O Que É Realidade Aumentada E Como Funciona?

O Que É Realidade Aumentada E Como Funciona? O Que É Realidade Aumentada E Como Funciona?Cartão esportivo com realidade aumentada criado pela Total Immersion (Foto: Divulgação)

A realidade aumentada é um conceito inovador, que combina a captura de imagens com a projeção de figuras em 3D. O efeito dessa combinação de elementos gráficos é uma maior interatividade entre o usuário e o computador.

Sem dúvida, a experiência com a realidade aumentada – ou simplesmente “RA” – vai além de campanhas publicitárias e games mais interativos. Ela também pode ser empregada em material educacional e em procedimentos cirúrgicos a distância. Não há limites para a criação de animações em “RA”, pois elas podem ser geradas por qualquer linguagem de programação.

A sua biblioteca tem o seu código aberto. Nesse caso, programadores interessados em explorar os recursos dessa tecnologia podem aplicar o seu conhecimento usando as biblioteca de “RA”.

Como funciona É preciso contar com uma webcam, e não precisa ser uma de última geração. Por meio da câmera, será transmitida a imagem que será combinada com a animação. A partir disso, ela é interpretada por um aplicativo e a imagem capturada será projetada com uma imagem em 3D previamente incluída no aplicativo responsável renderização das imagens.

Como a câmera está capturando as imagens em tempo real, ao misturá-las com animações, essa fusão causa um efeito de realidade aumentada. Em muitos casos, são usados QR codes para fornecer o link de acesso à página em que já está preparado o sistema de “RA” que irá interagir com o usuário.

Já existem implementações de realidade aumenta para dispositivos móveis, assim como vários apps utilitários ou para a diversão. Usuários do Android e iPhone ou iPad podem experimentar um GPS baseado em “RA”, o Route 66.

Nesse app, o serviço de localização é disponibilizado através de mapas em 3D.

O Que É Realidade Aumentada E Como Funciona?No site livingsasquatch.com é possível definir o comportamento da animação e gravar um vídeo

em realidade aumentada (Foto: Divulgação)

Realidade aumentada nos computadores em geral Independentemente do sistema operacional instalado no computador, basta ter uma webcam  para poder experimentar serviços on-line que disponibilizam animações em realidade aumentada. Confira as animações no site www.realidadeaumentada.com.br.

Caso você queira criar a sua própria animação, é possível usar o serviço gratuito desenvolvido por brasileiros no site ezflar.com. O procedimento é simples: basta enviar o arquivo de imagem, animação em flash ou áudio.

Então, no próprio site é gerado o código de redirecionamento para a aplicação que irá renderizar a animação. Em seguida, basta imprimir o código gerado e posicioná-lo em frente à webcam. É claro que, para efeitos mais sofisticados, é preciso submeter um arquivo com um conteúdo mais aprimorado.

Há um site muito divertido que permite a gravação do vídeo durante a exibição da animação em que o Pé-grande interage com o internauta. É possível selecionar alguns movimentos e incluir diálogos à animação.

Por se tratar de uma aplicação em que o usuário escolhe os movimentos executados pela “criatura”, o resultado pode ficar ainda mais divertido, só irá depender da criatividade na hora da criação.

Para os leitores que se interessarem em desenvolver suas próprias aplicações usando animações de Realidade Aumentada, há ferramenta de desenvolvimento disponível para download gratuito no site do laboratório de HITIL da Universidade de Washington o ARToolKit. Para a plataforma Android, tem o framework gratuito chamado de Look. No site do desenvolvedor, existe ampla documentação sobre a linguagem de programação empregada na criação de apps usando a ferramenta.

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  • Veja outras colunas do Tira-dúvidas

* Ronaldo Prass é programador de sistemas sênior e professor de linguagens de programação em cursos de extensão universitários. É ao mesmo tempo um entusiasta do software livre e macmaníaco.

Nem por isso deixa de conferir o que está rolando nas outras tecnologias.

Na coluna “Tira-dúvidas”, ele vai dar dicas para tornar o uso do computador mais fácil e divertido, além de responder as dúvidas dos leitores na seção de comentários.

Realidade aumentada: o que é, como funciona e aplicações!

A tecnologia se faz cada vez mais presente em nosso cotidiano. Em diversas atividades ela tornou-se essencial, sendo utilizada não só como um passatempo, mas também como uma ferramenta valiosa no mercado.

A realidade aumentada é uma dessas tecnologias, vista por muitas empresas como uma maneira de aumentar lucros, otimizar tarefas e conquistar pessoas usuárias. Segundo pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial, a previsão é de que até o fim de 2020 a realidade virtual e aumentada poderá gerar um lucro de R$370 bilhões.

Ao nos depararmos com a realidade aumentada em aplicativos, por exemplo, é comum que a gente busque compreender como funciona essa tecnologia e quais são suas aplicações. Por esse motivo, preparamos este post para explicar sobre essa inovação. Acompanhe os tópicos que serão abordados a seguir:

Vamos lá? Boa leitura!

A realidade virtual mescla elementos do ambiente virtual com a realidade por meio de uma câmera. Estima-se que ela tenha sido criada em 1992 pelo cientista Thomas P. Caudell.

Enquanto trabalhava no desenvolvimento do Boeing747, o estudioso notou que as pessoas responsáveis pela montagem do avião gastavam muito tempo analisando instruções.

Foi a partir disso que surgiu o projeto de realidade aumentada, com o propósito de otimizar essa tarefa. No entanto, naquele momento não foi possível executá-lo.

Essa inovação só se popularizou em 2016 com a criação do jogo Pokémon Go, o qual permitia que as pessoas usuárias procurassem personagens da saga pela cidade e os capturassem.

Em seu auge, o aplicativo contava com 45 milhões de pessoas usuárias por dia. Antes disso, essa tecnologia já era utilizada em outras áreas — educação e arquitetura, por exemplo.

Hoje, ela está presente em aplicativos utilizados diariamente, como o Instagram.

Para que realidade aumentada funcione, é fundamental que uma câmera capte uma imagem, que será a base do desenvolvimento da realidade aumentada. Essa figura serve como marcador e tem a função de indicar em qual ponto será inserido no elemento virtual.

Todo esse processo é realizado por um software capaz de reconhecer a imagem e posicionar o elemento virtual no local correto. Portanto, três componentes são essenciais para a construção desse sistema: um marcador (objeto real), uma câmera e um software. Já o desenvolvimento do elemento virtual ocorre da seguinte forma:

  1. Um objeto real é colocado em frente à câmera;
  2. A câmera capta o objeto e envia as imagens para o software, que irá produzir o elemento virtual. Vale lembrar que o software já está habilitado para construir esse elemento;
  3. O dispositivo de saída — a tela de um celular, computador, etc — que mostra o elemento virtual unido ao real como se fossem um único ambiente.

É comum que haja uma confusão entre os significados de realidade aumentada (RA) e realidade virtual (RV). Contudo, elas podem ser facilmente diferenciadas. Confira a seguir:

  • Realidade virtual é um ambiente virtual em que as pessoas usuárias têm acesso a um espaço criado por sistema computacional — The sims, por exemplo. Além disso, ela pode ser aproveitada melhor com o uso de óculos específicos.
  • Realidade aumentada foi criada por um sistema computacional, que integra o ambiente físico e o virtual — como os filtros da rede social Instagram e os QR Codes utilizados em restaurantes para que clientes tenham acesso ao cardápio. Nesse caso, basta utilizar um aplicativo para que o sistema funcione.

A partir dessas distinções, as empresas definem qual das duas tecnologias combina mais com as pessoas consumidoras e, consequentemente, trarão melhores resultados para a organização ao ser aplicada.

Vale ressaltar que a realidade aumentada requer menos programação, um menor investimento e possibilita maior interação das pessoas usuárias, o que deixa a realidade virtual em desvantagem.

Depois de entender o que é realidade aumentada e como ela funciona, é hora de descobrir quais suas principais aplicações. Confira a seguir:

Realidade aumentada: tudo o que você precisa saber

A realidade aumentada já está em nosso cotidiano

Imagine integrar uma realidade digital ao mundo real: isso já é possível com a realidade aumentada (AR)! Imagine, ainda, o quanto isso pode facilitar sua vida? Então, para você não perder mais tempo, separamos tudo o que você precisa saber sobre a tecnologia!

  • Ela está deixando de ser usada apenas para entretenimento e, agora, está presente até na educação.  
  • No segmento de idiomas, por exemplo, a UPTIME é a primeira escola de inglês do mundo a usar a realidade virtual e aumentada em seus métodos de estudo.
  • Continue lendo este post e entenda como funciona, como evoluiu e como é usada a tecnologia pela escola de inglês.
Leia também:  Como Saber O Que Gosto De Fazer Profissionalmente?

O que é realidade aumentada?

A AR é uma tecnologia que une objetos do mundo virtual a outros do mundo real. Dessa forma, as realidades digital e concreta coexistem, gerando uma maior interação do indivíduo com um universo que está fisicamente fora do seu alcance.

O que acontece é uma evolução da relação face-e-tela, como já estamos acostumados com PCs, notebooks, tablets e smartphones. Agora, ambas as realidades estão em interação.

Isso, de forma sintética, chega para facilitar, por exemplo,  a:

  • criação de jogos mais interativos e dinâmicos, ao integrar um mundo à parte à realidade;
  • melhoria nos processos da saúde, ao dispor de informações úteis sobre pacientes e processos, por exemplo;
  • evolução nos processos que envolvem o uso de um ambiente local, como na arquitetura, na engenharia e na geologia, por integrar o planejado ao já existente;
  • montagem e manutenção de automóveis, por meio de manuais de instruções mais dinâmicos; e
  • fixação do conteúdo que algum aluno está estudando, por trazer à sua realidade o que, anteriormente, era apenas físico, como nos livros.

Como funciona?

Para utilizar a tecnologia, você só precisa de:

  • um smartphone;
  • um código;
  • um software (app) que leia esse código; e
  • um mundo real!

Dessa forma, a realidade aumentada acontece em quatro passos:

  1. encontre o código que vai ser lido e o posicione;
  2. abra o app que é capaz de decodificar a figura;
  3. posicione a câmera na direção do código; e
  4. desfrute a imagem virtual 3D que se mescla com a realidade!

Veja também: Realidade virtual: tudo o que você precisa saber sobre o assunto

Evolução da tecnologia 

A tecnologia vem sendo construída e aprimorada desde meados do século XX. Devemos ressaltar que sua construção é uma evolução dos códigos de barras, criados em 1952, que permitem sua leitura apenas de forma bidimensional, de números.

Veja, aqui, as inovações que foram marcas no processo construtivo da tecnologia.

  • 1975: artista digital estadunidense, Myron Krueger cria o Videoplace, um laboratório capaz de interpretar movimentos. Confira a experiência no vídeo abaixo:
  • 1992: Tom Caudell apresentou, para a empresa de aviões Boeing, um projeto que facilitava a manutenção das aeronaves por mostrar, em um dispositivo, a origem e o destino de diferentes cabos. Foi aí que o termo ‘realidade aumentada’ foi criado.
  • 1996: o Touring Machine foi criado por Steve Feiner. Esse foi o primeiro sistema móvel de realidade aumentada, composto por óculos-display, rastreador, computador, wireless e rádio digital, tudo em um só equipamento.
  • 1999: Hirokazu Kato criou ARToolKit, que permitia a junção de um objeto tridimensional ao mundo real, da forma que acontece hoje, com o uso de um óculos-display.

A partir daí, já no século XXI, a inovação foi sendo aprimorada em seus usos, funcionalidades e funções.

Ao mesmo tempo, outras tecnologias foram sendo criadas, como a câmera integrada ao celular e o smartphone, que permitiram um boom na evolução da realidade aumentada.

Usos no entretenimento

A realidade aumentada tinha como principal objetivo o entretenimento. Por isso, jogos eram as especialidades de uso da tecnologia.

Aliando a própria realidade à realidade digital, a tecnologia dá vida a um outro mundo até então inexistente, o que deixa os games mais interativos, dinâmicos, curiosos e divertidos.

Um dos maiores e mais recentes exemplos foi o Pokémon GO, lançado em 2016.

A Niantic é uma das especialistas da realidade aumentada no entretenimento. Além da febre do Pokémon, a empresa lançou, anteriormente, o Ingress, que também integrava o espaço real ao mundo virtual.

Usos na educação

Agora, a educação também está incorporando o uso da tecnologia. Como exemplos, tem-se:

  • as faculdades de Medicina, em que os alunos podem visualizar de forma mais interativa o corpo humano;
  • os museus, em que os visitantes podem ver informações sobre as obras expostas; e
  • o ensino básico, em que conteúdos mais abstratos, como os de Química, podem ser trazidos para a realidade.

Na área de idiomas, a UPTIME é a primeira escola do mundo a aplicar a tecnologia de realidade virtual e aumentada em seus métodos de ensino. Assim, todo o conteúdo do inglês é trazido à realidade do aluno, possibilitando-o o alcance da fluência de forma ainda mais rápida e espontânea.

Benefícios para o aprendizado

Com o conteúdo exposto de forma tridimensional (3D), uma série de benefícios é gerada:

  • facilita a memorização e o entendimento do assunto;
  • engaja os alunos às aulas de forma criativa;
  • aprende-se cognitivamente mais rápida;
  • enriquece atividades com conteúdos audiovisuais;
  • estuda-se de forma mais interativa e dinâmica; e
  • agrega o conteúdo digital ao mundo real.

Se você se interessou pelas aplicações da realidade aumentada, você tem que saber mais clicando aqui!

Realidade Aumentada: o que esperar para o futuro da tecnologia?

Se você esteve no planeta Terra nos últimos anos, com certeza ouviu falar do sucesso estrondoso do jogo Pokémon GO. O game virou febre entre adolescentes (e adultos) na metade dessa década e reúne adeptos até hoje. A fórmula desse sucesso? Altas doses de nostalgia e uma tecnologia simples e emergente, a Realidade Aumentada.

O que é Realidade Aumentada?

A Realidade Aumentada é a sobreposição de objetos, personagens ou qualquer outro elemento digital no ambiente físico. De maneira prática, a tecnologia serve para ampliar nossa percepção da realidade, adicionando informações virtuais ao mundo real, necessitando apenas de uma tela para organizar esses elementos.

A tecnologia surgiu com os códigos bidimensionais ou 2D – os QR codes – em substituição aos antigos códigos de barras, que enfrentam limitações para agregar uma quantidade maior de informação. Os QR codes foram os pioneiros na projeção de elementos virtuais em uma filmagem do mundo físico, em tempo real.

A Realidade Aumentada faz parte de um tripé de tecnologias que derivam umas das outras, junto com a Realidade Virtual e a Realidade Mista. Mas, apesar da semelhança no nome, cabe esclarecer que o funcionamento e as aplicações delas são bastante diferentes.

A seguir, um rápido passeio pelas definições:

Realidade Virtual x Realidade Aumentada x Realidade Mista

Realidade Virtual (VR, Virtual Reality) – é considerada uma tecnologia imersiva.

Funciona por meio da inclusão do usuário em um ambiente totalmente virtual, criado por meio de computação gráfica ou vídeo 360º.

O objetivo é fornecer uma experiência sensorial em um ambiente simulado através de estímulos visuais, sonoros, táteis, entre outros. Geralmente necessitam um adereço, como os famosos óculos VR.

Realidade Aumentada (AR, Augmented Reality) – como você viu aqui, a AR é a integração de elementos digitais no ambiente físico, geralmente por meio de um software e o aplicativo de câmera de smartphones e tablets. Tem como objetivo ampliar a compreensão de um determinado contexto, fornecendo ao usuário informação relevante sobre ele.

Realidade Mista (MR, Mixed Reality) – como o nome já diz, a Realidade Mista trabalha na interseção (o chamado espectro) entre o mundo físico e o virtual. Portanto, está diretamente relacionada à Realidade Virtual e Aumentada, mas não apenas isso. Diferencia-se das duas por meio do uso de tecnologia holográfica.

Os resultados que temos hoje com a RM geralmente são obtidos ao agregar tecnologias holográficas ao contexto de Realidade Aumentada, mas a tecnologia ainda precisa entrar na curva exponencial para tornar-se concreta.

Como funciona a Realidade Aumentada na prática?

Agora que estamos na mesma página sobre o que é a Realidade Aumentada e o que não é, é hora de entendermos um pouco mais sobre como essa tecnologia funciona.

O funcionamento da RA (ou AR) é bastante simples até. A fórmula geralmente usa uma combinação entre software e serviços de geolocalização para realizar marcações em pontos predeterminados no mundo físico.

Tomemos como exemplo o sucesso do jogo Pokémon GO para ilustrar o funcionamento da tecnologia. No game, o jogador sai pela cidade procurando monstrinhos para adicionar à sua coleção usando o GPS do dispositivo como guia. Durante a jornada, o jogador vê uma versão animada do mapa da região — até o surgimento de um pokémon nos arredores.

No momento da captura, a visualização muda e o jogador passa a ver a figura do monstrinho sobreposta no ambiente, que pode ser a sala de casa, na praia, no café da esquina e até mesmo no meio da rua. Ele então, lança um dispositivo que captura o pokémon, marcando a interação entre real e virtual.

Os fãs de esportes também viram uma mudança positiva com a aplicação da Realidade Aumentada nas transmissões de TV. Se você já assistiu a um jogo de futebol americano, sabe o quão importantes são as linhas projetadas no campo para situar os telespectadores sobre a distância que os jogadores devem percorrer até o gol.

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Pode parecer um pouco rudimentar, mas há uma série de questões técnicas que devem ser consideradas para que as marcações se sobreponham apenas ao campo e não aos jogadores — elementos dinâmicos, que se movem o tempo todo em diferentes direções.

A tecnologia também está presente nos filtros de redes sociais como Instagram e Snapchat. Você pode perceber que, quando movimentamos o smartphone muito rápido, alguns efeitos indesejados acabam acontecendo por breves momentos. Isso acontece pelo caráter informal da ação — dificilmente veremos o mesmo erro em uma transmissão de Jogos Olímpicos, por exemplo.

Outro bom exemplo de Realidade Aumentada muito usada em nosso cotidiano são os QR codes presentes em monumentos turísticos nas cidades urbanas e/ou museus. Para experimentar a tecnologia, basta um celular com conexão à internet. 

A maioria dos dispositivos móveis (smartphones e tablets) saem de fábrica com um leitor de QR codes. Ao abrir o aplicativo da câmera, é só posicioná-lo nos QR codes para obter mais informações sobre os pontos turísticos, história, mapas, entre outros.

Por que sua empresa deveria investir em Realidade Aumentada?

A indústria do entretenimento e os games fizeram um ótimo trabalho ao dar visibilidade à Realidade Aumentada. E a tecnologia retribuiu. Lembra que falamos aqui sobre Pokémon GO? O lançamento do jogo ajudou a Nintendo a aumentar o valor de suas ações em US$ 7 bilhões em apenas uma semana.

Mas não é só nesse segmento que a tecnologia tornou-se popular.

Hoje, algumas boas formas de te convencer dos benefícios de investir nessa tecnologia. Na primeira delas, é possível buscar dados que ilustram o potencial do mercado de Realidade Aumentada. E é por onde vamos começar.

De acordo com dados da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, o mercado global de Realidade Virtual e Aumentada deve atingir o patamar de US$ 100 bilhões em 2020 — um crescimento de mais de 3000% em relação a 2017 (ano seguinte ao lançamento de Pokémon GO). 

Com as tecnologias tendo papel crucial nos planos de continuidade de negócios durante o período de distanciamento social, a pandemia também pode ter servido de catalisador para a adoção da Realidade Aumentada. Empresas do ramo relatam uma correção média de 50% na previsão de faturamento após a adoção do trabalho remoto.

Por último, mas não menos importante, estão a versatilidade da Realidade Aumentada na composição com outras tecnologias, o custo relativamente baixo de entrada no mercado, a aderência alta entre os usuários e, é claro, os avanços fundamentais que a RA está promovendo nos diversos setores da economia.

E para o usuário final, quais são os benefícios?

  • Maior autonomia e praticidade na realização de tarefas
  • Melhor experiência de usabilidade
  • Percepção de inovação tecnológica que ficará atrelada à sua marca

Quer saber mais? Então fique de olho, pois a reta final do texto reserva exemplos práticos de Realidade Aumentada (que seu concorrente pode estar usando). 

4 aplicações de Realidade Aumentada nos negócios

A Realidade Aumentada tem se tornado cada vez mais acessível, tanto para as grandes empresas quanto para as pequenas e médias. Ao adicionar a tecnologia ao seu escopo de soluções, essas organizações descobrem um novo fator de engajamento com seus usuários/clientes e – até mesmo um novo diferencial competitivo.

Agora que você conhece o status do mercado de Realidade Aumentada, confira as aplicações práticas dessa tecnologia em diversos setores da indústria!

Saúde

  • A Realidade Aumentada pode salvar vidas na sala de cirurgia.
  • Através de tablets ou óculos holográficos, os médicos podem visualizar órgãos em 3D e consultar o histórico de pacientes antes ou durante a intervenção cirúrgica.

A tecnologia também é valiosa como ferramenta de ensino, em uma área extremamente técnica e complexa.

Com a Realidade Aumentada, jovens médicos poderiam interagir com órgãos projetados virtualmente, melhorando o processo de aprendizagem.

Moda

A empresa Shiseido, de cosméticos, conta com um “espelho inteligente”. Na verdade, o espelho é um monitor com Realidade Aumentada exposto em um ponto de venda, que auxilia clientes a encontrarem a melhor combinação de maquiagem.

Fast-fashion

Lojas de fast-fashion também estão embarcando nessa onda, oferecendo a possibilidade que seus clientes experimentem roupas e calçados sem precisarem se deslocar até os provadores com dezenas de cabides.

Decoração

Dúvidas para repaginar o design da sala de sua casa? A IKEA oferece há quase uma década a solução que você precisa. Por meio de um aplicativo, é possível verificar como aquele sofá novo ficaria no seu espaço sem precisar ir até a loja ou de uma jornada cansativa com a fita métrica. Basta instalar o aplicativo.

O que esperar do futuro da Realidade Aumentada?

Especialistas afirmam que a adoção da RA seguirá crescendo devido à miríade de possibilidades acerca de sua utilização no mundo empresarial. Segundo relatório da Markets & Markets, o mercado global de Realidade Aumentada deve movimentar até US$ 117,4 bilhões em 2022. E dessa vez estamos falando apenas de Realidade Aumentada.

Ainda assim, alguns estudiosos afirmam que ainda falta um novo fenômeno impacto mundial, como o sucesso de Pokémon GO, para que a tecnologia garanta a aderência massiva no futuro. Para as empresas, vale a pena continuar investindo em soluções em Realidade Aumentada para aumentar as chances de sucesso.

Além disso, você viu aqui como a evolução do cenário da Realidade Aumentada, especificamente, está diretamente relacionado ao desenvolvimento da Realidade Mista, que pode ser capaz de popularizar os hologramas nas próximas décadas.

Se depender da Realidade Aumentada, o futuro com certeza será cheio de possibilidades. Portanto, não subestime a próxima febre dos games. O próximo Pokémon GO pode ser o primeiro passo para um salto tecnológico exponencial.

Quer ficar por dentro do mundo da tecnologia e inovação? Acesse a nossa biblioteca e fique por dentro dos nossos lançamentos!

Óculos de realidade virtual funcionam como tela para quem está do lado de fora

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Realidade em expansão: Além de um aplicativo nativo com VR, live streaming e avatares, a Youcan já traçou o próximo passo: óculos que não só nos transportam a outra realidade, como também suas lentes refletem o ambiente virtual para quem os vê de fora (Foto: divulgação)

A transformação que a pandemia do novo coronavírus causou no mundo antecipou o que muitos experts de tecnologia e produtores de eventos já vislumbravam: uma nova forma de conexão e engajamento via realidade virtual. Mas não é só isso: associar live streaming, realidade aumentada, avatares e chats via vídeo é o que há de mais ousado no universo da tecnologia para experiências real-life, em um mundo pós covid-19.

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De lojas de varejo, desfiles de moda a congressos e celebrações, cada vez mais empresas apostam na criação de espaços virtuais custom made como uma nova forma de engajamento e de marketing de experiência.

No caso de lojas, por exemplo, os guidelines de decoração, manequins e a comunicação visual são recriados em versões 3D com altíssima resolução gráfica, permitindo ao visitante se movimentar por todo o espaço em uma experiência 360°.

“Imagine que você pode visitar sua loja de roupas favorita ou ir (virtualmente) a uma pizzaria, fazer seu pedido e recebê-lo em casa”, diz o português Antonio Trincão – fundador e CEO da Youcan –, sintetizando o conceito chave de seu negócio, no qual a única ferramenta necessária é um aplicativo no seu smartphone.

Após se formar na Universidade do Minho, em Braga, e passar por um período de retiro em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, em 2017, encontrou o norte do que se tornaria uma das startups lusitanas de maior sucesso no último ano.

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Com base em São Francisco, nos EUA, a empresa cresceu rapidamente com uma receita de R$ 2 milhões em apenas três meses. Atualmente, tem um portfólio que ultrapassa a projeção de R$ 20 milhões.

No Brasil, a Youcan já tem trabalhos em andamento com o Allianz Parque e a Bienal do Livro, além de estar iniciando projetos de construção de ambientes virtuais temáticos com clientes como clubes de futebol, artistas e influencers.

Realidade em expansão: Antonio Trincão, CEO da Youcan, mostra os óculos da startup cujas lentes refletem externamente o ambiente virtual (ao lado) visto por quem os usa. (Foto: divulgação)

“Com o app da Youcan, você pode entrar em diferentes realidades como lojas virtuais, por exemplo. Ter a mesma experiência de compra, mas de uma nova maneira”, diz Trincão.

A Dolce & Gabbana é uma das big players inclinadas à essa inovação, vislumbrando encantar seus clientes com o mesmo nível de excelência.

O empresário afirma que as marcas estão ansiosas por criar estratégias alternativas para proporcionar uma experiência de compra on-line mais exclusiva, por isso seu negócio oferece uma oportunidade e tanto, principalmente no mundo da moda ou nos segmentos de luxo e varejo.

Ele explica que o aplicativo tem três pilares: a melhor resolução 3D gráfica, que permite criar texturas, cenografia e iluminação hiperrealistas; interatividade, criando uma forma inovadora de consumir conteúdo – “dentro de cada ambiente virtual, você pode ter fotos, vídeos ou até sites incorporados” – e, por fim, comunicação, “avatares por si só são sem graça, mas com o aplicativo você se comunica com os avatares ao seu redor por vídeo, voz e chat”.

Mas a “menina dos olhos” de Trincão ainda está por vir: os óculos de realidade virtual criados pela starup, que permitem que quem esteja do lado de fora veja o ambiente no qual o usuário está inserido. Assim, as lentes funcionam como telas na parte externa. O acessório tem previsão de lançamento para o final de 2020.  

Aos 28 anos, ele tem uma história como músico – quando universitário, se dedicava a organizar turnês de sua banda, Azeituna, pela Europa. Eles tiveram fôlego na cena e lançaram cinco álbuns.

“Minha paixão está em reunir pessoas, criar momentos de celebração excepcionais e reconstruir o padrão da indústria.

Quando se trata de música, moda, varejo ou tecnologia, eu quero levar as emoções ao mais alto nível.”

Realidade aumentada – Wikipédia, a enciclopédia livre

 Nota: Se procura outros significados de realidade, veja Realidade (desambiguação) .

Esta página ou seção foi marcada para revisão devido a incoerências ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a coerência e o rigor deste artigo. (Setembro de 2008)

Designa-se realidade aumentada (RA) ou (AR) a integração de elementos ou informações virtuais a visualizações do mundo real através de uma câmera e com o uso de sensores de movimento como giroscópio e acelerômetro.

O uso mais popular da realidade aumentada é o entretenimento através dos filtros para fotos em aplicativos móveis de redes sociais e jogos como o Pokémon GO porém atualmente a realidade aumentada é utilizada de muitas formas tais como no ensino, design de produtos, ações de marketing ou em treinamento e suporte em plantas industriais.

O uso de vídeos transmitidos ao vivo digitalmente processados e “ampliados” pela adição de gráficos criados pelo computador também podem ser considerados como um tipo de realidade aumentada.

Um usuário da RA pode utilizar óculos translúcidos ou câmeras acopladas a um dispositivo computacional, e através destes, poderá ver o mundo real bem como imagens geradas por computador projetadas no mundo.

É uma experiência interativa de um mundo real, onde objetos que residem no mundo real são “acentuados” por informação perceptiva criada por computadores, incluindo visual, auditiva, háptica, somatossensorial e olfatória.

Pode ser construtiva (agrega ao ambiente natural) ou destrutiva (que mascara o ambiente natural). A realidade aumentada altera o mundo real do usuário, enquanto a realidade virtual[1] substitui completamente o mundo real do expectador.

Realidade aumentada é relacionada a dois termos muito usados, realidade mista, e realidade mediada por computadores.

O valor primal da realidade aumentada é que ela traz componentes do mundo digital dentro da percepção da pessoa do mundo real, e não o faz apenas dispondo visualmente as informações, mas sim através da integração de sensações imersivas que são percebidas como partes naturais de um ambiente. Os primeiros sistemas funcionais de realidade aumentada que usavam experiências imersivas de [[realidade mista]] para os usuários foram inventadas no começo dos anos noventa, começando com o sistema Virtual Fixtures, desenvolvido no laboratório Armstrong[2] da força aérea em 1992.

Pokémon GO da Niantic.

Os primeiros experimentos comerciais de realidade aumentada foram usados largamente no entretenimento e na industria dos games, mesmo que agora outras indústrias estejam agora se interessando pelas possibilidades da realidade aumentada, por exemplo no partilhamento de experiências, educação[3], manutenção de dados e organizando reuniões. A realidade aumentada também está transformando o mundo da educação, onde o conteúdo pode ser escaneado ou visualizando uma imagem com a câmera do seu celular. Um outro exemplo é um capacete de realidade aumentada para trabalhadores de obras

A RA é usada para otimizar ambientes[4] naturais ou situações[5] e oferecer experiências perceptivamente ricas[6].

Com a ajuda de tecnologias de realidade aumentada avançadas (como por exemplo, adicionar visão computadorizada e reconhecimento de objetos) a informação sobre o mundo real ao nosso redor se torna interativa e digitalmente manipulável.

A informação sobre o ambiente e seus objetos está sobrepondo a visão do mundo real. Essa informação pode ser virtual[7] ou real, por exemplo, ver outra informação real que está no alinhamento certo onde ela deveria estar no espaço[8].

Tem potencial para colher e compartilhar conhecimento tátil. Técnicas de aumentar a realidade são tipicamente utilizadas em tempo real, utilizando elementos do ambientes. Informação perceptiva é muitas vezes combinada com informações complementares, como placares em uma live de esportes. Isso combina as qualidades de realidade aumentada e “heads-up display” (hud).

Definição

Azuma define a realidade aumentada como um sistema que:

  • Combina elementos virtuais com o ambiente real;
  • É interativa e tem processamento em tempo real;
  • É concebida em três dimensões.

Tecnologia

Hardware

Os componentes de hardware para a realidade aumentada são: processador, display, sensores, de dispositivos de entrada. Dispositivos móveis de computação modernos como smartphones, computadores e tablets contém elementos que geralmente incluem uma câmera e sensores MEMS como acelerômetro, GPS, e compasso de estado solido, fazendo deles possíveis plataformas AR[9].

Circuito MEMS, micro circuitos integrados

Display

Várias tecnologias são usadas no render de realidade aumentada, incluindo sistemas de projeção ótica, monitores, aparelhos de mão, e dispositivos com tela, usados no corpo humano. Um “head-mounted display” (HMD) é um display utilizado na testa, algo como uma faixa ou capacete.

HMDs colocam imagens tanto do mundo físico quanto de objetos virtuais sobre o campo de visão do usuário.

HMDs modernos geralmente dispõem de sensores de monitoramento dos seis graus de liberdade, o que permite que o sistema alinhe informação virtual com o mundo físico, e ajustar de acordo com o movimento de cabeça do usuário[10]. As HMDs podem ofertar ao usuários experiências colaborativas e móveis.

Fornecedores como a uSens e a Gestigon incluem controle de gestos para a imersão virtual completa. Em janeiro de 2015, a Merta lançou um projeto pela Horizons Ventures, Tim Draper, Alexis Ohanian, BOE Optoelectronics e Garry Tan. Em 17 de fevereiro de 2016 a meta anunciou o seu produto de segunda geração no TED, o Meta 2.

O Meta 2 head mounted display headstet usa uma coletânea sensorial para interações manuais e tracking de posições, campo de visão de 90 graus (diagonal) e uma resolução de 2560 x 1220 (20 pixels por grau), o que é considerado o maior campo de visão atualmente disponíveis[11].

Um head mounted display

Óculos

Os diplays de realidade aumentada podem ser produzidos semelhantes a óculos. Versões incluem câmeras para interceptar a visão de mundo real, e re-expor a sua versão aumentada nas lentes do display.[12] Mas também há dispositivos onde a realidade aumentada é projetada ou refletida através das lentes dos óculos.[13]

HUD

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