Como Se Chama Uma Pessoa Que Quer Sempre Mais?

Como Se Chama Uma Pessoa Que Quer Sempre Mais? Conheça as principais características de uma pessoa eclética

Ter preferências bem diversificadas para filmes, música e literatura, ter amigos de estilos diferentes e se dar bem com todos, gostar de sair para locais que não combinam entre si são apenas algumas das características de alguém eclético. Mas, você sabe o que significa essa palavra, afinal? De acordo com o dicionário Priberam, a palavra “eclético” se refere àquela pessoa que gosta de coisas de natureza diversas e de tendências divergentes. 

A palavra eclética derivou de uma linha da ciência chamada ecletismo, que é um método científico de pesquisa, que busca reunir diferentes teorias, para estudar um determinado objeto. E então esse termo acabou sendo aproveitado para caracterizar um comportamento humano.

Ficou interessado em saber mais sobre pessoas ecléticas? É só continuar lendo para saber um pouco mais!

Como identificar um indivíduo eclético

Você pode conviver com uma pessoa eclética e nem saber, pois está tão acostumado com sua convivência que nem percebe. Ou você mesmo pode ser o eclético da turma e também não reparou nisso sobre sua personalidade. Já pensou em analisar esse dom com um pouco mais de atenção? 

Confira a lista a seguir com alguns dos principais itens da personalidade do eclético, que você pode reparar em si mesmo ou nas outras pessoas com quem convive. Veja:

Geralmente as pessoas ecléticas têm amigos de várias tribos, ou seja, que possuem estilos de vida diferentes entre si. A lista de convidados da festa de aniversário dessa pessoa pode ter o roqueiro convicto, o fã de sertanejo universitário, o CEO de uma empresa, aquele que trabalha por conta própria, sem ter um só lugar para morar, o casal homossexual e o casal conservador, por exemplo. 

Todos juntos conversando e convivendo em harmonia, pois estão celebrando mais um ano de vida de um amigo. Isso demonstra que, além de não se importar com gostos diferentes, o eclético consegue conversar com pessoas de todos os níveis hierárquicos e sociais sem problemas ou discriminações.

Essa característica mostrada tem dois ótimos pontos positivos para um profissional, que é a capacidade de se comunicar com diferentes tipos de público e a habilidade de construir e sustentar relacionamentos interpessoais. Do outro lado da moeda, o excesso de amizades ou coleguismos com pessoas muito diferentes pode dificultar os encontros com todos e até o desenvolvimento de um laço mais profundo.

Por vezes, uma pessoa eclética pode se sentir perdida em relação ao que deseja.

Ela gosta de tantas coisas diferentes, ao mesmo tempo em que tem dificuldade em escolher apenas uma para focar e seguir em frente.

Por exemplo, um jovem eclético de 17 anos que deve escolher um curso para prestar vestibular pode ficar na dúvida entre a graduação de engenharia mecânica ou letras, alternativas totalmente opostas.

De um lado isso pode ser bom, pois ao ficar indeciso, o indivíduo pesquisará mais e refletirá sobre cada opção. O ato pode até ser considerado calculista dependendo do tempo e do tanto de análise que leva.

Porém, por outro lado, isso pode se tornar um problema sério quando se fala de decisão profissional.

Um colaborador precisa ser capaz de exercer o pensamento rápido e tomar decisões ágeis, principalmente em momentos difíceis.

Por querer e gostar de diferentes áreas e estilos, o indivíduo que é eclético pode nunca se dar por satisfeito. Ele quer sempre aprender mais, descobrir um novo assunto, experimentar uma nova profissão ou abrir um negócio.

Claro que esse modo de vida pode ser interessante se pensarmos que é excelente sempre buscar por novas oportunidades e estudar outros assuntos, por exemplo. Ao mesmo tempo em que isso pode ser agonizante, caso a pessoa não consiga ter uma vida pessoal e profissional estáveis por conta dessa constante falta de satisfação.

Uma pessoa eclética conhece e se relaciona bem com os diversos estilos dos mais variados níveis de existência que envolvem a vida. Porém, isso não significa que é uma pessoa indecisa, muito pelo contrário. 

O fato de uma pessoa eclética estar em contato profundo com a diversidade significa que ela conhece uma variedade de possibilidades e justamente por isso consegue entender bem o que gosta ou desgosta. 

Por exemplo, ter amigos de diversas tribos não significa que você necessariamente leva sua vida de acordo com os princípios de todas essas tribos. Pelo contrário, essa pessoa possui seus próprios princípios e convicções, os conhece bem, sabe o que motiva suas escolhas e mesmo assim respeita as diversas motivações que existem nas pessoas. 

A pessoa que é considerada eclética desenvolve fortes vínculos interpessoais com os mais variados tipos de pessoas. Isso seria possível se a ela fosse preconceituosa? Claramente a resposta é não. 

O nível de envolvimento conectivo que o indivíduo eclético desenvolve com os demais requer necessariamente que ela não realize julgamentos sobre essa diversidade com a qual está em contato.

Ao invés de julgar as escolhas, princípios e motivações das pessoas que são diferentes dele, ele está aberto a entender o outro em sua essência e conhecer o que lhe é diferente. Essa autenticidade na relação com outras pessoas que faz com que a pessoa eclética desenvolva de fato bons relacionamentos interpessoais. 

Conhecer algo novo implica em conhecer algo que seja diferente do que você está acostumado. Isso requer que você esteja de peito aberto para essa nova experiência. Você acha que se posiciona dessa forma quando está diante de uma nova situação inusitada? Ou geralmente fica com medo quando em face de uma mudança, por exemplo?

A pessoa eclética geralmente não terá medo de experimentar o que lhe é novo. Isso porque muito dificilmente fará pré-julgamentos sobre o novo que se apresenta para ela. 

A ausência de preconceito em relação às pessoas também se manifesta na ausência de preconceito com relação a novas experiências para o indivíduo eclético.

De fato, ecletismo e preconceito são conceitos opostos e não conseguem se manifestar na mesma pessoa. Ou seja, é incoerente uma pessoa ser eclética e preconceituosa.

Se uma pessoa é eclética, ela não é preconceituosa. Via de consequência, o contrário também é verdade. 

Apesar de conhecer bem seus gostos e convicções, o eclético está aberto também a mudar de opinião. Conhecer coisas e pessoas diferentes faz com que a pessoa eclética esteja em constante contato com percepções distintas que são diferentes da sua própria. Isso pode levar essa pessoa a perceber que determinada perspectiva talvez faça mais sentido em sua vida e decida mudar de ideia. 

Ainda, como os ecléticos não possuem problema em conhecer e experimentar coisas novas, isso já os deixa mais propensos a mudar de ideia com relação a algo que conheciam. Às vezes também pode representar uma fase de vida que faça mais sentido para esse indivíduo. 

Você deve estar atento que não há nada de errado em mudar de ideia ou de opinião, isso representa na verdade maturidade e autoconhecimento. Representa também a evolução que se espera que os indivíduos possuam em sua vida. 

O profundo conhecimento que o indivíduo eclético possui de si próprio sobre seus gostos e convicções faz com que suas ações sejam coerentes com o que acredita. Em verdade, era esperado que todas as pessoas, ecléticas ou não, fossem assim. Por isso aquela máxima popular de “Faça o que eu falo e não o que eu faço” se mostra tão verdadeira em nosso cotidiano. 

A pessoa eclética possui um alinhamento grande sobre o que fala e o que faz. Isso é uma característica notável sobre essas pessoas. E por não ser uma regra as pessoas serem coerentes com o que pensam e o que fazem, essa característica diferencia os ecléticos dos demais.

Se você leu sobre todas essas características, refletiu sobre si próprio e chegou a conclusão de que talvez não seja uma pessoa eclética, não tem problema! Existem outras habilidades que afloram nos indivíduos que também são valorizadas. 

Mas cabe uma reflexão de que se você não se achou uma pessoa coerente, talvez seja a hora de começar a praticar esse princípio. Ser uma pessoa coerente deve ser uma regra em nossa sociedade e começar por você pode fazer uma grande diferença em sua vida e na vida das pessoas ao seu redor.

Existem pontos negativos em ser uma pessoa eclética? 

Das características que listamos acima, algumas já sugerem que podem representar um lado negativo se não for dosada na vida da pessoa eclética. Ou seja, todas essas características podem ser pontos negativos do eclético, desde que ele permita que seja uma característica negativa. 

Entretanto, de maneira geral essas características em uma pessoa eclética dificilmente terão esta conotação negativa em sua personalidade, especialmente por serem pessoas extremamente coerentes com seus princípios e atitudes. 

Às vezes o que se observa são pessoas altamente confusas se proclamando ecléticas em nome de serem aceitas em seus meios sociais. Isso na verdade mostra a ausência de autoconhecimento do indivíduo, ainda mais em relação às suas próprias crenças. 

Essas pessoas confusas, geralmente são indecisas, ao contrário das pessoas que de fato são ecléticas, pois como vimos antes os ecléticos são convictos de seus gostos pessoais e não hesitam quando precisam escolher algo.

Como gerenciar o ecletismo

Como tudo na vida, o equilíbrio é o objetivo. O balanço entre a vida pessoal e a profissional que parecer mais saudável para você é o ideal.

Para chegar ao nível de bem-estar é preciso analisar suas metas em todos os âmbitos da vida e o que você faz ou fará para alcançá-las. Claro que não é uma tarefa fácil, mas não é impossível.

Isso vale para todas as pessoas, inclusive as ecléticas.

Como você leu acima, nem toda característica de uma pessoa assim é 100% positiva ou 100% negativa. É preciso se conhecer bem para não deixar que alguma das características acima venha a te prejudicar de alguma forma. 

Mesmo que seja extremamente positivo e interessante ser uma pessoa eclética, esse fato não dispensa que você procure se conhecer cada vez mais e melhor. Existem diversas maneiras de praticar o autoconhecimento, às quais você pode recorrer, inclusive fica aqui uma sugestão de tentar algo novo de peito aberto! 

Buscar esse conhecimento de si próprio ajuda a gerenciar o ecletismo que existe em você, evitando que possa vir a ter ou desenvolver alguma característica em nível prejudicial para si próprio. Ainda, se conhecer bem só faz com que você reforce as características positivas da sua personalidade e ajuda a explorar a sua potencialidade máxima nos mais variados aspectos da sua vida. 

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Você acha que é uma pessoa eclética? Se não é, acha que pode se tornar uma? Identificou alguém do seu convívio social que tenha de fato tais características? Fale mais sobre este assunto conosco, nos comentários e aproveite para compartilhar esse artigo com os seus amigos em suas redes sociais.

Fontes:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ecletismo
https://www.jrmcoaching.com.br/blog/o-que-e-uma-pessoa-ecletica-pontos-positivos-negativos/

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Como Se Chama Uma Pessoa Que Quer Sempre Mais?Como Se Chama Uma Pessoa Que Quer Sempre Mais?

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As 12 expressões que farão de si uma pessoa mais amada

Diz a sabedoria popular que um gesto vale por mil palavras. Certamente. Mas isto apenas vale se o gesto corresponder a uma verdade interior e não for mera encenação.

Convencionou-se que as palavras não contam, que são superficiais e enganadoras. Mas é mentira.

As palavras são o mais importante veiculo de comunicação, de troca entre humanos, e podem marcar tão profunda e duradouramente uma relação como um gesto.

Há palavras que são brutas como um soco na cara, mesmo se ditas com simpatia. Porém, há outras que abrem portas na nossa relação com os outros. Há palavras que são pontes. Fazem com que os outros fiquem mais próximos, criam cumplicidades em vez de inimizades.

Sobretudo criam à nossa volta uma harmonia que só nos pode trazer felicidade. Aquilo que damos aos outros é-nos restituído sob a forma de felicidade e bem-estar. E isto não vale só para as relações amorosas.

Vale para todas as relações que estabelecemos em sociedade.

Podem dizer-lhe que a sua aparência conta, que a sua cultura literária conta, que a sua educação conta. Mas de que adianta tudo isto se, num mundo construído sobre interações sociais, você se comporta de forma grosseira, não sabe veicular afetos profundos, não sabe ouvir os outros?

Como tudo na vida a gentileza, a empatia, a solidariedade também se aprende. Reunimos 12 palavras e expressões que farão de si uma pessoa, se não mais amada, pelo menos muito mais gostável.

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1. “Fico feliz por te ver”

Nós, os portugueses, oscilamos entre relações de extrema formalidade, onde não se veiculam simpatias e gentilezas (isso será logo considerado “dar graxa”) e relações de extrema informalidade onde se usa o “tu” e se acredita que isso significa “ter intimidade” com os outros. Errado. O ideal é perceber que a intimidade não se faz pelo uso do “tu” mas pelo uso do tempo. Por isso nunca se iniba de ser gentil, de elogiar, de expressar um afeto mais profundo. Se encontra alguém de quem gosta, não se fique por um inócuo “olá”. Vá mais longe: diga “fico feliz por te ver” ou “fico sempre feliz por te ver”. Com esta expressão está a comunicar que a presença da outra pessoa não lhe é indiferente, que gosta dessa presença, que essa pessoa lhe evoca sentimentos de felicidade.

Como Se Chama Uma Pessoa Que Quer Sempre Mais?

As suas palavras devem comunicar um genuíno interesse pelo outro. (foto: Getty Images)

2. “Lembro-me que tu…”

Ao evocar uma situação, um gesto, uma atitude positiva dos outros acontecida no passado (pode ser uma piada divertida, uma peça de vestuário, uma pequeno ato de heroísmo do quotidiano) está a comunicar ao outro que se lembra dele, e está a reafirmar a capacidade dele ou dela de terem em si coisas positivas que merecem ser notadas. É provável que a outra pessoa vá também lembrar-se de qualquer coisa positiva a seu respeito que não tinha notado. Talvez até se surpreenda com algo que marcou os outros sem saber. Este “lembro-me que tu” ou “talvez não tenhas notado mas” deve ser sempre seguido de uma coisa positiva e não negativa. As pessoas que insistem em evocar coisas negativas, pequenos incidentes ou fragilidades nossas, querem apenas reforçar as nossas inseguranças e são para evitar.

3. “Estou impressionado!”

Esta expressão foca-se naquilo que a pessoa faz, ou acabou de fazer, e não no que fez.

É uma expressão que visa reforçar a auto-estima do outro e deve ser usada com pessoas que acabaram de chegar a um novo local e trabalho, jovens estagiários, pessoas que parecem estar deslocadas ou isoladas dentro de um grupo.

Muitas vezes essas pessoas estão aflitas, envergonhadas, inseguras. Ser a mão amiga que se lhe estende, com um elogio, uma chamada de atenção positiva, vai fazer de si um super-herói quotidiano, sem precisar de outros superpoderes que não a gentileza.

4. “Eu acredito em ti”

Todos nós temos inseguranças. E no ambiente altamente competitivo em que vivemos ou nas relações instáveis que mantemos com os outros as nossas inseguranças podem tornar-se numa dor crónica. A melhor forma de se ajudar é acreditando genuinamente nos outros, na força que cada um tem para superar os obstáculos.

Por isso dizer “eu acredito em ti” pode ser fundamental para uma criança ou um adolescente ultrapassarem um bloqueio na sala de aula, na família ou com os amigos. Mas é igualmente oportuno usá-lo com adultos.

Quem tem cargos de chefia, quem está a lidar com um colega de trabalho menos ágil, quem está perante um amigo ou amiga que perdeu o emprego, ou o namorado, pode reforçar a autoestima dos outros com estas quatro palavras.

Este acreditar expressa uma confiança nas potencialidades do outro, vê as suas forças e destrezas até onde ele não consegue ver. Acreditar verdadeiramente nos outros pode ser o primeiro passo para acreditar em si mesmo.

5. “Olha só até onde já conseguiste chegar”

Esta expressão vem na linha da anterior, mas visa obrigar a outra pessoa a rever o seu percurso, ao mesmo tempo que demonstra que está atento a ela. Que registou os seus esforços, os seus sucessos, as suas conquistas.

Dizer “olha só até onde já conseguiste chegar!” é, ao mesmo tempo, uma celebração do sucesso alheio.

E isto é muito difícil (por isso a inveja é um pecado que mora ao lado) e, por isso, tantas vezes somos lestos a apontar as falhas mas nunca apontamos o êxito dos outros.

6. “Gostava de saber o que pensas sobre…”

Já reparou que, por estes dias, ninguém ouve ninguém? As pessoas fazem perguntas por mera cortesia social e antes que você esboce uma resposta elas já estão a falar de outra coisa. Em geral já estão a falar de si mesmas.

Dizer a alguém “gostava de saber o que pensas sobre…” ou “gostava de ouvir a tua opinião sobre…” é uma forma de comunicar ao outro que o considera inteligente, idóneo para se pronunciar sobre um assunto qualquer (seja uma decisão de vida, seja um mexerico). O importante é que esta frase acolhe o outro na sua vida, ou no grupo de trabalho, ou numa decisão familiar. Mas seja sincero quanto ao seu desejo de ouvir o outro. Se o fizer por obrigação social isso vai notar-se e vai apenas mostrar o quão autocentrado você é.

Como Se Chama Uma Pessoa Que Quer Sempre Mais?

As pessoas mais influentes e carismáticas são aquelas que empatizam com os outros. (foto: Getty Images)

Vamos clarificar uma coisa: esta frase não é apenas para ser usada para engatar miúdas (e miúdos). Querer saber mais sobre a outra pessoa que se senta ao nosso lado na faculdade, no trabalho, ou à mesa do jantar é o mínimo que podemos fazer para estabelecer ligações sólidas e duradouras. Mais uma vez é uma forma de aceder à vida, ao pensamento, aos sentimentos do outro.

“Diz-me mais”, ou “diz-me mais coisas sobre ti, sobre o que pensas de…”, é também um cumprimento, um elogio, é uma forma de comunicar que o outro diz coisas inteligentes, pertinentes, singulares.

Isto é particularmente válido com as crianças: ao mesmo tempo que as integra no grupo familiar ou escolar, dá-se-lhes a tarefa de as obrigar a pensar, a usar recursos do seu mundo interior que ainda estão a aprender a gerir.

8. “Bem-vindo”

Há quem compre tapetes de porta com a expressão inglesa welcome, mas que seja completamente incapaz de lidar com a expressão portuguesa: “seja bem-vindo”.

Para além das confusões com a ortografia da palavra (tantas vezes escrita como substantivo, “benvindo”), há um certo medo de parecermos pomposos ou teatrais. Por isso acabamos por cair no vulgar e adolescente “olá, tudo bem?”. .

Dizer a alguém que ele/ela é “bem-vindo”, seja na nossa mesa de café, na nossa casa, na nossa empresa ou na nossa vida é uma forma de dignificar a pessoa que recebemos e de lhe mostrar que estamos felizes com a sua chegada.

9. “Posso ajudar?”

No país que ensina as crianças a rirem quando veem alguém cair, que fez da humilhação alheia forma tradicional de celebração académica a expressão “posso ajudar?” pode parecer um óvni na nossa vida social. Mas ela existe e faz maravilhas.

Todos nós já experimentámos a sensação de, no meio de uma aflição, alguém nos oferecer ajuda sem querer nada em troca. Seja porque deixámos cair as compras no chão do supermercado, porque caímos na rua, porque simplesmente não sabemos o que fazer numa determinada situação.

“Posso ajudar?” é uma demonstração de empatia com a insegurança momentânea de alguém e é, ao mesmo tempo, uma confissão averbal de que também nós, por vezes, somos desastrados, inseguros.

10. “Desculpa!”

Eis outra expressão da qual se abusa mas que raramente se usa: ou seja diz-se “desculpa” por qualquer coisa. Há mesmo quem comece frases com a palavra “desculpa” como se tivesse medo de existir, mas raramente a usa como demonstração de um genuíno arrependimento.

Porque à palavra “desculpa” tem que corresponder uma consequência que é a nossa mudança de atitude. Pedir desculpa é colocarmo-nos nas mãos de alguém, é saber que seremos julgados mas que acreditamos poder ser absolvidos.

Dizer “desculpa!” é ainda uma forma acreditar que o outro confia em nós, na nossa capacidade de sermos melhores. Portanto, como dizem os ingleses “say it just when you mean it!“.

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“Desculpa” e “Obrigado/a” são provavelmente as palavras mais importantes de uma língua. (foto: AFP/Getty Images)

11. “Não”

Com três letrinhas apenas… pois é, esta palavra pode parecer destoar do tom deste artigo, mas ela é fundamental para a nossa sobrevivência social. O “Não” não deve ser pensado como sinónimo de humilhação dos outros, mas como sinal de que “nós merecemos respeito”.

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Naturalmente há quem saiba usar todas as expressões acima apenas para manipular os outros, para conseguir alguma coisa do seu interesse. Por isso, aqueles que têm a empatia, a gentileza, a humanidade de dizer todas estas frases têm também que estar aptos a dizer “não” àqueles que não as têm com os outros. Querer fazer o bem não pode deixar-nos à mercê da maldade.

Porque ela existe, não obstante as declarações bem intencionadas de Rosseau.

12. “Obrigado/a”

Antes de tudo, é importante esclarece uma questão com a qual os portugueses e as portuguesas continuam a não atinar: as mulheres dizem obrigada (feminino) e os homens dizem obrigado (masculino). Posto isto, a palavra “Obrigado/a” é uma das mais importantes de uma língua.

É o selo de uma troca na qual ambos os lados deram algo. Na verdade, todas as expressões de que falámos anteriormente podiam resumir-se à palavra “Obrigado”.

Ela é uma bomba de sentimentos positivos, de empatia, de assunção da nossa fragilidade, das nossas falhas e, ainda assim, da aceitação e da generosidade do outro que nos recebe.

Deve usar-se sem parcimónia, desde o empregado do café que nos prepara o galão, até alguém que segura a porta para passarmos. Agradecer a gentileza reforça no outro a vontade de ser gentil. (Já agora, obrigada por lerem e ajudarem a partilhar este artigo).

Entenda porque há pessoas que precisam se sentir melhores do que todo mundo

Como Se Chama Uma Pessoa Que Quer Sempre Mais?

Ela precisa ter o celular melhor que o seu. O carro mais novo. O filho mais inteligente e bem sucedido. O marido mais rico e apaixonado. Por que? Para você perceber o quanto ela é melhor que você. Para que? Boa pergunta.

Para que uma pessoa precisa estar sempre em busca de provar sua superioridade? Provavelmente, para disfarçar sua aflitiva sensação de inferioridade. Sua impressão de, no fundo, ela não consegue tudo o que acha que deveria.

Essa sensação costuma ser fruto de uma educação competitiva. Pais que a todo momento espetam seus filhos com comparações cruéis.

– Fulaninho tirou primeiro lugar no concurso.

– Joãozinho filho da vizinha só tira dez.

Pelo discurso deles você constrói sua imagem de perdedor, de fracassado. Você é o que não consegue. O que não vence. O que não agrada. Resumidamente, você é um bosta.

Umas famílias estimulam essas competições de forma sutil, muito disfarçada. Outras, escracham de vez. Um pedestal para os vencedores. Uma plaquinha de vergonha para os perdedores.

Não necessariamente os perdedores são os piores ou os vencedores os melhores. Nada disso. As pessoas têm dons diferentes. Dificuldades diversas. Brilhos de toda forma. Defeitos de todo tamanho. Todas com seus prós e contras. Nem melhor, nem pior, apenas diferentes.

Mas a pressão constante para ser o melhor, ou para deixar de ser o pior, é massacrante para todos. Deixa um vazio na alma da pessoa. Uma sensação de incapacidade. Uma certeza de não ser capaz, de não ser amada, de não prestar.

Essa certeza é o acelerador que provoca a busca por ser o melhor. Por ter sempre as melhores coisas. Por estar sempre acima de você. Não se importe. O nome disso não é sucesso, é angústia.

Tem ideia da pressão interna que é estar sempre nessa gincana de ter que ser o melhor? O desgaste que esse processo trás? Pessoas que têm a necessidade de serem melhores são pessoas muito sofredoras. Não têm minha admiração.

Mas têm, sim, toda a minha compaixão. Porque não é fácil viver em guerra. Em guerra interna consigo mesmo e com o outro o tempo todo. É cansativo.

Se você tiver que conviver com pessoas desse tipo, tenha paciência. Por trás de toda a imponência da cauda, todo pavão tem medo que descubram seus pés. Não caia na armadilha de entrar em competição. Tenha pena. Seja gentil.

Se não conseguir, invente uma desculpa e saia de perto. Mude de assunto. Alegue compromisso urgente. Finja que tocou o celular e saia falando. Eles são chatos mesmo. Irritantes até. Fazem isso por imaturidade. Por insegurança.

Pessoas que precisam ser melhores trazem um sofrimento grande. Uma carência absurda. Precisam da aprovação de todo mundo. Querem parecer o máximo porque se sentem o mínimo.

Tem ideia do peso que isso tem? Ter que provar superioridade a toda hora? O fato de uma pessoa se impor como superior não te faz inferior. Releve. Nem ligue. É um coitado. Quem é bom, é bom.

Não precisa provar nada para ninguém. Se for, realmente, será reconhecido. Admirado. Pronto. Ninguém é maravilhoso em tudo.

Serei boa em algumas coisas. Ótima em umas duas ou três, no máximo. Péssima ou bem ruim em várias. É isso. Essa soma de altos e baixos sou eu. No que sou boa, servirei a mim e aos outros.

No que de mim for ruim, pedirei ajuda. Buscarei soluções com outras pessoas melhores. Esse combo de qualidades e defeitos é o que me faz satisfeito. Não sou tudo, mas sou bem razoável. Tentarei ir melhorando. Como placa de lugar em reforma:

Estarei em obras para melhor servir.

Não preciso ser A melhor. Só preciso é ser feliz. Conseguir a tranquilidade de saber que eu tenho valor. Meu valor, sem comparações. Ser eu mesma. Me aceitar com altos e baixos. Com carro velho, com celular antiquado. Nem melhor, nem pior. Apenas eu.

Mônica é carioca, professora e psicóloga clínica. Especialista em atendimento a crianças, adolescentes, adultos, casais e famílias.

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Conheça os 10 tipos de pessoas que fazem mal à saúde

Comportamentos

Conheça os 10 tipos de pessoas que fazem mal à saúde

  • Todos sabemos que as pessoas com quem convivemos influenciam o nosso estado de espírito e qualidade de vida.
  • Não é por acaso que nos sentimos muito bem perto de algumas pessoas e, há outras que nos provocam um mau-estar tão grande que só nos apetece provocar o afastamento.
  • Somos todos diferentes uns dos outros e, por isso temos necessidades distintas, ainda assim, a Revista Mais Saúde resumiu os perfis mais conhecidos como sendo tóxicos para a nossa saúde em geral, por isso, esteja atento e saiba colocar nos devidos lugares quem se lhe apresentar com uma destas performances.
  • 1 – O tipo de pessoa que gosta de uma fofoca ou de falar sobre os outros:

A pessoa que apresenta este perfil, não é boa companhia! Este tipo de pessoas quer saber mais acerca da vida dos outros para se divertir com a desgraça alheia. É incapaz de ajudar quando um amigo tem um problema porque o quer ver mesmo mal.

Este tipo de pessoa, pode ser homem ou mulher, gosta de julgar, de avaliar, de condenar os outros para se sentir superior. Na realidade, tem problemas de auto-estima, mas quer combate-los descarregando sobre aqueles que o rodeiam.

Estas pessoas não têm sentimentos e acabam por falar, na maioria das vezes, sem conhecimento de causa, sem fundamento, apenas pelo prazer de levar e trazer informação destrutiva para alguém. O seu cérebro alimenta-se desse “veneno” para viver.

A solução é afastar-se desse tipo de pessoa, pois hoje ela fala de alguém, amanhã é você o alvo das conversas!

2 – A pessoa temperamental:

Todos nós temos emoções diferentes ao longo do dia, mas algumas pessoas não conseguem lidar com o que sentem e, por causa disso, atacam outras pessoas sem o mínimo autocontrole. Estar na companhia desse tipo de gente é sempre desagradável, e ninguém gosta de viver com medo desses rompantes de fúria, que podem acontecer a qualquer momento.

  1. 3 – A vítima:
  2. Esse tipo de pessoa é mais difícil de identificar.
  3. Por norma, este tipo de pessoa gera empatia com relativa facilidade, mas em pouco tempo, acaba por enrolar os outros nos seus problemas, nos seus dramas e chamadas de atenção.

Este tipo de pessoas reclama sempre do mesmo, porque já se habituou a falar dos seus problemas com todas as pessoas que encontra na vida, razão pela qual não altera o comportamento, muito menos resolve os seus problemas para se libertar daquilo que diz causar-lhe sofrimento. Usa esses dramas para ser o centro das atenções e manipular os outros. Perde a força quando a outra pessoa deixa de ser a mera ouvinte e começa a falar também dos seus problemas. Nesse caso, normalmente afasta-se.

4 – A pessoa “autoabsorvida”:

Este é o tipo de pessoa que passa completamente ao lado das outras na maior parte das situações. Está sempre envolvida nos seus pensamentos e não liga a ninguém. Não cria qualquer tipo de relação ou ligação com os outros.

5 – A invejosa:

É aquela criatura que está sempre a comparar-se com outras pessoas e a procurar ter o que os outros têm.

Estas pessoas querem o que é dos outros e consideram que, “se tivessem o mesmo” seriam muito melhores do que os outros! Essa é a razão pela qual querem tudo até à exaustão e, não são só bens materiais, são também traços de personalidade que são cobiçados, casamento e daí por diante. O afastamento deste tipo de pessoas é a solução, já que, mais cedo ou mais tarde, isto vai gerar conflitos, por vezes, perigosos.

6 – O manipulador:

É aquele cidadão que dá um jeitinho para conseguir sempre tudo o que quer, que enche alguém de elogios antes de pedir um favor, que faz chantagem emocional, que coloca uma pessoa contra a outra e que sempre, sempre consegue o que quer. Estas pessoas são um verdadeiro perigo em sociedade e, ainda mais nas relações interpessoais, pois onde elas estão, há conflitos seguramente, há interesses e falsas palavras e/ou promessas.

7 – Os dementadores:

Quando JK Rowling criou os dementadores,  pensou naquelas pessoas que, quando entram numa sala, roubam a energia do local, ou seja: pessoas altamente negativas.

São aqueles pessimistas que nunca dizem nada positivo, que se fecham em si mesmas e não ligam a ninguém, que só pensam no lado mau da realidade e, ainda se dão ao luxo de produzir profecias para destruir a vida de quem os escuta, pois dizem tantas coisas más que, uma ou outra acaba por acertar em cheio no outro. É importante estar longe deste tipo de influencia!

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8 – O sádico:

Por mais bizarro que pareça, algumas pessoas são maldosas a ponto de se sentirem satisfeitas quando sabem que alguém se deu mal.

Desfrutar da dor e da miséria das outras pessoas é, certamente, uma forma cruel de levar a vida, e com certeza você não precisa de gente assim por perto.

Ao reconhecer que alguém se diverte com o sofrimento de quem quer que seja, o melhor que tem a fazer é se afastar dessa pessoa.

9 – O juiz:

As pessoas têm sempre o direito de concordar ou não com alguma coisa e, quando discordam, devem fazer isso de forma sensata e educada. Aquela criatura que dita regras e julgamentos sobre a vida alheia, como se estivesse sempre com a razão, é geralmente incapaz de conviver com o que é diferente dela e, esse tipo de gente é das mais fáceis de dispensar.

10 – O arrogante:

Não desperdice o seu tempo com gente arrogante. Para esse tipo de pessoa, tudo o que possa fazer é um desafio pessoal, e, psicologicamente falando, a arrogância nada mais é do que uma falsa confiança.

Qualquer coisa falsa uma hora ou outra é descoberta, e por trás do arrogante há sempre alguém com baixa auto-estima e muita insegurança.

A solução é não ir muito para além do mero cumprimento e formalidade pontual, já que tudo o que acrescentar a isso, é tempo perdido.

Fátima Fernandes

Seis tipos de pessoas que é bom ter por perto (e outros seis que é melhor manter longe)

Imagine por um momento que você é J. R. R. Tolkien e acabou de esboçar O Senhor dos Anéis — que se tornou uma obra épica.

Se tivesse a oportunidade de mostrar seu rascunho a alguém, a quem o mostraria? O escritor britânico não teve dúvidas e compartilhou seus hobbies, elfos e anões da Terra Média com os colegas de um pequeno grupo literário que havia criado com C. S.

Lewis, o autor do não menos fantasioso as Crônicas de Nárnia. Para Tolkien, “os inklings”, o nome dado a essa associação, viriam a ser o que anos depois David McClelland chamaria de “grupo de referência”.

Segundo o estudo desse psicólogo social da Universidade Harvard, as pessoas com quem nos envolvemos regularmente “determinam 95% de nosso sucesso ou fracasso na vida”.

É claro que, além de seu talento indiscutível, os comentários e críticas dos “inklings”, seu grupo de referência, encorajariam o perfeccionista Tolkien a finalizar sua obra magna.

Pode-se dizer que parte do mérito do livro mítico foi de seus colegas.

Agora, pare para pensar no seu “grupo de referência”, aquele que faz parte de seu entorno, a família, o trabalho, os amigos … Essas pessoas a quem você está habitualmente exposto moldam quem você é.

Como diz o empresário Ricardo Llamas Martínez, autor do livro Elígete a Ti Mismo y Haz que Funcione, de 2015 (escolha a si mesmo e faça com que dê certo), “as pessoas com quem passamos mais tempo determinam as conversas que atraem nossa atenção […

] Com o tempo, começamos a comer o que comem, falar como falam, ler o que leem, pensar o que pensam, ver o que veem, tratar os outros da mesma maneira e até a nos vestirmos como elas. O engraçado é que normalmente ignoramos que nos parecemos tanto”.

Com quem você passa mais tempo? Quem são as pessoas que mais admira? McClelland descobriu que os mesmos indivíduos, com o mesmo histórico, oportunidades e habilidades, fazendo as coisas da maneira correta, definitivamente dependiam de seu “grupo de referência”.

Ou, o que dá na mesma, se você não escolher as pessoas que te encorajem e estimulem, que sejam um incentivo na sua vida, o mais provável é que você fracasse.

E o que fazer então? Segundo o médico, empreendedor e palestrante Sam Hazledine, “você precisa escolher conscientemente seu próprio grupo de referência e não só por proximidade. Não é algo comum, mas também não é complicado”.

Para isso, explicamos como distinguir as “pessoas tóxicas”, as que devem ser mantidas o mais longe possível, e como investir naquelas que acrescentam valor à sua vida.

Vale a pena se esforçar para encontrar estas seis pessoas

Que não compliquem a sua vida, que sejam positivas, que tenham iniciativa, assumam seus erros … São qualidades que, nos outros, podem multiplicar o bom de nós mesmos.

“É preciso saber se cercar de pessoas motivadas e inspiradoras, isso aumentará nosso bem-estar emocional e nossa capacidade de aprendizado, e viveremos um maior crescimento pessoal”, garante Elena Cedillo, psicóloga clínica e cocriadora de People are Not Resources (pessoas não são recursos). Para Cedillo, estes são os seis tipos de pessoas que podem nos beneficiar mais.

Pessoas motivadas

São comprometidas e ativas. Estabelecem metas, perseveram, são entusiasmadas e geralmente não se deixam paralisar pelo medo. São o espelho no qual deveriam refletir-se os que se fustigam com cada erro que cometem, pois as pessoas motivadas lembram que um erro é uma experiência de crescimento e aprendizagem.

Pessoas inspiradoras

Assumiram as rédeas de suas vidas, mudaram o que não queriam ou mostraram uma grande capacidade de superação em circunstâncias específicas. Têm uma atitude constante de perseverança e acreditam em si mesmas e em suas possibilidades. As pessoas inspiradoras nos mostram que não devemos parar de lutar, que nunca é tarde para criar propósitos e perseguir objetivos.

Pessoas positivas

Elas nos ajudam a perceber o lado bom das coisas, a correr riscos, a alcançar uma solução satisfatória dos problemas. Pessoas positivas nos fazem acreditar em nossas possibilidades, assumir a responsabilidade por nossas vidas e sorrir mais. E o sorriso tem um poder inegável.

Pessoas abertas

Estão razoavelmente livres de preconceitos e sempre dispostas a ouvir diferentes critérios e opiniões, mesmo que não correspondam a seus pontos de vista. Empatizam mais com os outros e não têm tanto medo de mudar.

Aceitam melhor as críticas (e isso é muito importante porque seu efeito é muito mais potente do que a adulação) e vivem de maneira mais despreocupada com o que os outros pensam delas.

Pessoas abertas nos darão mais flexibilidade, nos ensinarão a ter mais diálogo, a aceitar melhor as críticas e a manter maior equilíbrio emocional.

Pessoas apaixonadas

Vivem com entusiasmo, aproveitam cada momento e investem tempo naquilo que realmente as apaixona. Sua alta motivação é um mecanismo poderoso. Pessoas apaixonadas nos ensinam uma grande lição: “Se você encontrar a sua verdadeira paixão, nunca haverá falta de motivação”.

Pessoas agradecidas

Nós tendemos a nos concentrar mais naquilo em que não estamos satisfeitos, em vez de focar nas coisas boas que constantemente acontecem conosco. Aumentar a gratidão ou estar com pessoas agradecidas aumentará nosso bem-estar emocional, nos situará em nosso presente e nos manterá afastados da queixa inútil.

Cuidado com este tipo de pessoa, não traz nada de bom

Já dizia Bernardo Stamateas em seu best-seller Gente Tóxica: é preciso evitar as pessoas que complicam a sua vida, que abusam se você não puser limites, “vampiros emocionais” que se sentem bem destruindo, em vez de contribuindo.

“Em toda organização existe uma 'maçã podre' que poderá, em algum momento, afetar o comportamento dos bons trabalhadores e, consequentemente, de toda a empresa”, diz Valeria Sabater, psicóloga social e especialista em neurocriatividade.

Para ela, estes são os seis tipos de pessoas que devemos tentar evitar.

Pessoas que se queixam

Quem vive em uma espiral de reclamações constantes tem um problema para cada solução, e fazer da reclamação seu modo de vida geralmente envolve a criação de cativos: eles nos procuram para desabafar ou nos tornar o motivo de suas reclamações. É melhor fazê-los ver que, com seu comportamento derrotista, não resolvem nem ganham nada. Se não mudarem, não devemos nos deixar contagiar por sua atitude nem dar valor a seus comentários negativos.

Pessoas invejosas

No momento em que alguém experimenta a inveja se percebe como inferior ou como perdedor, e isso não apenas gera frustração, mas também produz algo muito perigoso, a raiva.

De fato, até mesmo isso que chamamos de “inveja saudável” esconde o desejo por algo que não se possui e isso pode moldar situações incômodas, nas quais se perde a confiança em nossos relacionamentos.

A admiração sempre será melhor que a inveja. Quem te inveja, não te ama nem te respeita.

Pessoas que fazem fofoca

Estão sempre mais preocupados com o que os outros fazem do que com a responsabilidade por si mesmas. Têm um tipo de personalidade que é muito daninha no local de trabalho porque intoxica o ambiente, cria problemas onde não há e dificulta a produtividade.

Não caia nesse jogo. A fofoca morre quando atinge o ouvido inteligente que decide parar esse boato ou mexerico. Esse tipo de pessoa gosta de entrar nesses jogos porque adquire poder. Portanto, é melhor não dar valor às fofocas e menos ainda ao fofoqueiro.

Pessoas que se sentem culpadas

Usam a vitimização como uma estratégia manipuladora, um detalhe que deve ser levado em consideração porque pode ser uma faca de dois gumes.

Por se mostrarem deprimidas (há as que estão e não se nota) e arrastando o peso da culpa em suas costas, estão na realidade usando uma afiada manipulação emocional.

São pessoas que estão sempre pedindo perdão e costumam ser submissas para obter benefícios.

Pessoas agressivas

Carecem de empatia, são autoritárias, usam a comunicação violenta e priorizam de modo exclusivo suas necessidades e direitos.

Viver com esse tipo de personalidade pode erodir gravemente nossa autoestima, e não podemos ignorar que estamos enfrentando um tipo de abuso. A melhor coisa nesses casos é manter distância.

Viver com alguém agressivo, seja na família ou no trabalho, deixa sérias sequelas em todos os níveis.

Pessoas psicopatas

Há um dado interessante: as pessoas com comportamento psicopata têm maior probabilidade de se candidatar a cargos de gerência ou poder.

A explicação é que sua personalidade agressiva, sua falta de empatia ou a capacidade de manipular usando seu charme para obter objetivos são características exigidas em certas categorias de trabalho.

Esse tipo de perfil tende a contornar a legalidade ou o permitido para obter benefícios. Diante do psicopata, é melhor estabelecer limites, deixar claras as consequências de suas ações e, acima de tudo, nunca ceder.

  • (Fonte: El Pais)
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