália, 37,63 na França ou 43,33 no Reino Unido, a Polônia registra 1,84; Eslováquia 0,46; República Tcheca 2,37; Hungria 3,59; Áustria 6,78 e Romênia 4,20 (valores da Universidade Johns Hopkins do dia 6 de maio de 2020).

A menor incidência de coronavírus tem levado vários desses países a suspender as medidas de quarentena mais cedo e em maior extensão do que alguns de seus vizinhos ocidentais.

Mas como se explica essa lacuna entre leste e oeste em um continente tão interconectado?

Legenda da foto,

O número de mortes a cada 100 mil habitantes na Áustria é de 6,78 enquanto na vizinha Itália é de 47,80

Como vimos em outros países europeus que registraram um bom desempenho na luta contra o coronavírus, como Grécia ou Portugal, várias nações da Europa Central e Oriental também contaram com a vantagem do tempo.

Enquanto a Itália registrou seus primeiros casos do novo coronavírus em janeiro, a doença só chegou a Polônia, República Tcheca e Eslováquia no março.

“(O vírus) chegou mais tarde, então tivemos um alerta (sobre o que estava acontecendo na Itália e na Espanha) do que poderia acontecer”, disse à BBC News Mundo Agnieszka Sowa-Kofta, especialista em Saúde e Política Social do Centro para a pesquisa social e econômica polonesa (Case, na sigla em polonês).

“Sabendo que nossos sistemas de saúde são mais pobres em termos de financiamento, equipamentos, preparação… as autoridades de todos esses países se comprometeram com uma ação muito rápida.”

Entre essas ações, Eslováquia, Polônia, República Tcheca e Hungria estavam entre os primeiros países europeus a fechar suas fronteiras. Além disso, outras medidas restritivas foram adotadas, como o fechamento de escolas e negócios não essenciais e restrições à circulação de pessoas quando o número de casos ainda era muito baixo.

Itália e Espanha, por exemplo, adotaram medidas semelhantes quando o número de infecções já estava na casa dos milhares.

“A quarentena na Polônia, por exemplo, foi decretada quando houve 11 casos e as fronteiras foram fechadas muito rapidamente nesses países. A mobilidade foi bastante reduzida e a possibilidade de espalhar o vírus também.”

No entanto, Sowa-Kofta também observa que nem todos os casos podem estar sendo relatados.

“Há virologistas na Polônia dizendo que há mais casos do que os relatados, mas isso também acontece na Europa Ocidental, realmente não sabemos a escala”, diz ele.

Para Thomas Czypionka, especialista em políticas de saúde do Instituto de Estudos Avançados (IHS, na sigla em inglês), com sede em Viena, um fator chave para explicar a menor incidência de coronavírus na Europa Oriental e Central é que esses países têm menos conexões com a China, onde o novo coronavírus foi detectado primeiro no final de 2019.

“A Itália, por exemplo, tem laços muito fortes com a China, com trabalhadores imigrantes em sua indústria têxtil, e também recebe muito mais turistas chineses”, disse o especialista à BBC News Mundo. “Os países do leste têm menos laços com a China.”

Legenda da foto,

As estações de esqui tornaram-se fontes de contágio na Áustria

Um caso particular é o da Áustria, um país que faz fronteira com o norte da Itália e que foi um dos mais bem-sucedidos em conter a pandemia.

A Áustria tem mais de 15.500 casos confirmados de coronavírus e 608 mortes.

Os primeiros casos de coronavírus foram registrados no país da Europa Central no dia 25 de fevereiro: dois italianos que moravam em Innsbruck, que haviam visitado recentemente sua casa na Lombardia, norte da Itália.

No entanto, o número de mortos a cada 100 mil habitantes da Áustria (6,78) é mais semelhante ao de seu outro vizinho, a Alemanha (8,28), do que à Itália (47,80).

“Um fator é que, por ter fronteira com a Itália, quando recebemos as notícias de lá, agimos muito rapidamente porque sabíamos que, quando eles têm um problema, nós temos um problema”, explica Czypionka.

“Temos laços muito fortes entre o oeste da Áustria e o norte da Itália. Sabíamos que, por meio dessas conexões, o vírus também nos atingiria. Então o governo agiu com muita rapidez.”

O especialista explica que o coronavírus se tornou uma doença de notificação obrigatória (cada caso suspeito tinha que ser relatado ao Ministério da Saúde) em 27 de janeiro, enquanto em outros países, como o Reino Unido, isso ocorreu em março.

Legenda da foto,

Na Áustria, um fator que contribuiu para a baixa incidência de coronavírus foi a introdução da doença no país por jovens

No início de março, com poucos casos registrados, a Áustria impôs restrições às viagens — proibiu a entrada de pessoas vindas da Itália devido à propagação do vírus naquele país —, fechou escolas e universidades e, em 12 de março, impôs limitações ao movimento de pessoas, algo que para muitos foi considerado um pouco radical, já que quase nenhum país europeu havia adotado medidas tão drásticas.

Seguindo o exemplo de seus vizinhos do leste, como República Tcheca e Eslováquia, a Áustria também tornou obrigatório o uso de máscaras nos supermercados e no transporte público, quando ainda não havia evidências conclusivas sobre sua eficácia.

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Para Czypionka, existem outros fatores que explicam a particularidade do caso austríaco — e ,por extensão, de outros países da Europa Central — em comparação com países como Itália ou Espanha.

“Um deles”, explica, “tem a ver com a maneira como o vírus foi introduzido nessas sociedades. Em muitos países da Europa central, o vírus foi introduzido em uma população jovem”.

“Na Áustria, por exemplo, o vírus foi introduzido por pessoas que esquiam, geralmente jovens, e o transmitiram aos colegas. Ou seja, pessoas na faixa dos 40 anos ou menos o espalharam para outros com a mesma idade.”

Ao contrário da Itália, por exemplo, onde o vírus se espalhou em áreas onde uma população mais velha está concentrada, “o vírus se espalhou nos países da Europa central em uma camada demográfica que não estava em risco”.

Czypionka destaca outro fator que desempenhou um papel fundamental na forma como o vírus foi contido na Europa Central e Oriental: a porcentagem de jovens que vivem com seus pais idosos é maior na Itália, na Espanha e até na França, do que no Europa Central e Oriental.

Em outras palavras, o contágio para grupos de risco foi muito mais limitado, segundo o especialista.

“Na Espanha ou na Itália, o vírus se espalhou para as gerações mais antigas mais rapidamente do que na Europa Central e Oriental, porque a estrutura familiar é diferente”.

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A Áustria foi um dos primeiros países da Europa a diminuir as restrições de quarentena

Assim como estavam entre os primeiros países a impor medidas restritivas, os países da Europa Central e Oriental também estão entre os primeiros a suspender a quarentena.

A Áustria se tornou um dos primeiros países da Europa a suspender as restrições, com a reabertura de pequenas lojas no dia 14 de abril, enquanto o uso de máscaras permanece obrigatório nos transportes e estabelecimentos públicos.

Em 1º de maio, foi permitida a reabertura de salões de cabeleireiros, lojas de mais de 400 metros quadrados e instalações para esportes ao ar livre. Restaurantes, bares e museus devem reabrir ainda este mês.

Na Hungria, exceto na capital, Budapeste, os espaços ao ar livre em cafés e restaurantes reabriram na segunda-feira, dia 4 de maio, assim como praias.

Na Eslováquia, por exemplo, onde há um total de 1.421 casos e apenas 25 mortes, a partir desta quarta-feira já serão reabertas lojas que não estejam em grandes shoppings, hotéis, museus, galerias e atrações turísticas ao ar livre.

Na Polônia, hotéis, shopping centers, alguns centros culturais, incluindo bibliotecas e alguns museus, reabriram no dia 4 de maio.

Sowa-Kofta, do think tank polonês Case, explica que as razões para a reabertura na Polônia são políticas: o governo queria realizar as eleições presidenciais agendadas para 10 de maio, talvez não com votação presencial, mas pelo correio, embora houvesse várias perguntas sobre sua legitimidade.

Mas, no fim das contas, o governo polonês teve que adiá-las. A eleição será remarcada para uma data “o mais brevemente possível”.

Mas a especialista explica que a maioria dos outros países da Europa Central e Oriental decidiu reabrir tão rapidamente por causa da ameaça que as restrições representavam para a economia.

“Depois de um bom desempenho nos últimos anos, agora caiu muito rapidamente, com taxas de desemprego não vistas desde os anos 1990”, diz.

E, apesar da reação rápida, esses países não estarão imunes à crise econômica que o coronavírus está causando.

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Fronteiras europeias reabrem de forma gradual e de acordo com cada país

Pais Que Tem Como Vizinhos Polonia Alemanha Austria E Eslovaquia?

Fronteira entre França e Itália em Menton, em 3 junho de 2020 – AFP

  • Depois de três meses de isolamento dentro das fronteiras nacionais, os europeus têm, a partir desta segunda-feira (15), a possibilidade de viajar de maneira mais fácil entre um país e outro, uma consequência da desaceleração da pandemia do novo coronavírus.
  • Mas é necessário prestar atenção antes de fazer as malas, pois o retorno à livre-circulação dentro da Europa acontece de maneira escalonada e diferenciada.
  • A partir desta segunda-feira, o mapa da Europa registra luzes verdes, amarelas e laranjas, de acordo com a origem, ou o destino da viagem.
  • – Acessíveis –

A Itália deu o sinal em 3 de junho ao reabrir suas fronteiras a todos os viajantes, apesar das restrições da maioria dos Estados a respeito do país. O território foi um dos focos mais importantes da pandemia na Europa.

  1. Outro país com pressa para salvar a temporada de turismo é a Croácia, que também se antecipou e reabriu as fronteiras na quinta-feira, assim como a Polônia, acessível para todos os cidadãos europeus desde sábado.
  2. Muitos países optaram pela “estratégia da cebola”, abrindo primeiro as fronteiras com os países vizinhos para depois ampliar o perímetro de circulação.
  3. Portanto, já é possível circular sem controle na Europa central, ou de um país báltico para o outro.
  4. Em um continente onde cada país estava entrincheirado desde meados de março, dois Estados – Suécia e Luxemburgo – foram mais flexíveis com os viajantes da União Europeia (UE).
  5. – Reabertura na segunda-feira –
  6. Bélgica, França e Grécia restabeleceram a livre-circulação na manhã desta segunda-feira com todos os países do continente.
  7. A Grécia, que tem sua economia amplamente baseada no turismo, vai além e convida os turistas de vários países que não integram a UE, como Austrália, Nova Zelândia, Japão, Coreia do Sul e China.
  8. Alemanha e Áustria suspenderão os controles de chegada por rodovia, ferrovia, ou por viagens aéreas, à meia-noite desta segunda-feira.
  9. Entre os países que reabriram as fronteiras, muitos (como Hungria, Bulgária, Áustria, República Tcheca, Eslováquia e Letônia) mantêm restrições para os viajantes procedentes de países europeus com taxa de infecção considerada elevada.

Cada país estabeleceu sua lista de áreas de risco. Suécia e Grã-Bretanha estão invariavelmente incluídas, assim como Espanha e Portugal em vários casos. Em alguns países a lista também conta com Holanda, Bélgica e França.

  • As listas são revisadas com frequência.
  • Em alguns casos, está proibido viajar para ou a partir de tais destinos, ou as autoridades exigem um exame de detecção da COVID-19 com resultado negativo, ou um isolamento de 14 dias.
  • A França advertiu que aplicará “reciprocidade” aos países que impõem restrições a seus cidadãos.
  • – Ainda fechados –
  • A Romênia ainda não estabeleceu uma data para a reabertura de suas fronteiras.
  • Prevista inicialmente para 1º de julho, a data de reabertura da Espanha aos turistas foi antecipada para 21 de junho, com exceção da fronteira terrestre com Portugal, onde os controles prosseguirão até 1º de julho.
  • Por “reciprocidade”, a França pretende continuar no futuro imediato com os controles na fronteira com a Espanha.

Como parte de um projeto-piloto, a região das Baleares dará as boas-vindas a quase 11.000 alemães a partir de 15 de junho.

A Noruega reabrirá as fronteiras nesta segunda-feira apenas aos outros países nórdicos, com exceção da Suécia. A Dinamarca também é seletiva, limitando nesta etapa a recepção a pessoas procedentes da Alemanha, da Noruega, ou da Islândia.

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Países | União Europeia

A UE nem sempre teve a dimensão atual. Em 1951, ano em que se iniciou a cooperação económica na Europa, apenas a Bélgica, a Alemanha, a França, o Luxemburgo e os Países Baixos participavam neste projeto.

Com o passar do tempo, o número de países interessados em fazer parte da UE foi aumentando. Atualmente, a UE é constituída por 27 países. O Reino Unido saiu da União Europeia em 31 de janeiro de 2020.

Os 27 países da UE

Por ordem alfabética

Por data de adesão

Breve apresentação dos países da UE

Países que usam o euro

O euro (cujo símbolo é: €) é a moeda oficial de 19 dos 27 países da UE. Esses países constituem a chamada área do euro ou, mais informalmente, zona euro.

Que países usam o euro?

Membros do espaço Schengen

O espaço Schengen é um dos maiores feitos da UE.

Trata-se de um espaço sem fronteiras internas no interior do qual os cidadãos europeus e muitos nacionais de países que não pertencem à UE podem circular livremente, em turismo ou por motivos de trabalho, sem serem sujeitos a controlos fronteiriços. Criado em 1985, este espaço tem vindo gradualmente a crescer, englobando, hoje em dia, quase todos os países da UE e alguns países associados.

  • Em paralelo com a supressão das fronteiras internas, assistiu-se a um reforço dos controlos nas fronteiras externas comuns, com base nas regras de Schengen, para garantir a segurança de quem vive ou viaja no espaço Schengen.
  • Lista dos países que fazem parte do Espaço Schengen
  • Alemanha
  • Áustria
  • Bélgica
  • Chéquia
  • Dinamarca
  • Eslováquia
  • Eslovénia
  • Espanha
  • Estónia
  • Finlândia
  • França
  • Grécia
  • Hungria
  • Islândia
  • Itália
  • Letónia
  • Liechtenstein
  • Lituânia
  • Luxemburgo
  • Malta
  • Noruega
  • Países Baixos
  • Polónia
  • Portugal
  • Suécia
  • Suíça
Leia também:  Como Dizer Ao Chefe Que Esta Insatisfeito?

Mais sobre o Espaço Schengen

Aderir à UE

A adesão à UE é um processo complexo e demorado. Além de ter de cumprir as condições de adesão, o país candidato tem de aplicar a legislação e a regulamentação europeias em todos os domínios.

Os países que satisfazem as condições de adesão podem apresentar a sua candidatura. Estas condições, conhecidas como «critérios de Copenhaga», implicam a existência de uma economia de mercado livre, de uma democracia estável e de um Estado de Direito, bem como a aceitação de toda a legislação e regulamentação europeias, nomeadamente o euro.

Um país que deseje aderir à UE deve apresentar a sua candidatura ao Conselho, que, por sua vez, solicita à Comissão que avalie a sua capacidade para satisfazer os critérios de Copenhaga. Se a Comissão der um parecer positivo, o Conselho tem de chegar a acordo sobre um mandato de negociação. São então oficialmente abertas negociações durante as quais cada domínio é debatido separadamente.

Dado o grande volume de legislação e regulamentação europeias que cada país candidato tem de transpor para o direito nacional, as negociações requerem bastante tempo. Durante o período de pré-adesão, os países candidatos beneficiam de apoio financeiro, administrativo e técnico.

Países candidatos

Países que se encontram na fase de «transposição» da legislação europeia para o direito nacional:

  • Albânia
  • Macedónia do Norte
  • Montenegro
  • Sérvia
  • Turquia

Potenciais candidatos

Países candidatos potenciais que ainda não satisfazem as condições para aderir à UE:

  • Bósnia-Herzegovina
  • Kosovo** Esta designação não prejudica as posições relativas ao estatuto e está conforme com a Resolução 1244/99 do CSNU e com o parecer do TIJ sobre a declaração de independência do Kosovo.

Mais informações sobre o alargamento

Outros países europeus

  • Mónaco
  • Noruega
  • Reino Unido
  • Rússia
  • São Marino
  • Suíça
  • Ucrânia
  • Vaticano

Áustria e países vizinhos aumentam controles na fronteira em resposta à Alemanha

A Áustria colocou soldados na sua fronteira com a Hungria nesta segunda-feira, enquanto a Eslováquia e outros países vizinhos intensificaram os controles em suas fronteiras, em mais uma tentativa de conter o número de imigrantes que tentam viajar sem passaporte na Europa, um dia depois de a Alemanha ter anunciado controle de passaporte em sua fronteira.

Autoridades austríacas disseram que o movimento foi uma resposta direta à decisão da Alemanha no domingo, que visava controlar o fluxo diário de milhares que chegam da vizinha Áustria, através da Hungria e dos Balcãs, para solicitar asilo na Alemanha ou passar para outros países como a Suécia.

“Se a Alemanha faz controles nas fronteiras, em seguida, a Áustria também deve fortalecer os controles fronteiriços – no interesse da população nacional – e estamos fazendo isso agora”, disse o vice-chanceler austríaco, Reinhold Mitterlehner, em uma entrevista coletiva em Viena. “Este será também um sinal claro de que a travessia desordenada da fronteira já não pode ter lugar no futuro”, acrescentou.

Mitterlehner e a chanceler, Werner Faymann, afirmaram que os 2.200 soldados austríacos ajudariam a polícia austríaca em apoio humanitário para o fluxo de imigrantes, bem como para verificar os documentos de pessoas que tentam atravessar a fronteira.

O direito fundamental para fazer um pedido de asilo não seriam afetados, disseram, mas insistiram que outros países europeus precisam das assistência à Alemanha e à Áustria e tomar mais requerentes de asilo.

O governo da Eslováquia disse hoje também que irá reintroduzir temporariamente controles nas fronteiras com a Áustria e com a Hungria, em reação à decisão da Alemanha. O governo em Bratislava disse que foram implementados 220 policiais adicionais para a sua fronteira sul e oeste com o intuito de patrulhar toda a fronteira, não apenas as estradas.

  • Separadamente, o primeiro-ministro da Polônia disse também que pode restaurar controles nas fronteiras com os países vizinhos da União Europeia se identificar qualquer ameaça ao país.
  • Segundo as regras da União Europeia, a Alemanha pode manter seus atuais controles na fronteira com a Áustria por um período máximo de dois meses, disse uma autoridade.
  • A Alemanha é o único país que, até agora, notificou a Comissão Europeia cobre o controle nas fronteiras, apesar de a Áustria, a Hungria e a República Checa também terem aumentado os seus controles policiais.

A imigração, geralmente, não é um fator para que os governos introduzam controles nas fronteiras, mas, neste caso, a Comissão considera o movimento alemão “justificado” e “proporcional”, disse uma autoridade, que não estava autorizado a falar sobre o registro. Fonte: Dow Jones Newswires.

Que países europeus já abriram fronteiras? E quais não aceitam turistas portugueses?

Na Europa, regressa-se à normalidade possível em todas as áreas — e também no turismo, um dos grandes motores económicos do Velho Continente.

Nesta segunda-feira, seis países europeus reabrem as fronteiras aos turistas: Alemanha, França, Grécia, Bélgica, Suíça e Holanda. Na Áustria, as fronteiras abrem-se na terça-feira.

Mas esta reabertura não se faz por inteiro em todos os países. E há quem deixe os portugueses de fora na hora de escolher que turistas aceitar.

Alguns países estão a pedir aos viajantes que cumpram um período de isolamento obrigatório de 14 dias, outros exigem que os turistas tenham alojamento marcado antes de entrar nos países. Há ainda quem imponha regras específicas relacionadas com a situação epidemiológica do país de partida — e alguns excluem Portugal com base nesse critério. É o caso da Áustria, Chipre e Lituânia.

Alemanha

As fronteiras alemãs já estavam abertas às vizinhas Áustria, Suíça e França desde 16 de Maio, mas nesta segunda-feira todas as restrições fronteiriças aplicadas a 31 países europeus foram levantadas e substituídas por recomendações aos viajantes. É uma reabertura feita a medo: Helge Braun, chefe de gabinete de Angela Merkel, admite que as férias de Verão podem aumentar o risco de um novo surto de covid-19 no país.

“Se os turistas voltarem de um local com muitos casos para as suas casas na Alemanha, não seremos capazes de identificar as cadeias de transmissão, e iremos rapidamente acabar numa situação em que teremos de implementar medidas nacionais”, disse Braun ao jornal Frankfurter Allgemeine Sonntagzeitung. É “prioridade máxima” do Governo garantir que isso não acontece.

França

Os cafés e restaurantes da região da capital francesa voltaram, nesta segunda-feira, a instalar as suas esplanadas. As lojas reabriram e encheram-se, assim como as principais artérias de Paris.

Os locais que concentram mais turistas — como a Torre Eiffel ou o Museu do Louvre — já têm datas no horizonte para a reabertura, mas o primeiro a abrir portas vai ser o Palácio de Versalhes, já nesta segunda-feira.

O regresso do turismo a França faz-se a passos curtos, uma vez que “a epidemia ainda não acabou”, avisou Emmanuel Macron no domingo. 

O país, que recebe cerca de 89 milhões de visitantes por ano, poderá não recuperar na totalidade ainda este ano, mas nesta segunda-feira dá um passo importante nesse sentido: as fronteiras voltam a estar abertas aos turistas europeus.

Regra geral, não há isolamento obrigatório para os visitantes vindos da União Europeia, espaço Schengen ou Reino Unido, mas aplica-se o princípio da reciprocidade.

Isto quer dizer que se um destes países pedir aos turistas franceses que cumpram um período de isolamento, França impõe a mesma condição aos nacionais.

Além disso, os turistas espanhóis e britânicos que cheguem ao país são aconselhados a cumprir um período de isolamento voluntário.

Grécia

Destino turístico por excelência, a Grécia voltou a abrir as suas fronteiras a uma lista de países “não afectados por um alto risco de transmissão”, como descreve o site Re-Open, da Comissão Europeia.

Entre eles contam-se a Alemanha, República Checa, Áustria e Coreia do Sul, mas deixa de parte vários países, incluindo Portugal.

Esta lista está em vigor a partir desta segunda-feira e até ao final do mês de Junho.

Todos os passageiros vindos de aeroportos considerados de alto risco pela Agência da União Europeia para a Segurança da Aviação terão de ser testados.

No caso de Portugal, os turistas que viajem a partir do Aeroporto Francisco Sá Carneiro (no Porto) e da Portela (Lisboa) terão de fazer um teste de despiste obrigatório.

Se o resultado for negativo, os turistas terão de passar uma semana em isolamento. Serão duas semanas se o resultado for positivo.

O país, que todos os anos recebe mais de 33 milhões de visitantes, de acordo com a BBC, está deserto.

O turismo é o grande motor que o faz andar e a calma sentida nos principais destinos turísticos está a provocar estranheza nos residentes. “Parece que me deram as chaves para a Disneylândia.

Mas ao mesmo tempo, sei que isto não aconteceu para o meu benefício. É um desastre global a grande escala”, disse Michael Ermogenis, residente em Santorini, à BBC.

Bélgica

A partir desta segunda-feira, as fronteiras da Bélgica estão novamente abertas para os turistas da União Europeia, incluindo o Reino Unido, e os quatro países do espaço Schengen.

Locais como cafés e restaurantes já abriram no início de Junho, com alguns cuidados, como a distância entre as mesas.

No entanto (e ao contrário do que acontece em Portugal), o horário é alargado e vai até à 1h.

A verdadeira aposta, no entanto, vai para o turismo interno: no país está a ser discutida a ideia de dar a cada residente na Bélgica dez bilhetes de comboio grátis para incentivar as férias dentro do país.

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Suíça

Nesta segunda-feira, as autoridades suíças levantaram as restrições de circulação com os países vizinhos e outros países do espaço Schengen. As autoridades alertam para a necessidade de não baixar a guarda. E os operadores turísticos respiram de alívio, mas sabem que vai ser difícil ultrapassar esta crise. 

“Os efeitos a curto prazo já são terríveis”, disse Véronique Kanel, porta-voz do Turismo da Suíça, à Swissinfo. “E as previsões para o Verão ainda são muito cautelosas, com uma taxa de ocupação de 24% para o sector hoteleiro e 42% para o alojamento temporário”, ilustra.

Países Baixos

Todos os turistas vindos da União Europeia e dos países do espaço Schengen podem entrar nos Países Baixos sem cumprir um período de isolamento obrigatório, com duas excepções: os viajantes vindos da Suécia e do Reino Unido devem ficar isolados durante 14 dias.

Há pouco espaço para o improviso: a partir do momento em que entram no país, os viajantes têm de fazer prova de que têm alojamento, e podem ser “parados à entrada se não tiverem uma reserva válida”, alerta o site Re-Open EU.

Os viajantes portugueses que queiram entrar no país não enfrentam, por isso, obrigações especiais, e o Governo holandês colocou Portugal na lista de “países para ir de férias”. Fora dessa selecção ficaram o Reino Unido e a Suécia (pelo elevado número de casos), mas também a Dinamarca, Grécia, Malta e Noruega, que fecharam as fronteiras aos holandeses.

Dinamarca

A Dinamarca acrescentou Portugal à lista de países para os quais as suas fronteiras estão abertas na actualização de 30 de Julho.

Na lista original, publicada a 27 de Junho, o país nórdico anunciou a abertura das fronteiras a todos os cidadãos de países da União Europeia, espaço Schengen e Reino Unido, tendo nessa altura excluído Portugal com base em critérios epidemiológicos (infecções por 100 mil habitantes). A Suécia também estava excluída e foi adicionada com Portugal.

Chipre

O Chipre divide os países consoante o nível de segurança consoante a situação epidemiológica: a categoria A é a que tem “o estado epidemiológico mais favorável”, seguida da B e da C, a menos segura.

A última actualização, a 11 de Agosto, viu Portugal ser colocado na categoria B, os países “com risco possivelmente baixo mas maior incerteza em comparação com a categoria A”, tendo estado até então na categoria C, de países “com risco acrescido comparados com a categoria A e B”.

Isto significa que quem quer viajar de Portugal para o Chipre tem de ter um teste com resultado negativo feito 72 horas antes de entrar no país.

Polónia

Na actualização mais recente, anunciada a 12 de Agosto pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros Português, a Polónia retirou Portugal da lista de países com restrições para viajantes à chegada.

Neste caso não existe obrigatoriedade de confinamento no regresso, mas todos os voos internacionais de aeroportos da União Europeia podem entrar na Polónia, com excepção dos voos directos vindos de Portugal (até 12 de Agosto),  Suécia, o Luxemburgo.

Pode-se entrar no país vindo de qualquer outro destino no espaço Schengen — incluindo de Portugal, por terra e mar. Há excepções, caso a pessoa viva na Polónia ou tenha lá família mesmo que chegue de países fora da União Europeia.

Os países que mantêm as fronteiras fechadas a Portugal

Para além da Grécia, há outros países que, a seu ritmo, foram reabrindo as fronteiras a alguns turistas mas deixaram os portugueses de fora. Nesta segunda-feira, eram pelo menos três: Bulgária, Áustria e Lituânia. E há ainda outros, como a Hungria ou a Eslováquia, cujas restrições são gerais, mas também incluem Portugal.

No caso da Bulgária, os turistas portugueses (assim como os suecos, belgas e britânicos) têm de cumprir um período de isolamento de 14 dias. Os restantes países (incluindo Espanha, Itália e França) têm permissão para entrar sem limitações.

Também na Áustria está proibida a entrada de turistas portugueses. As fronteiras austríacas estarão abertas a partir de terça-feira para todos os Estados-membros da União Europeia, Associação Europeia de Comércio Livre e Espaço Económico Europeu, com “excepção da Suécia, Reino Unido, Espanha e Portugal”. Os critérios, refere-se, são epidemiológicos.

No caso da Lituânia, também se invocam os critérios epidemiológicos — na quantidade de casos positivos observados por cada cem mil habitantes. E isso exclui três países da lista de viajantes que podem entrar: Suécia, Reino Unido e Portugal. Os lituanos que regressem ao país vindos desses países devem cumprir um período de isolamento de 14 dias.

Há ainda outros países cuja estratégia é fechar as fronteiras a todos — incluindo Portugal. É o caso da Hungria, que, por definição, não aceita viajantes excepto os que vierem da República Checa, Áustria, Alemanha, Eslováquia, Sérvia, Eslovénia e Croácia. No caso da Eslováquia, o país prepara-se para receber visitantes de 17 países, uma lista que exclui Portugal. 

ETIAS para Suíça

A Suíça é uma república situada na porção centro-oeste da Europa. Geograficamente dividida entre os Alpes, faz fronteira com a Itália ao sul, Alemanha ao norte, Áustria e Liechtenstein, a leste, e a França a oeste.

Os estonteantes alpes suíços dominam a maior parte do território, embora a maioria dos oito milhões de habitantes viva no planalto. As duas cidades mais populosas e economicamente importantes são Genebra e Zurique. Existem quatro idiomas oficiais: alemão, francês, italiano e romanche.

Um país moderno próspero e estável, com baixa taxa de desemprego, população com alto nível de escolaridade e o maior PIB per capita na Europa Ocidental.

A Suíça tem uma das mais pacíficas histórias da Europa, devido à sua política de neutralidade armada. O país não participa de guerras desde 1815. Além disso, é o berço da Cruz Vermelha e continua envolvido nos processos de construção da paz em todo o mundo.

Suíça como parte do espaço Schengen

A Suíça não é um país membro da União Europeia. Ainda assim está atrelada ao bloco político e econômico em muitos aspectos. Suíça é um dos poucos países não-UE que faz parte do Espaço Schengen. Isso significa que há liberdade de movimentação sem a necessidade de visto. Não existem fronteiras efetivas entre a Suíça e seus vizinhos da UE.

Isto significa que uma Autorização de Viagem para Suíça é somente necessário para os cidadãos que viajam para a Suíça a partir de países fora do Espaço Schengen. Esses países se dividem em duas categorias: países qualificados para o ETIAS e países que requerem um visto Schengen (diferente do ETIAS para Suíça).

Além de fazer parte do Espaço Schengen, a Suíça também faz parte do mercado único europeu e assinou uma série de tratados que formam os pilares da EU e do direito internacional.

Visitando a Suíça

A paisagem deslumbrante da Suíça e sua cultura diversificada fazem do país um popular destino turístico.

Atividades de montanha ao ar livre, tais como esqui e caminhadas nos Alpes suíços, estão entre os principais atrativos.

Tanto as movimentadas cidades da Suíça, como Zurique e Genebra, como as pitorescas cidades montanhosas, exibem diferentes lados da cultura e do variado legado suíço.

O que ver e fazer na Suíça?

O canto Yodel e relógios cuco são considerados símbolos da Suíça para muita gente.

Porém, a menos que você se empenhe em procurar por essas coisas, é pouco provável que elas façam parte de sua viagem.

As deslumbrantes paisagens da Suíça, com montanhas salientes, picos cobertos de neve, vastos lagos, vinhedos vibrantes e longos vales, proporcionam um cenário inesquecível para atividades ao ar livre.

Além de esquiar, praticar snowboard e caminhar por trilhas, você pode fazer rafting, paraquedismo, balão de ar quente e montanhismo. Há algo para todos na Suíça: quer você prefira relaxar e apreciar a vista ou esteja à procura de adrenalina.

Além da beleza natural, a Suíça tem uma rica cultura a ser descoberta em suas cidades.

Berna, a capital, é conhecida por sua cidade medieval e pela cena de arte moderna internacional. Zurique é famosa por seus bares descolados e vida noturna.

Basel é famosa por sua impressionante arquitetura germânica e, em todo o país, você pode descobrir uma cena inovadora despontando na gastronomia.

As cidades menores e aldeias são caracterizadas por mercados tradicionais, festas sazonais, feiras, comidas típicas e idílicos chalés de madeira. A tradição está enraizada no calendário agrícola e cada estação tem seu sabor distinto.

Requisitos do ETIAS para Suiça

A partir do final de 2022, o ETIAS será uma exigência legal para viajantes que não são da UE entrarem na Suíça.

O ETIAS para Suíça permitirá que cidadãos qualificados viajem para esse grande país por até 90 dias em um período de 180 dias.

Para obter uma isenção de visto para a Suíça, há certos requisitos que cada solicitante deve cumprir ao preencher a inscrição online no ETIAS.

O formulário de inscrição do ETIAS requer que o solicitante insira informações pessoais e dados do passaporte, além de responder algumas perguntas básicas relacionadas à saúde e segurança nas viagens. A inscrição no ETIAS Suíça será avaliada antes que um ETIAS aprovado seja enviada ao solicitante por e-mail.

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