Mulher Que Gosta De Mulher Como Chama?

Mulher Que Gosta De Mulher Como Chama?

Não querendo entrar em estereótipos –  até porque somos todos diferentes e todos iguais – os homens são geralmente mais fechados em relação ao que lhes vai na alma, tendo alguma dificuldade  – ou menor necessidade – de falarem abertamente das suas inquietações interiores, alegrias, frustrações e demais sentimentos. Mas a verdade é que também eles têm uma visão muito própria da mulher “perfeita”. E o que procuram eles, afinal, nas mulheres? É isso que vamos aqui falar, ainda que genericamente. Porque eles também sabem o que querem!

1. Inteligência

Apesar de serem determinantes, não são as características físicas que mais atraem um homem quando procura alguém para partilhar a vida e ter filhos.

Foi isso que concluiu um estudo realizado por um biólogo especializado em evolução, David Bainbridge, da Universidade de Cambridge.

Na verdade, mais do que pernas longas e seios proeminentes, os homens valorizam a inteligência de uma mulher quando procuram uma parceira a longo termo.

2. Boa capacidade de comunicação

Os homens gostam de mulheres com opiniões formadas, capazes de se expressarem e afirmarem perante os outros, de se defenderem. De mulheres que não tenham receio de dizer o que pensam, mesmo que não esteja de acordo com a visão dos factos do seu parceiro.

Por outro lado, gostam também de boas ouvintes. Sobretudo quando têm laivos de partilha e decidem contar-lhes algo do foro mais íntimo e privado, eles gostam de ter alguém que os ouça, que não os julgue e que os deixe à vontade para desabafar.

A comunicação, na realidade, é sempre uma das peças fundamentais de qualquer relação!

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guardarMulher Que Gosta De Mulher Como Chama?Foto: Rute Leonardo Photo & Video

Os homens preferem as mulheres seguras, cuja felicidade não dependa única e exclusivamente de uma relação. Que tenham uma identidade própria, que não estejam à espera de 24 horas de atenção e adoração por parte do seu companheiro. Para o homem, é importante que a mulher tenha os seus próprios amigos e interesses.

4. Clareza 

Os homens não gostam de ser manipulados e, normalmente, têm pouca paciência para jogos criados por elas. Não querem ter de ler a mente da sua companheira ou interpretar sinais.

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Os homens preferem as mulheres que sejam capazes de lidar com as emoções de uma forma saudável e responsável. Normalmente, eles são mais práticos do que elas, que tendem a basear as suas decisões com base em emoções.

6. Fidelidade e lealdade

Ao contrário do que as mulheres pensam, o homem não quer só sexo e procura alguém que não lhes magoe o coração. Eles também têm medo de perder, querem fidelidade e lealdade por parte das suas companheiras.

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guardarMulher Que Gosta De Mulher Como Chama?Foto: Rute Leonardo Photo & Video

Muitas vezes colocamos máscaras nos primeiros encontros, mas mais dia menos dia elas acabam por cair… Não vale a pena fazer-se passar por uma pessoa que não é ou dizer o que acha que ele vai gostar de ouvir. Um relacionamento duradouro baseia-se na honestidade e em cada um aceitar o outro como ele é.

8. Apoio e aceitação

Um homem gosta de uma mulher verdadeira, que o preserve tal como ele é e não tente mudá-lo.

É claro que num relacionamento há sempre ajustes que têm de ser feitos, ao nível de comportamentos e até personalidade, para criar a harmonia e a consistência necessária para garantir um futuro a dois. Mas é preciso aceitar o outro, estimá-lo e preservá-lo.

Por seu turno, e ainda que nem sempre o admitam, os homens gostam de ter alguém ao seu lado que os apoie e incentive nos seus objetivos e sonhos. Mesmo sem que eles o tenham de pedir.

Querem uma mulher que demonstre estar do lado deles, mas atenção: que seja honesta! Se ela não concorda com ele, deve dizê-lo e explicar os porquês, embora isso não a deva impedir de lhe dar a força necessária caso seja esse o caminho que ele acabe por decidir seguir.

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guardarMulher Que Gosta De Mulher Como Chama?Foto: Gustavo Simões Photography

Está relacionado com o ponto anterior. Os homens precisam de alguém em quem confiar e a quem possam contar os seus segredos e vontades, alguém que partilhe consigo momentos, gostos, atividades de lazer, etc.

10. Sexo… mas não só!

Dizem que eles só querem sexo… provavelmente, nalguns casos até pode ser verdade, E ninguém dúvida que o sexo é importante para uma relação saudável e que eles gostam de mulheres sensuais, que gostem de sexo.

E que nenhum dos dois deve ter receio de conversar sobre o que cada um mais gosta debaixo dos lençóis. Mas, na generalidade, quando procuram uma companheira, os homens também apreciam outras demonstrações de carinho: beijos, abraços, elogios, etc. Faz tudo parte.

Eles também esperam um toque, um abraço e uma carícia da pessoa amada

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guardarMulher Que Gosta De Mulher Como Chama?Foto: Gustavo Simões Photography

Qualquer homem quer encontrar alguém que o deseje e que o demonstre claramente, em qualquer lugar ou ocasião, mas sobretudo na intimidade. Uma grande parte chega mesmo a sentir a necessidade de sentir que o desejo da sua parceira dependa exclusivamente dele.

12. Sentir-se amado

Claro, sentir-se amado. Quando os homens estão apaixonados, sentem necessidade de ouvir das suas parceiras que o amam, de ter a certeza do que elas sentem por eles. O amor é para demonstrar em palavras, sim! No caso dos homens, ouvir “Amo-te” é sempre bom (e no caso das mulheres, também!)

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Ao procurarem uma parceira para a vida, os homens preferem alguém divertido, com bom humor, que ria e os faça rir e não passe a vida a reclamar. Alguém que seja otimista perante a vida.

14. Saber elogiar e ter orgulho nele

Qualquer homem – ou mulher, na realidade – gosta de ser elogiado. Os elogios são sempre bem-vindos e sentidos, desde que honestos.

E qualquer homem, por mais duro e másculo que queira parecer, vai sempre derreter-se ao receber mimos e elogios da sua parceira.

Para além disso, um homem quer uma mulher que o faça sentir-se querido e que demonstre ter orgulho em si. Há uma certa necessidade dos homens em serem elogiados e serem tratados como seres especiais.

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guardarFoto: Bruno Bragança Photography

Os homens querem uma mulher incrível, que consiga estar sempre a surpreendê-lo, seja de que forma for: um jantar diferente, uma mudança de visual, uma partilha de conhecimento, um desejo secreto, uma viagem inesperada ou, simplesmente, um carinho numa situação improvável.

16. Paciência

Os homens costumam ser mais práticos em diversos assuntos e ocasiões, por isso procuram numa mulher alguém com paciência e capaz de os entender, agindo com clareza nas situações do dia-a-dia.

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Gênero: você entende o que significa?

Atualizado em 09 de abril de 2019

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Você provavelmente já ouviu falar em gênero, certo? Muito tem se falado sobre identidade de gênero, igualdade de gênero, ideologia de gênero, entre outros temas relacionados ao termo. Mas, afinal, qual o significado desse conceito?

Neste post, o Politize! te apresenta o que significa gênero e traça um panorama de como gênero é tratado na legislação brasileira. Vamos lá?

Confira também nosso post sobre o movimento feminista!

Definindo o que é gênero

Para começar, vejamos o conceito de gênero. Aqui utilizamos como referência o artigo escrito por Maria Eunice Figueiredo Guedes, “Gênero, o que é isso?”, de 1995. Nesse artigo, ela traz diversas citações do conceito de gênero. Destacamos quatro delas abaixo:

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“qualquer agrupamento de indivíduos, objetos, ideias, que tenham caracteres comuns”. – Dicionário Aurélio, 1986.

“uma categoria social imposta sobre um corpo sexuado”. – Gates, citada por Scott, 1995.

“gênero é um elemento constitutivo das relações sociais baseado nas diferenças percebidas entre os sexos… o gênero é uma forma primária de dar significado às relações de poder.” – Scott, 1995.

“uma forma de entender, visualizar e referir-se à organização social da relação entre os sexos.” – Guedes, 1995.

Muitas vezes o termo gênero é erroneamente utilizado em referência ao sexo biológico. Por isso, é importante enfatizar que o gênero diz respeito aos aspectos sociais atribuídos ao sexo. Ou seja, gênero está vinculado a construções sociais, não a características naturais.

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O gênero, portanto, se refere a tudo aquilo que foi definido ao longo tempo e que a nossa sociedade entende como o papel, função ou comportamento esperado de alguém com base em seu sexo biológico.

Sugestão: veja também nosso post sobre Ideologia de gênero!

Sexo, sexualidade e identidade

Conforme mencionamos anteriormente, é bastante comum observar confusão com relação a esses termos. Muitas vezes eles são utilizados como sinônimo, de maneira equivocada.

Para esclarecer discussões como o debate sobre igualdade de gênero, por exemplo, é fundamental compreender a distinção entre esses conceitos.

Sexo

O sexo diz respeito às características biológicas que diferenciam homens e mulheres. O sexo é usualmente determinado pelas genitálias.

Gênero

Novamente, o gênero é a construção social atribuída ao sexo.

Vejamos um exemplo que nos permita entender melhor essa distinção:

Muitas vezes escutamos frases como “cuidar da casa é coisa de mulher”.

O que está por trás de frases desse tipo é justamente a questão de gênero: se o que caracteriza “ser mulher” são simplesmente características biológicas e anatômicas, não haveria razão para alguém atribuir uma atividade especificamente às mulheres.

Afinal, qual genitália uma pessoa tem não faria diferença na hora de limpar a casa. Isso demonstra que há algum sentido a mais atribuído a “ser mulher”, algo que vá além do sexo biológico. Esse “algo além” é, justamente, o gênero.

Identidade de gênero

Como o próprio nome indica, identidade de gênero diz respeito ao gênero com o qual uma pessoa se identifica. É independente do sexo (ou seja, das características biológicas), está relacionada a identificação de uma pessoa com o gênero masculino ou feminino.

Algumas pessoas se identificam com um gênero diferente do que é imposto a elas em função de seu sexo biológico. Essa identificação é o que chama-se de identidade de gênero.

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Sexualidade

  • A sexualidade diz respeito à orientação sexual de uma pessoa, ou seja, por quais gêneros essa pessoa sente atração sexual ou romântica.
  • Algumas das categorias atribuídas à sexualidade são: heterossexualidade (pessoa que sente atração por pessoa do gênero oposto); homossexualidade (pessoa que sente atração por pessoa do mesmo gênero); bissexualidade (pessoa que sente atração por pessoas dos dois gêneros).
  • Sugestão: confira nosso post sobre o Movimento LGBT!

Papéis de gênero na lei

Ao longo desse post, já afirmamos várias vezes que gênero é socialmente definido. Agora, vamos te mostrar como essa construção  é observada na prática.

  1. Para isso, trouxemos aqui alguns exemplos de leis brasileiras que atribuíam funções diferentes a homens e mulheres, definindo, muitas vezes, a relação de poder entre os dois.
  2. “DECRETO Nº 181, DE 24 DE JANEIRO DE 1890
  3. CAPITULO VII
  4. DOS EFFEITOS DO CASAMENTO
  5. § 3º Investir o marido do direito de fixar o domicilio da familia, de autorizar a profissão da mulher e dirigir a educação dos filhos.
  6. § 4º Conferir á mulher o direito de usar do nome da familia do marido e gozar das suas honras e direitos, que pela legislação brazileira se possam communicar a ella.
  7. § 5º Obrigar o marido a sustentar e defender a mulher e os filhos.”
  8. E também tem essa aqui, de algumas décadas depois:
  9. LEI Nº 3.071, DE 1º DE JANEIRO DE 1916
  10. CÓDIGO CIVIL DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL
  11. CAPÍTULO II
  12. Dos Direitos e Deveres do Marido

Art. 233. O marido é o chefe da sociedade conjugal.

Compete-lhe:

I. A representação legal da família.

II. A administração dos bens comuns e dos particulares da mulher, que ao marido competir administrar em virtude do regime matrimonial adaptado, ou do pacto antenupcial (arts. 178, § 9º, nº I, c, 274, 289, nº I, e 311).

III. Direito de fixar e mudar o domicílio da família (arts. 46 e 233, nº IV).

IV. O direito de autorizar a profissão da mulher e a sua residência fora do tecto conjugal (arts. 231, nº II, 242, nº VII, 243 a 245, nº II, e 247, nº III).

V. Prover à manutenção da família, guardada a disposição do art. 277.

A construção social do gênero

Com esses dois exemplos, podemos ver como era claro para a sociedade brasileira do final do século XIX e início do século XX que os homens eram os provedores dos lares e gestores dos bens familiares. As mulheres eram sustentadas por esses recursos e, caso tivessem interesse em trabalhar fora de casa, precisavam da autorização de seus maridos.

Entendendo os homens como provedores e a mulheres como “cuidadoras” e dependentes deles, naturalmente, os espaços sociais públicos se tornaram ocupados, na maior parte, por homens, enquanto os espaços sociais privado-domésticos ou relacionados ao “cuidar” (como as áreas da saúde e da educação, principalmente) se tornaram ocupados, na maior parte, por mulheres.

Dessa forma, os homens foram definindo estruturas e culturas tipicamente masculinas dentro dos espaços sociais que ocupavam e as mulheres, da mesma forma, também foram definindo estruturas e culturas que melhor se adequavam a elas em seus espaços.

Com o passar do tempo, vários fatores espontâneos ou não (como as guerras, por exemplo) foram tornando nossa sociedade cada vez mais complexa, levando as mulheres a se inserir em mais atividades do espaço público. Da mesma forma que também observamos cada vez mais homens se inserindo mais nos espaços domésticos e de “cuidar”.

Algumas leis posteriores registraram essas mudanças. Como o Decreto nº 21.076 de 1932 que explicitou o voto como algo permitido para ambos os sexos e a atualização do Código Civil, Lei Nº 10.406 de 2002, que definiu o homem e a mulher como igualmente responsáveis pela provisão e administração dos encargos da família.

A desigualdade de gênero ficou no passado?

Ok, o que é preciso se pensar sobre essas mudanças é: será que as mulheres conseguem se inserir nos espaços públicos da mesma forma que os homens? Será que o espaço doméstico-privado já está completamente descaracterizado como algo tipicamente “feminino”?

Dois dados nos comprovam que ainda temos desafios a superar: as mulheres ainda ganham, em média, 68% do que os homens ganham e representam cerca de 15% dos trabalhadores domésticos com e sem carteira assinada, contra 9% de homens. Esses dados estão nesse vídeo superinteressante do IBGE sobre estatísticas de gênero.

Não deixe de conferir nosso post sobre igualdade (ou desigualdade) de gênero!

Conseguiu entender o que é gênero? O que você pensa sobre o assunto? Não deixe de nos contar nos comentários!

Referências:

Artigo de Maria Eunice Guedes – DECRETO Nº 181, DE 24 DE JANEIRO DE 1890 – LEI Nº 3.071, DE 1º DE JANEIRO DE 1916 – Decreto nº 21.076 de 1932 – Lei Nº 10.406 de 2002 – Vídeo do IBGE – InfoEscola

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Cisgênero e Transgênero

Você já ouviu os termos cisgênero e transgênero? Esses nomes referem-se ao que é conhecido como identidade ou expressão de gênero, ou seja, à maneira como uma pessoa identifica-se. O ser humano pode identificar-se com seu sexo de nascimento (macho ou fêmea, masculino ou feminino), com o gênero oposto ao seu biológico ou apresentar características dos dois tipos.

Cis x Trans

Cisgênero é o indivíduo que se identifica com o sexo biológico com o qual nasceu. Um exemplo de cisgênero é uma pessoa que nasceu com genitália feminina e cresceu com características físicas de “mulher”, além disso adotou padrões sociais ligados ao feminino, comumente expressados em roupas, gestos, tom de voz.

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Transgênero é uma pessoa que nasceu com determinado sexo biológico, e não se identifica com o seu corpo. Um exemplo é o indivíduo que nasceu com genitália masculina, cresceu com as transformações causadas pelos hormônios masculinos, mas sua identificação é com o físico feminino.

Dentro dos transgêneros, estão inclusos os transexuais e as travestis.

→ O (a) transexual pode ser homem ou mulher que se identifica com o gênero oposto. Muitos transexuais sentem como se tivessem nascido em um corpo errado.

Para adequarem-se ao gênero com o qual se identificam, essas pessoas fazem tratamentos hormonais para alcançar a aparência desejada, modificar a voz e, com autorização psiquiátrica, realizar a cirurgia de redesignação sexual e outras intervenções cirúrgicas que forem necessárias.

Mulher Que Gosta De Mulher Como Chama? São exemplos de transexuais famosas as atrizes Jamie Clayton (Sense8) e Laverne Cox (Orange is the New Black). Crédito: Lev Radin / Shutterstock.com

→ A travesti nasce em um corpo masculino e identifica-se com a figura feminina. Muitas travestis não passam por cirurgias de redesignação sexual, mas algumas optam por colocar implantes nos seios. Elas adotam o visual feminino em seu cotidiano.

A diferença entre transexuais e travestis está ligada, principalmente, à forma como encaram seu sexo biológico durante a vida.

Transexuais podem ser homens ou mulheres e são pessoas que se sentem psicologicamente insatisfeitas com a genitália com a qual nasceram e com os padrões impostos pela sociedade.

A maioria das travestis, no entanto, não se sente extremamente desconfortável com seu órgão sexual, tanto que optam pela permanência do sexo de nascimento, mesmo mudando a aparência física e o tom de voz.

Outras identidades

Muitas pessoas confundem drag queens com travestis. As travestis levam a identidade feminina para a vida pessoal. Já as drag queens são personagens, uma expressão artística de homens que se montam (expressão usada para a transformação com vestimenta, maquiagem e acessórios) para o entretenimento (seja atuando, cantando ou desfilando).

Antigamente, conhecidas como transformistas, as drags voltam ao seu gênero original ao fim do show ou evento. Menos popular, há os drag kings, mulheres que se transformam em homens como expressão de arte.

Mulher Que Gosta De Mulher Como Chama? A drag queen Pabllo Vittar deu visibilidade ao movimento LGBT no cenário artístico brasileiro. Crédito: A.PAES / Shutterstock.com

As drag queens têm ganhado mais espaço nas diferentes mídias, que vêm abrindo espaço para tal expressão artística.

O exemplo mais famoso no Brasil é a cantora Pabllo Vittar, um rapaz homossexual que se apresenta em shows, programas de TV e faz seus clipes musicais com aparência feminina.

Apesar de ser mais conhecido pela figura da Pabblo, ele aparece em suas redes sociais no dia a dia sem estar montado.

Ainda há outros tipos de identidades de gênero:

Intersexual: pessoa que nasce com os dois sexos, ou seja, com sistema reprodutor misto (genitália mista: genitália de um gênero e sistema reprodutor de outro). Antigamente, o intersexual era mais conhecido como “hermafrodita”.

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Gênero flutuante: pessoa que pode adotar aparência masculina em uma época da vida e mudar para a feminina ou vice e versa, mas sem estabelecer uma identidade fixa.

Queer: pessoa que não se rotula como masculino ou feminino, nem como homossexual ou heterossexual. Além da sexualidade e da aparência física, o queer discute os papéis sociais de homens e mulheres, além de questionar e representar aquilo que é condicionado pela sociedade conservadora.

Veja também: Androginia

Binário x Não binário

Uma dúvida comum é a diferença entre os gêneros binário e não binário. O que conhecemos como binário é a separação entre “homem” e “mulher”. Já a pessoa não binária não adota rótulos de gênero. Ela pode apresentar características físicas masculinas, femininas ou as duas, mas não se denomina “homem” ou “mulher”.

Identidade de Gênero x Orientação Sexual

Identidade de gênero e orientação sexual são dois aspectos diferentes de todo ser humano. A identidade, como explicada anteriormente, é a forma como a pessoa identifica-se fisicamente e psicologicamente (cisgênero ou transgênero). A orientação é a atração sentimental ou sexual que um indivíduo tem por outro(s) (heterossexual, homossexual, bissexual ou assexual).

  • Heterossexual: pessoa que se atrai apenas por pessoas do sexo oposto.
  • Homossexual ou homoafetivo: pessoa que se atrai somente por pessoas do mesmo sexo.
  • Bissexual ou biafetivo: pessoa que se atrai pelo sexo oposto e por pessoas do mesmo sexo.
  • Assexual: pessoa que não sente atração por nenhum gênero.

Transgêneros são homossexuais?

Não necessariamente.

Uma mulher que faz a redesignação para o sexo masculino e, ao adotar o gênero masculino, relaciona-se com mulheres será considerada heterossexual, já que, socialmente, ela passa a ser “homem”.

Esse é o caso do ator Thammy Miranda, filho da cantora Gretchen. Ele é um transexual com características masculinas e mantém um relacionamento com uma mulher.

Cisgêneros, por exemplo, também podem ser homossexuais ou bissexuais. Homens e mulheres que se identificam com seu gênero de nascimento, os cis, podem relacionar-se com pessoas do mesmo sexo, do sexo oposto ou com os dois. Isso é o que os define como homossexuais, heterossexuais ou bissexuais.

Uso ele ou ela?

Uma dúvida muito recorrente é quanto ao uso do pronome ao referir-se a transexuais ou travestis, por exemplo. Alguns transgêneros não se importam com o uso de “a” ou “o”, “ele” ou “ela” para se referirem a eles, mas a maioria incomoda-se com a incompreensão das pessoas. Por isso, ao ter dúvida, pergunte como a pessoa gostaria de ser tratada.

Via de regra, o tratamento é feito levando em consideração o gênero com o qual a pessoa identifica-se. Para travestis, o mais apropriado é usar o artigo “a”, já que é uma figura feminina. Para transexuais, depende se o gênero adotado é masculino ou feminino.

Nomenclatura

No Brasil, o movimento social de representatividade e luta pelos direitos de minorias ligadas à sexualidade é chamado de LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros). A nomenclatura foi adotada em 2008 e modificou o termo GLS (Gays, Lésbicas e Simpatizantes).

A forma de nomear tal movimento muda conforme o país. Alguns locais utilizam LGBTQI (termo em que estão inseridos os termos queer e intersexual) como forma oficial, assim como há lugares em que o termo assexual está englobado.

Um erro comum entre as pessoas é o uso do sufixo -ismo para falar de homossexuais.

“Homossexualismo” é um termo que não existe desde 1993, ano em que as práticas homoafetivas deixaram de ser consideradas como doença, de acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID).

O correto é usar a palavra homossexualidade, já que o sufixo -dade significa prática ou vivência.

Novos termos podem surgir nos próximos anos para denominar os diferentes tipos de identidades de gênero. Seja qual for o gênero com o qual uma pessoa identifica-se, o importante é respeitar a individualidade do ser humano.

  • _______________ *Crédito: Ronnie Chua / Shutterstock.com Por Lorraine Vilela
  • Equipe Brasil Escola

Sexo oral, a matéria sexual em que os homens reprovaram e as mulheres devem ensinar

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Um grupo de amigas começa uma conversa por WhatsApp ao mais puro estilo Sex in the City. A coisa começa com discrepâncias sobre o uso do vibrador (não, nem todas as mulheres gostam), mas logo muda de rumo quando uma delas abre o debate sobre o sexo oral. Há as que aproveitam mais e as que nem tanto, mas quase todas concordam em uma coisa: geralmente, esse não é exatamente o ponto forte de seus parceiros. Depois dessa questão vem outra bem mais incômoda: e se elas tivessem boa parte da culpa desse querer não é poder sexual?

As sexólogas reconhecem que a imperícia dos homens nesse assunto é uma queixa habitual entre as mulheres que se consultam. Tem muito a ver com a concepção histórica do sexo: “Sempre foi extremamente coitocêntrico e a resposta sexual do homem é muito mais finalista. Ou seja, quando o ato começa, tudo vai dirigido à ejaculação.

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Isso faz com que seja muito mais difícil para eles o jogo erótico (as mal denominadas preliminares)”, esclarece a diretora de Psicologia Clínica e Sexologia do Instituto Lyx, Miren Larrazabal. Mas também é verdade que a pessoa não precisa saber fazer tudo, e ser especialista em cada uma das técnicas sexuais é um nobre, mas complicado objetivo.

O grande problema é que o sexo oral é uma das principais e mais recorrentes fantasias entre as mulheres. É preciso criar uma estratégia que torne os sonhos realidade, e a mais prática começa por admitir que nem toda responsabilidade na execução do cunilíngua recai sempre sobre o homem.

É preciso tomar as rédeas da situação e isso significa ensinar quem não sabe.

Quem tem dúvidas sobre esse enfoque deve fazer uma revisão humilde de suas expectativas. Provavelmente chegará à conclusão de que as cumprir é um desafio importante, levando em consideração que têm por trás anos de reconhecimento nos confins da anatomia íntima.

“Muitas sabem como gostam de ser estimuladas porque se conhecem e sabem tocar a si mesmas, de modo que esperam que o resultado seja parecido. Mas a outra pessoa nem sempre saberá fazê-lo e muito menos em uma primeira vez”, diz a diretora do Instituto Ibero-americano de Sexologia e presidenta da Federação Espanhola de Sexologia Francisca Molero.

Por que não explicar, simples e francamente? Os frutos deste trabalho são potencialmente orgásticos.

Quando não estão satisfeitas com os desempenhos de seus parceiros, muitas mulheres optam por passar a outro jogo. “Sempre acabo tirando-os de lá”, diz uma das amigas na conversa. É uma decisão completamente legítima, principalmente se é uma relação esporádica.

“O sexo oral é uma entre tantas práticas e a ênfase que você colocar em que a outra pessoa faça algo que te dê prazer depende do que te interessa nesse momento. É como se estive diante de um prato de comida muito saboroso, mas entre todos os ingredientes há um que você não gosta.

Continua podendo saborear o restante do prato”, diz Molero. Mas se o que você quer é aproveitá-lo, Larrazabal considera que o fato de que seja um encontro causal não quer dizer que é preciso virar essa página.

O que se deve fazer, tanto nas relações sexuais esporádicas como nas de longa duração é se expressar e ensinar.

Mas com cuidado, não interessa reproduzir a cena de Apertem os Cintos…

O Piloto Sumiu! em que dizem ao piloto-taxista como aterrizar o avião de passageiros (para quem não lembra do filme, essas são algumas das indicações que recebia da torre de controle, entre suores cada vez mais abundantes: “Striker, você está muito rápido!”, “Incline-se para a direita, faça a correção!”, “Lembre de usar os botões de ignição!”, “Cuidado, levante o nariz, corrija o nariz!”). É um momento delicado e não pode ser corrigido de qualquer maneira. Para começar porque somente imaginando-se nessa situação várias das amigas da conversa inicial afirmam que “cortaria completamente o clima”; adeus ao sexo oral e de qualquer outro tipo.

Além disso, cada mulher é um mundo e, para um novo parceiro, um a se descobrir. “É importante expressar as preferências, dizer do que gostamos e do que não, os desejos que temos…”, diz Larrazabal. Sempre com tato. A assertividade é fundamental, e é muito importante compreender a força da comunicação não verbal.

A primeira coisa a se fazer é assegurar-se de que o parceiro está atento à linguagem corporal. Depois, levar em consideração que “os sinais que você dá com o corpo são fundamentais no sexo oral e o parceiro deve estar atento para aprender o que você gosta e o que não.

Assim irá melhorando a maneira como se move e a pressão que exerce”, esclarece Larrazabal. Outra possibilidade é guiá-los com as mãos, recolocando a cabeça com suaves movimentos: um pouco mais para cima, para um lado e para o outro, mais perto…

Também mostrar a eles diretamente com os dedos como e onde você gosta, explicar o tipo de movimento (de cima para baixo, circular, aos lados) para que eles imitem com a língua.

“Mas se nada disso funcionar e não conseguirmos o momento ideal, é melhor deixar e falar sobre isso depois”, diz Molero.

Mais uma vez, com a linguagem adequada e sem ferir —dizem as especialistas— é preciso levar a relação a outro tipo de jogos.

São muitas as formas em que as mulheres podem expressar o que querem: “É preciso falar sobre e expressar o que se gosta. Por mais experiência que se tenha, cada relação tem suas particularidades e deve-se aprendê-las”, afirma Molero.

A teoria pode ser acompanhada de exemplos gráficos, afirmam as especialistas, que recomendam uma sessão em casal de cinema erótico. Assim, pouco a pouco, a coisa irá melhorando.

O que nunca, jamais deve ser feito é, na opinião das sexólogas, fingir. “Não faz nenhum sentido. Você está enganando a outra pessoa e, o que é pior, a você mesma, que não conseguirá sentir prazer.

O sexo assim não faz sentido”, conclui Larrazabal.

Formas de ser mais atraente – Brasil Escola

Quer ficar mais atraente e chamar a atenção de um homem ou mesmo do seu parceiro, marido ou namorado? Vou dar dicas quentes para que você apimente o desejo dele e você se sinta uma mulher atraente, linda e sensual.

Lance olhares profundos, olhe nos olhos dele e deixe ele te perceber e te ver, olhar encarando ele deixa um ar de mistério e sedução no ar. Outra dica é estar sempre sorrindo de bem com a vida e feliz, isso chama a atenção dos homens, eles não procuram mulheres tristes e com mal humor. Um sorriso é uma porta aberta para ele chegar e te chamar para uma conversa.

Sempre que for a um lugar especial, uma balada ou barzinho use um belo salto alto, isso alem de te deixar muito mais atraente da um ar de charme e beleza no seu visual, faça as unhas e deixe-as cumpridas, os homens acham lindas unhas compridas , pinte elas de uma cor de sua preferências mas as cores mais chamativas são os tons de vermelho que tem um ar de sedução e paixão , o batom também pode ser vermelho para incrementar e destacar sua boca e sorriso e para que ele tenha a sensação de desejo e eles amam bocas vermelhas . Os cabelos podem ficar soltos para que chame a atenção ao passar as mãos neles e joga-los de um lado para o outro e também por que os homens gostam de passar a mãos nos nossos cabelos longos.

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Use roupas que definam seu corpo, que revelem suas curvas, roupas transparentes ou com decotes grandes chamam a atenção dos homens e os deixem excitados, mas não exagere muito pois os homens não gostam de mulheres oferecidas e com tom vulgar, seja sedutora ao Maximo mas sem exageros.

Para sua lingerie  ideal é que ela seja de renda, com ar sensual  e que disperte no homem o desejo pelo seu corpo, use cores marcantes como branca, preta e vermelha, mas se você preferir poderá usar outras cores que excitem a sensualidade do seu corpo e aumentem o desejo dele por você. Uma dica evite usar lingerie em tons de bege isso não tem tanta sedução e é uma cor apagada que não revela nenhum tipo de desejo por serem do tom da pele.

Siga essas dicas e estará pronta para arrasar quando a matéria se trata de  sedução e desejo para conquistar aquela pessoa tão especial.

Publicado por: Gisele Adriane

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do site por meio do canal colaborativo Meu Artigo. O Brasil Escola não se responsabiliza pelo conteúdo do artigo publicado, que é de total responsabilidade do autor. Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: http://www.brasilescola.com.

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