Inflação O Que É E Como Funciona?

A inflação acontece devido ao aumento generalizado dos preços de produtos e serviços. Ela é uma medida percentual e indica qual a tendência de crescimento de preços de uma economia.

Para medir a inflação são considerados os preços atuais de uma quantidade fixa de bens e estes são comparados com o de um período anterior. A inflação existe quando a média dos preços atuais são superiores aos do período anterior.

Este cálculo é feito todos os meses e os valores somados mostram qual a inflação acumulada para o ano.

Uma inflação muito elevada desvaloriza a moeda de um país e reduz o poder de compra da população. Além disso, passa a criar um ambiente desfavorável para investimentos e a geração de empregos.

Inflações extremamente elevadas são conhecidas como hiperinflação. Já a inflação quando toma valores negativos, e existe a diminuição generalizada dos preços, é conhecida como deflação.

  • Entenda o que á deflação e quais os seus riscos.

Principais causas da inflação

O aumento de preços de uma economia pode ter variadas causas. Listamos as principais abaixo.

Gastos públicos

Conforme o governo gasta, contribui para a inflação na economia. Os preços podem aumentar tanto pela aplicação de impostos que se repassam aos consumidores, quanto por questões monetárias, através da impressão de dinheiro para o pagamentos dos gastos.

Cartéis ou monopólios

O número reduzido de empresas ofertando produtos ou serviços em uma economia faz com que estes determinem os preços pela falta de concorrência. Com o controle de preços nas mãos de poucas empresas, a tendência é o aumento dos valores cobrados.

Custos de produção

Os custos de produzir e vender, são repassados aos consumidores, visto que nenhuma empresa oferta abaixo de seus custos. Quanto mais aumentam para as empresas, mais contribuem para a inflação.

  • Produção baixa
  • A produção abaixo da demanda em um mercado faz com que os preços subam, considerando que há consumidores que se dispõem a pagar mais.
  • Inflação inercial

Esta é conhecida pelo aumento natural dos preços. As empresas e os trabalhadores preveem uma inflação no ano e aumentam os valores cobrados equivalentemente ao poder de compra.

Indexação da inflação

Na economia, a indexação é o ajuste constante de preços considerando a inflação anterior. Ela existe principalmente em contratos e no aumento dos salários.

A indexação foi uma das causas combatidas pelo Plano Real na época em que o Brasil passava por uma hiperinflação.

  • Entenda como o Brasil deu fim à hiperinflação a partir do Plano Real.

Como a inflação é medida

Para saber a inflação de um país é preciso que Institutos de Estatística ou Economia recolham amostras de preços de produtos e serviços.

Para definir um índice para inflação, é preciso considerar qual o público será estudado e quais bens e serviços são adquiridos por estas pessoas. Isso é feito porque a inflação não atinge todos os consumidores da mesma forma.

No Brasil existem diferentes tipos de índices, sendo alguns deles:

  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA): medido pelo IBGE, este índice considera os preços de bens adquiridos por famílias com renda entre 1 e 40 salários mínimos em 11 regiões metropolitanas.
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC): semelhante ao IPCA, este índice considera a inflação para famílias com renda entre 1 e 5 salários mínimos.
  • Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M): medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), este índice considera preços do comércio atacadista, varejista e da construção civil. Os dados são recolhidos entre o dia 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
  • Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI): semelhante ao IGP-M, este índice mede a variação de preços desde as matérias-primas agrícolas e industriais até de bens e serviços para o consumidor final. A diferença está na recolha, que acontece entre o primeiro e último dia do mês.

Com a recolha de preços feita, os técnicos juntam os dados e calculam o percentual para a variação de preços, ou seja, o índice para inflação. Este processo é feito comparando os preços atuais com os do período anterior para uma mesma quantidade dos produtos e serviços analisados.

Saiba o que é e conheça os valores acumulados para IGP-M e para o INPC.

Inflação acumulada no Brasil

A inflação oficial do Brasil vem do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), com base no consumo de famílias com rendimentos que variam de 1 a 40 salários mínimos.

Desde a implementação do Real na metade de 1994 até a metade do ano de 2019, o IPCA se acumulou em mais de 500%. A inflação ano a ano pode ser conferida no gráfico:

Inflação O Que É E Como Funciona?Inflação de 1995 a 2020 medida pelo IPCA

Desde 1999 a inflação é controlada por uma meta adotada pelo Banco Central do Brasil em conjunto com metas fiscais e o câmbio flutuante. Esta estratégia é conhecida como “tripé macroecônomico”.

Conheça as políticas econômicas por trás desta estratégia:

  • Política Monetária
  • Política Fiscal
  • Política Cambial

Saiba o que é IPCA e veja o acumulado para todos os meses. Acompanhe também a Taxa Selic.

Entenda de uma vez por todas como funciona a inflação!

Apesar de sua significativa importância e do modo como impacta na vida de todos os brasileiros, boa parte da população ainda não entende como funciona a inflação.

Esse fenômeno econômico, observado em todos os países, exerce influência sobre uma área que se expande desde o preço dos insumos fundamentais para a sobrevivência das pessoas até o rendimento de investimentos e aplicações.

Portanto, não se trata de um exagero dizer que a compreensão do funcionamento da inflação é de extrema importância. Continue a leitura e entenda de uma vez por todas no que consiste esse termo e descubra como ele afeta sua rotina!

Funcionamento da inflação

É de conhecimento geral que todo produto tem um preço e que este preço tende a variar de acordo com a oferta e a demanda. Quando esses preços sofrem uma alta generalizada e persistente, reduzindo o poder de compra da população, esse processo é conhecido como inflação.

A inflação pode ser ocasionada por diversos fatores na economia. Entre as principais razões, podemos citar:

  • Inflação de demanda: a oferta total da economia não supre a demanda existente e o preço de bens e serviços ofertados aumenta para equilibrar a economia.
  • Inflação de custos: Aumento de insumos relevantes, como mão de obra, energia, combustíveis e bens importados, encarece a oferta de produtos ou serviços e aumenta a inflação.
  • Gastos públicos: aumento de impostos são repassados para bens ou para os consumidores ou maior expansão monetária leva a aumento de dinheiro em circulação e aumento dos preços.
  • Indexação: Preços estabelecidos por contratos aumentam dos conta da inflação passada e são repassados para inflação do próximo período.
  • Cartéis de empresas: poucas empresas vendem determinado produto ou serviços e combinam preços mais altos ou restringem produção o que eleva os preços.

No Brasil, a inflação é acompanhada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Todos os meses, a instituição coleta informações a respeito da variação nos preços de produtos e serviços e compara os dados mais recentes a outros angariados anteriormente.

Com base na diferença entre os resultados obtidos, é possível verificar a porcentagem de inflação e se ela está mais ou menos elevada em determinado período.

Para que esse monitoramento seja feito de forma eficiente, alguns índices foram estabelecidos para acompanhar a inflação. Listamos abaixo. Confira!

IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 

O IPCA procura representar o custo de vida de famílias com rendimento de até 40 salários mínimos mensais. Para alcançar esse objetivo, o IBGE verifica os preços dos diversos produtos e serviços essenciais para subsistência. Esse estudo é feito em 11 regiões  metropolitanas brasileiras e 2 municípios.

INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor 

Assim como o IPCA, o INPC visa verificar o custo de vida médio das famílias brasileiras. A grande diferença é que ele só se aplica a famílias com rendimento de até cinco salários mínimos mensais.

IGP-DI – Índice Geral de Preços e Disponibilidade Interna 

  • O  IGP-DI  é calculado através da média aritmética ponderada de três outros índices de preços. São eles: 
  • – Índice de Preços ao Produtor Amplo – Disponibilidade Interna (IPA-DI)  – Índice de Preços ao Consumidor – Disponibilidade Interna (IPC-DI) 
  • – Índice Nacional de Custo da Construção – Disponibilidade Interna (INCC-DI)
  • O IPA-DI, que mede a variação de preços dos produtos no atacado e baseia-se em uma amostragem de cerca de quinhentas mercadorias, representa 60% do IGP-DI.
  • – O IPC-DI, que mede a variação de preços dos produtos e serviços adquiridos por famílias com renda mensal de um a trinta e três salários mínimos, representa 30% do IGP-DI.
  • – O INCC-DI, que mede a variação de preços dos produtos e serviços utilizados na construção civil (baseado em planilhas de custo de empresas de engenharia), representa 10%  do IGP-DI.
  • O IGP-DI é uma referência para reajuste de algumas tarifas públicas e valores de contratos de aluguel.

Métodos para reduzir a inflação

No Brasil, a tarefa de acompanhar e defender o poder de compra da população cabe ao Banco Central, uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Fazenda. Essa instituição têm a prerrogativa de tomar as medidas necessárias para conter e reduzir a inflação e seus impactos sobre a vida dos brasileiros.

Uma ferramenta bastante utilizada para alcançar esse objetivo no curto ou médio prazos é a elevação da taxa básica de juros (Selic). Isso ocorre porque, quando o Banco Central aumenta os juros, o crédito se torna mais caro, reduzindo a quantidade de recursos no mercado.

Uma vez que o capital se torna escasso, o consumo da população diminui, -conduzindo os preços dos produtos para baixo com a finalidade de atrair mais clientes.

O grande problema é que, ao longo do tempo, o aumento da taxa Selic tende a criar distorções, pois aumenta o custo do crédito, dificultando a operação de empresas que dependem de empréstimos e investimentos.

Portanto, o caminho para reduzir de forma significativa e permanente a inflação passa por medidas capazes de elevar a produção do país. Assim, garante-se uma oferta maior de produtos, tornando-os mais baratos e acessíveis.

Leia também:  Como Parar A Menstruação Que Ja Desceu?

Impactos da inflação sobre os investimentos

  1. Considerando o modo como a inflação impacta a economia do Brasil e a vida da população, é fácil presumir que ela influencia também o rendimento dos investimentos e das aplicações.

  2. Conforme dito anteriormente, em momentos nos quais a inflação está alta, o Banco Central costuma elevar a taxa básica de juros (Selic) para reduzir a circulação de crédito no mercado e frear o consumo.

  3. Quando isso acontece, investimentos em renda fixa, que acompanham indicadores como CDI e a própria Selic, tendem a se destacar, pois suas rentabilidades ficam mais atrativas.

  4. A combinação de retornos mais elevados à segurança que esse tipo de aplicação oferece, atrai o capital antes aplicado em renda variável, o que, de certo modo, afeta as cotações.
  5. Outro ponto que afeta a renda variável, como o mercado de ações, é a desaceleração da economia, prejudicando empresas e reduzindo seus valores de mercado.

Quando a inflação cai, o Banco Central acompanha o movimento e diminui a taxa Selic para que a economia aqueça novamente. Nesse caso, com a rentabilidade oferecida pela renda fixa em queda, diversos investidores voltam as atenções à renda variável outra vez, pois o retorno passa a ser mais atrativo frente aos riscos. O próprio crescimento da economia, responsável por aumentar a rentabilidade de empresas, eleva novamente seus valores de mercado, de maneira que as ações voltam aos padrões de crescimento e valorização.

A inflação também pode afetar investimentos, diminuindo o retorno real. Isso acontece porque reduz o poder de compra do dinheiro e, assim, para que a aplicação realmente seja lucrativa, entregar é necessária uma taxa de juros superior a ela.

  • Por exemplo: caso a inflação acumulada no ano seja de 3%, e determinado investimento entregue um rendimento de 4% no mesmo período, o retorno real é de apenas 1%.
  • Se o rendimento do investimento fosse inferior a 3% ao ano, o investidor teria saído no prejuízo, pois a redução do poder de compra faria com que seu dinheiro estivesse valendo menos no momento do resgate.
  • Levando isso em consideração, fica evidente que o investidor precisa considerar a inflação antes de dedicar seus recursos a alguma aplicação.

A inflação é um fenômeno econômico que ocorre em todos os países, variando de acordo com o porte da economia e da capacidade de produção de cada país, dentre outros fatores. É importante que o investidor a acompanhe e entenda como ela funciona para ser capaz de planejar melhor seus passos e dedicar recursos à aplicação que melhor atende seus interesses.

Agora que entende como funciona a inflação, compartilhe esse artigo nas redes sociais e ajude seus amigos a se informar melhor a respeito!

Você sabe o que é inflação e como ela impacta seu dinheiro?

  • Se você está se perguntando o que é inflação, é porque já ouviu o termo nos noticiários e sentiu o impacto desse índice no seu bolso.
  • Justamente por esse motivo é importante entender como seu dinheiro é afetado pela inflação e aqui iremos te ajudar a conhecer esse índice tão presente no nosso dia a dia.
  • Vamos lá? 

Afinal, o que é inflação?

A inflação nada mais é do que o aumento dos preços de bens e serviços que são essenciais para o dia a dia das pessoas. Ela afeta o reajuste nos preços dos alimentos, aluguéis, transporte, gasolina, vestuário, saúde, educação, e por aí vai.

Aqui explicamos o que está causando o aumento no preço dos alimentos.

É por isso que também ela implica na diminuição do nosso poder de compra: há alguns anos, com R$ 100 você conseguia comprar muitos mais itens no supermercado do que hoje.

Mas o que significa quando nas notícias dizem que a “inflação fechou o mês em 0,8%”? O que isso representa para o seu bolso? De modo geral, o preço de todos esses bens e serviços que citamos anteriormente têm seus preços regulados pelo índice da inflação. Ou seja: naquele mês eles tiveram um aumento médio de 0,8% também.

Por isso é importante entender o que é inflação e como ela ocorre, pois o poder do seu dinheiro está diretamente relacionado a ela.

Como a inflação é calculada

  1. Segundo a definição do Banco Central do Brasil, “a taxa de inflação é a variação do custo da cesta do IPCA durante um período”.

  2. Explicando melhor, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) é o indicador que serve de referência para medir a taxa de inflação dos produtos e serviços consumidos no Brasil.

  3. Seu cálculo é feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e tem como base os principais itens consumidos pelas famílias brasileiras com renda mensal de 1 a 40 salários mínimos.

  4. Esses itens fazem parte da “cesta do IPCA”, a qual é composta por:
  • Transporte
  • Alimentação e bebidas
  • Habitação
  • Saúde e cuidados pessoais
  • Despesas pessoais
  • Comunicação
  • Educação
  • Vestuário
  • É por isso que a inflação afeta o valor dos bens e serviços que mais usamos no nosso dia a dia, o que impacta diretamente nossas finanças.
  • Essa é mais uma evidência de como é importante manter seu controle financeiro pessoal sempre em dia para que você não seja pego de surpresa pela inflação. 
  • Aliás, já conhece nossa planilha de gastos para você organizar seu orçamento?

O que causa a inflação

Agora que você sabe o que é inflação e como ela é calculada, vamos explicar por que esse índice oscila tanto.

Antes, é preciso entender que existem dois tipos de inflação no Brasil: a inflação de demanda e a inflação de custos.

  • Inflação de demanda: o mercado é regulado de acordo com a oferta e a demanda. Quando um produto começa a ter excesso de demanda, o seu preço tende a subir e isso gera inflação, porque não há certeza de que será possível garantir o fornecimento do produto para suprir toda a demanda
  • Inflação de custos: quando os custos para produzir um determinado produto aumentam, os fornecedores tendem a reduzir a produção e, por consequência, a oferta disponível no mercado cai também. Isso causa o aumento dos preços, os quais serão repassados para o consumidor final

Além disso, mais duas causas também são responsáveis pela alta da inflação:

Emissão de papel-moeda

Com o objetivo de garantir maior liquidez para a economia, o governo emite mais papel-moeda, aumentando assim o dinheiro em circulação no mercado. Porém, quando esse volume não acompanha o crescimento da oferta e da demanda de bens e serviços, isso tem um impacto negativo na inflação.

Diminuição das taxas de juros

Quando os juros caem, os créditos e empréstimos ficam mais baratos também, o que estimula o aumento do consumo. Mas, quando essa alta não é acompanhada pelo aumento da oferta, os preços tendem a subir, gerando inflação.

Como a inflação afeta seu bolso e sua vida

Em uma linha: a inflação faz seu dinheiro perder valor.

Como a inflação empurra o preço de bens e serviços para cima, o impacto para o seu bolso e para a sua vida é inevitável. Como o aumento das nossas rendas não acompanha o crescimento da inflação, é por isso que o seu dinheiro perde valor com o passar do tempo.

Adquirir um bem ou serviço hoje é mais caro quando comparado há alguns anos justamente por conta da inflação, então surge o desafio de manter um padrão de vida que acompanhe as altas do índice, sendo que o seu poder aquisitivo permanece praticamente o mesmo.

Porém, é importante reforçar que a inflação, quando controlada, não é ruim para você e para a economia. Todos os países precisam de inflação para manter o crescimento econômico — o problema acontece quando ela está descontrolada ou atinge níveis muito altos, causando até mesmo uma hiperinflação.

O Brasil viveu esse cenário entre 1980 e 1990, quando o índice chegou a bater 80%. Nessa época, os preços dos produtos mudavam ao longo do dia e havia uma grave escassez de itens de consumo. Com a chegada do Plano Real em 1994, a inflação passou a ser controlada.

Falando em controle, para que você fique mais tranquilo, o Brasil tem uma meta de inflação anual para manter o índice em níveis estáveis e dar mais segurança para a economia. Para 2020, por exemplo, a meta da inflação está em 4%.

Agora que você sabe como funciona a inflação e como ela afeta a economia e as suas finanças, conta para a gente nos comentários se você já sentiu o impacto do índice no seu orçamento.

Inflação: O que ela é e como funciona – Blog Grão

É provável que, entre os termos econômicos, a inflação seja um dos mais abrangentes. Já que se você consome, compra qualquer coisa, você sente o impacto dela.

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No entanto, entender o que é a inflação e como ela funciona não é tão simples. Por isso, criamos esse guia completo com as principais informações sobre o assunto. Assim, você vai ver:

  • O significado do aumento de preços, de hiperinflação e inflação de demanda;
  • Quais as causas da inflação;
  • Os principais índices que medem a alta dos preços.
  • Por que deve se preocupar com ela.

E muito mais!

O que é inflação?

Em resumo, inflação é um termo econômico que trata do aumento geral de preços dos produtos e serviços. Desse modo, a elevação no preço de um produto influencia o custo de vida da população. Inegavelmente a nossa história é um prato cheio para falar sobre isso.

Por certo, em tempos normais, falar sobre a inflação não precisa ser tão complicado. Afinal de contas, os preços dos produtos sobem, mas há reposição na perda de poder de compra. Não apenas com dissídios, como também com os reajustes nos salários.

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No entanto, o problema começa quando essa lógica não funciona bem. Ou seja, quando os preços disparam e o custo de vida se eleva demais e de forma muito rápida. Uma vez que os reajustes na renda não acontecem na mesma velocidade, o descompasso pode trazer problemas.

Provavelmente as pessoas com 30 anos não se lembram de nenhuma moeda brasileira que não seja o real. Mas, a realidade é que a nossa moeda é novinha, ela passou a circular oficialmente em 1994.

De fato, ela foi criada para controlar a inflação que tínhamos e que podia ser chamada de hiperinflação. Em 1993, a alta dos preços no Brasil chegou a 2.477%. Só para ilustrar, a inflação 2020 foi de 4,52%. Enquanto a inflação 2019 foi de 4,31%.

Como resultado, no Brasil da chamada hiperinflação, os preços dos produtos eram reajustados todo santo dia. E o “remarcador de preços” era o profissional mais requisitado nos supermercados.

O que é inflação de demanda?

É uma teoria econômica que avalia que o aumento do emprego gera um crescimento consequente da demanda. Ou seja, mais trabalhadores significam mais pessoas com renda para comprar.

Mais abaixo vamos explicar um pouco mais sobre a relação entre oferta e demanda, para você entender melhor essa alta de preços.

O que é hiperinflação?

Conforme falamos anteriormente, a hiperinflação acontece quando o aumento dos preços está fora de controle, em níveis muito elevados. Alguns teóricos afirmam que uma inflação a partir de 50% ao mês já é considerada hiperinflação.

Como funciona a inflação?

Em resumo, o efeito prático mais óbvio da inflação é a perda de valor do dinheiro que está na sua carteira. Por exemplo: pense na nota de R$ 50, o que você conseguia comprar com ela há cinco anos?

É provável que não consiga comprar a mesma coisa ou a mesma quantidade agora, correto? Por outro lado, estamos bem distantes da hiperinflação que nos assombrou no passado recente. Como resultado, é mais fácil se planejar e lidar com a variação nos preços.

Ainda assim, a inflação distorce os preços e, eventualmente, exige que façamos ajustes no padrão de vida. Então, como ela ocorre? O que gera a inflação?

De fato, podem existir várias causas diferentes e até mesmo complementares. Confira abaixo alguns fatores que geram a inflação.

Relação entre oferta e demanda

Se a procura por um produto ou serviço é muito maior do que a disponibilidade dele, o preço sobe. Em contrapartida, o oposto também é verdadeiro: se a oferta é maior do que a demanda, o preço tende a cair.

Ou seja, se pouca gente quer algo que pode ser encontrado com facilidade, o preço cai. Por exemplo, a produção de alimentos depende de fatores incontroláveis, como o clima. Assim, no caso de uma tempestade, pode faltar um determinado alimento e o preço dele sobe bastante.

Aumento dos custos de produção

Assim como oferta e demanda, o custo de produção é outro fator que impacta no aumento de preços. Não apenas o aumento de salários e impostos, mas também o preço da matéria-prima podem gerar inflação. Já que os custos são repassados para o consumidor.

Por exemplo, o pão nosso de cada dia usa o trigo como matéria-prima. E grande parte do trigo consumido no Brasil é importado. Então, quando o dólar está alto, o pãozinho também pode ficar mais caro.

Da mesma forma, o preço de qualquer outro produto pode sofrer variações por conta do custo para ser produzido.

Emissão de papel-moeda

Uma das causas da inflação monetária é a impressão de dinheiro, literalmente falando. Com mais cédulas circulando, o dinheiro perde o valor real e causa um aumento generalizado dos preços.

Eventualmente, esse mecanismo pode gerar até mesmo um desequilíbrio e descontrole dos preços. Por isso, a solução que algumas pessoas apresentam de simplesmente imprimir dinheiro não funciona na prática. E penaliza quem tem renda mais baixa.

Redução da Taxa Selic

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira e serve como um controle da inflação. Quando os preços estão em tendência de alta, o Banco Central (BC) aumenta a Selic para reduzir a inflação.

Confira a diferença entre Taxa Selic e CDI

Por outro lado, quando a economia está desaquecida, o BC reduz a taxa Selic e, com isso, estimula o consumo. Com a Selic baixa, os financiamentos e empréstimos ficam menos caros e assim as pessoas compram mais a prazo.

Como resultado, os setores da construção e dos veículos ganham mais fôlego. O que aumenta o emprego, a renda e novamente o consumo. Assim gera uma espiral positiva de crescimento da economia.

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IPCA e outros índices de inflação

Atualmente existem diversos índices que medem a variação dos preços. Eles são medidos por instituições diferentes e têm metodologias distintas.

IPCA

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo é a inflação oficial do Brasil. Ele é medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e engloba uma parcela maior da população. Já que ele mede a variação do custo para famílias com renda mensal de 1 e 40 salários mínimos.

IPCA-15

Além do IPCA, existe também o IPCA-15. A diferença entre os dois índices é a data de coleta dos preços. Enquanto o IPCA mede conforme o mês do calendário, o IPCA-15 coleta do dia 16 do mês anterior ao dia 15 do mês de referência.

INPC

Outro indicador de inflação medido pelo IBGE é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor. Ele é mais focado nos consumidores de menor poder aquisitivo. Ou seja, o INPC monitora a variação de preços para as famílias com renda mensal de 1 a 5 salários mínimos.

De acordo com o IBGE, essas famílias são mais afetadas por variações nos preços de itens básicos, como:

  • Alimentação;
  • Medicamentos;
  • Transporte.

INCC

A FGV (Fundação Getúlio Vargas) também criou uma série de índices para acompanhar os preços em segmentos diversos. Por exemplo, o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) é o primeiro índice a medir o custo da construção civil no país.

Atualmente, a FGV realiza a coleta dos preços em 7 capitais:

  • São Paulo.
  • Rio de Janeiro.
  • Belo Horizonte.
  • Salvador.
  • Recife.
  • Porto Alegre.
  • Brasília.

Os itens acompanhados são: materiais e equipamentos, serviços e mão-de-obra.

IGP-M

O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), também medido pela FGV, é conhecido como a inflação do aluguel. Porque a variação apontada por ele é usada na correção dos contratos de locação de imóveis.

Além disso, esse índice também é usado para o reajuste de tarifas públicas, como energia e telefonia.

IPC

O IPC (índice de Preços ao Consumidor) é medido pela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). E mede o custo de vida na cidade de São Paulo. Nesse sentido, são avaliadas as variações de preços que afetam as famílias com faixa de renda de 1 a 10 salários mínimos.

Por que devo me preocupar com a inflação?

De fato, a palavra-chave de uma economia saudável é: equilíbrio. Enquanto a inflação está sob controle, dentro da meta, com crescimento econômico e aumento do poder de compra, tudo bem.

Por outro lado, quando os preços sobem de forma descontrolada, isso prejudica toda a população. Primordialmente as pessoas com menor renda. Todo mundo precisa se preocupar com a inflação, porque é ela que mede o seu poder de compra.

Existe deflação?

Por analogia, entendemos que deflação é o oposto da inflação. Ou seja, quando os preços dos produtos e serviços caem, eles atravessam um momento de deflação.

Embora a deflação pareça atraente, pois os produtos ficariam mais acessíveis, infelizmente não é bem assim que funciona.

De fato, a causa mais comum da deflação é a queda na demanda dos consumidores. Em outras palavras, as pessoas não têm dinheiro para comprar. Enfim, esse é o quadro típico de crises econômicas.

Conclusão

Agora que você já sabe o que é inflação, como ela funciona, é preciso proteger o seu dinheiro. E o melhor caminho é por meio do investimento. Ainda que seja de Grão em Grão.

Nesse sentido, o ideal é que você busque alternativas que tenham a rentabilidade acima da inflação oficial (IPCA).

Disparada dos preços : Como funciona a inflação e como afeta o seu bolso

O preço do arroz subiu. A gasolina ficou mais cara. E, algum tempo depois, é o aluguel que dispara. O aumento no valor de produtos, a diminuição do poder de compra… a inflação é uma velha conhecida dos brasileiros. Mas você sabe como tudo isso funciona? E que nem sempre preço alto significa inflação?

A inflação é o aumento persistente e generalizado no valor de bens e serviços importantes para o dia a dia por meses. Esse conjunto de categorias é chamado de “cesta de produtos” e inclui alimentação, habitação, vestuário, transporte, saúde, despesas pessoais, educação e comunicação.

Embora existam vários, o indicador oficial de inflação no Brasil é o IPCA (Índice de Preços para o Consumidor Amplo). Ele é calculado todo mês pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nas maiores regiões metropolitanas do país.

O que pode causar inflação?

  • Aumento na demanda
  • Aumento nos custos de produção
  • Emissão de papel-moeda
  • Diminuição da taxa de juros

Na prática, a inflação faz com que seu dinheiro perca valor, já que ele não acompanha as altas nos preços. O poder de compra cai porque os produtos se tornam menos acessíveis.

O governo não tem total controle sobre a inflação, mas pode utilizar instrumentos de política monetária para influenciar esse índice. Em um cenário de inflação de demanda, o governo pode aumentar juros e reduzir a liquidez da economia, por exemplo.

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Como controlar a inflação?

  • Aumento dos juros
  • Redução de gastos do governo
  • Aumento da produção

A inflação, quando controlada, é um sinal de que a economia está aquecida e crescendo de forma saudável e possibilita mais investimentos no país. O problema acontece quando não é controlado e atinge níveis altos, que é o estado de hiperinflação.

Hiperinflação é quando gera um cenário de descontrole de preços, com alta de 50% em um mês. Foi o que aconteceu no Brasil nas décadas de 1980 e 1990, quando a inflação ultrapassava os 80% ao mês e os preços mudavam do dia para a noite.

Já a deflação segue o caminho contrário: é quando os preços diminuem muito. Ela tem como principal o aumento da oferta de produtos e falta de demanda para compra. Mas também pode ser consequência de uma recessão econômica.

O que é inflação e como ela afeta sua vida – Fala, Nubank

A inflação é uma velha conhecida dos brasileiros. Ela é usada para explicar o aumento no preço de produtos, de aluguel, de salários e também é o motivo pelo qual o seu poder de compra diminui em alguns momentos. Mas, exatamente, o que é inflação? Por que ela existe? Ela é sempre um sinal ruim para a economia?

De forma resumida, a inflação indica o aumento generalizado ou contínuo dos preços de uma série de categorias de bens e serviços importantes no dia a dia das pessoas.

  • Na economia, o conjunto dessas categorias é chamado de “cesta de produtos” e inclui: alimentação, habitação, vestuário, transporte, saúde, despesas pessoais, educação e comunicação.  
  • Ou seja: se a inflação em determinado mês for de 0,5%, isso significa que o aumento médio dos preços dessas categorias no  período também foi de 0,5%.
  • Esse aumento nos preços não é uniforme – dentro de cada categoria alguns itens podem sofrer aumentos maiores e outros, nenhum.

Um bom exemplo é o tomate: em janeiro de 2018, seu preço subiu mais de 45% e puxou a inflação média de 0,54% para 0,74%; no mesmo período, o preço do alho caiu 3,31%. Ambos eram itens dentro da categoria alimentação.

  1. O indicador oficial de inflação no Brasil é o IPCA, Índice de Preços para o Consumidor Amplo, embora existam outros.
  2. Ele é calculado mensalmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém e Vitória, além de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e Brasília.
  3. Apesar de não ser calculado em todo o país, o IPCA é de abrangência nacional – ou seja, vale para todas as regiões e cidades.

Para entender o que é inflação, também é importante saber qual é sua causa. A inflação pode ser de curto prazo – aumentar em um mês – e de longo prazo – aumentar continuamente ao longo de um ano, por exemplo. As causas são diferentes em cada um desses casos.

No entanto, vale lembrar que esses são movimentos cíclicos da economia, nos quais uma ação afeta a outra. Nem sempre é possível isolar as causas de uma variação inflacionária. Abaixo, listamos causas geralmente associadas à inflação.

Causas da inflação no curto prazo:

Se o número de pessoas querendo um determinado item aumenta muito rápido, fica difícil garantir o fornecimento para todos. Nesse caso, dizemos que a demanda ficou maior do que a oferta.

Nesses casos, o preço tende a subir, gerando inflação.

Isso pode acontecer também quando há maior disponibilidade de crédito: com maior poder de compra, as pessoas conseguem gastar mais (aumentando a demanda geral).

  • Aumento nos custos de produção

A inflação também pode aparecer quando fica mais caro produzir um produto ou oferecer um serviço.  Com custo maior, a produção de algum item pode ser menor – com isso, a oferta (ou quantidade daquele produto disponível) cai ou os preços aumentam (para cobrir todos os custos extras). Existe inflação em ambos os casos.

Causas da inflação no longo prazo:

Algumas ações do governo também podem fazer com que a inflação aumente. Quando os gastos são maiores do que os arrecadamentos, por exemplo, pode ser necessário “imprimir” mais dinheiro – ou seja, emitir mais moeda – para pagar as contas.

Essa emissão faz com que o volume de dinheiro seja maior que a oferta de produtos e serviços. Consequentemente, os preços sobem.

Quando o governo diminui a Selic, a taxa básica de juros da economia definidas pelo Banco Central, os seus investimentos na poupança, em renda fixa e em títulos públicos passam a render menos. Além disso, os empréstimos no geral ficam mais baratos. Essa é uma forma de estimular o consumo e a produção. No longo prazo, isso gera um aumento de demanda e pode acarretar no aumento da inflação.

  • Entenda mais sobre a Selic, a taxa de juros básica da economia, e como ela funciona aqui.
  • Na prática, a inflação faz com que seu dinheiro perca valor, já que ele não acompanha as altas nos preços.
  • A inflação muito alta ainda também distorce os preços  – e as pessoas ficam com dificuldade de acompanhar o que está barato ou caro.

Em um cenário de hiperinflação (explicaremos mais abaixo), por exemplo, os preços chegam a aumentar todos os dias. Isso significa que a cada dia que passa, a moeda perde valor muito rápido.

  1. Além disso, como explicado acima, a Selic, taxa básica de juros da economia que pode ser usada para regular a inflação afeta diretamente também outros aspectos econômicos – rendimento de investimentos, custo de empréstimos, etc…
  2. O governo federal não tem total controle sobre a inflação, mas algumas medidas que ele toma podem influenciá-la.
  3. Por exemplo: a taxa Selic, determinada pelo Banco Central, é uma ferramenta usada para controlar a inflação; aumentar os impostos também puxa os preços para cima, o que tende a reduzir a quantidade de moeda na economia, afetando a demanda e, portanto, a inflação.

E por que a Selic tem poder sobre a inflação?

Um exemplo prático: quando a Selic aumenta, o acesso ao dinheiro (crédito, empréstimos, financiamentos…) fica menor e o consumidor para de fazer maiores gastos. No longo prazo, essa estratégia controla a inflação por gerar menor demanda e, consequentemente, oferta mais barata.

Na prática, portanto, aumentar a Selic ou mantê-la estável é uma maneira de conter o aumento dos preços (o IPCA).

Por outro lado, quando o Banco Central deseja estimular a economia, fazer o dinheiro circular mais e, por consequência, aumentar a inflação, a Selic diminui.

Não. A inflação, quando controlada, é um sinal de que a economia está aquecida e crescendo de forma saudável: por isso é preciso ter inflação – e isso vale para todos os países.

O Brasil, inclusive, tem uma meta anual de inflação para dar segurança para a economia. Essa é uma forma de garantir que a economia brasileira continue em crescimento e os preços, controlados.

Ter um índice de inflação controlado também garante previsibilidade de longo prazo. Mas como assim?

Isso significa que investidores e empresários conseguem apostar e investir no país com maior tranquilidade, trazendo mais dinheiro para a economia – e perspectivas para os próximos meses ou anos.

A inflação é ruim para a economia de um país quando não é controlada e quando atinge níveis muito altos, situação chamada de hiperinflação. Aí sim, ela é (e muito) prejudicial.

A hiperinflação é o chamado  movimento inflacionário “irracional” – ou seja, algo que  continua ocorrendo sem um motivo claro, gerando um cenário de descontrole de preços.

Os índices de inflação chegam a atingir mais de três dígitos e os preços, alta de 50% em um mês. Neste cenário, a moeda se desvaloriza rapidamente e os consumidores perdem, cada vez mais, poder de compra.

Na maioria das vezes, o descontrole nas contas públicas leva uma economia a atingir o estado de hiperinflação.

O Brasil já passou pela hiperinflação: entre as décadas de 1980 e 1990, os preços cresciam descontroladamente e a inflação ultrapassava os 80% ao mês. Os preços mudavam do dia para a noite e a escassez de produtos era violenta.

A deflação é o contrário de inflação e acontece quando os preços, ao invés de subirem, diminuem.

Ela tem como principal o aumento da oferta de produtos e falta de demanda para compra. Mas também pode ser consequência de uma recessão econômica, em que os consumidores tendem a consumir menos e forçam as empresas a diminuírem cada vez mais os seu preços.

O aumento da oferta de produtos ou serviços também pode levar a uma deflação pontual. Neste caso, ela não é alarmante para uma economia – o problema tende a aparecer  quando um país enfrenta uma deflação contínua por um grande período de tempo, de cerca de um ano.

Por que a deflação é ruim para uma economia?

Um dos reflexos da deflação é a falta de consumo:  as pessoas sabem que o preço de tudo sempre tende a baixa e adiam seus gastos; as empresas não vendem e, consequentemente, não lucram. Isso faz com que a economia geral encolha. A deflação é tão prejudicial quanto a inflação descontrolada.

A deflação aconteceu poucas vezes no Brasil, uma delas na década de 1930, como reflexo do crash da economia dos Estados Unidos.

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