Como Se Chama Uma Pessoa Que Só Pensa Em Si?

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Atualmente, muito tem se falado a respeito da importância do autocuidado e de se colocar como uma prioridade, isso é ótimo e realmente necessário.

Contudo, é preciso tomar cuidado para evitar se tornar uma pessoa que só pensa em si própria e age como se ninguém mais importasse.

Esse tipo de comportamento é altamente prejudicial para relacionamentos e para o desenvolvimento pessoal do indivíduo. Continue acompanhando para entender melhor.

Principais características do comportamento de pessoas que só pensam em si próprias

Identificar uma pessoa que só pensa em si mesma é relativamente simples, contudo, é preciso lembrar que, muitas vezes, quando existem sentimentos envolvidos, eles acabam comprometendo a clareza.

Afinal, é comum buscarmos dentro de nós justificativas para os erros daqueles que amamos, como uma forma de proteger o relacionamento.

Contudo, é importante entender realmente o que está acontecendo para evitar que a relação se torne tóxica.

Veja, a seguir, quais são as principais características do comportamento das pessoas que pensam apenas em si mesmas.

Não demonstram qualquer preocupação com os outros

Sabe aquele pensamento maquiavélico de que os fins justificam os meios? É exatamente isso que as pessoas egoístas demonstram através de suas atitudes. Elas não se importam em passar por cima dos outros para alcançar os seus objetivos e não demonstram qualquer empatia por eles.

Gostam de estar no centro das atenções

Pessoas que só pensam em si são naturalmente egocêntricas e adoram estar no centro das atenções. Para conseguir isso, chegam a ignorar a participação de outros indivíduos na realização de projetos, apenas para colherem os louros sozinhas.

Aparecem apenas quando precisam

Quando um indivíduo pensa apenas em si mesmo, ignora o fato de que relações precisam de compartilhamento para se manterem sólidas. Dessa maneira, costumam procurar seus amigos apenas quando precisam de alguma ajuda e raramente perguntam se está tudo bem com os outros.

Não aceitam feedbacks construtivos

Ouvir o que as outras pessoas pensam ao nosso respeito pode ser extremamente esclarecedor e ajudar muito no processo de desenvolvimento. Porém, as pessoas que só pensam em si próprias não costumam dar ouvidos a nada que seja diferente de elogios, o que as impede de identificarem seus pontos de melhoria e, consequentemente, de evoluírem.

Acreditam que são merecedoras de tudo

Enquanto existem pessoas que se dedicam e, ainda assim, não se sentem dignas de suas próprias conquistas, outras acham que são merecedoras de tudo, mesmo sem terem realmente feito por merecer. Elas se sentem tão perfeitas que acham que precisam ser recompensadas constantemente.

Criticam os outros pelas costas

Em um relacionamento saudável, seja ele familiar, profissional ou de amizade, as pessoas envolvidas costumam falar abertamente sobre suas insatisfações com o comportamento do outro, porque sabem que isso é fundamental para resolver essas questões e, assim, evoluírem juntas. Quando se trata de um indivíduo egoísta, ele prefere falar o que pensa pelas costas, a fim de evitar se desgastar em uma discussão, mas sem perder a oportunidade de mostrar para os demais que é superior.

São manipuladoras

No início do artigo falei sobre como, de certo modo, é simples identificar uma pessoa egoísta, mas que os sentimentos envolvidos podem comprometer a percepção. E um agravante importante a ser citado diz respeito às habilidades de manipulação daqueles que possuem esse tipo de comportamento, que as utilizam para conseguir tudo o que querem.

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Como Se Chama Uma Pessoa Que Só Pensa Em Si?

5 Dicas para lidar com uma pessoa que só pensa em si própria

Agora que já sabe quais são os principais comportamentos de uma pessoa que apenas pensa em si, veja dicas práticas de como lidar com elas e evitar se tornar escravo de uma relação em que não há equilíbrio.

1 – Entenda que ela não pensa nos outros

Por mais que ache lamentável alguém que pensa apenas em si, lembre-se que você não tem o poder de mudar o comportamento do outro.

Portanto, tenha sempre em mente que aquela pessoa é assim, ela não tem empatia pelos demais e faz o que for necessário para alcançar os seus objetivos.

Através dessa consciência, irá evitar esperar muito dela e, consequentemente, reduzirá suas chances de se decepcionar.

2 – Dê a si mesmo a atenção que merece

Em vez de esperar que o outro lhe dê atenção, faça isso por si mesmo. Se conheça, se aceite, se ame, assim saberá exatamente quem você é e não precisará depender de ninguém para se sentir adequado. Lembrando que os relacionamentos são necessários para uma vida equilibrada, mas devem servir para agregar e não para preencher vazios.

3 – Não dê atenção a ela

Tudo o que uma pessoa egocêntrica e que pensa apenas em si deseja é atenção. Quanto mais palco der a ela, mais ela se sentirá estimulada a continuar com o seu show. Por isso, o ideal é que comece a falar apenas o essencial, claro, sem ser mal-educado, mas também sem dar os holofotes que ela deseja.

4 – Evite entrar nas conversas egocêntricas dela

Uma conversa precisa da participação de, pelo menos, duas pessoas para acontecer, mesmo que uma apenas ouça o que a outra diz. Se você deseja evitar que a pessoa que apenas pensa em si continue despejando o próprio ego sobre você, comece a dar respostas mais curtas e demonstre pouco interesse sobre o que ela diz.

5 – Cerque-se de boas companhias

Por último, uma medida extremamente positiva, que envolve se cercar de boas companhias, pessoas que sabem manter relações equilibradas, aprendendo e ensinando, na medida certa. Quanto mais preenchida a sua vida estiver com esse tipo de relacionamento, menos a pessoa egoísta irá te afetar.

Vale ressaltar que, para colocar as dicas em prática, é preciso considerar o tipo de laço que possui com a pessoa que apenas pensa em si.

Se for algo mais impessoal, como um colega de trabalho, por exemplo, manter distância e falar apenas o essencial já irá ajudar.

Por outro lado, se for uma relação mais próxima, como uma amizade, é essencial que repense se realmente isso está te fazendo bem. Dependendo das conclusões as quais chegar, o afastamento pode ser o melhor caminho.

Pessoas que apenas pensam em si podem causar muito sofrimento para aqueles com os quais convivem. Se deseja evitar que isso aconteça contigo, mostre que está no controle e que não irá permitir que isso te afete. Como resultado, elas poderão se afastar ou perceber que é hora de mudarem de postura. Independente do que aconteça, mantenha-se tranquilo e consciente de que fez a sua parte.

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Fontes:

https://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/17817-como-lidar-com-pessoas-que-so-focam-em-si-mesmas

https://amenteemaravilhosa.com.br/pessoas-umbigo-em-vez-coracao/

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O que é uma pessoa altruísta – 10 coisas que podemos aprender com elas – Portal

Como Se Chama Uma Pessoa Que Só Pensa Em Si?

Conheça as características de uma pessoa altruísta

Atualmente, as pessoas pensam apenas em si mesmas cada vez mais. Atender suas próprias necessidades, anseios e desejos tornou-se a prioridade de quem vive num mundo individualista. Nesse contexto, amar o próximo e dedicar um tempo a ele, doando um pouco de si para que ele se ainda melhor, é um ato de extrema revolução.

Isso não significa que seja errado pensarmos em nossas necessidades e naquilo que precisamos atender para nos sentirmos realizados. Contudo, é importante ressaltar que é perfeitamente possível conciliar as duas coisas, ou seja, pensar em si e pensar também no outro, em formas de ajudá-lo a alcançar seus objetivos, metas e sonhos diariamente.

Isso nos leva ao conceito de altruísmo, para que sejamos capazes de contribuir para um mundo melhor; muito mais igualitário; que pensa no bem-estar físico, psíquico e emocional de todos. Nesta leitura, você descobrirá como desenvolver essa habilidade e qual é a sua importância também para o nosso próprio bem-estar.

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O que é ser altruísta?

Quando falamos em altruísmo, estamos falando de indivíduos que têm a característica e a capacidade de realizar ações pensando no bem-estar das pessoas ao seu redor, mesmo que, para isso, tenha que se anular e sacrificar seus próprios desejos e interesses de vez em quando. Altruísmo é o oposto do egoísmo.

É muito nobre pensar e agir em prol das necessidades do próximo, uma vez que, quanto mais o ajudamos, mais benefícios poderemos obter para nós mesmos. Entretanto, é preciso tomar certo cuidado, pois é fundamental mantermos o equilíbrio entre o que fazemos por nós mesmos e o que fazemos pelo outro.

De nada adianta pensar o tempo todo no outro e esquecer-se de si, de seus sonhos e objetivos, uma vez que você é o principal responsável pela concretização de seus desejos.

Lembre-se do conselho dos comissários de bordo: em emergências no avião, primeiro coloque a máscara sobre si para garantir a sua sobrevivência, de modo que, então, você possa ajudar as outras pessoas. Se isso não for feito, você não conseguirá ajudar nem a si mesmo nem ao outro.

Sendo assim, ser altruísta é um ato de coragem e revolução, se pensarmos no mundo em que vivemos e em como ele se encontra atualmente. Porém, não podemos deixar para trás os nossos interesses. Como sempre, equilíbrio é fundamental.

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10 coisas que podemos aprender com pessoas altruístas

Depois de entendermos a necessidade de se manter o equilíbrio entre contribuir para a construção de nossos sonhos e os das pessoas ao nosso redor, é chegado o momento de entendermos o que podemos aprender com os indivíduos que já são altruístas por natureza. Dessa forma, poderemos aplicar estes ensinamentos em nosso dia a dia.

1. Desenvolver a empatia

Empatia é a capacidade que o indivíduo tem de se colocar no lugar do outro, tentando sentir o que ele sentiu ou sentiria caso estivesse passando pela mesma situação que ele enfrenta. A ideia é tentar compreender os sentimentos e emoções vivenciadas, de modo que seja possível ajudar o próximo de maneira racional e objetiva.

A empatia está intrinsecamente ligada ao altruísmo, pois nos ajuda a compreender a dor e o sofrimento das pessoas ao nosso redor, nos incentivando a encontrar mecanismos que façam com que possamos ajudá-las de maneira mais assertiva e efetiva. É com empatia que agimos em relação ao outro da mesma maneira que gostaríamos que alguém agisse conosco.

2. Ouvir na essência

Outra grande habilidade que o altruísmo nos ensina é ouvir as pessoas na essência. Isso quer dizer que quando alguém está conversando conosco, nós devemos prestar atenção verdadeiramente nela, sem deixar que a nossa mente fique vagando por outros assuntos ou seja absorvida pelas preocupações do dia a dia.

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Este é um dos maiores presentes que podemos oferecer a alguém: a nossa atenção. Mesmo que não falemos nada, pelo menos estaremos prestando atenção no que a pessoa nos diz de uma maneira real, da forma como ela merece. Afinal de contas, como ajudar alguém sem ouvir o que a pessoa tem a dizer? Ouvir é um bom começo.

3. Ajudar de forma genuína

Ajudar genuinamente o próximo, seja ele conhecido ou não, significa prestar auxílio sem esperar por algo em troca.

É importante tocar neste ponto, pois existem muitas pessoas que até têm o hábito de colaborar, de serem solidárias e empáticas, entretanto, sempre criam expectativas sobre suas ações e sobre as ações daqueles aos quais estão ajudando. Em outras palavras, essas pessoas esperam algo em troca do bem que fizeram.

Para as pessoas verdadeiramente altruístas, o que mais vale é o simples fato de ajudar de maneira genuína, já que são indivíduos que se doam tanto, que acabam esquecendo-se de suas próprias necessidades. Assim, este é um dos grandes aprendizados que podemos ter com este perfil de pessoa: ajudar sem esperar retribuição.

4. Ficar feliz com a felicidade do outro

Um dos maiores benefícios e aprendizados que podemos ter com indivíduos altruístas tem a ver com a grande habilidade que essas pessoas têm de sentirem-se felizes e realizadas com a felicidade daqueles que lhes rodeiam. Para os altruístas, não há nada mais gratificante do que ver alguém sorrindo, feliz e realizado com suas próprias conquistas.

Isso acontece, pois os altruístas são pessoas que sentem um bem-estar enorme ao terem a oportunidade de presenciar a felicidade e a plenitude dos que lhes acompanham em sua jornada, mesmo que não tenham participação direta para que essa felicidade aconteça. O que lhes importa realmente é ver as pessoas sorrindo com suas realizações, sem sentir qualquer tipo de inveja ou ciúme.

5. Levar a vida com mais tranquilidade

Os altruístas são indivíduos autoconfiantes, extremamente otimistas, que sabem que, no final das contas, tudo foi feito para dar certo. Sendo assim, fazem de tudo para levar a vida menos a sério, preocupando-se apenas com o que está acontecendo no presente. O que passou é passado, e o futuro ainda não chegou.

Não se trata de pessoas relaxadas, que deixam tudo para resolver na última hora. Contudo, pessoas altruístas não antecipam as situações ou preocupações, já que sabem que ficar ansioso com o que ainda nem aconteceu não contribui em nada adianta, exceto para nos adoecer.

6. Abrir os olhos para os problemas do mundo

Como citado no início do artigo, atualmente, as pessoas têm se preocupado cada vez menos com os problemas que estamos enfrentando no mundo, como as crises políticas, a fome, a miséria, questões ambientais, entre tantas outras situações nas quais podemos contribuir de uma maneira ou de outra.

Quando desenvolvemos o nosso altruísmo, conseguimos enxergar melhor essas questões e passamos a refletir sobre o que podemos fazer para que existam melhorias no mundo em que vivemos. Não é porque um problema não acontece em nossa rua que ele deixa de ser nosso. O planeta Terra é a casa de toda a humanidade.

7. Ser mais solidário

Atos de solidariedade têm o poder de fazer com que o mundo ao nosso redor seja constantemente transformado. Assim, outro grande aprendizado que podemos ter com os altruístas é sermos cada vez mais solidários nas mais diversas situações que nos cercam, desde ajudar um idoso a atravessar a rua até tornar-se voluntário em alguma causa com a qual tenhamos afinidade.

Você deve ter percebido que este item tem tudo a ver com item anterior. Ser solidário é uma consequência natural de abrir os olhos para os problemas do mundo. Primeiro identificamos os problemas que as outras pessoas enfrentam para que, depois, sejam capazes de ajudá-las.

8. Ser bondoso e generoso, sem precisar contar a ninguém

Raramente você vai saber sobre os atos de altruísmo de alguém pela boca dessa mesma pessoa, uma vez que esse perfil de indivíduo age com bondade sem precisar contar ou divulgar o que está fazendo para ninguém.

Assim como existem pessoas que esperam algo em troca de seus atos “solidários”, também existem aquelas que procuram pelos holofotes. Nos dois casos, não são pessoas verdadeiramente altruístas, mas indivíduos vaidosos, que desejam satisfazer sua necessidade de atenção ou ganhar algo em benefício próprio.

As ações de quem é verdadeiramente altruísta são realizadas para que a pessoa se sinta bem consigo mesmo e para fazer com que as pessoas auxiliadas desfrutem do bem-estar que merecem. Sendo assim, os altruístas não enxergam a necessidade de ficar anunciando aos quatro cantos as benfeitorias que realizam pelo mundo. Como se diz popularmente, “caridade com propaganda é vaidade”.

9. Não julgar

Como têm a grande capacidade de se colocar no lugar das outras pessoas, os indivíduos altruístas evitam ao máximo qualquer tipo de julgamento com relação a elas.

Cada pessoa tem uma história de vida sobre a qual pouco ou nada sabemos. Muitas vezes, os atos dos outros não fazem sentido para nós, mas não devemos julgá-los, afinal de contas, não conhecemos verdadeiramente a realidade de cada um. O altruísta verdadeiro sabe que aquilo que conhecemos sobre alguém é só a ponta do iceberg.

Por isso, o que podemos aprender com os altruístas é exatamente isto: não julgar realidades que não conhecemos profundamente. Como todo ser humano é falho, ninguém está em posição de julgar ninguém. Além disso, todo julgamento sem conhecimento de causa é puro preconceito.

10. Procurar sempre novas formas de ajudar

O indivíduo altruísta sempre acredita que pode fazer mais pelas pessoas ao seu redor, bem como pelo mundo todo que o cerca. Por isso, está em constante movimento, procurando novas maneiras de colaborar com o próximo, com seus amigos, familiares e até mesmo com desconhecidos.

Para ele, isso é gratificante e o deixa imensamente feliz e realizado. É por isso que pessoas altruístas investem tanto tempo em realizar ações que contribuam para que o mundo fique cada vez melhor para se viver. Ações altruístas envolvem doações para instituições de caridade, visitas a hospitais, resgate de animais de rua, distribuição de comida à população carente, entre outros.

No entanto, além dessas formas “clássicas” de solidariedade, não podemos nos esquecer de que há formas mais cotidianas de expressar o altruísmo. Ouvir um desabafo, consolar um amigo, fazer um favor, dar uma carona e compartilhar um conhecimento são alguns exemplos.

São inúmeros os aprendizados que podemos ter com aqueles que são verdadeiramente altruístas. No entanto, lembre-se também de cuidar de você, para que, assim, esteja em perfeitas condições de continuar ajudando aqueles que mais precisam.

E você, tem sido uma pessoa altruísta ultimamente? Quais desses conselhos mais tocaram seu coração? Deixe seu comentário abaixo. Ah, e por falar em altruísmo, não se esqueça de levar essas boas notícias aos seus amigos e familiares!

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*Esse conteúdo não é fonte para veículos jornalísticos ou matérias para imprensa, para utilização ou referência por favor entre em contato conosco.

Como lidar com pessoas que só focam em si mesmas

Para falar de relação, tanto familiar, quanto amorosa ou de amizade, é preciso pensar em um movimento de troca, de vínculo, de comunicação e interação de ambos os lados.

Costumo comparar muitas vezes uma relação com uma ponte, onde cada um tem sua metade para ir e vir. E o encontro, das pessoas, acontece bem lá no meio, conforme a disponibilidade, dedicação e o interesse de ambos os lados.

Uma relação nunca poderá ser construída por um lado só, é preciso um movimento das duas partes e por isso, acho este exemplo bem válido.

Ao nos imaginarmos andando por uma ponte em direção ao outro, estamos falando de interesse, de olhar para o outro, de buscá-lo e, apesar de enxergarmos e irmos na direção do outro, também não podemos deixar de nos perceber e ter o nosso próprio chão, a nossa parte da ponte, que é fundamental para existirmos por nós mesmos numa relação, pois é o que nos manterá de pé e também o que podemos oferecer de apoio (se necessário). Então, desta forma podemos pensar que para nos relacionar precisamos ter empatia e ter egoísmo ao mesmo tempo em medidas adequadas.

Para um bom relacionamento, alguns cuidados são necessários sempre: é preciso estar atento para não ficar muito longe ou muito no nosso espaço, pois isso nos afasta do meio “da ponte”, ou seja, nos afasta do outro e nos impede de ver, ouvir e percebê-lo realmente.

E esta mesma atenção cuidadosa é válida para uma atitude oposta, isto é, para não invadirmos a metade da outra pessoa. Mesmo sendo um espaço aberto para nos receber, não significa que necessariamente seja de livre acesso.

E, se não tomarmos pequenos cuidados, podemos abusar deste espaço na relação, que não nos pertence e assim diminuímos o outro em nossa vida e também na vida dele.

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Quando não permitimos uma aproximação do outro ou quando invadimos o tempo, as ideias e o espaço do outro, temos provavelmente uma relação conflituosa e com um movimento egocêntrico.

Se pesquisarmos a respeito do significado da palavra egocentrismo iremos encontrar explicações como: alguém que se refere a seu próprio eu, excesso de amor por si mesmo, desconsideração com os interesses alheios, um egoísta.

Apesar de estas características parecerem não combinar com uma ideia de relação, costumamos assistir ou mesmo vivenciar relações com pessoas egoístas frequentemente em nossas vidas e nas mais diferentes esferas: familiar, namoros, casamentos e, claro, também nas amizades.

Uma pessoa egoísta não precisa ser vista como uma pessoa ruim. E também não quer dizer que não goste de você ou não te queira bem.

Mas pessoas egoístas tem dificuldade em perceber o outro, a necessidade em atender o próprio ego faz com que não enxergue, não ouça e não dê muito espaço para o outro existir na relação.

São pessoas que costumam falar muito sobre si, suas atividades, sua profissão, suas viagens, suas descobertas e o que chama a atenção é a intensidade que esta pessoa demonstra com o seu eu.

Normalmente suas falas vão conter o “eu” repetidas vezes e das mais diferentes formas, como: eu sei, eu sou, eu faço, eu já fiz, eu conheço alguém, eu ouvi dizer. Assim como frases de posse também fazem parte do seu discurso, como: meu amigo, minha escola, meu trabalho, minha ideia, minha época…

Falar de si mesmo é sua principal característica e é válido tanto para coisas boas, divertidas e gostosas como também para dificuldades, questões com saúde, problemas financeiros.

Seus problemas sempre parecerão mais intensos e precisarão de mais espaço e tempo do que outros. É comum nos egoístas interromperem falas dos outros para se incluírem nos fatos ou mesmo para mudarem o assunto, conforme sua necessidade ou desejo.

E por isso costumam ter ou gerar relações bem conflituosas.

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Não é fácil permanecer por muito tempo com pessoas que possuem esta característica de forma muito intensa. Por mais carinho ou amor que tenhamos por alguém assim, pessoas egocêntricas não nos permitem muito espaço para viver em conjunto.

Normalmente, por mais que desejem a relação, não estão abertas a trocar ou interagir, visto que não há interesse real pelo que é do outro e sim por si mesmo.

E vale recordar aqui que para ter uma boa relação é preciso ter duas partes de pé, caminhando, interagindo, sendo acolhidas e desejadas.

Quando somente uma parte ganha, ou fala, ou acredita que está certa, provavelmente está invadindo o espaço do outro e diminuindo a existência dele, ou quando está ausente ou longe do outro, preso no seu próprio espaço sem acesso, fica difícil se relacionar, não acham?

Conversar a respeito é sempre um caminho muito bem vindo e necessário para tentar amenizar relações conflituosas. Conseguir mostrar com jeito, sem agredir ou acusar, que o outro precisa rever suas atitudes, pois está sendo egoísta, é fundamental para que a relação possa ter uma chance de futuro.

Mas isso não significa que o outro irá concordar ou estará aberto a isso. Principalmente porque é comum que o quadro esteja assim por muito tempo, às vezes anos e quando nos sentimos incomodados já é uma situação intensa, onde estamos desgastados e o outro muito acostumado a agir desta forma egoísta.

Será preciso muito tato para mexer neste assunto e descobrir novas possibilidades, que somente será possível se ambas as partes estiverem com este mesmo interesse.

Caso contrário, é muito provável que se separem ou se distanciem, pois um lado sente-se sufocado, esmagado e inexistente e precisa recuperar seu espaço de vida, enquanto o outro lado está grandiosamente espalhado e reinando e precisará se recolher, diminuir o espaço dominado e isso pode não ser interessante para este lado também.

O principal é: se não houver o esforço para querer estar junto e superar esta falha na divisão de espaço da relação, é provável que a falta de interesse, de ambas as partes, vença.

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É uma situação delicada, pois muitas vezes há um carinho real de ambas as partes, mas o movimento egoísta intenso enfraquece um lado e a relação fica desequilibrada. Por isso é difícil que fiquem por muito tempo juntos ou que fique bem enquanto juntos.

Vale a pena lembrar aqui, também, uma curiosidade: a de que na verdade todos nós somos egoístas. É, isso mesmo, somos todos egoístas! E isso não é um problema ou não precisa ser. Possuímos todos de um ego, isto é, a nossa existência e individualismo enquanto seres humanos e isso é fundamental para existirmos.

O egoísmo, não precisa ser visto como algo ruim ou prejudicial, pelo contrário, ele é necessário para que possamos fazer parte de um todo, sem sermos somente uma sombra. Mas é preciso deixar bem claro que há uma diferença entre esta necessidade de um egoísmo e a de ser um egoísta.

Ter o egoísmo é manter-se ciente sobre si mesmo, suas particularidades e assim garantir o seu “eu”, estando aberto para ver, ouvir e receber o outro sem abrir mão de sua existência e isto é muito importante.

Já, ser egoísta é se colocar acima, ou a frente do outro e é somente enxergar a si como necessidade e que não muito parecido consigo.

Para finalizar, acredito ser bem válido deixar aqui uma reflexão, um pouco mais além do que somente tentar entender ou como lidar com pessoas egoístas.

Vale a pena pensar, também, no porque permitimos que estas pessoas tomem tamanho espaço em nossa vida? Porque deixamos que nos direcionem ou alterem nossos desejos? Onde estávamos quando começaram invadir nosso espaço na relação? Porque não nos manifestamos antes? O que aconteceu com nosso ego nesta relação?

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Penso que se conseguirmos saber mais sobre quem somos, qual nosso espaço, nossos limites e desejos, provavelmente não permitiríamos que o egoísmo de outras pessoas nos invadissem e assim evitaríamos ou minimizaríamos bem este impacto.

Afinal, elas não nos procurariam ou não se tornariam tão egoístas conosco.

Olhando assim, podemos entender que de certa forma temos uma participação nesta história do egoísmo do outro e por isso refletir sobre nosso eu/ego (egoísmo) parece necessário para entender quem somos e somente então tentar entender o outro.

Fica a dica.

Conhece alguém egoísta? Veja 9 dicas para melhorar relação com quem é assim

Todo mundo é capaz de citar, em linhas gerais, as características de um egoísta: alguém que só pensa em si mesmo e nas próprias necessidades e se coloca, na maioria das vezes, em primeiro lugar, desconsiderado os demais, mesmo que os magoe. Existem diferentes níveis do egoísmo, que vão desde ter pouca empatia com os outros até passar por cima dos colegas de trabalho, por exemplo, em prol daquilo que deseja.

Nem sempre lidar com egoístas é uma questão de escolha. Além de colegas de trabalho, elas podem fazer parte da nossa família, do nosso círculo de amizades e até mesmo dividir a cama e a vida conosco. Para tornar esse convívio o mais tranquilo possível, primeiro é preciso entender quando e como o egoísmo se desenvolve.

Até os cinco anos de idade, a criança vivencia a fase conhecida como egocentrismo, em que ela é centrada em si mesma, por ainda não ter a noção de que em diversas situações é preciso se colocar no lugar do outro.

Cabe aos adultos —pais, cuidadores, professores — fazer a mediação entre a criança e o mundo, mostrando através das experiências que volta e meia é preciso esperar, emprestar, ceder.

Se isso não ocorre, os pequenos crescem mimados e certos de que só o seu contentamento deve prevalecer.

Mas o egoísmo também pode se moldar de outra forma. Uma criança que em repetidas situações não teve suas necessidades de conforto e segurança emocional atendidas pode aprender que não pode contar com o outro, apenas consigo mesma. Ela, então, busca satisfazer a si mesma de forma prioritária —uma atitude que, socialmente, é tida como egoísta.

Nem sempre lidar com egoístas é uma questão de escolha: eles podem estar na equipe de trabalho ou na família Imagem: iStock

Pessoas assim escondem fraquezas e vulnerabilidades e deixam de se sensibilizar com as vontades alheias, em muitos casos sequer as percebendo, e apresentam grandes dificuldades em se doarem e reconhecerem erros.

Em geral, elas não se reconhecem como tal e acreditam ser donas da verdade e da razão. Por isso, bater de frente ou confrontá-las é o primeiro erro ao tentar neutralizá-las e/ou passar a conviver melhor com elas.

Para combater o risco de qualquer animosidade, siga essas dicas:

1. Não devolva com outra atitude egoísta

Não apele para a vingança ou faça planos de dar o troco, pois você estará agindo da mesma maneira —e a situação não se resolverá. Coloque esse traço de personalidade em perspectiva.

Ao compreender que o início do egoísmo pode estar relacionado com uma falha de segurança emocional, é possível entender que ações reativas a qualquer comportamento egoísta devem ser evitadas, pois só reforçarão o repertório individualista.

2. Converse sobre como a pessoa egoísta percebe a relação

Essa estratégia é uma maneira de encorajar o indivíduo, aos poucos, a ter outras conversas relacionais para acertarem o que for preciso. Quando houver chance para um diálogo mais profundo, lembre-o de que o mundo não gira em torno dele.

Fale mais alto e converse, sem parecer que você o está atacando. Por exemplo, em vez de gritar “Você nunca me escuta” ou “Você sempre faz tudo apenas por você”, tente dizer “Eu realmente preciso falar sobre algo que está me incomodando.

Você estaria disposto a me ouvir?”.

3. Dê a si mesmo a atenção que você merece

Pessoas egoístas anseiam por sua atenção, mas não lhe dão nenhuma. Por isso, dê a si mesmo a atenção que precisa. Isso vai fortalecer você emocionalmente. Não se deixe levar por chantagens emocionais nem alimente a raiva. Alivie qualquer sentimento ruim que você possa ter em relação aos egoístas, concentrando-se na pessoa que você é nas qualidades que têm.

4. Reassegure a segurança emocional

Faça isso com falas que demonstrem importância sobre o vínculo afetivo. Porém, não deixe de mostrar que as suas necessidades também são importantes. Fale sobre o que sente de um jeito que seja firme e compreensível.

Cabe aos adultos fazer a mediação entre a criança e o mundo, mostrando através das experiências que volta e meia é preciso esperar, emprestar, ceder Imagem: iStock

Tenha em mente que a mania de se achar forte emocionalmente e dono da razão é apenas uma fachada do egoísta, que no fundo é pura insegurança. Para que a relação seja mais saudável, você precisa acolher uma dor que ele nem sabe que tem. Ouvir um ponto de vista não significa endossá-lo.

6. Reflita sobre o seu papel na relação

É comum permitir, algumas vezes, que as pessoas “abusem” de nós para agradá-las ou para transmitir uma imagem de bondade. Pense se não é você quem está se colocando numa posição de “capacho” do egoísta.

7. Promova a segurança no vínculo

Mantenha previsibilidade sobre comportamentos e rotinas. Falas como “Vamos nos falar sábado para fazer tal programa” e “Não vou poder me encontrar com você hoje porque tenho que estudar para o concurso” explicam as circunstâncias de forma racional. Elas não dão abertura a grandes possibilidades de fantasias sobre desconfiança ou menos valia à pessoa egoísta.

8. Não se esqueça que todos, em algum momento, somos egoístas

Volta e meia temos comportamentos egocêntricos direcionados para nosso próprio benefício. Mas isso é positivo, pois nos move para sermos pessoas melhores —inclusive nas relações interpessoais.

9. Cuidado com os transtornos mentais

Problemas de saúde mental podem contribuir para o desenvolvimento do egoísmo.

Muitos transtornos de personalidade, como o transtorno de personalidade antissocial e o transtorno de personalidade narcisista, fazem com que as pessoas fiquem tão envolvidas em seus próprios desejos que não percebem ou não se importam com as necessidades dos outros. Nesses casos, é importante buscar ajuda profissional.

Outras doenças mentais podem causar autoenvolvimento extremo. Uma pessoa deprimida, por exemplo, pode estar tão envolvida em seus próprios sentimentos de sofrimento que é incapaz de sustentar seus filhos ou de se comunicar com seu parceiro.

Fontes: Antônio Chaves Filho, psicólogo do Hospital Santa Mônica, em Itapecerica da Serra (SP); Deborah Moss, neuropsicóloga especialista em comportamento infantil e mestre em psicologia do desenvolvimento pela USP (Universidade de São Paulo); Luciana Mancini Bari, clínica geral do Hospital Santa Mônica; Marina Vasconcellos, psicóloga e terapeuta familiar e de casal pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo); Vanessa Besenski Karam, psicóloga do Núcleo de Suporte e Cuidados Paliativos da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo; Yuri Busin, psicólogo e doutor em neurociência do comportamento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e diretor do Casme (Centro de Atenção à Saúde Mental), em São Paulo (SP).

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O que vc achou to meu desenho tem a foto do desenho e o que eu fiz

Produza um pequeno poema sobre a humanidade use toda a sua criatividade​

17. A crônica O coelho e o cachorro, de Mário Prata, termina com um comentário crítico, uma dura reflexão sobre as atitudes e os comportamentos não ap …

enas dos personagens, mas das pessoas em geral em um recorte do cotidiano.

Isso, porém, não acontece em A vida no chip, de Moacyr Scliar, como você deve ter observado• Assim como faz o narrador de O coelho e o cachorro, es-creva um comentário, uma crítica, uma análise da situação, hábitos, atitudes e comportamentos dos personagens de A vida no chip. Compartilhe sua criação com um grupo decolegas.A crônica é uma mistura de jornalismo e literatura.

De um recebe a observação atenta da realidade cotidiana e do outro, a construção da linguagem, o jogo verbal.me ajuda por favor pelo menos 15 ou 16 linhas ​

leia os significados de melodrama e de vernaculo. a partir dos significados das palavrad acima e de acordo com o contexto, formule uma explicação para

o título do texto (O melodrama das questões vernáculas)​

qual o adjetivo da frase: um belo cachecol no pescoço​

ovo da vida Sônia Robatto.

tem muita vida que nasce de um ovo não tem tem um ovo com vida de passarinho dentro de ovo com pintinho ouvir convida que l

agartixa ovo com vídeo de cobra tem 11 de todos os tamanhos e vidas de todos os jeitos mas o que será que nasce de um ovo e paz de Páscoa isso não é não sabia e fui perguntar a dona galinha ô dona galinha senhora que é especialista de um homem me diga uma coisa o que nasce de um ovo de plástico dona galinha muito despeitada com a concorrência das coelhinhas cacarejou não nasce nada minha filha é um ovo gorado ou falsificado maluquices essas coisas de hoje em dia eu não corri dizer que uma coelha soubesse por ovos chocar o galo apareceu e saiu de pracinha do terreiro fui andando por aqui e por ali até que encontrei a dona coruja em uma árvore repetir a minha pergunta a dona coruja a senhora me diga por favor o que é que nasce de um ovo de Páscoa a senhora sabe quando coruja deu uma risadinha superior e esbugalhou dos olhos é claro que nascem corujinhas as corujas como todo mundo sabe são os animais mais bonitos do mundo deste a dona coruja símbolo de ano e fui pelo meu caminho e no meu caminho tinha uma cobra e eu fui logo perguntando a cobra me diga se possível for o que eu que nasce de um ovo de Páscoa e a dona cobra-se se sebilou apressada cobrinha hora eu fui dormir chocando esses pensamentos no dia seguinte nasceu na minha cabeça a ideia de procurar dona coelha na sua casa afinal ela devia saber tudo sobre os ovos de Páscoa não devia fui andando por aqui e por ali até que encontrei sua linda casinha a casa mais parecia um formigueiro cheia de coelhinho todos fazemos ovos de Páscoa dona coelha mexiam um tacho no fogão de lenha cantando com sua imensa família meu limão meu limoeiro cheguei junto dela falando desculpa dona coelha eu andei por ali perguntando que eu nasci de um ovode Páscoa dona coelha mexeu um tacho no fogão de lenha cantando com sua imensa família meu limão meu limoeiro este junto dela falou desculpe dando coelha eu andei por aí perguntando o que nasce de um ovo de Páscoa e ninguém soube me responder direito até agora dona galinha disse que não nascia nada dona coruja disse que nasceu corujinha dona cobra cobrinhas eu nunca ouvi dizer uma coisa dessas parece até brincadeira dona coelha sorrias sabe sorrisos cada pessoa põe no seu ovo de Páscoa um pouquinho da sua vida ou de coruja vira coruja ovo de cobra vira cobra é preciso tomar muito cuidado na hora de fazer ovo de Páscoa eu continuei sem entender nada e dona corrida continua explicando o que a pessoa coloca dentro do ovo de Páscoa nasce na sua amizade nas carinho felicidade alegria dona coelha e começou a cantar com a sua família eu saí de lá carregado de ovos de Páscoa quando cheguei em casa peguei os cartões de plástica para mandar junto com os olhos foi escrevendo tudo o que eu estava no meu coração para cada uma das pessoas nas carinho alegria amor e quando pensava os cartões de nos ovos de Páscoa parecia que cada um brilhava cheio de vida5)no texto aparecem dois símbolos da páscoa quais são e por que ? gente me ajudem só esse q quero saber!​

1)Após ler a notícia, acima, marque as alternativas corretas que correspondem ao Lide, informações que geralmente se encontram no primeiro parágrafo.

A) O que aconteceu? *O professor está chateado com o alunoO jovem produziu uma Fake NewsTentativa de suicídio de um jovem, devido a problemas com fake News.​

em é bom a gente cantar que até 2006 a data era comemorada em 21 de setembro o que éa) pronome b) conjunção integrante c) conjunção de intensidade ​

Quem só pensa em si mesmo é visto com desconfiança; faça o teste e descubra se você é assim

Em um mundo cada vez mais competitivo, violento e desigual, a tendência é as pessoas se tornarem mais individualistas, tentando sobreviver em um meio que muitas vezes é hostil e cruel. As relações vão ficando impessoais, distantes, com pouco envolvimento afetivo.

Claro que também há outro lado: indivíduos que, percebendo tudo isso, vão na contramão e buscam a espiritualidade, o amor ao próximo, uma maneira mais solidária e humanista de viver.Além do entorno que leva ao personalismo, outras condicionantes determinam se o sujeito será ou não preocupado com o próximo.

A principal delas, a criação. “Tal aprendizado vem desde a infância. Os pais passam para os filhos, em suas atitudes, e na forma como tratam os demais.

Fica o registro do modelo de relacionamento em que se tornam evidentes a atenção e o respeito alheios, ou o contrário disso”, destaca Marina Vasconcellos, especialista em psicodrama terapêutico pelo Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo.

Padrão de pai para filhoTudo serve de exemplo para as crianças: o modo como o casal se trata mutuamente, como se dirige aos filhos; o ato simples de cumprimentar os funcionários do prédio onde moram; o hábito de agradecer, falando “obrigado”, às pessoas que lhe fazem algo; o pedir com educação, sempre acompanhado do termo “por favor”. “Enfim, todas essas atitudes são compreendidas, pelo menor, como um cuidado necessário com os outros. Os bons progenitores ainda ficam alerta para chamar a atenção do pequeno quando este desrespeita um colega, ou se recusa a dividir um brinquedo”, diz a psicóloga.No outro extremo, estão indivíduos que não desenvolveram a generosidade por questões familiares ou convívio com educadores em que imperava, na relação, conflitos, desentendimentos ou incompreensões, levando ao desrespeito mútuo. “A situação piora se os pais são omissos na educação, deixando passar situações em que o desacato predominou, sem chamar a atenção para o fato. Idem se apresentam um modelo de conduta pautado na agressividade, na imposição, na falta de diálogo. Daí para surgirem sujeitos egoístas, que não aprenderam a se colocar no lugar do outro, é um pulo”, sustenta Marina Vasconcellos.

Respeito e oportunidades

Ao olhar para o lado e enxergar o outro, a pessoa ganha o respeito não só deste cidadão em especial como também de muitos outros. Portas se abrem para relações saudáveis e oportunidades profissionais, pois fica claro que há habilidade para conviver em sociedade e preocupação com o próximo. “Isso é de uma importância ímpar no mundo atual, em que tudo leva ao egocentrismo e exclusivismo”, salienta Marina Vasconcellos.Por outro lado, quem é autocentrado e pensa sempre em si mesmo em primeiro lugar, não levando os demais em consideração, sofrerá as consequências. Serão vistos com receio e não passarão confiabilidade – porque podem, por exemplo, abrir mão de algo que estavam fazendo em parceria e mudar o rumo do negócio caso seu interesse não seja mais aquele. E isso sem levar em conta o impacto sobre o outro ou o que ele pensa sobre o fato. “Quem lida com uma pessoa reconhecidamente egoísta tem que estar alerta, encará-lo com ressalva, pois não dá para contar totalmente ou mesmo confiar”, diz a psicóloga.

Agora, uma observação: sabe aquela história de que os extremos são complicados? Pois é o que defende Cecília Zylberstajn, psicóloga pela PUC-SP, psicodramatista e psicoterapeuta de adolescentes e adultos.

“Penso que ambos – egoístas e altruístas exagerados – sofrem. Os primeiros acabam se isolando e tendo relações prejudicadas pela falta de troca humana. Dar é um prazer que se aprende, e essas pessoas não vivenciam isto.

Por outro lado, os muito altruístas podem ficar insatisfeitos consigo mesmos, não alcançando sempre seus objetivos de ajudar o próximo e, por vezes, sentindo-se abusados e sobrecarregados.

Não podemos ser totalmente dependentes nem independentes, o saudável é ser interdependente.”

Para quem quer mudar o panorama e se tornar uma pessoa mais solidária, as terapeutas dão algumas dicas, acompanhe:

Tenha consciência de que não está só no mundo. “O homem é um ser relacional, um precisa do outro para levar uma vida saudável. Ninguém sobrevive sozinho”, diz a psicóloga Marina Vasconcellos
Faça com e para o outro aquilo que gostaria que fizessem com e para você
“Experimente doar, pessoalmente, objetos que já não usa para pessoas necessitadas. Sinta a reação e o agradecimento delas”, recomenda Vasconcellos. Esta época, em que impera o espírito de Natal, é excelente para investir nisso
Se tiver tempo disponível, dedique-se a alguma atividade voluntária em que possa se sentir útil e valorizado
Antes de tomar uma atitude que envolve outros indivíduos, pare e pense se não precisa ouvi-los também. “A opinião alheia, em muitos casos, acrescenta experiência e nos enriquece”, diz Cecília Zylberstajn
Não seja tão reativo e refratário ao que os outros pensam. “Estar aberto ao seu semelhante, e respeitar as intervenções dele, faz parte da maturidade”, considera Marina Vasconcellos
Por fim, fique atento ao feedback das pessoas em relação ao seu comportamento. Se muitos lhe dizem que é egoísta, reflita e analise se não é verdade, e se não está na hora de mudar. “Um bom caminho pode ser a psicoterapia. Por meio dela, você entenderá por que age assim e, mais que isso, aprenderá a se colocar de maneira diferente perante a vida, caso isso lhe faça sentido”, conclui Vasconcellos

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