O Que Nos Define Como Seres Humanos?

O Que Nos Define Como Seres Humanos?

jhonny2years

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  • Resposta:
  • racionalidade
  • Explicação:
  • Poder pensar antes de agir,elaborar um plano,se comunicar de maneira clara,e por fim a inteligência.
  • O Que Nos Define Como Seres Humanos?

O Que Nos Define Como Seres Humanos?

Resposta:

O ser humano é único, com suas convicções e duvidas, mas o ser humano não é somente o corpo, o ser humano é muito mais que isso.

O ser humano é único, com suas convicções e duvidas, mas o ser humano não é somente o corpo, a sua cultura e seus desejos, o ser humano é muito mais que isso, é sua essência, por isso somos tão diferentes um dos outros, mas gêmeos univitelinos tem diferenças marcantes, alguns historiadores colocam o ser humano como resultado de hereditariedade ou como um produto do meio. Mas afinal, quem é o homem?

O CONCEITO DE PESSOA HUMANA

O homem tem uma tendência espontânea para investigar, decobrir e sistematizar, enfim, conhecer o mundo no qual se encontra inserido, bem como sua própria natureza. Para ele o conhecimento de si e do mundo são coisas naturais e instintivas.

No decorrer dos anos o homem foi obrigado a encontrar o seu lugar, e enquanto buscava com todas as forças a sobrevivência das espécie, nossos antepassados foram, gradualmente, levados a desenvolver estratégias que proporcionassem a preservação de suas próprias vidas.

Os estudos antropológicos mostram que o primeiro dado humano perceptível é a existência de seres humanos vivos, física e organicamente constituídos, que se encontram inseridos no ambiente natural e que compartilham com os demais seres vivos uma necessidade básica fundamental, que é a preservação da vida.

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2) Por que, para os gregos antigos, a política significava o Bem-comum para todos os cidadãos?É possível vivermos isso hoje em dia na nossa realidade

brasileira?​

O Mito narra a origem do universo e de suas forças, muitas vezes protagonizadas por seres fantásticos, dotados de poderes superiores aos do ser humano

. No caso do mito de Prometeu (assista ao vídeo, se preciso for), podemos afirmar que é também sobre a criação dos seres humanos e de suas condições de vida.

Sobre este processo criativo podemos afirmar que: *
A)os deuses e titãs não interferem nas vidas humanas.
B)trata-se de um fato histórico.
C)ele ocorre de modo pacífico, com um simples acordo e sem reviravoltas.
D)ele se realiza diante de disputas entre os seres mitológicos, revelando que os deuses gregos eram vaidosos, orgulhosos .

nao tenho o texto foi mal

Qual é a relação do ser humano com as espécies e com o planeta de modo geral dentro do contexto artístico?​

ENEM 2012) O dono de uma farmácia resolveu colocar à vista do público o gráfico mostrado a seguir, que apresenta a evolução do total de vendas (em rea

is) de certo medicamento ao longo do ano de 2011.De acordo com o gráfico, os meses em que ocorreram, respectivamente, a maior e a menor venda absolutas em 2011 foram​

1 – Analise a seguinte afirmação abaixo e explique o significado filosófico dessa ideia:”Não se nasce mulher torna-se mulher” ( simone de Beauvoir)2 –

Por que a frase abaixo é considerada preconceituosa em relação às mulheres?”Atrás de um grande homem há sempre uma grande mulher”.3 – Cite duas mulheres filósofas e suas principais ideias. preciso disso urgente

7. As características ou especificidades do pensamento filosófico dividem-se em:​

questao numa loteria foi sorteado um premio de 720.000 reais que acabou sendo dividido ingualmente entre 6 ganhadores qualntos cada um ganhoua) 120 re

aisb) 1200 reaisc)12000 reaisd) 120000 reais​

Tratou de temas como loucura, sexualidade, disciplina, poder e punição, hoje vistos em várias áreas do conhecimento. … Uma de suas ideias fundamenta

is é que a loucura não é algo da “natureza” ou uma “doença”, como acreditavam os psiquiatras, mas um “fato de cultura”. O texto anterior faz referencia a qual autor?

A liberdade é a capacidade de perceber tais possibilidades e o poder para realizar mudando o curso das coisas. Essa concepção foi defendida por

Somos seres de insatisfação

O Que Nos Define Como Seres Humanos?

Há épocas do ano em que ficamos mais reflexivos, principalmente quando nos encontramos próximos a datas de grandes celebrações.

Para ajudar e enriquecer essas reflexões, nada como a leitura de um bom livro. Em Por que fazemos o que fazemos?Mario Sergio Cortella,  filósofo, e professor universitário brasileiro, apresenta inúmeras questões sobre o sentido da vida e a condição humana. Uma delas diz respeito a uma importante característica do ser humano: somos seres de insatisfação.

Cortella cita em seu livro o filósofo alemão Martin Heidegger, que  denomina essa característica humana de sensação do oco, angústia.

  E para deixar bem claro o significado dessa angústia, que neste caso não é algo negativo, o autor traz o exemplo de um antigo joguinho infantil – um quebra cabeças, onde era preciso movimentar as pecinhas para formar uma palavra, frase, sequência numérica , ou até mesmo uma imagem.

Para movimentar o jogo e ordenar as peças, de modo a formar uma sequência lógica, era essencial um espaço vazio, senão não havia movimento. Com esse exemplo simples, conclui-se que a lacuna interior no ser humano, sua sensação de vazio, é o que cria possibilidades, e liberdade ao ser humano.

Cortella define o ser humano como “a capacidade de ter essa lacuna”, e alerta que uma vez preenchida essa lacuna, o homem desumaniza-se. Segundo ele,  um nível de insatisfação é extremamente benéfico para nós, pois  impede o automatismo.

  • Essa característica humana foi ao longo do tempo sendo totalmente deturpada, e com isso criou-se a indústria do entretenimento, a sociedade de consumo, e as mais diversas distrações, assim como leis, moda, fantasias, tecnologias, medicamentos, etc… Tudo pensando em oferecer satisfação imediata ao ser humano, preencher a sensação de vazio existente.
  • Cortella nos ajuda a refletir sobre a maneira que somos desumanizados, e mais, a maneira que o sistema usa para tirar nossa liberdade e nos escravizar, tornando-nos robôs.
  • Para aprofundar essa reflexão leia também aqui

Nossa sociedade está submetida a um sistema que tem por objetivo roubar o que temos de mais importante: a vida, a consciência e o tempo.

Nossa cultura nos distrai a todo momento das coisas que realmente importam, vai criando tantas necessidades supérfluas, que vamos nos afastando cada vez mais do que é essencial para o ser humano. Deixamos de lado o verdadeiro sentido da vida.

Perdemos com isso a sensação de vazio, pois somos estimulados constantemente a encher de coisas nossas lacunas.

Que possamos valorizar nossas lacunas e entender sua importância para nutrimos nossa humanidade e assim celebrarmos a vida.

O Que Nos Define Como Seres Humanos?

Ser humano

O ser humano é o indivíduo pertencente à espécie viva que se distingue das outras por possuir inteligência, que pode usar para elaborar conceitos e realizar outras atividades intelectuais.

Isso é o que significa ser humano. Essa denominação também pode ser usada para se referir aos membros da espécie de modo geral (por exemplo, o ser humano é um mamífero).

Explicados os significados do termo ser humano, aprofundemo-nos aos aspectos biológicos da questão.

O Que Nos Define Como Seres Humanos?

A espécie a que pertencem os seres humanos, a espécie humana, tem o nome científico Homo Sapiens.

Esse nome científico, que pode ser traduzido como “homem que sabe”, foi cunhado pelo médico e naturalista sueco Carlos Lineu (forma portuguesa do nome do cientista, que, às vezes, é usado na forma latinizada Carolus Linnaeus ou na forma sueca Carl von Linné, que ele adotou depois de ter recebido título de nobreza).

A espécie Homo Sapiens é a única pertencente ao gênero Homo que ainda existe. Aprofundando mais a questão de um ponto de vista biológico, os seres humanos são hominídeos.

O gênero Homo, a que o ser humano pertence, faz parte da família Hominidae (dos hominídeos) assim como fazem parte dela as espécies pertencentes aos gêneros Pan (dos chimpanzes), Gorilla (dos gorilas) e Pongo (dos orangotangos).

Mais à frente, falaremos sobre o que é o ser humano para a filosofia.

Ser humano ou serumano?

Explicado o significado do termo ser humano, falaremos de sua grafia. Algumas pessoas têm dúvidas sobre como grafar o termo ser humano. Como não se trata de palavra composta, não há hífen entre as palavras “ser” e “humano”. Consequentemente, as duas são grafadas separadas: o correto, portanto, é escrever ser humano, não serumano.

O plural de ser humano é seres humanos. Por exemplo: O que é ser humano? O que são seres humanos?

Características do ser humano

Explicado de modo geral o que é o ser humano, podemos perguntar: o que caracteriza o ser humano? Entre as características dos membros da espécie Homo Sapiens que colaboram para distingui-los dos outros animais, podemos citar racionalidade, consciência da própria existência, consciência da própria morte, organização social na forma de grupos como famílias e nações, capacidade de fazer uso de meios complexos de comunicação, entre os quais podemos citar fala, escrita e gestos, capacidade de pensar de forma abstrata e capacidade de criar construções intelectuais, como hipóteses, teorias, ideologias e religiões.

Leia também:  Como Contar Que Esta Gravida Para A Familia?

Outras características do ser humano é ser mamífero, ter polegares opositores, ser bípede e fazer uso de ferramentas.

O ser humano para a Filosofia

O que é o ser humano? Filosofia tem sua própria resposta. A definição de ser humano para a Filosofia considera-o como um ser vivo, capaz de usar a razão, capaz da formação de conceitos e de entender as diferenças entre as coisas. A condição humana e seus significados interessou a vários filósofos importantes, entre os quais podem ser citados Aristóteles, Platão e Jean-Paul Sartre.

Veja também:

O SER HUMANO E AS RELAÇÕES – Portal

O Que Nos Define Como Seres Humanos? Relacionamentos e o Ser Humano

Relacionamentos constituem o núcleo essencial da vida em sociedade. Nos relacionamos com nossas famílias, vizinhos, comerciantes,professores e também com o próprio espaço que ocupamos. “A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida”, como já dizia o poeta Vinicius de Moraes.

Ainda que nem todos os relacionamentos possam ser considerados qualitativamente “bons”, é deles que depende a nossa vida.

Nossa própria sobrevivência é inteiramente dependente dos vínculos
primários que estabelecem conosco desde nosso nascimento, quando sequer temos clareza do que significa se relacionar, até os vínculos que nós buscamos ativamente quando adultos, como trabalho, amigos,cônjuges etc.

Sem os vínculos primários, como o que se desenvolve entre mãe e filho,por exemplo, não é possível que um bebê sobreviva, se desenvolva ese torne uma pessoa. Isso é, afinal, o que define o ser humano: somos seres relacionais.

Essa ideia, aliás, não é nenhuma novidade, embora
não seja devidamente conhecida e apreciada de forma prática. Neste capítulo trarei algumas contribuições dos meus estudos sobre Psicologia referentes aos relacionamentos humanos.

Adoto como ponto de partida a própria formação humana: como surgem e como se desenvolvem os vínculos interpessoais, desde o nascimento até a idade adulta.

A linguagem que vou usar neste início pode ser um pouco fria e técnica, mas depois de pensar muito entendi que era necessário esse desafio para que esta obra tivesse, em termos de conteúdo, uma relevância científica.

Bom, quando disse que a ideia do ser humano como um ser relacional não é nova, eu pensava especificamente na Política de Aristóteles. O filósofo grego, há mais de dois mil anos, já tinha em sua filosofia a clareza de que o homem é um ser social. O que faz o homem é o próprio homem.

Quero dizer com isso que nós nos tornamos humanos através de outros humanos. Precisamos ser convocados, socialmente, a sermos humanos. Por isso, não é possível conceber o humano fora da sociedade. A própria perpetuação da espécie depende de aspectos relacionais: a reprodução humana só é possível através de uma união entre um homem e uma mulher.

Essa necessidade de união se refere, obviamente, à reprodução natural. Atualmente, graças ao avanço da medicina e das ciências biológicas em geral, já dispomos de meios de fertilização artificial.

Embora dispensem a união sexual concreta entre macho e fêmea de uma espécie, esses métodos continuam sendo também relacionais, visto que dependem de conhecimentos adquiridos em conjunto ao longo de muitos anos de estudo, além de ser necessário que exista uma comunidade específica
de seres humanos capazes de assimilar e aplicar esses conhecimentos – a comunidade científica, no caso.

A dimensão social não é apenas consequência de questões ambientais, mas faz parte da própria natureza humana. A vida em sociedade é o modo natural da vida humana.

Tomei a liberdade de fazer esse pequeno grande salto temporal, de caráter meramente introdutório, para mostrar que a ideia da disposição natural do homem para relacionamentos já existia antes da psicologia como ciência, tal como a concebemos nos dias de hoje.

Foi um pequeno salto por ter sido breve, porém grande pela ousadia de tentar relacionar teorias separadas por mais de dois mil anos de história. Daqui em diante, abordaremos mais detalhadamente essas questões a partir de um viés psicológico e, mais adiante, com a entrada do Coaching na seara das relações humanas.

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Quem é o Homem? – Brasil Escola

O ser humano é único, com suas convicções e duvidas, mas o ser humano não é somente o corpo, a sua cultura e seus desejos, o ser humano é muito mais que isso, é sua essência, por isso somos tão diferentes um dos outros, mas gêmeos univitelinos tem diferenças marcantes, alguns historiadores colocam o ser humano como resultado de hereditariedade ou como um produto do meio. Mas afinal, quem é o homem?

O CONCEITO DE PESSOA HUMANA

O homem tem uma tendência espontânea para investigar, decobrir e sistematizar, enfim, conhecer o mundo no qual se encontra inserido, bem como sua própria natureza. Para ele o conhecimento de si e do mundo são coisas naturais e instintivas.

  • No decorrer dos anos o homem foi obrigado a encontrar o seu lugar, e enquanto buscava com todas as forças a sobrevivência das espécie, nossos antepassados foram, gradualmente, levados a desenvolver estratégias que proporcionassem a preservação de suas próprias vidas.
  • Os estudos antropológicos mostram que o primeiro dado humano perceptível é a existência de seres humanos vivos, física e organicamente constituídos, que se encontram inseridos no ambiente natural e que compartilham com os demais seres vivos uma necessidade básica fundamental, que é a preservação da vida.
  • Mas o homem se localiza e age a partir de vários valores produzidos e formatados culturalmente, ou seja ele é capaz de desenvolver uma hierarquia de ações e condutas a partir do bem e do mal, do justo e do injusto, do certo e do errado.
  • Essa hierarquia de valores cultivada pelos homens é refletida, estudada e analisada pela ética, que significa o conjunto de normas e conduta, próprias de cada sistema moral.
  • Cabe ressaltar a diferença básica entre moral e ética, a primeira diz respeito as normas específicas de conduta na sociedade, a segunda reflete valores fundamentais que dão sentido as próprias normas.
  • O homem não nasce moral, ele se torna moral a partir do contexto histórico e social em que encontra-se inserido, entre os vários elementos constituintes do universo    ético-moral, pode-se ressaltar três, indispensáveis para determinar ações ou condutas moralmente corretas ou incorretas: consciência, liberdade e vontade.
  • A BUSCA DO HOMEM PELO SIGNIFICADO DE SUA EXISTÊNCIA

O homem sempre buscou explicações que justificassem sua existência, portanto, ele pensa e não apenas vive. De acordo com o existencialismo, o homem é o único ser que realmente existe, pois é o único que tem consciência do seu ser.

Sendo assim, o homem é o único ser capaz de fazer perguntas, todos os demais seres não se colocam este problema, simplesmente estão submetidos às leis e fenômenos e não tem capacidade de perguntar sobre sua essência ou pelas razões de sua existência.

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A PESSOA HUMUNA E SUAS ATITUDES

A sociedade vem sendo surpreendida, dia-a-dia, com adversidades instituídas por decisões que, muitas vezes, colocam em posição de debate a verdadeira essência humana e até onde iremos. Sendo assim, é importante a prática Atitudes e o cultivo de Crenças e Valores.

  1. As atitudes positivas contribuem no desenvolvimento humano, este processo quando desenvolvido transforma o comportamento das pessoas e constrói uma sociedade mais justa e humanizada.
  2. Quase todos os teóricos concordam que a atitude não é um elemento básico irredutível da personalidade, mas a representação do agrupamento de dois ou mais elementos inter-relacionados
  3. Para Leonardo Boff a compaixão talvez seja, entre as virtudes humanas, a mais humana de todas.
  4. Segundo Boff:

“A compaixão tem algo de singular: ela não exige nenhuma reflexão prévia, nem argumento que a fundamente. Ela simplesmente se nos impõe porque somos essencialmente seres com-passivos. A compaixão refuta por si mesma noção do biólogo Richard Dawkins do “gene egoísta”.

Ou o pressuposto de Charles Darwin de que a competição e o triunfo do mais forte regeriam a dinâmica da evolução.

Ao contrário, não existem genes solitários, mas todos são inter-retro-conectados e nós humanos somos enredados em teias incontáveis de relações que nos fazem seres de cooperação e de solidariedade.

A segunda atitude, afim à compaixão, é a solidariedade. Ela obedece à mesma lógica da compaixão. Vamos ao encontro do outro para salvar-lhe a vida,…”

  • As atitudes positivas, certamente tornam qualquer homem, uma pessoa mais humana e mais justa, para isso é preciso praticar ações solidárias, tentar compreender as coisas da maneira que elas são e acontecem, não visar somente o bem-estar próprio, mas o que for melhor para todos, ajudar aqueles que mais precisam, ter olhos atentos, ser solidário com as pessoas, e especialmente com o mundo.
  • As pessoas e a sociedade são movidas em função de suas aitudes, crenças e valores, implementadas, subliminarmente ou não, no dia-a-dia através de ações e processos, em diversos campos de atuação, nos quais sempre se ressaltam a importância destes conceitos e os efeitos positivos que podem causar.
  • REFERÊNCIAS
Leia também:  Como Saber Que Alguem Tem Inveja De Mim?

DURKHEIM, E. As regras do método sociológico. São Paulo, Martin Claret, 2002.

BOFF, Leonardo. O princípio compaixão e cuidado. Vozes, 2009.         

CHILDE, Gordon. A evolução cultural do homem. Rio de janeiro, Zahar, 1971 

ROKEACH, Milton. Crenças, atitudes e valores. Interciência, 1981.

Publicado por: Robson Stigar

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do site por meio do canal colaborativo Meu Artigo. O Brasil Escola não se responsabiliza pelo conteúdo do artigo publicado, que é de total responsabilidade do autor. Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: http://www.brasilescola.com.

¿Qué nos define como seres humanos? Sobre bromas crueles y ciberacoso

Últimamente escucho hablar de TikTok a niñas emocionadas con coreografías, retos o bromas. También en las noticias por las reticencias de Donald Trump.

Teniendo 800 millones de usuarios activos al mes, 2.000 millones de descargas y con un 41% de usuarios de 16-24 años, es fácil comprender que aparezca en conversaciones y noticias, porque está generando una nueva manera de ver vídeos y de interactuar a través de ellos.

La ‘FaceTime Prank’ o broma de Facetime

En este contexto, los vídeos etiquetados como “FaceTime Prank” merecen una reflexión aparte. Se trata de una supuesta broma en la que se simula una llamada de Facetime (con la imagen en vídeo de quien supuestamente está realizando la llamada, y la imagen más pequeña debajo del que recibe la supuesta llamada).

La “broma” consiste en que la persona que supuestamente llama, y es presentada como una profesora o amigo, es alguien sorprendente generalmente porque tiene una apariencia poco habitual (desde bebés a supermodelos).

Y, cuando quien la ve muestra su reacción (generalmente de sorpresa, desagrado o risa), se le dice que tenga cuidado porque es una videollamada.

Acto seguido, a pesar de saber que en algunos de los casos si fuera realmente un conocido se hubiera ofendido con la reacción, muchos comparten el vídeo.

En algunos casos la burla podría llegar a ser ciberacoso e incluso se perpetra con imágenes de personas con enfermedades o con diversidad funcional.

La pregunta es: ¿el miedo, la risa o el desprecio dejan de ser ofensivos simplemente porque no conocemos a la persona de la imagen? O, peor aún, ¿percibimos a las personas diferentes como seres deshumanizados y desprovistos de sentimientos con quienes todo vale?

Humanidad y realidad perceptible

En investigaciones anteriores se han detectado estrategias visuales de deshumanización de personas con determinadas enfermedades, o diversidad funcional. Estas estrategias están en la base del estigma, el rechazo y la exclusión de ciertos colectivos.

Judith Butler destacaba, analizando cuestiones de imágenes y tortura, la importancia de los marcos y las normas que determinan qué vidas son consideradas como humanas, cuáles se considera que merecen la pena ser vividas y respetadas.

Porque hay una realidad perceptible (y por tanto representable) previamente establecida que marca nuestra ética y nuestras actitudes.

La cuestión de fondo, por tanto, sería cuáles son los marcos actuales, quiénes configuran la realidad que vemos y con qué medios.

Derecho a la propia imagen, a la dignidad, al honor

A estos cuestionamientos éticos se han de añadir los legales. Dudo que estos vídeos cuenten con el necesario permiso para usar las fotografías de aquellos de los que se mofan.

En este contexto, el caso de Lizzie Velasquez es especialmente importante por tratarse de una personalidad reconocida en estos temas.

Velasquez tiene un síndrome muy raro (sólo diagnosticado a otras dos personas en el mundo) y ha sufrido situaciones sociales complicadas desde pequeña. Precisamente por todo esto se ha convertido en una oradora motivacional exitosa (y probablemente una influencer) con varios libros publicados sobre el tema.

La respuesta de Velasquez, también en TikTok, ha sido tan ejemplar, que se ha hecho viral (600.000 “me gusta” y más de 20.000 comentarios) y ha mostrado su agradecimiento con otro vídeo.

Incluso la fundación británica Changing Faces mostraba en un tuit su solidaridad, solicitando a TikTok que revise sus normas.

Velasquez sólo pide que no se enseñe a los niños que está bien reírse o tener miedo de quienes son diferentes y que se paren este tipo de prácticas porque, nos recuerda, “Somos seres humanos y tenemos sentimientos”.

Significado de Ser Humano (O que é, Conceito e Definição)

Ser humano (Homo sapiens) é o termo utilizado nas ciências para caracterizar a espécie viva evolutiva que se difere das demais por possuir inteligência e razão.

Um ser humano pertence à espécie conhecida como Homo sapiens, que segundo a Teoria da Evolução é o resultado do processo evolutivo dos primatas conhecidos como hominídeos.

A espécie humana representa o mais alto nível de complexidade da escala evolutiva. O cérebro desenvolve-se de maneira que seja capaz de realizar diversas atividades que exigem raciocínio, além de elaborar pensamentos criativos, abstratos, teorias e de outros tipos.

Este desenvolvimento cerebral, associado à estrutura corporal composta por tronco ereto, cabeça, membros superiores e membros inferiores, possibilitou aos seres humanos a utilização dos braços para a manipulação de ferramentas e objetos para sua sobrevivência.

Os seres humanos também constam entre os animais com características celulares que os permitem ser uma das espécies com maior tempo de vida. Não é raro um ser humano chegar a viver até além dos 100 anos em alguns casos, ainda que seja a única espécie que tem consciência da sua morte.

Saiba mais sobre os Homo sapiens.

Alguns dos principais sinônimos de ser humano são: humano, indivíduo, criatura, pessoa, homem e gente.

Ser humano ou serumano?

O termo também gera dúvidas quanto à sua escrita, o que faz com que muita gente utilize a palavra de maneira errada, sem separação e sem a letra h – serumano.

Pelas regras ortográficas, o termo nunca foi considerado composto, mas se comporta como um todo, sem a utilização do hífen, sendo então a forma correta de escrevê-lo separado e com a letra h – ser humano.

Características do ser humano

Algumas peculiaridades fazem do ser humano uma criatura única no mundo, como por exemplo:

  • Capacidade de raciocínio lógico;
  • Sabedoria;
  • Autoconsciência de sua existência;
  • Consciência sobre a morte;
  • Racionalidade;
  • Capacidade de expressar criatividade;
  • Capacidade de comunicação complexa (fala, escrita e gestual);
  • Capacidade de se organizar em grupos sociais (famílias, nações, etc).

Veja também o significado de Humano.

O ser humano para a Filosofia

Do ponto de vista filosófico, o ser humano é caracterizado como um ser vivo racional, capaz de ser uma unidade e uma totalidade ao mesmo tempo, enquanto matéria. Ele também consegue, através da racionalidade, distinguir coisas e elaborar conceitos.

A condição e existência do ser humano foi (e é) motivo de estudo para diversos filósofos, como Jean-Paul Sartre, Friedrich Nietzsche, Aristóteles, Platão, entre outros.

Já do ponto de vista sociológico, o ser humano é aquele indivíduo que é capaz de viver em sociabilidade com os demais. É um ser social que consegue conviver em sociedade e influenciar ou ser influenciado por determinado comportamento social.

Veja também o significado de Indivíduo.

Diferenças entre o ser humano e os demais animais

Parece evidente que nós, seres humanos, distinguimo-nos dos demais animais existentes, afinal, nós somos racionais.

Essa evidência, por sua vez, pode proporcionar vários caminhos investigativos para as ciências e para a filosofia.

Neste texto, veremos alguns aspectos dos seres humanos abordados por grandes filósofos que marcam, intensamente, a diferença entre os seres humanos e os animais.

Platão é o primeiro filósofo a afirmar a existência de um dualismo psicofísico no ser humano, ou seja, uma composição dupla formada entre o corpo e a alma que nos compõem.

Segundo o filósofo, existe uma alma, perfeita e imaterial, e um corpo, material, limitado e imperfeito, que nos fazem tal como somos.

Platão não trata diretamente da relação entre os animais e os seres humanos, mas ele nos deixa uma pista importante: somente os seres racionais conseguem viver uma vida plena, pois somente a racionalidade leva ao mundo das ideias, que é perfeito e imutável.

Aristóteles, por sua vez, afirma que o ser humano é um animal político. O ser humano vive em sociedade, participa ativamente e até constrói regras para essa sociedade.

Leia também:  Serigrafia O Que É E Como Funciona?

Nesse sentido, Aristóteles afirma que o ser humano só é capaz de realizar tais atividades por causa de uma característica intrinsecamente sua: a linguagem. O ser humano é um animal dotado da palavra, da linguagem, diferente dos outros animais.

A linguagem permite-nos criar conceitos, nomear os objetos e os seres e construir um pensamento abstrato, atividades que os nossos companheiros irracionais não podem realizar.

Justamente por essas possibilidades, podemos realizar uma infinidade de tarefas, que vão desde o desenvolvimento de técnicas (com a ajuda de nossa postura ereta e de nosso polegar opositor, que possibilita o movimento de pinça com as mãos) até o estudo da matemática, da música e da lógica.

A filosofia surgiu graças a essas características humanas, mas somente na modernidade alguns filósofos realmente se preocuparam em analisar, minuciosamente, as diferenças entre os seres humanos e os animais.

René Descartes, em oposição à filosofia escolástica, que afirmava que todo ser vivente possui uma alma, reafirmou o dualismo psicofísico de Platão, aplicando-o apenas aos seres humanos. Segundo o filósofo moderno, os animais não apresentavam uma alma, sendo apenas autômatos da natureza, ou seja, espécies de seres mecânicos que desenvolvem movimentos mecanicamente.

Isso significa dizer que o ser humano é capaz de pensar, falar e movimentar-se livremente e de acordo com sua vontade, ao passo que os animais apenas desempenham tarefas mecânicas.

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Já no início da contemporaneidade, o ser humano passou a ser visto como um ser que trabalha e modifica seu meio por meio do trabalho, como afirma a tese marxista, e como um ser sem essência, segundo a tese existencialista.

No primeiro caso, o ser humano só se identifica como tal porque trabalha, porque é capaz de desenvolver um trabalho essencial e racional, mesmo que sendo explorado pela figura do burguês.

No segundo caso, o ser humano não nasce pronto, ou seja, não possui uma essência ou conceito de humano que o define de imediato, mas se constrói a cada dia, de acordo com suas vivências.

Isso não o iguala a um animal irracional, pois, para os existencialistas, o ser humano é capaz de acumular vivências e experiências em sua mente que definem suas preferências e escolhas, algo que os animais irracionais não fazem porque só vivem o momento presente e nada mais.

Em vias de conclusão, podemos afirmar que existem diversas formas de definir o conceito de ser humano de acordo com a história da filosofia.

Algo que sobressalta aos olhos do leitor é, portanto, o fato de que, na maioria das vezes, a diferença entre os seres humanos e os demais animais é um fator quase evidente.

Em virtude da nossa capacidade, nós podemos nomear, classificar e estudar as coisas, bem como criar as artes, as técnicas e ordenar as ciências. Por Francisco Porfírio

Graduado em Filosofia

¿Qué nos hace propiamente humanos? | Biocat

Noticia

¿Qué es lo que nos hace propiamente humanos? Este es el punto de partida del debate 'Natural Selection in Humans: Understanding our adaptations', organizado conjuntamente por B·Debate –una iniciativa de Biocat y la Obra Social “la Caixa”– con el Instituto de Biologia Evolutiva, un instituto de investigación mixto del CSIC y la Universitat Pompeu Fabra (UPF). El 17 y 18 de julio científicos internacionales se reunirán en el Palau Macaya para intentar entender las bases genéticas de nuestra singularidad como seres humanos y la diferencia entre grupos de poblaciones.

Hay características propias de la especie humana. Algunas de estas son el lenguaje, las capacidades cognitivas y el hecho de caminar erguidos.

Pero, ¿cuáles son las claves biológicas que se esconden detrás de estos rasgos propios de los seres humanos? Todos estos elementos distintivos de nuestra especie se deben a unos genes que han sido potenciados por selección natural durante miles de años.

Por ejemplo, los humanos y los chimpancés compartimos un 99% de la parte del genoma directamente comparable o que se pueda alinear.

Aunque un 1% pueda parecer poco, este porcentaje se traduce en un mínimo de 30 millones de diferencias genéticas entre especies, y eso implica un campo muy amplio de estudio científico.

Hasta entre un humano y otro hay 3 millones de diferencias de base genética.

Las alteraciones genéticas que nos hacen humanos

Los humanos modernos aparecieron hace unos 200.000 años en África, desde donde se diseminaron hace 100.000 años en diferentes zonas de todo el planeta, desde regiones tropicales hasta lugares con mucha altitud a los que se han adaptado durante miles de años.

Los científicos han descrito diversas adaptaciones evolutivas que nos definen como especie. Dentro de eso los seres humanos tenemos diferentes variantes genéticas que nos permiten adaptarnos a nuestro entorno. Un ejemplo son los individuos que viven en grandes altitudes y que son capaces de sobrevivir con menos oxígeno.

Otro ejemplo son las poblaciones actuales con genes de resistencia para determinadas enfermedades como la malaria (hasta ahora los investigadores han identificado unas 8 mutaciones en genes diferentes que nos ayudan a vencer la malaria) o las poblaciones inuit de Canadá, Alaska y Groenlandia adaptadas a una alimentación alta en grasas porque el pescado está muy presente en su dieta.

Pero estas no son las únicas alteraciones adaptativas.

Los seres humanos somos los únicos  mamíferos que seguimos alimentándonos con leche animal durante la vida adulta porque somos capaces de romper las moléculas de lactosa y aprovechar los nutrientes, sobre todo las grasas. Este rasgo surgió hace 5.000 años y se preservó porque supuso una ventaja selectiva muy grande, como por ejemplo en situaciones de falta de alimentos.

A VALORIZAÇÃO DO SER HUMANO E DA NATUREZA EM LUDWIG FEUERBACH – Brasil Escola

RESUMO

A filosofia de Feuerbach possibilita uma compreensão antropológica da religião. Em sua teoria, nota-se a utilização da própria essência humana como matéria-prima para a elaboração da concepção de Deus.

As qualidades e características humanas são atribuídas a Deus e esquece-se de seu valor no próprio ser humano. A natureza e o homem, então, perde seu valor e são menosprezados pelo paradigma religioso.

É diante desse cenário que Feuerbach desenvolve sua filosofia da sensibilidade, resgatando o valor intrínseco da natureza e do ser humano.

Palavras chave: Religião. Deus. Essência. Filosofia. Sensibilidade.

1. INTRODUÇÃO

Ludwig Andreas Feuerbach nasceu em 28 de julho de 1804, na cidade de Landshut, na Alemanha (MORAIS, 2014). Feuerbach foi aluno do filósofo alemão Hegel, em Berlim, e desenvolveu uma filosofia que compreendia, entre outras questões, uma crítica ao sistema filosófico de seu professor e a qualquer outra filosofia especulativa (MARTINS, 2013; MORAIS, 2014).

Em sua teoria, pode-se notar que o tema com maior engajamento e aprofundamento foi a elaboração de um modo de entender a origem do aspecto religioso no homem. Assim, Feuerbach se ocupa em perceber as influências da religião, a sua função, além de benefícios e prejuízos ocasionados por ela ao ser humano (MARTINS, 2013).

Feuerbach desenvolve, então, uma visão contraria a teologia, demonstrando o aspecto natural e antropológico da religião. É por meio da relação do homem com seu gênero e com a natureza, por meio dos sentidos, que ele elabora a noção de um Deus contendo diversas qualidades humanas (MARTINS, 2013; FEUERBACH, 2007).

A partir disso, o filósofo alemão nota o esvaziamento do mundo e do ser humano propiciado pela exteriorização de suas características em Deus, impossibilitando o homem de encontrar satisfação e prazer na vida concreta, tal como ela é (CHAGAS, 2010; FEUERBACH, 2007).

Como maneira de solucionar tal questão, Feuerbach descreve uma filosofia baseada na sensibilidade. Ele encontra na relação do ser humano com a natureza e consigo próprio, por meio dos sentidos, um modo de satisfazer aos anseios humanos e proporcionar uma vida que possui valor em si mesma (SANTOS, 2016; SOUSA, 2016).

2. JUSTIFICATIVA

Compreender a essência humana e sua relação com a natureza, bem como o papel da religião no desenvolvimento do homem, é de suma importância para se elaborar uma ética e uma prática social que vise a realização e a satisfação da humanidade.

É por meio da análise de tais aspectos que se torna possível uma vida mais plena, baseada em princípios que realmente proporcionem ao ser humano vivenciar as potencialidades presentes em sua essência, buscando reconhecer seu lugar no mundo e sua maneira autêntica de se relacionar com ele e com todos os outros seres humanos.

3. LINHA DE PESQUISA

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