O Que É Zona E Como Se Trata?

Fibromialgia consiste em um quadro patológico no qual o paciente apresenta dores não inflamatórias generalizadas e intermitentes, sendo observadas mais intensamente em pontos específicos corpóreos denominados como “tender points”, zonas específicas de maior incidência dolorosa em que o terapeuta avalia por meio de um exame palpatório. Esta enfermidade está comprovadamente relacionada a disfunções quanto à produção e recepção de determinados neurotransmissores pelo organismo, assim como nota-se uma série de características presentes entre os portadores. Normalmente, são pessoas submetidas a um estresse prolongado, quadro depressivo, transtornos de ansiedade, morbidades adquiridas, maus hábitos alimentares, vida monótona, problemas de cunho familiar, conjugal ou laboral, dentre outros. Por se tratar de um quadro em que o organismo está ativo abaixo dos níveis essenciais para um bom funcionamento, fatores estruturais também merecem respaldo. Em um corpo depressivo e com dor há muito tempo, a musculatura fica comprometida e, consequentemente, a sustentação do corpo também é alterada. Dessa forma, alguns distúrbios de coluna podem se instalar, como o aumento das dores locais bem como o surgimento de um quadro degenerativo (artrose ou hérnia discal).

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E você sabe como a doença se manifesta?

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A Fibromialgia se manifesta com dores por todo o corpo.

O paciente com fibromialgia pode sentir dor muscular generalizada no corpo todo e que pode vim acompanhada por outros sintomas, como fadiga e até alterações de memória, sono e também humor. Lista dos principais sintomas:

  • Dor intensa em todo o corpo, especialmente nos músculos;
  • Surgimento de diarreia e prisão de ventre, dentre outras alterações intestinais;
  • Músculos duros;
  • Sinais de ansiedade e depressão;
  • Tonturas e cefaleias;
  • Distúrbios do sono (muitas vezes, o paciente acorda com a sensação de que não dormiu), além de cansaço e sonolência frequentes.

Veja características dos principais sintomas

  • Dor generalizada: dificilmente o paciente consegue descrever essa dor, que nem é aguda nem forte. Trata-se de uma dor constante e “cansada”. É considerada generalizada por ocorrer em ambos os lados do corpo e acima e abaixo da cintura.
  • Fadiga: por muitas vezes, o paciente já desperta cansado, ainda que tenha dormido por uma quantidade adequada de horas. Ou seja, acaba adquirindo um “sono não reparador”.
  • Dificuldades cognitivas: dentre as consequências da fibromialgia também podem estar os prejuízos à memória do paciente, incluindo perda de memória de fixação, falta de concentração e raciocínio.

Qual o grau de ocorrência da doença?

A fibromialgia pode acometer qualquer indivíduo. Trata-se de um quadro comum. Entretanto, há vários anos atrás a doença não era conhecida pela denominação que hoje apresenta, e sim por outros termos.

Fatores de risco

Sexo: as mulheres são as mais acometidas. O problema afeta de 8 a 10 vezes mais o público feminino. Histórico familiar: é mais provável que a doença se manifeste em pacientes que já tiveram casos dessa doença na família. Doenças reumáticas: algumas doenças reumáticas podem ser responsáveis pela origem do problema. É o caso da artrite reumatoide ou do lúpus eritematoso, por exemplo.

O que pode agravar o problema?

O paciente com Fibromialgia pode sentir dores ainda mais intensas logo após um grande esforço físico. O estresse e as alterações do clima, além de noites mal dormidas também pode contribuir significativamente para crises acentuadas de dor.

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Quais os principais pontos de dor?

O Que É Zona E Como Se Trata?

Há pontos principais de dor na Fibromialgia

  Como já sabemos a dor é generalizada, mas ela pode se tornar mais intensa em alguns pontos específicos que o paciente com Fibromialgia sabe exatamente onde são uma vez tocados. Veja quais são esses “pontos dolorosos”:

  • Na parte da frente e de trás do pescoço;
  • Na parte de trás dos ombros;
  • Na parte superior do peito;
  • Nos cotovelos;
  • Na parte superior das nádegas;
  • No quadril;
  • Nos joelhos.

Como diagnosticar a fibromialgia?

Normalmente, o diagnóstico é clínico.

É identificada a doença, principalmente, quando o paciente apresenta dor intensa em 3 a 6 áreas diferentes do corpo durante um período de, pelo menos, três meses ou mesmo quando o indivíduo apresenta dor menos forte só que em mais áreas diferentes do corpo. Alguns exames também podem ser solicitados para descartar outras doenças que possam apresentar sintomas semelhantes.

Existe cura para a fibromialgia?

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Fibromialgia não tem cura, mas existem vário tratamentos que podem ajudar a conviver com isso.

Quando o paciente é diagnosticado com Fibromialgia, ele já é orientado sobre o fato de a condição não ter cura. O que é possível é o alívio dos sintomas. Para isso, existem alguns procedimentos que podem ser prescritos pelo médico acompanhante do paciente.

Qual o melhor tratamento?

  • Tratamento medicamentoso: Alguns medicamentos como analgésicos, antidepressivos e relaxantes musculares podem ser prescritos pelo especialista. Mas, atenção: nunca se automedique nem interrompa o uso de algum medicamento que o seu médico orientou sem antes consultá-lo.
  • Auxílio psicológico: Muitos pacientes diagnosticados com Fibromialgia sofrem com distúrbios psiquiátricos concomitante. Isso, certamente irá dificultar a melhora clínica. Dessa forma, é sempre aconselhável a consulta com um psicólogo ou psiquiatra.
  • Prática de exercícios: Um programa de exercícios regular e de baixo impacto pode beneficiar bastante os pacientes com Fibromialgia. Sempre orientados por um fisioterapeuta, os exercícios contribuem na manutenção de músculos condicionados e saudáveis. O paciente também é orientado sobre a importância do alongamento, da boa postura e dos exercícios de relaxamento. Bons exemplos são a caminhada, a natação e a hidroginástica.
  • Estilo de vida saudável: É extremamente necessária a adoção de bons hábitos ao longo de toda a vida, como boa alimentação, descanso mental para alívio do estresse e qualidade do sono.
  • Fisioterapia: Sessões regulares de fisioterapia ajudam na melhora da circulação e alívio dos sintomas característicos da Fibromialgia.

Fibromialgia e aposentadoria

Há casos em que o paciente recebe direito à aposentadoria por conta da doença. Para isso, o médico perito comprova a Fibromialgia no paciente por meio de uma perícia agendada no INSS. Outro benefício que o paciente acometido pode receber é o auxílio-doença durante o período em que estiver incapacitado de trabalhar por conta de crises da doença.

Convivendo com o problema

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  • Exercícios regulares;
  • Lidar com o estresse da melhor forma;
  • Evitar cafeína em excesso, especialmente antes de dormir;
  • Conversar com outras pessoas sobre sua condição;
  • Investir em momentos para si, em que se livre de tensões do dia a dia.

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Consejos para pacientes con Herpes Zóster

Esta Guía de Consejos para pacientes informa de las causas y molestias de la enfermedad, muestra las medidas de tratamiento y ofrece consejos para ayudar a las personas afectas en su recuperación.

¿Qué es un Herpes Zóster?

El herpes zóster es una enfermedad viral que en términos generales puede presentarse en cualquier persona. A menudo empieza con una ligera fiebre, cansancio y dolores en una zona limitada de la piel.

Sólo después se desarrollan en la zona de cadera, vientre o la baja espalda unas pústulas llenas de líquido.

El nombre de herpes zóster se refiere a estas pústulas, que se extienden – generalmente en un lado – como un cinturón alrededor del cuerpo.

Dolores en una zona limitada de la piel pueden ser los primeros síntomas de la erupción de un herpes zóster

En el caso de herpes facial – como indica su nombre – las pústulas se presentan en la cara. El torso es el que más a menudo está afectado por el herpes zóster.

El herpes zóster se presenta con mayor frecuencia en personas mayores. En las personas de más de 60 años el riesgo de contraer un herpes zóster es especialmente alto

Al principio estaba la varicela

Por lo general, la varicela es una enfermedad infantil inofensiva, que de mayor casi no se recuerda. No obstante, desde entonces lleva en su interior el virus de la varicela, que yace en los ganglios nerviosos de la médula o en las vías nerviosas de la cara.

Además del estrés, entre otros, también la exposición al sol favorece la “erupción” de los virus.

Quizá últimamente sufrió de un fuerte estrés, estuvo expuesto durante las vacaciones a fuertes rayos de sol o estuvo muy tocado en su salud. Estos factores pueden debilitar sus defensas endógenas. De este modo, el virus de la varicela consigue una segunda oportunidad de “declararse” y de multiplicarse.

Herpes Zóster, cuando un virus se activa

Así que el virus de la varicela (virusvaricela- zoster) ha causado su herpes de cinturón o su herpes facial. El médico llama a esta enfermedad herpes zóster.

El virus yace en determinados ganglios nerviosos, y las fibras nerviosas de estos ganglios nerviosos abastecen solamente una zona limitada de piel.

Por este motivo no tiene erupciones en todo el cuerpo, como ocurre con la varicela, sino que las pústulas se reparten significativamente en una superficie de piel limitada en un lado del cuerpo o de la cara.

El virus se desplaza desde los ganglios nerviosos a través de las fibras nerviosas a la piel, para allí extenderse y multiplicarse. En la zona de la piel que en principio sólo estaba enrojecida, poco a poco se van formando pequeños nodos que evolucionan hacia pústulas llenas de líquido.

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Las neuralgias son características

A menudo, algunos días antes de que aparezcan los primeros síntomas en la piel, experimenta dolor en la zona afectada. Este dolor puede ser ardiente o punzante y la piel se nota escocida.

A menudo, unos días antes experimenta dolor en las zonas afectadas.

Dado que los virus se extienden y multiplican a gran velocidad, dañan los nervios, provocando de este modo el dolor. Por este motivo es importante que el tratamiento se realice rápidamente y se siga al pie de la letra. Siga exactamente las indicaciones de su médico – él dispone de los medicamentos que alivian su dolor y pueden parar la multiplicación de los virus.

En el caso de herpes zóster cada minuto cuenta. Cuanto antes se empiece el tratamiento, antes pasará el dolor.

Pasadas unas dos o tres semanas, se secan las pústulas, forman costras y se curan. Incluso curado su herpes zóster o herpes facial pueden persistir los dolores. Este riesgo aumenta con la edad.

Por esta razón debería acudir cuanto antes a su médico.

La experiencia indica que el tratamiento a tiempo del herpes zóster o herpes facial puede reducir la probabilidad de dolores persistentes (neuralgia postzóster).

O Que É Zona E Como Se Trata?

El riesgo de dolor después de la cicatrización en función de la edad

Complicaciones del Herpes Zóster

Al igual que en otras enfermedades, también en el curso del herpes zóster o herpes facial se pueden presentar complicaciones. Pero no son la regla general.

Su médico conoce estas complicaciones y le ayudará con su consejo. Él conoce las posibilidades de tratamiento que le pueden ayudar y con las que se pueden evitar complicaciones.

Así que no dude en acudir a tiempo a un médico de su confianza

Su médico puede ayudar y evitar complicaciones.

Neuralgia postzóster

Hablamos de una neuralgia postzóster cuando los dolores continúan más de cuatro semanas después de ceder los síntomas de la piel. Es la complicación más frecuente del herpes zóster y afecta especialmente a los pacientes mayores. La causa de estos dolores es la destrucción de nervios periféricos y ganglios nerviosos por los virus.

Su médico dispone de tratamientos eficaces para prevenir esta evolución. Esto incluye una terapia medicamentosa a tiempo – en el plazo de 72 horas después de presentarse los primeros síntomas – para parar la multiplicación del virus. Además hay que combatir los dolores desde el principio.

Estas medidas reducen considerablemente el riesgo de una neuralgia postzóster.

Infección del ojo (Zoster ophtalmicus)

Cuando zóster se presenta en la cara, posiblemente afecte también a los ojos – generalmente sólo uno. Una infección del ojo puede cursar con dolores, mareo, lagrimeo, sensibilidad a la luz y una conjuntivitis. La cornea y el iris pueden estar afectados. También aquí dan buen resultado los medicamentos antivirales.

Infección del oído (Zoster oticus)

La infección del oído con virus varicella zoster puede ir acompañada de una parálisis facial unilateral. Molestias características son zumbido de oídos, sordera, sensibilidad al ruido y vértigo. En caso de infección de la piel o del ojo los medicamentos antivirales pueden poner remedio

Los buenos consejos son necesarios

  • La ducha es preferible al baño:Con el baño existe el riesgo de una invasión bacteriana de las zonas de piel afectadas.
  • No usar jabón o gel de ducha perfumados: Pueden irritar la piel, por esto se recomienda excluir las zonas de piel infectadas.
  • Deje que el aire toque su herpes zóster. A los virus no les gusta la sequedad
  • Nada de cremas o polvos:Si su médico no le ha prescrito pomadas especiales, debería prescindir de cremas o polvos en las zonas de piel afectadas.

Ropa cómoda:Lleve ropa cómoda que no se ajuste al cuerpo, ya que las zonas de piel afectadas son muy sensibles al roce.

Deje que el aire toque su piel, a los virus no les gusta la sequedad.

Higiene:Al lavar su ropa se mata el virus, no hay que observar especiales medidas de precaución.

Antes de los primeros síntomas apreciables pueden presentarse dolores. Si no se tratan a tiempo pueden tornarse crónicos.

Riesgo de contagio: El herpes zóster en sí no es contagioso. No obstante, puede provocar varicela en aquellos que no la han tenido. Infeccioso es especialmente el contenido de las pústulas. Si los ha tocado, debería lavarse cuidadosamente las manos para no contagiar sobre todo a niños pequeños o personas enfermas.

Respaldo de la terapia: Aumente sus defensas. Siga una alimentación equilibrada, o sea, rica en fibras y vitaminas. Pasee con frecuencia, duerma lo suficiente y evite el alcohol y la nicotina. Una actitud positiva ante la vida ayuda en su proceso de curación.

Y no olvide tomar sus medicamentos regularmente de acuerdo con las indicaciones de su médico.

Dolor por herpes: qué es, síntomas, causas, prevención y tratamiento

El dolor por herpes es una molestia generada por la presencia de virus que causan distintas enfermedades. Por ejemplo, el virus del herpes simple el causante del herpes común, mientras que el virus de Epstein-Barr causa mononucleosis, y el de la varicela el herpes zóster.

El herpes zóster o culebrilla es un virus —el mismo que causa la varicela— que se aloja en los ganglios y permanece latente durante un tiempo y que cuando el portador supera los 60 años puede reactivarse, causando una erupción dolorosa en la piel.

El dolor causado por el herpes zoster se debe a una enfermedad producida por la reactivación del virus de la varicela en la infancia.

Después de haber pasado esta enfermedad, el virus permanece latente y se reactiva en ocasiones determinadas y en zonas como la cara, el cuello, la espalda, las manos….

Cuando brota de nuevo, aparece el herpes que afecta a los nervios periféricos y a la piel, provocando dolor, escozor y enrojecimiento de la piel, donde se generan pequeñas vesículas o ampollas dolorosas agrupadas en el territorio de un nervio.

En esta fase del brote las lesiones son muy contagiosas, posteriormente las vesículas se secan y se forman costras que, algunas veces pueden dejar cicatrices. La principal secuela es el dolor por herpes tras la enfermedad (neuralgia postherpética), ya que puede quedar un dolor residual durante meses o años.

El virus de Epstein-Barr es un virus causante de la mononucleosis, enfermedad que causa fiebre, dolores, garganta irritada o fatiga extrema.

El herpes simple consiste en una serie de ampollas que generan dolor, picazón o ardor en la zona genital o en la cara.

Pronóstico de la enfermedad

En general nos encontramos ante unas enfermedades que pueden dificultar la vida común al paciente, ya que en ocasiones los signos y síntomas de la enfermedad causada por herpes pueden dificultar la vida diaria del paciente.

Síntomas del dolor por herpes

  • Herpes simple: los síntomas del herpes simple incluyen:  
    • Ardor al tratar de orinar
    • Dificultades a la Hora de ir al baño, ya que las llagas pueden bloquear la vejiga
    • Dolor en área genital
    • Picor
    • Fiebre
    • Escalofríos
    • Sensación de fatiga
    • Dolor  
  • Virus de Epstein-Barr: aunque en su mayor parte son asintomáticos, algunos síntomas son:  
    • Faringitis
    • Fatiga
    • Mononucleosis
    • Malestar
    • Fiebre
    • Dolor de garganta
    • Sarpullido

En casos excepcionales, se puede desarrollar síndrome de Guillain-Barré, meningitis o encefalitis

O Que É Zona E Como Se Trata? Efectos del herpes zóster  

  • Herpes zóster o culebrilla  
    • Neuralgia postherpética: es la complicación más común, causando dolor intenso que normalmente mejor a las semanas o meses. No obstante, se dan casos de personas que padecen el dolor durante años y deben aprender a convivir con él
    • Dolor
    • Parestesias
    • En fase aguda, el dolor puede originarse con un simple roce

Pruebas médicas para el dolor por herpes

El diagnóstico del herpes zóster es normalmente clínico. No obstante, existen algunas pruebas para diagnosticarlo.

Algunas pruebas que pueden diagnosticarlo son una biopsia, un cultivo del virus, un estudio hepatológico y el citodiagnóstico de Tzanck.

En el caso del virus de Epstein-Barr, causante de mononucleosis infecciosa, se trata de una enfermedad sencilla de diagnosticar.

En el caso del herpes simple, para saber si el paciente lo padece debe hacerse la prueba de detección de herpes, ya que como toda ETS debe ser comprobada. La prueba diagnóstica consiste en tomar una muestra de las llagas y analizarlas.

¿Cuáles son las causas del dolor por herpes?

Las causas del dolor por herpes están originadas en una infección del paciente con el virus del herpes. En el caso del herpes simple, este se contrae mediante una relación sexual.

El virus de Epstein-Barr se transmite a través de la saliva, por eso se conoce la mononucleosis como la enfermedad del beso.

En el caso del herpes zóster o culebrilla, este no es contagioso pero puede aparecer en cualquier persona que haya padecido varicela, aunque se ha de hacer especial hincapié en aquellos que:

  • Tengan enfermedades del sistema inmunitario
  • Padezcan ciertos tipos de cáncer
  • Han recibido un trasplante de un órgano y toman inmunodepresores

¿Se puede prevenir el dolor por herpes?

La única forma de prevenir el dolor que aparece en los casos de herpes es evitar la infección del virus.

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Una vez contagiado, el herpes puede o no manifestarse, pudiendo permanecer latente en el cuerpo del paciente durante varios años. Por ejemplo, el herpes zóster está latente desde que el paciente padece varicela, y un herpes común puede permanecer toda la vida en el cuerpo del paciente pero sin mostrar ningún síntoma.

Tratamientos para el dolor por herpes

En el caso del herpes simple, debe destacarse que no tiene una cura concreta, pero se pueden controlar los síntomas y las infecciones. Con medicamentos y fármacos se pueden controlar los brotes e impedir su aparición.

El herpes zóster o la culebrina no tienen una cura concreta, aunque a partir de antivirales se puede controlar el brote y se puede prevenir la aparición de la neuralgia postherpética.

El tratamiento del virus de Epstein-Barr y por ende de la mononucleosis consiste principalmente en reposo y alivio del malestar, así como los síntomas de fiebre y dolor de garganta. A su vez, debe evitarse la actividad física para evitar una posible inflamación en el brazo.

¿Qué especialista trata el dolor por herpes?

El especialista encargado de tratar y dar solución al dolor por herpes es el especialista en Unidad del Dolor.

Queimaduras – Lesões e envenenamentos – Manual MSD Versão Saúde para a Família

Assim como as queimaduras mais superficiais, as queimaduras profundas menores são tratadas com creme antibiótico. Por vezes, os médicos não utilizam creme antibiótico, mas aplicam, em vez disso, curativos esterilizados especiais que podem permanecer no local de vários dias a uma semana.

Alguns destes curativos contêm prata, que ajuda a matar as bactérias. Outros curativos são ligeiramente porosos, o suficiente para permitir a drenagem do líquido da queimadura, mas não para permitir a passagem de bactérias.

Qualquer pele morta e bolhas rompidas devem ser removidas por um profissional de saúde antes de se aplicar o creme antibiótico ou o curativo. Além disso, se um braço ou uma perna profundamente queimado for mantido em elevação acima do coração durante os primeiros dias, reduz-se o inchaço e a dor.

A queimadura pode necessitar de hospitalização ou controle hospitalar ou ambulatorial frequente, possivelmente com uma frequência diária durante os primeiros dias.

Pode ser necessário um enxerto de pele para substituir a pele queimada que não sara. Outros enxertos de pele são úteis para cobrir e proteger temporariamente a pele, à medida que esta se cura sozinha. Em um procedimento de enxerto de pele, um pedaço de pele saudável é retirado de fontes como

  • uma área não queimada do corpo da pessoa (autoenxerto)
  • pessoa falecida (aloenxerto)

Os autoenxertos podem ser pedaços sólidos de pele ou enxertos em malha. Para um enxerto em malha, os médicos utilizam uma ferramenta para fazer múltiplas incisões pequenas e espaçadas de forma regular no pedaço de pele.

As incisões permitem que a pele doadora seja distendida para cobrir uma área muito maior (frequentemente várias vezes a área do pedaço de pele original).

Os enxertos em malha são utilizados em áreas onde o aspeto não é tão preocupante, quando as queimaduras envolvem mais de 20% da superfície corporal e quando a pele doadora é escassa. Os enxertos em malha saram com um aspeto irregular tipo grelha, por vezes com cicatrização excessiva.

Após a remoção do tecido morto e após a ferida ter sido limpa, um cirurgião cose ou grampeia o enxerto de pele sobre a área queimada. Pode também ser utilizada pele artificial. Os autoenxertos são permanentes.

No entanto, os aloenxertos e os xenoenxertos são rejeitados após 10 a 21 dias pelo sistema imunológico do paciente e a pele artificial é removida.

Apesar de os aloenxertos e xenoenxertos proporcionarem proteção temporária à pele em fase de cicatrização, deve ser colocado, mais tarde, um autoenxerto se a ferida for de espessura total e demasiado grande para sarar por si mesma.

A pele queimada pode ser substituída a qualquer momento após vários dias da ocorrência da queimadura.

Normalmente, é necessário recorrer à fisioterapia e à terapia ocupacional para impedir a imobilidade causada pelas cicatrizes ao redor das articulações e para ajudar as pessoas a se moverem se o movimento das articulações for limitado.

Iniciam-se os exercícios de alongamento nos primeiros dias após a queimadura. Aplicam-se talas para se assegurar a imobilidade de algumas articulações, de forma que repousem na posição menos propensa a causar contraturas.

Essas talas são retiradas apenas quando as articulações se movem. Contudo, caso tenha sido realizado um enxerto de pele, a terapia não deve ser iniciada nos primeiros três dias após os enxertos terem se fixado, com o objetivo de não causar obstáculos à sua cura.

Os curativos volumosos que exercem pressão sobre a queimadura podem prevenir o aparecimento de cicatrizes grandes.

Herpes zóster ocular | Culebrilla ocular | Ada

La infección por herpes zóster, comúnmente llamada culebrilla, es una infección viral común. Cuando este tipo de culebrilla afecta el nervio óptico, se llama herpes zóster ocular o culebrilla ocular.

La culebrilla aparece cuando el virus de la varicela se reactiva ya en una edad más avanzada, por lo que las personas que tuvieron varicela son más propensas a desarrollar esta condición. Afecta en mayor medida a personas mayores o que tienen un sistema inmunitario debilitado.

El síntoma típico de esta infección es una erupción de ampollas dolorosas en la cara y el ojo, el cual también se pone rojo y duele. Se trata con medicamentos antivirales y en el caso que los síntomas sean severos, se administran por goteo (vía intravenosa).

Las personas con culebrilla deben evitar el contacto con aquellas que no fueron vacunadas contra la varicela o que tienen el sistema inmunitario débil. Si no se trata rápidamente, esta condición puede causar problemas permanentes de visión.

Riesgos

El herpes zóster es una infección provocada por el virus varicela-zóster (VVZ) que causa dos condiciones diferentes. La primera es la varicela, una erupción generalizada de ampollas. El virus permanece inactivo en el cuerpo por varios años antes de reaparecer en forma de culebrilla.

La culebrilla ocular es un tipo de culebrilla que aparece en una zona particular de la cara y ocurre porque se infecta el nervio óptico en esa zona. Si bien haber tenido varicela impide que una persona vuelva a contraer esa infección, no la hace inmune a la culebrilla. La culebrilla afecta a personas mayores o que tienen debilitado el sistema inmunitario.

Las personas que tuvieron varicela durante la niñez son propensas a desarrollar esta condición médica.

Síntomas

La culebrilla ocular suele comenzar con una sensación de hormigueo o ardor en la zona del ojo, la frente, la sien y la nariz, seguido por una erupción de ampollas. Es posible que la zona se sienta adormecida.

En las personas con culebrilla, el ojo del mismo lado de la erupción se torna lloroso y dolorido, provocando inflamación alrededor del ojo y en algunos casos problemas de visión.

También pueden presentar dolor de cabeza, fiebre, falta de apetito y una sensación general de malestar.

Diagnóstico

Normalmente se puede diagnosticar con seguridad en base de los síntomas y el aspecto de la erupción. Si existen dudas, el diagnóstico se puede confirmar realizando un análisis de sangre o de una muestra del líquido de una ampolla para identificar el virus.

Tratamiento

La culebrilla ocular debe tratarse de manera urgente con medicamentos antivirales.

Las personas que tienen el sistema inmunitario debilitado o que desarrollen problemas severos de la vista deberán recibir medicamentos antivirales mediante goteo (vía intravenosa). Es posible que también sean necesarias gotas oftálmicas con esteroides.

Los medicamentos antiinflamatorios, como el ibuprofeno, pueden ayudar a aliviar el dolor y la hinchazón. Las personas que tienen culebrilla deben evitar rascarse en el lugar de la erupción.

Prevención

Las personas con culebrilla deben evitar el contacto con aquellas que no fueron vacunadas contra la varicela (en especial los recién nacidos) o que tienen el sistema inmunitario débil. Las vacunas contra la varicela y el herpes zóster pueden ayudar a prevenir y reducir la gravedad de algunos casos de culebrilla.

Pronóstico

La culebrilla ocular puede producir problemas permanentes en la visión, incluyendo ceguera. Las personas mayores o que tienen un sistema inmunitario débil pueden desarrollar complicaciones después de un episodio de culebrilla, como una cicatriz permanente en el ojo, glaucoma o pérdida de la visión.

HERPES ZOSTER – Causas, sintomas e tratamento

O herpes zoster, conhecido popularmente pelos nome cobreiro ou zona, é uma doença infecciosa provocada pelo vírus Varicella-Zoster (Human Herpesvirus-3 – HHV-3), o mesmo que causa a catapora (varicela).

Apesar de ser o mesmo vírus, tecnicamente o herpes zoster não é catapora. Os sintomas, a epidemiologia e as complicações são bem diferentes. É a mesma infecção, mas não é exatamente a mesma doença.

O herpes zoster também não tem a ver com o herpes labial ou herpes genital. Os nomes são semelhantes e eles são causados por vírus da mesma família, Herpesviridae, mas herpes zoster e herpes são duas doenças completamente distintas.

Este texto abordará apenas o herpes zoster. Se você está à procura de informações sobre catapora (varicela), acesse o seguinte link: Catapora (varicela) – Transmissão, sintomas e tratamento.

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Como surge o herpes zoster?

  • Quando somos expostos ao vírus Varicella-Zoster pela primeira vez, fato que ocorre habitualmente durante a infância, desenvolvemos catapora, que é uma doença que se caracteriza por febre e erupções avermelhadas por todo o corpo.
  • Após uma ou duas semanas de sintomas, o nosso sistema imunológico consegue criar anticorpos, controla a replicação do vírus e a doença desaparece espontaneamente.
  • O problema é que a cura dos sintomas não é necessariamente a cura do vírus.
  • Durante a fase inicial da catapora, o vírus invade as terminações nervosas da pele e migra até algumas cadeias de gânglios localizadas próximo à medula espinhal e ao cérebro, conseguindo, assim, permanecer “escondido” do sistema imunológico por períodos que podem durar décadas.
  • O paciente, portanto, cura-se da catapora, mas permanece infectado pelo vírus Varicella-Zoster pelo resto da vida.
  • Em geral, isso não é um problema, pois toda vez que o vírus tenta sair do seu “esconderijo” nos gânglios nervosos, o nosso sistema imunológico, que agora possui anticorpos específicos contra o vírus Varicella-Zoster, consegue impedi-lo. 
  • O paciente mantém o vírus encurralado, não apresenta sintoma e nem é capaz de transmiti-lo para outras pessoas.

Entretanto, a nossa batalha contra o Varicella-Zoster depende de um sistema imunológico forte. O vírus pode ficar décadas à espera de um evento que provoque enfraquecimento imunológico para voltar a se multiplicar.

Quando isso ocorre, a reativação do Varicella-Zoster não provoca um novo quadro de catapora, mas sim uma doença diferente, chamada herpes zoster.

Sintomas

Quando o vírus reativa-se, ele faz o caminho inverso, viajando do nervo de volta à pele.

Herpes zoster – vesículas agrupadas

Ao chegar à pele, o vírus provoca as lesões típicas do herpes zoster: múltiplas vesículas (bolhas) avermelhadas, que ficam restritas a uma pequena zona do corpo, exatamente aquela que é inervada pelo nervos que “escondiam” o vírus.

A forma como as lesões do herpes zoster se agrupam, geralmente em “faixa” e nunca ultrapassando a linha média do corpo, é a característica mais importante para o diagnóstico da infecção.

Para entender o porquê da lesão pelo herpes zoster ter esse comportamento é preciso conhecer um pouco sobre a anatomia da medula espinhal e seus nervos. Vamos explicar de forma simples.

A medula espinhal está conectada ao cérebro, possui mais ou menos 45 cm de comprimento e fica dentro da coluna vertebral. Ela vai da primeira vértebra cervical, lá em cima do pescoço, até a segunda vértebra lombar.

Ao longo da medula saem vários plexos de nervos periféricos para todo o corpo, que são responsáveis pela inervação de regiões específicas. Cada região do corpo que recebe um ramo dos nervos oriundos da medula é chamada de dermátomo.

Cada vértebra lança um par de nervos, cada um inervando uma metade do corpo. A região do mamilo esquerdo e direito, por exemplo, são inervadas por um par de nervos que nasce na altura da 4ª vértebra da coluna torácica (T4). Já a região do umbigo é inervada por nervos que nascem na altura da 10ª vértebra torácica (T10).

Portanto, se o vírus Varicella-Zoster estiver escondido em gânglios próximos à raiz do nervo à esquerda da vértebra T10, por exemplo, quando houver reativação, ele viajará até a região do umbigo e causará erupções em uma faixa do abdômen que fica à esquerda do umbigo.

Dermátomo – herpes zoster

Na foto abaixo, é possível ver uma lesão de herpes zoster acometendo a região inervada por T1 e T2. Repare que a lesão é “em faixa” e termina exatamente na metade do corpo, já que apenas um par do nervo costuma transportar o vírus.

O dermátomo acometido pelo herpes zoster costuma apresentar sensação de queimação ou formigamento durante um ou dois dias antes das lesões surgirem. Também são comuns sintomas gerais de virose, tais como febre e mal-estar.

Quando o herpes zoster aparece, ele costuma começar como um rash bem doloroso e avermelhado, evoluindo rapidamente para as típicas vesículas (bolhas). A região torácica, abdominal e lombar são as mais acometidas.

Lesão em faixa que não ultrapassa a metade do corpo

Novas vesículas vão surgindo ao longo de 3 a 5 dias, geralmente aliviando após 7 a 10 dias, quando as bolhas secam e começam a formar crostas. As lesões e a dor podem demorar até um mês para desaparecem completamente. Em alguns casos, a lesão do zoster deixa cicatriz.

Ao contrário da catapora, que aparece apenas uma vez na vida, o herpes zoster pode recidivar sempre que houver uma queda da imunidade do paciente.

Complicações

A nevralgia pós-herpética é uma complicação que se caracteriza pela permanência da dor no local acometido, mesmo depois de muito tempo da resolução da lesão. A infecção desaparece, mas a dor fica. Em alguns casos, a dor da nevralgia pós-herpética é tão intensa e contínua, que pode levar o paciente à depressão e à incapacidade física.

Habitualmente, o herpes zoster é autolimitado e acomete uma região pequena do corpo, geralmente só um dermátomo. Se após 7 a 10 dias ainda estiverem surgindo novas bolhas ou se o quadro estiver acometendo vários dermátomos ao mesmo tempo, deve-se pensar na possibilidade de uma doença debilitante do sistema imunológico, como câncer ou AIDS.

A reativação do zoster na face pode ser perigosa, principalmente se acometer a área dos olhos, o que pode levar à perda da visão.

A síndrome de Ramsey Hunt é uma paralisia facial que ocorre pelo acometimento dos nervos faciais pelo herpes zoster. Também é comum nesta síndrome a ocorrência de labirintite.

Formas de transmissão

  1. O paciente com zoster ativo é contagioso apenas para as pessoas que nunca tiveram catapora, ou seja, para aquelas que nunca foram infectadas pelo vírus Varicella-Zoster.

  2. Quem nunca teve catapora, caso entre em contato com algum paciente com cobreiro, irá desenvolver catapora e não herpes zoster, pois a primeira é sempre a forma inicial de contaminação por esse vírus.

  3. As lesões são altamente contagiosas e a transmissão do vírus se dá habitualmente através de mãos infectadas pelas lesões (basta coçar ou tocar na lesão para a haver risco de contaminação das mãos).

É bom reforçar que a doença herpes zoster em si não é transmissível. Ninguém desenvolve herpes zoster sem antes ter tido catapora.

Se você tem cobreiro e acha que nunca teve catapora na infância, o mais provável é que a sua catapora tenha sido tão branda, que ela passou despercebida ou foi confundida com qualquer outra virose comum.

O fato é que para ter herpes zoster, você precisa já ter o vírus Varicella-Zoster escondido no sistema nervoso. Ter contato com alguém com zoster não fará você tê-lo também.

As pessoas que já tiveram catapora ao longo da vida, ou que foram vacinadas, podem ter contato com pacientes com herpes zoster sem risco de desenvolver qualquer doença, pois elas possuem anticorpos contra o vírus Varicella-Zoster.

Fatores de risco

Como já referido, para ter herpes zoster é necessário já ter tido catapora em algum momento da vida. Até 20% dos pacientes com história de catapora na infância apresentarão pelo menos um episódio de cobreiro, que surge, geralmente, após os 50 anos. Entre os pacientes com mais de 85 anos essa taxa sobe para mais de 50%.

O herpes zoster surge quando há uma queda nas defesas imunológicas. Entre os fatores de risco podemos citar:

  • Idade acima de 50 anos.
  • Estresse físico ou psicológico.
  • Privação do sono.
  • Diabetes mellitus.
  • Câncer.
  • Quimioterapia.
  • Doenças crônicas.
  • Uso de drogas imunossupressoras.
  • HIV / AIDS.

Tratamento

Na maioria dos casos, o herpes zoster desaparece espontaneamente após alguns dias.

O tratamento com antivirais, como o Aciclovir, Valaciclovir ou Famciclovir, está indicado para acelerar o processo. Esses antivirais são medicamentos que, se iniciados nas primeiras 72 horas de doença, diminuem a severidade, a duração e os riscos de complicações do herpes zoster.

Em alguns pacientes, a dor do herpes zoster pode ser intensa, e o uso de analgésicos está indicado. Há casos em que a dor é tão intensa, que é preciso lançar mão de opióides (derivados da morfina) para o controle.

Como a dor é de origem neurológica, medicamentos antidepressivos, como a Amitriptilina ou a Nortriptilina, ou anticonvulsivantes, como a Gabapentina ou Pregabalina, também podem ser usados para aliviar os sintomas, principalmente nos casos de nevralgia pós-herpética.

Leia também: MELHORES REMÉDIOS PARA DIFERENTES TIPOS DE DOR.

Vacina contra herpes zoster

  • Nos últimos anos, a vacinação de crianças contra a varicela (catapora) passou a ser adotada em muitos países e levantou a hipótese dela também ser eficaz contra o herpes zoster.
  • Estudos recentes vêm mostrando que a vacina é eficaz na população acima de 50 anos e reduz em até 70% o risco de um episódio de cobreiro.
  • Além de ser efetiva na prevenção, os pacientes que mesmo vacinados acabam desenvolvendo herpes zoster apresentam uma taxa de complicações bem mais baixa que a população não imunizada.
  • Portanto, como além de prevenir ela também reduz a incidência de complicações, a imunização com a vacina contra varicela zoster pode ser utilizada em pessoas com mais de 50 anos, mesmo que elas já tenham tido catapora ou mesmo herpes zoster em algum momento da sua vida.
  • Atenção: a vacina contra o herpes zoster, como qualquer outra vacina, serve para prevenção da doença, não para o tratamento.

Referências

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