Como Se Chama Uma Pessoa Que Trabalha Numa Mercearia?

Criar uma lista de produtos para montar uma mercearia é uma das principais atividades de um empreendedor — além de todas as outras questões que envolvem a abertura de um negócio, como a localização do ponto, mobiliário (gôndolas, freezers e balcões), equipamentos (computador, emissor de cupom fiscal), entre outras.

No que diz respeito às mercadorias, é de suma importância buscar fornecedores confiáveis, de qualidade e que ofereçam uma logística eficiente para atender as necessidades do seu negócio. Sempre que possível, dê preferência para comprar diretamente da indústria (já que essa prática é mais vantajosa, principalmente no que diz respeito aos custos).

Dito isso, queremos mostrar a você como montar essa lista e quais itens são indispensáveis para iniciar as suas atividades. Assim, você não se perde nesse planejamento inicial e aumenta as chances de tomar decisões acertadas. Pegue papel e caneta para anotação e saiba quais são eles a seguir!

1. Alimentos

Como Se Chama Uma Pessoa Que Trabalha Numa Mercearia?

São os itens mais básicos de uma mercearia e, de modo geral, também são os mais comprados. Aqui, entram os produtos perecíveis e os não perecíveis. Independentemente do tamanho do seu estabelecimento, o ideal é variar bastante nas marcas que são oferecidas.

Um mix de mercadorias variados é mais atraente — do ponto de vista dos consumidores —, já que aumenta o poder de escolha, principalmente na hora de comparar preço e qualidade. Entre os itens dessa categoria que você precisa adquirir e disponibilizar, estão:

  • arroz;
  • feijão;
  • macarrão;
  • óleo;
  • azeite;
  • tempero pronto;
  • maionese;
  • extrato de tomate;
  • enlatados (atum, sardinha, milho, ervilha etc.);
  • farinhas e farofas;
  • café;
  • chá;
  • leite.

2. Alimentos congelados

Como Se Chama Uma Pessoa Que Trabalha Numa Mercearia?

Os alimentos congelados também devem estar presentes na sua lista de produtos para montar uma mercearia. Eles são indispensáveis, pois têm bastante procura e é uma forma de oferecer mais praticidade para seus consumidores (uma maneira de demonstrar que você se preocupa em atender as necessidades e preferências dos clientes). 

Vale lembrar que, nesse caso, você deve investir em freezers (podem ser verticais ou horizontais) para acondicioná-los da maneira correta, com base na recomendação do fornecedor para o armazenamento — principalmente no que diz respeito às temperaturas. 

Nessa categoria, estão inclusos:

3. Frios

Como Se Chama Uma Pessoa Que Trabalha Numa Mercearia?

Nessa categoria, estão os produtos que também precisam ser acondicionados nos freezers, mas com temperaturas mais amenas (diferentemente dos congelados). De modo geral, esses itens envolvem:

4. Hortifrúti

Como Se Chama Uma Pessoa Que Trabalha Numa Mercearia?

Se você quiser variar ainda mais as opções de produtos vendidos em sua mercearia, pode incluir um hortifrúti dentro do estabelecimento. Só é preciso tomar o cuidado de manter os itens frescos e de qualidade. Entre as opções, estão:

  • frutas (banana, melancia, abacaxi, manga, maçã);
  • legumes (batata, cenoura, pimentão, beterraba);
  • verduras (couve, alface, couve-flor, repolho);
  • temperos (alho, cebola, cebolinha, salsa, coentro e ervas no geral);
  • polpas de frutas congeladas;
  • vegetais congelados.

5. Padaria

Como Se Chama Uma Pessoa Que Trabalha Numa Mercearia?

Produtos de padaria também não podem faltar. Mesmo que você opte por não oferecer pães fresquinhos e itens de confeitaria (bolos e doces), precisa considerar incluir essa opção no seu mix. A variedade envolve:

  • pão de forma;
  • pão de cachorro quente;
  • pão de hambúrguer;
  • bisnaguinha;
  • biscoitos;
  • massa pronta para bolo;
  • broinha de milho;
  • pães de queijo.

Não se esqueça de incluir produtos integrais, sem glúten, sem lactose, light e fit, mesmo que eles sejam adquiridos em menor quantidade. Dessa forma, você consegue atender aos mais variados públicos e não perde vendas por indisponibilidade desses itens.

Com o tempo — e um controle de estoque eficiente —, você aprende a identificar o volume de saída (chamado de giro) dessas mercadorias e vai saber, com mais precisão, quando e em quais quantidades deve comprar.

Assim, evita-se tanto o problema da falta quanto o de excesso (que pode acarretar a perda desses itens, principalmente pelo prazo de validade). Além disso, vale destacar que alguns fabricantes oferecem caixas com itens sortidos. Isso ajuda a variar seu mix de produtos sem que se comprometa o volume de mercadorias. 

Na prática, seria possível obter caixa mix com lasanhas, pizzas e kit churrasco, por exemplo.

6. Bebidas

Como Se Chama Uma Pessoa Que Trabalha Numa Mercearia?

Bebidas e sucos são outras mercadorias que não podem faltar — de jeito nenhum — na sua lista de produtos para montar uma mercearia. E isso vale tanto para as alcoólicas quanto para as não alcoólicas. Sendo assim, não se esqueça de adquirir itens como:

  • água;
  • chás prontos;
  • iogurtes;
  • suco;
  • refrigerante;
  • vitamina;
  • achocolatado;
  • cerveja;
  • vinho;
  • vodca.

Mais uma vez, não se esqueça de apostar na variedade, incluindo, principalmente, as marcas líderes de mercado. Você pode oferecer esses produtos tanto quentes (na prateleira) quanto gelados (no freezer).

Dependendo da sua estratégia e das negociações com os fornecedores, é possível até diferenciar o preço entre essas duas opções para os clientes — geralmente, os da prateleira saem mais baratos.

7. Produtos de limpeza

Produtos de limpeza também têm bastante saída em mercearias e são fundamentais para o seu negócio. Aposte tanto em marcas conhecidas e mais tradicionais (que são muito procuradas, mas também podem ser mais caras) quanto nas menos conhecidas e que podem ter um preço inferior — sempre focando nas necessidades dos clientes.

Entre os itens que ajudam a manter a limpeza e higiene das casas, estão:

  • água sanitária;
  • desinfetante;
  • detergente;
  • esponja de aço;
  • sabão em pó;
  • sabão em barra;
  • amaciante;
  • alvejante;
  • escovinhas;
  • vassoura;
  • rodo;
  • pá;
  • pano de chão;
  • pano de prato;
  • luvas de borracha.

8. Higiene pessoal

Toda mercearia também precisa oferecer itens de higiene pessoal, pelo menos com alguns produtos mais básicos. Na sua lista, devem estar presentes as seguintes mercadorias:

  • shampoo;
  • condicionador;
  • creme de pentear;
  • escova de cabelo;
  • pente;
  • desodorante;
  • lâmina de barbear;
  • creme dental;
  • escova de dentes;
  • enxaguante bucal;
  • creme hidratante para o corpo;
  • sabonete;
  • papel higiênico;
  • absorvente.

Existe uma quantidade maior de itens que podem ser incluídos em sua lista de produtos para montar uma mercearia.

Contudo, os produtos que foram relacionados aqui já dão uma ideia a respeito do que você precisa adquirir e são um excelente ponto de partida.

Você só precisa se lembrar de manter a variedade (tanto de mercadorias quanto de marcas), preocupando-se em atender as diversas necessidades do público.

O que achou deste artigo? Agora que você já sabe melhor como lidar com essas questões ligadas à rotina inicial de um estabelecimento, queremos ajudar a ampliar os seus conhecimentos sobre como fazer boas escolhas de fornecedores de alimentos. Não deixe de conferir!

Veja dicas para trabalhar em supermercados – Há Vagas

Como Se Chama Uma Pessoa Que Trabalha Numa Mercearia?Funções em supermercados vão desde embalador até gerente. Foto: Diego Nigro/JC Imagem

Trabalhar em supermercado pode ser uma boa oportunidade de crescimento profissional. Apesar da desaceleração do setor, as contratações são corriqueiras. Para conquistar uma vaga, é necessário ter algumas competências, como 2º grau completo, disposição, liderança e gostar de interação com o público.

“Na loja em si, precisamos de pessoas que se identifiquem com o varejo, tenham energia e garra. O trabalho é de domingo a domingo com uma folga na semana. Depois da contratação avaliamos quesitos como liderança. No Extrabom, não exigimos experiência nos cargos iniciais”, explica a gerente de Recursos Humanos da empresa, Sineide Oliveira.

Geralmente, o candidato começa em uma vaga de base. Por exemplo: embalador, caixa, repositor (pessoa que abastece as gôndolas) e balconista.

Depois, há oportunidade de crescimento para cargos do tipo encarregado de setor (responsável pela qualidade e metas do setor, seja mercearia, padaria, frios ou hortifruti), subgerente e gerente. O salário acompanha a hierarquia do cargo.

Inicialmente, a remuneração é de um salário mínimo (R$ 880,00). Os próprios empreendimentos oferecem treinamento para os funcionários.

“É fácil crescer dentro de um supermercado, por isso que a preferência é por candidatos com 2º grau completo. Muita gente que é gerente hoje em dia começou nas funções de base. As empresas preferem promover quem já está lá dentro”, afirma o presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Supermercado e Similares (Sessepe), Carlos Santana.

Mas a questão é: os supermercados estão contratando? “O setor está se adequando ao cenário de desaceleração, mas não está demitindo em massa. Claro que ocorrem dispensas.

A taxa de variação no quadro de funcionários em um ano é de 18% Geralmente isso acontece porque muitos funcionários entram jovens e optam por outra carreira.

É corriqueiro ter oportunidades de trabalho em supermercados, comenta o presidente da Associação Pernambucana de Supermercados (Apes) e sócio do Arco-Íris, Edvaldo Lira.

Para onde enviar currículos?

Os supermercados recebem currículos por meio dos sites das empresas. O Extrabom, Arco-íris, Walmart possuem este setor.

A Mercearia – um estabelecimento em extinção

Existe uma hashtag bastante utilizada nas redes sociais conhecida como #tbt, ou throwback thursday, algo mais ou menos como quinta-feira do regresso (no tempo) em português. Nessa data pessoas e empresas publicam em suas contas fotografias ou links que remetem a alguma coisa no passado com bastante relevância em suas vidas.

E foi essa hashtag bastante popular que me inspirou a escrever este texto sobre as cada vez mais raras mercearias em São Paulo.

clique para ampliar

A foto acima, de 1985, mostra a mercearia que pertenceu a meu saudoso pai durante alguns anos da década de 1980. Oriundo do setor de vendas de café, meu pai ao sair da empresa que trabalhava optou por trabalhar dali por diante como comerciante. E foi assim até falecer em 1992 aos 49 anos de idade.

Antes da mercearia, meu pai já havia tentado a sorte em uma padaria no bairro do Limão. Apesar de bem sucedida, a distância entre nossa casa e o estabelecimento era um problema (morávamos em São Miguel Paulista). Não sobrava tempo livre para nada.

Foi essa situação que levou meu pai a vender sua parte na sociedade da padaria para poder abrir uma pequena mercearia no bairro de Vila Matilde, zona leste de São Paulo. A localidade era perfeita para tudo em nossa vida: era no bairro do meu colégio, a Escola São José de Vila Matilde, perto da casa da minha avó Alzira, na Vila Granada, e não muito longe de nossa casa. Foi perfeito!

A padaria de meu pai (de camisa azul) em 1982 (clique para ampliar)

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A mercearia logo agradou no bairro e tornou-se muito próspera, estando sempre abarrotada de produtos e com uma freguesia boa e fiel. Naquela época o hipermercado mais próximo era o extinto Paes Mendonça na Marginal Tietê e não haviam supermercados ao redor.

Ali meus pais vendiam de tudo: vassouras, produtos de limpeza, itens de higiene, lâmpadas, alimentos, doces, massas, sacolas, alguns tipos de legumes, frios, além de pão e leite (longa vida e saquinhos B e C).

Tinha uma boa gama também de produtos à granel, como feijão, milho de pipoca, alguns farináceos, café e até óleo de soja. De todos esses produtos os mais fascinantes para mim eram justamente estes dois últimos. Era muito legal ver a máquina de moer café na hora (similar a da foto ao lado), que fazia moagem diretamente em pacotes de 1/4 (250 gramas) ou 1/2 (500 gramas), com o cheiro inebriante do café espalhando-se pelo estabelecimento. Já o óleo por sua vez, era bem curioso pois vinha em tambores enormes e eram envasados na hora em vasilhames trazidos pelos próprios fregueses.

A mercearia tinha também uma outra porta que não aparece na foto que abre este artigo, onde era um pequeno boteco de bairro, com as pingas e salgados típicos dos bares de bairro (ovo colorido, sardinha enrolada e bolovo).

Meus pais venderam o estabelecimento em 1986, quando decidiram mudar para outro ramo de comércio desta vez do lado de nossa casa lá em São Miguel. A razão era ir para um negócio maior e mais próspero e mais perto de casa, já que meu pai começou a ficar muito doente devido aos anos de tabagista inveterado. Agora era uma granja e abatedouro.

Enquanto esse novo negócio é papo para, quem sabe, um outro #tbt, vamos voltar ao assunto em foco aqui.

Bastante presentes em São Paulo ao menos até o final da década de 1990, as mercearias de bairro estão morrendo e desaparecendo muito rapidamente em nossa cidade. Elas ainda existem, é verdade, mas são cada vez mais raras e mais distantes da região central e de áreas mais nobres.

São substituídas cada vez mais por pequenos mercados de grandes redes, como os Mini Mercados Extra ou seus concorrentes de redes como Dia ou Carrefour. Gigantes e com o apoio de toda uma logística de seus grupos empresariais, elas simplesmente estão varrendo do mapa as pequenas mercearias e mercadinhos, bem como as grandes redes de farmácia estão dizimando as simpáticas farmácias de bairro.

Nos Estados Unidos regulamentos municipais protegem os pequenos estabelecimentos similares às nossas mercearias. Quem vai a Nova Iorque, por exemplo, não vai encontrar um hipermercado na Times Square, porém encontrará o que precisa em uma das várias Groceries Stores espalhadas por toda a Big Apple.

Grocery Store na 9a Avenida em Nova Iorque (clique para ampliar)

Ao contrário das mercearias americanas, as chamadas Groceries Stores, grandes supermercados ou hipermercados em plena região central são grandes agentes complicadores de trânsito e não pagam nenhuma compensação por isso. É o poder das grandes redes sufocando e dificultando a vida de todos os paulistanos.

Será que estamos no caminho certo e eles no caminho errado ? Custo a acreditar.

Como montar uma mercearia pequena: confira 6 dicas valiosas

Todo bairro tem aquele “mercadinho” famoso, que é frequentado em momentos mais emergenciais ou até mesmo por atender às necessidades de forma mais ágil que os supermercados. Por isso, existem muitos interessados (você é um deles?) em saber como montar uma mercearia pequena.

Embora seja um dos modelos de comércio mais antigos no segmento, ainda é uma alternativa interessante para cidades menores ou até mesmo para bairros distantes dos grandes centros.

As pessoas optam por consumir em mercearias devido à praticidade e agilidade do atendimento. Fato que pesa contra os mercados maiores, que possuem muitas opções, mas às vezes é preciso enfrentar filas enormes.

Estamos falando de um negócio com potencial de lucro. Por isso, vamos dar algumas dicas para você tirar todas as suas ideias do papel.

Leia mais: Como montar um negócio com 5 mil reais

Características de uma mercearia

Embora muitos chamem as mercearias de “mercadinhos”, existe uma diferença entre estes comércios. A maior é a variedade de produtos que existe em um mercado pequeno que, mesmo não sendo muito grande, ainda é maior que a de uma mercearia.

Mercearias existem para atender necessidades específicas do público-alvo em uma região pouco favorecida de grandes comércios. Trata-se da melhor alternativa nos momentos em que temos preguiça de ir muito longe, sabe?

Na mercearia você encontra doces, refrigerantes, arroz, papel higiênico ou até mesmo aquele parafuso que você tanto precisa, mas a casa de construção já fechou e você não pode esperar até o próximo dia.

Trata-se de um comércio que não tem uma variedade grande de itens, mas salva seu dia muitas vezes.

Saiba como montar uma mercearia pequena que gere resultados positivos

Agora que você está mais por dentro desse universo, podemos ir para o passo seguinte e destacar quais pontos são importantes para colocar suas ideias em prática.

Reunimos dicas que serão importantes para o sucesso da sua mercearia. Confira:

1 – Planejamento

O empreendimento é pequeno? Sim! Mas é preciso fazer um planejamento para que ele realmente gere resultados positivos. Afinal, você está prestes a investir seu dinheiro e espera algum retorno, certo?

Coloque na ponta do lápis tudo o que você tem para investir nesse negócio e, a partir deste valor, faça as escolhas. Liste todos os seus objetivos e pequenas metas durante determinado período.

Estudo de mercado

Buscar referências do setor é uma prática comum em qualquer segmento. Por isso, ela deve estar na etapa de planejamento do seu empreendimento.

Vá até as mercearias que você conhece e estude o comércio. Anote os pontos que podem ser úteis e aqueles que devem ser evitados em seu negócio. Desde os preços adotados até a forma em que os produtos são expostos.

2 – Localização

Para que todo negócio conquiste bons resultados é necessário que ele esteja bem localizado. Mesmo que seu interesse seja aprender como montar uma mercearia pequena é preciso se atentar a este detalhe.

Como em qualquer pequeno negócio, estar próximo do público-alvo é essencial. Portanto, o local escolhido deve ser uma região de fácil acesso a todo o bairro que você pretende atingir e seguro para que os consumidores consigam chegar até você no horário que preferirem.

3 – Divulgação

Por mais que o negócio seja pequeno, investir na divulgação é fundamental para que as pessoas saibam que ele existe. Mas quando falamos de divulgação, não estamos nos referindo a um grande esforço financeiro.

Colocar um banner atrativo na frente do local é uma maneira simples de divulgação, mas que pode gerar retorno satisfatório.

Tem uma graninha a mais para a divulgação? Investir em anúncios nas redes sociais pode ser uma estratégia e tanto! Afinal, é possível construir uma segmentação e atingir as pessoas que passam próximo da sua mercearia, por exemplo. Trata-se de um método muito assertivo e acessível para pequenos negócios.

O modelo de divulgação deve ser escolhido de acordo com seu orçamento. Não ultrapassá-lo é muito importante para a saúde financeira.

Leia mais: Negócios lucrativos para pequenas cidades

4 – Exigências legais e específicas

Sabe aquela parte chata e burocrática, mas necessária para abrir um negócio? A hora de falar sobre ela chegou! Mas continue aqui com a gente, pois é um tema superimportante para que você tenha ciência destas exigências.

Qualquer erro simples quanto a legalidade do negócio pode atrasar sua abertura. Então, para que tudo ocorra como planejado, recomendamos a contratação de um profissional de contabilidade habilitado para que ele dê entrada nos processos de elaboração dos atos constitutivos da empresa.

Além disso, ele terá um papel fundamental na escolha do modelo jurídico mais adequado para o seu empreendimento. Ele também poderá ser o responsável por preencher os formulários exigidos pelos órgãos públicos para o cadastro de pessoa jurídica.

Ter um auxílio desse profissional é importante para que seu negócio esteja dentro das legalidades. Com isso, você dificilmente terá alguma surpresa desagradável e poderá se dedicar a outras questões.

5 – Estrutura

A vantagem de investir em uma mercearia é essa: você não precisa ter um espaço muito grande para começar a vender. Porém, é necessário que o local seja limpo, aconchegante e muito organizado.

Sendo assim, o público encontrará facilmente o que precisa, pois na maioria das vezes as mercearias não contam com funcionários para ajudar o público nesse sentido.

Além disso, os produtos precisam estar bem expostos e precificados. Dessa forma a experiência dos consumidores dentro do comércio certamente será melhor.

Ah, não se esqueça de atender o público da melhor maneira possível. O atendimento é o grande responsável pela satisfação do cliente e também pode fidelizá-los.

6 – Equipamentos

Como falamos, organização é algo primordial para que uma mercearia seja um comércio com fluxo considerável de clientes. Para isso, gôndolas e prateleiras serão necessárias para a exposição adequada dos itens.

Você pretende trabalhar com produtos que devem ser conservados em baixas temperaturas, como refrigerante, cerveja, congelados, etc.? Freezer é um investimento que você deve se preocupar, pois a qualidade de alguns dos produtos vendidos depende dele.

Condição de pagamento

Repare a sua volta. As pessoas estão cada vez mais usando cartões para fazerem pagamentos e muitas sequer andam com dinheiro em espécie. Ou seja, os comerciantes devem se adaptar a esta nova realidade.

Não aceitar cartões em um negócio, mesmo que seja de pequeno porte, certamente fará você perder algumas vendas durante o dia. Então, que tal se adaptar aos novos hábitos dos consumidores e, assim, aumentar seu faturamento?

Aqui no blog da Cielo temos um conteúdo que diz se vale a pena ter uma maquininha em um pequeno negócio. Separe alguns minutos do seu dia e veja o porquê é importante que sua mercearia tenha uma máquina que aceite cartão de débito e crédito.

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Trabalhar em supermercado é opção para começar carreira | VAGAS Profissões

Entenda por que seu primeiro emprego pode estar no varejo

por Cris Degani*

Trabalhar em supermercado, ou no varejo em geral, é a porta de entrada de muita gente para o mercado de trabalho. Isso acontece porque muitas das funções no comércio exigem pouco ou quase nenhum conhecimento específico.

Outro motivo é que quase sempre alguém tem um conhecido que já trabalha no comércio e pode indicar aquela pessoa. Para se ter ideia, no Estado de São Paulo, 2 milhões de pessoas trabalham com carteira assinada no comércio varejista segundo a Pesquisa de Emprego da Fecomercio SP.

Os principais cargos do comércio são operador de caixa, balconista, vendedor, encarregado de estoque, repositor de mercadorias, entregador, empacotador, auxiliar de limpeza e ajudante geral.

Os contratantes, sejam os próprios donos do estabelecimento, gerentes de loja ou pessoas de confiança procuram por profissionais honestos e comprometidos, que querem aprender, que sejam cordiais e não façam corpo mole!

Trabalhar em supermercado é uma experiência completa

O trabalho no varejo é também o primeiro emprego formal de muita gente. Isso porque trabalhar como operador de caixa, balconista, vendedor, estoquista etc.

é uma experiência completa em termos de contato com clientes, organização de mercadorias nas gôndolas, relacionamento com distribuidores e negociações com clientes e fornecedores.

Cada vez mais lojas, supermercados e farmácias aceitam menores aprendizes como para ocupar essas posições.

Hugo Lima começou a trabalhar com 15 anos como embalador, em um pequeno supermercado. Ele conta que rapidamente passou de embalador de supermercado para outras funções, como repositor de mercadorias, entregador e estoquista. “Foi um grande aprendizado, eu amo trabalhar com o público, acho que a gente aprende muito escutando o cliente”, diz.

Para ele, é fundamental que a pessoa saiba conviver em um ambiente cercado de muitas pessoas diferentes (clientes, funcionários, fornecedores, entregadores, chefes e donos do negócio). Além disso, ele fala: “você não tem de ser o melhor funcionário, mas um dos melhores, sempre mostrar ‘serviço’, que está aprendendo com os outros mais experientes e melhorando”.

Dicas para trabalhar como operador de caixa

A operadora de caixa Eliana Lopes, que trabalhou em um grande hipermercado por muitos anos, tem experiência no assunto.

Além de ser atento e proativo, Eliana orienta que o profissional recém contratado seja um bom ouvinte e atenda os clientes com calma.

“O operador de caixa de supermercado tem de ser uma pessoa que saiba trabalhar em equipe, tenha respeito pelo próximo e coloque amor no seu trabalho”, conta ela.

Outra profissional que trabalhou como caixa por mais de 10 anos foi Sandra Levandosky. Foi o primeiro trabalho dela. São três as qualidades que ela reconhece como fundamentais nessa profissão: simpatia, atenção com as mercadorias e a cobrança e envolvimento com os clientes no atendimento.

“Muitas vezes o cliente acaba desabafando com você, contando uma história, e temos de ser receptivos. Alguns acabando voltando e escolhendo o seu caixa porque você não só atendeu ele bem, mas foi um ombro amigo quando ele precisou”, Sandra confidencia. Ela aprendeu que o sorriso e a boa educação são importantes para a profissão, assim como evitar bater papo na frente dos clientes.

Muitas das atividades que executou lá, como tirar notas fiscais, atender no balcão e resolver problemas, ajudaram a se soltar mais – ela era muito tímida -, crescer profissionalmente e na vida pessoal também.

Para aproveitar boas oportunidades, Sandra sugere que os estudantes de ensino médio participem de processos seletivos como operador de caixa ou mesmo que procurem oportunidades próximo de suas residências.

“Vejo que o salário médio é bom para quem quer fazer faculdade e melhorar de vida. E, além disso, tem a carreira no supermercado dependendo do tamanho do negócio”.

No Mapa VAGAS de Carreiras, o salário médio de um caixa é de R$ 1.400,00.

Confira outras dicas de quem já trabalhou nessa área:

  • Se você trabalha em uma loja, supermercado ou farmácia pequenos, saiba mais sobre os produtos que o estabelecimento comercializa. Muitas vezes os clientes ficam com dúvidas ou querem uma opinião quando chegam no caixa;
  • Contar troco, familiarizar-se com as notas de dinheiro e moedas é muito importante;
  • Evite conversar com colegas sobre assuntos pessoais. É desrespeitoso com o cliente, porque mostra que a atenção não está nele;
  • Pergunte sempre a forma de pagamento. Pode parecer óbvio, mas é do operador de caixa que deve vir a pergunta após passar as compras.

*Cris Degani é formada em Jornalismo e desde o início da carreira trabalha com Marketing e Negócios Digitais. Está na VAGAS.com há 7 anos e atualmente é Marketing de Produto de soluções de R&S para o pequeno varejo (MPEs).

Quem trabalha em caixa de supermercado é oque? – Brainly.com.br

O que são competências intrapessoais? Assinale a alternativa incorreta.Têm uma forte influência no controle das próprias emoções e no aumentosignifica

tivo do bem-estar.

São competências voltadas para a autoliderança e autogestão: como foco,dominio pessoal e autocompaixão.São competências direcionadas para o aumento das habilidades técnicasessenciais ao desenvolvimento da carreira.São competências que impactam no aumento do autoconhecimento.

São algumas competencias voltadas para o aumento da auto-consciência efortalecimento do próprio SER​

O que são competências intrapessoais? Assinale a alternativa incorreta.Têm uma forte influência no controle das próprias emoções e no aumentosignifica

tivo do bem-estar.São competências voltadas para a autoliderança e autogestão: como foco,dominio pessoal e autocompaixão.

São competências direcionadas para o aumento das habilidades técnicasessenciais ao desenvolvimento da carreira.São competências que impactam no aumento do autoconhecimento.

São algumas competencias voltadas para o aumento da auto-consciência efortalecimento do próprio SER​

É um conjunto de funções semelhantes em relação a tarefas a serem desenvolvidas na empresa.Esse conceito se refere a: Tarefa,Cargo, Função,Salario

1. Quais os trâmites necessários na recepção de documentos?
2. Quais materiais são necessários para operacionalizar o trabalho da empresa?

Tantos tipos de públicos, ferramentas e planejamentos tornam a área de comunicação uma das mais complexas em uma empresa. Por isso
Resposta: b.
Criar

planejamentos bem estruturados é fundamental.

“Eu sei que metade dos dólares que invisto em publicidade é perdida. Só não sei qual metade” (John Wanamaker – um dos pais da propaganda moderna). O c

onsumidor é cada vez mais submetido às comunicações e seus efeitos. Podemos afirmarResposta correta :a. A estratégia push (empurrar) é o esforço direcionado aos distribuidores.

As funções do direito visam a melhoria das condições de pactuação da força de trabalho na ordem __________________; modernização da legislação de form

a progressista; e tem caráter civilizatório e _______________________.​

após seus estudos Taylor publicou em 1903 o livro chopp marimed administração de oficinas em que explica as técnicas de racionalização do trabalho Ope

rário por meio do estudo de tempos e movimentos mate um time study ​

por que a obra “bichos” de Lygia Clark pode ser considerada uma arte inovadora e até tecnológica para sua obra? explique​

2) Vimos que os ganhos de uma pessoa são chamados de Receitas, cite abaixo ao menos três possibilidades de ganho: *

Como investir em minimercados e mercearias? | Portal de Atendimento do SEBRAE

Minimercados e mercearias são áreas comerciais onde é possível encontrar os mais diversos produtos do gênero alimentício, bebidas e tabaco.

Enquanto as mercearias tem uma estrutura mais enxuta, e se pautam por ter um balcão de atendimento em que o comércio é realizado, os minimercados são supermercados em versões reduzidas, onde o cliente pode andar livre, fazer as compras e pagá-las em um ou mais caixas.
 

As instalações dos minimercados e mercearias devem ser independentes de uma locação para moradia, o que significa que os donos e/ou funcionários do estabelecimento não podem morar nas dependências destinadas às atividades que exercitam. Para ter um comércio desse tipo é preciso, também, possuir alvará de funcionamento e licenças específicas da Vigilância Sanitária, principalmente no que diz respeito ao armazenamento de estoque.

Em suma, o que vai diferenciar um minimercado de uma mercearia é o tamanho de sua área de vendas e o número de check-outs, ou caixas, além do mix de produtos oferecidos e sua origem.

Geralmente, por ser maior, o minimercado comercializa alimentos e bebidas com mais diversificação, desde que tenha estrutura para distribuí-los.

Assim, a mercearia se caracteriza por ser o lugar em que poucos itens são vendidos, para que o cliente consiga repor o estoque do que falta em casa, em caso de emergência, enquanto o minimercado vende de tudo, incluindo perecíveis, produtos de higiene e limpeza e alimentação de toda sorte.

Para começar a investir nesse tipo de atividade, o empreendedor deve estar ciente de que precisa garantir um estoque inicial de produtos, para que o estabelecimento não passe a impressão de estar vazio ou sem opções de consumo.

Girar esse estoque a todo vapor é o que vai fazer com que um minimercado ou mercearia consiga competir com um supermercado próximo.

Quanto melhor forem suas condições de negociar preços e produtos, maior pode ser sua chance de se estabelecer para um público específico.

  • Vale a pena abrir um minimercado ou uma mercearia?
  • Como montar minimercados e mercearias?
  • Vale a pena abrir um e-commerce de minimercado ou mercearia?
  • Como tem se comportado o mercado de alimentação no Brasil?
  • Minimercado e/ou mercearia é uma tendência de negócio sustentável?
  • Como diferenciar a minha mercearia das outras em minha cidade?

Vale a pena abrir um minimercado ou uma mercearia?

Para que a resposta a essa pergunta seja assertiva, é preciso que o empreendedor estude bem o ponto onde quer abrir seu minimercado ou mercearia. Se for ao lado de uma megastore de mercado, por exemplo, o futuro pode ser desfavorável; afinal, o grande supermercado terá mais poder de negociação e barganha do que o pequeno empreendedor.

Mas, se resolver iniciar suas atividades em um bairro que necessita desse tipo de serviço, ou abrir uma mercearia com produtos diferenciados de tudo o que existe na região – como tabacaria, de produtos artesanais ou sem glúten, por exemplo –, a iniciativa pode mostrar sinais promissores comercialmente.

O que responderá, então, a essa pergunta, é o plano de negócios que o empreendedor faz para estudar, de antemão, a viabilidade de suas ideias. A partir dele, quando ocorre de a premissa levar ao início da empresa, é interessante dar algumas facilidades ao consumidor final para que o sucesso do empreendimento seja ainda mais possível.

Alguns diferenciais que podem ajudar são o acesso fácil, seja de maneira presencial, por telefone ou internet; a flexibilidade do atendimento, como em uma loja que abre mais cedo e fecha bem mais tarde; a possibilidade de entrega a domicílio; uma boa disponibilidade de produtos e o valor agregado que eles podem gerar às compras do cliente.
 

Como montar minimercados e mercearias?

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O primeiro passo é conhecer a fundo o mercado onde se pretende entrar.

Saber como funciona o ramo de alimentação na sua cidade ou estado é crucial para conseguir os melhores fornecedores, fazer negociações interessantes e estar em dia com as responsabilidades fiscais.

Embora muito lucrativo, o setor de alimentos e bebidas, no Brasil, exige constante atenção dos empreendedores para as regras que podem mudar com a alternância de governos ou disparates econômicos.
 

Com esse estudo, inicia-se o planejamento para montar um negócio desse tipo, que deve passar, necessariamente, por:

  1. • Contratação de pessoal qualificado para ajudar a levantar a documentação necessária;
  2. • Escolha do ponto de venda;
  3. • Negociação com fornecedores;
  4. • Contratação de equipe;
  5. • Planejamento de marketing.

Atualmente, tudo o que pretende dar certo precisa contar com um braço comunicacional para fazer o link entre o que a empresa quer oferecer e o que o cliente quer comprar.

O mercado alimentício é muito acirrado e é indispensável que o empreendedor tenha condições de se destacar nele, pela qualidade do serviço e atendimento e, também, pela capacidade de ser conhecido na sua região e nas regiões próximas, no mínimo.

 
Para contratar o pessoal que vai trabalhar na empresa, dê prioridade àqueles que sabem prestar um bom atendimento e fazem o trabalho com atenção. Como, nos dois casos, o contato com o público é direto e constante, os colaboradores serão o cartão de visita de uma mercearia ou minimercado.

 
Sempre que possível, o empreendedor deve ser o primeiro gerente de sua loja, para treinar a equipe de trabalho e liderar pelo exemplo. Ou seja, mostrar para os colaboradores como a empresa vai funcionar, na prática, dando um panorama completo de toda a operação da loja. 

Documentos necessários para montar uma mercearia ou minimercado:

  • • CNPJ;
  • • Registro na Junta Comercial;
  • • Registro da Inscrição Estadual;
  • • Alvará de localização;
  • • Licença sanitária de funcionamento;
  • • Autorização de funcionamento pelo Corpo de Bombeiros;
  • • Cadastro no sistema Conectividade Social para a contratação de colaboradores;
  • • Indicação de Disponibilidade Técnica da ANVISA, que certifica que existe no estabelecimento um responsável certificado pelas atividades de manipulação de alimentos;
  • • Cadastro Municipal e Estadual de Vigilância Sanitárias;
  • • CNAE 4711-3/02, para comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios.

Vale a pena abrir um e-commerce de minimercado ou mercearia?

Digamos que você esteja fazendo uma receita em casa e acabou o açúcar. Para não ter que incomodar o vizinho com o pedido, você vai até a mercearia mais próxima, ou ao minimercado, compra o açúcar, volta e continua a receita. Eis aí uma compra de urgência que foi atendida plenamente pela existência de uma empresa de gêneros alimentícios perto de você.

Muito raramente você faria essa mesma compra pela internet, correto? Esperar a chegada do açúcar por várias horas – ou dias – poderia significar colocar sua receita em perigo.

A internet é um terreno fértil para o varejo e isso também vale para o setor de alimentação. A abertura de um e-commerce de minimercado ou mercearia valerá a pena se os projetos forem diferenciados e a logística, muito bem pensada.
 

Se as entregas forem relâmpago, com tempo de espera de 15 minutos a meia hora perto do bairro de localização, ou se os produtos forem extremamente diferenciados do que os rotineiros, como um tabaco específico ou farinha sem glúten, esses diferenciais trarão o cliente até você, na internet, e podem aumentar seu faturamento na plataforma online.

Mas, se for para comercializar apenas o que o supermercado mais próximo comercializa, se a logística não for impecável, e valer muito a pena, o consumidor pode preferir sair de casa para comprar, já que, nesse cenário, a praticidade será analógica.

 
Para que minimercados e mercearia online deem certo, a praticidade digital deve ser um bom apelo comercial. Quanto mais rápido, simples e intuitivo for fazer uma compra, e recebê-la, pelos meios digitais, mais o consumidor pode gostar dessa solução.

 

Se o mercado virtual for uma condição plausível, lembre-se de:

  1. • Conhecer bem a região de atuação que você quer atender, principalmente se o estabelecimento fizer propaganda de delivery de compras pelo site ou aplicativo;
  2. • Lembre-se que, nesse caso, o tempo de entrega diz tudo;
  3. • Avaliar periodicamente seus estoques, uma vez que, depois que o cliente faz a compra pela internet, não há possibilidade de dizer a ele que determinado item está em falta. Se isso for realidade, retire-o da lista virtual de compras;
  4. • Investir na diferenciação dos produtos. Quanto mais exclusivos, mais apelos terão;
  5. • Contar com um bom sistema de compras online e emissão fiscal, para que a compra seja feita sem problemas e as obrigações tributárias estejam cobertas;
  6. • Contratar uma ferramenta de e-commerce especializada em supermercados e mercados, que vai apresentar um sistema específico e personalizado para as necessidades gerenciais dessa área.

Além disso, lembre-se que os clientes do e-commerce precisam ser fidelizados para que o negócio tenha giro na internet. É muito legal atender a clientes novos, mas é a recorrência dos antigos que vai mostrar se seus produtos, serviço e atendimento vão ao encontro das expectativas dos consumidores. Ultrapassá-las é sempre o ideal para continuar a operar na internet.

Como tem se comportado o mercado de alimentação no Brasil?

De 2015 a 2017 o setor sofreu retração por conta da recessão econômica que atingiu o país. A partir de meados de 2017, o mercado de alimentos mostrou sinal de avanços no PIB e continuou a crescer em 2018, mostrando que o futuro desse ramo pode ser bastante promissor.

 
Os relatórios mais recentes apontam aumento de crescimento e ganho real, apresentando uma relação entre o faturamento do setor de alimentos e sua fatia do PIB. Em 2017, essa fatia correspondeu a 9.8% do PIB total do país. O crescimento foi visível tanto no setor de bebidas quanto no de alimentos.

 
O consumo de alimentos, de 2017 para cá, aumentou quase 5%, de maneira geral, trazendo predições interessantes para as vendas do setor de alimentação brasileiro nos próximos anos.
 

Esse é um ramo historicamente lucrativo. O empreendedor que se empenha em fazer um bom negócio com alimentações e bebidas pode ter seu retorno ao investimento no menor tempo possível e, ainda, se estabelecer como uma das principais escolhas do consumidor em sua região, ainda que seus preços não sejam os mais baratos.

Minimercado e/ou mercearia é uma tendência de negócio sustentável?

É possível que sim, principalmente porque todos precisam de alimentos e bebidas, para o resto da vida, e o setor alimentício emprega muita gente em seus negócios. Para completar, é desse tipo de empreendimento que vem bons números da balança comercial para o Brasil e exterior, visto que nossa exportação é, majoritariamente, de alimentos.

Mas, mas uma vez, aquilo que poderá te dar plena certeza de que essa é uma tendência possível e sustentável é seu modelo de negócios, que, a essa altura, precisa definir o que o público quer, como – se analógico ou digital – e para quando.
 

Como diferenciar a minha mercearia das outras em minha cidade?

Se o ramo alimentício é muito lucrativo, ele também deve apresentar bastante concorrência, certo? Certo. E, exatamente por isso, é preciso saber como diferenciar a sua mercearia ou minimercado das outras em sua cidade e/ou região.
 

O primeiro passo é focar em um nicho específico de público.

Se, no passado, os frequentadores da mercearia eram apenas as pessoas que moravam ou frequentavam a vizinhança, hoje podem ser, também, aquelas que fazem a opção por comprar em determinado lugar por causa de seu atendimento, ou do diferencial dos seus produtos, ou do pacote completo. Gerenciar um setor como esse diz respeito a saber se o público que vai comprar da mercearia está nas redondezas ou se há quem cruze a cidade inteira só para comprar por você – e por qual motivo.

É preciso conseguir adaptar o serviço às necessidades dos consumidores para conseguir se diferenciar. Não adianta, por exemplo, caprichar na arquitetura e decoração de uma tabacaria,

mantê-la limpa e organizada e ofertar os melhores produtos se, por ali, ninguém fuma. Por outro lado, lembre-se do que falamos no início do texto: abrir esse tipo de comércio em regiões que carecem dele podem dar resultados positivos imediatos, visto que comprar alimentos é necessidade vital do ser humano.

 
Por outro lado, diferencie-se de tudo o que possa ser exclusivamente seu: além do bom atendimento, disponha estacionamento, dê brindes, faça um lounge para que os clientes possam tomar um café e ter tempo de escolher o que levar.

Observe de perto o que seus principais concorrentes fazem e, ao invés de fazer igual, faça ainda melhor.

Além disso, conte com a tecnologia para diminuir sua preocupação com alguns processos do trabalho, como lançamento de produtos no estoque e contagem final do caixa. Ao informatizar sua mercearia com bons sistemas de gestão, você pode focar no que realmente importa, que é atender ao cliente de maneira satisfatória.

Quanto mais digital o negócio for, mais atrativo parecerá, incluindo o aceite de cartões de crédito e débito.
 
Por fim, ao escolher os colaboradores, treine bem toda a equipe, para que eles possam prestar um serviço encantador e ajudá-lo a fidelizar os clientes.

Após um treinamento inicial, ofereça cursos de reciclagem, dentro ou fora da empresa, para que o funcionário consiga estar cada dia mais apto a ajudá-lo na conquista de demandas e na negociação de ofertas.

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