Como Se Escreve Preterito Mais Que Perfeito?

¿Todo bien, amigos? ¿Preparados para otra Dica? Vamos a hablar sobre el pretérito mais-que-perfeito de los verbos regulares en portugués. Usamos el pretérito mais-que-perfeito en portugués cuando queremos hablar de un acontecimiento en el pasado, anterior a otro pasado.

Hay dos formas de Pretérito mais-que-perfeito en portugués: la forma simple y la forma compuesta. La forma compuesta expresa una repetición de una acción o su continuidad hasta el momento del discurso. La formación del pretérito mais-que-perfeito portugués de verbos regulares es la siguiente, en la forma compuesta:

Formación del Pretérito-mais-que-perfeito en Portugués

Como Se Escreve Preterito Mais Que Perfeito?

Como acabamos de ver, vamos a necesitar del verbo ter (tener) y el verb principal en participio (Particípio Passado). Existe una regla muy simple para crear verbos regulares en participio. Vamos a verla:

Participio de los verbos Regulares en Portugués

Como Se Escreve Preterito Mais Que Perfeito?

Ahora ya tenemos todo lo que necesitamos. Vamos a ver entonces algunos ejemplos usando el Pretérito Mais-que-perfeito de los verbos regulares.

Como Se Escreve Preterito Mais Que Perfeito?

Ejemplos con el Pretérito Mais-que-perfeito en Portugués

Vocês já tinham falado com ela sobre a festa? Eu falei com ela há pouco.
¿Ya habíais hablado con ella sobre la fiesta? Yo hablé con ella hace poco.

Nós já tínhamos vendido o carro quando a Julia decidiu comprá-lo.

Ya habíamos vendido el coche cuando Julia decidió comprarlo.

Quando o João chegou, eu já tinha saído.
Cuando João llegó, yo ya había salido.

Ele já tinha comprado um computador quando a loja entrou em promoção.

Él ya había comprado un computador cuando la tienda entró en promoción.

Marta estava decepcionada pois nunca tinha perdido um jogo antes.
Marta estaba decepcionada porque nunca había perdido un partido antes.

No momento em que cheguei na estação, o tremtinha partido.
En el momento en que llegué a la estación, el tren ya había salido.

Eu já tinha terminado de ler quando acabou a luz.
Ya había terminado de leer cuando se acabó la luz.

Você já tinha chegado quando eu te liguei?
¿Ya habías llegado cuando te llamé?

Ela ainda não tinha lido o livro que eu falei.
Ella todavía no había leído el libro del que hablé.

Eles nunca tinham ouvido uma música tão bela. Por isso, estavam emocionados.

Ellos nunca habían oído una música tan bella. Por eso, estaban emocionados.

Elas nuncatinham pensado no assunto. Por isso estavam tão indecisas.
Ellas nunca habían pensado en el tema. Por eso estaban tan indecisas.

Formación de la forma simple de los verbos regulares

Veamos la forma simple del Pretérito Mais-que-perfeito en Portugués. La principal diferencia entre las formas simples y compuestas del tiempo mais-que-perfeito enportugués es que la forma simple es más formal que la forma compuesta. Hoy en día, es posible notar que la mayoría de los hablantes nativos de portugués prefieren usar la forma compuesta del mais-que-perfeito.

La forma simple del mais-que-perfeito en portugués fue más utilizada en épocas anteriores. Por ejemplo, cuando Machado de Assis escribió sus historias, alrededor de 1870.

Como Se Escreve Preterito Mais Que Perfeito?

Ejemplos con la forma simple del mais-que-perfeito en Portugués

Ele já estudara a matéria quando o amigo chegou.
El ya había estudiado el tema cuando llegó el amigo.

Ela chegara às 11:00, pois dormiu tarde.
Ella había llegado a las 11:00 porque dormía hasta tarde.

Quando o João chegou, eu já saíra.
Cuando João llegó, ya me había salido.

As meninas já comeram quando eu cheguei.
Las chicas ya habían comido cuando llegué.

Você já dormira quando ele te ligou?
¿Ya habías dormido cuando te llamó?

Vocês já falaram sobre a RioLIVE!? Eu convidei eles ontem.
¿Ya habíais hablado de RioLIVE? Los invité ayer.

Naquela tarde, eles ouviram um barulho estranho.
Esa noche, habían oído un ruido extraño.

Quando o noivo apareceu, a noiva já chegara na igreja.
Cuando apareció el novio, la novia ya había llegado a la iglesia.

O marido mentiu para a polícia, mas a esposa dissera a verdade.
El marido mintió a la policía, pero la esposa había dicho la verdad.

André comprou um apartamento com o dinheiro do carro que vendera.
André compró un departamento con el dinero del auto que había vendido.

¡Ahora es tu turno!

Completa las oraciones con la forma compuesta del mais-que-perfeito en Portugués:

  1. Quando Marcos chegou, Roberto já _____ ____ (partir).
  2. Comprei a passagem com o dinheiro que _____ ____ (guardar).
  3. Eu cheguei atrasado porque _____ ____ tarde ontem (dormir).
  4. Meu dinheiro já _____ ____ (acabar) quando o preço caiu.
  5. No momento que cheguei no ponto, o ônibus já _____ ____ (sair).

Ahora, completa las oraciones con la forma simple del mais-que-perfeito en Portugués:

  1. Ele _____ (dizer) que o livro era bom.
  2. Quando percebi, a porta já _____ (fechar).
  3. No momento em que Anna saiu, Débora _____ (chegar).
  4. Em toda minha vida, eu nunca _____ (ouvir) nada tão belo.
  5. Você ainda não _____ (escrever) a redação que mandei?

¿Entendido? Ahora ya sabes cómo usar y entender el Pretérito mais-que-perfeito portugués.
Algunas preguntitas para vosotros amigos.

¿Vocês já tinham estudado Português antes?
¿Vocês já tinham visitado o Rio de Janeiro no passado?
¿Vocês já tinham tirado

Modo indicativo: o que é, quando usar, exemplos – Português

O modo indicativo é um dos modos existentes na língua portuguesa, além do modo subjuntivo e modo imperativo. O indicativo se diferencia dos demais por apresentar ações verbais tidas como reais ou verossímeis no fato que se enuncia.

Leia também: O que são verbos abundantes?

O que é modo indicativo?

O modo indicativo é um dos modos verbais de conjugação. É usado para enunciar ações verbais tidas como reais ou verossímeis pelo falante, representando algo que aconteceu, que acontece ou que acontecerá. Veja a diferença entre os modos indicativo, subjuntivo e imperativo:

Note que, no caso do modo indicativo, espera-se que a ação verbal tenha acontecido ou que aconteça de fato. No caso do modo subjuntivo, os acontecimentos são considerados menos certos de ocorrer. No modo imperativo, há um pedido ou uma ordem, que pode ser tanto algo positivo quanto negativo.

Tempos no modo indicativo

O modo indicativo apresenta seis tempos verbais.

Como Se Escreve Preterito Mais Que Perfeito?

Esses tempos verbais se referem a ações que podem ocorrer no momento da fala (presente), antes do momento da fala (pretérito perfeito, imperfeito ou mais-que-perfeito) ou que ainda não ocorreram (futuro do presente e do pretérito).

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O tempo verbal simples conta apenas com a conjugação do próprio verbo, sem ter outro verbo como auxiliar. Os seis tempos do modo indicativo podem ocorrer no tempo verbal simples. Para ilustrá-los, conjugaremos o verbo “cantar”.

– Presente

Pode indicar uma ação que ocorre no momento presente do enunciado ou uma ação habitual.

– Pretérito perfeito

Pode ser usado para indicar um fato em momento anterior ao da fala e que já foi concluído.

– Pretérito imperfeito

Pode ser usado para indicar uma ação contínua que ocorria em momento anterior ao da fala, mas que foi interrompida e parou de ocorrer, muitas vezes não tendo sido finalizada.

– Pretérito mais-que-perfeito

Pode ser usado para indicar uma ação que já ocorria antes de outra ação no passado. Portanto, é uma ação anterior ao passado em relação ao momento da fala.

– Futuro do presente

Pode ser usado para indicar uma ação que ocorrerá em momento posterior ao da fala.

– Futuro do pretérito

  • Pode ser usado para indicar uma ação posterior à outra do passado, uma ação que não ocorreu ainda e cuja ocorrência é duvidosa ou não está exatamente de acordo com o esperado.
  • Veja também: Verbos anômalos – verbos que sofrem alteração em seus radicais quando conjugados
  • O tempo verbal composto apresenta um verbo auxiliar (“ter” ou “haver”) e um verbo principal. O verbo auxiliar é conjugado de acordo com o tempo verbal, enquanto o verbo principal fica no particípio, o que forma uma locução verbal:
  • verbo auxiliar + verbo principal
  • Exemplo:
  • Eu tenho estudado muito!

No caso acima, “tenho” é o verbo auxiliar, conjugado no presente do indicativo, e “estudado” é o verbo principal, no particípio. Apenas quatro tempos do modo indicativo apresentam formas compostas: pretérito perfeito, pretérito mais-que-perfeito, futuro do presente e futuro do pretérito.

Leia também:  Para Que Serve Cha De Hibisco E Como Tomar?

– Pretérito perfeito

Pode indicar uma ação que se repete continuamente desde o passado até o momento presente.

– Pretérito mais-que-perfeito

Pode indicar uma ação que ocorreu anteriormente à outra ação do passado.

– Futuro do presente

Pode indicar uma ação futura que terá terminado antes de outra ação futura ou exprimir uma expectativa de quem fala.

– Futuro do pretérito

  1. Pode indicar uma ação que teria ocorrido depois de outra ação no passado.
  2. Atenção!
  3. O tempo verbal composto não deve ser confundido com a conjugação perifrástica.

O tempo verbal composto tem como verbo auxiliar apenas “ter” ou “haver”, e os verbos principais são conjugados no particípio.

A conjugação perifrástica tem mais verbos auxiliares, como “ir”, “continuar”, “acabar”, entre outros, e os verbos principais podem ser conjugados no gerúndio ou no infinitivo.

A conjugação perifrástica nada mais é do que substituir uma conjugação mais curta, como a forma verbal simples, por uma conjugação mais longa e complexa, o que tem sido muito frequente na oralidade.

Acesse também: Verbos reflexivos – verbos cujas ações são executadas e sofridas pelo mesmo sujeito

Exercícios resolvidos

Questão 1 – (IFRS 2014)

Como Se Escreve Preterito Mais Que Perfeito?

QUINO. Mafalda 2. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

O tempo e o modo verbal de leu e diz, respectivamente, são

A) pretérito perfeito do indicativo e presente do indicativo. B) pretérito imperfeito do subjuntivo e futuro do presente do indicativo. C) pretérito perfeito do indicativo e presente do subjuntivo. D) pretérito mais-que-perfeito do indicativo e presente do subjuntivo.

  • E) pretérito imperfeito do indicativo e presente do indicativo.
  • Resolução

Alternativa A. A palavra “leu” é a conjugação do verbo “ler” no pretérito perfeito do indicativo, como uma ação já finalizada. A palavra “diz” é a conjugação do verbo “dizer” no presente do indicativo, como ação que ocorre no momento da fala.

  1. Questão 2 – (USF-SP 2017)
  2. “Milhões de pessoas sadias estão sendo prejudicadas com diagnósticos psiquiátricos equivocados e tratamentos desnecessários enquanto os que têm doenças mentais verdadeiras não têm acesso às terapias de que precisam.
  3. O alerta vem do psiquiatra norte-americano Allen Frances, 73, professor emérito na Universidade Duke, na Carolina do Norte (EUA), autor do livro “Voltando ao normal” (Versal Editores), recém-traduzido para o português.
  4. Frances, que participa de palestras no Rio de Janeiro sobre a sua obra, diz que a tendência atual é de uma sociedade em que todos, em algum momento, sofrerão de algum transtorno.
  5. Sua crítica é centrada particularmente no DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), de 2013, um guia tido como a “bíblia da psiquiatria”.
  6. Frances liderou a versão anterior, o DSM-4, cuja diretriz foi tentar conter a inflação de diagnósticos, que já se espalhava na psiquiatria e na medicina em geral.”

Disponível em: . Acesso em: 22/09/2016, às 16h (fins pedagógicos).

Sobre as formas verbais destacadas do texto, assinale a alternativa correta.

A) A forma verbal “liderou” está conjugada no pretérito perfeito do modo indicativo e refere-se a um evento frequente no passado, de ação prolongada ou habitual durante algum tempo.

B) A forma “participa” está conjugada no presente do indicativo em seu uso histórico, já que pode ser substituída pelo pretérito perfeito do indicativo sem alteração semântica no período original.

C) A forma verbal “espalhava” está conjugada no pretérito imperfeito do modo indicativo e expressa uma verdade universal que quebra a fronteira entre o passado e o presente. D) A forma “estão sendo prejudicadas”, condenada pela norma gramatical por se tratar de um caso de gerundismo, é uma locução do presente do indicativo flexionada na voz passiva.

  • E) A forma “sofrerão” é uma flexão do futuro do presente do modo indicativo que está desaparecendo na nossa língua, sobretudo na oralidade, sendo substituída por sua forma perifrástica.
  • Resolução

Alternativa E. O pretérito perfeito não se caracteriza por ação prolongada e habitual durante algum tempo, pois isso é característica do pretérito imperfeito. A alteração de “participa” por “participava” alteraria o sentido do período naquele contexto. A forma verbal “espalhava” não apresenta quebra de fronteira entre passado e presente.

A forma “estão sendo prejudicadas”, naquele contexto, não configura caso de gerundismo e não é condenada pela norma gramatical. A conjugação simples do futuro do presente do modo indicativo de fato está sendo menos frequente, como no caso de “sofrerão”, que, na oralidade, é mais comumente substituído pela forma perifrástica “vão sofrer”.

Uso do pretérito mais-que-perfeito

Assim que iniciamos as primeiras séries do Ensino Fundamental, entramos em contato com a leitura e com a escrita, adquirimos nossos primeiros conhecimentos e, quando já temos alguma intimidade com as letras, somos apresentados aos verbos e aos seus tempos verbais.

Todos nós aprendemos que os verbos são conjugados nos seguintes tempos verbais: passado, presente e futuro.

Aprendemos ainda que os verbos, quando conjugados no pretérito, podem estar no pretérito imperfeito, pretérito perfeito e pretérito mais-que-perfeito.

Essas divisões do tempo pretérito costumam gerar dúvidas, pois nem sempre sabemos classificar os verbos adequadamente. Então, vamos à explicação.

Primeira pergunta: Por que o pretérito mais-que-perfeito tem esse nome? Seria porque ele é mais perfeito do que os outros? A resposta é não.

O pretérito mais-que-perfeito é mais-que-perfeito porque indica uma ação do passado que aconteceu antes do pretérito perfeito.

No pretérito perfeito, a ação acontece em um momento determinado do passado. Observe os exemplos:

A bola entrou quando o árbitro apitou. (pretérito perfeito) Quando o árbitro apitou, a bola já entrara. (pretérito mais-que-perfeito = a bola já havia entrado). Quando a professora começou a explicação, Ana chegou. (pretérito perfeito) Quando Ana chegou, a professora já começara a explicação. (pretérito mais-que-perfeito = já havia começado).

O pretérito perfeito indica um momento determinado do passado: “… o árbitro apitou”.

O pretérito mais-que-perfeito indica um momento antes do pretérito perfeito: “… a bola já entrara.”

Observe um exemplo do uso do pretérito mais-que-perfeito na letra da música “Super-Homem – A canção”:

… quem dera, pudesse todo homem compreender  Oh! Mãe, quem dera… Minha porção mulher que até então se resguardara

Resguardara, verbo retirado da letra da canção,pode ser substituído pela locução verbal “havia se resguardado”, e geralmente é o que fazemos na fala e na escrita.

Você já observou que evitamos usar o pretérito mais-que-perfeito? Quando queremos nos referir a um tempo anterior ao pretérito perfeito, preferimos utilizar uma locução verbal correspondente e isso acontece porque ficamos em dúvida sobre como conjugar o verbo adequadamente.

O uso do pretérito mais-que-perfeito costuma ficar restrito a textos formais, podemos frequentemente encontrá-lo também na linguagem literária. Espero que você tenha aprendido mais sobre esse tempo verbal tão peculiar!

  • Por Luana Castro
  • Graduada em Letras

Como Se Escreve Preterito Mais Que Perfeito? O uso do pretérito mais-que-perfeito é indicado quando queremos expressar uma ação que aconteceu antes do pretérito perfeito

Pretérito mais-que-perfeito do indicativo – Conjugação de Verbos

O pretérito mais-que-perfeito do indicativo é usado para indicar uma ação que ocorreu antes de outra ação passada. Pode indicar também um acontecimento situado de forma incerta no passado. 

Este tempo verbal tem uma utilização muito limitada, sendo maioritariamente utilizado em exclamações, em linguagem poética ou na sua forma composta.

Frases com verbos no pretérito mais-que-perfeito do indicativo

  • Quando notei, a água já transbordara da banheira.
  • Com o olhar triste, explicou a todos por que regressara a casa.
  • Apenas de noite admitiu que esperara por ele ansiosamente durante todo o dia.
  • Quem me dera que isso acontecesse!
  • Tomara que eu seja o escolhido!

Terminações do pretérito mais-que-perfeito do indicativo (verbos regulares)

  • 1.ª conjugação (-ar) (Eu) radical + -ara (Tu) radical + -aras (Ele) radical + -ara (Nós) radical + -áramos (Vós) radical + -áreis
  • (Eles) radical + -aram
  • 2.ª conjugação (-er) (Eu) radical + -era (Tu) radical + -eras (Ele) radical + -era (Nós) radical + -êramos (Vós) radical + -êreis
  • (Eles) radical + -eram
  • 3.ª conjugação (-ir) (Eu) radical + -ira (Tu) radical + -iras (Ele) radical + -ira (Nós) radical + -íramos (Vós) radical + -íreis
  • (Eles) radical + -iram

Verbos conjugados no pretérito mais-que-perfeito do indicativo

Verbos regulares da 1.ª conjugação

Verbo estudar Verbo trabalhar Verbo falar
 (eu) estudara  (tu) estudaras  (ele) estudara  (nós) estudáramos  (vós) estudáreis (eles) estudaram  (eu) trabalhara  (tu) trabalharas  (ele) trabalhara  (nós) trabalháramos  (vós) trabalháreis (eles) trabalharam  (eu) falara  (tu) falaras  (ele) falara  (nós) faláramos  (vós) faláreis (eles) falaram
Leia também:  Revisão Bibliográfica O Que É Como Fazer?

 Verbos regulares da 2.ª conjugação

Verbo aprender Verbo entender Verbo correr
 (eu) aprendera  (tu) aprenderas  (ele) aprendera  (nós) aprendêramos  (vós) aprendêreis (eles) aprenderam  (eu) entendera  (tu) entenderas  (ele) entendera  (nós) entendêramos  (vós) entendêreis (eles) entenderam  (eu) correra  (tu) correras  (ele) correra  (nós) corrêramos  (vós) corrêreis (eles) correram

Verbos regulares da 3.ª conjugação

Verbo partir Verbo dividir Verbo cumprir
 (eu) partira  (tu) partiras  (ele) partira  (nós) partíramos  (vós) partíreis (eles) partiram  (eu) dividira  (tu) dividiras  (ele) dividira  (nós) dividíramos  (vós) dividíreis (eles) dividiram        (eu) cumprira  (tu) cumpriras  (ele) cumprira  (nós) cumpríramos  (vós) cumpríreis (eles) cumpriram

Saiba tudo sobre todos os tempos verbais que existem: Tempos verbais (presente, pretérito e futuro).

Pretérito Mais-que-perfeito (Indicativo e subjuntivo)

Daniela Diana

Professora licenciada em Letras

O pretérito mais-que-perfeito do indicativo é um tempo verbal empregado para indicar uma ação passada que ocorreu antes de outra, também no passado. Ele é geralmente utilizado em situações formais ou em textos literários.

Exemplos de frases:

  • Diogo falara de seus pais.
  • Dora bebera uma bebida muito forte.
  • Falou como se fora comum.

Além disso, em sua forma composta, o pretérito mais-que-perfeito pode ser usado para falar de uma ação situada de forma incerta no passado, por exemplo: Ela já tinha falado isso antes.

Formação do pretérito mais-que-perfeito

O pretérito mais-que-perfeito apresenta uma forma simples e duas compostas (uma, no indicativo, e outra, no subjuntivo).

Além dele, no modo indicativo temos o pretérito perfeito e imperfeito. Já no modo subjuntivo, conjuga-se somente o pretérito imperfeito.

1. Pretérito mais-que-perfeito simples

Em sua formação simples, o pretérito mais-que-perfeito do indicativo é pouco usual na linguagem formal, sendo mais utilizado em textos poéticos.

Exemplo:

(…) Vendo o triste pastor que com enganos
lhe fora assi negada a sua pastora,
como se a não tivera merecida;
começa de servir outros sete anos,

  • dizendo:-Mais servira, se não fora
  • (Trecho do soneto Sete anos de pastor Jacob servia, de Luís Vaz de Camões)

para tão longo amor tão curta a vida.

Conjugação dos verbos regulares no pretérito mais-que-perfeito

Para os verbos regulares, que seguem uma conjugação fixa, o pretérito mais-que-perfeito apresenta as seguintes terminações:

1.ª conjugação (-ar) 2.ª conjugação (-er) 3.ª conjugação (-ir)
(Eu) radical + -ara (Eu) radical + -era (Eu) radical + -ira
(Tu) radical + -aras (Tu) radical + -eras (Tu) radical + -iras
(Ele) radical + -ara (Ele) radical + -era (Ele) radical + -ira
(Nós) radical + -áramos (Nós) radical + -êramos (Nós) radical + -íramos
(Vós) radical + -áreis (Vós) radical + -êreis (Vós) radical + -íreis
(Eles) radical + -aram (Eles) radical + -eram (Eles) radical + -iram

Para compreender melhor, confira abaixo verbos conjugados no pretérito mais-que-perfeito em cada uma das três conjugações terminadas em -ar; -er; -ir:

1.ª conjugação (-ar) – verbo encontrar 2.ª conjugação (-er) – verbo merecer 3.ª conjugação (-ir) – verbo admitir
Eu encontrara Eu merecera Eu admitira
Tu encontraras Tu mereceras Tu admitiras
Ele encontrara Ele merecera Ele admitira
Nós encontráramos Nós merecêramos Nós admitíramos
Vós encontráreis Vós merecêreis Vós admitíreis
Eles encontraram Eles mereceram Eles admitiram

As formas compostas do pretérito mais-que-perfeito são muito utilizadas na linguagem coloquial (informal). Ele apresenta uma forma no modo indicativo e outra, no modo subjuntivo.

Da mesma maneira que no tempo simples, ele é usado para indicar uma ação situada no passado e que ocorrera antes de outra, também no passado.

Pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo

Além de sua formação simples, o pretérito-mais-que-perfeito apresenta uma forma composta no modo indicativo. Ele é formado pelo:

verbo auxiliar “ter” conjugado no pretérito imperfeito do indicativo + o particípio do verbo principal

Exemplo: Ele tinha avisado sobre o acidente na estrada.

Pretérito mais-que-perfeito composto do Indicativo
(Eu) tinha + particípio do verbo principal
(Tu) tinhas + particípio do verbo principal
(Ele) tinha + particípio do verbo principal
(Nós) tínhamos + particípio do verbo principal
(Vós) tínheis + particípio do verbo principal
(Eles) tinham + particípio do verbo principal

O pretérito mais-que-perfeito composto também é conjugado no modo subjuntivo. Nesse caso, ele é empregado para se referir a um evento anterior a outro evento no passado.

Ele é formado pelo:

verbo auxiliar “ter” conjugado no pretérito imperfeito do subjuntivo + o verbo principal no particípio

Exemplo: Talvez tivesse sido um bom aluno.

Pretérito Mais-que-perfeito composto do subjuntivo
(Eu) tivesse + particípio do verbo principal
(Tu) tivesses + particípio do verbo principal
(Ele) tivesse + particípio do verbo principal
(Nós) tivéssemos + particípio do verbo principal
(Vós) tivésseis + particípio do verbo principal
(Eles) tivessem + particípio do verbo principal

Obs.: Nos tempos compostos o verbo haver também é empregado, embora o “ter” seja mais usual.

Leia também:

  • Tempos Verbais
  • Pretérito Perfeito
  • Pretérito Imperfeito

Licenciada em Letras pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) em 2008 e Bacharelada em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (UFF) em 2014. Amante das letras, artes e culturas, desde 2012 trabalha com produção e gestão de conteúdos on-line.

Pretérito mais-que-perfeito do indicativo – Português

No pretérito, os fatos expressos pelos verbos apresentam ocorrência anterior ao momento da enunciação.

Ou seja, em orações em que há ações expressas no pretérito, temos referência a algo que aconteceu antes do momento da fala.

Com relação ao pretérito mais-que-perfeito, seu emprego indica, principalmente, uma ação anterior a outra já passada, mas admite outros contextos de utilização, como veremos adiante.

Há duas formas de representá-lo: simples ou composto.

Em sua forma simples, o pretérito mais-que-perfeito do indicativo é expresso pelas desinências –ra, -ras, -ra, -ramos, -reis, -ram (falara, beberas, partira, faláramos, bebêramos, partíramos etc.).

Já em sua forma composta, é indicado pelo verbo auxiliar ter acrescido do particípio do verbo principal (tinha falado, tinha bebido, tinha partido etc.).

  • Vejamos alguns exemplos de usos do pretérito mais-que-perfeito em suas duas formas:
  • Forma simples (desinência –ra)
  • O mar tornara-se tão revolto que o menino se afogou.
    (o mar tornou-se revolto antes de o menino se afogar)
  • Quando olhei para trás, o fogo consumira boa parte da vegetação do terreno.
    (O fogo consumiu a vegetação antes de eu olhar para trás)
  • Bebera a garrafa inteira; caiu quase morto na calçada.
    (Bebeu a garrafa inteira antes de cair na calçada)
  • Forma composta (verbo auxiliar ter + particípio do verbo principal)
  • Chegou a época das chuvas e o inverno rigoroso já tinha tornado os dias mais escuros.
    (O inverno tornou-se rigoroso antes da chegada da época das chuvas)
  • Quando conquistou a fortuna, já tinha bebido do vinho amargo da vergonha.
    (Bebeu do vinho amargo da vergonha antes de conquistar a fortuna)
  • A viúva tinha consumido boa parte dos bens no vício do jogo, quando perdeu o filho mais novo.
    (Consumiu boa parte dos bens antes de perder o filho mais novo)
  • Cancelaste as passagens quando já tínhamos pagado o hotel.
    (O hotel foi pago antes do cancelamento das passagens)
  • A forma composta do pretérito mais-que-perfeito, em geral, é a preferencialmente utilizada.
  • O pretérito mais-que-perfeito pode apresentar outras possibilidades de uso, conforme veremos nos exemplos a seguir:
  • a) Fato vagamente situado no passado – não tão precisamente expresso:
  • Fizera fortuna, comprara o carro do ano, casara e tivera filhos, mas nada nele mudara por dentro.
  • b) Pode ser usado para atenuar um pedido, expressando um fato passado com relação ao presente:

Ele tinha vindo para convencê-lo de que quer ajudá-lo. Não seja orgulhoso!

  1. c) Pode aparecer em substituição ao futuro do pretérito, sobretudo em linguagem literária:
  2. “Um pouco mais de sol – e fora (=teria sido) brasa” (Mario de Sá-Carneiro)
  3. d) Também em linguagem literária, pode ocorrer em substituição ao pretérito imperfeito do subjuntivo:
  4. Sê propícia para mim, socorre
    Quem te adora, se adorar pudera (=pudesse)!
    (Alphonsus de Guimaraens)
  5. e) O emprego do pretérito mais-que-perfeito também ocorre em frases exclamativas:
  6. Quisera eu ter a vida que tens!
  7. Tomara que chova no verão!
  8. A conjugação dos verbos regulares no pretérito mais-que-perfeito segue os seguintes paradigmas:

Forma simples

Verbo andar (-ar, 1ª conjugação)
1ª pessoa – singular Eu andara
2ª pessoa – singular Tu andaras
3ª pessoa – singular Ele/ela andara
1ª pessoa – plural Nós andáramos
2ª pessoa – plural Vós andáreis
3ª pessoa – plural Eles/elas andaram
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Verbo receber (-er, 2ª conjugação)
1ª pessoa – singular Eu recebera
2ª pessoa – singular Tu receberas
3ª pessoa – singular Ele/ela recebera
1ª pessoa – plural Nós recebêramos
2ª pessoa – plural Vós recebêreis
3ª pessoa – plural Eles/elas receberam
Verbo surgir (-ir, 3ª conjugação)
1ª pessoa – singular Eu surgira
2ª pessoa – singular Tu surgiras
3ª pessoa – singular Ele/ela surgiras
1ª pessoa – plural Nós surgíramos
2ª pessoa – plural Vós surgíreis
3ª pessoa – plural Eles/elas surgiram

Forma composta

Verbo andar (-ar, 1ª conjugação)
1ª pessoa – singular Eu tinha andado
2ª pessoa – singular Tu tinhas andado
3ª pessoa – singular Ele/ela tinha andado
1ª pessoa – plural Nós tínhamos andado
2ª pessoa – plural Vós tínheis andado
3ª pessoa – plural Eles/elas tinham andado

 

Verbos receber e fugir
(-er / -ir, 2ª e 3ª conjugações), respectivamente
1ª pessoa – singular Eu tinha recebido / fugido
2ª pessoa – singular Tu tinhas recebido / fugido
3ª pessoa – singular Ele/ela tinha recebido / fugido
1ª pessoa – plural Nós tínhamos recebido / fugido
2ª pessoa – plural Vós tínheis recebido / fugido
3ª pessoa – plural Eles/elas tinham recebido / fugido

Bibliografia:

CUNHA, C.; CINTRA, L. Nova Gramática do Português Contemporâneo. 6ª ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2013. 800 p.

CEGALLA, D. P. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 48ª ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional. 2009. 696 p.

Texto originalmente publicado em https://www.infoescola.com/portugues/preterito-mais-que-perfeito-do-indicativo/

Análise dos verbos no pretérito – Escrever o passado

POR: Elisângela Fernandes 01 de Dezembro | 2010 “João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém…” Propor o uso do pretérito com base no famoso verso de Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) é bem mais interessante do que pedir que os alunos conjuguem os verbos de forma mecânica e descontextualizada.

Associar a gramática à produção e interpretação de texto é uma forma mais efetiva de garantir que a turma aprenda a utilizar os verbos no tempo correto, escreva com eficiência e perceba sutilezas durante a leitura. Três tempos verbais do indicativo caracterizam o passado: os pretéritos perfeito, imperfeito e mais-que-perfeito.

Seu desafio em sala é demonstrar qual a função de cada um deles dentro de um texto.

Jeane Mari Sant'Ana Spera, docente do Departamento de Linguística da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp), campus de Assis, alerta: “Não é adequado ensinar os verbos descolados da função comunicativa dos textos.

Dessa forma, os estudantes não percebem os diferentes efeitos que eles, os verbos, podem produzir no uso da língua culta”.

Ainda que raramente utilizado na linguagem oral e nas produções dos alunos, o pretérito mais-que-perfeito deve ter sua função explicada: marcar ações em um passado anterior ao da narrativa.

A turma vai encontrá-lo mais em textos antigos, como na abertura do romance O Alienista, de Machado de Assis (1839-1908): “As crônicas da vila de Itaguaí dizem que em tempos remotos vivera ali um certo médico, o Dr.

Simão Bacamarte…”

Segundo a professora Suely Amaral, linguista e doutora em Educação, os estudantes do 6º ano já dominam o uso dos pretéritos perfeito e imperfeito na linguagem oral e falam e escrevem sobre fatos que já ocorreram sem dificuldade. “O problema está na sistematização desses conteúdos e na compreensão de quando, por que e para que usar um ou outro na escrita”, afirma.

Análise e produção textual ajudam a entender os verbos

Para Jeane Mari, é essencial explicar que os diferentes tempos verbais não servem apenas para marcar o tempo cronológico, ou seja, indicar a sequência dos fatos. Eles possibilitam ao autor, além de descrever o que ocorreu no passado, caracterizar seu ponto de vista sobre o cenário e o ambiente e expor sua opinião sobre os personagens.

“Reconhecer esses aspectos da narrativa é um importante passo para que o aluno perceba tanto a dinâmica e a pontualidade dos acontecimentos ao utilizar o pretérito perfeito quanto os movimentos prolongados com o uso do imperfeito”, explica Lazuita Goretti de Oliveira, professora de Língua Portuguesa da Escola de Educação Básica (Eseba) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) (leia duas atividades propostas por ela no quadro abaixo).

Em geral, os verbos conjugados no pretérito imperfeito são utilizados em narrativas como pano de fundo ou cenário, como na frase “O Lobo Mau estava à espreita em uma floresta escura e sombria”. Muitas vezes o imperfeito marca ações rotineiras no passado, como neste exemplo: “Todos os dias, Cinderela limpava e cozinhava, enquanto suas irmãs dormiam” (leia a sequência didática).

Já os verbos no pretérito perfeito apresentam uma ação acabada, que está diretamente relacionada à progressão do enredo no tempo. Por exemplo: “Um dia chegou o príncipe”.

“É comum a garotada usar o pretérito imperfeito só no início, por exemplo, com o 'era uma vez', e depois empregar apenas o pretérito perfeito”, comenta Suely.

Assim, o texto se torna mais pobre, pois o leitor não é introduzido no ambiente e no clima em que ocorre a história.

Lazuita e Vilma Aparecida Gomes, que também leciona na Eseba, fazem do ensino da gramática um importante aliado no desenvolvimento dos alunos em relação à leitura e à escrita de gêneros variados.

Para estudar as diferenças entre os pretéritos, as duas educadoras trabalham de forma semelhante.

Apresentam vários gêneros – pode ser conto, crônica e até letra de música -, a garotada identifica as características de cada um deles, reconhece os tempos verbais utilizados e faz uma reflexão sobre o seu uso. A supervisão delas é constante.

No passo seguinte, os jovens produzem narrativas. O importante é que os textos possam dar ênfase não só às ações concluídas, marcadas pelo pretérito perfeito, mas que contextualizem ao máximo o cenário e os personagens, sempre com o auxílio do pretérito imperfeito.

Elas avaliam se nas produções textuais a garotada consegue perceber as relações de sentido presentes no uso de cada um dos tempos verbais.

“O objetivo é levar a turma a entender que há diferentes maneiras de contar o passado e que isso é essencial para produzir textos de qualidade”, explica Vilma.

Sentidos do pretérito perfeito e do imperfeito Análises de diversas narrativas ajudam os estudantes a identificar os diferentes usos dos tempos verbais

Atividade 1

Grife os verbos presentes no trecho do conto Tempo de Chuva, de Elias José (1936-2008), indique em que tempo estão e reflita sobre a sua função. 

“… A mãe achava ruim, prometia bater, mas Pitu não resistia. Mal começava a chover, saía na chuva, molhava o corpo, corria pra lá e pra cá. Se a chuva era forte, melhor: Pitu preparava barcos e ia soltá-los na enxurrada que passava entre a rua e o passeio. Molhava o corpo. Sujava de barro o corpo e a calça…”

A aluna identifica todos os verbos do texto e indica que estão no pretérito imperfeito.

A explicação dela para a escolha feita pelo autor: “O pretérito imperfeito indica ações habituais de Pitu no passado em dias de chuva”.

Atividade 2

Reescreva o trecho do conto trocando o tempo verbal do pretérito imperfeito para o perfeito. 

A mãe achava ruim, prometeu bater, mas Pitu não resistiu. Mal começou a chover, saiu na chuva, molhou o corpo, correu pra lá e pra cá. Se a chuva fosse forte, melhor: Pitu preparava barcos e foi soltá-los na enxurrada que passou entre a rua e o passeio. Molhou o corpo. Sujou de barro o corpo e a calça.

Na reescrita, a estudante passou os verbos para o pretérito imperfeito corretamente, com exceção de “achava”, “fosse” e “preparava”.

Para que o objetivo da atividade seja cumprido, a turma deve perceber que ocorreu uma mudança de sentido na narrativa. Ela passou a descrever ações concluídas de Pitu em um dia de chuva.

Agradecimentos à Professora Lazuita Goretti de Oliveira e à aluna Lorena Oliveira Silva, do 6º ano da Escola de Educação Básica (eseba) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), que realizou a atividade acima.

Quer saber mais?

CONTATOS Escola de Educação Básica da Universidade Federal de Uberlândia, tel. (34) 3218-2905 Suely Amaral

BIBLIOGRAFIA Para Entender o Texto, Francisco Platão Savioli e José Luiz Fiorin, 431 págs., Ed. Ática, tel. 0800-11-5152, 82,90 reais

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