Ele Chora Como Um Bebé Ao Ver Quem Está Em Palco. Quando Vires Quem É Também Vais Chorar?

Ele Chora Como Um Bebé Ao Ver Quem Está Em Palco. Quando Vires Quem É Também Vais Chorar?

O choro é a principal maneira de os bebês se comunicarem.  É a forma que eles têm de chamar atenção e expressar suas necessidades. Vai demorar um pouco até que o seu filho aprenda a falar – então, cabe a você descobrir o que o bebê está tentando lhe dizer.

No começo, pode ser difícil interpretar os diferentes tipos de choro do bebê, mas com o tempo você vai tirar isso de letra e conseguirá reconhecer e atender o que o seu filho precisa. Para cada tipo de choro, existe uma causa. Conheça as principais perguntas que você deve fazer para entender o choro do seu filho:

Por que o bebê chora?

Os recém-nascidos também podem chorar muito, sem que isso signifique que estão fazendo birra ou tenham algum problema de saúde.

A única forma de comunicação do recém-nascido é através do choro, então ele chora quando há uma situação de desconforto, como fome, frio. E esse choro é sem lágrima.

As glândulas lacrimais ainda estão pouco desenvolvidas; elas vão amadurecer e começar a funcionar no final do primeiro mês.

Com o tempo, os bebês aprendem formas mais elaboradas de transmitir desconforto, mas talvez isso não represente menos choro. Em meio a toda preocupação e todo o cansaço que a chegada do filho traz, outro cuidado que não pode faltar é dar a ele muito carinho e amor. Essa linguagem qualquer criança entende desde que estava na barriga e nenhum médico precisa passar a receita de como se faz.

Como entender o que o bebê quer?

Sono, fome, cólica e fralda suja são apenas alguns dos motivos que podem fazer com que os bebês comessem a chorar desesperadamente e até as mães mais experientes podem se confundir na hora de tentar decifrar a mensagem que eles querem nos passar.

Olhe para o bebê, tente entender o que ele diz. Bebê fala? Sim, com expressão corporal, com caras e bocas, com choros e barulhos.

É preciso respeitar o bebê, saber que ele é um ser humano completo que tem as emoções de um adulto: raiva, medo, tristeza, mágoa, tédio… Sem achar que tudo é manha, fome ou cólica!

Não existe uma fórmula mágica para descobrir o que aflige o bebê. “Descobrir a causa do choro, muitas vezes, é um trabalho de tentativa e erro.

Muito bonito na teoria é achar que, pelo barulho, você consegue identificar o verdadeiro motivo, mas na prática vem o choro da fralda molhada junto com as lágrimas do sono e da fome.

Bem-vindos à vida real”, explica a pediatra Patrícia Rezende, do grupo Prontobaby.

Quando o bebê chora?

Se isso geralmente acontece depois de mamar, pode ser que ele sofra com gases ou refluxo. Se ele costuma chorar num mesmo horário todos os dias, pode ser cólica. Mas, se o choro é irregular e até aleatório, isso pode fazer parte do temperamento do seu filho – alguns bebês choram mesmo mais do que outros. Ele Chora Como Um Bebé Ao Ver Quem Está Em Palco. Quando Vires Quem É Também Vais Chorar?

Durante o choro, o que ele faz com o corpo?

Observe seus movimentos: se ele costuma puxar os pés até o peito, provavelmente são gases. Se ele fica rígido e arqueia as costas, pode ser sinal de duas coisas: refluxo ou até mesmo temperamento dele, fazendo com que ele tenha vontade de fechar-se para o mundo.

O que geralmente o acalma?

Se arrotar ou quando ele faz exercícios de pernas alivia o choro, pode ser que você tenha ajudado a passar uma bolha de gás. Se ele melhora quando está sentado ereto, pode ser refluxo! Já bebês com cólica podem ter o choro aliviado por distrações como o som da água corrente ou algo que desperte sua curiosidade até, pelo menos, que a cólica passe ou melhore.

Os cinco tipos diferente de choros

A idade dos bebês é a primeira coisa que precisa ser avaliada. “O bebê nasce absolutamente dependente e por um determinado tempo após o parto, enquanto se desenvolve, precisa de mais apoio. Os primeiros 90 dias são como se a criança ainda estivesse sendo gestada.

Ela se assusta com barulho e luminosidade, além de não estar acostumada a sentir calor, frio e fome. Todas essas sensações são muito novas e o choro pode ser por uma dessas causas”, explica a pediatra.

Confira os cinco principais tipos de choro do bebê e dicas de como lidar com cada um:

Choro de aconchego

O cueiro pode se tornar o seu melhor amigo. Isso porque, ao nascer, seu filho tem um reflexo primitivo e se assusta com o que está ao redor. Mantê-lo enrolado simula a sensação de afago que ele tinha na barriga da mãe e o ajuda a dormir melhor.

Choro em movimento

Lembre-se: quando ainda estava na barriga, o bebê era mantido em movimento, já que você não ficou nove meses estática. Portanto, dar uma leve ninada em seu filho pode acalmá-lo quando estiver deitado e começar a chorar.

Choro tem hora

Devemos observar o horário do choro. Se for sempre à noite, pode ser que a criança não esteja dormindo o necessário. Isso explica o cansaço no fim do dia, com o adulto com sono acumulado.

O bebê pode sofrer com efeito vulcânico: como se um vulcão estivesse ali acumulando cansaço o dia todo para entrar erupção à noite.

Antes de chegar a essa conclusão, é importante observar se o xixi e o cocô estão normais e se o seu o bebê está ganhando peso adequadamente, para eliminar outras causas orgânicas.

Quando eles perdem o choro

Algumas crianças podem, durante crises de choro, inspirar e prender involuntariamente a respiração, podendo até desmaiar. Apesar de rápido, o episódio é apavorante para os pais. Nesse momento, é preciso que você mantenha a calma e fique ao lado do seu filho, mantendo-o deitado, se possível.

Atitudes como molhar o rosto ou pulsos do bebê, dar água ou sacudi-lo devem ser evitadas. Quando isso acontecer, é importante que a mãe comunique ao pediatra para que ele verifique se foi realmente uma crise de perda de fôlego ou se tem algo por trás.

Você pode tentar distrair a atenção do seu filho para evitar novas crises.

Choro de fome

É comum ter dificuldade para alimentar seu filho nos primeiros dias, já que vocês dois ainda estão aprendendo a lidar com a amamentação. O bebê entende a fome quase como uma dor, mas, antes de abrir o berreiro, ele manda alguns sinais e é possível identificá-los. Abrir e fechar as mãos, chupar o dedo, esticar-se e aumentar os movimentos do corpo são alguns alertas que a mãe pode perceber. Se o bebê já estiver chorando, com movimentos corporais acelerados e coloração avermelhada, é aconselhável acalmá-lo antes de alimentá-lo. Ele Chora Como Um Bebé Ao Ver Quem Está Em Palco. Quando Vires Quem É Também Vais Chorar?

  • O guia do choro do bebê
  • Separamos dicas para te ajudar a identificar e lidar com cada tipo de choro de seu filho:
  • Fome

Se seu bebê estava dormindo por duas ou três horas e acordou chorando, pode querer mamar. Amamente-o, oferecendo os dois peitos alternadamente. Comece por aquele em que ele mamou por último.

Desconforto

Verifique se a fralda está suja e a troque. Veja se a roupa de cama está limpa e se ele não está com frio ou calor.

Insegurança

Um movimento brusco, luz forte ou um barulho podem fazer o recém-nascido chorar. Muitos choram durante a troca e no banho. Acaricie o bebê e segure-o com firmeza, mas com suavidade ao trocá-lo e banhá-lo.

Cansaço

Quanto mais exausto o bebê, mais difícil acalmá-lo e o choro pode alcançar proporções ensurdecedoras. Identifique o sono antes da exaustão: ele boceja e puxa as orelhas, por exemplo, antes de começar a chorar. Crie um ritual calmante que preceda a hora do sono, cantando e embalando-o ao colocá-lo no berço.

Fonte: Revista Pais & Filhos

Choro de bebê: entenda como eles fazem para se comunicar

Ele Chora Como Um Bebé Ao Ver Quem Está Em Palco. Quando Vires Quem É Também Vais Chorar?Entender o choro dos bebês nem sempre é fácil, mas logo você vai aprender (Foto: Divulgação)

Não tem jeito, até o primeiro ano de vida o bebê vai chorar muito. Quanto a isso, não há o que fazer. Até o nenê falar, o choro é a principal ferramenta de comunicação dele. Calma, mais cedo ou mais tarde você vai aprender a reconhecer por que seu filho abre o berreiro. Entender isso é fundamental para o comportamento dos pais e impacta diretamente no desenvolvimento das crianças.

Da maternidade para a casa: e agora, como cuidar do bebê?

Especialmente nos seis primeiros meses de vida, bebês choram muito pelos mais variados motivos. É o jeito deles se expressarem. Apesar de alguns estudos apontarem os possíveis tipos de choro, não há uma fórmula muito certa para aprender isso. É na base mesmo da tentativa e do erro. Fome? Cólica? Frio? Calor? Sono? Fralda suja?

Fome é a primeira reclamação

Ele Chora Como Um Bebé Ao Ver Quem Está Em Palco. Quando Vires Quem É Também Vais Chorar?A criança percebe que sua comunicação (o choro) está sendo atendida (Foto: Divulgação)

Leia também:  Como Saber Quando Ir Para A Maternidade?

Nos primeiros dias de vida, o principal motivo do choro costuma ser fome. A mãe normalmente fica naquela dúvida se amamentou o suficiente. E, quando falta leite, o bebê põe mesmo a boca no trombone.

Esse, no geral, é fácil de identificar. Basta oferecer o peito (ou a mamadeira para mães com dificuldade de amamentar). Se ele parar, problema resolvido.

Mas nem sempre a criança para imediatamente às vezes demora um pouco até perceber que está com estômago cheio.

O que também está na lista dos motivos de choro nos primeiros meses é a cólica. Não é mito, é comum bebês terem cólicas em média até os três meses de vida devido à imaturidade do sistema digestivo. E a ansiedade dos pais pode deixar a criança mais nervosa. A melhor coisa a ser feita é tentar transmitir calma e mostrar ao bebê que você está por perto.

A briga com o sono

Dormir nem sempre é fácil para os bebês. Muitas vezes eles literalmente brigam com o sono. Como não conseguem descansar, ficam irritados e começam a chorar. Por isso criar rotina de sono é fundamental.

O que também pode provocar irritação é superestimulação. Especialmente logo após o nascimento, quando a rotina de visitas é grande, as crianças podem ficar impacientes, por isso há momentos em que elas choram sem motivo.

Os recém-nascidos têm dificuldade em processar todos os estímulos que recebem – as luzes, os ruídos, passar de colo em colo – e podem sentir-se muito confusos com tanta atividade.

O choro é uma forma de dizer: “Chega!”

O que fazer quando seu bebê acorda durante a noite?

A melhor forma para acalmar os pequenos nesse momento é estabelecer uma rotina da hora do sono. De acordo com estudos, os bebês podem dormir mais rápido e por mais tempo com um passo a passo simples em um ambiente tranquilo.

Aplicativo ajuda a organizar a rotina do sono do bebê. Conheça!

Frio e calor também incomodam muito os bebês. As glândulas sudoríparas deles não estão totalmente desenvolvidas e por isso eles têm mais dificuldade para regular a temperatura. E é fácil de errar com isso, colocando roupa demais ou de menos. Outro motivo de choro é fralda suja, mas isso varia muito de criança para criança. Algumas podem ficar horas sem serem trocadas e não estranham.

Importante é mostrar atenção

Seja qual for o motivo do choro, o bebê precisa sentir que seu cuidador entendeu que ele está incomodado com alguma coisa e está fazendo algo para ajudar.

Ou seja, ele precisa sentir que tem alguém dando atenção especial para ele e que sua comunicação (seu choro) não é em vão.

O abraço, a proximidade com o batimento do coração dos pais sempre ajuda a acalmá-los, não importa o motivo da reclamação.

E acalma-se, porque o choro é normal e vai diminuindo com o passar das semanas. Pense sempre nisso!

Baixe o aplicativo do Gshow gratuitamente na loja do seu smartphone e tablet e acompanhe tudo sobre o entretenimento da TV Globo.

saiba mais

Cólica no bebê. O que fazer?

Ele Chora Como Um Bebé Ao Ver Quem Está Em Palco. Quando Vires Quem É Também Vais Chorar?

Cólica é um termo geralmente usado para descrever o choro incontrolável em bebês saudáveis.

Embora não se trate de uma doença nem represente algum dano de longo prazo para o bebê, a cólica pode incomodar bastante a criança e ser estressante para a família.

Meu bebê chora demais. Como vou saber se é cólica?

Se o seu filho tem menos de 5 meses, chora mais que três horas seguidas mais que três vezes por semana, e isso já dura ao menos três semanas, há boas chances de ser cólica.

A cólica costuma aparecer por volta de duas a três semanas após o nascimento (no caso de crianças prematuras, de duas a três semanas após a data prevista para o parto).

É normal que bebês chorem quando estão com fome, molhados, assustados ou cansados, mas crianças com cólica choram sem parar e nada consegue lhes dar conforto ou consolo. Além disso, em caso de cólica, o choro costuma ser mais alto que o normal e pode começar e parar repentinamente.

Quais são os principais sintomas da cólica?

  • Num bebê com cólica, você pode notar o seguinte:
  • Ele tem crises de choro intenso, e é difícil acalmá-lo
  • Ele encolhe as perninhas e arqueia as costas para trás, estica-se e se espreme enquanto chora
  • Ele solta puns quando chora

A cólica normalmente ataca no fim da tarde e à noite. Em casos mais difíceis, o bebê chora a qualquer hora do dia. Pode ficar difícil dar de mamar para o bebê quando ele está tão desconfortável.

Quando é que a cólica vai embora?

A cólica pode mesmo ser desesperadora para a família, principalmente porque todos estão se adaptando à nova vida com o bebê. O alento é que a cólica não é grave, não é uma doença e costuma melhorar bastante entre os 3 ou 4 meses. O pico geralmente ocorre por volta de 6 semanas.

Por que o bebê fica com cólica?

Ainda não se sabe exatamente o que provoca a cólica. Cerca de 20 por cento dos bebês apresentam cólica, e ela aparece tanto em meninos quanto em meninas, crianças amamentadas no peito ou com fórmula de leite, e tanto em primeiros filhos como em segundos, terceiros etc.

A realidade é que ainda não se sabe ao certo por que algumas crianças são mais suscetíveis às cólicas que outras. Uma das hipóteses mais fortes é a de que o sistema digestivo do bebê ainda é imaturo, o que faz a barriga doer em reação a algumas substâncias do leite materno ou do leite artificial.

As contrações intestinais do bebê estariam “desorganizadas”. Outras possíveis explicações para a cólica são:

  • O sistema nervoso do bebê ainda não amadureceu e fica sensível demais
  • O bebê sente dor porque tem dificuldade de expelir gases

Outra indicação é que o fumo durante a gravidez ou o convívio com alguém que fuma podem predispor a criança a ter cólica.

Alergia alimentar pode causar cólica no bebê?

O pediatra também pode avaliar se o bebê tem alguma intolerância ou alergia alimentar, como à proteína do leite de vaca (APLV). Embora isso não seja a causa direta da cólica, é uma das razões para o desconforto abdominal que se assemelha à cólica.

No caso de bebês alimentados com fórmula de leite, o médico pode recomendar uma especial. Se a criança mama no peito, a mãe pode seguir uma dieta restritiva, deixando de ingerir leite, queijo e iogurte por algumas semanas para ver se faz alguma diferença.

Também pode acontecer de o bebê ser sensível a algum outro alimento consumido pela mãe. Há certa controvérsia entre os especialistas, mas os principais suspeitos de alergia são trigo, ovos, nozes e castanhas, cafeína e chocolate.

Para verificar se algum desses alimentos está causando desconforto no bebê, o ideal é evitá-los por alguns dias e reintroduzir um de cada vez, deixando um intervalo no meio.

Converse com o médico se você notar que determinados alimentos deixam o bebê mais irritado.

Há algum risco para o bebê com cólica?

Não, o bebê não corre nenhum risco por apresentar cólica. Mas é preciso sempre consultar o médico para ter certeza de que se trata de cólica mesmo e não de algum outro problema que esteja causando dor ou desconforto, como uma hérnia ou infecção.

(Atenção: se a criança apresentar outros sintomas, como febre ou vômito, procure atendimento médico imediatamente. Essas ocorrências não estão ligadas à cólica.) O ruim é que, conforme o bebê chora, ele pode engolir mais ar, o que só provoca mais gases e cólica.

E é muito difícil conviver com um bebê que chora tanto. Ainda mais quando a mãe está sensível por causa de tantas mudanças hormonais, que já são motivo suficiente para ela chorar por horas e horas também.

Quanto mais tenso ficar quem está cuidando do bebê, mais difícil será acalmá-lo.

O que posso fazer para tentar consolar o bebê com cólica?

As estratégias para tranquilizar o bebê dependem da possível causa da cólica. Veja as possibilidades:

Reação ao leite materno ou fórmula

  • Pode ser que o sistema digestivo do bebê ainda seja imaturo, e que algumas substâncias provoquem dor e desconforto. O que fazer:
  • Se você está amamentando, pode experimentar fazer algumas mudanças na sua alimentação para ver se o bebê chora menos. Uma regra simples é a seguinte: procure eliminar os alimentos que causam gases em você. Entre os alimentos que se imagina que possam causar cólica estão: leite, chocolate, brócolis, couve-flor, repolho, feijão, cebola e comidas apimentadas. Mas lembre-se de que uma mãe que amamenta precisa se alimentar bem, e que o leite materno é o melhor para o bebê (bebês que tomam fórmula também têm cólica!).
  • Se seu bebê toma fórmula, pode ser que ele tenha alguma alergia ou intolerância a um componente do leite artificial. O pediatra pode prescrever uma fórmula especial.
Leia também:  Como Se Chama Uma Pessoa Que Tem Iniciativa?

Sistema nervoso imaturo ou sensível demais

Pode ser que o bebê ainda não esteja pronto para tantos estímulos que o mundo joga sobre ele. Se o choro do bebê não parecer estar relacionado com dor de barriga, experimente as seguintes táticas:

    • Segure o bebê no colo bem apertadinho, use um sling ou experimente enrolá-lo numa manta.
    • Experimente mantê-lo num ambiente sem muitos estímulos, com pouca luz e pouco barulho. Se você achar que segurá-lo no colo não está adiantando, tente colocá-lo por alguns minutos no berço.
    • Como você já deve ter descoberto, o bebê chora menos quando está em movimento. Carregue-o com você num canguru ou sling, deite na rede com ele, passeie bastante ou balance o carrinho. No caso do choro desesperador da cólica, não adianta ficar se preocupando em acostumar mal o bebê.
    • Barulhos constantes ou rítmicos, como o do ventilador, acalmam alguns bebês.
    • Chupar o dedo ou a chupeta pode acalmar o bebê. Você também pode fazer uma massagem leve.
    • Um banho morno tende a relaxar o bebê e distrai-lo no meio de uma crise de cólica. Alguns se acalmam com um jato leve de água nas costas.

Dor causada por gases

Você vai notar que o bebê se “espreme” e se contorce, e parece ter alívio quando solta um pum ou quando consegue fazer cocô. Ele também pode começar a chorar no meio de uma mamada. Algumas sugestões:

    • Ponha o bebê para arrotar depois de cada mamada. Veja mais detalhes sobre como colocar o bebê para arrotar.
    • Procure manter o bebê com a cabeça levantada na hora de dar de mamar. Se você amamenta o bebê, confira se ele está pegando o peito direitinho e experimente variar as posições de amamentar.
    • Se você dá mamadeira para o bebê, tenha certeza de que ele não está engolindo ar. Veja se o furo do bico não está muito grande, e mantenha a mamadeira sempre bem levantada, com o bico totalmente preenchido de leite. Procure os bicos anatômicos e elaborados exatamente para diminuir a entrada de ar enquanto a criança mama.
    • O pediatra pode receitar uma medicação (gotas de dimeticona ou simeticona) para ajudar o bebê a aliviar o acúmulo de gás na barriguinha. Fale sempre com o médico antes de usar qualquer truque que envolva dar alguma substância para a criança, mesmo que seja só molhar a chupeta (e mesmo que seja um fitoterápico).
    • Tente colocar uma bolsa de água quente na barriga do bebê (sempre envolta numa toalha e com muito cuidado para não queimar o bebê, que tem a pele muito sensível).
    • Procure fazer movimentos de bicicleta com as pernas dele ou massagear a barriga com delicadeza para estimular a evacuação, o que também pode ajudar.

Não aguento mais tanto choro! O que fazer?

As primeiras semanas com o bebê em casa podem ser muito estressantes, tanto para a mãe, que tende a ter uma vontade de chorar permanente, quanto para o pai, que também pode ficar abalado. Quando você achar que não aguenta mais, peça ajuda.

Reveze-se nos cuidados com o bebê e, se precisar, dê uma saída de casa para arejar a cabeça e parar de ouvir o choro, enquanto outra pessoa fica com o bebê. Procure se lembrar de que o choro do bebê não é culpa sua, e que a cólica vai passar com o tempo.

fonte: babycenter.com

O seu filho está com febre e ranho no nariz? Espere três dias e não dê antibiótico

Com a chegada do frio e da chuva batem à porta as constipações e outras infeções da via aérea e do trato respiratório. E nesta lógica de 1+1=2 nem as crianças escapam. Se é pai ou mãe, saiba que o melhor que tem a fazer, caso o seu filho esteja com febre e tosse ou nariz entupido, é esperar três a quatro dias. E diga não aos antibióticos.

“Uma coisa que os pais podem ter em atenção é que, habitualmente, as situações virais dão febre de três dias”, começa por explicar ao Observador Libério Ribeiro, Presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica.

Portanto, prossegue, “se uma criança só tem febre ou tem o nariz entupido, uma rinorreia pequena [excesso de muco nasal], tosse ligeira e não apresenta outros sinais de alarme, como dificuldade respiratória, diarreia ou vómitos, e se faz um antipirético [paracetamol] e a febre baixa, então quase seguramente que é uma infeção viral. Aí podem e devem aguardar até aos três ou quatro dias, independentemente da idade da criança”, aconselha o especialista.

Outros conselhos? Deixe a criança de repouso, hidrate-a bem, aplique soro fisiológico, se necessário, e prepare-lhe uma dieta mais ligeira.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

Libério Ribeiro acrescenta que “90% destas infeções são virais”, e, para estas, não há “qualquer necessidade de fazer terapêutica antibiótica, pois os antibióticos não têm eficácia sobre os vírus“. 

“O que acontece muitas vezes é que quando se está a trabalhar sob pressão e como não há tempo para fazer uma história completa e observação mais minuciosa da criança, acaba por o doente levar um antibiótico por uma questão de precaução. É um erro recorrente.”

O presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica chama ainda atenção para o último estudo internacional que revelou que, em Portugal, “54% das crianças tinham tomado, pelo menos uma vez, antibiótico no primeiro ano de vida”. Este número mostra a gravidade da questão, na medida em que “95% das infeções no primeiro ano de vida são virais”, põe em perspetiva.

O erro parte tanto dos pais, que automedicam os filhos com antibióticos, como também dos profissionais de saúde.

E quais as consequências da utilização excessiva de antibióticos? Além de “custos desnecessários”, a criança fica sujeita “a efeitos adversos como diarreias, vómitos, alergias” e depois “os antibióticos matam cegamente” e isso cria um grande problema de “resistência aos antibióticos“, elenca Libério Ribeiro.

Quando se fala em resistência aos antibióticos não significa que são as crianças que tomam os antibióticos que ficam resistentes, mas sim determinadas bactérias que deixam de “reagir ao antibiótico” e “poderá ser necessário tomar outro com um espetro muito mais largo e mais agressivo”, rematou.

A partir desta quinta-feira, 22 de outubro, e até ao final do ano, vai decorrer, nas farmácias de norte a sul do país, uma campanha de sensibilização para o uso correto e racional de antibióticos, lançada pela Cooprofar Farmácia.

Videos Virais

Ele chora como um bebé ao ver quem está em palco. Quando vires quem é também vais chorar

Vernon Bernard é um jovem que sofre de glaucoma e foi sujeito a 16 operações quando tinha apenas 5 anos de idade. Apesar da sua deficiência, Vernon apostou no seu sonho e foi a uma audição do programa The Voice da África do Sul. Escolheu a música “Story Of My Life” (História da Minha Vida)…

Недавняя публикация Страницы

Esta é a história de uma auxiliar de enfermagem paulista, que se dispôs a adotar um bebé abandonado pela mãe num hospital, que ninguém queria por sofrer de graves problemas de saúde.Leinimar de Farias Cruz trabalha num hospital de São Paulo, onde se

Celso Fonseca

Escolheu. Sejam felizes. M. Manuel

Esta sobrevivente de cancro da mama teve a surpresa da sua vida no último dia do seu tratamento de quimioterapia. O cancro é uma doença difícil de combater, mas para Jillian Hanson, que foi diagnosticada com cancro da mama em estágio 2 aos 25 anos, o processo foi facilitado porque ela tinha o a…

A situação que existe por todo o mundo devido à pandemia COVD-19 tem sido extremamente difícil e impactado pesadamente a economia. Consequentemente, esta família do México está desempregada, a ponto de uma das crianças decidir tentar ajudar os pais vendendo as coisas que mais valoriza. Luis …

Нравится: 10 тыс.

Aqui é onde escrevo tudo o que sinto

Нравится: 1,1 тыс.

Развлекательный сайт

Нравится: 12 тыс.

NEW SINGLE – 2017 [email protected]

Подробнее

Нравится: 36 тыс.

Aqui a tua opinião conta!

Нравится: 482

Comércio de material ótico. Inovação e qualidade a preço justo.

Нравится: 13 тыс.

Musica para dançar com Miguel Cruz, Tomás Faisca entre outros convidados. Espectáculos e variedades ao vivo.

Нравится: 290

Lifestyle

Нравится: 98

e interessante

Нравится: 411

Pura diversão!!

Нравится: 27 тыс.

Portugal

Нравится: 124

Esse tal Corona veio que nem um rei com sua coroa no devido lugar e a por tudo no seu lugar!!!!

O…

Нравится: 3,8 тыс.

Pagina de videos virais, anuncios, videos do momentos, humor e etc!

Нравится: 17 тыс.

♥ ♥ Musicas e Pensamentos! ♥ ♥

Нравится: 898

Assista vários vídeos engraçados e virais do mundo

Por que somos tão impactados pelo choro do bebê?

O choro do bebê é uma das principais formas de comunicação com a mãe – e isso não é exclusivo do ser humano. Testes realizados por cientistas do Centro Max Delbruck de Medicina Molecular, de Berlim, com camundongos recém-nascidos, apontam que os chamados vocais para expressar desconforto ou em casos de emergência são essenciais para atrair cuidado materno adequado. 

Leia também:  Como Aproveitar Um Bolo Que Saiu Mal?

Chorar é muito mais do que uma estratégia usada pelos filhotes para dizer que precisam de alguma coisa: trata-se de um recurso de defesa para garantir a sobrevivência.

Na mesma pesquisa, os cientistas observaram que camundongos com desenvolvimento prejudicado no núcleo neuronal, responsável por gerar pressão expiratória para a vocalização, são capazes de respirar lentamente, mas não emitem som.

Consequentemente, são ignorados pela mãe e morrem mais cedo. 

Os significados do choro do bebê

Para os seres humanos, não é tão diferente assim.

Como explica o neurologista pediátrico André Luis do Carmo, o choro patológico ou imotivado, que pode indicar doenças no sistema nervoso, também são reconhecidos pela intensidade.

“Ele é mais fraco, emitido por gemidos e indica dificuldade de comunicação”, diz. Caso contrário, o choro deve esconder alguma razão: bebês choram quando estão com fome, quando sentem dor, muito calor ou ao nascer. 

Logo após o parto, por exemplo, o grito é um indicativo de que está chegando ao mundo uma criança com saúde. “O parto é uma situação traumática, pois o bebê sai de um ambiente quente, escuro e protegido e de repente passa pelo processo fisiológico complexo de respirar. Portanto, sente a mudança drástica”, descreve.   

De acordo com o neurologista, é a relação dos pais e de cuidadores que permite a interpretação do choro do bebê. Com o tempo, as queixas de cólica, roupa apertada, vontade de mamar, fralda suja e outras dores vão sendo associadas a outros gestos e expressões faciais como a careta. 

“O primeiro mês é um momento de descoberta e, a partir daí, cada choro vai ganhando significado”

Cérebro adulto em ‘curto-circuito’

Se você é daquelas pessoas que parecem entrar em “curto-circuito” quando escuta uma criança chorando, saiba que não é só impressão: os gritos de um recém-nascido alertam os ouvidos dos adultos e frequentemente estimulam o comportamento de cuidado. É o que indica uma pesquisa publicada pela revista científica Cerebral Cortex, que encontrou diferença de atividades neuronais auditivas, emocionais e motoras nos adultos em resposta ao choro dos bebês. 

O estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade de Aarhus, Dinamarca, e da Universidade de Oxford, Reino Unido, utilizando uma técnica de mapeamento das atividades cerebrais humanas capaz de detectar o campo magnético produzido por correntes elétricas que existem naturalmente no cérebro.

Os autores propõem que os circuitos neurais afetivos e motores estimulam uma resposta comportamental dos pais, antes mesmo da percepção consciente, mais uma evidência de um funcionamento para garantir a sobrevivência da prole.

O interessante é que os mesmos resultados foram observados em adultos sem filhos.

“Podemos dizer que essa reação automática é como uma sensação de incômodo que, no caso de pais e profissionais que trabalham diretamente com o bebê, pode ser dessensibilizada depois de um tempo”, pondera o neurologista. Ele explica que o estímulo se mantém, mas as pessoas conseguem “desconectar-se”, pois se acostumam com aquele chamado.  

  • Saiba mais: Oito dicas pacificadoras para lidar com o choro do bebê

Presença, o melhor remédio

Se por um lado as evidências científicas indicam que a urgência em acalmar o bebê é quase “instintiva”, por outro, não saber a causa do choro pode ser motivo de angústia e culpa para os pais. A sugestão da psicóloga e educadora parental Yolanda Basílio é optar pelo toque e pela palavra.

Para ela, colo, afeto e a voz em tom acolhedor podem ser o melhor remédio quando o pranto persistir. “É bom que o corpo esteja relaxado e ofereça uma disponibilidade emocional no toque e na troca.

Caso contrário, os adultos podem transmitir a tensão ou o nervosismo e piorar o mal estar do bebê”, explica.

Se o choro é uma das primeiras formas de comunicação dos pequenos, então nada mais positivo do que os adultos estarem disponíveis para se comunicar.

Mas lágrimas e gemidos podem ser uma oportunidade de vínculo para desenvolver uma relação, dependendo da forma como a situação for encarada.

Segundo Yolanda, o mais importante é validar os sentimentos da criança e aproveitar o momento para ajudá-la a se conectar com aquela emoção.

“Escuta ativa e olhar curioso ao que a criança está vivendo são chaves para a comunicação”

Isso significa que as tentativas de distraí-las com as frases “já passou” e “não foi nada”, por exemplo, bastante comuns no dia a dia das famílias, não ajudam a trabalhar a inteligência emocional na primeira infância.

A empatia, pelo contrário, é aliada em todas as fases do desenvolvimento. Apesar disso, mães e pais podem se perdoar quando não conseguirem acalmar o choro do bebê e precisarem pedir ajuda ao pediatra ou à rede de apoio.

O melhor caminho, como sugere a psicóloga, é ensinar as crianças, desde cedo, que é permitido sentir, experimentar e expressar as emoções por meio do choro.  

Leia mais

Sou pai e não consigo acalmar o meu bebê. O que fazer?

Pesquisas apontam que o choro é o principal método de interação entre mãe e filhos e recurso de sobrevivência para os pequenos, despertando nos adultos um estímulo de alerta para o cuidado. Entenda por que isso acontece.

Ir para o início

Mãe de bebê emocionado com música garante que não há truque

O Fantástico explica como as emoções se desenvolvem numa criança. A bebê da reportagem se chama Mary Lynn e a mãe dela gosta de cantar pra filha. E capricha numa música romântica dos anos 80.

A Mary Lynn se transforma, faz beicinho, sorri e até parece que vai chorar. O pai dela postou o vídeo na internet há duas semanas e já foi visto 18 milhões de vezes. Deixou muita gente emocionada e outras em dúvida.

Mas por que ele começou a chorar?

“Não é normal uma criança chorar ouvindo uma música”, destaca a mãe Ana Patrícia Ferreira.

A partir de quando começa a nossa capacidade de se emocionar? O que que mexe com a gente? Já é conhecida a força que a música tem pra despertar os sentimentos. Mas e com os bebês? O Fantástico acompanhou mães cantando para seus bebês numa creche onde as crianças têm a mesma idade de Mary Lynn, dez meses.

“As crianças nessa idade estão com isso bem desenvolvido, essa capacidade de explorar o ambiente ter a noção de que alguns sons representam coisas. Ela então já tem uma capacidade de atenção bem maior”, destaca o neurologista Charles André.

Os bebês prestam atenção na mãe, mas será que se comovem ainda tão novinhos? Para a psicóloga Renata Castro, a bebê se comove não pela musica, mas pela ligação que tem com a mãe.

“Já perto de um ano, a criança, ela começa a desenvolver a empatia. Ela deve ter um vínculo com essa mãe muito forte. A partir do momento que ela vê a mãe cantar, por empatia, entende a emoção da mãe naquele canto e toca ela”, disse a psicóloga.

Amanda é mãe de Mary Lynn. A canadense conta que a pequena não é chorona, mas não se comove com qualquer música, só com essa. 

A balada ficou famosa na voz do cantor inglês Rod Stewart. A letra fala de um coração partido. Mas Mary Lynn compreende que é uma canção triste?

“Nós culturalmente sabemos o que é uma música romântica, o que é uma música agitada. Para criança, isso, esse aprendizado não está presente. E muito menos uma capacidade de entender aquela letra de forma clara ‘ah isso é uma mensagem triste’, explica o neurologista.

Essa capacidade só aparece mais tarde. “Dos dois aos três anos, ela já está com um vasto leque de sentimentos, emoções. Ela não está mais tão presa ao vínculo da mãe. Começa a fase do faz- de-conta, que também aguça a parte sentimental, emocional”, destaca a psicóloga.

Amanda garante que não foi truque. Senão, Mary Lynn ia chorar bem alto.

O beicinho de Mary Lynn não é o único a tremer por aí. A internet está cheia de bebês fofos que desmontam com uma cantoria.

“Eu diria para todas as mães, cante bastante pro seu filho. É uma ligação muito legal a criança ouvir cantar. Cante na hora do banho, cante na hora de dormir, cante na hora de brincar, canta na hora de acordar, porque é uma ligação muito gostosa”, diz Ana.

A Mary Lynn sabe bem disso.

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*