Como Se Chama Uma Pessoa Que Não Pensa?

Diz a sabedoria popular que um gesto vale por mil palavras. Certamente. Mas isto apenas vale se o gesto corresponder a uma verdade interior e não for mera encenação.

Convencionou-se que as palavras não contam, que são superficiais e enganadoras. Mas é mentira.

As palavras são o mais importante veiculo de comunicação, de troca entre humanos, e podem marcar tão profunda e duradouramente uma relação como um gesto.

Há palavras que são brutas como um soco na cara, mesmo se ditas com simpatia. Porém, há outras que abrem portas na nossa relação com os outros. Há palavras que são pontes. Fazem com que os outros fiquem mais próximos, criam cumplicidades em vez de inimizades.

Sobretudo criam à nossa volta uma harmonia que só nos pode trazer felicidade. Aquilo que damos aos outros é-nos restituído sob a forma de felicidade e bem-estar. E isto não vale só para as relações amorosas.

Vale para todas as relações que estabelecemos em sociedade.

Podem dizer-lhe que a sua aparência conta, que a sua cultura literária conta, que a sua educação conta. Mas de que adianta tudo isto se, num mundo construído sobre interações sociais, você se comporta de forma grosseira, não sabe veicular afetos profundos, não sabe ouvir os outros?

Como tudo na vida a gentileza, a empatia, a solidariedade também se aprende. Reunimos 12 palavras e expressões que farão de si uma pessoa, se não mais amada, pelo menos muito mais gostável.

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1. “Fico feliz por te ver”

Nós, os portugueses, oscilamos entre relações de extrema formalidade, onde não se veiculam simpatias e gentilezas (isso será logo considerado “dar graxa”) e relações de extrema informalidade onde se usa o “tu” e se acredita que isso significa “ter intimidade” com os outros. Errado. O ideal é perceber que a intimidade não se faz pelo uso do “tu” mas pelo uso do tempo. Por isso nunca se iniba de ser gentil, de elogiar, de expressar um afeto mais profundo. Se encontra alguém de quem gosta, não se fique por um inócuo “olá”. Vá mais longe: diga “fico feliz por te ver” ou “fico sempre feliz por te ver”. Com esta expressão está a comunicar que a presença da outra pessoa não lhe é indiferente, que gosta dessa presença, que essa pessoa lhe evoca sentimentos de felicidade.

Como Se Chama Uma Pessoa Que Não Pensa?

As suas palavras devem comunicar um genuíno interesse pelo outro. (foto: Getty Images)

2. “Lembro-me que tu…”

Ao evocar uma situação, um gesto, uma atitude positiva dos outros acontecida no passado (pode ser uma piada divertida, uma peça de vestuário, uma pequeno ato de heroísmo do quotidiano) está a comunicar ao outro que se lembra dele, e está a reafirmar a capacidade dele ou dela de terem em si coisas positivas que merecem ser notadas. É provável que a outra pessoa vá também lembrar-se de qualquer coisa positiva a seu respeito que não tinha notado. Talvez até se surpreenda com algo que marcou os outros sem saber. Este “lembro-me que tu” ou “talvez não tenhas notado mas” deve ser sempre seguido de uma coisa positiva e não negativa. As pessoas que insistem em evocar coisas negativas, pequenos incidentes ou fragilidades nossas, querem apenas reforçar as nossas inseguranças e são para evitar.

3. “Estou impressionado!”

Esta expressão foca-se naquilo que a pessoa faz, ou acabou de fazer, e não no que fez.

É uma expressão que visa reforçar a auto-estima do outro e deve ser usada com pessoas que acabaram de chegar a um novo local e trabalho, jovens estagiários, pessoas que parecem estar deslocadas ou isoladas dentro de um grupo.

Muitas vezes essas pessoas estão aflitas, envergonhadas, inseguras. Ser a mão amiga que se lhe estende, com um elogio, uma chamada de atenção positiva, vai fazer de si um super-herói quotidiano, sem precisar de outros superpoderes que não a gentileza.

4. “Eu acredito em ti”

Todos nós temos inseguranças. E no ambiente altamente competitivo em que vivemos ou nas relações instáveis que mantemos com os outros as nossas inseguranças podem tornar-se numa dor crónica. A melhor forma de se ajudar é acreditando genuinamente nos outros, na força que cada um tem para superar os obstáculos.

Por isso dizer “eu acredito em ti” pode ser fundamental para uma criança ou um adolescente ultrapassarem um bloqueio na sala de aula, na família ou com os amigos. Mas é igualmente oportuno usá-lo com adultos.

Quem tem cargos de chefia, quem está a lidar com um colega de trabalho menos ágil, quem está perante um amigo ou amiga que perdeu o emprego, ou o namorado, pode reforçar a autoestima dos outros com estas quatro palavras.

Este acreditar expressa uma confiança nas potencialidades do outro, vê as suas forças e destrezas até onde ele não consegue ver. Acreditar verdadeiramente nos outros pode ser o primeiro passo para acreditar em si mesmo.

5. “Olha só até onde já conseguiste chegar”

Esta expressão vem na linha da anterior, mas visa obrigar a outra pessoa a rever o seu percurso, ao mesmo tempo que demonstra que está atento a ela. Que registou os seus esforços, os seus sucessos, as suas conquistas.

Dizer “olha só até onde já conseguiste chegar!” é, ao mesmo tempo, uma celebração do sucesso alheio.

E isto é muito difícil (por isso a inveja é um pecado que mora ao lado) e, por isso, tantas vezes somos lestos a apontar as falhas mas nunca apontamos o êxito dos outros.

6. “Gostava de saber o que pensas sobre…”

Já reparou que, por estes dias, ninguém ouve ninguém? As pessoas fazem perguntas por mera cortesia social e antes que você esboce uma resposta elas já estão a falar de outra coisa. Em geral já estão a falar de si mesmas.

Dizer a alguém “gostava de saber o que pensas sobre…” ou “gostava de ouvir a tua opinião sobre…” é uma forma de comunicar ao outro que o considera inteligente, idóneo para se pronunciar sobre um assunto qualquer (seja uma decisão de vida, seja um mexerico). O importante é que esta frase acolhe o outro na sua vida, ou no grupo de trabalho, ou numa decisão familiar. Mas seja sincero quanto ao seu desejo de ouvir o outro. Se o fizer por obrigação social isso vai notar-se e vai apenas mostrar o quão autocentrado você é.

Como Se Chama Uma Pessoa Que Não Pensa?

As pessoas mais influentes e carismáticas são aquelas que empatizam com os outros. (foto: Getty Images)

Vamos clarificar uma coisa: esta frase não é apenas para ser usada para engatar miúdas (e miúdos). Querer saber mais sobre a outra pessoa que se senta ao nosso lado na faculdade, no trabalho, ou à mesa do jantar é o mínimo que podemos fazer para estabelecer ligações sólidas e duradouras. Mais uma vez é uma forma de aceder à vida, ao pensamento, aos sentimentos do outro.

“Diz-me mais”, ou “diz-me mais coisas sobre ti, sobre o que pensas de…”, é também um cumprimento, um elogio, é uma forma de comunicar que o outro diz coisas inteligentes, pertinentes, singulares.

Isto é particularmente válido com as crianças: ao mesmo tempo que as integra no grupo familiar ou escolar, dá-se-lhes a tarefa de as obrigar a pensar, a usar recursos do seu mundo interior que ainda estão a aprender a gerir.

8. “Bem-vindo”

Há quem compre tapetes de porta com a expressão inglesa welcome, mas que seja completamente incapaz de lidar com a expressão portuguesa: “seja bem-vindo”.

Para além das confusões com a ortografia da palavra (tantas vezes escrita como substantivo, “benvindo”), há um certo medo de parecermos pomposos ou teatrais. Por isso acabamos por cair no vulgar e adolescente “olá, tudo bem?”. .

Dizer a alguém que ele/ela é “bem-vindo”, seja na nossa mesa de café, na nossa casa, na nossa empresa ou na nossa vida é uma forma de dignificar a pessoa que recebemos e de lhe mostrar que estamos felizes com a sua chegada.

9. “Posso ajudar?”

No país que ensina as crianças a rirem quando veem alguém cair, que fez da humilhação alheia forma tradicional de celebração académica a expressão “posso ajudar?” pode parecer um óvni na nossa vida social. Mas ela existe e faz maravilhas.

Todos nós já experimentámos a sensação de, no meio de uma aflição, alguém nos oferecer ajuda sem querer nada em troca. Seja porque deixámos cair as compras no chão do supermercado, porque caímos na rua, porque simplesmente não sabemos o que fazer numa determinada situação.

“Posso ajudar?” é uma demonstração de empatia com a insegurança momentânea de alguém e é, ao mesmo tempo, uma confissão averbal de que também nós, por vezes, somos desastrados, inseguros.

10. “Desculpa!”

Eis outra expressão da qual se abusa mas que raramente se usa: ou seja diz-se “desculpa” por qualquer coisa. Há mesmo quem comece frases com a palavra “desculpa” como se tivesse medo de existir, mas raramente a usa como demonstração de um genuíno arrependimento.

Porque à palavra “desculpa” tem que corresponder uma consequência que é a nossa mudança de atitude. Pedir desculpa é colocarmo-nos nas mãos de alguém, é saber que seremos julgados mas que acreditamos poder ser absolvidos.

Dizer “desculpa!” é ainda uma forma acreditar que o outro confia em nós, na nossa capacidade de sermos melhores. Portanto, como dizem os ingleses “say it just when you mean it!“.

Como Se Chama Uma Pessoa Que Não Pensa?

“Desculpa” e “Obrigado/a” são provavelmente as palavras mais importantes de uma língua. (foto: AFP/Getty Images)

11. “Não”

Com três letrinhas apenas… pois é, esta palavra pode parecer destoar do tom deste artigo, mas ela é fundamental para a nossa sobrevivência social. O “Não” não deve ser pensado como sinónimo de humilhação dos outros, mas como sinal de que “nós merecemos respeito”.

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Naturalmente há quem saiba usar todas as expressões acima apenas para manipular os outros, para conseguir alguma coisa do seu interesse. Por isso, aqueles que têm a empatia, a gentileza, a humanidade de dizer todas estas frases têm também que estar aptos a dizer “não” àqueles que não as têm com os outros. Querer fazer o bem não pode deixar-nos à mercê da maldade.

Porque ela existe, não obstante as declarações bem intencionadas de Rosseau.

12. “Obrigado/a”

Antes de tudo, é importante esclarece uma questão com a qual os portugueses e as portuguesas continuam a não atinar: as mulheres dizem obrigada (feminino) e os homens dizem obrigado (masculino). Posto isto, a palavra “Obrigado/a” é uma das mais importantes de uma língua.

É o selo de uma troca na qual ambos os lados deram algo. Na verdade, todas as expressões de que falámos anteriormente podiam resumir-se à palavra “Obrigado”.

Ela é uma bomba de sentimentos positivos, de empatia, de assunção da nossa fragilidade, das nossas falhas e, ainda assim, da aceitação e da generosidade do outro que nos recebe.

Deve usar-se sem parcimónia, desde o empregado do café que nos prepara o galão, até alguém que segura a porta para passarmos. Agradecer a gentileza reforça no outro a vontade de ser gentil. (Já agora, obrigada por lerem e ajudarem a partilhar este artigo).

O que é uma pessoa altruísta – 10 coisas que podemos aprender com elas – Portal

Como Se Chama Uma Pessoa Que Não Pensa?

Conheça as características de uma pessoa altruísta

Atualmente, as pessoas pensam apenas em si mesmas cada vez mais. Atender suas próprias necessidades, anseios e desejos tornou-se a prioridade de quem vive num mundo individualista. Nesse contexto, amar o próximo e dedicar um tempo a ele, doando um pouco de si para que ele se ainda melhor, é um ato de extrema revolução.

Isso não significa que seja errado pensarmos em nossas necessidades e naquilo que precisamos atender para nos sentirmos realizados. Contudo, é importante ressaltar que é perfeitamente possível conciliar as duas coisas, ou seja, pensar em si e pensar também no outro, em formas de ajudá-lo a alcançar seus objetivos, metas e sonhos diariamente.

Isso nos leva ao conceito de altruísmo, para que sejamos capazes de contribuir para um mundo melhor; muito mais igualitário; que pensa no bem-estar físico, psíquico e emocional de todos. Nesta leitura, você descobrirá como desenvolver essa habilidade e qual é a sua importância também para o nosso próprio bem-estar.

  • Eu tenho o material certo
  • para você entender o que é
  • e como funciona esse
  • método poderoso!
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O que é ser altruísta?

Quando falamos em altruísmo, estamos falando de indivíduos que têm a característica e a capacidade de realizar ações pensando no bem-estar das pessoas ao seu redor, mesmo que, para isso, tenha que se anular e sacrificar seus próprios desejos e interesses de vez em quando. Altruísmo é o oposto do egoísmo.

É muito nobre pensar e agir em prol das necessidades do próximo, uma vez que, quanto mais o ajudamos, mais benefícios poderemos obter para nós mesmos. Entretanto, é preciso tomar certo cuidado, pois é fundamental mantermos o equilíbrio entre o que fazemos por nós mesmos e o que fazemos pelo outro.

De nada adianta pensar o tempo todo no outro e esquecer-se de si, de seus sonhos e objetivos, uma vez que você é o principal responsável pela concretização de seus desejos.

Lembre-se do conselho dos comissários de bordo: em emergências no avião, primeiro coloque a máscara sobre si para garantir a sua sobrevivência, de modo que, então, você possa ajudar as outras pessoas. Se isso não for feito, você não conseguirá ajudar nem a si mesmo nem ao outro.

Sendo assim, ser altruísta é um ato de coragem e revolução, se pensarmos no mundo em que vivemos e em como ele se encontra atualmente. Porém, não podemos deixar para trás os nossos interesses. Como sempre, equilíbrio é fundamental.

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10 coisas que podemos aprender com pessoas altruístas

Depois de entendermos a necessidade de se manter o equilíbrio entre contribuir para a construção de nossos sonhos e os das pessoas ao nosso redor, é chegado o momento de entendermos o que podemos aprender com os indivíduos que já são altruístas por natureza. Dessa forma, poderemos aplicar estes ensinamentos em nosso dia a dia.

1. Desenvolver a empatia

Empatia é a capacidade que o indivíduo tem de se colocar no lugar do outro, tentando sentir o que ele sentiu ou sentiria caso estivesse passando pela mesma situação que ele enfrenta. A ideia é tentar compreender os sentimentos e emoções vivenciadas, de modo que seja possível ajudar o próximo de maneira racional e objetiva.

A empatia está intrinsecamente ligada ao altruísmo, pois nos ajuda a compreender a dor e o sofrimento das pessoas ao nosso redor, nos incentivando a encontrar mecanismos que façam com que possamos ajudá-las de maneira mais assertiva e efetiva. É com empatia que agimos em relação ao outro da mesma maneira que gostaríamos que alguém agisse conosco.

2. Ouvir na essência

Outra grande habilidade que o altruísmo nos ensina é ouvir as pessoas na essência. Isso quer dizer que quando alguém está conversando conosco, nós devemos prestar atenção verdadeiramente nela, sem deixar que a nossa mente fique vagando por outros assuntos ou seja absorvida pelas preocupações do dia a dia.

Este é um dos maiores presentes que podemos oferecer a alguém: a nossa atenção. Mesmo que não falemos nada, pelo menos estaremos prestando atenção no que a pessoa nos diz de uma maneira real, da forma como ela merece. Afinal de contas, como ajudar alguém sem ouvir o que a pessoa tem a dizer? Ouvir é um bom começo.

3. Ajudar de forma genuína

Ajudar genuinamente o próximo, seja ele conhecido ou não, significa prestar auxílio sem esperar por algo em troca.

É importante tocar neste ponto, pois existem muitas pessoas que até têm o hábito de colaborar, de serem solidárias e empáticas, entretanto, sempre criam expectativas sobre suas ações e sobre as ações daqueles aos quais estão ajudando. Em outras palavras, essas pessoas esperam algo em troca do bem que fizeram.

Para as pessoas verdadeiramente altruístas, o que mais vale é o simples fato de ajudar de maneira genuína, já que são indivíduos que se doam tanto, que acabam esquecendo-se de suas próprias necessidades. Assim, este é um dos grandes aprendizados que podemos ter com este perfil de pessoa: ajudar sem esperar retribuição.

4. Ficar feliz com a felicidade do outro

Um dos maiores benefícios e aprendizados que podemos ter com indivíduos altruístas tem a ver com a grande habilidade que essas pessoas têm de sentirem-se felizes e realizadas com a felicidade daqueles que lhes rodeiam. Para os altruístas, não há nada mais gratificante do que ver alguém sorrindo, feliz e realizado com suas próprias conquistas.

Isso acontece, pois os altruístas são pessoas que sentem um bem-estar enorme ao terem a oportunidade de presenciar a felicidade e a plenitude dos que lhes acompanham em sua jornada, mesmo que não tenham participação direta para que essa felicidade aconteça. O que lhes importa realmente é ver as pessoas sorrindo com suas realizações, sem sentir qualquer tipo de inveja ou ciúme.

5. Levar a vida com mais tranquilidade

Os altruístas são indivíduos autoconfiantes, extremamente otimistas, que sabem que, no final das contas, tudo foi feito para dar certo. Sendo assim, fazem de tudo para levar a vida menos a sério, preocupando-se apenas com o que está acontecendo no presente. O que passou é passado, e o futuro ainda não chegou.

Não se trata de pessoas relaxadas, que deixam tudo para resolver na última hora. Contudo, pessoas altruístas não antecipam as situações ou preocupações, já que sabem que ficar ansioso com o que ainda nem aconteceu não contribui em nada adianta, exceto para nos adoecer.

6. Abrir os olhos para os problemas do mundo

Como citado no início do artigo, atualmente, as pessoas têm se preocupado cada vez menos com os problemas que estamos enfrentando no mundo, como as crises políticas, a fome, a miséria, questões ambientais, entre tantas outras situações nas quais podemos contribuir de uma maneira ou de outra.

Quando desenvolvemos o nosso altruísmo, conseguimos enxergar melhor essas questões e passamos a refletir sobre o que podemos fazer para que existam melhorias no mundo em que vivemos. Não é porque um problema não acontece em nossa rua que ele deixa de ser nosso. O planeta Terra é a casa de toda a humanidade.

7. Ser mais solidário

Atos de solidariedade têm o poder de fazer com que o mundo ao nosso redor seja constantemente transformado. Assim, outro grande aprendizado que podemos ter com os altruístas é sermos cada vez mais solidários nas mais diversas situações que nos cercam, desde ajudar um idoso a atravessar a rua até tornar-se voluntário em alguma causa com a qual tenhamos afinidade.

Você deve ter percebido que este item tem tudo a ver com item anterior. Ser solidário é uma consequência natural de abrir os olhos para os problemas do mundo. Primeiro identificamos os problemas que as outras pessoas enfrentam para que, depois, sejam capazes de ajudá-las.

8. Ser bondoso e generoso, sem precisar contar a ninguém

Raramente você vai saber sobre os atos de altruísmo de alguém pela boca dessa mesma pessoa, uma vez que esse perfil de indivíduo age com bondade sem precisar contar ou divulgar o que está fazendo para ninguém.

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Assim como existem pessoas que esperam algo em troca de seus atos “solidários”, também existem aquelas que procuram pelos holofotes. Nos dois casos, não são pessoas verdadeiramente altruístas, mas indivíduos vaidosos, que desejam satisfazer sua necessidade de atenção ou ganhar algo em benefício próprio.

As ações de quem é verdadeiramente altruísta são realizadas para que a pessoa se sinta bem consigo mesmo e para fazer com que as pessoas auxiliadas desfrutem do bem-estar que merecem. Sendo assim, os altruístas não enxergam a necessidade de ficar anunciando aos quatro cantos as benfeitorias que realizam pelo mundo. Como se diz popularmente, “caridade com propaganda é vaidade”.

9. Não julgar

Como têm a grande capacidade de se colocar no lugar das outras pessoas, os indivíduos altruístas evitam ao máximo qualquer tipo de julgamento com relação a elas.

Cada pessoa tem uma história de vida sobre a qual pouco ou nada sabemos. Muitas vezes, os atos dos outros não fazem sentido para nós, mas não devemos julgá-los, afinal de contas, não conhecemos verdadeiramente a realidade de cada um. O altruísta verdadeiro sabe que aquilo que conhecemos sobre alguém é só a ponta do iceberg.

Por isso, o que podemos aprender com os altruístas é exatamente isto: não julgar realidades que não conhecemos profundamente. Como todo ser humano é falho, ninguém está em posição de julgar ninguém. Além disso, todo julgamento sem conhecimento de causa é puro preconceito.

10. Procurar sempre novas formas de ajudar

O indivíduo altruísta sempre acredita que pode fazer mais pelas pessoas ao seu redor, bem como pelo mundo todo que o cerca. Por isso, está em constante movimento, procurando novas maneiras de colaborar com o próximo, com seus amigos, familiares e até mesmo com desconhecidos.

Para ele, isso é gratificante e o deixa imensamente feliz e realizado. É por isso que pessoas altruístas investem tanto tempo em realizar ações que contribuam para que o mundo fique cada vez melhor para se viver. Ações altruístas envolvem doações para instituições de caridade, visitas a hospitais, resgate de animais de rua, distribuição de comida à população carente, entre outros.

No entanto, além dessas formas “clássicas” de solidariedade, não podemos nos esquecer de que há formas mais cotidianas de expressar o altruísmo. Ouvir um desabafo, consolar um amigo, fazer um favor, dar uma carona e compartilhar um conhecimento são alguns exemplos.

São inúmeros os aprendizados que podemos ter com aqueles que são verdadeiramente altruístas. No entanto, lembre-se também de cuidar de você, para que, assim, esteja em perfeitas condições de continuar ajudando aqueles que mais precisam.

E você, tem sido uma pessoa altruísta ultimamente? Quais desses conselhos mais tocaram seu coração? Deixe seu comentário abaixo. Ah, e por falar em altruísmo, não se esqueça de levar essas boas notícias aos seus amigos e familiares!

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Conheça e aplique estas 5 táticas para tomar decisões difíceis

Como Se Chama Uma Pessoa Que Não Pensa?

Não pode ler agora nossa matéria sobre táticas para tomar decisões difíceis? Ouça este conteúdo clicando no player:

A indecisão pode atrapalhar sua rotina durante dias, semanas, meses – ou até anos. “Escolher bem nem sempre significa escolher devagar”, destaca a coach de gerenciamento de tempo Elizabeth Grace Saunders, em artigo no site Fast Company. A especialista desenvolveu estratégias para ajudar qualquer um na hora de tomar decisões difíceis.

Premissas importantes da estratégia para tomar decisões

Antes de qualquer coisa, primeiramente é preciso se preparar para todo o trabalho de decidir. Para isso, Saunders recomenda três passos, que ela chama de pontos básicos.

# Marque um momento para decidir

Se o problema em tomar certa decisão é exatamente que você não tem tempo para pensar, pode ser um sinal de que deva recalcular toda sua dinâmica diária – e ajustar a rotina.

“É contra intuitivo, mas tomar decisões mais rapidamente requer conscientemente dar-se o tempo para fazer isso.”

Tomar decisões difíceis (ou não) é uma tarefa e precisa de certa dedicação. Para as menores, você só precisa reservar 30 minutos ou uma hora. No entanto, para as mais importantes, você pode ter que agendar algumas horas ao longo de duas ou três semanas. De qualquer forma, adicione esses blocos de tempo ao seu calendário.

# Defina a decisão (e o que ela engloba)

Tenha clareza sobre a natureza da escolha que precisa fazer. Por exemplo, uma mudança de emprego não interfere apenas nas suas responsabilidades de trabalho, mas também seu deslocamento diário, seu salário, seus colegas de trabalho e assim por diante.

Definir os principais fatores que influenciam e serão afetados por sua decisão ajuda você a perceber rapidamente se (e por quê) escolheria tal alternativa.

Conheça 6 vieses cognitivos que podem atrapalhar as tomadas de decisões

# Pense nas suas opções

Em vez de limitar-se às opções de “sim” ou “não”, faça um brainstorming de todas as alternativas possíveis antes de tomar uma decisão – você pode encontrar algumas que não eram fáceis de ver, inicialmente.

Na verdade, considere também se você realmente precisa tomar uma decisão. Em alguns casos, o melhor é simplesmente deixar passar uma escolha sem se comprometer de qualquer forma.

Depois de estabelecer o básico para tomadas de decisão, escolha uma ou duas táticas para decidir mais rapidamente. Aqui estão cinco opções apontadas pela coach – cada uma adequada a diferentes situações e tipos de personalidade.

Táticas para tomar decisões difíceis

1. Voltar-se para seus valores

Ter valores claros pelos quais você guia sua vida pode facilitar na hora de tomar decisões difíceis. Por exemplo, talvez você saiba que há uma certa quantidade de tempo que deseja gastar com sua família. Ou, você estipulou para si mesmo que só aceitaria ter tal nível de dívida.

Quando chega a hora de tomar uma decisão, você consegue reconhecer imediatamente se a escolha de um determinado caminho violaria um desses valores – e se guiar com isso.

Teste de valores: você sabe o que é mais importante para você?

2. Falar sobre o assunto

“Algumas pessoas são ‘processadores verbais’; eles organizam seus pensamentos falando-os”, afirma Saunders. Se você sente que é assim, conversar sobre a escolha pode ser o caminho mais rápido para decidir.

Não é necessário falar com alguém que tenha conhecimento do assunto. Você só precisa de um bom ouvinte que lhe dê tempo e espaço para ouvir e, ocasionalmente, transmitir de volta a mensagem que você compartilha.

É provável que você chegue a uma decisão no final da conversa, mesmo que a outra pessoa fale muito pouco.

3. Pedir perspectivas

Às vezes, ao tomar decisões difíceis, você precisa de mais do que um bom ouvinte: precisa de conselhos. Pedir a opinião de outra pessoa geralmente funciona melhor quando se está pensando em fazer algo que nunca fez antes e quando conhece alguém com experiência em tal domínio.

Quando já está se orientando em uma determinada direção, buscar conselhos sábios pode ajudá-lo a chegar a uma decisão inteligente mais rapidamente. Apenas tome cuidado para não aceitar cegamente as recomendações.

Uma escolha que pode fazer sentido para outra pessoa pode não ser a certa para você. Se se sentir desconfortável com o que foi proposto, não precisa seguir o conselho. De qualquer maneira, a conversa pode te ajudar a definir melhor sua decisão.

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4. Testar primeiro

Em alguns casos, antes de tomar decisões difíceis, você consegue testá-las. Considere visitar uma nova cidade para ver como se sente, antes de aceitar o trabalho que exigiria que você se mudasse. Ou veja, se pode conversar com qualquer um dos seus possíveis novos colegas de trabalho antes de aceitar a oportunidade.

“Nesses momentos em que você está se expondo a uma nova experiência, seu corpo tende a sinalizar para você se uma situação desconhecida ‘parece certa’ ou apenas ‘parece ruim’.”

5. Dar atenção às suas expectativas

Quando você está tendo dificuldades com uma decisão, muitas vezes é porque sua mente pensa que uma coisa é prática, enquanto seu coração quer outra coisa, explica a especialista. Para esses momentos, ela sugere prestar atenção para o que você espera que vá acontecer.

Por exemplo, quando você pede conselhos a um mentor, o que você espera que ele diga? Ou, do outro lado, o que você não gostaria que ele falasse?

“Nós não somos criaturas puramente racionais. É certo (e bom!) escutar suas expectativas, porque elas geralmente lhe dão uma percepção mais profunda das decisões que você realmente quer tomar.”

A vida é cheia de escolhas difíceis, mas elas não precisam drenar completamente seu tempo e energia. Estabelecer uma base sólida para tomar decisões em geral, e escolher entre essas cinco táticas tornarão tudo mais rápido. Menos tempo no processo e menos chances de escolhas precipitadas, das quais você se arrependerá no futuro.

Como se chama uma pessoa que só pensa em dinheiro o tempo todo? Me deem algumas palavras, por

2. Releia estes fragmentos do texto dramático O avarento e observe as pa-lavras destacadas.

Fragmento 1HARPAGÃOÉ certo que dá a maior trabalheira mante

r em casa uma quantia grandede dinheiro; feliz de quem tem sua fortuna bem aplicada, e só guarda con-sigo o necessário para as despesas. [.

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..] Porque não quero recorrer a cofres–fortes, tenhoparamim que não são confiáveis […].​

13)um argumento utilizado pelo autor para defender seu posicionamento está no trecho:a)”quando estive no Brasil ​

3. A cobertura da decisão do governo é ampliada nessanotícia. Quais são as novidades em relação à informaçãoanterior?​

A certa altura da narrativa, a que essa alegria deu lugar? Selecione e copie trechos que revelem a mudança de estado de espírito das personagem. *
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to:UM POR TODOS…O QUE VEM A SEGUIR

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Urgente!!!!7. A autora afirma: “Ser insolente, testar a autoridade adulta, quebrar a cara e bater o pé, tudo isso faz parte do crescimento, da busca d

e um lugar no mundo”. Você concorda? Justifique.8. “Não ter limites é assustador. Ser superprotegido fragiliza”. Você concorda com esta frase? Explique.9.

“Ser responsável é difícil, cansativo, tedioso, causa insônia”… Quem cria adolescentes e crianças têm medo de desagradar, magoar… Este medo pode ser maior que o de educar os jovens? (Tente se colocar no lugar dos pais/ responsáveis para responder). 10. Ao final do texto, a autora afirma: “Ter um filho é, necessariamente, ser responsável”.

Apesar de ser uma frase simples, qual é o real significado? Explique.​

Leia o trecho a seguir e responda à questão.
Dona Benta calou-se, a refletir naquela definição, e Emília, no maior assanhamento, correu em busca do Vi

sconde de Sabugosa. Como não gostasse de escrever com a sua mãozinha, queria escrever com a mão do Visconde.

– Visconde – disse ela – venha ser meu secretário. Veja papel, pena e tinta. Vou começar as minhas Memórias.
O sabuguinho científico sorriu.
Qual é o foco narrativo do texto (primeira ou terceira pessoa)? Comprove sua resposta com elementos (frases) do texto.

valendo 88 pontosresolva as equações abaixoA)3x-x=8B)X-3=9C)4X-9=1-2xD)X-5=20-4x​

1) No primeiro trecho, qual ė a opinião da historiadora?2) Qual é a opinião do historiador mencionado no segundo trecho?3) Quo argumento o historiador …

apresenta para atestar a veracidade do relato do MarcoPolo?4) Você leu, assistiu a algum filme ou documentário sobre as viagens de Marco Polo?Analisando a leitura do trecho do relato de Marco Polo (Atividade 1) e levando em contaas opiniões dos historiadores, escreva um texto falando o que você pensa sobre esseviajante e a viagem que ele descreveu,​

URGENTE!!!!!Perguntas relacionadas ao texto: “sobre pais e filhos”.1. Por que as crianças hoje são tão malcriadas e os adolescentes tão agressivos? Ex

plique a visão da autora e posteriormente a sua opinião (pessoal) quanto à pergunta. 2.

O problema da indisciplina é culpa das crianças e dos adolescentes ou dos responsáveis queos criam? Justifique.3. Por que a autora afirma que “vivemos uma ânsia de expor o que pensamos dos outros”? Realmente as pessoas são assim? (ânsia = aflição, agonia, desejo excessivo)4.

O que a autora fazia no sobrado quando criança? O que ela descobriu com a experiência de ficar na janela?5. Saber dizer “não” é importante tanto para os adultos quanto para adolescentes e crianças? No dia a dia, as pessoas sabem dizer não sem constrangimentos? Explique.6.

Você sabe dizer não às pessoas, quando considera além dos limites os “pedidos”? Explique e, se possível, relate como você se sente ao tomar esta decisão.​

Como lidar quando alguém faz algo que não gosto? Veja dicas e passos

Se você se interessou por esta reportagem, provavelmente existe uma ou mais pessoas na sua vida com quem você acha difícil lidar. Pode ser um colega de trabalho, um parente, uma pessoa com diferenças ideológicas ou mesmo o cônjuge ou um grande amigo?

Como agir quando alguém faz algo que estimula em você sentimentos desconfortáveis, como raiva, ansiedade, tristeza ou decepção? Como fazer com que esses desconfortos não prejudiquem você, as suas amizades ou os seus relacionamentos?

Uma forma possível de lidar com esse tipo de situação é por meio de um processo chamado “comunicação não violenta”, ou CNV. Trata-se de um modo específico de encarar os conflitos, de maneira que os envolvidos baixem a guarda em vez de se atacarem ou cortarem laços.

Parece impossível, mas é simples. O processo de aplicação da CNV é composto de quatro passos. Porém, eles não devem ser vistos como uma simples fórmula a ser seguida, explica o alemão Sven Fröhlich, que trabalha com CNV há 20 anos e já treinou cerca de 8.000 pessoas no Brasil.

Segundo ele, para o processo ser efetivo, é preciso ter real intenção de interagir com o outro sem julgá-lo. “O objetivo não pode ser mudar o outro, e sim compreendê-lo”, afirma Fröhlich. Conheça abaixo dicas da CNV para te ajudar nessas situações difíceis de comunicação:

1. Observe a situação de forma objetiva

Quando alguém se comporta de uma maneira que você não gosta, é importante que você observe a situação de forma objetiva, e não de modo generalista.

Por exemplo, em vez de dizer: “Você nunca ajuda a arrumar a casa” ou “seus relatórios estão sempre atrasados”, é preferível ser específico e afirmar: “Tem um par de meias sujas na sala” ou “seus dois últimos relatórios foram entregues com cinco dias de atraso”.

A consultora e especialista em CNV Thayna Meirelles, da Konekti, afirma que, quando as pessoas estão incomodadas com alguém, a tendência é que elas não façam observações objetivas.

E quando a gente julga e critica uma pessoa, ela vai se sentir mal, agredida, desvalorizada. “Quando a gente fala 'você nunca me ajuda', a pessoa vai pensar: 'ele não valoriza as vezes em que eu ajudei'”, explica Meirelles. Dessa forma a comunicação nos afasta do que queremos.

2. Explique o sentimento que a ação da pessoa causou em você

O segundo passo consiste em entender qual foi o sentimento que a atitude da outra pessoa estimulou em você. Por exemplo: você chega em casa cansado do trabalho e quer relaxar, mas se depara com a louça suja na pia, deixada por uma pessoa que mora com você. Essa situação estimulou qual sentimento em você?

Pode ter estimulado ansiedade, pois você precisa descansar e agora descobriu que vai ter mais trabalho ainda. Nesse caso, segundo os princípios da CNV, quando você tem consciência de qual sentimento foi estimulado com a atitude do outro, e deixa isso claro para a pessoa, as chances de que ela ouça você e se disponha a colaborar aumentam.

Assim, juntando os passos 1 e 2, em vez de falar “Por que você nunca lava a louça?”, é possível dizer: “Quando eu cheguei e vi que você não tinha lavado a louça, comecei a ficar ansioso porque eu estou cansado e preciso acordar cedo amanhã”.

3. Entenda e explique suas necessidades

O sentimento nada mais é do que um alerta de como as minhas necessidades estão ou não sendo atendidas e é muito importante trazê-las para a discussão.

“Eu posso dizer: 'Estou cansada; será que você pode lavar a louça?'. E a pessoa pode pensar: 'Nossa, e eu não estou cansada?'. Você percebe que ainda não se criou uma conexão?”, explica Meirelles. Já se você explica que precisa relaxar porque vai ter um dia difícil e está com medo de não dar conta, aumenta a chance de que a pessoa passe a colaborar com você.

4. Peça o que você precisa

Por fim, a pessoa precisa ter clareza do que você gostaria que ela fizesse. O problema é que muitas vezes a gente acha que está fazendo um pedido, mas está fazendo uma exigência. Essa postura, em vez de ajudar, acaba fazendo com que a pessoa não queira colaborar.

“Em um pedido, se a pessoa disser 'não', eu vou ficar bem com isso. Já se você se irrita com o 'não', então você não está fazendo um pedido, e sim uma exigência”, afirma Meirelles.

E quando a pessoa nega o seu pedido?

Se você aplica os quatro passos e mesmo assim o outro nega o seu pedido, não significa que é para desistir daquilo que você precisa nem da relação com a pessoa. Segundo o princípio da CNV, o ideal é procurar entender o lado do outro e o que está por trás do “não”.

“Quando a pessoa diz 'não', ela está dizendo: 'Existem outras coisas das quais eu quero cuidar; você quer saber quais são essas coisas?'”, explica Meirelles. A partir daí você pode procurar compreender quais são as necessidades do outro.

Além de procurar entender o lado da pessoa, também vale a pena perguntar se ela tem alguma outra sugestão de como cooperar. “Assim a pessoa percebe que você realmente quer ouvi-la, que você não está fazendo uma exigência e sim pedindo uma ajuda e reconhecendo o lado dela. Aí a pessoa tende a amolecer e começa a co-criar uma solução junto com você”, afirma a consultora.

Tirando a máscaraFröhlich nota que para muitas pessoas é difícil praticar a CNV no começo porque elas não têm consciência do que estão sentindo. Reconhecer um sentimento desconfortável implicaria em reconhecer também alguma vulnerabilidade, o que é complicado para alguns.

“Por exemplo, se eu faço uma pergunta e a pessoa não me responde, eu posso ficar inseguro porque eu preciso de aceitação. Mas, para algumas pessoas, assumir que tem uma insegurança não corresponde à sua autoimagem. É mais fácil julgar e atacar a outra, porque assim ela se sente mais forte”, afirma o especialista.

Porém, se você for se abrindo aos poucos e mostrando a sua vulnerabilidade, a tendência é que o outro se sinta seguro para também mostrar as vulnerabilidades dele, segundo Fröhlich.

“Se eu me mostro vulnerável, os outros não sentem medo de mim e passam a tirar também as suas máscaras.

Com isso, eu passo a ter relações mais verdadeiras, de confiança, e mais profundas e ao mesmo tempo mais leves”.

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