Como Se Diz Quando Um Ovo Não Gerou Pinto?

Inverno Studionov 28 2014Comentários desativados em Dentro do ovo da galinha, sempre tem pintinho? Como Se Diz Quando Um Ovo Não Gerou Pinto?

Não, nem sempre. A galinha bota ovos com e sem pintinhos. Para crescer um pintinho dentro do ovo é preciso que ele tenha sido fecundado pelo galo e que tenha sido chocado pela galinha. Entendeu? Vamos explicar melhor:

Fecundação é quando o espermatozoide encontra o óvulo, lá ele se desenvolve e o filhotinho é gerado. Nesse caso, o espermatozoide do galo encontra o óvulo da galinha que, depois, será o ovo como conhecemos. Quando a fecundação acontece, dizemos que o ovo foi galado.

Como Se Diz Quando Um Ovo Não Gerou Pinto?

De maneira geral, o ovo é formado pela clara e pela gema, envoltas em uma membrana, e pela casca. A gema é cheinha de minerais e de gorduras para alimentar o pintinho. A clara fornece a energia que ele precisa para crescer. A casca e a membrana, que é como uma pele bem fininha, têm furinhos muito pequenos por onde entra o oxigênio e sai o vapor de água liberado durante o desenvolvimento.

Para nascer, o pintinho empurra a cabeça rompendo a membrana. Lá ele encontra um espaço com ar ainda dentro do ovo. Esse ar é muito importante para o filhotinho respirar enquanto procura a saída. Para ajudá-lo a quebrar a casca, existe uma estrutura na ponta do bico, como um dentinho. Com algumas batidas ele consegue quebrar o ovo e nascer.

Se o ovo não for galado, não terá um pintinho dentro, mas os nutrientes ainda estarão lá. Normalmente, os ovos comprados em supermercado não têm pintinhos, pois as galinhas são criadas sem os galos. Já aqui no Sítio, vivem galos e galinhas, então alguns ovos são galados e outros não. Os primeiros, quando chocados, dão origem aos pintinhos.

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por Inverno Studio

O que veio antes, o ovo ou a galinha, ou você sabe o que é evolução?

Uma das perguntas mais instigantes que podemos nos fazer é sobre nossa origem. De onde viemos? E, estabelecendo essa referência, podemos refletir melhor sobre para onde vamos… Mas vamos nos tirar da conversa pra facilitar, e vamos usar uma ave. Por exemplo, uma galinha.

Qual a origem de uma galinha? Um ovo, que choca num pintinho que vai se desenvolver numa galinha (ou galo!).

Até aí é fácil, mas se o ovo vem da galinha, de onde veio o primeiro ovo, que gerou a primeira galinha? Essa resposta passa pelo trabalho de um cientista inglês, nascido no início de 1809, chamado Charles Darwin.

Uma das maiores contribuições de Charles Darwin para a ciência foi a idéia de que todos os seres que existem em nosso planeta possuem uma mesma origem.

Sim, todas as pessoas possuem algum grau de parentesco, assim como você com seu cachorrinho de estimação e as plantas da varanda, por mais estranho que seja.

Mas alguns são parentes próximos e outros são parentes muito, muito distantes (tipo aqueles que aparecem em casamentos e que vc nunca viu na vida, mas muito mais distantes ainda…). Essa ideia, de que toda as formas de vida são conectadas, levou Darwin a associar o padrão de evolução a uma árvore.

Nesta “árvore”, a base do tronco seria o primeiro organismo a surgir na Terra, um organismo primitivo que é o ancestral de toda a vida na Terra como observada hoje. Quando os galhos se bifurcam, significa que um organismo deu origem a dois outros, diferentes do primeiro.

Assim, onde havia um organismo, em determinado momento passam a haver dois. Cada um desses, por sua vez, poderá dar origem a outros dois, e assim por diante.

Esse processo de mudança dos organismos com o passar do tempo ficou conhecido como evolução, e podemos usá-lo para explicar o problema de onde veio o primeiro ovo, que daria origem à primeira galinha. Como os organismos mudam com o passar o tempo, houve no passado um organismo que colocava ovos, mas que ainda não era uma galinha.

Assim, foi o ovo quem veio antes, pois ele já era posto por outros animais, antes de existir a galinha que conhecemos hoje. Ou você nunca ouviu falar em ovos de dinossauros? Sim, a galinha é um primo distante dos dinossauros.

A representação da vida em uma árvore com ramos que se bifurcam sucessivamente, entretanto, esbarra em um problema: nós conhecemos o que existe vivo hoje em dia (os galhos das extremidades da árvore), mas como saber quem (ou como) eram os ancestrais desses organismos? Para muitos casos, a paleontologia dá as respostas, por meio de fósseis e outros registros. Entretanto, não existem fósseis para todos os nossos antepassados, ou eles são muito difíceis de serem obtidos, e essa é uma das situações onde a bioinformática entra.

A bioinformática (na verdade uma parte dela, chamada filogenética molecular) busca recontar a história evolutiva de organismos (ou seja, montar essa árvore) através das moléculas que os compõe (como DNA ou proteínas).

Através desses métodos sabemos que, por exemplo, as moléculas de hemoglobina no nosso sangue são parecidas com as leghemoblobinas de vegetais, ou ainda que algumas enzimas que produzem energia em protozoários são assemelham às humanas.

Mas se você está achando que isso tudo é só curiosidade, conhecimento sem muita aplicação no mundo real, pode parar para repensar suas idéias. A história evolutiva de organismos e suas moléculas possui muitas aplicações no mundo que nos cerca.

O principal exemplo talvez na busca por tratamentos a doenças. Imagine um vírus muito parecido que infecta vários animais, mas em uns causa doenças e em outros não.

Se entendemos porque um animal sofre da doença e outro não, podemos desenvolver novos tratamentos para aqueles que sofrem da doença.

Como Se Diz Quando Um Ovo Não Gerou Pinto?

Esboço de Charles Darwin para seu primeiro diagrama de uma árvore evolutiva (Primeiro Caderno sobre Transmutação das Espécies, 1937) [Fonte: http://darwin-online.org.uk/]

Triturados vivos: o terrível destino de pintinhos machos na indústria – BBC News Brasil

  • Luiza Franco
  • Da BBC News Brasil em São Paulo

Como Se Diz Quando Um Ovo Não Gerou Pinto?

Crédito, AFP

Quando um pintinho sai do ovo, tem coração, sistema nervoso, pulmões. Logo depois do nascimento já é capaz de comer sozinho e sair andando atrás da mãe.

No entanto, se ele for um pintinho macho da linhagem de avicultura de postura, ou seja, o tipo de ave usado na indústria para botar ovos e não para ser vendida por sua carne, provavelmente será jogado numa espécie de triturador assim que nascer e seu sexo for identificado.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) diz que no Brasil esse é o destino de em torno de 6-7 milhões de pintinhos por mês, considerando que aproximadamente 50-52% dos ovos férteis incubados darão origem a pintos machos.

Na criação comercial de aves poedeiras, os machos, que não botam ovos, não servem. A indústria cria dois tipos de animais: de postura, que botam ovos, e a de frangos de corte, criados para serem mortos e comidos.

Os machos da linhagem de postura não botam ovos e ao mesmo tempo são considerados inadequados para corte porque demoram mais a ganhar peso e não ficam do tamanho de um frango do tipo usado para abate.

A morte e o descarte de pintos machos logo após o nascimento é prática comum na produção de alimentos em todo o mundo. No Brasil, não há um método estabelecido e obrigatório por normas do Ministério da Agricultura. No entanto, a maceração mecânica, espécie de trituração, é o mais adotado em todo o mundo.

Também se usa o método de asfixia por gás, mas esse é menos comum, dizem especialistas. Mesmo empresas que vendem ovos de galinhas criadas livres e têm perfil de maior preocupação com bem-estar animal compram animais de incubatórios onde o descarte dos machos é praxe.

O assunto é tabu na indústria porque ainda não há solução que possa ser adotada em grande escala. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa a avicultura e a suinocultura do Brasil, respondeu perguntas enviadas por e-mail, mas negou pedido de entrevista.

A veterinária Vania Plaza Nunes, diretora do Fórum Nacional de Defesa e Proteção Animal, considera o assunto uma questão ética urgente. “Você está condenando um animal à morte porque nasceu do sexo errado”, diz a veterinária. Além disso, diz, deve-se levar em conta o bem-estar do animal.

A ABPA, por sua vez, diz que o método é adotado em vários países e considerado “humano” e que “defende o debate racional e a apresentação de alternativas que permitam a preservação do status sanitário e a viabilidade econômica, que evitem impactos financeiros significativos ao preço para o consumidor”.

“Vale lembrar que o ovo é uma proteína acessível, estratégica para a garantia de segurança alimentar para a população”, escreveu a associação.

Um posicionamento do Diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Geraldo Marcos de Moraes, escrito em agosto de 2019 e obtido pela BBC News Brasil via Lei de Acesso à Informação, sugere um desejo de redução dessa prática, mas descreve obstáculos.

“Para a adoção das boas práticas na avicultura, incluindo a redução do descarte de pintos de um dia, é necessário mudança de cultura e conscientização dos produtores (…

) A redução do descarte de pintos de um dia é um processo longo e gradual, que depende de vários fatores e envolve diversas instituições além do Ministério da Agricultura, como instituições de pesquisa, órgãos estaduais de fomento e extensão agrícola etc.”, escreveu o diretor.

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O frango que comemos é de uma linhagem diferente da dos pintinhos que são mortos ao nascer

Quando os filhotes saem dos ovos, uma pessoa treinada na técnica de sexagem, ou seja, a identificação do sexo da ave, separa machos e fêmeas. Os machos são descartados em seguida.

“Eles são jogados numa espécie de liquidificador”, diz a veterinária Vania Nunes. É o processo chamado na indústria de “maceração”.

Segundo o guia brasileiro de boas práticas para eutanásia em animais, do Conselho Federal de Medicina Veterinária, é o “método empregado com o uso de equipamento apropriado em que a velocidade das lâminas produz imediata destruição por laceração dos tecidos e induz rapidamente a morte de um grupo de pequenos animais”.

“A maceração pode ser considerada equivalente ao deslocamento cervical ou ao trauma sobre a cabeça. Suas vantagens são a morte instantânea e a possibilidade de ser aplicada a um grande número de animais”, diz o texto.

Depois, o que sobra — uma espécie de massa — é descartado, segundo o Ministério da Agricultura, e usado em compostagem ou depositado em aterros sanitários, dependendo da legislação ambiental de cada Estado.

Segundo a Embrapa, o material oriundo do descarte de pintos de um dia, cascas de ovos, ovos inférteis e não eclodidos pode servir, depois de tratado, de composto fertilizante para utilização em lavouras, áreas de hortifrúti ou para alimentação de peixes.

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Segundo a Embrapa, no Brasil em torno de 6-7 milhões de pintinhos por mês são descartados no Brasil

Uma resolução do Conselho Federal de Medicina Veterinária diz que os animais a serem mortos “são seres sencientes”, portanto, capazes de sentir ou ter sensações.

A veterinária Vania Nunes diz que os pintinhos sofrem de várias maneiras durante esse processo. “Ele vai sentir dor física porque o sistema nervoso central já está formado”, diz ela.

A veterinária acrescenta que o pintinho é capaz de perceber o que acontece no seu entorno e por isso sofre psicologicamente também. “Ele tem capacidade de percepção sensorial desenvolvida quando sai de dentro do ovo. Ele é capaz de entender o ambiente onde ele está”, diz ela.

Além disso, diz, ela, “aquele indivíduo já é um vencedor porque se ele nasceu direitinho, inteiro, do ponto de vista biológico, já é uma vitória. Você está condenando um animal à morte porque nasceu do sexo errado”.

Fabiana Ferreira, professora de zootecnia do campus de Montes Claros da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), diz que, se a máquina estiver bem ajustada e trabalhando na capacidade correta, o processo é rápido e não gera erros.

“O grande problema é quando a manutenção não está boa ou se sobrecarrega a máquina. Nesses casos, pode ser que algum animal passe sem ser macerado de forma imediata e demore alguns segundos para morrer”, diz a especialista. Segundo ela, a fiscalização dos estabelecimentos regularizados é eficaz.

No entanto, continua, “por mais éticos que tentamos ser, ainda é um processo que poderia ter alternativas, como a identificação do sexo enquanto ele ainda está no ovo em fase de desenvolvimento embrionário, a não realização da eliminação do animal (destinando esse à criação alternativa de aves). Toda vida que vem ao mundo tem que ter qualidade, mesmo que por um dia”, acrescenta.

Segundo a zootécnica, uma alternativa mais humanitária seria a morte do animal por deslocamento cervical, “que é um método de eutanásia ainda aceito quando ave tem pouco peso, como o caso dos pintinhos”, mas esse método é mais trabalhoso por causa do grande número de animais a serem submetidos a ele, um por um.

A Embrapa considera a prática “admissível”.

Citando norma do Conselho de Veterinária, diz que os métodos aplicados devem assumir “princípios básicos norteadores dos métodos de eutanásia: elevado grau de respeito e ausência ou redução máxima de desconforto e dor nos animais; busca da inconsciência imediata seguida de morte; ausência ou redução máxima do medo e da ansiedade; segurança e irreversibilidade”. Segundo a organização, a maceração se encaixa na categoria.

O Ministério da Agricultura diz que o método “é considerado pela Organização Mundial de Saúde Animal como adequado, do ponto de vista do bem estar animal (…

) e tem como uma de suas vantagens a morte imediata dos animais. (…

) Esse método também está previsto no Guia Brasileiro de Boas Práticas para a Eutanásia de Animais, do Conselho Federal de Medicina Veterinária”, diz a pasta, em resposta enviada por e-mail à BBC News Brasil.

No posicionamento obtido via Lei de Acesso à Informação pela BBC, o diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Geraldo Marcos de Moraes diz que a proibição do descarte desses animais geraria “outro problema grave, decorrente da falta de destinação a esses animais, incluindo, por exemplo, abandono, alimentação inadequada e consequente problemas sanitários”, escreve ele.

“Atribuir ao produtor o ônus de manter estes animais sem que haja mercado para os mesmos também geraria problemas, uma vez que o custo da produção aumentaria significativamente, tornando a atividade inviável e resultando no abandono da produção.”

Alguns países estão tentando mudar essa prática; no Brasil há menos sinais de esforços nesse sentido.

A França prometeu proibir a prática de abater filhotes machos indesejados até o final de 2021, como parte das reformas do bem-estar animal, mas as alternativas ainda estão em discussão. Na Alemanha, um tribunal decidiu que a prática pode continuar temporariamente até que uma alternativa seja encontrada. No ano passado, a Suíça proibiu a maceração.

Equipes de pesquisa na Alemanha e na Holanda desenvolveram uma tecnologia que permite identificar o sexo de um pintinho nas primeiras fases da incubação, que dura 21 dias. Assim, machos podem ser descartados antes da eclosão. Uma empresa alemã, a Selectegg, vende ovos usando essa tecnologia em redes de supermercados na França e na Alemanha; eles foram batizados de “respecteggs”.

Outra estratégia, esta adotada por pequenos produtores de ovos, é criar aves de “dupla finalidade”, ou seja, raças nas quais os galos são robustos o suficiente para que possam ser criados para corte, em vez de descartados. Segundo a Embrapa, “o foco são nichos de mercado, cujo produto assemelha-se a galetos/conformação de aves menores”.

O Diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura comenta sobre o tema em texto obtido pela BBC via Lei de Acesso à Informação em agosto de 2019.

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Equipes de pesquisa na Europa desenvolveram tecnologia que permite identificar o sexo de um pintinho nas primeiras fases da incubação, que dura 21 dias

“O desenvolvimento de aves de dupla aptidão permitirá que os animais tenham algum rendimento em qualquer uma das finalidades, reduzindo o descarte dos machos de aves de postura.

É preciso destacar, no entanto, que as aves de dupla aptidão sempre terão um rendimento inferior ao das aves geneticamente selecionadas para uma finalidade específica, aumentando o custo de sua produção e reduzindo os ganhos com o produto, sendo necessários programas de incentivo ao produtor para criação de aves de dupla aptidão. Adicionalmente, a seleção genética para o desenvolvimento de linhagem de dupla aptidão comercialmente viável é um processo de longo prazo.”

No Brasil, segundo escreveu a ABPA por e-mail, empresas de genética e de avicultura de ponta no Brasil “participam ativamente” em buscas por alternativas como a identificação do sexo dentro do ovo e estudos de utilização comercial dos machos.

“Porém as alternativas ainda não estão completamente aprovadas e/ou disseminadas. Em uma cadeia produtiva longa e de dimensões continentais — como é a brasileira — são processos que demandam tempo para viabilização da implantação”, diz a associação.

A empresa brasileira Korin, a primeira do país a ter um certificado dado pelo Certified Humane, instituto de certificação de granjas que garantem bem-estar animal, diz que o assunto é uma de suas principais preocupações.

“Não temos como evitar isso (descarte), não somos nós (que criamos as galinhas) que fazemos”, diz Luiz Carlos Demattê Filho, Diretor de Agricultura e Meio Ambiente da empresa.

Demattê explica que compra fêmeas de casas genéticas, que comercializam o material genético que vai para granjas para se transformar em fêmeas produtoras de ovos.

“Há algum tempo estamos falando que precisamos de uma resposta melhor para isso. A empresas respondem dizendo que estão desenvolvendo a tecnologia de sexagem de ovos. Estão surgindo soluções”, diz ele.

Segundo o diretor, a pressão para isso vem da base de consumo.

Demattê diz que a Korin também compra machos, que são criados juntos com as fêmeas. A empresa faz isso porque as galinhas “gostam de ter alguns machos com elas.

O sistema fica todo mais harmonizado, há menos conflitos”, diz ele. Depois, quando chegam no fim da vida (cerca de dois anos), essas aves, tanto machos quanto fêmeas, são vendidas para corte.

É uma forma, diz ele, de resolver o problema em pelo menos uma parte da produção.

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AI Responde

Olá, Evair!

O portal da Avicultura Industrial publicou um artigo sobre essa questão. Leia uma parte do material abaixo, onde também está o link para o texto completo.

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Inúmeros fatores podem afetar a produção e a qualidade dos grãos de milho. Dentre eles podemos destacar o manejo utilizado bem como o nível tecnológico empregado, que inclui o material genético e a quantidade de insumos utilizados. Na busca por elevadas produtividades, a qualidade proteica do milho destinado à ração das aves pouco é abordada por técnicos e produtores.

Na produção avícola este é o grão de maior importância correspondendo a aproximadamente 60% do total dos grãos utilizados para a formulação das rações.Caracterizado como um alimento essencialmente energético, o milho é também uma importante fonte de proteína, a qual representa cerca de 10% do grão.

Por este motivo este ingrediente representa, aproximadamente, 22% da proteína total da ração.

Leia mais sobre o assunto no link: https://www.aviculturaindustrial.com.br/nutricaoed1264 

Olá, Alexandre!

O portal da Avicultura Industrial publicou um artigo sobre essa questão, escrito pelo pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Valdir Silveira de Avila. Leia uma parte do material abaixo, onde também está o link para o texto completo.

Muda forçada para poedeiras comerciais

A muda das penas é um processo que acontece em todas as espécies de aves e em ambos os sexos. Ocorre como consequência de um período de descanso em que a ave cessa a produção de ovos  e  passa por modificações fisiológicas (internas e externas). Pode ocorrer de forma  natural ou forçada.

Na muda natural as aves perdem e renovam suas penas antes do início do inverno, porém a época da muda varia individualmente e é prejudicial ao desempenho produtivo em escala comercial.

A muda forçada é uma  prática que tem sido utilizada principalmente em poedeiras comerciais, objetivando mais um ciclo de produção, aumentando a vida produtiva e otimizando o desempenho da ave.

Pode ser realizada em aves selecionadas para a produção de ovos comerciais ou de ovos férteis, onde o plantel é forçado, ou induzido, ao descanso reprodutivo num período de tempo determinado através do método escolhido pelo avicultor. Tem como características a redução do consumo de alimento, a perda de penas, a regressão acentuada no peso corporal e no trato reprodutivo.

Leia mais sobre esse assunto em https://www.aviculturaindustrial.com.br/imprensa/muda-forcada-para-poedeiras-comerciais/20020708-132802-0129

Olá, Sandro!

O abate das aves é estabelecido conforme Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal e no Regulamento Técnico da Inspeção Tecnológica e Higiênico-Sanitária de Carne de Aves.

São tratadas através destes, questões relacionadas ao: pré-abate (captura e transporte) e o abate (insensibilização, sangria, escalda, depenagem, evisceração, pré-resfriamento, resfriamento, gotejamento, classificação, embalagem e tempo de armazenamento).

O pré-abate tem-se início com o jejum e dieta líquida das aves objetivando a limpeza do trato digestivo, evitando contaminação da carcaça e casos de ruptura, o tempo ideal é de 8h a12 horas. Período superior a 12 horas pode comprometer a qualidade da carne causando problemas quando a evisceração. Leia artigo completo sobre os processos de abate em nosso portal: 

https://www.aviculturaindustrial.com.br/imprensa/processos-de-abate-em-aves-conforme-regulamento-brasileiro/20130304-084009-o186

A apara da ponta do bico pelo método infravermelho consiste na exposição parcial do bico a uma fonte de radiação infravermelha de alta intensidade no tecido cartilaginoso do bico da ave (pintainhas com um dia de idade) ocasionando a perda gradual da ponta do bico, o que vem a ocorrer em duas semanas após esse tratamento. Esse processo, por ser automatizado, é mais preciso e conduz a menores chances de dor e desconforto à ave.

Você pode saber mais sobre isso no estudo publicado pela Avicultura Industrial, na edição 1278. Nesse link: https://www.flipsnack.com/gessulliagribusiness/revista-avicultura-industrial-ed-1278.html?p=14

Olá Charles!

A tecnologia está cada vez mais presente na avicultura. Segue uma reportagem publicada em maio em nosso site com algumas das principais tecnologias utilizadas. https://www.aviculturaindustrial.com.br/imprensa/era-digital-o-futuro-da-tecnologia-avicola/20180522-093843-w047

  • Olá José!
  • A galinha nasce com um certo número de óvulos que, ao longo da vida, se desenvolvem e se transformam em ovos.
  • O macho só é essencial para a fecundação, ou seja, para produção de pintainhos.

Olá Priscila!

Este link trata do tempo de botar das galinhas, acredito que responda sua questão: https://www.aviculturaindustrial.com.br/imprensa/periodo-de-botar/20050411-075705-1523

Olá Janiely!

Diferente dos mamíferos, que possuem membros femininos e masculinos bastante diferenciados, a identificação do sexo do frango exige outro tipo de atenção.

Tanto as linhagens de corte, como as de postura, podem ser diferenciadas pelo gênero através de uma análise de suas penas, logo no primeiro dia do nascimento.

Separei pra você esse material que publicamos mostrando como identificar se seu pintainho é macho ou fêmea.

 https://www.aviculturaindustrial.com.br/imprensa/macho-ou-femea-/20090901-155934-q606

Olá Creusa, não encontrei referências e/ou trabalhos que ligassem o nascimento de pintos com as fases da lua, logo, acredito que não há influência.

Olá Iure. O potencial reprodutivo de machos e fêmeas é influenciado por diversos fatores, tais como: genética, curva de crescimento, qualidade e composição da ração, qualidade do sêmen, proporção entre machos e fêmeas, peso e tamanho das aves, programas de spiking, programas de luz e idade.

Já a fertilidade do galo depende de um adequado desenvolvimento testicular, de boa qualidade espermática e da eficiência na cópula. Separei este artigo de nosso site para você https://www.aviculturaindustrial.com.br/imprensa/fatores-que-afetam-a-fertilidade-de-galos-de-matrizes-pesadas/20160805-090939-h764

Olá Thiago, sobre seu questionamento separamos um artigo da Embrapa que detalha todos os aspectos relacionados a reutilização de dejetos de poedeiras como o esterco. Vale ressaltar que por causa do alto potencial biogênico dos dejetos, não é aconselhado o uso no solo sem tratamento. No link abaixo você acessa todo o conteúdo. Espero ter ajudado. https://goo.gl/dC9yXK

Geovani, esses animais são tingindo de diversas cores para serem comercializados. Para médicos veterinários,a coloração dos pintinhos pode ser prejudicial. Ainda segundo a especialista, essas aves são tingidas com tintas tóxicas, podendo levar à cegueira, intoxicação, entupimento das vias respiratórias e até a morte.

Essa técnica consiste no fornecimento de nutrientes para o pinto durante o desenvolvimento embrionário, com a finalidade de aumentar o estado nutricional do embrião, além de permitir a introdução de nutrientes específicos em contato com as células do intestino, antes mesmo da eclosão, melhorando assim, a capacidade de digerir alimentos pelo neonato. Leia na íntegra  https://www.magtab.com/reader/avicultura-industrial/16073#page/70

Olá, Josevaldo, as lâmpadas fluorescentes não podem ser usadas para chocadeiras, isso porque este não produz calor suficiente para manter a temperatura que deve ficar sempre entre os 37 e 38 graus, pois este deve ser de 37,5 no meio dos ovos, podendo oscilar entre os 36 e 39 graus por no máximo 2 horas. Uma lâmpada de 40KW deve gastar cerca de 25 KW/h por mês que equivale aos 21 dias de incubação, mais 9 dias de aquecimento inicial para o pintinho.

Lembre que para ter sucesso no processo de incubação, a temperatura da chocadeira deve estar estabilizada antes dos ovos serem colocados, para isso a chocadeira deve ser ligada com algumas horas de antecedência e para manter estes ovos com a temperatura homogênea, eles devem ser mexidos, sempre bem devagar, ao menos 3 vezes ao dia. Este procedimento só deve ser feito a partir do 3o dia ou 72 horas de incubação.

Olá, Carolina! O Trigo e Triticale e o Sorgo são ótimos ingredientes para substituir o milho na ração de frangos.

  O trigo, historicamente, sempre foi destinado ao consumo humano sendo os subprodutos do seu processamento direcionados à alimentação animal, destacando-se, principalmente, o farelo de trigo e o resíduo de limpeza, erroneamente definido como “triguilho”.

O triticale é um grão produzido com o destino principal para a produção de rações.

Já o Sorgo é um cereal cuja disponibilidade comercial não é alta, mas que apresenta excelente possibilidade de uso na alimentação, desde que incluídos ingredientes com pigmentos carotenóides ou xantofilicos, já que o sorgo diminui a pigmentação da pele, quando de seu uso. Leia a matéria que produzimos sobre o assunto http://www.aviculturaindustrial.com.br/imprensa/alimentos-alternativos-podem-diminuir-custos-na-producao-de-frangos-e-suinos/20160414-091339-i159 

Olá, Luiz Roberto, é fundamental que antes da construção, adaptação, ambientação e equipar seu galpão o produtor tenha exatamente definido a finalidade do mesmo.

Todavia, alguns pontos são gerais para todos os tipos de abrigo para as aves tais como: proteção contra chuva; excessos de temperatura (baixa ou elevada); ventos; radiação solar; “stress”; poluição do ar; ectoparasitos e endoparasitas e roedores e aves.

Universalmente é indicada a orientação leste-oeste em galpões para confinamento de animais, com intuito de tornar mínima a incidência direta do sol sobre os animais através das laterais da instalação, haja vista que, nesse caso, o sol percorre ao longo do dia sobre a cumeeira da instalação.

A largura do aviário é definida de acordo com o clima da região onde o mesmo será construído. Para saber mais acesse http://www.aviculturaindustrial.com.br/noticia/instalacoes-para-a-%20implantacao-da-granja-de-aves/20130124082015_Y_831

Olá, Carlos.

As lâmpadas fluorescentes não podem ser usadas para chocadeiras, isso porque este não produz calor suficiente para manter a temperatura que deve ficar sempre entre os 37 e 38 graus, pois este deve ser de 37,5 no meio dos ovos, podendo oscilar entre os 36 e 39 graus por no máximo 2 horas.

Uma lâmpada de 40KW deve gastar cerca de 25 KW/h por mês que equivale aos 21 dias de incubação, mais 9 dias de aquecimento inicial para o pintinho.

Lembre que para ter sucesso no processo de incubação, a temperatura da chocadeira deve estar estabilizada antes dos ovos serem colocados, para isso a chocadeira deve ser ligada com algumas horas de antecedência e para manter estes ovos com a temperatura homogênea, eles devem ser mexidos, sempre bem devagar, ao menos 3 vezes ao dia. Este procedimento só deve ser feito a partir do 3o dia ou 72 horas de incubação.

Olá, Derek. Segundo o estudo sobre o tema, publicado na edição da revista Avicultura Industrial identificou-se que a presença do galo pode alterar o shelf life dos ovos devido à produção de ovos férteis. Como resultado da pesquisa, a taxa de fertilização dos ovos foi de 80%. Veja p estudo completo na sessão Manejo, página 45 https://www.magtab.com/embarcado/avicultura-industrial/

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Olá, Delmir, a doença, também conhecida como cólera aviária tem como agente etiológico a bactéria Pasteurella multocida, que se manifesta como uma doença septicêmica. Trata-se de uma enfermidade contagiosa que acomete todas as aves de criação industrial, silvestres e de fundo de quintal.

  1. Principais sintomas:
  2. – abatimento e febre;
  3. – cristas e barbelas edemaciadas e cianóticas;
  4. – bico com muco;
  5. – diarreia verde amarelada abundante;
  6. – penas eriçadas;
  7. – aumento da frequência respiratória;
  8. – base dos pés e joelhos quentes e edemaciados;
  9. – fígado pálido, lembrando fígado cozido;
  10. Prevenção:
  11. – manejo;
  12. – higiene e desinfecção dos aviários;
  13. – descarte adequado das aves mortas;
  14. – vacinar todas as aves da criação;
  15. – quarentena de aves a serem introduzidas no plantel;
  16. – monitorial laboratorial.

Sequestrantes ou adsorventes de micotoxinas são substâncias que tem a capacidade de se ligar as toxinas presentes nos alimentos, produzidas por fungos, ainda na lavoura ou durante o armazenamento dos grãos ou das rações. Sua eficiência é variável, dependendo do tipo de micotoxina presente e da dosagem do sequestrante adicionado ao alimento.

Seu uso normalmente é através de sua mistura diretamente na ração animal. Nada impede que seja adicionado diretamente ao grão, mas por se tratar de produto na forma de pó, dificilmente ficará misturado de forma homogênea nos grãos.

Para que funcione adequadamente, é preciso compreender que sua ligação a toxina ocorre na presença de umidade (meio liquido), como é no estômago e intestino dos animais.

A sua mistura no alimento deve ser muito boa, pois precisará estar presente no alimento como um todo.

Com base nestas informações, recomenda-se que se tenha absoluta certeza de que o sequestre será ingerido pelo animal juntamente com a toxina presente no trigo. Atendendo este aspecto, fica indiferente se a sua adição se dará diretamente ao grão ou no momento de compor a ração, ou mesmo diretamente no comedouro do animal, a cada refeição. Apoio técnico: Embrapa Suínos e Aves

Olá Laís,

Sem o galo, não há o acasalamento das aves, portanto, não é possível sair pintinhos.

Markos, não encontrei referências e/ou trabalhos que ligassem o nascimento de pintos com as fases da lua, logo, acredito que não há influência.

Recomenda-se um intervalo entre lotes de no mínimo 10 dias.

Isso é normal. A Galinha, em média, bota um ovo a cada 25 horas e cerca de 280 ovos por ano. Nem de todos os ovos nascem um pintinho. A galinha precisa cruzar com o Galo para chocar os ovos fecundados.

Emídia, não encontrei referências e/ou trabalhos que ligassem o nascimento de pintos com as fases da lua, logo, acredito que não há influência.

Sim, isso é normal. A Galinha, em média, bota um ovo a cada 25 horas e cerca de 280 ovos por ano.

Segundo informações da Embrapa Suínos e Aves, um galo deve atender no máximo 12 galinhas. Sua troca deve ser feita a cada seis meses, para ele não cruzar com as filhas.

O galo deve ser substituído a cada dois anos.

Prezado José, isto pode ser bouba aviária. É comum entre os frangos domésticos. O tratamento é simples, no entanto o senhor deverá consultar um médico veterinário para mais informações.

Prezado Edilson,

Recomendo o contato com a Embrapa Suínos e Aves para informações detalhadas: (49) 3441-0400. Temos uma revista especializada também em Avicultura. Trata-se de Avicultura Industrial. Se tiver interesse, contate-nos para assinar! (11) 2118-3133. Ou mande novo e-mail com seu contato para ligarmos.

Prezado Valdemir,

Existem uma série de fatores que podem estar relacionados com o caso. Desde nutrientes insuficientes na alimentação ou até mesmo a idade das aves. Consulte um veterinário.

Prezada Airla,

Consulte o site da Embrapa Suínos e Aves. Eles possuem um material extenso.

Prezado Valdemir,

Não encontrei referências e/ou trabalhos que ligassem o nascimento de pintos com as fases da lua, logo, acredito que não há influência.

Prezado Anacleto, a doença pode ser originada a partir da alimentação da ave e para evitar este problema, recomendamos a contato com empresas especializadas em nutrição animal. Um veterinário poderá lhe fornecer dados precisos. Consulte o Guia Gessulli – www.guiagessulli.com.br – para encontrar a empresa mais próxima de você.

Valdemir, veja os comentários da Embrapa Suínos e Aves: “Em atenção a sua solicitação, provavelmente, estas aves estão sendo parasitadas por vermes. Entretanto, é fundamental o exame clínico veterinário, pois as causas deste espessamento do papo variam desde uma simples verminose até neoplasias”.

Em atenção a sua solicitação, provavelmente a galinha está em período de choco, que é uma parada natural na postura (processo fisiológico natural), principalmente para aves rústicas não melhoradas genéticamente. Sendo assim, a ave pode “deitar” sobre objetos diferentes ou com formas semelhantes a ovos, durante o período citado.

Prezada Claudia,

Consultada, a Embrapa Suínos e Aves precisa de mais esclarecimentos para entender melhor o seu problema e sugerir alguma solução. Lembrando que a melhor consulta, neste caso, seria com um médico veterinário.

De qualquer forma, o contato com a Embrapa pode ser feito neste link: http://www.cnpsa.embrapa.br/?idp=Pe1n13t2x

A cólera aviária é a doença causada por uma bactéria oportunista, a Pasteurella multocida spp., componente natural da microbiota gastrointestinal, genital, oral e respiratória de várias espécies de animais domésticos e silvestres.

Apesar de não ser comum elas determinarem doenças clínicas, elas podem ocorrer, dependendo da agressividade da cepa ou do estado imune dos hospedeiros.

A forma mais comum de infecção humana por esse agente é na pele, decorrente de mordidas de gatos e cães, entretanto pode haver infecção humana nas vias respiratórias em decorrência de inalação de secreções contaminadas.

Sendo assim, convém a implantação de práticas higiênico-sanitárias e utilização de equipamentos de proteção individual (EPIs) na rotina da criação e não somente em surtos de doenças, inclusive a cólera aviária.

Ovo

Os ovos foram adicionados ao Minecraft na versão Alpha 1.0.14, lançada em julho de 2010. Eles apareceram no mesmo patch que as galinhas, portanto, não há uma resposta firme para a pergunta que veio primeiro. Após um pedido de um fã que prometeu comer um pendrive se o jogo de ovos fosse adicionado ao jogo, eles se tornaram jogáveis na versão 1.0 da Beta. Infelizmente, não há registro do que aconteceu com o solicitante. Não coma pen drives, crianças.
Duncan Geere[1]

Ovos são itens que podem ser usados para criar itens de alimentos, ou usados com uma entidade arremessável para gerar galinhas.

Obtenção

Criatura

Galinhas largam um item de ovo a cada 5–10 minutos.

Raposas que estão segurando ovos também têm 8,5%‌‌[EJ apenas]/100%‌‌[EB apenas] de largar o ovo que elas estão segurando após a morte. Alternativamente, um jogador ao largar um item de alimento faz a raposa largar o ovo em troca do alimento.

Geração natural

Usos

Ingrediente de fabricação

Combate

Os jogadores são aptos a arremessar ovos e dar repulsão nas criaturas, mas não dá dano, semelhante a uma bola de neve. Arremessar ovos em mobs neutros os provoca. Ovos também podem ser disparados de ejetores e são afetados pela gravidade.

Gerando galinhas

Quando jogado pressionando o botão use, um ovo tem um 1⁄8 de chance de gerar uma galinha. Se isso ocorrer, existe uma 1⁄32 de chance de gerar três filhotes adicionais (em média, 1 em cada 256 ovos gera 4 filhotes). Em outras palavras, sempre que um ovo é jogado, há uma 31⁄256 de chance de desovar 1 galinha e um 1⁄256 de chance de gerar quatro filhotes.

O valor esperado do número de pintinhos que um ovo produz é 35⁄256 ou 0,137. Isso significa que, em média, a criação de uma única galinha requer 7,3 ovos, uma pilha de 16 ovos gera 2.

192 galinhas e um inventário completo, incluindo a barra quente e a mão secundária (37 * 16 = 592 ovos) pode gerar aproximadamente 81 filhotes. Se o estoque estiver na capacidade máxima (incluindo caixa de shulker, o que significa 15.

984 ovos), então um jogador pode esperar receber cerca de 2.190 filhotes.

Comércio

Na Edição Bedrock, aldeões fazendeiros de nível experiente compram 16 ovos por uma esmeralda como parte de seu comércio.

Sons

Valores de dados

Veja também: Chunk format

Ovos arremessados possuem dados da entidade que definem várias propriedades da entidade.

Ovo/ED

Conquistas

Artigo principal: Conquistas

Ícone
Conquista
Descrição do jogo
Requisitos reais (se diferente)
Pontos do Xbox ganhos
Tipo de troféu (PS)
A Mentira Faça um bolo usando: trigo, açúcar, leite, e ovos. Pegue um bolo da saída de uma bancada de trabalho. 30G Bronze

Histórico

alphav1.0.14

32px Ovos adicionados.

Problemas

Problemas relacionados com “Ovo” são mantidos no rastreador de problemas. Reporte problemas lá.

Trivia

  • Os ovos quebram no meio da queda se atingidos por outro projétil; a chance de gerar um pintinho não é afetada.
  • Jogar um ovo em um portal do Nether quebra o ovo quando atinge o portal.

Itens

Entidades

  1. ↑ “Taking Inventory: Egg” – Minecraft.net

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