Como Sei Que A Mama Esvaziou?

A amamentação tem benefícios para a mãe e para o bebê e deve ser incentivada por todos da família, sendo a melhor opção para a alimentação do bebê desde o nascimento até, pelo menos, seus 6 meses de vida, embora ser prolongada até os 2 anos de idade ou até quando o bebê e a mãe quiserem.

No entanto, a mulher não nasce sabendo amamentar e é comum surgirem dúvidas e problemas durante esta fase, e por isso é importante que o pediatra possa esclarecer todas as dúvidas e apoiar a mulher durante toda a amamentação. Saiba como solucionar problemas comuns da amamentação.

Para amamentar corretamente existem certos passos que a mãe deve seguir sempre que for amamentar o bebê. São eles: 

Passo 1: Perceber que o bebê está com fome

Como Sei Que A Mama Esvaziou?

Para a mãe perceber que o bebê está com fome deve estar atenta a alguns sinais, como:

  • O bebê procura abocanhar qualquer objeto que toque na região da boca. Por isso se a mãe colocar o dedo perto da boca do bebê ele deverá virar seu rosto e tentar colocar o dedo na boca sempre que estiver com fome;
  • O bebê procura o mamilo;
  • O bebê chupa os dedos e fica com a mão na boca;
  • O bebê está inquieto ou chora e seu choro é forte e alto.

Apesar destes sinais, há bebês que são tão calmos que esperam ser alimentados. Por isso, é importante não deixar o bebê sem comer mais do que 3-4 horas, colocando-o no peito mesmo que ele não apresente estes sinais.

A amamentação deve ser feita dentro deste intervalo durante o dia, mas se o bebê estiver ganhando peso adequado, não será preciso acordá-lo a cada 3 horas para mamar durante a noite.

Neste caso, a mãe pode dar de mamar somente 1 vez durante a madrugada até o bebê completar 7 meses.

Passo 2: Adotar uma posição confortável

Antes de colocar o bebê no peito, a mãe deve adotar uma posição confortável. O ambiente deve estar calmo, de preferência sem ruídos, e a mãe deve manter as costas retas e apoiá-las bem para evitar dores nas costas e no pescoço. No entanto, as posições que a mãe pode adotar para amamentar podem ser:

  • Deitada de lado, com o bebê deitado também de lado, virado de frente para ela;
  • Sentada num cadeirão com as costas retas e apoiadas, segurando o bebê com os dois braços ou com o bebê por baixo de um braço ou com o bebê sentado em uma das suas pernas;
  • De pé, mantendo as costas retas.

Qualquer que seja a posição, o bebê deve estar com o corpo virado para a mãe e com a boca e o nariz  na mesma altura da mama. Conheça as melhores Posições para amamentar o bebê em cada fase.

Passo 3: Colocar o bebê no peito

Como Sei Que A Mama Esvaziou?

Após estar numa posição confortável a mãe deve posicionar o bebê para mamar e deverá primeiro ter muito cuidado ao posicionar o bebê. Primeiramente, a mulher deve encostar o mamilo no lábio superior ou no nariz do bebê, fazendo com que ele abra bem a boca. Em seguida, deve mover o bebê para que ele abocanhe a mama quando estiver com a boca bem aberta. 

Nos primeiros dias após o parto, deve-se oferecer as 2 mamas ao bebê, ficando cerca de 10 a 15 minutos em cada para uma para estimular a produção de leite.

Após a descida do leite, por volta do 3º dia após o nascimento deve-se deixar o bebê mamar até o peito esvaziar e só depois oferecer a outra mama. Na mamada seguinte o bebê deve começar pela última mama.

A mãe poderá prender um alfinete ou um laço na blusa do lado que o bebê terá que mamar primeiro na próxima mamada para não se esquecer.

Esse cuidado é importante porque normalmente a segunda mama não fica tão vazia como a primeira, e o fato de não esvaziar completamente pode diminuir a produção de leite nesta mama.

Além disso, a mãe deve alternar as mamas porque a composição do leite altera durante cada mamada.

No início da mamada o leite é mais rico em água e no final de cada mamada é mais rico em gordura, o que favorece o ganho de peso do bebê.

Por isso se o bebê não estiver ganhando peso suficiente, é possível que ele não esteja recebendo essa parte do leite. Veja como aumentar a produção de leite materno.

Passo 4: Observar se o bebê está mamando bem

Como Sei Que A Mama Esvaziou?

Para perceber que o bebê está conseguindo mamar corretamente, a mãe deve observar que:

  • O queixo do bebê toca na mama e que o nariz do bebê está mais livre para respirar;
  • A barriga do bebê toca na barriga da mãe;
  • A boca do bebê está bem aberta e o lábio inferior deve estar virado para fora, como o dos peixinhos;
  • O bebê abocanha parte ou a totalidade da aréola da mama e não somente o bico do peito;
  • O bebê está calmo e pode-se ouvir o barulho dele engolindo o leite.

O modo como o bebe pega a mama durante a amamentação influencia diretamente na quantidade de leite que o bebe ingere e, consequentemente, promove seu ganho de peso, além de também influenciar no aparecimento de fissuras nos mamilos da mãe, o que provoca dor e entupimento do ducto, resultando em muito desconforto durante as mamadas. As fissuras nos mamilos é um dos principais fatores do abandono da amamentação.

Passo 5: Identificar se o bebê mamou o suficiente

Para identificar se o bebê mamou o suficiente, a mulher deve verificar se o peito que o bebê mamou está mais vazio, ficando ligeiramente mais mole do que antes dele começar a mamar e poderá pressionar perto do bico do peito para verificar se ainda sai leite. Se o leite não sair em grande quantidade, restando apenas pequenas gotas, isso indica que o bebê mamou bem e conseguiu esvaziar a mama.

Outros sinais que podem indicar que o bebê está satisfeito e com a barriguinha cheia são a sucção mais lenta no final da mamada, quando o bebê larga espontaneamente a mama e quando o bebê fica mais relaxado ou dorme no peito. No entanto, o fato do bebê adormecer nem sempre significa que ele mamou o suficiente, pois há bebês que ficam sonolentos durante a mamada. Por isso, é importante a mãe verificar se o bebê esvaziou ou não a mama.

Passo 6: Como retirar o bebê da mama

Como Sei Que A Mama Esvaziou?

Para retirar o bebê da mama, sem correr o risco de se machucar a mãe deve colocar o seu dedo mindinho no cantinho da boca do bebê enquanto ele ainda está mamando para ele largar o mamilo e só depois retirar o bebê da mama.

Depois de o bebê mamar, é muito importante colocá-lo para arrotar para ele eliminar o ar que engoliu durante a mamada e não golfar.

Para isso, a mãe pode colocar o bebê no seu colo, na posição vertical, encostado no seu ombro e dar palmadinhas suaves nas costas.

Pode ser útil colocar uma fralda no seu ombro para proteger a sua roupa porque é comum a saída de um pouquinho de leite quando o bebê arrota.

Horários para amamentar

Quanto aos horários da amamentação, o ideal é que a ela seja feita em livre demanda, isto é, sempre que o bebê quiser.

Inicialmente o bebê poderá ter a necessidade de mamar a cada 1h 30 ou 2h durante o dia e a cada 3 a 4 horas à noite.

Aos poucos sua capacidade gástrica irá aumentando e já será possível comportar uma quantidade maior de leite, aumentando o espaço de tempo entre as mamadas.

Existe um consenso geral de que o bebê não deve passar mais de 3 horas sem mamar, mesmo durante a noite, até os 6 meses de vida. Recomenda-se que se ele estiver dormindo a mãe acorde-o para mamar e se certifique que realmente mamou, pois alguns dormem durante a amamentação.

A partir dos 6 meses de vida o bebê já poderá comer outros alimentos e poderá dormir a noite toda. Mas cada bebê têm seu próprio ritmo de crescimento e cabe a mãe a decisão de dar de mamar de madrugada ou não.

Quando parar a amamentação

Saber quando parar a amamentação é uma dúvida comum de praticamente todas as mães. A Organização Mundial da Saúde recomenda que a amamentação seja exclusiva até os 6 meses do bebê e que se prolongue pelo menos até os 2 anos de idade. A mãe pode parar a amamentação a partir desta data ou esperar que o bebê decida não querer mamar mais.

A partir dos 6 meses o leite já não fornece a quantidade de energia suficiente de que o bebê precisa para desenvolver-se e é nesta fase que há a introdução dos novos alimentos.

Por volta dos 2 anos de idade além do bebê já comer praticamente tudo o que um adulto come, ele também já será capaz de encontrar conforto em outras situações que não seja o seio da mãe, que para ele inicialmente representa um porto seguro.

Saiba também como manter a amamentação após a volta ao trabalho.

Cuidados importantes

A mulher deve ter alguns cuidados no período da amamentação e hábitos de vida saudáveis, como:

  • Alimentar-se adequadamente, evitando alimentos condimentados para não interferir no sabor do leite. Veja como deve ser a alimentação da mãe durante a gestação;
  • Evitar o consumo de álcool, pois pode passar para o bebê prejudicando seu sistema renal;
  • Não fumar;
  • Fazer exercícios físicos moderados;
  • Usar roupa confortável e sutiãs que não apertem os seios;
  • Evitar tomar remédios.

Caso a mulher fique doente e tenha que tomar algum tipo de medicamento, deve perguntar ao médico se poderá continuar amamentando, pois existem vários medicamentos que são secretados no leite e podem prejudicar o desenvolvimento do bebê.

Durante esta fase, pode-se recorrer ao banco de leite humano, oferecer o seu próprio leite materno se a mulher tiver congelado alguma quantidade ou, em último caso, oferecer o leite em pó adaptado para bebês, como o Nestogeno e o Nan, por exemplo.

Qual o melhor momento para trocar o seio durante a mamada

Como Sei Que A Mama Esvaziou?

Se tem uma dúvida muito comum entre as mamães na fase da amamentação é essa: quando trocar o seio durante a mamada. Aliás, quando o assunto é amamentação, surgem inúmeras dúvidas. É preciso trocar de seio a cada mamada? Por que é importante esvaziar a mama e como saber se está vazia? Enfim, são vários questionamentos acerca desse assunto.

Leia também:  Como Classificar Triangulos Quanto Aos Lados?

No post de hoje, nossa colunista, consultora de amamentação, Dayse Melo, explica qual o melhor momento para trocar o seio durante a mamada. Confira e compartilhe com alguma mamãe que esteja passando por esse período.

Qual o melhor momento para trocar o seio durante a mamada, evitando que a mama fique com diferença de tamanho?

Essa é uma dúvida comum para as mães porque envolvem duas questões importantes. 1. como saber se posso trocar o seio indicando que o meu bebê mamou bem. 2. E evitar um aspecto estético de tamanho diferenciado das mamas.

Fato é que o segredo do processo de amamentação é a observação e informação adequada de como ele ocorre de maneira fisiológica.

O corpo da mãe responde imediatamente à sucção do bebê quando ele está no peito. Automaticamente, a hipófise – glândula responsável pelo processo fisiológico de produção e ejecção de leite materno, começa a “trabalhar” com a finalidade de alimentar o bebê.

O seu bebê antes, se alimentava pelo cordão umbilical e depois do parto ele precisa realizar todo o movimento propiciando uma mamada adequada para que o processo fisiológico da mãe se desenvolva também. Este ajuste entre a díade – mãe e bebê – é imprescindível para o desenvolver da amamentação.

A mãe precisa observar se, ao estar no seio, o seu bebê suga e engole com eficiência, aumentando um padrão mecânico de deglutição durante a mamada, com resposta ritmada.

Leia também: Leia também: o sutiã ideal no período da amamentação

É exatamente neste momento, que ele recebe o maior aporte calórico. Assim, podemos afirmar de forma cristalina, que a maior parte do leite materno é produzido durante a mamada. Quanto mais o bebê mamar em livre demanda e adequadamente, melhor a produção de leite materno.

A observação é fator primordial para a eficiência da amamentação.

O bebê deve vir ao seio para mamar de maneira eficiente e adequada.

Importante que em todas as mamadas sejam ofertadas ambas as mamas, em sistema de rodízio. A última mama ofertada é a que se inicia no processo seguinte.

Antes de amamentar, o ideal é que seja feita uma massagem em toda a mama e aréola. Isso facilita a fluidez da passagem e transferência do leite materno e um esvaziamento da estrutura da glândula mamária.

Uma vez observado esse padrão de aumento de deglutição do bebê e uma percepção de conforto e esvaziamento da mama, a mãe pode alternar oferecendo a segunda mama. E recomeçar o processo de observação de mudança de padrão, buscando uma eficiência da ingestão do bebê.

Por isso, na mamada seguinte, inicia-se pela última mama ofertada.

Leia também: um guia de amamentação para pais

Cada bebê oferece segundo o seu grau de desenvolvimento um padrão de força de sucção e deglutição que nos remete a uma avaliação na drenagem efetiva do leite materno.

O rodízio das mamas é importante para manutenção da produção de leite e ingestão do leite materno. O que resulta em um desenvolvimento adequado do bebê. E, também, evita o desconforto de diferenciação do tamanho das mamas, que gera, inclusive, reflexos emocionais para as mães, afetando a autoimagem.

A amamentação é um processo psicofisiológico, envolve cabeça e corpo. Portanto, ambos devem trabalhar em conjunto. Mas, atenção! Requer também, um manejo clínico adequado e uma escuta atenta dos desejos e dúvidas da mãe, que uma vez esclarecidas caminha com maior tranquilidade.

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Como saber se a mama está vazia?

Na verdade, a mama nunca esvazia. O leite é produzido continuamente. Mas é importante conhecermos o funcionamento das nossas mamas para saber se o bebê está chegando no leite posterior (mais gorduroso) ou não.

O leite anterior (primeiro leite que sai) é mais rico em anticorpos e proteínas e é importante o bebê mamar os dois, para poder ganhar peso e crescer adequadamente. No início é meio complicado de percebermos, a mama está sempre bem cheia.

Na verdade, o importante é entender quando há acúmulo de leite ou não.

Eu mesma demorei  a perceber que a Marina não “esvaziava” a mama.

Como ela mamava toda hora, meu peito enchia muito por conta da estimulação e ela nunca dava conta de mamar tudo, ou seja, ela nunca tirava aquele “acúmulo” de leite, minhas mamas estavam sempre muito cheias, chegando a ficar entumescidas e não ficavam macias. Por isso, sou doadora do banco de leite. Tiro o excedente e faço uma boa ação!

Fica mais fácil perceber pela manhã, pois nem sempre o volume do peito indica se está cheio ou “vazio”. Acordamos sempre com a mama “explodindo”. Dê mamá para seu bebê e, depois que ele mamar, faça uma ordenha e veja: – Se  a mama estiver bem amolecida (como se tivesse gel dentro), é sinal que o bebê chegou no leite posterior (mais gorduroso). Se sair ainda um jatinho ou uma gota mais gordinha e, você perceber, apalpando, algum nódulo, ainda há leite e, numa próxima mamada você pode dar ainda uns minutinhos desta mama ou pode ordenhar para esvaziá-la. Cuidado para não ficar esvaziando toda hora e o bebê não mamar este último leite, que é mais gorduroso e é o que faz engordar.

– Uma outra opção é  deixar este restinho para ele e aí tirar um pouco da outra mama, caso esteja muito cheia ou já dolorida. Assim, você uma hora tira o leite do início, na outra hora, o do final.

Com o hábito de observar pela manhã, logo logo você verá que fica mais fácil visualizar se a mama está cheia ou vazia ao longo do dia.

Vejo também na hora do banho. Faço massagens suaves embaixo da ducha e ordenho um pouquinho. Aquela mama que estiver com o leite mais branco é que que está quase “vazia” e ainda precisa dar para mamar (é o finzinho do leite gorduroso). Aquela mama com o leite mais transparente é o que está “enchendo” e posso deixar para depois. Por isso os especialistas dizem que é sempre bom dar a mama que se deu por último e, depois de uns minutos, colocar o bebê no outro peito, assim você tem certeza que ele mamou tudo. MUITO IMPORTANTE: Não reveze as mamas na mesma mamada, por exemplo, alguns minutos em uma mama e metade do tempo na outra (10 em uma 10 na outra, 20 minutos em uma 20 na outra, por exemplo) pois dessa forma, o bebê só mama o leite anterior (água e anticorpos).

A DICA É: uma mama por vez. O bebê vai mamando e a mama vai produzindo leite. Assim você nunca terá dúvidas se o bebê mamou a “gordurinha”. Assim seu peito vai se adequar a sempre produzir o quanto ele mama.

Com esse hábito logo fica fácil saber.

Ah, quando estamos com o colostro ainda fica praticamente impossível saber se está vazio, mesmo porque a quantidade produzida é pequena e, por não se ter o hábito de ordenhar, sai bem pouquinho.

Esta é a minha experiência!

Como saber se o bebê esvaziou o peito? Uma grande dúvida na amamentação

E a verdade é que não tem como saber se o bebê esvaziou o peito da mãe simplesmente porque a mama nunca fica, de fato, “vazia”. O leite é produzido de forma contínua no peito e 80% deste leite, inclusive, é produzido durante a mamada. Lembra que o peito é fábrica e não estoque?

>> Mamadas frequentes: o bebê quer o peito sempre que chora?

Talvez saber se o bebê esvaziou o peito se torne algo confuso justamente por que ela não quer dizer literalmente o que esta escrito. Na verdade significa: como saber se o bebê mamou o suficiente.

>> Como ordenhar leite materno: aprenda a técnica

>> Produção de leite materno: como ela acontece?

Quando o bebê mama o suficiente em uma mama, você tem a sensação de alívio com o peito mais macio e leve. Se você aperta um pouco esta mama ela não sai mais aquele jato de leite forte, mas sim algumas gotas.

>> Técnica de compressão da mama ajuda o bebê a mamar mais

Se ao tocar suas mamas você sentir que elas estão duras e com algumas áreas duras, significa que ainda tem bastante leite nesta mama. Dependendo, você pode dar a mesma mama para o bebê na próxima mamada primeiro e logo em seguida a outra

Uma mama com o leite mais branco é a que provavelmente esta mais “vazia” e ainda precisa dar para mamar . A mama com o leite mais transparente é o que está “enchendo” e pode ser deixada para a próxima mamada ou dada depois desta se o bebê ainda quiser mamar mais.

É sempre bom dar a mama que o bebê mamou por último e, depois de uns minutos, colocar o bebê no outro peito, assim você tem certeza que ele mamou tudo

  • >> Tempo de mamada e troca de peito, como assim?
  • É importante o bebê mamar tranquilamente em uma mama até ele mesmo indicar a você que quer mudar de mama, ou seja, até você perceber que esta mama esta mais vazia e é era hora de trocar.
  • Quando o bebê mamou bem em um peito, ele começa a reclamar nesta mama e assim que você o coloca no outro peito, ele volta a mamar tranquilo.

Ter a consciência de peito vazio e peito cheio é algo que você começa a ter logo, não demora muito tempo depois que se inicia o processo de amamentação em livre demanda

Isto porque você passa a entender os hábitos de mamada de seu bebê, seu corpo passa a produzir de acordo com a demanda do seu bebê e caso ele “atrase” a mamada ou pule alguma, seu corpo sinaliza deixando o peito cheio e duro, que esta passando da hora de dar mamar.

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Conheça alguns mitos que podem atrapalhar o aleitamento materno

Amamentar é muito mais do que nutrir uma criança. É um processo de interação profunda entre mãe e filho. A mulher que amamenta protege seu bebê contra infecções. Amamentar contribui para o desenvolvimento cognitivo e emocional do bebê.

Mesmo estando provados os benefícios do leite materno e do aleitamento para mãe e bebê, existem muitos mitos que envolvem esse momento da vida e que podem ser um empecilho para que as mães amamentem.

O Blog da Saúde selecionou algumas afirmações equivocadas, constantemente reproduzidas pelas pessoas, para serem esclarecidas pela Coordenação de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde.

Confira as respostas e ajude-nos a divulgar informações oficiais sobre amamentação para que mais e mais famílias consigam garantir a saúde de crianças e das mulheres durante o período inicial de vida do bebê.

Mito ou Verdade: O leite materno pode ser fraco para nutrir o bebê.Mito. Não há leite materno fraco. O leite materno apresenta composição semelhante para todas as mulheres que amamentam e é o alimento ideal para o bebê, sendo recomendado até os dois anos de vida ou mais, sendo exclusivamente até o 6º mês de vida.

Mito ou Verdade: Preciso dar os dois peitos a cada mamada.

Mito. O tempo de cada mamada não deve ser fixado, pois o esvaziamento da mama pode variar conforme a fome do bebê, do intervalo entre uma mamada e outra, do volume de leite armazenado na mama, entre outros. O importante é que a mãe dê tempo suficiente para o bebê esvaziar adequadamente seu seio, caso esvazie uma mama por completo e a criança ainda deseje mamar, a mãe pode oferecer a outra mama. Na próxima mamada, recomenda-se que a mãe dê o seio que não foi oferecido na mamada anterior ou ofereça o que o bebê mamou por último. caso tenha sido ofertado as duas mamas.

Mito ou Verdade: Canjica e caldo de cana aumentam a produção de leite.

Mito. A produção do leite materno depende principalmente da sucção do bebê e do esvaziamento da mama. Portanto, quanto mais o bebê mamar e esvaziar adequadamente as mamas, mais leite a mãe irá produzir.

Mito ou Verdade: O leite congelado, mesmo que retirado das mamas, não tem os mesmos nutrientes.

Mito. O leite pode ser congelado por até quinze dias sem perder suas características e qualidade nutricional, desde que armazenado adequadamente.

Mito ou Verdade: Quem fez redução mamária ou colocou silicone não poderá amamentar.

Mito. A cirurgia nos seios não impede a mulher de amamentar, desde que durante a cirurgia sejam preservadas as estruturas das mamas.

Mito ou Verdade: Seios muito pequenos não produzem leite na quantidade suficiente para o bebê.

Mito. O tamanho da mama não tem relação com a produção do leite. Tanto as mamas grandes quanto as pequenas possuem capacidade de produzir o mesmo volume de leite em uma dia.

Mito ou Verdade: Os mamilos devem ser higienizados a cada vez que o bebê for mamar.

Mito. Não é necessário higienizar as mamas sempre que for amamentar, no entanto é importante que a mãe tenha hábitos de higiene adequados como banho diário, lavando a mama com água e sabonete e esteja sempre com o sutiã limpo e seco. Não é recomendado o uso de absorventes de seios e nem utilização de conchas protetoras, pois podem deixar as mamas úmidas, favorecendo a proliferação de fungos e bactérias.

Mito ou Verdade: Se a mãe tiver dificuldades de amamentar seu filho, o ideal é que o bebê mame no seio de outra mulher.

Mito. A primeira opção para a mulher que está com dificuldades de amamentar é buscar apoio junto a um profissional de saúde. Ela também poderá encontrar ajuda no Hospital que teve seu bebê, em um Banco de Leite Humano ou ainda em uma Unidade Básica de Saúde próxima a sua casa. Não é recomendada a amamentação cruzada, que é quando o bebê mama em outra mãe. O perigo está em o bebê ser contaminado por uma doença infecto–contagiosa, como a Aids.

Mito ou Verdade: O leite do banco de leite pode não ser seguro.Mito.

A principal diferença entre o leite do Banco de Leite Humano para o leite doado diretamente por uma outra mãe é que no Banco de leite é tratado, pasteurizado e, por isso, não há possibilidade de transmissão de doenças.A mãe não deve amamentar outra criança que não seja o seu filho.

Mesmo se esta mãe estiver com os exames normais ou se teve uma gravidez tranquila, ela pode estar em uma janela imunológica para uma doença, e esse bebê correrá o risco de contrair alguma doença.

Mito ou Verdade: O bebê pode ficar mal acostumado se não tiver horários para mamar.

Mito. A orientação do Ministério da Saúde é a amamentação sob livre demanda, ou seja: o bebê deve mamar sempre que desejar.

Mito ou Verdade: Amamentar durante uma segunda gestação pode prejudicar o desenvolvimento do bebê no útero.

Mito. É possível manter a amamentação em uma nova gravidez se for o desejo da mulher e se não houver intercorrências na gravidez. Já quando houver ameaça de parto prematuro é indicado interromper a amamentação. O hormônio que controla a ejeção do leite, a ocitocina, também estimula o útero a contrair. A estimulação do mamilo pode intensificar o trabalho de parto. Porém, esse hormônio sozinho não é capaz de iniciar o trabalho de parto. O útero está na fase de carregar o bebê, bem protegido contra um trabalho de parto precoce.Mito ou Verdade: Quando o bebê começa a comer, o leite materno pode prejudicar a absorção de ferro.Mito. Quase 70% do ferro do leite materno é absorvido adequadamente pelo bebê. O leite materno possui bactérias benéficas que atuam no fortalecimento da imunidade, assim como em outros fatores de proteção que otimizam toda a capacidade de absorção de ferro e outros nutrientes. O ferro presente no leite materno é de mais fácil absorção pelo organismo do bebê. Outros alimentos, mesmo tendo bastante ferro, nem sempre são bem absorvidos pelas crianças durante a fase de amamentação.

Fonte: Ministério da Saúde

Amamentação: tudo o que precisa de saber | CUF

A amamentação é um ato de amor e carinho, que proporciona uma relação íntima entre mãe e bebé, sendo um fator fundamental para o seu desenvolvimento psicoafetivo.

Para uma mãe, alimentar o seu filho é também um gesto muito natural, assim como o é para o bebé. O que não significa que, sem que a mulher saiba, não sejam cometidos alguns erros. O mais importante é estar informada.

Encontre neste guia da amamentação tudo aquilo que precisa de saber para que esta fase decorra às mil maravilhas.

Amamentação: benefícios para o bebé e para a mãe

O leite materno é o melhor e mais completo alimento que existe para o bebé: previne infeções, obesidade e diabetes. Além disso, está sempre pronto e à temperatura ideal, sendo económico e de fácil digestão.

Para a mãe, a amamentação previne hemorragias no período pós-parto e promove a involução uterina. Reduz o risco de osteoporose, cancro da mama e cancro do ovário, ajudando ainda a mãe a recuperar o seu peso habitual.

No entanto, apesar de se tratar de um ato natural e com inúmeros benefícios para a mãe e para o bebé, a amamentação requer um período de adaptação e a mãe deve estar bem informada para que usufrua desta fase com tranquilidade. Vamos ajudá-la!

Leite Materno

A quantidade de leite produzida não depende da mãe, sendo regulada pelo bebé segundo vários fatores: intervalo entre as mamadas, volume de leite ingerido de cada vez e se obtém leite de uma só mama ou das duas.

Pode haver uma grande variabilidade no intervalo entre as mamadas e no volume de leite ingerido por refeição, mas não no volume total ingerido diariamente. O choro é um sinal tardio de fome e nem todos os bebés choram após a manifestação dos sinais precoces de fome.

Durante a amamentação, sempre que o bebé suga, as terminações nervosas do mamilo iniciam um ciclo em que intervêm hormonas (ocitocina e prolactina) que levam ao processo de produção de leite e à sua passagem da mama para o bebé.

A ocitocina estimula a contração das células musculares à volta dos alvéolos e o leite que está armazenado na mama flui mais facilmente durante a amamentação. Se o reflexo da ocitocina não funcionar bem, o leite permanece na mama e não sai, reduzindo a quantidade de leite necessária para o bebé.

Fatores como a mãe sentir-se contente, ter prazer quando vê ou sente o bebé, mesmo quando este chora, vão ajudar o reflexo da ocitocina, assim como o facto de a mãe ter confiança na sua capacidade de amamentar e a convicção de que o seu leite é o melhor para o bebé. Deve, por isso, evitar fatores de stress ou ansiedade.

A prolactina atua na mama, fazendo com que as células secretoras produzam leite. A prolactina faz com que a mãe se sinta relaxada e algumas vezes sonolenta.

Cerca de 30 minutos após a amamentação, a prolactina atinge o pico máximo de concentração no sangue, o que faz com que a mama produza leite para a mamada seguinte. Assim, quanto maior for o número de mamadas, maior a quantidade de leite produzida.

A produção de prolactina aumenta à noite, o que significa que amamentar durante a noite é especialmente importante para manter a produção de leite.

Existe no leite uma substância que, se permanecer na mama, atua como fator inibidor, faz com que as células deixem de o produzir, “controlando” a produção excessiva de leite. Se o leite materno for removido, via amamentação ou outra, o fator inibidor também é removido e, então, a mama vai produzir mais leite.

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A composição do leite materno altera-se ao longo do tempo, do dia, e da mamada. Varia de acordo com as necessidades do bebé e adapta-se ao seu ritmo de crescimento. Durante a alimentação exclusiva com leite materno o bebé não necessita de ingerir água ou outros suplementos.

  1. Colostro: Tem cor amarelada e/ou transparente e é produzido em pequena quantidades até ao 2º a 3º dias após o parto. É pobre em gorduras e lactose, mas muito rico em proteínas e anticorpos que vão proteger o bebé contra infeções. Tem efeito laxante e promove a maturação do intestino.
  2. Leite de transição: Tem uma cor mais parecida com a do leite. Tem maior concentração de gorduras, vitaminas e lactose (maior aporte energético). Entre o 2º e o 3º dia, as mamas ficam mais tensas e poderá surgir um pico febril – isto deve-se ao aumento do volume de leite produzido (descida do leite).
  3. Leite maduro: Surge a partir do 15º dia até ao desmame. Durante a amamentação inicialmente o leite é mais líquido e açucarado (rico em água e hidratos de carbono) e vai se tornando cada vez mais espesso e rico em lípidos (gorduras).

Amamentação: dicas e conselhos

    • A mãe deve procurar manter o bebé perto de si, especialmente ao início, para conhecê-lo bem
    • Dar de mamar sempre que o bebé apresentar sinais precoces de fome e em horário livre
    • Assegurar uma pega correta
    • Manter as mamadas da noite
    • Evitar a utilização de mamilos artificiais, chuchas e biberões (o diferente posicionamento da língua confunde o bebé, que começa a ter dificuldade em mamar)
    • Ponderar devidamente a introdução de substitutos do leite materno (que interferem no processo para estabelecer e manter a produção e a quantidade de leite). Se estiver insegura, peça ajuda a um técnico de saúde

A amamentação deve ser frequente, em horário livre, sem restrições na duração, nos intervalos ou no acesso a uma ou duas mamas em cada refeição. Não existe relação entre o tamanho do peito e a capacidade de produção de leite.

  1. Ofereça primeiro a mama em que o bebé não mamou da última vez ou a que mamou em último lugar;
  2. Deixe o bebé esvaziar completamente a mama e só depois ofereça a outra;
  3. O bebé deve mamar até ficar satisfeito;
  4. O intervalo livre entre as mamadas habitualmente não ultrapassa as quatro horas.
    • Lave bem as mãos
    • Escolha um lugar agradável e adote uma postura confortável para que se sinta relaxada
    • Se der de mamar sentada, as suas costas devem estar direitas e apoiadas assim como os braços. Os seus pés devem assentar completamente no chão. Coloque uma almofada no colo para apoiar o bebé
    • Se der de mamar deitada, deite-se bem de lado, com uma almofada debaixo da sua cabeça e o ombro repousado na cama
    • Uma vez que o bebé esteja a mamar bem, será capaz de o alimentar confortavelmente em qualquer local

É importante assegurar que o bebé faz uma boa pega pois, de outra forma, pode não conseguir ingerir a quantidade de leite suficiente durante a amamentação, podendo esta ser dolorosa e os seus mamilos ficar magoados e/ou gretados.

    • A mãe deve segurar o bebé bem aconchegado a si
    • A barriga do bebé deve estar encostada à barriga da mãe (cabeça, ombros e corpo numa linha reta)
    • O nariz ou lábio superior do bebé devem estar na direção do mamilo
    • Deve esperar que o bebé abra bem a boca (pode roçar levemente os lábios contra o seu mamilo);
    • Mova-o rapidamente para a mama, ou seja, “bebé para a mama e não mama para o bebé” (o mamilo e a auréola devem ficar na boca do bebé)
    • Verifique se a boca do bebé está bem aberta, o queixo encostado à mama e o lábio inferior voltado para fora
    • A auréola é mais visível por cima do que por baixo da boca do bebé
    • O padrão de mamar do bebé muda de sucções breves para longas, profundas e com pausas

Nos primeiros dias é difícil perceber se o bebé está a ingerir a quantidade de leite que precisa. As dúvidas aumentam se estiver sempre a chorar ou não acalmar depois da amamentação. A maioria dos bebés mama entre oito a 10 vezes por dia e, ao fim da 1ª semana entre seis a oito vezes por dia (mais ou menos de três em três ou de quatro em quatro horas).

  1. Durante a mamada observe a deglutição do bebé, (a forma como este engole)
  2. As mamas esvaziam e ficam mais moles depois do bebé mamar
  3. A urina do bebé deve ser clara e sem cheiro, em média com seis a oito fraldas molhadas por dia
  4. As fezes devem ser semilíquidas e amareladas, a partir do 5º dia e tem pelo menos três dejeções diárias
  5. O bebé apresenta uma pele firme e hidratada

Dieta e estilo de vida da mãe durante a amamentação

Enquanto estiver a amamentar, a mãe deve procurar manter uma dieta equilibrada e variada com ingestão de líquidos. Não deve ingerir bebidas estimulantes como chá preto e café ou bebidas alcoólicas, fumar ou tomar medicamentos sem receita médica.

Problemas que podem surgir durante a amamentação

Saiba como prevenir e tratar situações muito frequentes:

1. Mamilos gretados

Os mamilos podem ficar doridos ou com fissuras logo no início da amamentação, tornando este um processo doloroso.

  • Como prevenir:
    • Verificar se o bebé pega bem na mama
    • Não interromper a amamentação, deixando que seja o bebé a fazê-lo. Se necessário, deve colocar um dedo entre a auréola e a língua do bebé de modo a interromper a sucção
    • Lavar os mamilos apenas uma vez por dia (hora do banho)
    • Evitar a utilização de discos absorventes impermeáveis
    • Utilizar conchas de arejamento sob o soutien
    • Aplicar e deixar secar algumas gotas de leite materno e pomada para o efeito (hidratante/cicatrizante) no mamilo e auréola, após o banho e cada mamada
  • O que fazer
    • Iniciar a amamentação pelo mamilo menos doloroso e continuar as indicações para prevenção

2. Ingurgitamento mamário 

Quando ocorre a “descida” do leite, entre o 2º e o 3º dia, as mamas podem ficar tensas, quentes e dolorosas. Pode surgir febre (38º) durante 24 horas.

  • Como prevenir:
    • Iniciar a amamentação logo após o parto em “horário livre” (sempre que o bebé quiser) e assegurar uma pega correta
  • O que fazer:
    • Aplicar calor (placa térmica/compressas quentes ou chuveiro com água morna) e massajar suavemente a mama com movimentos circulares em direção ao mamilo
    • Colocar o bebé a mamar primeiro na mama mais cheia
    • Se a mama continuar congestionada após a amamentação, a mãe deve esvaziá-la manualmente ou com ajuda de uma bomba extratora de leite, até sentir-se confortável
    • Quando terminar, deve aplicar frio (placa térmica/gelo protegido ou compressas frias) durante 5 minutos, suspender por 2 minutos e aplicar por mais 5 minutos
    • Na mamada seguinte deve-se repetir o mesmo procedimento na outra mama

3. Mastite (mama inflamada) 

Nesta situação, a mama fica vermelha, tensa, quente e bastante dolorosa, provoca mal-estar e é acompanhada de febre. Está associada ao bloqueio de ductos (canal onde passa o leite) ou a situações infeciosas associadas à contaminação por microrganismos através dos mamilos gretados.

  • Como prevenir
    • Tratar o ingurgitamento e os mamilos gretados
    • Evitar a compressão excessiva da mama com os dedos durante a amamentação
    • Evitar roupas que comprimam a mama
  • O que fazer:
    • Continuar a amamentar
    • Após a amamentação do lado afetado, esvaziar manualmente ou com ajuda de uma bomba extratora de leite, até sentir-se confortável
    • Seguir as indicações de como tratar o ingurgitamento
    • Consultar o médico obstetra
    • Repousar

Extração e conservação de leite materno

Antes de iniciar a extração do leite, a mãe deve lavar bem as mãos. Os materiais utilizados na extração e armazenamento podem ser lavados na máquina da loiça ou com água quente e sabão e enxaguados abundantemente com água. Seque-os e guarde-os em local limpo.

    • A mãe deve procurar manter-se tão confortável e relaxada quanto possível
    • Aplique calor (placa térmica/compressas quentes ou chuveiro com água morna)
    • Massaje suavemente a mama com movimentos circulares em direção ao mamilo
    • Estimule levemente os mamilos entre o dedo indicador e o polegar
    • A mãe deve fazer um “C” com a sua mão para apoiar a mama e colocar o polegar acima e o indicador abaixo da linha da aréola
    • Mantendo os dedos na mesma posição, deve exercer uma ligeira pressão para trás
    • Deve comprimir e pressionar para a frente, em simultâneo, o polegar e o indicador, sem deslizarem na pele
    • Suspenda a pressão e repita o movimento anterior alternadamente (comprimir, pressionar e soltar)
    • Pode-se rodar a posição da mão em volta da aréola

1. Bombas Manuais

São mais fáceis de usar quando a mama está cheia do que quando está menos firme.

2. Bombas Elétricas 

São rápidas e fáceis de utilizar porque funcionam automaticamente. São especialmente indicadas se houver necessidade de extrair leite por um período de tempo prolongado (por exemplo, se o bebé ficar internado na neonatologia).

Não se esqueça: se utilizar uma bomba manual ou elétrica, siga as instruções do respetivo fabricante.

    • Em cada extração deve-se identificar o recipiente para recolha e conservação do leite com a data e hora
    • Congele o leite que não tenciona utilizar dentro de 24 a 48 horas
    • Descongele o leite lentamente no frigorífico ou à temperatura ambiente
    • Depois de descongelado, conserve o leite no frigorífico e utilize-o dentro de 24 horas
    • Aqueça o leite em banho-Maria e nunca no microondas
    • Uma vez aquecido à temperatura ambiente, o leite deverá ser utilizado ou deitado fora

O leite conserva-se durante os seguintes períodos de tempo:

  • Três meses no congelador do frigorífico com porta separada
  • Seis meses na arca congeladora
  • Três dias no frigorífico a uma temperatura de 2-4ºC

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