Do Que Os Homens Gostam Elas Querem Pensar Como…eles!?

Do Que Os Homens Gostam Elas Querem Pensar Como…eles!?

15 atitudes que mostram quando o homem está interessado

Você sabe identificar quando o homem está interessado? Bem, vim aqui te dar uma forcinha:

De uma forma em geral, as mulheres têm muitas dúvidas sobre o que os homens estão sentindo. Saber diferenciar se eles querem algo sério ou somente uma transa é uma tarefa um tanto complicada para muitas delas. Com esse artigo, quero trazer para o seu consciente 15 atitudes que mostram quando o homem está interessado.

Afinal, quando o homem está interessado?

1. Ele gosta de estar perto de você e está sempre sorrindo

Quando o homem está interessado, ele quer estar ao seu redor. Ele se mostra curioso para as coisas que você está fazendo, para a sua vida, e até para o que você fez até o dia de hoje. Claro, daqui para frente, ele espera dividir o tempo futuro com você.

Márcio, e por que ele está sempre sorrindo?

Simples. O homem apaixonado anda feito bobo. Pensando na mulher amada e sorrindo pelos quatro cantos do mundo, mostrando para as pessoas o quanto ele está de bem com a vida e com o coração acelerado. Pode ser algo comum e, ainda assim, não deve ser deixado de lado. É uma demonstração e tanto!

2. O tempo livre dele é seu

Ele não vai querer somente estar ao seu redor, ele vai querer estar com você o máximo de tempo possível. Então, qualquer tempo livre que ele tiver, ele vai entrar em contato com você para saber o que você estará fazendo.

Seja para fazer uma surpresa e buscar você depois do trabalho, da faculdade, ou até buscar você na sua casa para dar um passeio quando ele estiver livre do trabalho dele.

Feriado, fim de semana, tempo livre? Pode apostar que ele vai querer passar todo esse tempo com você.

3. Ele quer falar com você, mesmo sem ter o que dizer

Os homens, de uma forma em geral, adoram puxar assunto com as mulheres. Agora, quando ele está realmente a fim de você, ele não vai somente puxar assunto, ele vai falar sobre qualquer coisa.

Isso porque para alguns homens, enquanto ele está conversando com você, ele acredita que ele tem a porta de entrada aberta para chegar em você, para se aproximar de você.

Ou seja, ele está mostrando claramente para você que ele quer ficar ali do seu lado conversando com você sobre qualquer coisa.

Márcio, e se ele não morar perto de mim?

Nesse caso, ele pode mandar mensagem para você, através dos aplicativos. A ideia principal não se perde na distância. Pelo contrário, ele vai se fazer “presente”, mesmo sem estar presente fisicamente.

4. Ele arruma tempo para estar com você

Assim como dito no ponto 2, onde o tempo livre dele é seu, e como dito no ponto 1, ele gosta de estar ao seu redor, quando ele não tiver tempo para estar com você – e não estamos falando daqueles caras que NUNCA têm tempo para você ou que SEMPRE têm uma desculpa para não encontrar você – ele vai encontrar um tempo para estar com você. Sejam umas horinhas, ou até alguns minutinhos, ele vai fazer o impossível para estar com você. Tudo isso porque ele quer deixar para você cada vez mais claro que SIM, chiquita, ele está interessado em você.

5. Ele toca você quando vocês conversam

Continue lendo aqui: Quando o homem está interessado? Conheça 15 sinais

Veja também: Como saber se estou em um relacionamento abusivo?

Como ele pensa; como ela pensa: as diferenças entre os sexos

Lúcia Helena de Oliveira

Senhoras, não insistam em brigar com o motorista — seja ele quem for — sobre qual o melhor caminho para se chegar a algum lugar. O cérebro do homem, de acordo com especialistas da área, é comparável a um guia de ruas.

Pesquisas realizadas em diversos países demonstram que o sistema nervoso masculino é campeão na chamada percepção espacial.

As mulheres, nesse ponto, costumam dar vexame: levam muito mais tempo do que seus companheiros para localizar um ponto qualquer no mapa.

Além disso, hoje os médicos confirmam que os homens são extremamente lógicos. Resolvem qualquer problema com mais desenvoltura do que as mulheres — problema de matemática, fique claro.

Provavelmente essa tendência à lógica, marcante nos mecanismos do cérebro deles, acaba se expressando em vários momentos do cotidiano. Agir logicamente não é um talento feminino.

Esta é a opinião dos cientistas que investigam as diferenças sexuais no cérebro — uma das linhas de pesquisas mais quentes da Neurologia, empenhada em provar que homem e mulher nunca vão pensar do mesmo jeito.

COMO ELA PENSA

Escolhe palavras o tempo inteiro e sabe falar muito bem o que lhe passa na mente. Assim funciona a cabeça das mulheres.

Senhores, se precisam de um bom orador para convencer alguém a fazer algo, na verdade os senhores precisam é de uma oradora.

O cérebro da mulher, mais do que o do homem, é um gigantesco arquivo de argumentos — e isso é consenso entre cientistas do mundo inteiro que pesquisam a chamada cognição, a capacidade do sistema nervoso de captar informações e ligá-las entre si.

Pois, em todos os testes de comunicação verbal, o sexo feminino se sai muito melhor. As mulheres aprendem novas palavras mais depressa do que os homens e, ainda, usam todos os recursos do vocabulário com mais criatividade.

É claro, para persuadir alguém não basta escolher a palavra certa — também é preciso dizê-la no momento certo. Mas essa é outra qualidade feminina: a área do cérebro ligada à percepção visual parece ser ativada frações de segundo mais rápido que no homem, quando um objeto é mostrado ao casal.

Daí porque as mulheres percebem logo quando existe um novo enfeite na sala, segundo uma experiência realizada pela Universidade da Califórnia nos Estados Unidos. Enfim, com essa característica elas captam as menores diferenças na expressão de seu interlocutor.

Como pistas de que o discurso delas está dando certo ou não.

Há muito, muito tempo, as pessoas se acostumaram a rotular: os homens são assim, as mulheres são assado. Não se referem à evidente discrepância física, mas ao jeito de agir e pensar. Antropólogos, psicólogos, feministas e machistas já se debruçaram bastante sobre o tema, produzindo teorias e mais teorias.

Chegou a vez dos estudiosos do sistema nervoso. Há cerca de dez anos, caso alguém perguntasse a um deles se o cérebro masculino era diferente do feminino, a resposta seria curta e seca: o da mulher pesa em média 1,150 quilo, enquanto o do homem chega a 1,400 quilo. Tamanho não é documento de inteligência.

Simplesmente os ossos do homem são maiores do que os das mulheres, inclusive os da caixa craniana. O crânio maior, então, daria espaço para um cérebro mais folgado, cuja aparência era idêntica à de seus pares do sexo oposto. Hoje, porém, a velha pergunta provoca polêmica.

Porque há diversos estudos mostrando que cérebros masculinos e femininos têm mecanismos ligeiramente diferentes.

Por menores que sejam essas diferenças, elas mudam muita coisa em ciência. Pelo menos é o que acreditam pesquisadores sérios da área. “Daqui para frente, não se podem avaliar as habilidades das pessoas para certas tarefas analisando apenas a sua experiência pessoal. É preciso analisar igualmente a predisposição biológica.

” Quem diz isso, em entrevista a SUPERINTERESSANTE, é a professora Doreen Kimura, da Universidade do Oeste de Ontário, no Canadá. Psicóloga, ela quer ver até que ponto o comportamento está determinado nas células cerebrais. “Em suma, hoje em dia ninguém pode dizer que uma mulher borda muito bem só porque desde menina foi treinada para trabalhos manuais”, explica.

“Ora, ela borda maravilhosamente também porque tem um cérebro voltado para esse tipo de habilidade.”

Pode parecer uma provocação às feministas, mas a idéia é a seguinte: por mais que tenha sido induzido por uma mãe zelosa ou por uma sociedade que admira mocinhas prendadas, esse cérebro já tinha um talento especial para linhas e agulhas — assim como para outras tarefas que exigem a chamada coordenação motora fina, ou seja, uma precisão espetacular dos dedos.

“Essa vocação é resultado da ação de certas substâncias no cérebro no início da vida”, diz Doreen. “Elas alteram a organização dos neurônios, como são chamadas as células cerebrais, bem antes de a pessoa ouvir os conselhos da mãe ou notar os olhares da aprovação dos outros.” Quer dizer, embora o meio em que se vive seja importante, sua influência é posterior.

Doreen coleciona testes que mostram as diferenças nas habilidades de homens e mulheres. Embora, neles, sempre existam exceções, como homens que dariam excelentes bordadeiros, sem que isso signifique que sejam homossexuais. É bem verdade que esses exames citados pela psicóloga não provam por si a tendência biológica a desenvolver habilidades. “São apenas um indicador”, reconhece.

Segundo ela, o importante é que os voluntários tinham a mesma média de QI. “Não queremos discutir a inteligência dos dois sexos, mas a forma como homens e mulheres aproveitam a sua inteligência”, enfatiza. E eles tendem a não fazer isso da mesma maneira. Os sinais de disparidade aparecem cedo.

Um estudo feito pela equipe de Doreen no Canadá mostra que garotos de 3 anos são melhores em atirar bolas no alvo do que garotinhas da mesma idade — e, como indicam aqueles testes reunidos pela pesquisadora, acertar em alvos é um dos talentos predominantemente masculinos.

É o caso de perguntar: como será que os garotos podem ser mais talentosos, se meninos e meninas possuem basicamente a mesma bagagem genética? A única exceção, de fato, é um cromossomo entre os 46 que se encontram dentro de cada uma das células do organismo. Mulheres têm um cromossomo X no lugar em que os homens têm um cromossomo Y.

Leia também:  Como Provar Que Um Triangulo É Isosceles?

Este cromossomo não se manifesta até a décima semana de vida fetal. Portanto, nesse período das dez primeiras semanas, qualquer feto se desenvolve no sentido de formar um corpo de menina. Então, a entrada em cena do cromossomo Y induz o aparecimento dos testículos e estes, uma vez prontos, produzem o hormônio sexual masculino chamado testosterona.

Esta substância é responsável pelas características típicas do homem, como a barba do adulto. E recentemente os cientistas passaram a desconfiar de que ela estimula o cérebro a ativar mais os neurônios de determinadas áreas do que de outras. O que, de seu lado, tornaria a pessoa mais apta a certas tarefas do que a outras.

A desigualdade de ativação corresponderia a uma desigualdade de comportamento, entre machos e fêmeas. É uma teoria.

As fêmeas de todos os mamíferos, incluindo, claro, as do homem, também possuem hormônio sexual masculino em seu organismo, mas em doses ínfimas.

Mesmo assim, em quantidades minúsculas, ele afetaria a ativação dos neurônios no cérebro feminino — só que, talvez, de uma maneira inversa à de seu sexo oposto. A questão é que os cientistas não podem realizar experiências precisas para analisar a ação da testosterona no cérebro humano.

Para isso teriam de injetar a substância ou dar um jeito de privar o organismo de sua presença — e tanto uma coisa quanto a outra teriam conseqüências desastrosas.

Por essa razão, um grande número de estudos utiliza cobaias. Um dos pioneiros foi realizado pela Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, há quatro anos. Os pesquisadores castraram ratos machos, instantes depois do nascimento.

E, assim, notaram que o comportamento de montar na fêmea, como fazem no acasalamento, tornou-se raro. Em compensação, os ratinhos castrados apresentaram sinais de lordose, como se chama um arquear exagerado da coluna vertebral.

Ora, nos ratos, esse é um problema típico das fêmeas, que arrebitam o bumbum para atrair parceiros. Conclusão: a ausência do hormônio induziu o cérebro a alterar o comportamento sexual. Com as fêmeas, não foi diferente.

Ao receberem injeções do hormônio sexual masculino passaram a trepar no corpo das companheiras, como fazem os machos que buscam o acasalamento.

A área do cérebro que governa o comportamento sexual é o hipotálamo — uma estrutura escurecida e estreita, na base da massa cinzenta. Há três anos, em 1991, pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, descobriram que determinada área do hipotálamo dos ratos machos é maior do que nas fêmeas.

E essa diferença de tamanho, provaram os americanos, é causada pela testosterona que circula no cérebro do animal recém-nascido.

No final do ano passado, a mesma equipe divulgou que no cérebro humano existe uma diferença semelhante entre homens e mulheres — só não sabem, por enquanto, se ela também aparece nos primeiros dias após o parto, motivada pelo hormônio sexual.

Os hormônios sexuais não influen-ciam só o comportamento de reprodução”, conta o neurologista Esper Cavalheiro, da Escola Paulista de Medicina. “Eles têm a ver com a maioria dos comportamentos em que homem e mulher diferem.

” O curioso é que, em termos de cérebro, o hormônio sexual testosterona parece só ter efeito em um período crítico, entre a fase fetal e os primeiros dias de vida. A falta ou o excesso dessa substância, passado esse tempo, muda as características físicas, mas não altera o comportamento das cobaias.

Com os seres humanos ninguém sabe até onde vai essa influência. Pelo sim, pelo não, vários pesquisadores estão medindo o nível de hormônios masculinos dos voluntários antes de submetê-los a testes psicológicos, em que devem resolver diversos tipos de problemas.

A canadense Doreen Kimura faz isso: analisa a dosagem da testosterona presente na saliva dos participantes dos testes. Não são apenas os hormônios sexuais, porém, que entram na jogada cerebral.

Há indícios, por exemplo, de que os homens são de fato mais durões do que as mulheres — e a causa, no caso, não estaria na substância secretada por seus testículos, ou seja, em um hormônio sexual. Porque os cientistas descobriram que o hormônio prolactina — não-sexual — ajuda o cérebro a provocar o estado do choro.

E esse hormônio, fabricado no próprio sistema nervoso, é mais presente no organismo das mulheres. Faz sentido. Ele participa diretamente da produção de leite, no período de amamentação do bebê. Daí que as mulheres teriam, biologicamente, uma propensão maior a cair no berreiro. Se depender do ânimo dos cientistas, não vão faltar diferenças — algumas que nada têm a ver com o cérebro em si — tornando os sexos cada vez mais opostos.

Uma coisa se pode afirmar com segurança: muitas diferenciações de comportamento estão marcadas de fato no sistema nervoso. Como surgiram é outra conversa, tão fascinante quanto incerta. Imagina-se que as diferenciações tenham se originado por causa de vantagens, do ponto de vista da evolução das espécies.

Talvez as especializações do sistema nervoso feminino e masculino tenham surgido por causa da divisão de trabalho que existia nas sociedades primitivas. O homem, então, teria desenvolvido a capacidade de se localizar no espaço, porque uma boa noção de geografia era essencial em suas saídas para a caça.

A mulher, por sua vez, teria necessidade de aprimorar a percepção visual, para notar eventuais ameaça à segurança dos filhos, enquanto o companheiro estava ausente.

São divagações que os cientistas fazem, sem que no entanto possam garantir que essa ou aquela seja a origem das diferenças que constatam em seus laboratórios.

  • Para saber mais:
  • Sexos opostos
  • (SUPER número 9, ano 2)
  • Os verdadeiros segredos dos sexos
  • (SUPER número 3, ano 4)
  • O curto-circuito do orgasmo (SUPER número 11, ano 4)
  • O lado feminino do Brasil colonial
  • (SUPER número 4, ano 8)
  • Macho, mas por pouco tempo
  • (SUPER número 3, ano 9)
  • Ciência do desejo

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  1. (SUPER número 6, ano 10)
  2. Os doze destaques dele
  3. Estatura
  4. Ele é, em média, 15 centímetros mais alto do que a mulher
  5. Força física
  6. 40% de seu peso são músculos, enquanto na mulher a massa muscular não chega a representar 23% dos quilos apontados pela balança
  7. Câncer de pele
  8. Para cada três homens com a doença, há apenas uma mulher na mesma situação
  9. Loucura
  10. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), 58% dos pacientes de instituições mentais são do sexo masculino
  11. Sentir frio
  12. Ele é mais friorento, apesar de a mulher levar essa fama
  13. Narcisismo
  14. 68% dos homens gostam de se ver nus, enquanto apenas 22% das mulheres aprovam a imagem do próprio corpo sem roupas
  15. Apetite
  16. Ele é responsável por 61% do consumo mundial de fastfood e, em média, bebe duas vezes mais refrigerantes do que a mulher
  17. Acidentes de carro
  18. Duas em cada três trombadas graves, de acordo com a OMS, são provocadas por um homem no volante
  19. Tabagismo
  20. Ele consome cerca de meio maço de cigarro a mais por dia do que a mulher fumante. Além disso, existem 20% de fumantes a mais no sexo masculino
  21. Problemas de aprendizagem
  22. Dez em cada 100 garotos têm dificuldade para aprender a ler, contra só 3% das meninas
  23. Dor nas costas
  24. Ele representa 69% dos pacientes em tratamento de coluna
  25. Alcoolismo
  26. Ele consome 40% mais álcool do que a mulher e tem o dobro de chance de se tornar alcoólatra
  27. Reações opostas

Será que a dosagem dos hormônios sexuais influenciaria na noção de espaço de uma pessoa? Os médicos passaram a ter essa suspeita ainda no início dos anos 70.

Eles notaram que garotas com uma doença congênita — a chamada hiperplasia adrenal — tinham muito mais percepção espacial do que meninas saudáveis da mesma idade. Detalhe: no organismo dessas pacientes havia níveis terrivelmente elevados do hormônio sexual masculino.

Daí surgiu a idéia de que quanto maior o volume da substância típica dos homens, melhor a habilidade da pessoa para lidar com espaços. Hoje se sabe que as coisas não funcionam bem assim.

De fato, há uma relação entre esse hormônio e a capacidade de uma pessoa se localizar e situar objetos em determinado espaço. No entanto, nem sempre ter mais hormônio sexual é uma vantagem — tudo vai depender do sexo, como mostrou uma experiência recente, realizada pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

Foram selecionadas pessoas com níveis normais de hormônio sexual masculino.

Mas, dentro dessa faixa de normalidade, as minínas diferenças hormonais correspondiam a diferenças na percepção espacial, analisada em testes psicológicos.

E, no caso, dosagem acima da média no homem tem o efeito inverso de hormônio acima da média na mulher. Isso prova que seus cérebros são tão diferentes que reagem de modo diverso a uma mesmíssima substância.

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  • Como funciona
  • Corpo humano
  • Curiosidades
  • Mistérios do cérebro humano

Saiba o que os homens procuram em uma mulher para casar

Acredite ou não: as mulheres não são as únicas que fazem uma listinha de características que o homem ideal precisa ter. Segundo o site

Homens tem lista de qualidades que procuram em uma mulher para casar
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Madame Noire

, os homens também têm uma lista sobre o que eles não conseguem tolerar em um relacionamento.

Veja as características que eles querem para sua futura esposa:

Boa comunicação A comunicação é a prioridade para os homens. Eles procuram mulheres que respondem as perguntas com honestidade e tenham opiniões próprias. Homens querem esposas capazes de se defender e que falam como realmente são.

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Segura e confiável Os homens querem uma mulher que não esteja desesperada por um relacionamento.

Geralmente as mulheres querem 24 horas por dia de atenção e adoração e tendem a começar e terminar relações muito mais vezes do que os homens.

Em contradição, eles querem que suas parceiras tenham uma identidade separada. É importante que as mulheres tenham os seus próprios amigos e interesses.

Sem manipulação Os homens não querem ser manipulados e normalmente tem pouca tolerância para os joguinhos criados por elas. Eles não querem ter que ler a mente da parceira ou ter que interpretar os sinais criados. As vezes elas escondem seus verdadeiros sentimentos e muitas vezes fingem estar interessadas em outros homens para ter o parceiro implorando pelo seu amor.

Se você gosta de um homem, dedique tempo e atenção a ele. Retorne as chamadas e mostre que você está evitando outras paqueras.

Emocionalmente estável Os homens querem uma mulher que consegue andar com seus próprios pés. É importante saber lidar com as emoções de forma responsável e saber quando eles estão recebendo o melhor de cada situação.

Eles costumam ser seres práticos se comparados com as mulheres, que tendem a basear as decisões sobre as emoções.

Verdadeiro compromisso Fidelidade e lealdade são necessidades absolutas para os homens. Diferentes do que as mulheres pensam, o homem não quer só sexo e procura uma mulher que não comprometa o coração dele. As moças pensam que eles não são confiáveis, fiéis e que tudo vai acabar quando a relação não está bem… Eles também tem medo de perder.

Desde o começo da relação, se interesse por saber o que ele faz no tempo livre, que tipo de influência os amigos tem sobre ele e se ele é facilmente suscetível à pressão dos colegas. Essas perguntas colocam sua confiança em jogo se não estiverem claras.

Madura Há uma razão pela qual muitos homens, quando crianças, perguntam para a mãe se ela quer casar com ele. Homens gostam de ser cuidados.

Muitas mulheres acabam diminuindo o ego dos homens na forma que os tratam. Eles preferem ser elogiados e reconhecidos a toda hora.

Não seja “fácil” Os homens querem uma mulher quente para mostrar, mas não uma mulher que parece ser “fácil” e que poderia constrangê-lo na frente de sua família e amigos.

No começo do namoro uma mulher não deve fazer comentários que sejam abertamente sexual porque ela ainda está criando a primeira impressão. Usar uma linguagem excessivamente sexual faz ele pensar que você é alguém de apenas uma noite. Você pode flertar desde que não seja nada muito agressivo.

Quando o relacionamento fica mais sério, acaba se tornando mais íntimo e um toque sexual e demonstrações públicas de afeto são mais adequados. Seja sempre você mesma.

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Manter um casamento não é tarefa fácil. Requer esforço, dedicação, amizade e muito amor. Veja seis itens que indicam sucesso no casamento

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Visão | O que elas mais gostam nos homens

Afinal, eles não têm de se preocupar e podem ficar bem mais tranquilos. O que elas procuram neles é apenas uma simples… “salada de frutas”. Nada de especial!

Elas são todas únicas e diferentes. Mas as semelhanças no que respeita ao que mais gostam nos homens são mais que muitas. E o mais curioso é que as de vinte e as de quarenta concordam em muitos pontos.

  • Será que vieram todas de Vénus e antes de descerem à Terra assumiram o compromisso de aceitar essa “missão impossível” que é encontrar um “exemplar da espécie masculina” com determinadas características?
  • Será que o “prémio” atribuído por tal descoberta é uma “nave espacial” para viajarem os dois pelo espaço e serem felizes para sempre num palácio encantado, construído em cima de uma estrela?
  • O que é que as mulheres procuram num homem?

Algumas coisas sabem, mas outras talvez não lhes passem pela cabeça! Ou, se passam, é quando elas o referem, mas como raramente faz muito sentido, abanam a cabeça e pensam: “Que chata, outra vez com a mesma conversa” e logo esquecem! E, quando o discurso se torna repetido, alguns “ligam à terra” – não ouvem, apenas vêem os lábios a mexer!

  1. Afinal, o que é que elas gostam e querem?
  2. A que homens é que elas não tem vontade de fazer um “lifting emocional”, “colocar botox sentimental”, “trocar de olhos”, substituir a personalidade, mudar os neurónios, começar uma psicoterapia, fazer uma lavagem cerebral?…
  3. O homem que a maioria das mulheres quer ao seu lado tem de ser um super homem?

Não posso generalizar, mas ao longo dos anos, acompanhando casais, apercebi-me que as mulheres, ao contrário do que eles pensam, não querem “super homens”, que sejam “super” em tudo. Para “super” bastam elas!

O que muitas mulheres querem, senão a maioria, é tão só, uma “salada de frutas”! Algo rápido e muito nutritivo!

Se é homem, e está a ler este artigo, tome nota da receita.

Ingredientes:

Uma melancia “sem pevides” de confiança e respeito:

  • A minha experiência com casais revelou-me nos últimos anos, que para as mulheres, poder confiar e sentirem-se respeitadas são fatores muito importantes na aproximação e “alicerces” fundamentais de uma relação.
  • Qualquer mulher procura um homem em quem possa confiar e um homem que a respeite.
  • Cada vez mais as mulheres se recusam a aceitar que os seus companheiros traiam a sua confiança e as desrespeitem.
  • No entanto, infelizmente ainda existe um logo caminho a percorrer.

Uma meloa grande de atenção:

As mulheres querem homens que lhes dêem atenção. Atenção genuína. Que tenham disponibilidade para lhes dar essa atenção. Não significa que tenham que ficar horas a olhar para elas.

Mas elas precisam sentir que o seu companheiro as olha e as vê. Não existe nada que irrite mais uma mulher do que pedir atenção e sentir indiferença.

A atenção às suas necessidades emocionais, físicas, ou de qualquer outra ordem, o cuidado, a amabilidade, são das atitudes mais valorizadas por qualquer mulher.

Podem ser apenas alguns minutos, mas se conseguir fazê-la sentir que está verdadeiramente interessado em perceber o que com ela se passa, isso significará para ela que é prioridade na sua vida e vai fazer com que se sinta muito feliz.

Um cacho de uvas grande de conversa:

Mulheres e conversa são “sinónimos”! Elas nasceram a conversar e passam a vida a conversar. Conversar para as mulheres é como beber água, comer e dormir. As mulheres decidem conversando! Elas procuram homens que conversem, especialmente sobre afetos, mas não só. Elas procuram homens que as façam sentir escutadas.

Um quilo de cerejas de afetos:

Mulher vive de afetos. Ter uma relação amorosa muito gratificante sob o ponto de vista emocional, psicológico e sexual continua a ser o “sonho cor- de-rosa” da maioria das mulheres. Ternura, mimos, carinhos, toque, e colo, sem serem “papás”, possessivos, controladores ou dominadores.

Um quilo de morangos:

Quase todas as mulheres são muito românticas. Elas gostam muito de ser surpreendidas e a maior parte dos homens esquece-o.

Elas sentem-se muito atraídas por homens românticos que as surpreendem com pequenos pormenores que fazem toda a diferença.

Passeios românticos, bilhetinhos, sms, telefonemas, flores roubadas, frases no espelhos do carro, convites para jantar à luz das velas… quanto maior a imaginação melhor! Elas apreciam muito homens criativos!

Duas laranjas de partilha:

Partilha de emoções, de ideias, de desejos, de sonhos, de projeto de vida, de tarefas domésticas… As mulheres procuram e gostam de homens que partilhem a sua vida e a sua “mente” com elas.

Quatro quiwis de valorização:

Todos, enquanto seres humanos, gostamos de ser reconhecidos e valorizados. As mulheres querem homens que saibam as saibam “ver” e elogiar e que as façam sentir especiais.

Uma manga de positivismo e sentido de humor:

As mulheres gostam de homens que as façam rir, de preferência muito, que sejam positivos, otimistas, “boa energia”.

Quatro maças de amizade:

As mulheres procuram um homem que seja o seu companheiro, o seu Amor, o seu Amigo.

Uma papaia de autoconfiança:

Homens inteligentes, auto-confiantes, com amor-próprio, determinados, com “carisma”, sensíveis, autênticos, verdadeiros são os que elas mais apreciam.

Quatro pêssegos de altruísmo:

  1. Um homem que se saiba colocar no seu lugar, que consiga sentir o que ela sente.

  2. Segundo um recente estudo efectuado por Daniel Farrelly da Universidade de Worcester, o altruísmo é um traço de perfil muito importante para as mulheres no que diz respeito ao homem da sua vida.

  3. As mulheres sentem-se atraídas por homens bonitos, mas se tiverem que escolher, preferem os altruístas.

Para decoração: algumas nozes, amêndoas, avelãs e passas, de “sex appeal”

A imagem é, num primeiro encontro, o que faz despertar o encantamento e a paixão.

Mas, muito para além de homens bonitos, atraentes, charmosos, sexys, musculados, altos, de olhos claros, galãs, o que tendencialmente uma mulher procura numa relação é um homem que consiga sentir o que ela sente e “ver” quem ela é. Um homem que partilhe afetos, emoções, sentimentos, que estimule o melhor que existe em si e que a aceite, na sua perfeição imperfeita.

Apenas … uma simples “salada de frutas”!

Crítica | Do que os Homens Gostam (2019): vinte anos atrasado – Cinema com Rapadura

No ano 2000, Mel Gibson era um dos principais galãs de Hollywood. Foi protagonista de “Do Que as Mulheres Gostam”, interpretando um homem que ganha a habilidade de escutar o que as mulheres estão pensando. Muita coisa mudou na sociedade em vinte anos.

Certas piadas e comportamentos não são mais aceitos.

Seguindo caminho contrário dessa evolução, o diretor Adam Shankman (“Rock of Ages: O Filme”) achou apropriado contar o outro lado dessa história em “Do Que os Homens Gostam”, um remake do original.

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Dessa vez, a história gira em torno de Ali Davis (Taraji P. Henson), uma empresária que trabalha em uma agência esportiva que conta com 99% de funcionários do sexo masculino.

Ela é responsável por fechar o contrato com diversos atletas olímpicos, mas seu trabalho ainda não é considerado bom o suficiente por seu chefe.

Assim, ela segue lutando contra um sistema que funciona a favor dos homens.

Para tentar se destacar e conseguir virar sócia da empresa, ela conta com a ajuda de Brandon (Josh Brener), seu fiel assistente, para assinar um contrato com um novo cliente: o jovem Jamal (Shane Paul McGhie), um talentoso jogador de basquete,  e seu pai/empresário Joe ‘Dolla’ Barry (Tracy Morgan). Enquanto isso, ela se envolve com Will (Aldis Hodge), um pai solteiro e que trabalha como barman em um pub.

Para afogar as mágoas, Ali encontra as amigas e se consulta com uma taróloga. Após tomar um tipo de chá alucinógeno, ela vai para uma balada, fica bêbada e bate a cabeça. Quando acorda, percebe que está escutando tudo o que os homens pensam. A maioria dos comentários são sobre o corpo dela ou coisas vergonhosas, como pessoas fingindo que estão trabalhando, por exemplo.

A premissa contém as melhores piadas do filme, mas cansa logo pelo texto raso.  Com o novo talento, Ali passa a usar a qualidade para o seu próprio bem, seja em um relacionamento ou no trabalho. Ela consegue falar tudo aquilo que os personagens masculinos estavam esperando, conseguindo agradar em todas as negociações. Isso tudo até ela se atrapalhar como em uma típica comédia pastelão.

Com um roteiro baseado em estereótipos, incluindo piadas machistas e homofóbicas, a impressão que passa é a de que o filme foi feito com um atraso de vinte anos. Para piorar, o texto de Jas Waters (da série “Kidding”) e Tina Gordon (“A Chefinha”) explica informações mais do que precisa.

Se o título já não entrega o suficiente, antes da grande mudança, ela declara que “queria muito saber como lidar com os homens” e pouco depois, um deles responde: “parecia que você sabia tudo o que eu queria”. Não é nem o espectador seja conduzido pela mão, são muitos níveis acima.

Ele praticamente é segurado no colo, da forma mais desnecessária possível.

A crítica direcionada ao sexismo é clara e recorrente. Se o personagem de Mel Gibson aprendia sobre a importância da empatia, no filme atual, a empresária entende melhor sobre o seu próprio comportamento. Porém, Taraji P. Henson atua de maneira exagerada e todos os clichês estão por aqui, desfazendo os poucos pontos positivos que a narrativa possui.

Ao invés de atualizar a proposta da produção original, “Do Que Os Homens Gostam” retrocedeu. Com um universo de possibilidades, Adam Shankman preferiu repetir para não inovar. Só que fez de um jeito muito pior.

Os homens que gostam muito das mulheres

 Virou moda falar mal dos homens que têm muitas parceiras. Num mundo em que a opinião das mulheres é cada vez mais importante, o sujeito comedor, galinha, cafajeste e sem vergonha tornou-se uma espécie de inimigo público número 1.

É o tipo de homem que as mulheres não desejam para a sua amiga, odiariam ver ao lado da filha, mas, quem sabe, talvez ficasse bem no sofá da sua própria sala, ou naquela mesa firme da cozinha… Mas, bem, eu estou me adiantando.

O que eu queria dizer, primeiro, é que esse julgamento severo contra os sedutores esconde moralismo raso e uma forma utilitária de ver o mundo.

Qual o problema com o sujeito que se relaciona com várias mulheres e não se fixa em nenhuma delas? Não existe lei ou código de ética que obrigue o sujeito a namorar, casar e montar família se ele não se sente inclinado a isso. É uma questão de estilo de vida e de escolha pessoal. Há quem goste de viver acasalado, há quem goste de ser livre. Isso não deveria ser material de debate ou julgamento. É um direito elementar.

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Mas a recusa masculina em se domesticar, sobretudo se parte de homens atraentes, desperta reações emocionais violentas. Coletivamente, a solteirice deles é vista como um desperdício social e genético.

Como um cara desses se recusa a ser o meu príncipe encantado? Pessoalmente, algumas mulheres ficam ofendidas porque o sujeito seduz e envolve, mas não se deixa envolver e seduzir na mesma proporção. A recusa dele magoa e faz sofrer as mulheres que ele conquista – e isso tornaria o sedutor uma espécie de criminoso emocional. No mínimo, um predador de moças incautas.

Será? Mesmo com boa vontade em relação às mulheres, não consigo vê-las como vítimas nessa situação. Obviamente, o sujeito que transa com todas as mulheres conta com a cumplicidade delas. Um galinha só consegue ser galinha porque muitas mulheres gostam dele. Elas disputam a sua companhia e lhe abrem a porta da sua intimidade.

Em qualquer grupo de amigos ou local de trabalho, todo mundo sabe quem é o cara que pega todas as garotas. Se ele continua pegando é porque elas gostam – então é o caso de assumir a responsabilidade moral por isso, em vez de jogar a culpa no sujeito. O século XXI não é o das coitadinhas.

Aqui começa a segunda coisa que eu gostaria de dizer: os caras que seduzem as mulheres não são todos iguais. Há pelo menos dois tipos básicos, que têm pouco em comum entre si, mas costumam ser injustamente confundidos. O primeiro, que as mulheres realmente desprezam, é o carente.

Ele pode ser bonito e bom de conversa, mas é, fundamentalmente, um cara que precisa patologicamente de atenção. Sexo com ele é secundário e, segundo eu ouço, de segunda linha. O carente corre atrás das mulheres porque não se aguenta sozinho por cinco minutos, não porque goste especialmente delas. Se você deixá-lo no restaurante, vai xavecar a garçonete.

Se você for ao banheiro, ele vai dar em cima da sua mulher. O cara é compulsivo, um bebezão desamparado que estica os braços para toda mulher bonita que passa. Diz e faz o que for necessário para ganhar um colinho, depois tchau. Esse tipo de sujeito, na verdade, não presta muita atenção na mulher dele. Não por muito tempo, ao menos.

Ele está preocupado demais consigo mesmo e com a próxima mulher da vida dele, que acabou de passar pela porta. Por isso a fila anda tão rápido. Ele precisa renovar seus objetos de afeto para manter o interesse. E as mulheres também não o aguentam por muito tempo. Na intimidade, esse tipo de cara parece ser um saco de problemas, que elas logo se cansam de carregar. Ou não…

Conheço mulheres que ficaram apegadas por longo tempo, sofrendo como personagem de novela. Voluntariamente. Esse Dom Juan infantil e compulsivo pouco tem a ver com o segundo tipo de sedutor, os caras que gostam muito das mulheres. Esses são minoria em relação aos carentes e herdam parte da má reputação que eles constroem. Mas não deveria ser assim.

Como qualquer mulher que já se envolveu com um deles pode atestar, o cara que gosta muito das mulheres costuma ser uma excelente experiência, por várias razões. A mulher é a prioridade dele. Enquanto os outros homens se distraem com trabalho, futebol e leitura, esse sujeito investe o tempo e a admiração dele no sexo oposto. Liga, frequenta, cultiva.

Tem energia para sair de noite, para esticar a conversa, para transar quando os outros já estão dormindo. Ele mantém o foco. Não há risco de que fique no sofá, vidrado na TV, enquanto a gatinha espera na cama de camiseta e calcinha. Nem vai acontecer daquele fim de semana passar em branco porque ele está exausto.

O cara gosta demais do corpo, do jeito e do cheiro da mulher para permitir que ela se entedie. Para ele, cada momento de intimidade com ela é uma festa. Esse tipo de sedutor tem sucesso entre as mulheres porque é autêntico. Ele não finge sentimentos que não tem nem faz promessas que não está disposto a cumprir.

Joga limpo e entrega a mercadoria que promete: muita atenção, sexo intenso e, quem sabe, um bom romance. Por não ser um patológico, ele às vezes se envolve, mas não é fácil mantê-lo por perto na exclusividade. Há muitas mulheres irresistíveis no mundo para quem gosta tanto delas. Há muitas mulheres dando mole para os homens que sabem fazê-las felizes. Eles são concorridos. Mesmo assim, o homem que gosta muito das mulheres se apaixona. Ao contrário do carente, que não sustenta nada emocionalmente, ele fica, participa, constrói. Ainda que não dure para sempre, como quase nada dura. Se durasse para sempre, aliás, talvez ele deixasse de ser o homem que gosta demais das mulheres e se tornasse apenas um marido, com tudo de bom e mau que isso implica.

Logo, eu pediria às mulheres que tirassem esse tipo de sedutor da lista de procurados pela Polícia Federal. Eles são do bem.

Podem quebrar um coração ou outro ao longo do caminho, mas quem nunca fez isso? Na conta geral, distribuem muito mais satisfação do que provocam sofrimento. Eles ajudam marcar na régua a intensidade a que pode chegar uma relação. Eles ficam na memória como coisa boa.

Eles proporcionam, com todos os seus problemas, um tipo de relação que todo mundo deveria ter algum dia na vida: sem futuro, mas com um presente inesquecível.

  • Ivan Martins escreve às quartas-feiras.
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