Explica O Que É O Bit E Como É Representado?

Técnicas de modulação

Adriano J. C. Moreira, Fevereiro de 1999

O processo de modulação consiste numa operação realizada sobre o sinal ou dados a transmitir e que produz um sinal apropriado para a transmissão sobre o meio de transmissão em causa. A escolha da técnica de modulação permite “moldar” as caracteríticas do sinal a transmitir e adaptá-lo às características do canal.

Entre outros aspectos, a operação de modulação permite: (i) deslocar o espectro do sinal a transmitir para a banda de frequências mais apropriada/disponível; (ii) produzir um sinal modulado com um espectro mais estreito (ou mais largo) que o sinal original; (iii) tornar o sistema de transmissão mais robusto relativamente a algum tipo de ruído e/ou interferência; (iv) adaptar a sensibilidade do receptor às características do canal.

As técnicas de transmissão dividem-se em dois grandes grupos: as técnicas destinadas à transmissão de sinais analógicos e as técnicas destinadas à transmissão de dados digitais. Nos dois grupos a transmissão pode ser efectuada em banda base ou com recurso a portadoras (eléctricas ou ópticas).

No entanto, a transmissão de sinais analógicos em banda base está, normalmente, limitada a sistemas de transmissão a muito curtas distâncias, uma vez que esta solução é muito pouco imune aos efeitos do ruído e interferência.

Um exemplo da utilização desta solução é o da transmissão de voz entre os telefones e as centrais da rede telefónica convencional.

Transmissão analógica

A transmissão de sinais analógicos recorrendo a técnicas baseadas na modulação de portadoras é muito utilizada na difusão de som (radiodifusão) e sinais de televisão. As duas principais técnicas são a modulação de amplitude (AM) e a modulação de frequência (FM).

  • AM – Amplitude Modulation
  • Nesta técnica, o sinal a transmitir, s(t), é veiculado na amplitude de uma portadora de frequência fp, que pode ser eléctrica, electromagnética ou óptica, isto é, a amplitude da portadora varia de forma directamente proporcional à amplitude do sinal a transmitir. O sinal modulado, sm(t),é descrito por:
  • Explica O Que É O Bit E Como É Representado?

onde K é uma constante adicionada ao sinal a transmitir por forma a que a amplitude da portadora nunca seja negativa e A é a amplitude da portadora. A Figura 1 mostra um sinal modulado em AM.

Explica O Que É O Bit E Como É Representado?

Figura 1. Modulação em Amplitude (AM)

No domínio da frequência, o processo de modulação corresponde a convoluir o espectro do sinal a transmitir com um Delta de Dirac à frequência da portadora.

Assim, o espectro do sinal modulado ocupa duas vezes mais largura de banda que o mesmo sinal em banda base.

Uma vez que o espectro é simétrico relativamente à frequência da portadora, é possível aumentar a eficiência espectral através da eliminação de um dos lobos do espectro antes de se proceder à transmissão do sinal.

  1. Os sinais modulados em AM são muito sensíveis ao ruído e interferência aditivos, uma vez que a informação é transportada pela amplitude da portadora.
  2. FM – Frequency Modulation
  3. A modulação em frequência consiste em fazer variar a frequência de uma portadora de forma directamente proporcional à amplitude do sinal a transmitir. O sinal modulado, sm(t), pode ser representado por:
  4. Explica O Que É O Bit E Como É Representado?

onde A representa a amplitude da portadora, fp é a frequência da portadora e m é o índice de modulação.

O índice de modulação determina a amplitude da variação da frequência do sinal modulado.

Quanto maior for o índice de modulação, maior será a variação de frequência para o mesmo sinal a transmitir e mais largo será o espectro do sinal modulado. A Figura 2 mostra um sinal modulado em FM.

Explica O Que É O Bit E Como É Representado?

Figura 2. Modulação em Frequência (FM).

O espectro de um sinal modulado em FM não é simétrico em torno da frequência da portadora, pelo que não é possível eliminar um dos lobos tal como no caso dos sinais AM. Assim, o espectro de um sinal modulado em FM é mais largo que o espectro do sinal AM equivalente.

Os sinais modulados em FM são mais imunes ao ruído e à interferência aditivos que os sinais AM, uma vez que a informação é transportada pela frequência instantânea do sinal modulado e não pela amplitude da portadora. Assim, os sistemas de transmissão em que é necessária uma maior qualidade do sinal (relação sinal-ruído) é utilizada normalmente a modulação em frequência.

Transmissão digital

Nos sistemas de transmissão digital, os sinais podem ser transmitidos utilizando técnicas de modulação em banda base ou técnicas baseadas em portadoras. Em qualquer dos casos a transmissão pode ser binária ou multi-nível.

Nos sistemas de transmissão digital, a qualidade da transmissão é medida através da probabilidade de erro de bit, isto é, da probabilidade de, uma vez transmitido um bit, este seja interpretado pelo receptor de forma errada. Os valores típicos da probabilidade de erro de bit vão de 10-4 a 10-9.

Transmissão binária e multi-nível

Nos sistemas de transmissão digital, a informação a transmitir está normalmente representada por um conjunto, ou sequência, de bits (informação binária). O objectivo do sistema de transmissão é transmitir esses bits.

Quando cada um dos bits é transmitido isoladamente, isto é, através da transmissão de um símbolo por cada bit, diz-se que estamos em presença de transmissão binária.

Quando, ao contrário, os bits são agrupados em palavras binárias e transmitidos utilizando-se um símbolo por cada palavra, diz-se que estamos em presença de transmissão multi-nível.

Em transmissão binária, o sistema de transmissão transmite sequencialmente um de dois símbolos que representa um dos dois bits (0 ou 1). Em transmissão multi-nível, o sistema de transmissão transmite sequencialmente um dos N símbolos necessários para representar as N palavras, sendo N dado por:

  • Explica O Que É O Bit E Como É Representado?
  • Exemplo: para transmitir uma sequência de palavras binárias com 3 bits de comprimento são necessários 23=8 símbolos diferentes.
  • A utilização de transmissão multi-nível permite obter um balanço entre a largura de banda ocupada pelo sinal modulado e a potência que é necessário transmitir para que se obtenha uma dada probabilidade de erro.
  • Transmissão em banda base
  • OOK – On-Off-Keying

A modulação OOK é uma técnica binária e utiliza dois símbolos para representar os bits 0 e 1. Os dois símbolos consistem em duas amplitudes de uma grandeza física tal como a corrente ou a tensão de um sinal eléctrico. A Figura 3 mostra um sinal OOK, onde Tb representa a duração temporal de cada bit.

Explica O Que É O Bit E Como É Representado?

Figura 3. Sinal OOK-NRZ.

Quando, como na Figura 3, o impulso que representa o bit “1” tem uma duração igual ao período de um bit, diz-se que o sinal é do tipo não-retorno-a-zero (NRZ – Non-Return-to-Zero). Quando a duração dos impulsos é inferior à duração de um bit, o sinal é do tipo retorno-a-zero (RZ – Return-to-Zero), tal como mostra a Figura 4.

Explica O Que É O Bit E Como É Representado?

Figura 4. Sinal OOK-RZ.

PAM – Pulse Amplitude Modulation

A modulação da amplitude do impulso consiste na utilização de impulsos com amplitudes diferentes para representar símbolos diferentes.

Na sua forma mais simples são utilizados impulsos com duas amplitudes diferentes, o que correspondo à modulação OOK se uma das amplitudes for nula. Se forem utilizados impulsos com mais que duas amplitudes diferentes, estamos em presença de modulação multi-nível.

A Figura 5 mostra um exemplo de um sinal modulado em 4-PAM, isto é, onde são utilizadas 4 amplitudes diferentes para constituir outros tantos símbolos.

Explica O Que É O Bit E Como É Representado?

Figura 5. Sinal 4-PAM.

No exemplo da Figura 5, cada um dos 4 diferentes símbolos representa uma das 4 palavras de 2 bits. Assim, a duração (Ts) de cada impulso (símbolo) é duas vezes a duração de um bit (Tb).

A taxa de transmissão de bits (débito binário) é duas vezes superior à cadência com que são transmitidos os símbolos (baud rate).

De uma maneira geral, o débito binário está relacionado com o baud rate da seguinte forma:

  1. débito binário = N × baud rate
  2. onde N é o número de bits representados por cada símbolo, ou:
  3. débito binário = log2(M) x baud rate
  4. onde M é o número de símbolos utilizados.
  5. PPM – Pulse Position Modulation

A modulação de posição do impulso consiste na divisão do tempo atribuído à transmissão de um símbolo em M intervalos iguais, sendo a informação transmitida através da transmissão de um (apenas um) impulso numa dessas M posições. PPM é também uma técnica de transmissão multi-nível.

A Figura 6 mostra um exemplo de 4-PPM, isto é, um exemplo em que o tempo de um símbolo é dividido em quatro intervalos iguais. A transmissão de um impulso em cada uma das 4 posições representa os 4 símbolos diferentes.

Explica O Que É O Bit E Como É Representado?

Figura 6. Sinal 4-PPM.

Uma vez que os impulsos transmitidos em cada símbolo têm uma duração temporal menor que a duração de um bit, a largura de banda ocupada por um sinal PPM é maior que a largura de banda ocupada por um sinal OOK-NRZ.

Transmissão com portadoras

As técnicas de transmissão digital com portadoras consistem em fazer variar uma das características de uma onda sinusoidal ao longo do tempo, de acordo com os dados a transmitir. Essas características são a amplitude, a frequência e a fase.

ASK – Amplitude Shift Keying

A técnica ASK é o parente digital da modulação de amplitude (AM). Num sinal ASK é a amplitude de uma portadora que varia no tempo de acordo com os bits a transmitir. Na Figura 7 mostra-se um exemplo de um sinal ASK.

Leia também:  Como Se Chamam Os Animais Que Comem Grãos?

Explica O Que É O Bit E Como É Representado?

Figura 7. Sinal ASK.

FSK – Frequency Shift Keying

A técnica FSK é o parente digital da modulação de frequência (FM). Num sinal FSK é a frequência de uma portadora que varia no tempo de acordo com os bits a transmitir. Na Figura 8 mostra-se um exemplo de um sinal FSK.

Figura 8. Sinal FSK.

PSK – Phase Shift Keying

Na técnica PSK o sinal transmitido transporta os dados digitais através da variação temporal da fase de uma portadora de acordo com os bits a transmitir. Na Figura 9 mostra-se um exemplo de um sinal PSK.

Figura 9. Sinal PSK.

Noções básicas do sistema binário que todo mundo deveria saber

Antes de começar, é preciso deixar claro que, se você não é ou não tem afinidade com a área de computação, esperamos que até o final do texto você entenda a famosa piada de sistema binário:

Explica O Que É O Bit E Como É Representado?

Imagem: pinterest.com

+ Conceito de sistema binário

O sistema binário corresponde a qualquer conjunto dual, como desligado e ligado, não e sim, falso e verdadeiro, 0 e 1, etc. As máquinas que possuem circuitos digitais usam o sistema binário como “linguagem” e, nelas, ele é representado por 0s e 1s (dígitos binários ou bit – proveniente de binary digit).

Explica O Que É O Bit E Como É Representado?

Imagem: pixabay.com

O sistema binário é base para a Álgebra Booleana, por meio da qual é possível realizar operações lógicas e aritméticas com apenas dois estados. De tal forma, é possível representar números, símbolos, caracteres e fazer operações ariméticas e lógicas por meio de circuitos eletrônicos digitais (portas lógicas).

Com apenas dois dígitos, o processamento de dados é mais rápido e, ainda, é mais confiável (é mais difícil um 1 ser alterado para 0 ou o contrário).

+ Nomenclatura e conversão

Um bit é a menor unidade de informação de computadores. O agrupamento de bits recebe os seguintes nomes (que você provavelmente já conhece):

  • 1 bit = 1 unidade binária (0 ou 1);
  • 1 byte = 8 bits;
  • 1 kilobyte = 1.024 bytes;
  • 1 gigabyte = 1.000.000.000 bytes,

Da mesma forma que tais máquinas trabalham em uma base binária, nós, humanos, trabalhamos em uma base decimal, na qual usamos dez números (o mesmo número de dedos das mãos!), de 0 a 9, para representar qualquer outro número que quisermos. Assim, a base decimal possui dez números e a binária dois.

Explica O Que É O Bit E Como É Representado?

Imagem: umass.edu

Converter binário em decimal e decimal em binário não é difícil:

Para converter de binário para decimal, é preciso escrever cada bit multiplicado pela base 2 elevado à sua posição (o último valor possui posição 0, o penúltimo 1, etc). A soma dessas multiplicações é o valor decimal equivalente ao binário dado.

Explica O Que É O Bit E Como É Representado?

Imagem: javarevisited.blogspot.com

Por outro lado, para converter decimal para binário, basta dividir o número decimal por 2, sucessivamente, até obter o quociente igual a 0. O resto da divisão na ordem inversa é o número binário procurado.

Explica O Que É O Bit E Como É Representado?

Imagem: tecnosolution.blogspot.com.br

+ Aplicação

Assim, há sequências imensas de dígitos binários por trás das ações do seu computador, por exemplo, que representam todas as operações que ele faz. Qualquer forma de dado (texto, imagens, vídeo, programa, entre outros) pode ser processado e armazenado como uma sequência de dígitos binários.

Se você ainda não conhecia/não entendia a piada apresentada no início do texto, certamente agora você já conseguiu entender.

Referências: UMass Amherst; UKessays; UFSC; PUCRS.

Explica O Que É O Bit E Como É Representado?

Doutoranda, mestre e engenheira. Fascinada por tecnologia, curiosidades sem sentido e cultura (in)útil. Viciada em livros, filmes, séries e chocolate. Acredita que o conhecimento é precioso e que o bom humor é uma ferramenta indispensável para a sobrevivência.

O que são bits e bytes?

Se você está tendo seus primeiros contatos com o mundo digital ou se utiliza dispositivos computacionais há algum tempo, mas vez ou outra fica perdido com denominações como megabit e gigabyte, este artigo lhe será útil.

Aqui, o InfoWester apresenta uma breve explicação sobre bits, bytes e outros nomes relacionados que lhe ajudará a entender melhor como é feita a medição de volumes de dados nos computadores.

Bits e bytes

Os computadores “entendem” impulsos elétricos, positivos ou negativos, que são representados por 1 ou 0. A cada impulso elétrico damos o nome de bit (BInary digiT). Um conjunto de 8 bits reunidos como uma única unidade forma um byte.

Nos computadores, representar 256 números binários é suficiente para que possamos lidar a contento com estas máquinas. Assim, os bytes possuem 8 bits. É só fazer os cálculos: como um bit representa dois tipos de valores (1 ou 0) e um byte representa 8 bits, basta fazer 2 (do bit) elevado a 8 (do byte) que é igual a 256.

Os bytes representam todas as letras (maiúsculas e minúsculas), sinais de pontuação, acentos, caracteres especiais e até informações que não podemos ver, mas que servem para comandar o computador e que podem inclusive ser enviados pelo teclado ou por outro dispositivo de entrada de dados e instruções.

Explica O Que É O Bit E Como É Representado?Para que isso aconteça, os computadores utilizam uma tabela que combina números binários com símbolos: a tabela ASCII (American Standard Code for Information Interchange). Nela, cada byte representa um caractere ou um sinal.

  • A partir daí, foram criados vários termos para facilitar a compreensão humana da capacidade de armazenamento, processamento e manipulação de dados nos computadores. No que se refere aos bits e bytes, tem-se as seguintes medidas:
  • 1 Byte = 8 bits
  • 1 kilobyte (KB ou Kbytes) = 1024 bytes
  • 1 megabyte (MB ou Mbytes) = 1024 kilobytes
  • 1 gigabyte (GB ou Gbytes) = 1024 megabytes
  • 1 terabyte (TB ou Tbytes) = 1024 gigabytes
  • 1 petabyte (PB ou Pbytes) = 1024 terabytes
  • 1 exabyte (EB ou Ebytes) = 1024 petabytes
  • 1 zettabyte (ZB ou Zbytes) = 1024 exabytes
  • 1 yottabyte (YB ou Ybytes) = 1024 zettabytes
  • É também por meio dos bytes que se determina o comprimento da palavra de um computador, ou seja, a quantidade de bits que o dispositivo utiliza na composição das instruções internas, como por exemplo:
  • 8 bits => palavra de 1 byte
  • 16 bits => palavra de 2 bytes
  • 32 bits => palavra de 4 bytes
  • Na transmissão de dados entre dispositivos, geralmente usa-se medições relacionadas a bits e não a bytes. Assim, há também os seguintes termos:
  • 1 kilobit (Kb ou Kbit) = 1024 bits
  • 1 megabit (Mb ou Mbit) = 1024 Kilobits
  • 1 gigabit (Gb ou Gbit) = 1024 Megabits
  • 1 terabit (Tb ou Tbit) = 1024 Gigabits

E assim por diante. Você já deve ter percebido que, quando a medição é baseada em bytes, a letra 'b' da sigla é maiúscula (como em GB). Quando a medição é feita em bits, o 'b' da sigla fica em minúsculo (como em Gb).

Como já dito, a utilização de medições em bits é comum para informar o volume de dados em transmissões. Geralmente, indica-se a quantidade de bits transmitidos por segundo. Assim, quando queremos dizer que um determinado dispositivo é capaz de trabalhar, por exemplo, com 54 megabits por segundo, usa-se a expressão 54 Mb/s:

  1. 1 Kb/s = 1 kilobit por segundo
  2. 1 Mb/s = 1 megabit por segundo
  3. 1 Gb/s = 1 gigabit por segundo
  4. E assim por diante.

Nos Estados Unidos, é comum o uso de Kbps, Mbps ou Gbps para expressar a quantidade de bits transferidos, com a terminação “ps” se referindo a “per second (por segundo)”. No entanto, “ps” é uma sigla para picossegundo, de acordo com o Sistema Internacional de Unidades, assim, o uso de “/s” é mais adequado para expressar bits transferidos por segundo.

Kibibit, kibibyte e afins

Se você adquirir, por exemplo, um HD de 500 GB, vai perceber que o sistema operacional do computador mostrará uma capacidade menor que essa em relação ao dispositivo.

Isso porque os sistemas operacionais, de modo geral, consideram 1 kilobyte como sendo equivalente a 1024 bytes, e assim se segue com megabytes, gigabytes, terabytes e etc, tal como explicado anteriormente.

No entanto, para fabricantes de discos rígidos ou de dispositivos SSD, por exemplo, 1 kilobyte corresponde a 1000 bytes, e assim por diante.

Afinal, o que é correto, 1000 bytes ou 1024 bytes? Há organizações que defendem tanto um quanto o outro.

  • Uma possível solução para esse impasse está nas terminologias e abreviações que a International Electrotechnical Commission (IEC) criou para indicar as medições baseadas em 1024 bytes, que são as seguintes:
  • 1 kibibyte (ou KiB) = 1024 bytes
  • 1 mebibyte (ou MiB) = 1024 kibibytes
  • 1 gibibyte (ou GiB) = 1024 mebibytes
  • 1 tebibyte (ou TiB) = 1024 gibibytes
  • 1 pebibyte (ou PiB) = 1024 tebibytes
  • 1 exbibyte (ou EiB) = 1024 pebibytes
  • 1 zebibyte (ou ZiB) = 1024 exbibytes
  • 1 yobibyte (ou YiB) = 1024 zebibytes
  • Os mesmo prefixos dos nomes acima são empregados também nas medições baseadas em bits: kibibit, mebibit, gibibit, tebibit e assim por diante.

O sistema de medidas elaborado pela IEC é tido como o correto, deixando os prefixos quilo, mega, giga, tera, peta, exa, zetta e yotta (que são oriundos do Sistema Internacional de Unidades) representando 1000 bytes e seus múltiplos (isto é, potências de 10). Assim, as denominações da IEC equivalem às representações de 1024 bytes e seus múltiplos (potências de 2). Em resumo, essas medições ficam assim:

Leia também:  Como Se Escreve Porque Em Espanhol?
1 Kilobyte = 1000 bytes 1 kibibyte = 1024 bytes
1 Megabyte = 1000 kilobytes 1 mebibyte = 1024 kibibytes
1 Gigabyte = 1000 megabytes 1 gibibyte = 1024 mebibytes
1 Terabyte = 1000 gigabytes 1 tebibyte = 1024 gibibytes
1 Petabyte = 1000 terabytes 1 pebibyte = 1024 tebibytes
1 Exabyte = 1000 petabytes 1 exbibyte = 1024 pebibytes
1 Zettabyte = 1000 exabytes 1 zebibyte = 1024 exbibytes
1 Yottabyte = 1000 zettabytes 1 yobibyte = 1024 zebibytes

Finalizando

Entenda como funciona o código de barras

Em todos os produtos que consumimos, o código de barras está presente. Ele ajuda na sua identificação, otimiza processos da gestão de estoques, facilita o processo de vendas, entre várias outras questões.

Contudo, apesar de ser tão comum, muitas pessoas não fazem a menor ideia de como funciona o código de barras. Pensando nisso, resolvemos criar este post e esclarecer diversos detalhes sobre o assunto.

Saiba mais logo a seguir!

Qual é o conceito do código de barras?

O código de barras pode ser definido como uma representação gráfica de uma sequência de números que fica localizada logo abaixo dele. Cada produto possui um código diferente, o que faz com que ele funcione como uma identidade, ou seja, não existe o mesmo número para dois produtos diferentes.

A vantagem desse código é que ele pode ser identificado de forma ágil e com chance nula de erros.

Essa identificação ocorre através de leitura óptica, feita por aqueles equipamentos utilizados em caixas de supermercado ou pelos coletores de dados (muito utilizados em operações de estoque), por exemplo.

Caso o código não possa ser lido pelos aparelhos, é possível utilizar os números localizados abaixo das barras, visto que eles informam a mesma coisa, porém de forma diferente.

Afinal, como funciona o código de barras?

Como mencionamos, as barras são a representação gráfica do código numérico localizado logo abaixo.

Porém, essas barras são uma representação gráfica de um código binário (1 ou 0) e seguem a mesma lógica da computação para formar esses dados.

Sendo assim, cada traço — seja ele preto ou branco — equivale a um bit, e cada número daquele código é representado por sete bits. Quando uma barra é mais grossa quer dizer que, na verdade, ela é um somatório de vários traços da mesma cor.

Cada código de barras é dividido em 95 partes iguais, independentemente de serem brancas ou pretas. Lembra do código binário de que falamos acima? Os números 1 são referentes às faixas pretas, e os números 0, às faixas brancas. Sendo assim, quando um computador realiza a leitura, ele identifica quais colunas possuem ou não cor e atribui os números binários a essas variações.

O padrão utilizado para essa sequência é que dá sentido ao código. O número é formado por 15 seções, sendo que elas são divididas da seguinte forma:

  • Três formando os limites (início e fim) e o centro do código.
  • 12 restantes separadas em duas partes, sendo que elas ficam localizadas uma à esquerda e outra à direita.

O primeiro número localizado do lado esquerdo será sempre ímpar, enquanto o último (do lado direito) será sempre par. Quando um computador lê da esquerda para a direita, através dos códigos binários contidos nas barras, ele pode processar esse código de forma bem rápida e, assim, enviar as informações do produto para a tela.

Para que esse processo todo funcione, o código de barras possui um dígito verificador que é utilizado pelo computador para validar a leitura.

Quando o scan é realizado, a máquina calcula se tudo deu certo pela captura dos números localizados abaixo do código de barras.

O resultado desse cálculo é comparado ao dígito e, assim, se os dados estão corretos, a informação aparece na tela. Caso as informações sejam divergentes, um código de erro é informado.

Existe um padrão universal?

O sistema de código de barras foi criado em 1973 nos Estados Unidos. Originalmente, a sequência numérica possuía 12 dígitos. Já em 1976, a Europa acabou adotando o sistema, que foi adaptado para um padrão de 13 dígitos, posteriormente adotado por vários outros países.

Esse padrão europeu, chamado de EAN (número de artigo internacional, em português), só não é utilizado pelos Estados Unidos e Canadá, que ainda utilizam o código de barras no padrão UPC, que possui 12 dígitos. Entretanto, produtos comercializados e distribuídos por esses países para exportação precisam estar adequados ao padrão EAN.

Apesar disso, ainda existem alguns códigos de barra especiais, que podem ser formados por oito ou 14 dígitos. No primeiro caso, ele é utilizado para embalagens bem pequenas, enquanto no segundo caso é utilizado em embalagens (normalmente caixas de papelão) e serve para apontar a quantidade de itens acondicionados lá dentro.

O que os números representam?

Como afirmamos anteriormente, o código de barras no padrão EAN possui 13 dígitos. Todavia, esse número não é gerado aleatoriamente. Existe uma lógica por trás da numeração. Confira a seguir como funciona o código de barras na prática.

Etapa inicial

As três barras iniciais, duas pretas e uma branca no meio, servem para sinalizar que logo em seguida é descrito o código do produto em questão. Como as barras e seus números correspondentes não ficam bem alinhados, um número, normalmente o 7 (para produtos brasileiros), acaba aparecendo antes das três barras de sinalização.

Três primeiros números

Logo em seguida, mais especificamente os três primeiros números indicam o país em que o produto foi cadastrado.

Cada país possui a sua combinação para identificação (como no caso dos códigos internacionais utilizados para fazer ligações, por exemplo). No caso do Brasil, o código de identificação é 789.

Vale lembrar que esse código se refere ao país que o cadastrou, mesmo que o produto não tenha sido fabricado lá.

Segunda sequência de algarismos

O segundo bloco numérico serve para identificar a empresa que fabricou o produto. A sequência numérica pode variar de 4-7 dígitos, e esse número é fornecido pelo EAN, que realiza um controle rigoroso para que não haja distribuição de números iguais para fabricantes diferentes.

Terceira sequência numérica

O terceiro bloco de algarismos serve para fazer a identificação do produto. Essa sequência vaira de acordo com o tipo, a quantidade, a embalagem, o peso e o tamanho do produto.

Ou seja, um mesmo produto que possui alguma dessas características diferente terá outro código.

Por exemplo: o código de uma caixa de leite contendo um litro não é o mesmo da embalagem que possui 12 caixas de um litro.

Dígito verificador

Por fim, temos o dígito verificador — aquele que mencionamos mais acima, que serve para avaliar se a leitura do código foi correta, pelos cálculos (somando, dividindo, multiplicando) que o computador faz com o restante dos números pertencentes ao código.

Como podemos ver, o funcionamento do código de barras é bem mais complexo do que muita gente imagina. Envolve, inclusive, um órgão internacional e o controle rigoroso dos códigos distribuídos, para que não haja duplicidade de números direcionados a entidades e produtos diferentes.

Agora, que você já sabe melhor como funciona o código de barras, deixe-nos saber quais são suas opiniões sobre o tema. Suas dúvidas foram esclarecidas? O que achou deste artigo? Utilize os comentários e participe da conversa!

Concepto de Bit

Te explicamos qué es un bit, cuáles son sus diferentes usos y los métodos en que puede calcularse esta unidad informática.

Un bit es la unidad mínima de información que emplea la informática.

¿Qué es un bit?

En informática se denomina bit (acrónimo en inglés de Binarydigit, es decir, “dígito binario”) a un valor del sistema de numeración binario.

Dicho sistema se llama así porque comprende únicamente dos valores de base: 1 y 0, con los cuales se puede representar una cantidad infinita de condiciones binarias: encendido y apagado, verdadero y falso, presente y ausente, etc.

  • Un bit es, entonces, la unidad mínima de información que emplea la informática, cuyos sistemas están todos sustentados en dicho código binario. Cada bit de información representa un valor específico: 1 ó 0, pero combinando distintos bits puede llegar a obtenerse muchas más combinaciones, por ejemplo:
  • Modelo de 2 bits (4 combinaciones):
  • 00 – Ambos apagados
  • 01 – Primero apagado, segundo encendido
  • 10 – Primero encendido, segundo apagado
  • 11 – Ambos encendidos

Con estas dos unidades podemos representar cuatro valores puntuales. Ahora supongamos que tenemos 8 bits (un octeto), equivalentes en algunos sistemas a un byte: se obtiene 256 valores diferentes.

  1. De este modo, el sistema binario opera prestando atención al valor del bit (1 o 0) y a su posición en la cadena representada: si está encendido y aparece en una posición hacia la izquierda su valor se duplica, y si aparece hacia la derecha, se corta a la mitad. Por ejemplo:
  2. Para representar el número 20 en binario
  3. Valor binario neto11
  4. Valor numérico por posición:168421
  5. Resultado:16  +0  +4  +0    +   0   =  20
  6. Otro ejemplo: para representar el número 2,75 en binario, asumiendo la referencia en el medio de la cifra:
  7. Valor binario neto111
  8. Valor numérico por posición:4210,50,25
  9. Resultado:0   +2    +0    +0,5   + 0,25    =   2,75
  10. Los bits en valor 0 (apagado) no se cuentan, sólo los de valor 1 (encendido) y su equivalente numérico se da en base a su posición en la cadena, para formar así un mecanismo de representación que luego se aplicará a caracteres alfanuméricos (denominado ASCII).
Leia também:  Crm O Que É E Como Funciona?

De este modo se registran las operaciones de los microprocesadores de los computadores: puede haber arquitecturas de 4, 8, 16, 32 y 64 bits. Esto significa que el microprocesador maneja ese número interno de registros, es decir, la capacidad de cálculo que posee la Unidad Aritmético-Lógica.

  • Por ejemplo, los primeros computadores de la serie x86 (el Intel 8086 y el Intel 8088) poseían procesadores de 16 bits, y la diferencia notoria entre sus velocidades tenía que ver no tanto con su capacidad de procesamiento, como con la ayuda adicional de un bus de 16 y 8 bits respectivamente.
  • De modo similar, se emplean los bits para medir la capacidad de almacenamiento de una memoria digital.
  • Ver también: HTML

Última edición: 11 de julio de 2020. Cómo citar: “Bit”. Autor: María Estela Raffino. De: Argentina. Para: Concepto.de. Disponible en: https://concepto.de/bit/. Consultado: 22 de abril de 2021.

O que é um bit?

Índice de conteúdo

  1. História da empresa
  2. Funcionalidade
  3. Unidades

Um bit é uma unidade padrão que é usada para medir a informação ou dados na comunicação computacional e digital. Permite precisão nos sistemas de computação ao apresentar apenas 2 valores opcionais: 0, 1. Isto é referido como o sistema de valor binário.

Devido a isso, os sinais digitais são capazes de manter níveis precisos de integridade, mesmo com interrupções de ruído ou sinal, ao contrário do caso em transmissões de dados analógicos. Um único bit apresenta apenas 2 estados possíveis, mas este é duplicado para cada bit adicionado ao sistema.

2 bits permitem 4 estados, 3 bits permitem 8 estados, 4 bits permitem 16 estados, e assim por diante.

Bits são agora frequentemente reunidos em grupos de 8, um cluster conhecido como byte. Meio byte ou 4 bits de dados é referido como uma mordidela.

Quando a mordidela não for usada frequentemente como uma unidade de medida comum para dados, os bocados, e os bytes são às vezes erroneamente intercambiados.

Um byte contém 8 bits e é mostrado como uma unidade de medida quando um “B” maiúsculo é apresentado. Um bit é a menor unidade de dados e é representado por uma pequena letra “b”,

História da empresa

A conceituação de uma unidade de medida de informação foi introduzida por –Claude Shannon em 1948. Trabalhando em Bell Labs na década de 1940, publicou um artigo em 2 partes no Bell Systems Technical Journal, Publicações de Julho e Outubro de 1948, intitulado “A Mathematical Theory of Communication”.

Estes conceitos fundaram a Teoria da Informação que se centrou na quantificação, armazenamento e aplicações na comunicação de informação ou dados.

Isso revolucionou o conceito de dados em tecnologia como era então, anteriormente, visto como fluxos, pulsos e ondas transmitidos através de Sinais Analógicos, que eram interrompidos por interferências de ruídos e conexões, levando a uma transmissão imprecisa e errônea de dados.

De acordo com Shannon “A informação em um sinal é completamente separada do significado da mensagem”.

Tomando emprestado o termo “bit”, de John Tukey, seu colega de trabalho no Bell Labs que contratou o termo dígito binário, Shannon descreveu o uso de bits para representar 2 estados possíveis, estabelecendo assim os fundamentos da teoria da informação. Shannon é referida como a “Teoria do Pai da Informação” e, às vezes, como o “Pai do Bocado”.

Funcionalidade

Em dispositivos modernos, os bits são frequentemente lidos por estados diferentes em voltagem elétrica, pulso atual ou o estado elétrico de um circuito de flip-flop. O termo “bits por segundo” (bps) é utilizado para medir a velocidade a que os dados da Internet são transferidos.

Embora isso também possa ser indicado em “bytes por segundo” (Bps), a maioria dos Provedores de Serviços de Internet usa bps. “Bits” também é comumente usado para apresentar as capacidades do processador.

No entanto, em termos de armazenamento de dados, os “bytes” são frequentemente utilizados.

Unidades

Um bit pode ser usado para mostrar quanta informação está presente ou quanta um dispositivo é capaz de fornecer. Bits por segundo (bps) mostra a velocidade da transferência de dados. No entanto, o bit não é usado com frequência sozinho, mas é prefixado com prefixos métricos como Kilo-, Mega-, Giga- e Tera-, que são usados para mostrar quantidades cada vez maiores de informação.

Unidade prefixada
Equivalente em bits
Kilobit (Kb) (1000^1)1,000 bits
Megabit (Mb) (1000^2)1.000.000 bits
Gigabit (Gb) (1000^3)1,000,000,000,000,000 bits
Terabit (Tb) (1000^4)1,000,000,000,000,000,000,000 bits

Para volumes ainda maiores de informação, Peta-, Exa-, Zetta-, e Yotta- também podem ser usados. Cada um com uma potência maior, Yottabits pode se referir a mais de 1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000 bits. No entanto, os dados são normalmente medidos em bytes.

Estes prefixos também são usados para preceder bytes para denotar os mesmos incrementos – Kilobyte (1000 bytes), Megabyte (1.000.000 bytes), e assim por diante. Os dados em toda a internet ainda nem chegaram a esses números, com a Cisco observando que acabamos de entrar na era Zettabyte em 2016.

Estes são números em grande escala que só podem ser encontrados quando usados em grandes indústrias de informática, mais comuns ao uso diário são Gb, Mb, Kb.

Os mesmos prefixos são usados para mostrar taxas mais rápidas de transmissão de dados e resultam em velocidades medidas como Kbps, Mbps, Gbps, e assim por diante.

A tecnologia moderna pode agora fornecer débitos de dados de quase 100 Gbps em zonas altamente desenvolvidas, mas a maioria dos agregados familiares continua a manter débitos de Internet mais lentos, com a velocidade média da Internet a ser inferior a 10 Mbps.

O que significa Bits e Bytes – Lu Explica – Magazine Luiza

As unidades de medida mais famosas são aquelas utilizadas no meio eletrônico para quantificar tamanho e taxas de transferência de dados. Hora da tecla SAP: é o tamanho de uma música, por exemplo, ou a velocidade em que você faz um download. Para isso, existe uma família de unidades que começam com um invisível sinal elétrico, chamado Bit.

Entendendo o Bit

Bit (simplificação para dígito binário, “Binary digit” em inglês) é a menor unidade de informação que pode ser armazenada ou transmitida e que pode assumir somente dois valores: 0 ou 1, verdadeiro ou falso e assim por diante.

O valor de um Bit é armazenado como uma carga elétrica acima ou abaixo de um nível padrão, ou pela luz (nas fibras ópticas) e ainda por via de ondas eletromagnéticas (rede wireless), ou também, por via de polarização magnética (discos rígidos). Hora da tecla SAP: são as conexões de internet para as transmissões ou o local onde armazena dados e afins.

Entendendo o Byte

O Byte é a reunião de oito Bits. Esta reunião recebe o nome de Octeto e é utilizada para dar instruções aos computadores. Ambos, Bits e Bytes, ocorrem numa escala imperceptível em nosso cotidiano. Quase como se fosse o “DNA” de um comando digital, como aquele que você deu ao clicar no link para ler esta matéria. Eles acontecem nas mais simples das tarefas do dia a dia.

Quando surgiu o Megabyte

Afastando um pouco mais o ângulo de visão, você tem o primeiro múltiplo dessa família, o Megabyte. O Megabyte (MB) equivale a 1.000.000 de Bytes. Esse já aparece em nosso cotidiano de forma mais concreta. Com 1 MB você consegue, por exemplo, ouvir um minuto de música em formato MP3, ler 100 páginas de texto com letra corpo 12 ou assistir a três segundos de vídeo com qualidade de DVD. 

  • Claro, é pouco, mas estou apenas exemplificando para você, né?
  • O gigante Gigabyte

Agora sim: se você quiser ver um filme inteiro, vai precisar conhecer o Gigabyte. O Gigabyte (GB) é uma unidade de medida de informação que equivale a 1.000.000.000 de Bytes.

O Gigabyte já é bem presente em nossa vida: os HDs de nossos micros têm suas capacidades medidas em Gigabytes; um filme de 1h30m em resolução de DVD tem, em média, 1 GigaByte; os pen drives que levamos para cima e para baixo têm entre 2Gb e 16Gb. Muito legal, né?

E eis que o Terabyte aparece

Hoje, espaço de armazenamento nunca é demais. Para isso, você tem o Terabyte. Ele equivale a 1.000.000.000.000 de Bytes, ou 1.024 Gigabytes.

Em termos comerciais, pode ser considerado o “irmão mais velho” da família dos Bytes.

Aparece em HDs externos, responsáveis por armazenar backups (cópias de segurança) de HDs internos (o que estão dentro do seu computador) ou criar repositórios para arquivos multimídia, como fotos, música e filmes.

Em um HD de 1TB você consegue armazenar 250.000 músicas, em média! É como se você tivesse uma festa com 20.800 horas para tocar sem parar!

Mas é muito prático mesmo!

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*