Como Ver Quando A Conta Foi Criada No Lol?

Como Ver Quando A Conta Foi Criada No Lol?

Entenda as diferenças fundamentais entre o League of Legends e Wild Rift!

O primeiro grande sucesso da Riot Games, League of Legends foi lançado em 2009, e rapidamente se tornou um fenômeno mundial.

O título se tornou um dos grandes responsáveis não apenas pela popularização dos e-sports, como também do próprio gênero MOBA.

Inspirado em Defense of the Ancients, o famoso DotA, o jogo foi desenvolvido como um multiplayer online que coloca dois times de 5 jogadores um contra o outro, cada um visando defender sua metade do mapa e conquistar a do inimigo.

Ainda assim, nos mais de dez anos do LoL, ele não foi o único que cresceu.

Os aplicativos mobile que inicialmente foram colocados à margem e não considerados jogos “de verdade” ganharam cada vez mais espaço, criando um mercado rentável para empresas e muitas vezes mais acessível para o público graças aos smartphones.

Ao longo dos anos, esses games se diversificaram, trazendo títulos de diversos gêneros e inspirados em várias franquias famosas para esta nova plataforma.

Agora, chegou a vez do League of Legends com o lançamento de Wild Rift.

O mais novo título da Riot adaptou o famoso jogo de PC para os dispositivos móveis, e já chegou fazendo um enorme sucesso.

Apesar disso, por se tratar de uma nova plataforma, muito precisou ser adaptado e modificado, e há algumas diferenças notáveis entre os dois títulos.

Quer saber tudo de mais importante que muda na nova versão? Então continue aqui e vamos explorar as grandes diferenças entre os dois Rifts da Riot Games!

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Mudanças no mapa

Quem conhece Summoner’s Rift certamente encontrará algumas diferenças notáveis ao se aventurar em Wild Rift.

O jogo mobile foi feito do zero, isto é, criado como algo completamente novo ao invés de simplesmente utilizar elementos já existentes em League of Legends e transferi-los para a versão dos dispositivos móveis.

Isso foi uma escolha que visava tornar a experiência mais dinâmica e compatível com a nova plataforma, que tende a conter títulos com jogabilidade mais simples e que podem ser jogados por breves períodos de tempo. Assim, o título mais recente da Riot foi construído em uma nova engine, ou seja, utilizando um software novo.

Isso resultou em um mapa com visual atualizado, embora esta não seja a única mudança pela qual este elemento do jogo passou. O próprio design da arena foi levemente alterado, e pode causar um pouco de estranhamento para quem espera algo idêntico ao LoL. As diferenças não são enormes, embora sejam notáveis.

O posicionamento de certos itens, como as torres, é uma das maiores mudanças, já que afeta o funcionamento das próprias partidas. Outro ponto relevante é a maneira espelhada como o mapa funciona, já que nomenclaturas como Top e Bot deixam de ter significado no jogo de celular graças a isso.

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O mapa de Wild Rift.

O novo Rift conta com três torres em cada rota, tal qual no próprio League of Legends.

A diferença é que estas são as únicas torres, e as que protegeriam o Nexus não se encontram nesta versão.

De modo semelhante, o jogo mobile também não possui inibidores, que na versão de PC não atingem os jogadores como as torres, mas são os responsáveis por gerarem super-tropas quando destruídos.

Para compensar a menor quantidade de defesas do Nexus, ele próprio age como uma torre. Isso significa que, ao se aproximar do objetivo final sem minions, o jogador recebe dano assim como receberia das torres.

Desse modo, certas jogadas que às vezes ocorrem no LoL não podem ocorrer aqui, como quando apenas o Nexus precisa ser derrubado e um jogador aproveita o descuido do outro time para destruí-lo e vencer o game.

Outra mudança que afeta a jogabilidade em grau menor é o posicionamento do frutomel. A famosa plantinha verde que regenera vida e mana se encontra apenas nos rios em Summoner’s Rift. Por sua vez, no jogo mobile há algumas destas também nas rotas, o que dá mais sustentação aos jogadores.

Já na selva, os monstros são encontrados nos mesmos locais em que estão no League of Legends, mas contam com outras alterações.

Além de terem um tempo mais breve até reaparecerem, seus buffs são ainda mais significativos do que na versão de PC. Isso acontece porque as partidas em Wild Rift foram pensadas para acontecer de modo mais breve.

É raro, por exemplo, que uma equipe chegue a capturar um Dragão Ancião.

Você pode conferir um pouco da jogabilidade e ter uma noção melhor do mapa no vídeo abaixo:

Por fim, outra alteração relevante é o espelhamento do mapa. Em League of Legends, uma das equipes fica com a parte superior do mapa, mas isso trouxe dificuldades para a versão de celular, principalmente por conta da ergonomia.

Assim, em Wild Rift todos os jogadores ficam na parte inferior, o que foi resolvido através do espelhamento do mapa.

Na prática, isso significa que quem fica no papel equivalente ao Solo Top do LoL pode se encontrar na rota inferior do novo Rift.

Parece bastante confuso, mas o jogo faz de tudo para deixar isso mais simples o possível. Por causa disso, os nomes das rotas mudaram visando evitar confusão.

Assim, elas se orientam de acordo com os objetivos mais importantes que ficam mais próximos de cada rota, sendo chamadas de Rota do Barão e Rota do Dragão.

Tal qual na versão de PC, quem fica na lane próxima ao local em que o Dragão surge é a dupla formada por um suporte e um atirador. Já o caminho ao lado do Barão é ocupado por um jogador solo.

Para refletir essas mudanças, os ícones de cada rota foram alterados.

No Wild Rift, um machado representa a Rota do Barão, buscando sugerir a ideia dos campeões fortes e mais tanque que ocupam este papel.

Já o ícone do que seria o Bot passou a de fato representar um atirador, pois de acordo com os desenvolvedores mostra um ícone que sugere ao mesmo tempo duas pistolas e o Dragão.

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Os ícones de cada rota no Wild Rift. Da esquerda para a direita: Solo, Jungle, Mid, ADC e Suporte.

Campeões

Os personagens jogáveis são uma parte extremamente importante tanto de League of Legends quanto de Wild Rift, cumprindo papéis parecidos em ambos. Ainda assim, este foi mais um elemento que precisou sofrer alterações na versão mobile, tanto visualmente quanto em relação às mecânicas e habilidades.

Da mesma maneira que o mapa foi refeito e ganhou um visual levemente atualizado, os personagens também ganharam novos modelos.

A mudança é muito mais notável neles, no entanto, já que Summoner’s Rift passou por mudanças há não muito tempo, mas é uma tarefa quase impossível manter mais de 100 campeões com aparências atualizadas.

É importante lembrar que além de o elenco ser enorme, League of Legends foi lançado em 2009, e o design de muitos heróis ficou desatualizado ao longo do tempo.

Isso não ocorre no Wild Rift, já que todos foram refeitos para o formato mobile. A diferença chama muito a atenção, fazendo o jogo parecer bem mais bonito que a versão de computador.

Além disso, detalhes como permitir que os jogadores vejam os modelos nas páginas dos campeões, podendo até mesmo conferir o personagem mais de perto, podem não adicionar tanto à jogabilidade, mas contam como adições bem-vindas e interessantes.

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O modelo da Lulu em League of Legends (esquerda) e Wild Rift (direita).

As habilidades de muitos campeões também foram alteradas. Alguns receberam mudanças que os tornam mais dinâmicos no Wild Rift, já que este promete ser um jogo com partidas mais breves e movimentadas. A Ultimate de Katarina, por exemplo, deixou de ser estática, possibilitando que a personagem continue lançando suas adagas enquanto se move.

Outras diferenças foram feitas pensando em ambos os jogos, como é o caso de Rammus. Como o personagem já necessitava de atualizações, a Riot aproveitou para desenvolvê-las no jogo mobile, depois adaptando-as para League of Legends.

Para se aprofundar nas mudanças nas habilidades, vale conferir os vídeos no canal oficial de Wild Rift.

Também há divergências em relação a quais campeões estão disponíveis. Nem todos os personagens do jogo de PC já chegaram à versão mobile. Enquanto LoL conta com mais de 140 campeões, atualmente Wild Rift conta com cerca de 60.

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De acordo com a Riot, eventualmente todos estarão disponíveis em ambos os jogos, mas isso deve levar algum tempo para acontecer.

Mais uma diferença entre os dois é que, diferente do que é encontrado no computador, nos dispositivos móveis todos os campeões possuem o mesmo preço.

Mudanças nas mecânicas

Alguns elementos essenciais na jogabilidade também sofreram alterações, como esperado devido aos diferentes propósitos dos dois títulos da Riot.

Além do mapa e dos campeões, itens, unidades e feitiços também foram modificados. Tudo isso foi feito visando simplificar o jogo, já que a experiência sem mouse e teclado é bastante diferente.

Ao mesmo tempo, a menor duração das partidas também foi levada em consideração.

Muitos itens continuam tendo efeitos semelhantes em ambos os jogos. As principais mudanças neste quesito são que as botas ocupam um espaço separado, destinado a elas, e que são encantamentos que elas recebem que funcionam como itens ativos.

Em relação aos itens propriamente ditos, nenhum deles tem efeito ativo. Assim, a invulnerabilidade de Zhonya, por exemplo, passou a ser parte dos efeitos encontrados nos encantamentos das botas ao invés de existir como um item separado em Wild Rift.

Desse modo, o jogador só pode ter um item ativo por vez.

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As runas em Wild Rift.

As runas também foram simplificadas no jogo mobile.

Em League of Legends, os jogadores escolhem uma árvore de runas principal, com uma runa primária e três secundárias, e uma árvore secundária, da qual duas runas são escolhidas.

Além disso, há ainda a adição de pontos em coisas como defesa, roubo de vida ou poder mágico. Já no Wild Rift, o jogador escolhe apenas uma runa principal e três secundárias.

Os Feitiços de Invocador também apresentam algumas diferenças. Enquanto muitos são apenas balanceados de maneira diferente, tendo alcance, dano ou tempo de recarga diferentes, outros trazem mudanças mais significativas. É o caso por exemplo do Smite, utilizado pelos junglers.

Como o jogo não conta com os itens iniciais voltados para os Caçadores e Suportes, o Feitiço de Invocador cumpre esse papel para os primeiros.

Após derrotar quatro acampamentos de monstros na selva, o jungler pode escolher aprimorar a habilidade para Golpe Congelante ou Golpe Desafiador, trazendo efeitos equivalentes aos que seriam encontrados nos itens.

Escolha de posição

Diferente da versão de PC, no Wild Rift não é possível escolher a posição em que se deseja jogar em partidas normais.

Apenas as ranqueadas contam com essa opção, e mesmo assim o sistema é consideravelmente diferente do encontrado em League of Legends. É possível que isso mude, já que o jogo ainda está em Beta e a funcionalidade foi adicionada recentemente.

Até o momento, porém, o objetivo dos desenvolvedores parece ser criar algo diferente do que é visto na versão de computador.

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A tela de escolha de preferência de posição.

No jogo mobile, você precisa colocar todas as posições na ordem em que prefere jogar. Assim, o processo é bem simples, e basta ordenar tudo do que você mais gosta para o que menos gosta.

Não é preciso selecionar sua preferência antes de toda partida, mas é possível alterar suas escolhas quando desejar. Ao procurar uma partida, a prioridade será dada às primeira e segunda opções. Caso nenhuma das duas esteja disponível, a terceira e a quarta serão consideradas.

Desse modo, os desenvolvedores pretendem evitar que os jogadores caiam em papéis que não gostam para preencher a equipe.

Os jogadores de League of Legends sabem que o sistema lá é outro.

Antes de cada partida é preciso escolher duas funções nas quais se deseja jogar, e caso o jogador não possua proteção, pode ser colocado no preenchimento automático.

Isso significa que embora o jogo esteja buscando pelas posições escolhidas, poderá dar prioridade ao que está faltando em busca de agilizar o tempo nas filas.

O sistema do Wild Rift também permite dar prioridade a todas as funções, ou ir de preenchimento automático, caso essa seja sua preferência. Atualmente, este sistema só está disponível em uma fila separada das ranqueadas padrão, chamada de “Laboratório de Posições”. Isso significa que muitas mudanças podem vir para o modelo no futuro.

Existem outras diferenças entre os dois títulos da Riot Games, mas estas são as principais. Para quem quer saber ainda mais, é hora de se aventurar nos Rifts e ver por si mesmo o que cada um tem a oferecer.

Confira também:

Como saber quantas horas jogadas tenho em League of Legends? | Jogos

A Riot Games não dispõe de uma forma nativa de acompanhar a quantidade de horas jogadas no LoL (League of Legends), mas há outros sites que ajudam a fazer essa contagem de tempo de jogo só com o nome de invocador — sem precisar fazer login com a conta do jogo. Mostro nos próximos parágrafos.

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Como ver as horas jogadas no LoL

Uma das soluções mais conhecidas é o site Wasted on LoL ou “gasto no LoL” em tradução livre. O que faz é calcular as horas jogadas no game com base no histórico de partidas de um jogador.

Mas, não é necessário fazer login com a conta, essas informações são públicas, sendo apenas preciso informar o nome de invocador (Riot ID, aquele que aparece no jogo e serve para adicionar amigos).

  1. Acesse wol.gg;
  2. No campo “Summoner’s name”, digite seu nome de invocador;
  3. Altere o próximo campo para “BR” ou outro servidor em que sua conta esteja localizada;
  4. Em seguida, clique no botão “How much time I wasted on LoL?” (quando tempo eu gastei no LoL, em português);
  5. Aguarde o cálculo — pode demorar um pouco.

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A próxima tela exibirá as informações referentes ao seu tempo de jogo de League of Legends. O site também dá algumas estimativas equivalentes ao quanto essas horas jogadas poderiam ter sido aproveitadas de outras formas, como leitura de livros, filmes assistidos ou quilômetros andados.

Não é nenhum orgulho o meu resultado, já que jogo desde 2014, porém o buraco é mais embaixo, considerando que essa não foi minha única conta do LoL.

Até o momento que escrevo esse post, cheguei a 1.783 horas jogadas, o equivalente a 74 dias ininterruptos ou o equivalente a 1.019 filmes assistidos e 294 livros lidos. É muito tempo!

O site também mostra um ranking do tempo gasto (ou dedicado, como preferir) por outros jogadores. Essas informações podem ser acessadas ao clicar no nome do servidor, no topo do site.

No Brasil, o LeGokulas jogou cerca de 439 dias ou 10.541 horas ????. E por aí, qual o seu tempo de LoL?

LoL: como recuperar conta no League of Legends

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Confira como recuperar nome de usuário e senha da sua conta no League of Legends — Foto: Divulgação/Riot Games

Confira como recuperar nome de usuário e senha da sua conta no League of Legends — Foto: Divulgação/Riot Games

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Passo 1. Acesse a página de recuperação de senha e nome de usuário da Riot Games (https://recovery.riotgames.com/pt-br/) e clique em “Esqueceu sua senha?”;

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Acesse o sistema de recuperação de contas da Riot Games — Foto: Reprodução/Cleiton Madruga

Acesse o sistema de recuperação de contas da Riot Games — Foto: Reprodução/Cleiton Madruga

Passo 2. Digite seu nome de usuário e confirme;

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Insira seu nome de usuário e confirme — Foto: Reprodução/Cleiton Madruga

Insira seu nome de usuário e confirme — Foto: Reprodução/Cleiton Madruga

Passo 3. Uma mensagem será enviada para o endereço de e-mail vinculado a sua conta. Entre nele e clique no link enviado pela Riot Games;

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Clique no link enviado pela Riot Games para trocar sua senha — Foto: Reprodução/Cleiton Madruga

Clique no link enviado pela Riot Games para trocar sua senha — Foto: Reprodução/Cleiton Madruga

Passo 4. Digite e confirme a nova senha;

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Digite e confirme a nova senha — Foto: Reprodução/Cleiton Madruga

Digite e confirme a nova senha — Foto: Reprodução/Cleiton Madruga

Pronto! Agora você pode fazer login na sua conta do League of Legends com sua nova senha.

Como forçar o notebook a utilizar placa dedicada e rodar League of Legends? Comente no Fórum do TechTudo

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Recuperando nome de usuário

Passo 1. Acesse a página de recuperação de senha e nome de usuário da Riot Games (https://recovery.riotgames.com/pt-br/) e clique em “Esqueceu seu nome de usuário?”;

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Clique em “Esqueceu seu nome de usuário?” — Foto: Reprodução/Cleiton Madruga

Clique em “Esqueceu seu nome de usuário?” — Foto: Reprodução/Cleiton Madruga

Passo 2. Digite o endereço de e-mail vinculado à sua conta e confirme;

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Digite o endereço de e-mail vinculado à sua conta League of Legends — Foto: Reprodução/Cleiton Madruga

Digite o endereço de e-mail vinculado à sua conta League of Legends — Foto: Reprodução/Cleiton Madruga

Pronto! Você receberá um e-mail com todos os nomes de usuário vinculados ao seu e-mail escritos em vermelho. Basta realizar login com seu nome de usuário e senha no League of Legends.

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Seu nome de usuário estará escrito em vermelho no e-mail — Foto: Reprodução/Cleiton Madruga

Seu nome de usuário estará escrito em vermelho no e-mail — Foto: Reprodução/Cleiton Madruga

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Nunca jogou LoL? Saiba como mandar bem em sua primeira partida

Em 2020! League of Legends Mobile vai ser lançado para Android e iOS no próximo ano

E quem é fã ou até mesmo jogador profissional de League of Legends, o famoso LOL, já pode preparar os dedos e o smartphone, pois o game vai ganhar uma versão mobile. Trata-se de uma versão completamente nova, que vai ser chamada de 'League of Legends: Wild Rift', sendo disponibilizada para consoles, Android e iOS.

A Riot Games, desenvolvedora do jogo, anunciou esta novidade por meio de um vídeo no final da noite de ontem (15). Além de ser um game completamente novo, com uma dinâmica adaptada para as plataformas em que vai ser disponibilizado, LOLWR chega como um presente de comemoração pelo 10º aniversário do MOBA competitivo mais conhecido do mundo gamer.

Não é novidade que a empresa vem trabalhando em uma versão mobile do jogo, pois em agosto deste ano surgiu um vídeo na internet que mostrava uma pessoa realizando um gameplay no smartphone, o que deixa claro o quanto a desenvolvedora tem se dedicado para disponibilizar esta opção aos usuários, já que o número de gamers mobile tem se multiplicado a cada dia, principalmente com a fabricação de celulares voltados para este nicho.

Jogos 30 Set

Android 30 Set

É importante alertar os pro gamers que, como o jogo foi construído do zero, as definições, personagens personalizados e outras configurações presentes na conta criada no PC não serão transferido para a versão mobile, o que mostra também uma conscientização da Riot em dar a todos a mesma experiência de jogo, evitando abates que beiram a covardia por conta da presença de armas avançadas que seriam herdadas do desktop.

Entretanto, quem já possui o jogo, vai receber recompensas para fazer valer o tempo gasto na frente do PC. Além disso, no jogo mobile só serão encontrados, inicialmente, 40 personagens, entre eles Yasuo, Zed, Camille e Jinx., enquanto na versão normal são vistos mais de 140, dando uma experiência fracionada que vai ser melhorada ao longo do tempo.

De acordo com a Riot, 'League of Legends: Wild Rift” vai funcionar no iOS a partir do iPhone 5S em diante, já no Android vai ser preciso que o celular tenha, no mínimo, o chipset Qualcomm Snapdragon 410, GPU Adreno 306 e 1 GB de memória RAM, configuração presente do aparelho Samsung Galaxy A7, por exemplo.

O pré-registro já está disponível para ser realizado na Play Store, mas em breve esta opção também deve chegar para que usuários iOS possam se preparar para a chegada do jogo em seus dispositivos.

Trailer e sinopse

League of Legends: Wild Rift traz toda a ação e estratégia PvP do LoL para PC aos dispositivos móveis e console! Boas-vindas ao Wild Rift! Com a mesma mecânica de habilidade PvP 5v5 que o League of Legends para PC já oferece, o Wild Rift foi desenvolvido do zero para novas plataformas.

Escolha um Campeão do grande elenco do League, monte sua equipe e derrote seus adversários. O LEAGUE QUE VOCÊ CONHECE A eletrizante mecânica competitiva e estratégica 5v5 do League reconstruída especialmente para dispositivos móveis e consoles. Escolha seu Campeão, mergulhe no Rift e destrua o Nexus inimigo em partidas de 15 a 20 minutos.

UM NOVO RIFT Explore o Wild Rift, um novo mapa 5v5 baseado em Summoner's Rift e adaptado para partidas mais rápidas. Desenvolvemos uma configuração de controle dual-stick exclusivamente para novas plataformas.

Assim, acertar suas habilidades fica tão fácil quanto no computador! SINTA-SE EM CASA Já no lançamento, o elenco de Wild Rift vai incluir mais de 40 Campeões que você já conhece, com mais favoritos a caminho.

Ilumine o caminho com a Lux, gire por aí com o Garen ou exploda tudo com a Jinx! COMPETINDO E SUBINDO Explore o novo Rift, suba nas ranqueadas e ganhe espólios exclusivos no caminho. No Wild Rift, mostre que é capaz de dominar Campeões complexos, macroestratégias e estilos de jogo variados, como no LoL para PC.

ESTILO E ELEGÂNCIA Personalize o visual dos seus Campeões com várias skins de diversos temas. Você ainda pode explorar todos os detalhes dos novos modelos em 3D do Wild Rift! HABILIDADE SEM CUSTO Todos os Campeões podem ser obtidos de graça! Também não é necessário pagar por tempo de jogo ou para ficar mais forte. E vai continuar assim.

  • League of Legends Mobile
  • Desenvolvedor: Riot Games, Inc
  • Preço: grátis – oferece compras dentro do app
  • Tamanho: varia de acordo com o dispositivo

Android Android Juliana dos SantosVIAFONTE

Onde comprar online usando o débito Nubank? – Fala, Nubank

A conta digital do Nubank, foi criada para mudar a forma como os brasileiros lidam com seu dinheiro – por isso, estamos sempre de olho nos pedidos dos nossos clientes e nas funções que eles gostariam de ter. 

O cartão Nubank com a função débito surgiu a partir desses pedidos. Desde agosto de 2019, ele está disponível para todos os clientes da nossa conta, basta pedi-lo em nosso aplicativo. 

  • Sabemos que hoje são muitas as possibilidades de compras online, e nem sempre as pessoas desejam pagar usando o cartão de crédito – ou, muitas vezes, elas têm somente o débito para fazer o pagamento.
  • Foi pensando nisso que, em 2019, começamos a trabalhar para oferecer para nossos clientes a possibilidade de fazer compras online usando o cartão com a função débito. 
  • Agora, mesmo quem não possui o cartão de crédito Nubank pode fazer compras online em determinados estabelecimentos ou serviços usando o saldo de sua conta do Nubank e ter uma experiência ainda mais completa: você pode pedir comida, realizar uma corrida de Uber ou 99, assinar serviços de streaming e comprar em estabelecimentos online que aceitam PayPal usando o seu cartão de débito. 

Este é mais um passo para tornar a conta do Nubank cada vez mais completa. Sabemos que, no início, nossos clientes podem ter dúvidas sobre como a nova função vai funcionar e, por isso, tiramos algumas das principais nesse post.

Posso usar o débito para qualquer compra online?

  1. Por enquanto, não.

    O débito Nubank funciona em todos os estabelecimentos apenas para compras presenciais; ele pode ser usado para compras online, até o momento, nos seguintes serviços e aplicativos:

  2. Transportes:
  3. Comida:
  4. Streaming:
  • Disney+
  • Netflix
  • Globo Play
  • Spotify Premium
  • Deezer
  • Veículos:
  • Entretenimento:
  • Serviços:
  • Catho
  • RecargaPay
  • Mercado Pago

E mais de 350 mil estabelecimentos que aceitam PayPal como pagamento.

Estamos trabalhando para que cada vez mais estabelecimentos, serviços e aplicativos possam ser pagos usando o débito Nubank. Fique sempre de olho nessa página – atualizaremos a lista de parceiros conforme ela for crescendo.

Como vai funcionar o pagamento?

No geral, os estabelecimentos que aceitam o débito Nubank como pagamento online são aplicativos. Por isso, basta acessar as configurações de pagamento dentro de seu perfil, selecionar “Cartão de Crédito/Débito”, inserir os dados do seu cartão físico com a função débito e salvar. E pronto – suas corridas ou pedidos futuros serão pagos com o saldo de sua conta do nubank.

Por isso, para que o pagamento seja processado, é necessário ter saldo disponível na sua conta do Nubank no momento em que o pagamento é realizado. 

Ainda não tenho o cartão com a função débito. Como peço?

Todos os clientes da conta do Nubank que desejarem podem pedir o cartão com a função débito através de nosso próprio aplicativo. No GIF a seguir, nós mostramos o passo a passo para pedir o seu.

Ou, veja no vídeo a seguir como você pode pedir o seu cartão:

League of Legends: como era ser gamer em 2009, quando o jogo foi lançado?

Quem decidisse jogar “League of Legends” em outubro de 2009 – quando o game foi lançado, dez anos atrás – encontraria algo bem diferente de hoje.

Havia apenas 40 campeões (na fase alpha, eram só 17), era possível colocar sentinelas no mapa inteiro, as texturas pareciam saídas de um jogo do Rayman, os personagens eram menos balanceados e o jogo ainda permitia fazer aquele truque louco para dar pentakill com o Ryze spammando suas habilidades. Que saudades!

LoL e sua empresa fundadora, a Riot, foram peças-chave no crescimento dos jogos online e dos torneios multiplayer.

Os criadores do jogo, Brandon Beck e Marc Merrill, eram fãs do mapa “Defense of The Ancients” (mais conhecido como DotA), de Warcraft III, um mod que acabou ficando mais famoso que o game original.

Os dois queriam desenvolver um jogo que tivesse esse mesmo estilo “defesa de torre”, mas não tivesse vida útil curta como a maioria dos jogos do Ocidente.

O modelo de negócios que Beck e Merrill tinham em mente, na verdade, era o asiático do free-to-play, em que o jogo principal é distribuído de graça e o lucro vem de itens e adicionais vendidos na loja interna.

Em vez de publicar o jogo e esquecê-lo, como era feito nos mercados europeu e americano, a Riot tinha intenção de manter vivo o interesse da comunidade atualizando o jogo e lançando novos itens e personagens periodicamente.

Se hoje, em 2019, esse tipo de game está no celular de qualquer ser humano com o mínimo interesse por jogos, dez anos atrás não era bem assim.

De fato, a dupla estava fazendo uma aposta de alto risco ao escolher distribuir LoL de graça – e foi criticada por isso, conforme podemos ver no documentário League of Legends: Origins, uma das nossas indicações para entender o mundo dos eSports. Mas resolveram ir em frente mesmo assim.

“Riot” (“revolta”), segundo os funcionários da empresa, era meio que um manifesto: a ideia dos jogadores marchando na rua com joysticks em mão exigindo jogos melhores. League of Legends foi criado para ser isso, um jogo que melhorasse continuamente por meio do feedback da comunidade.

Não que tenha sido fácil. A Riot, fundada em 2006, passou seus três primeiros anos sem fazer dinheiro, apenas gastando a verba dos investidores. E o lançamento em outubro de 2009 não foi um sucesso instantâneo: os primeiros dias de LoL foram de apreensão, com o número de jogadores ainda contado na casa das centenas e o marketing se apoiando principalmente no boca a boca.

Mas o jogo foi ganhando gás rapidamente. Em dois meses, ele já tinha 100 mil jogadores. Explodiu de vez em 2011, quando rolou o primeiro Campeonato Mundial.

A Coreia do Sul, um mercado importante devido à sua alta qualidade de internet, foi facilmente conquistada devido às baixas exigências de hardware para rodar o jogo (os gráficos ruins tinham um ponto positivo, afinal).

Em 2011, 11,5 milhões de pessoas jogavam LoL no mundo todo – hoje, são mais de 100 milhões.

Em 2012, mesmo ano em que os servidores dedicados brasileiros foram inaugurados (em 10 de agosto), League of Legends se tornou o game mais jogado na Europa e na América do Norte.

OS GAMES EM 2009

Quem se lembra de Guitar Hero Metallica? O game foi lançado em 2009, quando o gênero ainda estava em alta

Imagem: Divulgação

O ano de 2009 foi bastante agitado para o mundo.

A Nasa descobriu água na Lua, a gripe suína causou corridas aos postos de saúde, o vôo 447 da Air France caiu no mar, Barack Obama foi eleito o primeiro presidente negro dos EUA, Michael Jackson morreu, a Disney comprou a Marvel, o Rio de Janeiro foi eleito como sede das Olimpíadas de 2016 e, talvez o mais importante, a Microsoft lançou o Bing.

Mas e nos games? Bom, nos games ainda não existia “Overwatch”, nem “Fortnite”, nem “Free Fire” ou “PUBG”.

Os principais jogos online ainda eram “Counter-Strike” e “Warcraft III” e os maiores campeonatos do mundo eram a World Cyber Games, que tinha torneios de vários títulos, incluindo “FIFA” e “Guitar Hero”, o Intel Extreme Masters, com seus torneios de CS e World of Warcraft, e o Evo, para jogos de luta. É só na década de 2010 que os campeonatos realmente explodiriam de vez.

2009 foi também um ano recheado de bons lançamentos, como “Call of Duty: Modern Warfare 2”, “The Sims 3”, “Braid”, “Street Fighter IV”, “Resident Evil 5”, “Pokémon HeartGold” e “SoulSilver”, “Marvel: Ultimate Alliance 2”, “Assassin's Creed 2”, “Uncharted 2” e “Left 4 Dead 2”, entre muitos outros.

E franquias novas? Tivemos sim senhor, com destaque para “Minecraft”, “Batman: Arkham Asylum”, “Demon's Souls”, “Borderlands”, “Just Dance”, “Infamous”, “Bayonetta”, “Angry Birds” e “Plants vs. Zombies” (só com esses dois últimos, a vida no banheiro nunca mais foi a mesma).

“O League of Legends era um jogo muito feio, tinha muito bug realmente”, afirma Diego da Silva, analista de redes e gamer, que criou sua conta de LoL em 2009, ainda no beta, e viveu os primórdios do game da Riot.

“Como eu jogava no beta, eu jogava no servidor americano e o jogo era muito feio. Tentei dar uma chance, não gostei e como eu tava me iniciando no Team Fortress 2, tava começando a rolar competitivo dele, aí eu meio que abandonei o LoL.

Esse negócio de MOBA só começou a bombar no Brasil em 2010, 2011″, diz ele.

Além de “Team Fortress 2”, que tinha campeonatos locais no Brasil na época, Diego também cita Counter-Strike e Ragnarok como games muito jogados nesse período.

Mas ele, como muitos na época, apelava para os servidores piratas (ou “servidores private”, para quem é fino), já que jogar nos oficiais exigia ter o jogo original e também cartão de crédito internacional – dois impedimentos financeiros muito sérios para quem é moleque e não tem renda.

A gratuidade de LoL, é claro, mudou isso, exatamente como seus criadores pretendiam.

O clássico “Emumu” de LoL: skin emo de Amumu, lançada em 2010, mostra bem os gráficos da época

Imagem: Divulgação

COMUNIDADE

Guilherme Gamer, em foto atual, relembra como foi lançar seu canal em 2009

Imagem: Divulgação 2009 foi o ano em que Guilherme Guedes criou seu canal no YouTube e passou a ser conhecido pelo seu apelido mais popular, Guilherme Gamer. “No final de 2009 foi quando postei meu primeiro vídeo com gameplay do jogo 'Naruto Shippuden Ninja Storm', do PS3”, conta ele. “Jogava basicamente nos consoles Xbox 360, PS3 e PC, em lan houses. Postar vídeos e interagir com a galera era uma diversão despretensiosa que eu fazia, e faço até hoje, com muito prazer”, diz ele, que lista, além de “Naruto”, o game “Left 4 Dead” como o que mais marcou seu ano de 2009.

Na época, havia pouquíssimos canais de YouTube falando de games – além de Guilherme, dá para lembrar do Consoles & Jogos Brasil e do Mobile Gamer Brasil, canais ativos até hoje. Zangado publicou seu primeiro vídeo em 2009, mas foi o único naquele ano, e o BRKsEDU só surgiria em 2010.

O que era notícia no UOL Jogos em novembro de 2009?

Imagem: Reprodução

O jeito era procurar informações em sites internacionais e revistas. Isso acabou norteando o trabalho de Guilherme. “Em 2009, era bem mais difícil conseguir informações do que hoje”, lembra ele.

“Alguns meses depois [de começar o canal], comecei a pensar que poderia alinhar minha formação acadêmica de jornalista com o conteúdo audiovisual no YouTube, buscando trazer não apenas gameplays comentados ou análises, mas conteúdo jornalístico, falando de lançamentos, cancelamentos, rumores, entrevistas com personalidades da indústria, algo que não se via no YouTube naquela época”, conta.

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