O Que É O Reumatismo E Como Tratar?

O tratamento para reumatismo nos ossos deve ser orientado pelo ortopedista ou reumatologista, e pode incluir a toma de remédios, uso de pomadas, infiltração de corticoide, e sessões de fisioterapia, que são indispensáveis para o sucesso do tratamento. Outras medidas que podem ajudar incluem a alimentação anti-inflamatória e cicatrizante, e como forma alternativa, a acupuntura e a homeopatia são boas opções para complementar o tratamento clínico.

O reumatismo nos ossos é um conjunto de doenças reumáticas, diagnosticadas pelo médico, que afetam os ossos, músculos e tendões. Alguns exemplos de doenças reumáticas são artrite, artrose, fibromialgia, gota e bursite, normalmente as pessoas afetadas tem mais de 50 anos, e geralmente essas doenças não tem cura, embora o tratamento possa trazer alívio de sintomas e melhora da movimentação.

O tratamento para o reumatismo nos ossos pode ser feito com:

Remédios 

O Que É O Reumatismo E Como Tratar?

Nos períodos de crise reumática, quando os sintomas se tornam mais evidentes, o médico pode receitar a toma de remédios anti-inflamatórios e analgésicos, como Paracetamol Ibuprofeno, Naproxeno e injeções de corticoides ou ácido hialurônico aplicadas diretamente na articulação dolorida.

Os remédios não devem ser usados por mais de 7 dias e pessoas com o estômago sensível devem preferir tomar remédios durante as refeições, para evitar a gastrite. Os remédios contendo sulfato de glucosamina e sulfato de condroitina, também podem ser indicados para fortalecer as articulações e impedem a progressão da artrose. 

Em caso de depressão, crise de ansiedade e alterações do sono, que pode afetar pessoas com fibromialgia, por exemplo, o médico pode recomendar ansiolíticos ou antidepressivos, e remédios para dormir melhor, como zolpidem ou melatonina. 

Tratamento caseiro 

Um bom remédio caseiro é fazer uma alimentação saudável, beber bastante água, tomar o chá de manjerona diariamente e fazer um cataplasma de argila ou de batata-inglesa, sempre que a dor aparecer. Um excelente chá para combater a artrite e artrose pode ser feito com as sementes de sucupira. Veja aqui seus benefícios e como fazer. 

Fisioterapia  

A fisioterapia pode ser feita com aparelhos como tens, ultrassom, laser, além de bolsas de água morna ou fria, e exercícios que visam manter ou recuperar a mobilidade das juntas e articulações, sendo seu principal foco combater a dor e recuperar os movimentos. 

Fazer exercícios na água, como hidrocinesioterapia também é uma excelente forma de melhorar a dor no quadril ou nos joelhos, que diminui o peso sobre as articulações e facilita a movimentação e sustentação do peso. Este tipo de tratamento deve ser realizado de 3 a 4 vezes por semana até que o paciente consiga realizar suas atividade de vida diária sozinho com alguma facilidade. 

Confira alguns exercícios para artrose no joelho nesse vídeo:

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O uso de aparelhos para facilitar a movimentação, como muletas, uso de joelheiras elásticas e calçado almofadado também são estratégias que contribuem para alívio da dor, e realização das tarefas diárias. 

Alimentação

Ter uma dieta equilibrada, estar dentro do peso ideal e preferir os alimentos que combatem naturalmente a inflamação, também é importante para acelerar a recuperação. Por isso deve-se apostar nos alimentos com mais ômega 3 como, sardinha, atum, salmão ou óleo de semente de perila, por exemplo. 

Fortalecer os ossos comendo mais cálcio e vitamina D também é indicado, e por isso deve-se apostar nos lácteos, seus derivados e brócolis, por exemplo. Confira mais alimentos nesse vídeo:

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Cirurgia 

A cirurgia só é indicada nos casos mais graves, quando não há melhora dos sintomas e da movimentação mesmo após mais de 6 meses de fisioterapia intensiva. Ela pode ser feita para realizar uma raspagem nos ossos ou para substituir completamente uma parte óssea ou toda articulação. 

Acupuntura

A acupuntura também pode ser uma boa ajuda para complementar o tratamento do reumatismo nos ossos, porque promove uma reorganização da energia corporal, combate a inflamação e relaxa os músculos tensos. Com esta técnica é possível diminuir a ingestão de medicamentos, e diminuir a frequência da fisioterapia, mas a acupuntura não deve ser usada de forma exclusiva, porque é limitada. 

Homeopatia

O médico homeopata pode recomendar a toma de remédio homeopáticos, como Ledum 4DH ou Actea Racemosa, que produzem um estímulo energético que ajuda a equilibrar o organismo e a reduzir os processos inflamatórios, sem provocar efeitos secundários, como acontece com os remédios anti-inflamatórios tradicionais. 

O que causa reumatismo 

O reumatismo é uma doença causada por diversos fatores que envolvem idade, pré disposição genética, hábitos de vida e tipo de atividade exercida. Pessoas com mais de 40 anos são mais afetadas por doenças articulares, como artrite, artrose e bursite, mas as doenças reumáticas também afetam jovens, como pode acontecer em caso de fibromialgia ou febre reumática.

Dependendo da doença, o tratamento pode ser muito demorado e a melhora igualmente lenta, mas se o paciente não realizar estes tratamentos a doença poderá evoluir e tornar o seu dia a dia mais difícil.

Reumatismo: diagnóstico tardio compromete o tratamento

Apesar da fama, o reumatismo está longe de ser uma doença restrita a idosos. As mais de cem enfermidades abrangidas pelo termo não têm faixa etária, nem público-alvo; podem acometer tanto recém-nascidos como quem assinala o box “60 anos ou mais” nos formulários.

Sim, são centenas de doenças que desmistificam outra reputação: reumatismo é dor nas juntas. Na verdade, ele compromete ossos, músculos, cartilagens, estruturas localizadas próximas às articulações, como tendões e ligamentos, e pode até afetar órgãos vitais e o sistema nervoso central.

“Todas as doenças envolvem o aparelho locomotor de uma forma ou de outra, outros mais intensamente e outros menos”, explica César Emile Baaklini, presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR). Ou seja, o componente comum a essas centenas de males é a mobilidade do corpo, não apenas as articulações.

Mas os mitos não existem à toa. Segundo Baaklini, a osteoartrite é dos casos predominantes entre as doenças reumáticas, também conhecida como artrose. Ela afeta principalmente as juntas, e os sintomas são dor, crepitação e deformidades – ligadas ou não à limitação de movimentos. O quadro acompanha inflamação e, se não for tratado adequadamente, pode deteriorar completamente a articulação.

A osteoporose, enfraquecimento progressivo dos ossos, e o reumatismo de partes moles (tendinites, bursites e entesites) também entram no rol das enfermidades reumáticas consideradas mais comumente encontradas pelo especialista. Estas últimas são inflamações temporárias ou crônicas dos ossos, músculos, tendões, articulações e ligamentos, por alguma lesão ou vício postural ou ocupacional – como digitar em excesso, por exemplo.

Nilton Salles, reumatologista do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, destaca artrite reumatoide e lúpus eritematoso sistêmico como as enfermidades mais frequentes entre mulheres.

A primeira se trata da inflamação das articulações, principalmente das mãos e dos punhos, geralmente a partir dos 30 ou 40 anos, e a incidência aumenta com a idade.

Dor, inchaço, rigidez matinal, febre, emagrecimento são alguns dos sintomas.

O lúpus, por outro lado, incide num público mais jovem, entre 20 e 45 anos e tem origem autoimune, o que significa que o sistema de defesa do organismo ataca células do próprio corpo. Um tipo se manifesta com manchas na pele, o outro afeta órgãos internos, como rins, coração e membranas do pulmão. Febre, fraqueza, desânimo, emagrecimento e perda de apetite são sinais gerais da doença.

Salles observa nos homens outro padrão. Os males mais comuns são gota e espondilite anquilosante. A gota inflama as articulações quando a taxa de ácido úrico no sangue está alta.

Já a espondilite afeta principalmente coluna, quadris, joelhos e ombros. “Ela inflama a coluna, e o paciente fica com ela dura, como se grudassem as vértebras.

Ele tem dor e vai perdendo os movimentos”, descreve o reumatologista.

O Que É O Reumatismo E Como Tratar?

Embora não exista prevenção para as doenças autoimunes, as atividades físicas ajudam a melhorar a musculatura e retardar a progressão da artrose, por exemplo Foto: Matt Olsen/Creative commons

Prevenção. A resposta de ambos os profissionais para amenizar as doenças reumáticas é a prática de exercícios físicos, especialmente para frear manifestações no aparelho locomotor. “Mas é necessário que haja orientação correta para não agredir as articulações ou lesionar outros órgãos”, enfatiza Baaklini.

Salles lembra que não existe prevenção para as doenças autoimunes, mas diz que as atividades físicas melhoram a musculatura e retardam a progressão da artrose, por exemplo.

O alongamento faz bem aos que desenvolvem espondilite, porque ajuda a pessoa a ficar menos limitada e travada. E, no caso da artrite reumatoide, os fumantes sofrem consequências mais graves com a doença.

Quando há histórico da enfermidade na família, o conselho é não fumar.

“O exercício físico em si não previne. Controla colesterol, o peso, então ajuda. Mas alimentação, ingestão de bebida alcoólica, perfil metabólico, hipertensão e diabetes também interferem. A pessoa tem que estar toda controlada e em perfeito funcionamento para uma coisa não afetar a outra”, explica.

Desinformação. Salles salienta ser comum o diagnóstico tardio do reumatismo, o que pode comprometer o tratamento. Entre os problemas estão o próprio nome da doença e os mitos ligados a ele. “Reumatismo é um termo que não explica nada, e todo mundo acha que é coisa de velho. O pessoal associa reumatismo a dor. E quem tem mais dor? As pessoas de mais idade”, esclarece.

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Além disso, os sintomas comumente levam as pessoas a procurar um ortopedista, notam os especialistas. Mas Baaklini dá a dica para saber quando o é caso de ir ao ortopedista: “de uma maneira geral, eles são traumatologistas, tratam pacientes que tiveram traumas, fraturas ou lesões”.

Tanto ele como o presidente da SBR batem na tecla da informação como forma de favorecer a análise precoce do quadro, fundamental para o processo de cura. “A  população tem que saber que, quando sentir determinados sintomas, deve procurar profissionais preparados. Quanto mais precocemente você iniciar o tratamento correto, maiores as chances de cura e controle da doença”, diz Baaklini.

Reumatismo: O que é e como tratar

O Que É O Reumatismo E Como Tratar?

Basta você se queixar de dores no punho, mãos ou joelhos que logo alguém aparece com um diagnóstico: reumatismo. Então surgem uma série de recomendações, como evitar choques térmicos, compressas quentes e até pomadas de sebo de carneiro. Algumas medidas até aliviam as dores, mas são poucos os casos em que encontram uma melhora significativa. Será que é tão difícil assim tratar o reumatismo?

Depende muito do caso. O problema é que boa parte das pessoas desconhece um detalhe fundamental quando estamos falando desse assunto. Reumatismo não é uma doença, mas sim um grupo de enfermidades que atinge estruturas osteomioarticular (ossos, músculos e articulações) englobando mais de 130 doenças.

Artrite, artrose e gota, por exemplo, são tipos de reumatismo e possuem origens e tratamentos diferentes.

Se aquela recomendação da vizinha, que deu tão certo para ela, não tem ajudado tanto nos seus sintomas, provavelmente é porque você tem uma doença diferente da dela, mesmo chamando as duas de reumatismo.

Reumatismo tem relação com a idade?  

É muito normal a gente relacionar reumatismo com terceira idade, mas isso também tem uma explicação. Uma das alterações reumáticas mais comuns é justamente a artrose causada pelo desgaste mecânico das articulações.

Como esse desgaste é mais comum em pessoas idosas, justamente pelo tempo de uso das articulações, acaba-se criando essa relação.

Porém, existem muitas outras alterações reumáticas que acometem pessoas mais jovens, como a atrite reumatoide juvenil.

Quais os sintomas do reumatismo?

  • Como o reumatismo engloba muitas doenças, as diferentes alterações podem apresentar manifestações específicas, porém, é possível listar alguns sintomas gerais de disfunções reumatoides, como dores, inchaço e vermelhidão nas articulações, dificuldades de realizar alguns movimentos (principalmente nas primeiras horas da manhã), desconfortos ao esticar os braços, diminuição da flexibilidade da coluna e rigidez nas articulações.
  • A partir disso, os sintomas específicos dependem do quadro da pessoa, por exemplo, se a artrose for no joelho, pode apresentar dificuldade para subir escadas, já uma bursite nos ombros limita o movimento dos ombros.

Como tratar?

Apesar de ser a pergunta mais importante, essa é impossível de responder de maneira geral. Cada doença vai ter seu tratamento específico, que podem incluir atividades físicas, alongamentos, alimentação ou até mesmo uso de medicamentos contínuos.

De modo geral, o mais importante é determinar com precisão qual é o problema. Só assim é possível compreender a origem do sintoma. Essa exatidão é muito importante uma vez que certas medidas podem ajudar em um quadro e serem extremamente prejudiciais em outro. Ou seja, uma consulta com um médico reumatologista e a realização de exames de imagens são fundamentais.

  1. Para entender melhor essas diferenças, listamos algumas das doenças reumáticas mais comuns e suas definições:
  2. Artrose – desgaste mecânico excessivo das cartilagens das articulações
  3. Atrite reumatoide – doença inflamatória crônica e autoimune que afeta as membranas sinoviais e ainda não tem as causas definidas
  4. Bursite – Inflamação na bursa normalmente causada pelo excesso de movimentos repetitivos, ou aumento da amplitude articular natural.
  5. Esclerodermia – fibrose da pele e dos órgãos internos de causa desconhecida
  6. Fribromialgia – Distúrbio de dores crônicas em diversos pontos do corpo que ainda não tem origem conhecida
  7. Gota – Doença inflamatória das articulações causada pelo aumento da taxa de ácido úrico no sangue.
  8. Lúpus – Doença inflamatória crônica e autoimune de causa desconhecida
  9. Osteoporose – Perda acelerada de massa óssea durante o envelhecimento.
  10. Tendinite – Inflamação dos tendões causada por movimentos repetitivos ou exagerados.

Agora que você já sabe que reumatismo pode significar diversas disfunções, o ideal é procurar um especialista para definir qual é o seu quadro. Dependendo de qual é a enfermidade, o tratamento pode ser muito mais simples do que você imagina.  Por isso é muito importante ter precisão no diagnóstico.

Muitas vezes o tratamento inclui fortalecimento e equilíbrio muscular como maneira de proteger as articulações e aumento da massa óssea. A boa notícia é que essa é justamente a especialidade da Atitude CRAFT e nós podemos montar um plano exclusivo para você.

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Reumatismo | CUF

Dentro desta definição, enquadram-se inúmeras enfermidades com localizações e características muito diferentes, que atingem as estruturas articulares e musculares do organismo.

São doenças degenerativas, muito relacionadas com o envelhecimento, e, por isso, a sua frequência tem vindo a aumentar, dado o aumento de esperança de vida média.

Atualmente, conhecem-se mais de 150 tipos diferentes de doenças reumáticas.

As estimativas disponíveis indicam que, a cada momento, cerca de 2,7 milhões de portugueses sofre de algum tipo de queixas reumáticas, o que equivale a 25,7% da população. E 10% tem a doença num estado grave e incapacitante. As mulheres tendem a ser mais afetadas, correspondendo a cerca de 60% do total dos casos.

Emboras atinjam mais os idosos, as crianças também as podem ter. Por exemplo, a artrite reumatoide, o Lúpus eritematoso sistémico ou a espondilite anquilosante, atingem os jovens em idade produtiva.

De acordo com a Sociedade Portuguesa de Reumatologia, a noção de “sofrer de reumatismo” está incorreta porque todas as doenças reumáticas têm um diagnóstico e tratamento específicos.

Pode-se, no entanto, encontrar alguns elementos comuns a estas várias patologia: são dolorosas, por vezes durante toda a vida, limitam a capacidade funcional e são “invisíveis”, na medida em que a dor, se não existir uma deformação articular visível, não é geralmente compreendida pelas pessoas nem mesmo pelos familiares do doente.

A queixa mais comum é, sem dúvida, a dor. Ela tende a variar na sua intensidade, no seu ritmo, na sua localização em função do tipo de doença reumática, sendo essas características relevantes para o diagnóstico. Por exemplo, é importante distinguir a dor mecânica, que surge com o esforço sobre a articulação doente, da dor inflamatória, mais intensa ao acordar.

Outros sintomas frequentes são o calor e inchaço das articulações e a sensação de fraqueza ou rigidez ao executar atividades mínimas, como abotoar uma camisa ou escrever. Os doentes podem referir ainda fadiga acentuada, falta de energia, ou sensação de mal-estar.

Uma vez que podem afetar outros órgãos, as manifestações dependem dos locais atingidos. A doença reumática mais frequente é a osteoartrose, que atinge tanto a cartilagem como o osso nas articulações, causando dor, rigidez e limitação dos movimentos.

A artrose torna-se mais frequente à medida que se envelhece, contando com 80% das ocorrências em pessoas com mais de 60 anos, embora apenas 20% apresentem queixas.

Outras bem conhecidas são a artrite reumatoide, a fibromialgia, o Lúpus eritematoso sistémico, a gota, a polimialgia reumática ou as tendinites.

As causas variam em função das diversas doenças reumáticas.

De um modo geral, as mais comuns são as formas degenerativas, em que o aparelho locomotor vai perdendo as suas características originais, como acontece nas artroses e na osteoporose; as inflamatórias, como a artrite reumatoide ou a espondilite anquilosante; as infeciosas; as imunológicas, como o Lúpus eritematoso sistémico e a esclerodermia; e as metabólicas, como a gota. Está também identificada uma predisposição genética para as várias formas de doenças reumáticas.

Pode ser difícil porque os sintomas ocorrem em várias outras patologias. De um modo geral, o reumatologista revê a história clínica do paciente, observa-o e requisita um conjunto de testes laboratoriais bem como estudos por imagem.

Algumas das análises mais importantes são os anticorpos antinucleares, a proteína C-reactiva, a creatinina, a velocidade de sedimentação e o fator reumatoide.

Pode valer a pena examinar o líquido sinovial, em busca de células inflamatórias, bactérias ou vírus.

Como regra, não têm cura, sendo a exceção as formas infeciosas. Contudo, isso não significa que ser portador de uma doença reumática implique uma fonte constante de sofrimento obrigatório. Os tratamentos disponíveis permitem, em muitos casos, a manutenção de uma boa qualidade de vida.

Como existem dezenas de diferentes doenças reumáticas, o seu tratamento varia de caso para caso. Atualmente, existem vários medicamentos eficazes para o controlo ou mesmo para a cura de algumas destas patologias.

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O processo de avaliação e diagnóstico deve ser conduzido pelo médico reumatologista. É importante salientar que, quanto mais precoce for, maior é a probabilidade de controlar eficazmente qualquer uma das doenças reumáticas.

Dentro dos tratamentos disponíveis inclui-se o repouso, o exercício, uma dieta adequada, a fisioterapia, a hidroterapia, os medicamentos, dispositivos de contenção e, em alguns casos, a cirurgia.

Com frequência, é importante combinar diversos tratamentos num mesmo caso.

Os fármacos prescritos podem ser analgésicos, anti-inflamatórios, corticoides ou medicamentos biológicos, que atuam na evolução da doença.

É importante a proteção do aparelho locomotor, conservando a energia, protegendo as articulações afetadas, não as sobrecarregando, realizando exercícios que melhorem a mobilidade e, de um modo geral, mantendo-se ativo.

Outros aspetos a considerar são uma alimentação equilibrada, o controlo do peso, a adoção de uma postura correta, e a escolha de sapatos e de um colchão adequados.

De acordo com as recomendações da Sociedade Portuguesa de Reumatologia, a presença de dores, rigidez ou inchaço numa articulação, durante um período superior a 15 dias, implica a visita ao médico. Desse modo, é possível um diagnóstico mais precoce, um tratamento mais eficaz e uma qualidade de vida menos comprometida.

  • National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases
  • Sociedade Portuguesa de Reumatologia, 2013
  • Autocuidados na Saúde e na Doença – Guias para as Pessoas Idosas – Como Viver com Reumatismo, Direcção-Geral da Saúde, Lisboa 2001
  • Questions and answers on rheumatic diseases, EULAR, 2013

Reumatismo: causas, sintomas e tratamento da doença

Se, ultimamente, você tem sentido inchaço nas mãos ou dores persistentes pelo corpo, esses sintomas podem ser um indício de reumatismo…

Se, ultimamente, você tem sentido inchaço nas mãos ou dores persistentes pelo corpo, esses sintomas podem ser um indício de reumatismo — mas não se preocupe, você não está sozinho, e tampouco longe de uma solução.

Sem tempo para ler? Clique no play abaixo para ouvir esse conteúdo sobre reumatismo:

Confira, neste artigo, a definição, as causas, os sintomas e tratamentos dessa condição, para que você entenda melhor sobre o assunto e se tranquilize. Vamos lá?

Definição de reumatismo

Apesar de parecer, reumatismo não é, necessariamente, uma doença. Essa palavra, porém, serve para designar uma série de doenças de origem não traumática e que causam dores crônicas, tais como artrite, artrose, fibromialgia, gota, Lúpus eritematoso sistêmico, entre outras.

Ocorre que o termo “reumatismo” já caiu em desuso entre os médicos, sendo, inclusive, retirado do dicionário de patologias, mas ainda é uma definição muito utilizada popularmente. Por esse motivo, a palavra pode se confundir com algumas doenças, fazendo, por vezes, que elas passem despercebidas.

Causas

Como já mencionado, as doenças reumáticas são não traumáticas, isto é, elas não surgiram em decorrência de acidente ou trauma físico.

Geralmente, esses problemas ocorrem quando o sistema imunológico falha e ataca o próprio organismo, ou quando há desgaste de tecidos e/ou órgãos, algo que acontece naturalmente conforme a idade avança. Isso pode, inclusive, ser uma condição hereditária.

Sintomas

Mesmo que as doenças reumáticas tenham origens, causas e tratamentos diferentes, os sintomas muitas vezes são similares e/ou coincidentes. Além disso, por serem doenças crônicas, é bom entender que os sintomas somente aparecem quando a doença está “ativa”.

Entre os sintomas do “reumatismo” mais facilmente identificados estão a rigidez nas articulações inflamadas, dor intensa, fadiga, febre, aumento da temperatura na região inflamada, falta de apetite e inchaço.

Tratamento

  • Em primeiro lugar, é importante dizer que quanto mais cedo for diagnosticada a doença, maiores as chances de controle e/ou diminuição das dores, já que a grande maioria das doenças reumáticas ainda não têm cura.
  • Além dos medicamentos para dores e inflamações, uma boa maneira de diminuir o desconforto causado por essas doenças é a realização de sessões de fisioterapia.
  • Isso porque, com esse tratamento, o paciente pode aprender exercícios que ajudam a melhorar a flexibilidade das articulações e a mobilidade, facilitando a execução de tarefas que podem ser dolorosas no dia a dia.
  • Além disso, tomar alguns cuidados com a alimentação é um fator que faz a diferença na prevenção e no combate às dores e inflamações.

Portanto, procure incluir no cardápio alimentos que contêm vitamina C (cítricos), vitamina D (gemas e laticínios) e vitamina E (nozes e azeite), além de quercetina (maçã e cebola), selênio (castanha-do-pará e cogumelo) e betacaroteno (cenoura e couve). Outro cuidado importante é evitar processados, frituras, açúcares e carboidratos refinados.

Vale lembrar que consultar um profissional que atua na área de reumatologia é fundamental para um diagnóstico preciso, por meio de exames de imagem, análise de sangue e avaliação clínica. Isso faz com que o tratamento seja bem direcionado, logo, mais eficaz.

Identificou algum dos sintomas descritos acima? Então, agende uma consulta na clínica mais próxima de você, na nossa sessão de reumatologia.

Reumatismo: veja como a fisioterapia auxilia no tratamento

Você já sentiu aquela famosa “dor na junta”? Muitas pessoas convivem com ela e acabam não procurando ajuda adequada para investigar a sua causa. As dores nas articulações são um dos principais sintomas de reumatismo e indicam a inflamação dessas estruturas.

Existem centenas de doenças reumáticas que podem acometer crianças, jovens, adultos e idosos. O ideal é buscar tratamento adequado para aliviar as dores e dificuldades de movimentação. 

Você deseja saber como a fisioterapia auxilia no tratamento do reumatismo? Então, siga a leitura e descubra mais sobre os métodos utilizados.

O que é Reumatismo?

O reumatismo é um termo coloquial usado para designar um grupo de mais de 130 doenças que acometem articulações, ossos, tendões e músculos, comumente associadas a alterações do sistema imunológico.

As doenças reumáticas compõem um grande grupo de patologias, como osteoartrite, artrite reumatóide, espondilites e outras, que acometem uma fração significativa da população geral. Segundo Ministério da Saúde, o reumatismo afeta aproximadamente 12 milhões de brasileiros.

É comum pensar que doenças reumáticas são um problema da população idosa. Mas a realidade é que elas podem acometer pessoas de todas as idades.

Quais são os fatores de risco para o reumatismo?

Conhecer os fatores de risco do reumatismo é fundamental para prevenir as doenças e minimizar os seus sintomas. Existem fatores, como ligação a predisposição genética que, infelizmente, não podem ser evitados.

Conheça os principais fatores de riscos:

  • Sedentarismo;
  • Alimentação inadequada;
  • Obesidade;
  • Consumo excessivo de álcool;
  • Tabagismo;
  • Depressão;
  • Estresse e ansiedade.
  • Fatores genéticos.

É importante ressaltar que as doenças reumatológicas não tem cura, mas é possível tratá-las para melhorar a qualidade de vida da pessoa. 

Quais são os sintomas?

O reumatismo apresenta sintomas claros que podem ser notados pelo próprio paciente, como:

  • Dores nas articulações por mais de seis semanas;
  • Vermelhidão, calor e inchaço nas articulações;
  • Dificuldade para se movimentar  ao despertar;
  • Febre, cansaço e perda de peso;
  • Dores ao esticar os braços;
  • Lesões na pele e comprometimento de outros órgãos.

É possível prevenir?

Não fumar ou consumir álcool em excesso e combinar uma alimentação rica em fibras e pobre em alimentos ricos em açúcares e gorduras à prática regular de exercícios físicos pode auxiliar na prevenção do reumatismo ou no alívio das dores para quem já possui a doença instalada. 

Caminhadas e alongamentos aumentam a circulação, ajudam a promover o aquecimento das estruturas e mantém flexibilidade adequada das articulações. O ideal é fazer, no mínimo, 150 minutos por semana, distribuídos como agradar.

Como a fisioterapia auxilia no tratamento?

  • O tratamento por meio da fisioterapia consiste no uso de aparelhos e técnicas para  minimizar as dores e incapacidades decorrentes de disfunções cinesiofuncionais causadas por doenças crônico-degenerativas ou inflamatórias que acometem o sistema musculoesquelético. 
  • O fisioterapeuta pode trabalhar com exercícios que ajudam a recuperar a mobilidade das juntas e articulações, com a utilização de bolsas de água morna e fria para aliviar as dores, técnicas de terapia manual e atividades que fortaleçam os músculos envolvidos, evitando a progressão da doença e prevenindo a instalação de deformidades decorrentes do reumatismo.
  • A realização de práticas integrativas, como a acupuntura, também promove excelentes resultados no tratamento para pacientes com doenças reumáticas. 
  • O método ajuda a fortalecer o sistema imunológico, promover a indução de processos regenerativos e a normalização de funções do organismo, melhora da rigidez e ganhos de função articular, além do alívio das dor.

Quanto antes o problema é diagnosticado, melhores serão as condições de tratamento e controle da doença reumática. Se você está apresentando sintomas, busque um profissional da saúde para te ajudar.

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O que é reumatismo e como tratá-lo

Apesar de ser um termo amplo, o reumatismo é utilizado popularmente como se fosse sinônimo de uma doença como a artrose ou artrite (inflamação de uma articulação), sendo que há um número grande de outras doenças que podem acarretar uma artrite, desde problemas imunológicos a infecções. Mas afinal, o que é reumatismo?

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Diferente do que muitos acreditam, o reumatismo não é um tipo de doença e sim um termo antigo, que há décadas já deixou de fazer parte dos dicionários médicos, mas que diz respeito a um conjunto de mais de cem enfermidades que atingem os músculos, ossos e articulações. As mais conhecidas são artrite reumatoide, artrose, bursite e tendinite. No entanto, as doenças reumáticas podem atingir também órgãos internos, como coração e rins.

Apesar de ser associado a idosos, o reumatismo pode atingir o paciente em qualquer idade da vida, inclusive na infância. Mas as chances de sofrer com alguma doença reumatológica aumenta à medida que a idade avança.

SINTOMAS DE REUMATISMO

Os sintomas de reumatismo têm origens distintas, pois variam de acordo com a doença. Mas alguns são comuns à maioria das doenças reumatológicas como dor nas articulações, que pode ou não vir acompanhada de inchaços, dificuldade de realizar movimentos e falta de força muscular.

Um outro sintoma é a deformação nas articulações e elevação da temperatura na área inflamada. Eles podem aparecer em qualquer momento do dia, mas são mais comuns ao acordar e quando o clima está mais frio.

DICAS DE PREVENÇÃO

Existem doenças reumatológicas de origem hereditárias, nesse caso é sempre recomendado o acompanhamento médico e monitoramento do organismo, para detectar possíveis complicações. Uma alimentação saudável é indicada para a prevenção de diversas doenças e com as reumatológicas não é diferente, a obesidade pode piorar diversos quadros reumáticos.

Movimentos repetitivos ou esforços em excesso podem desenvolver doenças reumatológicas do tipo degenerativas, é preciso atenção ao corpo e aos movimentos executados. Além disso, estresse e ansiedade contribuem para o reumatismo, um acompanhamento e aconselhamento médico é indicado sempre que o paciente notar alterações.

COMO TRATAR REUMATISMO

Como o reumatismo não é uma doença única, o tratamento depende de cada doença em questão. Algumas tem cura e outras não. Mas há diversas práticas que são comuns no tratamento de doenças reumatológicas como a ingestão de medicamentos para dores e inflamações, fisioterapia, dieta rica em alimentos anti-inflamatórios, e incentivo a prática de atividades físicas.

O diagnóstico precoce deve ser feito pelo médico especialista, o reumatologista, e é de grande importância para evitar deformações e limitações dos movimentos articulares.

Segundo a Sociedade Catarinense de Reumatologia (SCR), pesquisas comprovam que o paciente passa por três médicos, em média, até chegar ao diagnóstico correto, o que dificulta o tratamento.

É importante visitar o médico rotineiramente para fazer exames que possam detectar previamente doenças reumatológicas.

Quais são os sintomas de reumatismo e como tratá-lo? – PartMed – A maior rede de Clínicas Médicas do Brasil

Sabe a famosa dor na junta? Muita gente sofre com ela, mas nem sempre procura ajuda especializada para investigar o que é. Esse é um dos principais sintomas de reumatismo e indica que as articulações do corpo estão inflamadas. Crianças, jovens e adultos podem ser acometidos pelas doenças reumáticas.

Isso mesmo, não são apenas os idosos os atingidos por essa enfermidade. Portanto, ao sentir dor e dificuldade para se movimentar constantemente, a primeira ação a tomar é buscar auxílio médico. Existem centenas de doenças reumáticas e elas provocam diferentes sintomas — os quais agravam conforme avançam, mas há tratamento para todas.

Neste post, vou mostrar o que é, quais as causas e os sintomas de reumatismo, além de explicar as formas de tratamento. Veja!

O que é reumatismo?

O reumatismo é um grupo de enfermidades que causa dor e/ou inflamação nas articulações, além de uma série de outros sintomas. As doenças reumáticas atacam também os ligamentos, os tendões e os músculos. O termo é utilizado para designar mais de 200 patologias, entre elas, a artrite, a artrose e a fibromialgia.

Embora tais enfermidades sejam comuns em idosos, elas podem acometer pessoas de qualquer idade. A dor provocada pelas doenças reumáticas nem sempre está relacionada à inflamação nas articulações. A artrose, por exemplo, é caracterizada pelo desgaste da cartilagem. Já a fibromialgia atinge principalmente a musculatura.

O reumatismo afeta regiões como mãos, joelhos, tornozelos, quadris, colunas cervical e lombar. No entanto, a depender do tipo de patologia, até mesmo os ossos e os órgãos são atingidos, como os rins, o coração e o cérebro. O lúpus, por exemplo, é uma doença reumática autoimune que ataca os tecidos saudáveis do corpo humano.

Quais são as causas das doenças reumáticas?

A origem dessas patologias está associada ao desgaste dos órgãos ou tecidos, o que ocorre de forma natural com o avanço da idade. Elas também são decorrentes de falhas no sistema imunológico, o qual ataca o próprio organismo. Há casos em que tais patologias surgem devido à condição hereditária do paciente.

Sendo assim, o reumatismo não é resultante de um trauma físico ou acidente. Suas causas, na verdade, dependem do tipo de doença reumática. Ao sentir dor persistente nas articulações, é preciso procurar o médico para investigar a razão do desconforto. Com o diagnóstico em mãos, o paciente será direcionado para o tratamento mais adequado.

Quais são os sintomas de reumatismo?

Os sintomas de reumatismo variam de acordo com o tipo de enfermidade reumática diagnosticada em cada paciente. Saiba, agora, quais são os principais!

Dor

A dor está entre os sintomas de reumatismo mais comuns, sendo ocasionada especialmente pela inflamação nas articulações. Ela costuma durar por mais de seis semanas e atrapalha bastante as atividades do dia a dia, ainda que o indivíduo não precise se movimentar para realizá-las.

Esticar os braços, movimentar o ombro ou qualquer outra parte do corpo afetada se torna bastante complicado. Além das articulações, há pacientes que sentem dores musculares. Esse é o principal indício de fibromialgia, que provoca também cansaço, ansiedade, alterações no sono, problemas intestinais e até depressão.

Calor, vermelhidão e inchaço nas articulações

Tais sintomas também são decorrentes do processo inflamatório gerado pela doença reumática. Aliás, a inflamação surge porque uma membrana que cobre o interior das articulações produz uma substância, a qual fica armazenada na região.

Dificuldade para se movimentar ao despertar

O acúmulo de líquido inflamatório nas articulações tende a aumentar quando o paciente deixa de se exercitar. Isso acontece principalmente nos momentos de descanso, como durante uma noite de sono. Por esse motivo, a dor intensifica, a região torna-se mais rígida e fica mais difícil se mover ao acordar pela manhã.

Febre, cansaço e perda de peso

A inflamação articular ou o ataque ao sistema imunológico provocado pelas doenças reumáticas pode gerar, ainda, fadiga, febre e perda de peso. Como esses também são sintomas de outras enfermidades, é preciso associá-los a outros sinais, a fim de identificar a origem.

Lesões na pele e comprometimento de outros órgãos

Os sintomas de reumatismo envolvem até mesmo o aparecimento de lesões na pele e o comprometimento de órgãos internos, como o coração e os rins.

Como vimos, o lúpus ataca o sistema imunológico e causa danos aos tecidos saudáveis. São observadas também dores nas articulações, cansaço, febre e fotossensibilidade.

A doença não tem cura, mas existe tratamento disponível.

Como tratar essas enfermidades?

Com base nos sintomas relatados pelo paciente, o médico solicitará exames específicos para confirmar o diagnóstico. Após essa etapa, será necessário seguir com o tratamento, que varia conforme o tipo de doença reumática. Veja, a seguir, alguns recursos utilizados para atenuar o problema!

Anti-inflamatórios

Os anti-inflamatórios coíbem a produção de prostaglandina, molécula que favorece o surgimento do líquido inflamatório nas articulações. A cortisona gera um resultado ainda mais rápido e eficiente, porém, o seu uso deve ser descontinuado o quanto antes devido aos efeitos colaterais. Ela é recomendada em estágios mais avançados da doença.

Imunossupressores

Os imunossupressores reduzem a resposta imunológica, logo, também agem de forma a atenuar o processo inflamatório decorrente das doenças reumáticas. São utilizadas doses baixas da medicação para que não provoque efeitos colaterais indesejados. Ainda assim, essas drogas — que também são empregadas no tratamento contra o câncer — oferecem bons resultados no controle das enfermidades.

Sessões de fisioterapia

Entre os sintomas de reumatismo, estão a rigidez e a deformidade nas articulações. Para evitá-los, é importante que o paciente passe por sessões de fisioterapia. Os exercícios orientados por profissional habilitado ajudam a reduzir as inflamações e, consequentemente, as dores, de modo a propiciar uma melhor qualidade de vida.

E então, compreendeu quais são os sintomas de reumatismo e de que maneira tratá-lo? Ao sentir qualquer dor persistente nas articulações que não seja decorrente de acidentes ou esforço repetitivo, você deve acionar o seu sinal de alerta. A recomendação é agendar consulta médica para investigar a causa do desconforto e iniciar o tratamento o quanto antes.

Precisa passar por avaliação médica? Se sim, entre em contato com a Partmed Saúde e Medicina e agende uma consulta agora mesmo!

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