O Que E Candidíase E Como Tratar?

A candidíase genital é uma infecção causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida na região genital, que normalmente acontece devido ao enfraquecimento do sistema imunológico ou uso prolongado de remédios que podem alterar a microbiota genital, como antibióticos e antifúngicos, por exemplo.

Este tipo de infecção é mais frequente em mulheres, mas também pode surgir em homens, sendo seu tratamento feito com pomadas ou remédios que eliminam os fungos que estão provocando a doença, ajudando no alívio dos sintomas.

O Que E Candidíase E Como Tratar?

Teste de sintomas para candidíase

Quando se acha que se pode estar com candidíase genital é importante ficar atento a alguns sinais que incluem:

Normalmente, este tipo de fungo vive no organismo humano, mas o sistema imune é capaz de evitar a sua proliferação exagerada. Porém, quando o corpo está mais fraco ou sofre alguma alteração hormonal, como após uma gripe ou durante a gravidez, estes fungos podem se reproduzir de forma exagerada causando a candidíase.

A candidíase pode ainda manifestar-se em outros locais do corpo, como a pele, boca ou intestinos, por exemplo. Saiba mais sobre os vários tipos de candidíase e seus sintomas.

Como confirmar se é candidíase

Embora os sintomas possam ser fáceis de identificar, existem outros problemas genitais, como vaginite, herpes ou gonorreia, por exemplo, que podem causar sintomas semelhantes.

Assim, a melhor forma de confirmar o diagnóstico consiste em ir ao ginecologista, no caso das mulheres, ou ao urologista no caso do homens. Assim, além de identificar o problema, o médico pode ainda avaliar se existe alguma causa e indicar o tratamento mais adequado.

Como é feito o tratamento

A candidíase genital pode afetar tanto o homem como a mulher mas seu tratamento é semelhante e feito com pomadas antifúngicas em ambos os casos, como Candicort ou Fluconazol, que devem ser aplicadas 2 a 3 vezes por dia entre 3 até 14 dias de acordo com a indicação do médico.

É ainda recomendado:

  • Usar roupa íntima de algodão, pois permitem que a pele respire;
  • Lavar a região genital somente com água e sabonete neutro ou sabonete próprio para a região;
  • Dormir sem roupa íntima, sempre que possível;
  • Evitar absorventes internos;
  • Evitar ter contacto intimo desprotegido durante o tempo de tratamento.

Estes recomendações ajudam a acelerar o tratamento, no entanto, também se pode proceder à lavagem dos órgãos genitais com chá de folhas de barbatimão ou outro remédio caseiro para completar o tratamento. Veja alguns exemplos de remédios caseiros para candidíase.

Além de tudo isso, fazer uma alimentação pobre em açúcar também ajuda o organismo a combater mais facilmente o crescimento dos fungos, curando a candidíase mais rápido. Veja o que comer para fortalecer a imunidade e combater a cândida mais rápido nesse vídeo:

O Que E Candidíase E Como Tratar?

No caso de os sintomas não desaparecem após 2 semanas, é aconselhado voltar ao médico pois pode ser necessário iniciar o tratamento com comprimidos antifúngicos, que ajudam a combater a infecção desde o interior do corpo, atingindo melhores resultados do que só com as pomadas.

Como se pega a candidíase

Alguns fatores que estão associados ao aumento do risco candidíase genital, incluem:

  • Uso frequente de antibióticos, anticoncepcionais e corticoides;
  • Gravidez ou durante a menstruação;
  • Doenças como diabetes, AIDS, HPV e lúpus que tornam o sistema imune mais fraco;
  • Uso frequente de roupas apertadas ou molhados;
  • Fazer higiene intima mais de 2 vezes ao dia e usar absorvente por mais de 3 horas seguidas.

Uma pessoa também pode estar contaminada com o fungo e não saber, pois a doença normalmente se manifesta quando o sistema imunológico está enfraquecido.

8 remédios caseiros para candidíase

Coceira na região íntima? Eses é um dos principais sintomas da infecção por cândida. Conheça alguns remédios caseiros para candidíase que ajudam a aliviar esse e outros desconfortos.

O Que E Candidíase E Como Tratar?

A candidíase é uma infecção causada por um fungo que frequentemente afeta a vagina, mas também pode aparecer em locais como boca (o popular “sapinho”), garganta, pênis, pele, unhas e até mesmo o sangue. Se você está enfrentando esse problema, saiba que existem alguns remédios caseiros para candidíase que você pode experimentar.

A Candida albicans, espécie de fungo que causa essa infecção, existe naturalmente em nosso corpo sem causar prejuízos. Porém, há algumas situações que favorecem o desenvolvimento excessivo desse microrganismo, levando ao surgimento da candidíase.

Algumas das situações mais comuns que propiciam a infecção são as quedas na imunidade (como em gestantes e diabéticos), uso de antibióticos (que alteram o pH e a flora), estresse e longos períodos utilizando roupas íntimas úmidas e que impedem a ventilação. Embora possa ser transmitida por meio de relações sexuais desprotegidas, a candidíase não é considerada uma DST.

A infecção se manifesta por meio de manchas esbranquiçadas quando atinge a boca e por meio da irritação quando atinge a pele. No caso das partes íntimas, os sintomas são coceira, vermelhidão, inchaço, ardência ao urinar e corrimento no caso das mulheres.

Se você está enfrentando esses sintomas, é possível experimentar estes remédios caseiros para candidíase para aliviar o incômodo:

1. Iogurte natural

O iogurte natural contém lactobacilos que ajudam a reequilibrar a flora vaginal, por isso ele pode ser utilizado diretamente na região para criar um ambiente desfavorável ao desenvolvimento do fungo causador da candidíase.

Com o auxílio de uma seringa sem agulha, aplique o iogurte natural dentro da vagina 2 vezes ao dia durante 3 dias. Para evitar que o iogurte escorra para a calcinha, você pode usar um absorvente. Também é possível colocar o iogurte em um absorvente interno e inseri-lo no canal vaginal, deixando agir por 3 horas.

Uma dica para aumentar seu conforto é retirar o iogurte da geladeira alguns minutos antes de utilizá-lo, evitando inseri-lo na vagina ainda muito frio. O iogurte também pode ser aplicado no pênis se necessário.

2. Banho de assento com camomila

A camomila é uma erva conhecida por suas propriedades calmantes e anti-inflamatórias, o que ajuda a aliviar a irritação e a coceira causadas pela candidíase vaginal.

Para fazer o banho de assento, coloque 3 colheres de sopa de camomila seca em uma bacia e adicione um litro de água quente. Verifique a temperatura da água com cuidado para não se queimar e sente-se sobre a bacia durante 5 minutos.

3. Banho de assento com vinagre de maçã

O vinagre de maçã tem propriedades antissépticas, ajudando a combater os microrganismos causadores da candidíase, e contribui para o reequilíbrio do pH vaginal.

Para preparar o banho, basta misturar meia xícara de vinagre de maçã com água morna em uma bacia e sentar-se sobre ela por 5 minutos. O procedimento deve ser feito 2 ou 3 vezes por dia.

4. Bicarbonato de sódio

O bicarbonato de sódio pode ser utilizado tanto para combater a candidíase oral quanto a vaginal. Para tratar a candidíase na boca, prepare uma solução a 5% (50 gramas de bicarbonato para 1 litro de água) e faça bochechos, cuspindo o produto em seguida.

No caso da candidíase vaginal, a mesma solução deverá ser preparada com água morna para que você faça um banho de assento. Permaneça sentada sobre a bacia por 15 minutos diariamente durante uma semana.

5. Alho

O alho é conhecido por seu efeito de fortalecimento do sistema imunológico e combate aos microrganismos causadores de doenças.

No caso da candidíase, recomenda-se ingerir pelo menos 2 dentes de alho por dia, preferencialmente crus (como em saladas) para que suas propriedades sejam mais bem aproveitadas.

6. Chá de uva-ursina

As folhas de uva-ursina contêm substâncias que combatem a multiplicação dos microrganismos causadores da candidíase peniana e vaginal. Dessa forma, seu chá pode ser consumido por homens e mulheres que apresentem esse problema.

Para prepará-lo, coloque 2 colheres de chá de folhas de uva-ursina em uma xícara e complete com água fervente, deixando em infusão por 5 minutos. Espere o chá ficar morno e beba em seguida. Indica-se consumir 3 vezes por dia.

7. Chá de poejo

O chá de poejo combate a reprodução dos fungos que causam a candidíase oral. Para prepará-lo, utilize 1 colher de sopa de flores ou folhas de poejo picadas e 1 xícara de água fervente, deixando a infusão abafada por 15 minutos.

Em seguida, com o auxílio de um chumaço de algodão ou uma gaze, passe o chá de poejo na mucosa bucal 3 ou 4 vezes por dia.

8. Óleo de orégano

O responsável pelas propriedades antifúngicas do óleo de orégano é o carvacrol, uma substância que também apresenta efeitos antimicrobianos e antioxidantes, que ajudam a recuperar a saúde das mucosas.

Existem dois remédios caseiros para candidíase feitos a partir do óleo de orégano: o primeiro deles consiste em misturar 3 gotas do óleo com uma colher de sopa de azeite de oliva e aplicar na região afetada. O segundo remédio, por sua vez, deve ser utilizado por via oral, bastando acrescentar 3 gotas do óleo em 200 ml de água e beber duas vezes ao dia.

Caso os remédios caseiros para candidíase não surtam efeito em poucos dias ou você esteja enfrentando infecções recorrentes, é essencial procurar atendimento médico. O tratamento pode envolver o uso de medicamentos antifúngicos e uma mudança de hábitos para eliminar a situação que esteja facilitando o desenvolvimento dos microrganismos.

  • Fonte(s): Minuto Saudável, Tua Saúde, Nursing, Bio Som e Green Me
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Candidíase: causas, sintomas, tipos e como tratar

O Que E Candidíase E Como Tratar? Imagem de Анастасия Гепп por Pixabay

A candidíase é uma infecção causada pela proliferação exagerada do fungo Candida albicans. Esse fungo existe naturalmente no corpo humano em pequenas quantidades e auxilia na absorção de nutrientes e na digestão. Ele é alimentado com açúcar ou com outros alimentos que se convertem em açúcar no trato digestivo, como os carboidratos.

Dependendo do estilo de vida e de alguns hábitos, a Candida pode acabar se reproduzindo de modo descontrolado. Os sintomas típicos da candidíase podem aparecer, especialmente em pessoas com o sistema imunológico fraco, que são mais sensíveis a alterações no organismo.

É por isso que um estilo de vida e uma alimentação saudáveis são as melhores barreiras para evitar a doença que é super comum e pode aparecer em qualquer pessoa. Estima-se que 75% das mulheres terão candidíase pelo menos uma vez na vida, mas o fungo também pode atacar os homens, ainda que no homem, em geral, a infecção não apresente sintomas.

Existem cinco tipos de candidíase

Candidíase vaginal

Causa coceira vaginal, corrimento branco em grumos (como nata de leite), mau cheiro, podendo também haver ardor e dor durante as relações sexuais.

Candidíase oral

Também chamada de sapinho, costuma afetar bebês e adultos com o sistema imune enfraquecido e é caracterizada por placas esbranquiçadas na boca, na língua, no céu da boca e na garganta, além de ardência na boca e dor ao engolir.

Candidíase no homem

A candidíase masculina em geral não tem sintomas, mas, quando eles aparecem, normalmente são coceira, manchas vermelhas no pênis, leve inchaço, ardor ao urinar, feridas esbranquiçadas na glande e dor durante as relações sexuais.

Candidíase na pele

Provoca coceira e vermelhidão nas dobrinhas da pele de pessoas com o sistema imune enfraquecido.

Candidíase intestinal

Nesse tipo de candidíase, é possível observar pequenos resíduos esbranquiçados nas fezes que estavam na parede do intestino.

Outros sintomas

  • Intolerância e alergia a certos odores e perfumes;
  • Problemas digestivos, causando diarreia e constipação;
  • Problemas intestinais com glúten e lactose;
  • Úlceras em casos mais extremos;
  • Nervosismo e irritabilidade;
  • Ansiedade e perda de memória;
  • Sintomas similares ao da gripe.

Mas quais são as causas da candidíase?

Listamos alguns fatores que estão associados à proliferação descontrolada da Candida e que aumentam o risco de ter candidíase:

  • Relação sexual desprotegida com parceiro contaminado;
  • Gravidez e durante a menstruação;
  • Estresse;
  • Andar descalço ou partilhar luvas;
  • Quimioterapia;
  • Alta ingestão de açúcar;
  • Uso frequente de antibióticos, anticoncepcionais e corticoides;
  • Usar roupas apertadas e molhadas;
  • Traumas psicológicos e emocionais;
  • Fazer higiene íntima mais de duas vezes ao dia;
  • Usar absorvente por mais de 3 horas;
  • Diarreia;
  • Infecções virais;
  • Doenças como AIDS, HPV e lúpus, pois tornam o sistema imune mais fraco;
  • Beijar;
  • Ter uma má alimentação;
  • Dormir mal ou pouco;
  • Usar drogas.

Como tratar

  • O tratamento normalmente é feito com o uso de remédios, pomadas ou solução, além de uma dieta adaptada, que deve ser orientada por ginecologista, dentista ou urologista, dependendo da região afetada, pois cada área recebe um tratamento diferente.
  • No caso da candidíase genital, é aconselhável evitar roupas íntimas que não sejam de algodão, lavar a região genital somente com água e sabonete neutro ou sabonete próprio para a região, dormir sem roupas íntimas, evitar absorventes internos e evitar ter relações sexuais desprotegidas enquanto estiver em tratamento.
  • A candidíase oral pode ser tratada por meio do uso de remédios e é aconselhável escovar os dentes pelo menos três vezes ao dia e evitar alimentos ricos em gordura e açúcar.

A candidíase na pele normalmente é tratada com pomadas.

Aconselha-se também não andar descalço em piscinas, saunas ou locais públicos, usar luvas para fazer limpeza, e manter as partes do corpo com dobras (pés, cotovelo, axilas, virilha) sempre secas.

Tratamento natural para candidíase

Um dos tratamentos sugeridos para a candidíase é uma dieta equilibrada, livre de alimentos inflamatórios como aqueles que contém glúten, açúcar e álcool.

É recomendado remover os alimentos processados e priorizar as verduras, vegetais com baixo teor de amido, frutas com baixo teor de açúcar e sementes cruas.

Além disso, há tratamentos naturais, como ervas, que podem ajudar a aliviar a infecção e funcionar como prevenção.

Conheça alguns tratamentos naturais:

Alho

O alho possui alicina que tem propriedades antifúngicas naturais que podem suprimir a Candida. Assim, o alimento pode ser inserido nas refeições da dieta para tratar a infecção.

Cúrcuma

A cúrcuma possui curcumina, uma substância que tem propriedades antiinflamatórias e antifúngicas, podendo suprimir o crescimento de Candida. Ela pode ser acrescentada nas refeições. Segundo pesquisadores, o corpo absorve melhor a cúrcuma se for acompanhada de pimenta-do-reino e uma gordura saudável.

Folha de hortelã

A hortelã-pimenta é antiviral, antibacteriana e antifúngica. Seu óleo essencial é naturalmente introduzido na membrana celular da Candida, podendo eliminar e combater a infecção.

Uma maneira de ingerir a hortelã é por meio do seu chá. Não há análise sobre os óleos essenciais ingeridos dessa forma, mas um estudo concluiu que o óleo de hortelã, mesmo abaixo de suas concentrações inibitórias mínimas, pode limitar a atividade da Candida.

Probióticos

Um suplemento probiótico, que inclua as cepas Bifidobacterium bifidum e Lactobacillus acidophilu, pode ajudar a aumentar a imunidade e ajudar no combate a uma infecção por fungos e também prevenir sua ocorrência. Além disso, você pode incluir em sua dieta alimentos probióticos como o chucrute.

Vinagre de maçã

O vinagre de maçã, conhecido por atuar como um alimento antifúngico e antibacteriano, é fermentado com uma levedura benéfica que atua como prebiótico. Assim, ele pode ser utilizado para ajudar no crescimento das bactérias boas enquanto você elimina os alimentos prejudiciais que alimentam a Candida.

  1. Uma opção é tomar uma colher diluída em algum líquido, como água ou suco de limão, em temperatura ambiente ou morno pela manhã, à tarde e à noite antes ou depois das refeições.
  2. Mas, lembre-se: não substitua tratamentos convencionais e procure sempre orientação médica para entender as contraindicações e evitar os efeitos colaterais.
  3. Fontes: Food Mathers, Candida Suport, Just Naturally Healthy (1 e 2), One Green Planet e The Candida Diet.

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Candidíase: tratamento, sintomas e prevenção

Clique e Assine a partir de R$ 8,90/mês A candidíase afeta principalmente a área genital das mulheres Foto: GI/Getty Images

A candidíase é uma infecção causada pelo fungo Candida albicans, que se aloja comumente na área genital, provocando coceira, secreção e inflamação na região. O micro-organismo vive normalmente no organismo sem causar danos, mas, em situações de desequilíbrio, aumenta a população e passa a ser danoso para o corpo. Isso acontece especialmente entre as mulheres, já que o fungo habita a flora vaginal.

Em períodos de baixa imunidade, o ambiente quente e úmido da região genital propicia a proliferação descontrolada, que muitas vezes exige tratamento. Pessoas com o sistema imune debilitado ainda podem sofrer com a candidíase na boca (é o sapinho), na garganta, na pele e nas unhas, entre outros locais.

Sinais e sintomas

  • – Ardor, coceira e inchaço na região genital
    – Fissuras na mucosa genital que lembram assadura
  • – Corrimento esbranquiçado
  • – Dor ao engolir alimentos

– No homem, aparece vermelhidão e uma espécie de nata na ponta do pênis
– Aftas

Fatores de risco

  1. – Relação sexual sem preservativo
    – Roupa íntima apertada e de material sintético
    – Ficar muito tempo com maiô e biquíni molhado
  2. – Diabetes
  3. – Tratamento corrente com antibióticos

– Obesidade
– Gravidez
– Deficiência imunológica causada por doenças como aids e câncer

A prevenção

Para afastar a ameaça da candidíase vaginal, a higiene da região deve ser feita com sabonete de pH neutro. Dar preferência, é melhor optar pela calcinha de algodão, não usar absorvente íntimo todo os dias e evitar roupas muito justas ou molhadas por tempo prolongado.

Não abrir mão da camisinha nas relações sexuais previne o contágio entre os parceiros.

Pessoas com a imunidade comprometida, como portadores de HIV ou em tratamento contra o câncer, precisam de cuidados extras para prevenir a infecção pelo fungo. Lembre-se: a candidíase é uma doença oportunista.

O diagnóstico

Na consulta, o médico analisa a mucosa da vagina ou do pênis. Se necessário, uma raspagem da área afetada fornece uma amostra a ser analisada em laboratório para identificar o tipo de fungo causador do problema.

O tratamento

Na maioria dos casos, o profissional prescreve cremes de uso no local, em geral duas vezes ao dia. Também existe a opção de antifúngicos em comprimido. Quando a irritação é muito acentuada, o especialista pode associar o tratamento contra a Candida albicans a um medicamento via oral à base de corticoide.

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Candidíase vaginal

A candidíase é uma infeção fúngica (causada por um fungo, a Candida sp). É uma patologia (doença) que afeta frequentemente o sistema genital e que produz alguns sinais e sintomas muito caraterísticos (veja em sintomas), podendo no entanto, afetar qualquer órgão ou sistema do nosso organismo.

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Este tipo de infeção vaginal da mulher (candidíase vaginal feminina) não é considerada uma infeção sexualmente transmissível, podendo ser mais frequente em algumas situações clínicas, como veremos mais à frente.

Existem diferentes tipos de infeção vaginal, estando cada uma associada a sintomas distintos. Estes tipos de infeções são responsáveis por uma das principais queixas da mulher, o corrimento vaginal.

Veja mais informação em sinais e sintomas da candidíase vaginal.

A candidíase vulvovaginal (da vulva e da vagina) é uma doença que afeta a mulher pelo menos uma vez na vida em 75% dos casos. Cerca de 40-45% das mulheres terão dois ou mais episódios desta infeção ao longo da sua vida.

Note que ao longo deste artigo debruçamo-nos apenas sobre a candidíase vaginal, contudo, esta infeção fúngica (causada pelo fungo Candida sp), pode afetar qualquer órgão ou sistema do nosso organismo, dependendo da condição clínica de cada doente. Este é um tipo de infeção oportunista, uma vez que em pessoas saudáveis este tipo de fungo não causa doença.

Dependendo do local onde ocorre a infeção, como a pele (por exemplo, candidíase mamária, candidíase peniana – no pénis), as mucosas (por exemplo, candidíase oral – na boca -, candidíase vaginal), o sistema gastro-intestinal (por exemplo, candidíase intestinal, do estômago ou do esófago), entre outros, a avaliação e o tratamento deve ser realizado por médicos de diferentes especialidades.

Causas da candidíase

A candidíase vulvovaginal é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans em cerca de 90% dos casos. Nos restantes casos, o agente responsável pode ser de outra espécie de Candida sp. (Candida glabrata, Candida krusei, Candida tropicalis, etc.).

Existem alguns fatores de risco que facilitam esta condição clínica, como:

  • doenças endócrinas, como por exemplo a diabetes;
  • a utilização de alguns medicamentos como antibióticos, corticoides e citostáticos;
  • situações clínicas de estado geral e imunitário deficitário (baixa imunidade);
  • a gravidez;
  • alguns tipos de contraceção hormonal (pílula).

A candidíase pode ser considerada persistente, quando os sintomas associados à infeção inicial não desaparecem após o tratamento correto. Por outro lado, considera-se uma reinfeção quando surgem sintomas novamente, após um mês sem sintomas.

A candidíase recorrente ou crónica define-se quando ocorrem 4 ou mais episódios de infeção sintomática durante um ano, com diagnóstico confirmado e após terapêutica adequada.

De acordo com a apresentação clínica, o agente causal, as condições clínicas da doente e a resposta ao tratamento, a candidíase vulvovaginal pode ser classificada em não complicada e em complicada.

A candidíase não complicada inclui os casos de infeção esporádica, com sintomas ligeiros a moderados, causada por Candida albicans e que ocorre na mulher não imunocomprometida.

A candidíase complicada abrange os casos de infeção recorrente, com sintomas severos, causada por candidíase não-albicans e que ocorre na mulher imunodeprimida, com diabetes descompensada ou debilitada.

Sinais e sintomas na candidíase

A candidíase vulvoganial manifesta-se por sinais e sintomas que podem ser típicos na sua fase aguda.

Os sintomas iniciais passam, fundamentalmente, pela existência de prurido (“comichão”) e ardor vulvar intenso, que agrava à noite e na fase pré-menstrual (antes da menstruação), dispareunia (dor nas relações sexuais) e corrimento vaginal branco, grumoso, espesso (tipo requeijão), sem cheiro.

Na avaliação ginecológica observa-se eritema (vermelhidão), edema (inchaço) e fissuras (lesões de coceira) na região vulvar, e o corrimento descrito aderente às paredes da vagina.

Saiba, aqui, tudo sobre corrimento vaginal.

Outro tipo de sintomas ou com outras características, como por exemplo a cor do corrimento diferente, o corrimento com sangue ou sangramento ou dor pélvica, podem estar associados a outros diagnósticos. A avaliação por parte do médico ginecologista é importante para permitir diagnosticar e tratar de forma correta e atempada a patologia subjacente à sintomatologia.

A candidíase é contagiosa?

A candidíase vulvovaginal não é considerada uma infeção de transmissão sexual, isto é, habitualmente a transmissão da doença não ocorre através do contacto sexual. Ou seja, a candidíase não é uma doença contagiosa, ou a doença não passa ou não “se pega” de pessoa para pessoa através do contacto sexual.

No entanto, se um dos parceiros sexuais estiver debilitado e o outro tiver uma infeção ativa pode haver contágio. Assim, o homem e a mulher podem ter uma candidíase sintomática em simultâneo. Veja mais informação em prevenção da candidíase.

Diagnóstico na candidíase

O diagnóstico da candidíase é feito essencialmente pelos sintomas da doente e pode ser confirmado por exames complementares de forma a detetar o agente causal da infeção. Os sintomas típicos são os descritos anteriormente, que orientam para o provável diagnóstico de candidíase vulvovaginal.

De maneira a diagnosticar de forma definitiva o tipo de infeção podem ser realizados alguns tipos de testes como a medição do pH do fluído vaginal, o teste das aminas e o exame microscópico a fresco ou com coloração. Este tipo de informação pode permitir um atempado e correto diagnóstico de forma a instituir tratamento adequado.

Candidíase na gravidez

A gravidez é uma condição da mulher que pode propiciar a infeção fúngica vaginal. Assim, a candidíase durante a gravidez é frequente e pode ocorrer em qualquer fase da gestação. Este tipo de situação clínica habitualmente não está associada a complicações para o feto (bebé).

O tratamento da candidíase vulvovaginal na mulher grávida deve ser feito sempre que existem sintomas, tendo em atenção algumas especificidades. Portanto, a mulher deve fazer um teste de gravidez quando achar que pode estar grávida. Veja mais informação em tratamento da candidíase na gravidez.

Saiba, aqui, tudo sobre corrimento na gravidez.

Complicações da candidíase

O fungo da Candida existe de forma normal na pele e no intestino, e cerca de 10-20% das mulheres são portadoras sem haver infeção vaginal.

Nos casos de doenças que levam à imunodepressão (imunidade diminuída) ou de situações clínicas debilitantes (como doentes submetidos a algumas cirurgias mais invasivas) pode haver um crescimento excessivo deste fungo, levando à infeção.

Nestes casos pode resultar numa infeção superficial (da pele e das mucosas) ou sistémica.

A candidíase vulvovaginal pode ser considerada complicada nos casos de recorrência, em que os sintomas se tornam muito intensos ou nas situações de imunodepressão, estando indicado o tratamento inicial e de manutenção adequado. O doente nunca se deve automedicar sob pena de poder agravar o seu estado de saúde e deve procurar o seu médico ginecologista (especialista em ginecologia) no caso de agravamento dos sintomas.

Candidíase tem cura?

A candidíase vulvovaginal é uma infeção vaginal que, se tratada de forma adequada, tem cura. Pode haver casos de infeções de repetição, a candidíase recorrente ou crónica (como esclarecido acima), havendo indicação para tratamentos de forma intermitente (sempre que a infeção voltar) ou de maior duração.

Tratamento da candidíase

O tratamento da candidíase vulvovaginal está indicado na mulher que apresenta sintomas. O tipo de tratamento indicado é diferente nos casos de candidíase não complicada e complicada. O tratamento com medicamentos (ou remédios) de toma oral (comprimidos) ou o tratamento tópico (creme vaginal) têm eficácia semelhante.

O tratamento dos episódios agudos da candidíase não complicada é feito com os derivados do imidazol, de aplicação tópica local (pomada ginecológica), tendo um início de ação rápido e com grande eficácia. O tratamento oral pode ser feito com fluconazol ou itraconazol, em dose única.

Nos casos de candidíase complicada severa o tratamento consiste na administração de fluconazol com tomas de repetição (com intervalo de 3 dias) ou um derivado do imidazol durante 14 dias.

Na candidíase complicada recorrente o tratamento inicial inclui o fluconazol (com tomas de repetição) ou um derivado do imidazol (durante 7 a 14 dias), devendo continuar o tratamento de manutenção prolongando os dias de tratamento (fluconazol semanal durante 6 meses).

Quando os sintomas da infeção são muito intensos e incomodativos pode estar indicada a aplicação tópica de um corticoide ou de um anti-sético anti-inflamatório local, de forma a aliviar a dor.

Na gravidez, a candidíase deve ser tratada com formulações tópicas durante 6 dias, não estando indicados os tratamentos orais.

O tratamento do parceiro sexual está indicado quando este apresenta sintomas, como a balanite. Pode estar também recomendado nos casos de candidíase recorrente. O tratamento para candidíase masculina deve ser de dupla abordagem (oral e tópica).

O doente deve tomar a medicação descrita de acordo com a receita médica, na posologia indicada e até acabar, cumprindo assim o plano terapêutico estipulado. É importante realçar que o doente não se deve automedicar e que não existe tratamento caseiro ou natural com eficácia comprovada no tratamento da candidíase, exceto as medidas preventivas que descrevemos de seguida.

Como se previne a candidíase?

De forma a prevenir a candidíase vulvovaginal, devem ser adotados medidas de higiene íntima adequadas. A frequência diária de higienização deve ser ajustada ao clima, à atividade física e às doenças associadas, devendo ser de uma a três vezes por dia, durante dois a três minutos, com produtos apropriados (pH ácido e, idealmente, formulação líquida).

Algumas medidas podem ser eficazes para eliminar condições que são naturalmente propícias ao desenvolvimento de infeção.

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Deve ser evitada a utilização sistemática de penso higiénico, a roupa não deve ser demasiado justa ou apertada e a roupa interior deve ser trocada diariamente.

Sempre que for frequentada a piscina ou praticado algum desporto, o fato-de-banho e o vestuário deve ser trocado o mais precocemente possível.

Após as relações sexuais, deve-se lavar a área genital externa com água e produto de higiene íntima, não estando recomendada a lavagem vaginal. Nas fases agudas de infeção está recomendada a evicção de relações sexuais ou a utilização de preservativo pelo agravamento dos sintomas.

É de primordial importância eliminar outros fatores de risco presentes na doente. Na presença de uma doente diabética descompensada é essencial fazer um bom controlo metabólico da doença. As doentes medicadas de forma crónica com alguns fármacos (medicamentos) pode estar indicada a instituição de tratamento profilático.

A utilização de probióticos pode ser considerada nos casos de candidíase recorrente, de forma a evitar o aparecimento de um novo episódio agudo.

Um estilo de vida saudável, nomeadamente fazer uma alimentação adequada, através de uma dieta rica e equilibrada e uma correta hidratação são medidas de prevenção. Alimentos ricos em lactobacilos podem ser úteis pois permitem uma melhor flora vaginal, de forma a combater de uma forma mais eficaz uma possível infeção vaginal.

Sua candidíase vive voltando? Veja como alimentação ajuda no tratamento

Muitas mulheres sofrem com um problema comum, mas que pode se tornar reincidente e atrapalhar bastante a qualidade de vida: a candidíase genital. Ao contrário do que se imagina, a candidíase não é uma doença sexualmente transmissível, mas resultado de um desequilíbrio na microbiota vaginal da mulher, favorecendo o desenvolvimento descontrolado desse fungo, chamado de Candida albicans.

“Hoje existe uma compreensão de que a existência da candidíase depende muito do sistema imunológico da mulher, assim como de questões hormonais e também ambientais”, explica Maurício Abrão, professor de ginecologia da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) e diretor-clínico da Clínica Medicina da Mulher.

De acordo com o especialista, a umidade excessiva na região genital também favorece a proliferação do fungo, causando desconforto, coceira e vermelhidão.

E, mesmo não sendo considerada uma DST, relações sexuais desprotegidas podem contribuir para uma piora no quadro.

Diante disso, Abrão observa que a candidíase deve ser diagnosticada e tratada de uma forma global, ou seja, iniciando-se com uma consulta médica e seguindo-se com mudanças pontuais no dia a dia, o que inclui a alimentação.

Para o especialista, o ponto mais importante é a realização de um diagnóstico clínico, levando-se em consideração a individualidade da mulher, para identificar se existe algum fator que esteja ajudando a perpetuar o problema.

“Deve-se, então, tratar o processo de repetição da candidíase, com mudanças de hábito importantes, como evitar o abafamento da região genital, usar calcinhas de algodão e dormir sem roupa íntima, além de secar muito bem a vulva depois do banho”, explica ele.

As mudanças no hábito alimentar entram como um complemento, fazendo parte dessa orientação global para sanar o problema, e podem ajudar a conter o avanço da candidíase e evitar novas crises.

A nutricionista, Vanderli Marchiori lembra que pessoas que se alimentam mal e têm baixo consumo de vitaminas e minerais estão mais suscetíveis à candidíase, pois isso interfere justamente na imunidade.

Assim, quando a mulher apresenta os sintomas típicos da candidíase durante uma crise ou num quadro de repetição, uma das medidas mais importantes é fortalecer o sistema imunológico, para que o próprio organismo consiga controlar o desequilíbrio e o crescimento excessivo desse fungo.

Alimentos que ajudam a controlar a cândida

Do ponto de vista nutricional, Marchiori explica que a nossa alimentação diária pode contribuir para o crescimento da cândida, assim como para reduzir a colônia. “Quando consumimos alimentos ricos em açúcares livres, como bebidas açucaradas e similares, estamos favorecendo o crescimento desse fungo”, diz ela.

A nutricionista Lara Natacci, coordenadora da comunicação da SBAN (Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição), explica que, além do açúcar, o consumo excessivo de café e de bebidas alcoólicas, principalmente as fermentadas, como a cerveja, também podem contribuir para o desequilíbrio da microbiota como um todo, favorecendo o crescimento fúngico.

Assim, como explica Natacci, a mulher que sofre de candidíase deve tentar eliminar ao máximo os alimentos que estimulam o crescimento do fungo e investir mais em comidas que tragam nutrientes que potencializam o sistema imune, caso do zinco, do selênio e das vitaminas A, B1, C e E. “A vitamina B1, por exemplo, é encontrada em grãos integrais, cereais, batatas e legumes. A vitamina E encontra-se no germe de trigo, nos óleos vegetais, nos vegetais de folha verde escura, na gema de ovo e nas nozes”, lembra a especialista.

No caso da vitamina C, as fontes mais comuns são as frutas cítricas e ácidas, como acerola, goiaba, laranja, abacaxi, mexerica, kiwi, mas também está presente na salsinha e no tomate.

O selênio pode ser encontrado em grãos, na cebola, no leite e na castanha-do-pará -este alimento, aliás, tem sido alvo de vários estudos por apresentar altos teores desse mineral, bastando o consumo de poucas unidades para suprir sua necessidade diária.

O zinco também deve fazer parte da alimentação da mulher com crises repetidas de candidíase, e pode ser obtido por meio do consumo de farelo de trigo, moluscos e peixes como o arenque.

Por fim, a vitamina A também desempenha um papel importante no fortalecimento do sistema imunológico.

“Pode ser ingerida por meio do beta-caroteno, que é o precursor dessa vitamina e está presente em vegetais amarelos, alaranjados e avermelhados, como cenoura, laranja, manga, beterraba e abóbora”, afirma Natacci.

Repor a flora e combater a inflamação

Nos casos em que a candidíase se repete com frequência, as nutricionistas indicam também o uso de probióticos, seja por meio de alimentos ricos nesses micro-organismos “do bem”, seja pode meio de suplementação oral. “Aí entram as bebidas fermentadas, como iogurte, kefir, kombucha, leites fermentados, etc.

Caso a pessoa não goste ou não consiga consumir esses alimentos, deve consultar um profissional de saúde para fazer uso dos suplementos de probióticos”, diz Natacci. “Esses micro-organismos restabelecem o equilíbrio da microbiota e contribuem para reduzir a quantidade de fungos e bactérias nocivos”, complementa.

Aumentar o consumo de alimentos com ação anti-inflamatória também ajuda a controlar o desenvolvimento da colônia e evitar novas crises. “O ômega 3, um ácido graxo poli-insaturado, é importante nesses casos, pois contribui bastante com a imunidade e combate a inflamação”, afirma Natacci.

Ele pode ser encontrado nos peixes de águas frias e profundas, como salmão, sardinha, truta, atum, arenque, ou, como fontes vegetais, na linhaça e na chia. Outros alimentos com importante ação anti-inflamatória são a cebola, o alho e o própolis, que podem fazer parte da dieta diária da mulher.

Caso a mulher tenha crises com frequência muito alta, Marchiori afirma que é possível fazer um tratamento preventivo com cápsulas de cranberry, também conhecida como oxicoco.

Essa fruta, que não se encontra fresca no Brasil, é oferecida em forma de suplemento alimentar e tem uma substância chamada proantocianidina, ou pac. “Por conta da presença dessa substância, temos um resultado muito rápido no controle do fungo.

Isso ocorre porque o pac descola e impede a adesão das placas de micro-organismos no trato genitourinário, apresentando um resultado muito bom tanto nas infecções urinárias quanto na candidíase”, afirma a nutricionista.

Como o ciclo natural de vida da Candida albicans é de cerca de 40 dias, Marchiori recomenda manter as alterações na dieta por 60 dias, juntamente com a ingestão das cápsulas de cranberry, de acordo com orientação profissional – e, claro, seguir também o tratamento proposto pelo ginecologista, que pode incluir medicamentos antifúngicos e cremes vaginais.

Abrão lembra que, no caso da candidíase de repetição, a mulher pode fazer um tratamento preventivo com cremes de dose única, uma vez por mês, de acordo com a orientação do ginecologista.

Enquanto isso, vão-se mantendo as mudanças de estilo de vida e de alimentação, para debelar o quadro.

Mas, a quantidade e a duração do tratamento devem ser prescritas por um nutricionista ou médico, considerando-se o histórico da mulher e as especificidades de cada organismo.

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