O Que São Radicais Livres E Como Combatê-los?

  • O excesso dos radicais livres no organismo contribui para o aparecimento de doenças como o câncer, por exemplo.
  • Por isso, é preciso evitar o acúmulo dessas moléculas para uma pele e um corpo mais saudável.
  • Na matéria de hoje, saiba o que é estresse oxidativo e como ele afeta a sua saúde.

O que são os radicais livres?

  1. São moléculas instáveis que apresentam um elétron que, se associado de maneira rápida a outras moléculas de carga positiva, podem reagir ou oxidar.
  2. Sim, eles são importantes na síntese de energia e considerados elementos essenciais na estimulação do nosso sistema imunológico.

  3. Ou seja, em níveis considerados normais, os radicais livres não são apresentam riscos à saúde.
  4. Contudo, se o nível nas células imunológicas exceder o limite normal, influencia negativamente o sistema imunológico.
  5. Como resultado do excesso, essas moléculas causam toxicidade ao nosso organismo.

  6. O maior problema é que eles são formados naturalmente todos os dias, através de diversos fatores.
  7. Sendo assim, o estresse oxidativo torna-se cada vez maior à medida que envelhecemos.
  8. Isso ocorre, pois, nossos corpos param de produzir os antioxidantes necessários para combater a quantidade de radicais livres.

O Que São Radicais Livres E Como Combatê-los?

O que é estresse oxidativo e antioxidantes?

Todo mundo já sentiu ou conhece os efeitos do estresse no corpo humano, não é verdade? Afinal, ninguém está escape disso!

  • Entre eles, alguns mais comuns são cansaço, desequilíbrio emocional, ansiedade, agitação, dores de cabeça entre outros.
  • Pois bem, o estresse oxidativo é a falta de equilíbrio diante da produção excessiva de radicais livres.
  • Isso interfere consequentemente na capacidade do organismo de desintoxicar os efeitos nocivos através da neutralização por ação antioxidante.

Para explicar de uma forma mais simples: Um pedaço de metal enferrujado é um exemplo de oxidação. Este tipo de oxidação também ocorre dentro do nosso corpo devido à ação dos radicais livres de oxigênio, o mesmo que causa a ferrugem.

Os antioxidantes retardam esse processo proporcionando a estabilidade molecular ao entregar o elétron aos radicais livres.

Como evitar a reprodução de radicais livres?

  1. Não existe uma forma de evitar a produção deles.
  2. Porém, você pode ajudar a não desequilibrar mantendo uma dieta rica em alimentos fonte de antioxidantes ((vitamina C, vitamina E, vitamina A e beta-caroteno) e sem esquecer de fazer atividades físicas.

  3. Veja algumas dicas:
  • Evite o açúcar
  • Diga não aos alimentos processados
  • Evite refeições grandes
  • Não coma em horários irregulares
  • Diminua o consumo de bebidas alcoólicas
  • Não fume ou se exponha à poluição e ao cigarro

O Que São Radicais Livres E Como Combatê-los?O Que São Radicais Livres E Como Combatê-los?

O que são radicais livres e como combatê-los?

Os radicais livres são substâncias produzidas pelo nosso corpo, que podem causar diversos problemas de saúde.

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  • Normalmente o próprio corpo consegue combater os seus efeitos, através da produção de compostos antioxidantes.
  • Mas alguns fatores relacionados ao estilo devida podem aumentar a sua produção, de forma que nosso corpo não consiga mais lidar com eles.
  • Esse desequilíbrio causa o estresse oxidativo, uma vez que a quantidade de radicais livres é maior que a de antioxidantes presentes no organismo.
  • Vamos então entender o que são esses elementos, as suas causas e as formas de combatê-los.

O que são Radicais Livres exatamente?

O Que São Radicais Livres E Como Combatê-los?

Os radicais livres são compostos químicos produzidos durante a respiração celular, o que quer dizer que sua produção é constante no nosso organismo.

Como são substâncias consideradas instáveis, ou seja, que precisam se ligar a outras moléculas, elas podem causar danos às células. E, de forma geral, o próprio corpo consegue evitar esses danos, graças a um sistema de produção interno de antioxidantes.

Mas alguns fatores podem aumentar a sua quantidade no corpo, e causar um desequilíbrio entre a quantidade de radicais livres e antioxidantes.

Alguns desses fatores são:

  • Tabagismo;
  • Consumo exagerado de álcool;
  • Estresse;
  • Alimentos ricos em gorduras saturadas;
  • Exposição excessiva ao sol;
  • Poluição ambiental.

O que eles causam?

O Que São Radicais Livres E Como Combatê-los?Os antioxidantes estabilizam os componentes instáveis do organismo

Quando há um desequilíbrio entre a quantidade de radicais livres e antioxidantes no corpo, o resultado é a condição chamada estresse oxidativo. Essa condição está ligada a danos às células de várias partes do corpo.

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Doenças como câncer, assim como os efeitos colaterais da radiação e quimioterapia, e complicações em doenças como diabetes mellitus, doenças nos olhos relacionadas à idade e doenças degenerativas estão ligadas, direta ou indiretamente, aos radicais livres.

O estresse oxidativo causado por eles também é considerado um dos causadores de doenças como:

  • Aterosclerose, que é o acúmulo de gordura nas artérias;
  • Alguns tipos de câncer;
  • Doenças inflamatórias, como artrite, vasculite, glomerulonefrite;
  • Doenças respiratórias em adultos;
  • Alguns tipos de problemas cardíacos;
  • Doenças neurodegenerativas como mal de Alzheimer e mal de Parkinson.

Radicais livres e envelhecimento

Este é um dos efeitos mais visíveis dos radicais livres no corpo, e muitos estudos, como esse dos Anais Brasileiros da Dermatologia, de 2017, já demonstraram a relação entre o estresse oxidativo e o envelhecimento precoce da pele.

Existe, inclusive, uma teoria que afirma que o envelhecimento dos organismos ocorre pelo acúmulo deles nas células. Foi o que sugeriu uma publicação de 2011 do Canadian Institute of Health Research.

Isso ocorreria porque, com o tempo, essas substâncias causariam danos que levariam à perda gradual da saúde, comuns do envelhecimento.

Radicais livres e exercícios

Outro fator que leva a produção maior de radicais livres é o exercício, especialmente quando feitos em excesso, e isso ocorre devido à utilização maior de oxigênio.

Estudos, como esse publicado em 2016 pelo Free radical biology & medicine, mostram que a prática de exercícios leva ao aumento da sua produção. Entretanto, em condições normais, isso também leva a um aumento do fluxo sanguíneo para os músculos, o que reestabelece o equilíbrio entre radicais livres e antioxidantes.

Assim, pesquisadores chegaram à conclusão, em uma publicação de 2016 no Journal of Physyology, que a produção de radicais livres, quando ocorre de forma equilibrada, é importante, uma vez que eles ajudam a manter o funcionamento do sistema de compensação do organismo, que gera a produção interna de antioxidantes.

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Como combater?

Existem algumas formas de ajudar o corpo a manter o equilíbrio entre radicais livres e antioxidantes, como:

  • Evitar o consumo de alimentos ultra processados;
  • Reduzir o consumo de carne vermelha;
  • Limitar o consumo de álcool;
  • Consumir alimentos ricos em antioxidantes, como frutas, leguminosas e verduras;
  • Praticar exercícios físicos regularmente.

Segundo uma publicação de 2007 no JAMA Network, suplementos antioxidantes industrializados podem fazer mal à saúde. Sendo assim, a melhor forma de combater o acúmulo de radicais livres no organismo é incluindo na dieta alimentos ricos em antioxidantes.

  1. Os principais antioxidantes encontrados em alimentos são:
  2. Em cada um dos links acima existem artigos específicos tratando de uma lista de alimentos ricos na substância antioxidante.
  3. Estes compostos estão presentes em vários alimentos, e manter uma dieta saudável, incluindo frutas, verduras e leguminosas, garante um suprimento adequado de antioxidantes.
  4. Além destes, outros alimentos que podem ajudar no combate aos radicais livres são os peixes e frutos do mar, azeite de oliva, nozes, sementes e amêndoas.
  5. Entretanto pão branco, margarina e batata frita são apenas alguns dos alimentos que causam envelhecimento precoce.

Conclusão

Os radicais livres são substâncias que estão sempre presentes em nosso corpo, e que, quando se acumulam, podem causar uma série de problemas de saúde.

Mas, embora seja impossível evitá-los, algumas mudanças no estilo de vida podem ajudar a evitar os problemas de saúde causados pelo seu acúmulo.

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RADICAIS LIVRES

Radicais livres são substâncias tóxicas produzidas pelo organismo que, em condições normais, ele próprio se encarrega de neutralizar. Porém, quando o nível dessas substâncias aumenta, ocorre um acúmulo de impurezas que pode gerar dede cansaço até doenças degenerativas, como osteoporose e câncer.

O Que São Radicais Livres E Como Combatê-los?

De todo oxigênio que respiramos, 95% serão usados para gerar energia necessária para a vida; porém, os 5% restantes são transformados, no organismo, em radicais livres, ou seja, são as reações catabólicas, de destruição, do oxigênio. Como exemplo de radicais livres podemos citar: superóxido, peróxido de hidrogênio e radicais hidroxila.

No caso do superóxido, que é metabólito tóxico de oxigênio, sabe-se que ele adquire um elétron de um átomo de ferro, tornando-se então um radical livre.

O organismo tem seus meios de destruir quase completamente essa substância indesejável, através da enzima superóxido mutase.

Essa enzima elimina adequadamente o superóxido, porém, ao fazer isso, ela cria um segundo tóxico, que é o peróxido de hidrogênio.

Essa substância é neutralizada por outra enzima que se chama peroxidase, encontrada em grande quantidade no fígado e nos glóbulos vermelhos.

A combinação de reações do superóxido com peróxido de hidrogênio vai produzir outra forma ainda mais lesiva e tóxica que as anteriores: o radical hidroxila, que para ser neutralizado necessita de antioxidantes adquiridos através da alimentação, pois não são produzidos pelo nosso corpo.

Os radicais livres são substâncias instáveis, de vida muito curta, que se reproduzem rapidamente, “em cascata”, e desaparecem quando dois radicais livres se encontram e ocorre tanto a pareação dos elétrons quanto a destruição desses radicais.

Os efeitos lesivos provocados pelos radicais livres ocorrem nos lipídios, nas proteínas, nos carboidratos, nos ácidos nucléicos e nas lipoproteínas.

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No caso dos lipídios, ocorre a lipoperoxidação, que nada mais é que a destruição da membrana celular. Nas proteínas ocorre a inativação das enzimas e a aceleração de fenômenos oxidativos com alteração estrutural no colágeno, o que provoca a arteriosclerose.

  • Nos carboidratos, ocorre a despolimerização dos polissacarídeos, nos ácidos nucléicos, a mutação do DNA e do RNA.
  • Nas lipoproteínas, oxida o colesterol, favorecendo a produção do LDL, que é o colesterol lesivo.
  • É importante entender, também, que os radicais livres têm um papel importante nos processos infecciosos e inflamatórios.

Alguns dos glóbulos brancos liberam enzimas que dão origem a radicais livres que são importantes no combate a processos infecciosos. Quando o oxigênio chega ao local da inflamação é oxidado, gerando radicais livres que promovem a destruição da bactéria.

Torna-se importante ressaltar que, apesar do paradoxo, na mesma medida em que o oxigênio é vital, ele mata.

O que produz radicais livres

São produtores: oxigênio, alimentos que contêm agrotóxicos, aditivos, estresse, cigarro, álcool, radiação, algumas drogas químicas sintéticas, transplantes de pele ou de órgãos, toxicidade por metais pesados, poluição, isquemia etc.

Esses elementos gerarão o processo oxidativo ou o estresse oxidativo, que pode variar desde a injúria celular até a morte, passando por vários estágios, desde sintomas clínicos, envelhecimento, doença degenerativa até doença auto-imune.

Antioxidantes são substâncias que reagem e neutralizam as formas reduzidas do oxigênio anteriormente discutidas, que são: superóxido, peróxido de hidrogênio e radical hidroxila. Alguns antioxidantes são produzidos por nosso próprio corpo e outros – como as vitaminas C, E e o beta-caroteno – são ingeridos.

A definição mais simples de antioxidante é: toda substância que impede outra substância de ser oxidada.

O que são radicais livres? Saiba como eles agridem a pele e as formas de neutralizá-los com antioxidantes

Você já ouviu falar em radicais livres? Grandes vilões da nossa pele, eles causam rugas, flacidez e outros sinais do envelhecimento cutâneo.

São moléculas produzidas pelas próprias células do organismo,mas a sua produção pode ser aumentada e gerar o estresse oxidativo quando nos expomos aos agressores ambientais e mantemos maus hábitos de vida.

Entretanto, é possível prevenir esse estresse oxidativo e prevenir os danos que ele pode causar na nossa pele com uma boa alimentação, consumo adequado de água diariamente, a aplicação do filtro solar e, principalmente, adotar um cuidado que deve te acompanhar sempre: um antioxidante eficaz. Quer entender mais sobre os radicais livres e como eliminá-los da pele? O DermaClub conversou com a dermatologista Juliana Jordão, de Curitiba, que explicou tudo sobre o assunto.

O que são radicais livres? Entenda por que eles são prejudiciais à pele

Os radicais livres são aquelas moléculas produzidas pelas células quando o corpo passa pela queima de oxigênio quando produz energia. De acordo com a médica, essas substâncias, quando produzidas em excesso, podem danificar as células saudáveis do organismo, até mesmo o DNA celular.

“Quando produzidos naturalmente ao longo da vida, os radicais livres são, em sua grande maioria, neutralizados por enzimas protetoras.

Porém, existem fontes externas a que nos expomos no dia a dia que podem contribuir para a formação em excesso dos radicais livres, promovendo danos irreparáveis”, atentou.

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Conheça os 6 principais fatores que aumentam a produção de radicais livres:

– Poluição ambiental;- Radiação ultravioleta;- Tabagismo;- Consumo de álcool;- Pesticidas;

– Estresse.

Como acontece o envelhecimento da pele causado pelos radicais livres?

O envelhecimento da pele, embora seja algo natural, ele pode ser acelerado pela produção em excesso dos radicais livres em um processo conhecido como estresse oxidativo.

A médica explica como isso acontece: “As funções biológicas de proteínas, como o próprio colágeno, são alteradas, causando a degradação das suas fibras.

Sem essas estruturas de sustentação, a pele começa a ficar flácida e com rugas”.

Como prevenir os radicais livres? Conheça o poder dos antioxidantes

Os radicais livres favorecem o envelhecimento precoce da pele e, segundo a Dra. Juliana, prevenir a formação em excesso dessas moléculas e também os seus danos é sempre o melhor caminho.

Além de evitar maus hábitos de vida e adotar uma boa alimentação, o uso de antioxidantes diariamente antes de aplicar o filtro solar é um cuidado fundamental para neutralizar os danos que essas moléculas podem causar.

Os antioxidantes são agentes fundamentais no combate aos radicais livres e na prevenção dos danos que eles podem causar na pele, e a médica explica melhor: “Eles são substâncias que se ligam aos radicais livres para neutralizá-los e podem ser adquiridos através de uma alimentação balanceada – rica em vitaminas -, ou por meio do consumo de complexos antioxidantes em cápsulas ou dermocosméticos”, explicou.

Conheça os principais ativos antioxidantes:

Vitamina A: obtêm-se principalmente em alimentos como a cenoura e abóbora;Vitamina C: encontrada em grande quantidade nas frutas cítricas e vegetais verde escuros;Vitamina E: presente em grãos como arroz, milho, amêndoas, nozes, castanha e alguns vegetais;Ácido Ferúlico: encontrado principalmente no farelo de arroz e de milho;Phloretin: antioxidante potente que combina a proteção contra os radicais livres e ainda auxilia no clareamento da peleResveratrol: antioxidante potente que ajuda a pele a se recuperar das agressões sofridas durante o dia, fortalecendo-a.Catequina: pode ser ingerida através do morango, uva e chá verde;Flavonóide: encontrada especialmente nas uvas;Isoflavona: existente principalmente na soja;Licopeno: obtida através do tomate;Selênio: encontrado na castanha do pará, carnes vermelhas e brancas;Zinco: presente principalmente nas carnes vermelhas e brancas, leite, cereais integrais, feijões e nozes.

Como incluir antioxidantes em sua rotina de cuidados com a pele?

É super importante manter uma alimentação balanceada e rica em vitaminas e minerais com ação antioxidante.

Quando ingeridos pela alimentação, eles são levados para todos os nossos órgão e ajudam a saúde de todo o nosso organismo, inclusive o cérebro, mas para garantir uma quantidade de antioxidantes adequadas na pele é preciso aplicar diretamente na pele, os séruns, cremes, loções ou águas.

Eles são absorvidas e ficarão mais concentrados na pele, promovendo a neutralização dos radicais livres e combatendo os seus efeitos danosos na pele. “Sugerimos o uso regular de antioxidantes por via oral ou tópica. Dermocosméticos com alta concentração de vitamina C, E e resveratrol são ótimas opções na prevenção do envelhecimento cutâneo”, acrescentou.

Dica: aposte nas formulações em sérum que são melhor absorvidas pela pele.

*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

**Essa matéria foi atualizada no dia 23 de Julho de 2019 por Lívia D'Ambrosio

Publicada em: 04 de Novembro de 2015 Modificada em: 23 de Julho de 2019

O Que São Radicais Livres E Como Combatê-los?

CRM: 23783

Graduada pela Faculdade Evangélica do Paraná e especialista em dermatologia pelo Hospital Universitário Evangélico de Curitiba e em Clinical Fellowship em Laserterapia na Bélgica. É membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica.

Atualmente ministrando aulas de Laserterapia e Cosmiatria nos Congressos Brasileiro de Dermatologia, de Cirurgia Dermatológica, Simpósio Anual de Cosmiatria e Laser, entre outros. Além de aplicar treinamento em Fotodermatologia para outros médicos dermatologistas em diversas cidades do Brasil.

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A ameaça dos radicais livres

Lúcia Helena de Oliveira

Ele são criadores de encrenca dentro das células, sempre furam a fila das substâncias que precisam ser usadas quebrando a ordem que garante o bom funcionamento do organismo. E isso não é nada perto da confusão que fazem ao arrancar moléculas das membranas celulares e dos genes.

Esses verdadeiros anarquistas são os radicais livres, moléculas que reagem com qualquer substância que encontram pela frente. A cada cria, surgem novas evidências de que, agindo dessa maneira promíscua, os radicais estão por trás de problemas tão diversos como o câncer e os ataques cardíacos.

Alguns cientistas também desconfiam que o processo de envelhecimento seria o acúmulo dos estragos provocados por esses baderneiros. À primeira vista, portanto, caso tudo se confirme, pode parecer simples acabar com uma série de males: em teoria, basta impedir a ação dos radicais.

Mas tal como acontece na política, também para a Biologia isso tem sido impossível, por uma razão muito simples: a principal fonte dos radicais é o oxigênio, um gás indispensável para a maioria dos seres vivos.

Radicais livres são, por definição moléculas instáveis, cujos átomos possuem um número ímpar de elétrons – e o elétron, a partícula eletricamente negativa que gira em torno do núcleo atômico, prefere estar acompanhado.

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Quando isso não acontece, a molécula incompleta é capaz de capturar elétrons de qualquer outro átomo, para recuperar o número par. Só há 21 anos se confirmou que o oxigênio é capaz de formar essas moléculas altamente reativas dentro dos organismos.

Foi quando os bioquímicos americanos Irwin Fridovich e Joe McCord descobriram que quase todos os seres aeróbicos, ou seja, que respiram, sintetizam uma enzima especializada em se livrar de certo radical derivado daquele gás — sinal de que a substância existia, ali, nas células e, pior, tinha efeitos nocivos, a ponto de haver um mecanismo natural para bloqueá-las. De lá para cá, cientistas do mundo inteiro investigam o papel dos radicais nos seres vivos.

“Há muito tempo já se especulava sobre o assunto”, conta o bioquímico Etelvino José Bechara, da Universidade de São Paulo, que pesquisa radicais há dezessete anos. “Existia, porém, um imenso tabu.

Era difícil cogitar que o oxigênio, essencial à vida, tinha um lado vilão.” No entanto, hoje se sabe que, ao se respirar, 2 a 5 por cento desse gás acabam gerando radicais livres.

O cenário dessa transformação, de mocinho para bandido, na maioria das vezes é a mitocôndria, uma organela com formato de feijão, cem vezes menor do que um grão de areia, que se encontra mergulhada no citoplasma, como é chamado o líquido que recheia as células.

Essa estrutura minúscula pode ser comparada ao motor onde o combustível — no caso do organismo, a glicose — é queimado, produzindo energia, gás carbônico e água.

Para se ligar a dois átomos de hidrogênio e formar uma molécula de água, o átomo de oxigênio da respiração precisa ganhar quatro elétrons. O problema é que nem sempre ele se transforma diretamente em água, pois em alguns pontos da mitocôndria aparece o que os cientistas chamam vazamentos.

O nome do fenômeno não poderia descrevê-lo melhor: um elétron literalmente escapa e é logo capturado pela molécula de oxigênio. Esse gás tende naturalmente a receber um elétron de cada vez em vez de quatro, de supetão. Mas, ao receber elétrons um por um, ele passa por três estágios intermediários, antes de virar água.

Nesses estágios o oxigênio é capaz de reagir com moléculas da própria célula.

Ou seja, ao ganhar um único elétron, graças ao vazamento na mitocôndria, o oxigênio se transforma em superóxido relativamente fraco, mas capaz de roubar um elétron de outra molécula para, assim, formar um par.

Quando isso acontece, o superóxido volta a ser uma substância estável, o peróxido de hidrogênio, que nada mais é do que água oxigenada. A água oxigenada, portanto não é um radical, porque possui um número par de elétrons — dois a mais do que o oxigênio.

Mas, ao contrário dos radicais que, de tão rápidos, reagem no mesmo lugar onde são formados, as moléculas de água oxigenada são capazes de passear de uma célula para outra, o que aumenta a probabilidade de esbarrarem em um átomo de ferro — a atração entre os dois elementos químicos pode ser fatal para a célula.

Em outras palavras, ao se combinar com o ferro, a água oxigenada ganha mais um elétron – o equivalente ao oxigênio com três elétrons extras —, formando o terceiro e mais terrível dos radicais: a hidroxila, que reage instantaneamente com moléculas da célula.

Surpresa para os cientistas foi descobrir que os radicais aumentam quando se praticam exercícios físicos. “Talvez os genes programem a célula para consumir certa quantidade de oxigênio e, acima dessa dose estipulada, a mitocôndria não dê conta de transformá-lo diretamente em água”, declara Bechara, que realiza uma pesquisa nessa área.

A situação inversa, ou seja, quando a célula deixa de receber oxigênio, pode provocar igualmente um crescimento das moléculas reativas. Se um coágulo obstrui uma coronária, o coração termina danificado, levando muitas vezes a pessoa à morte: é o infarto. Acreditava-se que isso acontecia porque as células cardíacas ficavam sem oxigenação.

Estudos realizados nos últimos dez anos, porém, constataram que uma célula sobrevive mais tempo sem oxigênio do que se supunha, mas, nesse período, continua juntando no citoplasma os rejeitos do trabalho de suas organelas.

Quando o coágulo desobstrui o vaso e a célula volta a receber o oxigênio, todo o gás acaba reagindo com aquela espécie de lixo, formando radicais livres em doses brutais.

Por isso hoje em dia, naquelas cirurgias em que a circulação deve ser temporariamente interrompida com pinças especiais nas artérias, os médicos injetam um coquetel de antioxidantes nos pacientes. Antioxidantes é como são conhecidas as substâncias capazes de anular o efeito dos radicais de oxigênio.

Sem saída diante da produção constante de radicais, graças à respiração, as células criaram enzimas para combatê-los.

Uma dessas enzimas, a superóxido-dismutase, transforma o superóxido em água oxigenada; em seguida, entram em cena a glutationa e a catalase, que transformam aquela molécula de água oxigenada na inofensiva água pura. “Com o tempo, porém, o organismo fabrica menos antioxidantes, aumentando a chance de um radical atacar”, lamenta a bioquímica Dulcinéa Parra Abdalla, da Universidade de São Paulo.

Há doze anos, ela estuda a relação dessas moléculas com diversas doenças, fazendo parte da pequena comunidade de cientistas brasileiros que se dedica aos radicais com exclusividade. “Não devemos ser mais do que uma dúzia”, ela calcula.

Sua pretensão, ao bisbilhotar as estratégias dos radicais em células cultivadas em laboratório, é ajudar na descoberta de novos tratamentos. “Talvez, a gente consiga drogas para bloquear radicais.

Mas, por mais substâncias defensoras que haja na célula, no final é uma questão de probabilidade”, admite a pesquisadora.

É, de fato, puro acaso. Se ao nascer um radical tromba com outro radical, os dois se aniquilam, porque combinam seus respectivos elétrons solitários. Ou ainda, o radical pode encontrar uma enzima antioxidante.

Finalmente, é certo que algumas vitaminas, ingeridas na alimentação, também são capazes de anulá-los: é o caso da vitamina E, que, misturada às moléculas da parece celular, funciona como uma barreira, doando um elétron para o radical, tornando-o estável; a vitamina C tem o mesmo efeito, só que por ser solúvel em água, fica montando guarda no meio do citoplasma. Se o radical, contudo, não é aniquilado por nenhum desses meios, então ataca proteínas que compõem a célula, iniciando uma reação em cadeia. O radical livre seqüestra um elétron da proteína, que, desfalcada, se torna ela também um novo radical, roubando um elétron da molécula vizinha, que passa a ser um radical e assim por diante.

O problema, que todos os químicos conhecem bem, é que não se tiram ou acrescentam impunemente elétrons em uma molécula, sem alterar as suas características. “No final da cadeia, podem surgir produtos tóxicos para a célula”, nota Dulcinéa.

Nas membranas que revestem tanto as células como as suas estruturadas, reações disparadas pelos radicais terminam destruindo moléculas responsáveis pela flexibilidade desses tecidos. Depois de sucessivos ataques de radicais, a célula fica enrijecida.

É como se surgissem trincas em sua parede protetora e, desse modo, ela vai perdendo o controle do que entra e do que sai — deixa de evitar a invasão de compostos tóxicos e permite a fuga de substâncias das quais necessita.

Diante de tamanha falta de organização, a célula não trabalha direito, perdendo funcionalidade, e acaba morrendo.

Todo esse processo, em um universo de milésimos de milímetro, explica por que com a idade, por exemplo, a pele enruga, a memória começa a falhar, o fígado se torna mais lento.

“Envelhecer parece ser um aumento na porcentagem de células danificadas pelos radicais”, acredita Dulcinéa.

Atualmente, a pesquisadora investiga, ao lado do químico cearense Hugo Monteiro, da Fundação Hemocentro, em São Paulo, a relação entre radicais livres e a formação das terríveis placas nas artérias, na chamada aterosclerose.

Monteiro passou os últimos dois anos na Nova Zelândia e nos Estados Unidos estudando os mecanismos das inflamações, em que os radicais livres têm, enfim, uma ação positiva para a saúde. “Como na inflamação, o problema do colesterol envolve células do sistema imunológico”, justifica o químico.

Os radicais são capazes de reagir com o chamado lipídio de baixa densidade, ou mau colesterol, que circula no sangue. Essa gordura alterada pelo oxigênio chama a atenção de células imunológicas conhecidas por macrófagos, que fazem um serviço de limpeza no organismo, engolindo uma molécula de colesterol atrás da outra.

Essas células, contudo, são convocadas para recuperar eventuais machucados na parede dos vasos e, chegando ali, muitas vezes estouram de tão gorduchas, espalhando o conteúdo oxidado pela lesão. Isso atrai mais macrófagos para o lugar, criando aos poucos um monte de colesterol depositado, que pode impedir o livre trânsito do sangue.

Monteiro e Dulcinéa desconfiam que a ação dos radicais vai além disso.

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O cientista levanta a pista dessa suspeita: “O grande destruidor é o radical hidroxila, que aparece apenas quando se combina água oxigenada e ferro”. O organismo, cauteloso, guarda microscópicos grãos desse metal em proteínas especiais, que só liberam a substância quando é muito necessário.

Mas, em tubos de ensaio, Monteiro tem observado que as células imunológicas conseguem retirar o ferro das proteínas que o embalam. Com água oxigenada por perto, cria-se uma bomba capaz de arrasar vasos e artérias.

Recentemente, cientistas japoneses encontraram água oxigenada na fumaça de cigarro o que talvez esclareça a maior incidência de problemas nas artérias nos fumantes.

Segundo o bioquímico Rogério Meneghini, da USP, o efeito dessa combinação bombástica pode ser visto a olho nu, quando por exemplo um surfista descolore os cabelos com água oxigenada. “A substância reage com o ferro presente nos cabelos que, em seguida, graças ao radical hidroxila formado, destrói os pigmentos”, descreve o pesquisador.

Meneghini é um dos pioneiros no estudo dos efeitos dos radicais nos genes. Em 1984, sua equipe propôs que o núcleo celular seria atacado pelo radical hidroxila, graças ao ferro existente nos cromossomos. “Ali, no núcleo celular, é como se os radicais livres riscassem um disquete de computador”, ele compara. “Os dados perdidos, por azar, podem controlar o crescimento.

Sem eles, a célula inicia uma multiplicação sem freios, característica do câncer.” No entanto, é possível respirar com alívio: o organismo dá conta de sua produção habitual de oxigênio reativo.

Os problemas de saúde aparecem apenas se a quota de radicais é excessiva — um risco que, sabe-se, existe para quem consome muitos medicamentos, álcool, cigarros e ainda traga os poluentes encontrados na atmosfera das grandes cidades.

  • Para saber mais:
  • Longa vida aos moços
  • (SUPER número 5, ano 4)
  • Vitaminas, você tem que tomar
  • (SUPER número 3, ano 9)
  • Feitiço do tempo

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(SUPER número 4, ano 11)

Mocinhos e bandidos

A mitocôndria pode ser comparada ao motor que gera energia para a célula trabalhar, usando o oxigênio para queimar o combustível, transformando-o em água e gás carbônico. Eventualmente, vazamentos nas mitocôndrias deixam escapar espécies de oxigênio, como o radical peróxido e a água oxigenada, que podem reagir com moléculas das células.

Verdadeiros guardiões barram os baderneiros radicais e a água oxigenada, antes que desencadeiem reações perigosas para a organização celular. É o caso de enzimas fabricadas pela própria célula e das vitaminas C e E, ingeridas nos alimentos.

Por azar, uma molécula de oxigênio reativo pode escapar. Se for de água oxigenada, ao encontrar uma molécula de ferro, faz surgir o radical hidroxila, capaz de reagir imediatamente com qualquer coisa.

O radical hidroxila pode reagir com a membrana celular, provocando o envelhecimento.

Outro alvo desse radical são os lipídios de baixa densidade, ou mau colesterol, que passam a se depositar nos vasos sangüíneos. A hidroxila também pode cancelar as informações gravadas nos genes, o que eventualmente dispara o câncer.

Por que se respira

O aparecimento da respiração, há 500 milhões de anos, nos chamados seres aeróbicos, foi um tremendo avanço na evolução das espécies.

Assim, alguns seres puderam usar o oxigênio para transformar a glicose dos nutrientes em gás carbônico e água.

Para formar esse líquido, as moléculas de glicose transferem, de uma só vez, quatro elétrons para o átomo do oxigênio, e este salto formidável gera muita energia.

Os seres primitivos que não utilizavam oxigênio, como o levedo de cerveja, conseguem transformar a mesma glicose em gás carbônico e álcool, em vez de água.

Resultado: cem gramas de glicose produzem 381 000 calorias – unidade que mede a energia nos organismos – na reação com o oxigênio e apenas 31 000 calorias na reação típica das espécies que não respiram. Uma célula do pulmão humano produz 38 vezes mais energia do que gasta para trabalhar.

É uma economia e tanto: se o homem não respirasse, deveria ingerir doze vezes mais nutrientes para sobreviver.

Oxigênio extra

Durante dois meses, um grupo de ratinhos nadou uma hora por dia na piscina montada em um laboratório na Universidade de São Paulo. Após as sessões diárias, os cientistas examinavam a taxa de enzimas antioxidantes no sangue das cobaias, que parecia sempre maior do que o normal.

“O aumento nessa defesa indicava que os ratinhos produziam mais radicais livres, por causa da respiração acelerada durante o exercício”, raciocina o bioquímico Etelvino Bechara, um dos coordenadores da pesquisa, cujos resultados ainda estão sendo analisados.

Mas já se sabe que, depois desse período de treinamento, cerca de uma em cada cem fibras musculares vermelhas dos animais acabou danificada por radicais livres.

Segundo Bechara, o fato de o esforço físico aumentar os radicais, devido ao consumo extra de oxigênio, talvez explique por que é comum encontrar ferro no suor de atletas: o organismo, zeloso, provavelmente prefere se livrar dessa substância, antes que ela ajude a formar os perigosas radicais hidroxilas. “É por isso que os médicos, freqüentemente, diagnosticam anemia por falta de ferro em corredores de maratona”, exemplifica o pesquisador.

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  • Estudos e pesquisas
  • Prevenção de doenças

Entenda o que são radicais livres, para que servem e como combatê-los

por Sonia Corazza

A denominação não é estranha: radicais livres.

Revistas femininas falam do efeito danoso, produtos cosméticos prometem evitar a formação deles, nutricionistas promovem dietas para combatê-los, médicos postulam que fumar e consumir bebidas alcoólicas estimulam a formação desses agentes reativos.

Mas quem são eles? Inúmeras pesquisas científicas foram e são conduzidas para esclarecer o papel dos radicais livres em processos degenerativos como envelhecimento, câncer, aterosclerose, inflamação, etc.

Mas o que é radical livre?

O termo radical livre refere-se ao átomo ou molécula altamente reativo, que contêm número ímpar de elétrons em sua última camada eletrônica.

É esse não emparelhamento de elétrons da última camada, que confere alta reatividade a esses átomos ou moléculas. A maioria desses agentes reativos são derivados do metabolismo do oxigênio e são encontrados em todos os sistemas biológicos.

É justamente o oxigênio que faz com que nossas células se oxidem, liberando radicais livres.

Para que servem os radicais livres?

Mas é importante explicar que embora os radicais livres possam ser mediadores de doenças, sua formação nem sempre é ruim. Por exemplo, na defesa contra a infecção, quando a bactéria estimula o corpo a produzir radicais livres, a finalidade é de destruir o microorganismo que está atacando o organismo, então aqui a formação de radicais livres é bem-vinda.

Radicais livres danosos

Se houver estímulo exagerado na produção dessas espécies reativas, associada à falha da defesa antioxidante natural do corpo, então o excesso de radicais livres realmente pode danificar a saúde, com consequências, desde envelhecimento precoce, câncer e aterosclerose, até queda de cabelo e manchas na pele.

Fumar, tomar sol sem proteção e exagerar no álcool são atitudes que aceleram a formação de radicais livres. Isso por que esses hábitos fazem com que as células se oxidem mais rapidamente.

Ou seja, esses hábitos funcionam como catalizadores que aceleram a reação de oxidação das células, mas não é só. Até exercício físico em excesso contribui para isso.

Pelo mesmo motivo, atividades exaustivas, nas quais há um aumento de 10 a 20 vezes no consumo de oxigênio pelo corpo, também desencadeiam a liberação de radicais livres.

Como evitar a formação de radicais livres envelhecedores

Sem dúvida adotar uma rotina de vida equilibrada é a base para evitar a formação desses agentes reativos. A alimentação deve incluir verduras verde-escuras, como brócolis, repolho, couve e espinafre, ricos em ativos antioxidantes.

Frutas como maçã, morango, ameixa, banana e as ricas em vitamina C como a laranja, kiwi, abacaxi, tangerina e acerola também são poderosos antirradicais livres. Outros ingredientes ricos em betacaroteno, presente na cenoura, tomate, abóbora, papaia e pimentão também são excelentes armas contra a formação dos radicais livres.

Todos esses alimentos combatem os radicais livres porque contêm agentes antioxidantes que impedem a reatuvidade das moléculas com o oxigênio.

Campeões antioxidantes

Por conterem um maior concentração entre os agentes antioxidantes (acetato de tocoferol, ácido ascórbico e betacaroteno), os campeões em ação antioxidante são: repolho, beterraba, pimenta vermelha, brócolis, espinafre, batata, milho, morango, ameixa, uva, maçã, tomate, banana, pêra e melão. Inclua-os definitivamente na sua lista de compras.

Em relação à atividade física, para se evitar a formação de radicais livres, pratique os exercícios entre 65-80% de sua frequência cardíaca máxima.

Outras atitudes benéficas estão ligadas à respiração controlada e consciente e na correta escolha dos seus produtos cosméticos. A ação combinada das vitaminas C e E evita a denaturação (desestruturação/alteração) das boas gorduras que protegem pele e cabelos da desidratação.

  • Aprenda a ler a bula e escolha fórmulas cosméticas contendo esses dois ativos, que podem vir escritos de formas diferentes, veja:
  • Vitamina E
  • Acetato de tocoferol
  • Tocopherol
  • Tocopheryl acetate
  • Vitamina C e derivados
  • Ácido ascórbico
  • Ascorbic Acid
  • Ascorbyl Phosphate
  • Magnesium ascorbyl phosphate

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