Como Se Chama Uma Pessoa Que Nao Se Preocupa?

Como Se Chama Uma Pessoa Que Nao Se Preocupa?

Conheça as características de uma pessoa altruísta

Atualmente, as pessoas pensam apenas em si mesmas cada vez mais. Atender suas próprias necessidades, anseios e desejos tornou-se a prioridade de quem vive num mundo individualista. Nesse contexto, amar o próximo e dedicar um tempo a ele, doando um pouco de si para que ele se ainda melhor, é um ato de extrema revolução.

Isso não significa que seja errado pensarmos em nossas necessidades e naquilo que precisamos atender para nos sentirmos realizados. Contudo, é importante ressaltar que é perfeitamente possível conciliar as duas coisas, ou seja, pensar em si e pensar também no outro, em formas de ajudá-lo a alcançar seus objetivos, metas e sonhos diariamente.

Isso nos leva ao conceito de altruísmo, para que sejamos capazes de contribuir para um mundo melhor; muito mais igualitário; que pensa no bem-estar físico, psíquico e emocional de todos. Nesta leitura, você descobrirá como desenvolver essa habilidade e qual é a sua importância também para o nosso próprio bem-estar.

  • Eu tenho o material certo
  • para você entender o que é
  • e como funciona esse
  • método poderoso!
  1. Eu tenho o material certo
  2. para você entender o que é
  3. e como funciona esse
  4. método poderoso!

O que é ser altruísta?

Quando falamos em altruísmo, estamos falando de indivíduos que têm a característica e a capacidade de realizar ações pensando no bem-estar das pessoas ao seu redor, mesmo que, para isso, tenha que se anular e sacrificar seus próprios desejos e interesses de vez em quando. Altruísmo é o oposto do egoísmo.

É muito nobre pensar e agir em prol das necessidades do próximo, uma vez que, quanto mais o ajudamos, mais benefícios poderemos obter para nós mesmos. Entretanto, é preciso tomar certo cuidado, pois é fundamental mantermos o equilíbrio entre o que fazemos por nós mesmos e o que fazemos pelo outro.

De nada adianta pensar o tempo todo no outro e esquecer-se de si, de seus sonhos e objetivos, uma vez que você é o principal responsável pela concretização de seus desejos.

Lembre-se do conselho dos comissários de bordo: em emergências no avião, primeiro coloque a máscara sobre si para garantir a sua sobrevivência, de modo que, então, você possa ajudar as outras pessoas. Se isso não for feito, você não conseguirá ajudar nem a si mesmo nem ao outro.

Sendo assim, ser altruísta é um ato de coragem e revolução, se pensarmos no mundo em que vivemos e em como ele se encontra atualmente. Porém, não podemos deixar para trás os nossos interesses. Como sempre, equilíbrio é fundamental.

Faça download, gratuitamente, do meu livro “Tudo sobre Coaching”.
Conheça uma poderosa ferramenta para a conquista de objetivos!

10 coisas que podemos aprender com pessoas altruístas

Depois de entendermos a necessidade de se manter o equilíbrio entre contribuir para a construção de nossos sonhos e os das pessoas ao nosso redor, é chegado o momento de entendermos o que podemos aprender com os indivíduos que já são altruístas por natureza. Dessa forma, poderemos aplicar estes ensinamentos em nosso dia a dia.

1. Desenvolver a empatia

Empatia é a capacidade que o indivíduo tem de se colocar no lugar do outro, tentando sentir o que ele sentiu ou sentiria caso estivesse passando pela mesma situação que ele enfrenta. A ideia é tentar compreender os sentimentos e emoções vivenciadas, de modo que seja possível ajudar o próximo de maneira racional e objetiva.

A empatia está intrinsecamente ligada ao altruísmo, pois nos ajuda a compreender a dor e o sofrimento das pessoas ao nosso redor, nos incentivando a encontrar mecanismos que façam com que possamos ajudá-las de maneira mais assertiva e efetiva. É com empatia que agimos em relação ao outro da mesma maneira que gostaríamos que alguém agisse conosco.

2. Ouvir na essência

Outra grande habilidade que o altruísmo nos ensina é ouvir as pessoas na essência. Isso quer dizer que quando alguém está conversando conosco, nós devemos prestar atenção verdadeiramente nela, sem deixar que a nossa mente fique vagando por outros assuntos ou seja absorvida pelas preocupações do dia a dia.

Este é um dos maiores presentes que podemos oferecer a alguém: a nossa atenção. Mesmo que não falemos nada, pelo menos estaremos prestando atenção no que a pessoa nos diz de uma maneira real, da forma como ela merece. Afinal de contas, como ajudar alguém sem ouvir o que a pessoa tem a dizer? Ouvir é um bom começo.

3. Ajudar de forma genuína

Ajudar genuinamente o próximo, seja ele conhecido ou não, significa prestar auxílio sem esperar por algo em troca.

É importante tocar neste ponto, pois existem muitas pessoas que até têm o hábito de colaborar, de serem solidárias e empáticas, entretanto, sempre criam expectativas sobre suas ações e sobre as ações daqueles aos quais estão ajudando. Em outras palavras, essas pessoas esperam algo em troca do bem que fizeram.

Para as pessoas verdadeiramente altruístas, o que mais vale é o simples fato de ajudar de maneira genuína, já que são indivíduos que se doam tanto, que acabam esquecendo-se de suas próprias necessidades. Assim, este é um dos grandes aprendizados que podemos ter com este perfil de pessoa: ajudar sem esperar retribuição.

4. Ficar feliz com a felicidade do outro

Um dos maiores benefícios e aprendizados que podemos ter com indivíduos altruístas tem a ver com a grande habilidade que essas pessoas têm de sentirem-se felizes e realizadas com a felicidade daqueles que lhes rodeiam. Para os altruístas, não há nada mais gratificante do que ver alguém sorrindo, feliz e realizado com suas próprias conquistas.

Isso acontece, pois os altruístas são pessoas que sentem um bem-estar enorme ao terem a oportunidade de presenciar a felicidade e a plenitude dos que lhes acompanham em sua jornada, mesmo que não tenham participação direta para que essa felicidade aconteça. O que lhes importa realmente é ver as pessoas sorrindo com suas realizações, sem sentir qualquer tipo de inveja ou ciúme.

5. Levar a vida com mais tranquilidade

Os altruístas são indivíduos autoconfiantes, extremamente otimistas, que sabem que, no final das contas, tudo foi feito para dar certo. Sendo assim, fazem de tudo para levar a vida menos a sério, preocupando-se apenas com o que está acontecendo no presente. O que passou é passado, e o futuro ainda não chegou.

Não se trata de pessoas relaxadas, que deixam tudo para resolver na última hora. Contudo, pessoas altruístas não antecipam as situações ou preocupações, já que sabem que ficar ansioso com o que ainda nem aconteceu não contribui em nada adianta, exceto para nos adoecer.

6. Abrir os olhos para os problemas do mundo

Como citado no início do artigo, atualmente, as pessoas têm se preocupado cada vez menos com os problemas que estamos enfrentando no mundo, como as crises políticas, a fome, a miséria, questões ambientais, entre tantas outras situações nas quais podemos contribuir de uma maneira ou de outra.

Quando desenvolvemos o nosso altruísmo, conseguimos enxergar melhor essas questões e passamos a refletir sobre o que podemos fazer para que existam melhorias no mundo em que vivemos. Não é porque um problema não acontece em nossa rua que ele deixa de ser nosso. O planeta Terra é a casa de toda a humanidade.

7. Ser mais solidário

Atos de solidariedade têm o poder de fazer com que o mundo ao nosso redor seja constantemente transformado. Assim, outro grande aprendizado que podemos ter com os altruístas é sermos cada vez mais solidários nas mais diversas situações que nos cercam, desde ajudar um idoso a atravessar a rua até tornar-se voluntário em alguma causa com a qual tenhamos afinidade.

Você deve ter percebido que este item tem tudo a ver com item anterior. Ser solidário é uma consequência natural de abrir os olhos para os problemas do mundo. Primeiro identificamos os problemas que as outras pessoas enfrentam para que, depois, sejam capazes de ajudá-las.

8. Ser bondoso e generoso, sem precisar contar a ninguém

Raramente você vai saber sobre os atos de altruísmo de alguém pela boca dessa mesma pessoa, uma vez que esse perfil de indivíduo age com bondade sem precisar contar ou divulgar o que está fazendo para ninguém.

Assim como existem pessoas que esperam algo em troca de seus atos “solidários”, também existem aquelas que procuram pelos holofotes. Nos dois casos, não são pessoas verdadeiramente altruístas, mas indivíduos vaidosos, que desejam satisfazer sua necessidade de atenção ou ganhar algo em benefício próprio.

As ações de quem é verdadeiramente altruísta são realizadas para que a pessoa se sinta bem consigo mesmo e para fazer com que as pessoas auxiliadas desfrutem do bem-estar que merecem. Sendo assim, os altruístas não enxergam a necessidade de ficar anunciando aos quatro cantos as benfeitorias que realizam pelo mundo. Como se diz popularmente, “caridade com propaganda é vaidade”.

9. Não julgar

Como têm a grande capacidade de se colocar no lugar das outras pessoas, os indivíduos altruístas evitam ao máximo qualquer tipo de julgamento com relação a elas.

Leia também:  Como Ter Sexo Com Esposa Sem Que Ela Se Aperceba?

Cada pessoa tem uma história de vida sobre a qual pouco ou nada sabemos. Muitas vezes, os atos dos outros não fazem sentido para nós, mas não devemos julgá-los, afinal de contas, não conhecemos verdadeiramente a realidade de cada um. O altruísta verdadeiro sabe que aquilo que conhecemos sobre alguém é só a ponta do iceberg.

Por isso, o que podemos aprender com os altruístas é exatamente isto: não julgar realidades que não conhecemos profundamente. Como todo ser humano é falho, ninguém está em posição de julgar ninguém. Além disso, todo julgamento sem conhecimento de causa é puro preconceito.

10. Procurar sempre novas formas de ajudar

O indivíduo altruísta sempre acredita que pode fazer mais pelas pessoas ao seu redor, bem como pelo mundo todo que o cerca. Por isso, está em constante movimento, procurando novas maneiras de colaborar com o próximo, com seus amigos, familiares e até mesmo com desconhecidos.

Para ele, isso é gratificante e o deixa imensamente feliz e realizado. É por isso que pessoas altruístas investem tanto tempo em realizar ações que contribuam para que o mundo fique cada vez melhor para se viver. Ações altruístas envolvem doações para instituições de caridade, visitas a hospitais, resgate de animais de rua, distribuição de comida à população carente, entre outros.

No entanto, além dessas formas “clássicas” de solidariedade, não podemos nos esquecer de que há formas mais cotidianas de expressar o altruísmo. Ouvir um desabafo, consolar um amigo, fazer um favor, dar uma carona e compartilhar um conhecimento são alguns exemplos.

São inúmeros os aprendizados que podemos ter com aqueles que são verdadeiramente altruístas. No entanto, lembre-se também de cuidar de você, para que, assim, esteja em perfeitas condições de continuar ajudando aqueles que mais precisam.

E você, tem sido uma pessoa altruísta ultimamente? Quais desses conselhos mais tocaram seu coração? Deixe seu comentário abaixo. Ah, e por falar em altruísmo, não se esqueça de levar essas boas notícias aos seus amigos e familiares!

Copyright: 615998636 – https://www.shutterstock.com/pt/g/dorsteffen

Como Se Chama Uma Pessoa Que Nao Se Preocupa?Como Se Chama Uma Pessoa Que Nao Se Preocupa?

*Esse conteúdo não é fonte para veículos jornalísticos ou matérias para imprensa, para utilização ou referência por favor entre em contato conosco.

como é chamado quem se preocupa só consigo mesmo na antiguidade​

Como Se Chama Uma Pessoa Que Nao Se Preocupa?

davegrohl2006

davegrohl2006

  • Resposta:
  • Não ria, mas era chamado de i d i o t a!
  • Explicação:

O termo i d i o t a vem do grego ἰδιώτης (idhiótis) que significava aquela pessoa que não se envolvia nas questões referentes a pólis! Em termos gerais, era uma pessoa que não gostava de discursar nas Ágoras e não se envolvia com o que estava sendo decidido sobre o destino da cidade preferindo ficar isolado ou a margem do que pudesse estar acontecendo.

Nos dias atuais, o i d i o t a é aquela pessoa que tem sérias limitações cognitivas mas na Antiguidade, era a pessoa egoísta, individualista e segregária.

Espero ter ajudado! 🙂

Como Se Chama Uma Pessoa Que Nao Se Preocupa?

osmancoldalmeida

osmancoldalmeida

Resposta: Egocêntrico é uma palavra que combina muito nesse senso inflado de auto-importância(autoestima).

Explicação: Egocêntrico é uma pessoa que tem uma autoestima extremamente alta e o problema dessa autoestima do egocêntrico é que ela faz ele se sentir um Deus.

E acredita que os outros são os outros e ele deve só se importar demasiadamente consigo mesmo apenas e que se dane os outros.

O egocêntrico também pode ser chamado de narcisista pois o indivíduo narcisista só foca seu amor próprio vicioso e atenções em si mesmo e sendo indiferente em cuidar e se importa com os outros. Indivíduos egocêntricos tem uma baixíssima empatia.

Se a Filosofia é um “olhar diferente” sobre os fenômenos da realidade, ou seja, um momento propiciado com admiração e surpresa… Produza um texto dis

sertativo articulando as afirmações dadas pelo texto de Charles Feitosa: “Explicando a filosofia com arte” com a análise da imagem abaixo.(mínimo de 20 linhas e no máximo)​

preciso relacionar a obra A liberdade guiando o povo com algum filosofo, alguém poderia me falar algum filosofo para eu utilizar?

A partir do seu entendimento sobre o conto, faça uma análise a respeito. É preferível continuar aproveitando as riquezas do Mundo Fora da Caverna sozi

nho, ou tentar voltar para libertar meus companheiros?​

Sobre o pensamento mítico na Grécia Antiga, aponte a alternativa
verdadeira.
a) ( ) A mitologia grega era uma crença politeísta, composta por uma
séri

e de entidades, deuses, titãs e outros seres que davam sentido
ao universo e eram contadas de geração em geração pelos poetas-
rapsodos.

b) ( ) A sociedade grega era monoteísta (acredita em um só Deus) por
este motivo não acreditavam em relacionamentos com os deuses e
os humanos.
c) ( ) Desde o começo de sua civilização os gregos já dominavam a
ciência e já buscavam a razão para solucionar suas duvidas.

PFVR É PROVA ME AJUDEM

Após a leitura da apostila, reescreva as partes que mais te chamaram a atenção. Justifique.​

Após a leitura da apostila, reescreva as partes que mais te chamaram a atenção. Justifique.​

8- quais as violências que devem ser evitadas a partir do debate da ética e da moral?

“Os super-heróis são nossas mitologias contemporâneas. Personagens queculturalmente influenciam a moda, a pop art, o desenho, a TV e o cinema. Assim,

noperíodo dos primeiros heróis de Stan Lee, havia 'a Guerra Fria e o medo da bombaatômica.

O Homem Aranha é picado por uma aranha radioativa, Hulk é impactado porraios gama, os X-Men são denominados os filhos do átomo', 'Vingadores: GuerraInfinita', que estreou este ano 'fala da superpopulação', enquanto em 'Pantera Negro',primeiro filme de um super-herói negro, 'aborda-se as raízes das pessoas', 'Aquaman'vai trazer à baila o perigo da poluição aos oceanos.Com base no texto, podemos inferir que:(A) a mitologia é uma prática de sociedades menos evoluídas.(B) as narrativas épicas de Homero morreram junto com a mitologia.(C) as verdades absolutas, de que fala o mito, dão conta de uma parte limitada daexistência humana.(D) é característica singular da mitologia, narrar fantasias sobre as civilizações antigas.(E) o mito é uma experiência singular que continua dando sentido à existência humana.​

existe liberdade nos dias atuais ?
10 linhas

LEIA O TEXTO (CONHECIMENTO)”Filosofia é o uso do saber em proveito do homem” (Platão, Eutidemo).A Filosofia se traduz num modo de pensar que acompanha

o homem em sua tarefa decompreender o mundo e agir sobre ele.

Conhecer os conceitos e a história da Filosofia ampliaa nossa visão como um todo e nos permite ser donos de nosso próprio pensar, falar e agir.

A filosofia preocupa-se em responder perguntas sobre o conhecimento, valores (o queé o bem e o que é o mal), natureza (a origem das coisas), beleza e, claro, sobre o homemO objetivo da nossa disciplina é despertar no aluno (a) a percepção de que a análise,reflexão e crítica da realidade, direcionada pelo pensamento filosófico, propiciam escolhasconscientes e um atuar justo, tanto no cotidiano, quanto no exercício profissional.O pensamento filosófico aproxima o homem do mundo e proporciona uma maiorcompreensão da realidade, tornando o ser humano capaz de ajustar suas escolhas e ações noconvívio com o outro, com o mundo e, principalmente, em sua experiência profissional,ATIVIDADE:RESPONDA1 – Após ler o objetivo da disciplina, você acha que estudando e praticando filosofia, ajudaráa entender melhor o mundo em que vivemos?​

Por que sinto que ninguém se importa comigo e o que fazer

Como Se Chama Uma Pessoa Que Nao Se Preocupa?

Algumas pessoas vivem sentindo que não importam para ninguém e isto é uma experiência muito dolorosa que gera um grande mal-estar em sua vida. Essas pessoas se perguntam por que isso ocorre e o que poderiam fazer para, simplesmente, ser alguém. Não chegam a ter consciência do processo complexo de defesa psicológica que intervém para provocar esta situação.

Por que sinto que ninguém se importa comigo e o que fazer a respeito? No seguinte artigo de Psicologia-Online, vamos expor com detalhes o processo que ocorre nas pessoas que sentem que não importam para ninguém, o que causa este processo e de que modo é possível corrigir esta situação.

As pessoas que têm a sensação de que ninguém se preocupa com elas vivem esta situação com grande angústia. Têm pensamentos como “estou sozinha e ninguém se importa comigo” ou “minha esposa ou meu marido não se importa comigo”.

Mas, na verdade, esta sensação é uma percepção subjetiva totalmente sem motivos destas pessoas ou existe uma realidade objetiva que sustenta esta crença? E, se for assim, ao que se deve que ninguém se preocupe ou se interesse por elas?

Mesmo que a percepção desta realidade seja algo totalmente subjetivo que surge de uma crença interiorizada pela pessoa afetada, não é incomum que na maioria dos casos a realidade objetiva corresponda com a percepção desta pessoa, por dois motivos:

  1. O ambiente negligente. Porque o entorno familiar, efetivamente, negligenciou o cuidado desta pessoa durante sua infância por motivos variados (doença do cuidador ou da criança; maus tratos; incapacidade de cuidar adequadamente por ter outros filhos, por falta de habilidades parentais, etc.).
  2. A pessoa se distancia. A própria crença destas pessoas de que não importam para ninguém, as leva a tomar atitudes e comportamentos que, ao final, provoca com que as pessoas não as tenham em consideração.
Leia também:  Fraco Não É Quem Perde, Mas Sim Quem Desiste, Tal Como Forte Não É Quem Vence, Mas Sim Quem Luta?

O motivo que faz com que estas pessoas realmente não sejam atendidas se deve à “profecia autorrealizável”, fenômeno que explicaremos no tópico seguinte.

Por quue sinto que ninguém se importa comigo? O principal motivo pelo qual as pessoas têm interiorizada a crença de que ninguém se preocupa com elas, está ligado a algum fato importante da infância:

  • Algum acontecimento traumático forte.
  • Experiências de estresse ou de falta de atenção, da gestação até o primeiro ano de vida.
  • Negligência.
  • Maltrato.
  • Este fato, geralmente acompanhado de um cuidado inadequado não consciente por parte dos progenitores ou de maltrato persistente, provoca nestas pessoas um sentimento de rejeição em relação a si mesmos, ao interiorizar como própria a ideia de que receberam de seus cuidadores o mesmo tratamento que ofereceu a eles: não mereço, não valho, por isso me rejeitam.
  • Devido à esta experiência, é instalado em seu inconsciente a ideia de falta de valor pessoal, que estabelecerá em seu interior uma espécie de filtro, que os levará a processar a informação externa e interna com base na crença errônea.
  • Como mecanismo de defesa, por não poder assumir que essa rejeição vem de si mesmo, a projetam nos outros, provocando o que na psicologia se chama “profecia autorrealizável”, cujo funcionamento explicaremos a seguir.

A profecia autorrealizável

Projetar sua rejeição nos outros significa que estão convencidos de que as outras pessoas irão os rejeitar. Isto os leva a agir de maneira enganosa, evasiva e medrosa.

É, precisamente, seu próprio comportamento, que se manifesta em nível verbal (pouco comunicativos, ansiosos, tom de voz inadequado, etc.) e sobre tudo em nível não verbal (postura encurvada, olhar evasivo, reticentes ao contato, contração corporal, etc.

) o que provoca, finalmente, com que as pessoas não se aproximem ou se afastem depois da primeira aproximação. Esta reação generalizada em suas relações sociais, confirma sua crença inicial de que ninguém se preocupa com elas porque, na verdade, não merecem.

Tratam-se de pessoas com autoestima muito baixa que dependem de uma maneira desmedida da aprovação externa.

Como vimos, sentir que “ninguém se importa comigo” provém de uma crença e de algumas experiências que podem ser trabalhadas. Os passos que devem ser dados, através da terapia, para conseguir eliminar o mal-estar emocional que esta crença gera nas pessoas afetadas, são os seguintes:

  • O primeiro passo que se deve dar é tomar consciência de que parte dessa realidade está sendo gerada por suas próprias atitudes e comportamentos, e entender que esta forma de agir é determinada por um mecanismo de defesa criado na infância para se proteger da dor vivida em certa situação.
  • A partir daqui, será importante que a pessoa realize um processo de indagação pessoal para lembrar em que momento(s) e que fato(s) a levaram à assumir a crença de “não tenho valor, não importo para ninguém”.
  • Esta revisão biográfica nos levará a reviver esta experiência, torná-la consciente, sentir a dor que nos gerou e aceitá-la como a verdade desse momento concreto.
  • Após a aceitação, é importante trabalhar a compaixão e o perdão em relação às pessoas que te causaram essa dor, tomando consciência de que elas fizeram o que podiam fazer naquele momento. Podemos comunicar ao paciente que qualquer pessoa, sempre, ofereceria amor, cuidado e atenção perfeitos se estivesse livre de suas próprias carências emocionais. Em certos casos, o processo de perdão é muito duro e doloroso e não pode acontecer. No entanto, o importante é que a pessoa seja capaz de entender a realidade que levou seus pais ou cuidadores a agir deste modo, que não poderia ser diferente, mas também que ela não provocou essa situação.
  • Neste momento do processo, será trabalhado com o paciente o desenvolvimento de seu verdadeiro potencial. Torná-lo consciente dessa nova imagem de si mesmo, muito mais real e de acordo com suas verdadeiras capacidades, o que devolverá a força para retomar sua vida de um modo muito mais positivo, saudável e respeitoso consigo mesmo e com seu entorno.

Este processo de se reencontrar com seu verdadeiro ser, permitirá viver aceitando a si mesmo. Deste modo, poderá se expressar de maneira assertiva, o que facilitará seus processos de interação social. A falsa e velha crença de não importar para ninguém perderá completamente seu significado e força.

Este artigo é meramente informativo, em Psicologia-Online não temos a capacidade de fazer um diagnóstico ou indicar um tratamento. Recomendamos que você consulte um psicólogo para que ele te aconselhe sobre o seu caso em particular.

Se pretende ler mais artigos parecidos a Por que sinto que ninguém se importa comigo e o que fazer, recomendamos que entre na nossa categoria de Crescimento pessoal e autoajuda.

Bibliografia

  • Gutman, L. (2008). Crianza, Violencias invisibles y adicciones. RBA Libros S.A.

Ninguém se importa com você (e isso é libertador)

por Leonardo Filomeno

Você não foi, não é e nunca será o centro do universo. Seus problemas não são especiais. E, de fato, ninguém realmente se preocupa com você e com as coisas que acontecem em sua vida. É difícil e duro te falar isso, mas é a mais pura verdade.

Você pode até pensar agora que estou errado, que você tem uma família muito próxima, alguns grandes amigos, uma companheira que te ama bastante.

Cada um deles vai ser especial enquanto alguns interesses estiverem convergindo com os seus. Eles te ajudarão a se levantar, assim que necessário.

Mesmo assim, eles não se preocupam com você tanto quanto você se preocupa consigo mesmo (ou pelo menos deveria).

A partir do momento em que você entende que não é especial para ninguém e somente para si mesmo, você de fato deixa de ser uma criança mimada, egocêntrica e superprotegida. A partir daí, está a um passo de uma verdade libertadora e valiosa para sua vida.

Seus problemas não são especiais, pare de agir como se fossem

Assim como você, todo mundo está com problemas, todo mundo tem um dia ruim, todo mundo se sente desvalorizado várias vezes na vida, todo mundo sente o que você está sentindo e, todo mundo já passou e se sentiu muito pior do que você, neste exato minuto.

Enquanto você reclama a sua não promoção no emprego, milhares estão desempregados; enquanto você se chateia por não ter trocado seu carro velho, alguns milhares só têm o péssimo transporte público para recorrer; enquanto você reclama da mesma comida que comeu no almoço, alguém reza para ter o que comer no jantar.

Verdades que você precisa aprender a conviver

  • Seus problemas não são especiais
  • Você não é especial por ter esses problemas
  • Ninguém se preocupa com os seus problemas
  • O mundo não recompensa a mediocridade

Seus problemas não definem você. Seu diagnóstico clínico não te torna especial. Sua mágoa não faz de você um cara único. Sua incapacidade de se levantar bem da cama por ser uma segunda-feira de trabalho não o torna especial e imune as expectativas que o mundo e a sociedade colocaram nas suas costas para este começo de semana.

O mundo está aí para reforçar a minha convicção diária de que não dá a mínima para o que acontecer contigo. Agradeço a Deus todos os dias que meus problemas não são especiais. Por eles não serem especiais que meus problemas são reais desafios e oportunidades para crescimento e evolução como pessoa.

Como lidar com um problema

  • Como posso sair dessa?
  • Como posso me sentir melhor?
  • O que posso fazer agora para melhorar esta situação?
  • O que posso aprender com isso?

Parta do pressuposto que ninguém dá a mínima para os seus problemas e, se você não resolver, ninguém o fará. Assim como as pessoas não se preocupam com você, você deveria se preocupar menos com a opinião dos outros, principalmente na hora de resolver seus conflitos.

Não arranje falsas desculpas para seus problemas. O que as pessoas vão pensar? Será que eu terei uma segunda chance se falhar? Se eu falhar, como poderia passar a culpa para outra pessoa? Se não, eu poderia culpar as circunstâncias?

Você acaba tomando decisões não em cima das coisas que você quer, mas em como as pessoas pensariam sobre isso. Com este pensamento de agradar a todos, você não vai agradar a ninguém, muito menos a si mesmo. Deixe de lado esta preocupação e tenha liberdade para tentar, falhar e aprender sozinho.

Uma oportunidade para ser alguém melhor

Da próxima vez que sua namorada o deixar, use o pé na bunda como oportunidade para realmente encontrar alguém que goste e dê valor a você. Ou use o tempo sabático para explorar a possibilidade de ser feliz sozinho.

Leia também:  Como Gravar O Que Se Passa Na Tela Do Pc?

Algumas pessoas podem até se solidarizar com problemas e dificuldades que você esteja passando, mas se você está procurando por piedade, quer se colocar no centro das atenções delas enquanto derrama lágrimas e declama o quanto sua vida é cheia de provações, esqueça.

Quando um problema chegar, encare a situação não como um beco sem saída, mas uma oportunidade para mostrar sua perseverança, luta e criatividade.

Use seus problemas não como muletas, mas como oportunidades que o mundo lhe dá para crescer e mudar. É claro, sempre para melhor.

Jornalista, Sommelier de Cervejas, fã de esportes e um camarada que vive dando pitacos na vida alheia

Misantropia – Wikipédia, a enciclopédia livre

Esta página ou seção foi marcada para revisão devido a incoerências ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a coerência e o rigor deste artigo. (Junho de 2015)

Gravura da edição de 1719 de Le Misanthrope.

Misantropia é a aversão ao ser humano e à natureza humana no geral. Também engloba uma posição de desconfiança e tendência para antipatizar com outras pessoas ou um determinado grupo de pessoas. Um misantropo é alguém que desconfia da humanidade de uma forma generalizada. A palavra vem do grego misanthropía,[1] a junção dos termos μίσος (ódio) e άνθρωπος (ser humano). O termo também é aplicável a todos aqueles que se tornam isolados por causa dos sentimentos acima mencionados (de destacar o elevado grau de desconfiança que detêm pelas outras pessoas em geral).[2]

O misantropo

  • É uma pessoa que tem aversão ao convívio social, prefere viver em isolamento.
  • Aquele que não mostra preocupação em se dar com as outras pessoas, de ter uma vida social preenchida — tem tendência a ter uma pouca ou praticamente inexistente vida social.
  • Estado de reclusão que alguns indivíduos escolhem para viver.

Formas de misantropia mais comuns

Os misantropos expressam uma antipatia geral para com a humanidade e a sociedade, mas geralmente têm relações normais com indivíduos específicos (familiares, amigos, companheiros, por exemplo). A misantropia pode ser motivada por sentimentos de isolamento, alienação social, ou simplesmente desprezo pelas características prevalecentes da humanidade/sociedade.

São pessoas que não gostam de grande agitação ao seu redor, pois não se sentem bem diante de muita gente, preferindo ficar em casa a sair para locais de diversão (indisposição para ir a lugares com muita gente, o que invariavelmente faz da pessoa uma caseira convicta).

Podem ocorrer frequentes mudanças de humor: ora feliz, ora melancólico, o termômetro do estado de espírito fica louco, oscilando constantemente (poucas são as pessoas que veem este seu aspecto, normalmente as mais próximas). Normalmente são muito perfeccionistas no que gostam de fazer e no que se comprometem a fazer.

É muito frequente destacarem-se nas áreas em que estão inseridos (as que eventualmente têm um à vontade), pois dedicam grande parte do seu tempo as coisas que gostam de fazer.

A misantropia costuma aparecer desde logo durante a infância em crianças tímidas, introvertidas e caladas que têm dificuldades em fazer amigos, nomeadamente na escola, preferindo muitas vezes ficar sozinhas.

Com o passar dos anos, tendem a ser bastante sarcásticos/irônicos nas observações que fazem (pode-se dizer que em parte a grande timidez é disfarçada por estas duas características) — têm uma interpretação muito própria de tudo aquilo que veem e de tudo aquilo que lhes é dito pelas outras pessoas, sendo bastante observadores e atentos ao que os rodeia, embora, muitas vezes, não o pareça.

Um fato notável é que são muito inteligentes, tendem a resolver desafios e enigmas com muita facilidade, já que vivem de um raciocínio puramente lógico embora discreto. Muitos destacam-se por ter uma memória prodigiosa, utilizada como um instrumento de defesa pessoal.

Uma das explicações mais consistentes para esta aversão social deriva do fato de darem bastante relevância aos aspectos negativos que constatam nas pessoas ou simplesmente terem medo que estas os desiludam, daí as evitam. Têm uma forte sensibilidade ficando extremamente afetados com tudo o que os rodeia (mesmo que muitas vezes não estejam envolvidos diretamente) daí ser muito fácil, ao longo da vida, passarem por várias depressões.

Quando adulto, o misantropo tende a ser uma pessoa com o psicológico muito forte e difícil de ser abalado (ver: resiliência).

Esta característica se deve ao fato do misantropo possuir uma alta sensibilidade, que lhe auxilia a entender o mundo de forma mais profunda, e a refletir durante seus inúmeros momentos de solidão. Misantropos são incansáveis pensadores.

É importante salientar que misantropos, diferentemente das demais pessoas, não enxergam a solidão como algo negativo e trágico em suas vidas.

Viver sozinho e em constante pensamento é uma forma de entrar em contato com seu eu interior e descobrir a verdadeira razão de estar vivo e fazendo da vida suave e tranquila, o conceito errado de solidão e sofrimento para essas pessoas não existe.

Expressões evidentes de misantropia são comuns em sátira e comédia, embora a intensa seja geralmente rara. Expressões mais sutis são mais comuns, especialmente para mostrar as faltas/falhas na humanidade e sociedade.

Frequentemente o misantropo tem dificuldades em assumir essas características tanto para si mesmo quanto para as pessoas mais próximas. Raros são os casos em que eles refletem acerca da possibilidade da misantropia ser integrante real das suas vidas (estes entram em uma categoria limitada de misantropos), costumando negar a existência desta em todos os casos.[3]

Referências

  1. ↑ «Priberam.pt» 
  2. ↑ David E. Zimerman (2012). Etimologia de Termos Psicanalíticos. [S.l.]: Artmed. 181 páginas. ISBN 978-85-363-2757-0 
  3. ↑ R. Howard Bloch, Frances Ferguson (1989). Misogyny, Misandry, and Misanthropy. [S.l.]: UCLA Press. 235 páginas. ISBN 0-520-06544-1 

Ver também

O Wikcionário tem o verbete misantropia.

  • Filantropia
  • Afeto (filosofia)
  • Chauvinismo
  • Misandria
  • Misoginia
  • Ginofobia
  • Preconceito
  • Pessimismo

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Misantropia

  • Portal da psicologia
  • Portal da sociologia

Obtida de “https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Misantropia&oldid=59592603”

O que significa empatia e apatia?

A empatia é diferente de ser simpático. A empatia é um sentimento além, é quando a pessoa se coloca no lugar do outro. Podemos chamar de compreensão. Respeitar e entender os sentimentos da outra pessoa.

Como ser empático? Para que possa ser uma pessoa empática é necessário deixar o seu egocêntrico de lado. As atitudes egocêntricas são consideradas na forma de entender a pessoa baseando-se nas opiniões e concepções do seu “eu” e não do ponto de vista da outra pessoa.

Nem sempre estamos certos ou errados, ou que sempre somos assertivos em nossas decisões. As decisões que tomamos, às vezes não é a melhor forma para a outra pessoa, e o egocêntrico considera que suas decisões também devem ser iguais para as outras pessoas que o cercam.

Não é bem assim, que as coisas funcionam. As pessoa empáticas, sabem que nem sempre o que pensam, os outros devem pensar iguais a eles.

Já a pessoa apática, é ao contrário, é uma pessoa num estado psicológico de indiferença, que vem do grego ápatheia, que vem de páthos que afeta não somente o corpo, mas a alma do indivíduo.

É aquela pessoa que não tem sentimentos, que não se emociona, que é incapacitada de obter sentimentos e emoções. Então, a empatia é colocar-se no lugar das pessoas, é aquela que é detentora e possuidora de sentimentos e emoções, que pode sentir e perceber como a outra pessoa esta. A pessoa apática não tem essas características enraizadas no seu “eu”.

Nas organizações, também podemos encontrar pessoas com características empáticas e apáticas. Temos que aprender a conviver de forma amigável com todos. Nem sempre as pessoas serão parecidas na forma de pensar.

O empresário deve observar as atitudes dos seus colaboradores, verificando quem são as pessoa empáticas e apáticas, para que num futuro próximo, possa evitar o choque de ideias que podem gerar um certo conflito, gerando desconforto e um mal-estar dentro da organização.

Quer dizer que, o empresário juntamente com um psicólogo deve identificar as atitudes emocionais do indivíduo, desde a sua entrada na organização, para que possa entender as suas ações e reações, ou seja, prever as situações com antecedência. Cada ser é diferente, e as diferenças sempre irão existir, pelo fato de termos nosso “eu” que vem desde a nossa formação familiar.

Ser chato, exigente, não significa ser uma pessoa apática, são coisas totalmente diferente. Concluindo, é necessário identificar a personalidade de cada individuo, e entender o significado de empatia e apatia. Você irá encontrar pessoas assim no seu dia-a-dia, irá conviver com pessoas dotadas de sentimentos e outras nem tanto.

Deve respeitar o indivíduo, suas opiniões, sua forma de pensar, e quando se deparar com pessoas apáticas, tente contornar as situações, explicando de forma sutil, para não gerar atrito ou até mesmo um conflito.

Trabalhar e conviver com pessoas necessita de compreensão, seja uma pessoa empática e pratique a arte da compreensão todos os dias.

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*