Como Se Chama Uma Pessoa Que Gosta De Sofrer?

Como Se Chama Uma Pessoa Que Gosta De Sofrer?© Depositphotos.com / weerapat As pessoas muitas vezes são infelizes em seus relacionamentos devido a baixa autoestima ou pelo hábito de autossabotagem.

Nem todas as histórias de amor são bonitas e chegam a um final de novela. Na verdade, a maioria das pessoas já sofreu por amor em algum momento da vida: seja por um sentimento que não foi correspondido, pelo envolvimento com uma pessoa descomprometida com a relação, porque os dois estavam em momentos de vida diferentes ou pela falta de compatibilidade.

Independentemente da razão, é muito comum que as pessoas encontrem algum tipo de infelicidade em seus relacionamentos. Porém, isso acontece em situações específicas e, após um tempo de recuperação, o indivíduo volta ao normal.

Apesar disso, existem algumas pessoas que sempre atraem as mesmas situações e acabam repetindo um padrão em todos os seus relacionamentos.

Isso pode acontecer por conta de crenças limitantes que o indivíduo carrega, por baixa autoestima ou até mesmo pelo hábito da autossabotagem.

Por que algumas pessoas insistem em sofrer por amor?

Esta tendência de repetir os mesmos padrões em relacionamentos diferentes ocorre porque uma mesma emoção gera diversos tipos de reações no indivíduo, acionando uma estrutura cerebral chamada sistema límbico — responsável justamente pelas reações emocionais do ser humano. Quando recebe um estímulo, o sistema límbico cria um estado emocional e, quanto mais frequente for a realização deste estímulo, mais habituado o organismo se tornará a determinadas substâncias, deixando o corpo “viciado” na emoção associada a ele.

Sofrer por amor é uma consequência da dependência emocional: quando o indivíduo projeta suas expectativas e deixa toda a sua felicidade atrelada ao outro, acaba se tornando dependente da pessoa amada para ser feliz. Isso ocorre principalmente com pessoas inseguras e que sentem medo de assumir a responsabilidade sobre a própria vida.

Como deixar de sofrer por amor?

Para romper esse ciclo e entender os motivos que levam o indivíduo a repetir os mesmos padrões de relacionamentos que trazem sofrimento, é importante ressignificar e atribuir um novo sentido para as memórias que causam dor e limitação, passando a encará-las com equilíbrio emocional.

Alguns episódios traumáticos podem deixar marcas profundas no indivíduo, especialmente se ele atribuiu uma interpretação negativa a ele. Ao olhar para a sua vida amorosa a partir de uma perspectiva diferente daquela que está formatada em seu sistema de crenças e valores, é possível mudar a maneira como você se sente e como se comporta diante dos desafios da vida sentimental.

Identificar todos os aprendizados que o sofrimento trouxe para sua vida é uma maneira prática de ressignificar e atribuir outra interpretação para as memórias que causam dor.

De olho na ocitocina e na dopamina

A ocitocina é chamada de “hormônio do amor” e, quando uma pessoa está sofrendo por alguém, os níveis dessa substância caem drasticamente. A dopamina, por sua vez, é responsável pela sensação de prazer.

É importante aumentar os níveis dessas duas substâncias no organismo para superar decepções e deixar de sofrer por amor.

Adotar hábitos de alimentação saudável e praticar exercícios físicos são duas ações que ajudam a aumentar a dopamina e ocitocina no corpo.

Como a Inteligência emocional pode ajudar?

Caso você deseje transformar seus padrões e entender quais são gatilhos que te levam a repetir sempre o mesmo tipo de comportamento nas suas relações amorosas, não deixe de conhecer o Método LOTUS — um treinamento de três dias que está transformando a vida de milhares de pessoas.

Tem mulher que gosta de sofrer?

Como Se Chama Uma Pessoa Que Gosta De Sofrer?Photo by Luis Galvez on Unsplash

“Tem de tudo no mundo, tem até gente que gosta de sofrer!”

Conversa da minha vó com a minha tia, que eu ouvia quando criança. A tia concordava. Certamente, a moça que era narrada na conversa entre as duas só poderia sentir prazer em sofrer porque, segundo elas, retornava às situações de sofrimento que alguém lhe impunha.

Se tem um trem que as pessoas fazem quando olham para a vida dos outros é se comparar de forma superiorizada: “Eu já teria largado”, “Eu nunca passaria por isso”, “Eu não me submeto”, “Minha relação nunca teve isso”.

Pode ser até que não mesmo porque você e eu não somos a pessoa em questão, daí é muito fácil olhar de forma objetiva. Só que não é você. Não sou eu. É o outro.

E se você fosse o outro? Com sua própria história de vida, criação, traumas, alegrias e medos? Muito provavelmente faria exatamente igual.

Olhamos para aquela mãe que tem vários filhos e reside na Zona Rural, aqui do meu trabalho como conselheira tutelar ou do alto da nossa arrogância feminista e nos sentimos melhores que ela.

Olhamos pro nosso coletor menstrual roxo e desconsideramos a mulher trabalhadora que pega metrô, trem, ônibus e deixa as crianças na creche e que usa banheiro público e queremos dizer que o sangue é sagrado e deve voltar para a terra.

Queremos exigir que a mulher que depende da precariedade do SUS na periferia faça parto normal obrigatório, achando que vai ser humanizado e com uma doula ao lado. Olhamos para a mulher que sofre violência e que não consegue deixar o companheiro, com o mesmo julgamento moral que as pessoas conservadoras olham para nossa liberdade sexual.

Eu mesma, neste texto, aciono vários dispositivos de poder social e de privilégios a que tenho acesso: academia, terapia, escrita, acesso à saúde, possibilidade de publicação e leitura do que escrevo. Tudo isso me constrói. É só por isso que sou essa pessoa e não outra.

Eu, no lugar da mulher com vários filhos na Zona Rural, que é denunciada porque não consegue levar todos à escola, provavelmente não conseguiria levar nenhum porque eu mal consigo acordar cedo.

Imagine acordar e cuidar de várias crianças, dar banho, café, colocar roupa, neles e em mim, e estar pontualmente na escola que fica a vários quilômetros e ainda voltar para o trabalho?

E você pode estar pensando, em um silêncio consolador, que nossas escolhas é que foram melhores ou nos possibilitaram acesso?

Eu digo que não. Temos uma possibilidade de agência, é claro, mas essa capacidade é limitada tantos às condições objetivas, como grana e tempo, quanto às condições subjetivas de cada um de nós.

As limitações objetivas são o principal elemento do abismo social que nos divide, elas ditam que a criança de periferia não terá acesso à escola de qualidade, via de regra.

Elas ditam que as crianças negras se inserem no trabalho precocemente no Brasil.

Consequentemente, ditam que uma grande parcela da população não tenha tanta escolha quanto nossa imaginação burguesa meritocrática poderia supor.

Quanto às condições subjetivas, volto à fala da minha vó sobre a suposição de que as pessoas gostem de sofrer. No feminismo chamamos a permanência da mulher que sofre violência na relação de “dependência emocional”.

Sabemos que muitas mulheres agredidas e muitos homens agressores se inserem em ciclos abusivos repetidas vezes. Se encerram uma relação, estabelecem outra violenta.

Frequentemente isso tem a ver com a relação da família de origem, sobre a forma com que aprenderam o afeto e os vínculos familiares.

Então, essas pessoas gostam de sofrer? Essas mulheres que sofrem sistematicamente, repetidas vezes, que chegam a morrer nas mãos de quem deveria ser companheiro, queriam isso? Racionalmente exporiam seus filhos à tamanha violência psicológica e, às vezes, à violência física também? Aquela mãe que apanha do filho usuário de drogas, já adulto, e que simplesmente poderia ir embora ou colocá-lo para morar em outro lugar, ela segue ali por qual motivo? É amor que pode justificar a “aceitação” da violência? O que nos faz estabelecer e permanecer em relações adoecidas, para além das questões objetivas, como dinheiro, tempo, necessidade?

Gostaria de apontar duas questões para falar sobre as condições subjetivas. Neste texto tratarei das simbologias e, no próximo, abordarei os esquemas de proteção psíquica que produzimos:

Nós somos seres simbólicos. Isso significa que nos construímos a partir de representações que têm a ver com nossa cultura e também com nossa vivência individual.

Essa é a grande chave, sob meu ponto de vista, para a compreensão das relações que estabelecemos. O que é ser mulher pra mim, portanto, passa pelas representações, pelas simbologias que eu construí e que posso nem saber conscientemente, porque elas têm ligação com experiências afetivas primárias.

Digo mais e vemos isso com frequência: posso ser uma mulher feminista com bastante clareza de direitos e de igualdade de gênero e mesmo assim não conseguir sair de uma relação violenta. É por isso que a maioria de nós vê no casamento o símbolo de felicidade suprema. Por isso também a maternidade é cercada de tamanha complexidade.

O que é ser mulher, para mim? O que eu simbolizo como mulher? O que está nas minhas representações sobre ser homem? Porque sentimos tesão por determinada pessoa, e não por outra, tem a ver necessariamente com estas representações.

Daí, que não adianta só saber que tal cara com quem me envolvi é um escroto reconhecido, inclusive comigo. Para romper com essa relação eu preciso romper com pressupostos muito maiores, com as representações.

Terminar um casamento violento, então, para uma mulher que tem como ideal de mulher ser casada e cuidar dos filhos e da casa e que, até mesmo, interiorizou que ceder e sofrer fazem parte do que é ser mulher, significa o rompimento com toda uma vida, literalmente.

Um homem que tem o poder como representação de masculinidade, e isso é hegemônico, não vai abrir mão de seu lugar de privilégio, ainda que saiba que isso é opressor.

Ele pode não bater na mulher como viu o pai fazer, mas pode estabelecer outras relações de dominação porque abrir mão disso é abrir mão de sua representação de homem.

Por isso o discurso dos desconstruidões da esquerda, que conhecemos tão bem, não costuma passar de discurso.

Pensem agora em falar de Amor Livre para uma pessoa para qual a liberdade, dela e do outro, não tem o menor poder representativo. Uma mulher que simboliza amor e felicidade a partir dos ideais românticos, com príncipe e tudo.

Que teve como experiência de infância um pai que controlava toda a casa ou a ausência completa de figuras de afeto.

Como se livrar desses símbolos patriarcais? Querendo ou não, essas figuras representam segurança para a maioria das mulheres educadas em nossa sociedade.

Houve uma época em que eu resolvi que não queria mais me envolver com homens (não tá fácil, né, meu povo?). No entanto, mesmo sendo bissexual desde que me lembro, tenho muito mais dificuldade de me envolver afetivamente com mulheres.

Isso tem a ver com minha representação de afeto, relações e sexo. Com o simbolismo do que compreendo como sendo masculino e feminino.

Essa dificuldade não ocorre com homens transexuais porque minha representação de masculino não tem ligação com corpo, mas tem ligação direta com formas heterossexualizadas de relação e de sexo.

Parece um cenário de desastres, né? Mas não é. E não é porque somos seres humanos complexos e expandimos nossas representações.

Criamos novas simbologias. Somos capazes de nos reinventar indefinidamente e é por isso que ainda estou aqui e que inúmeras outras mulheres que sofreram violência também estão e recriaram suas formas de se relacionar. Isso vem quando conseguimos compreender de onde vem nossos afetos.

Eu faço isso com análise, outras mulheres utilizam-se de estratégias de autoconhecimento como o Sagrado Feminino, por exemplo. Há ainda as relações místicas ou religiosas, o trabalho, os estudos, a expansão das Redes de Afeto.

Daí sim, após compreendermos racionalmente essas representações e porque elas nos importam tanto é que somos também capazes de questioná-las e aí é que entra nossa capacidade de agência e possibilidade de recusa. Só a partir daí podemos falar em escolha.

Masoquismo, sofrimento, dor, prazer, pulsão, desvio, psicoterapia

    É comum encontrar pessoas que cresceram sem ter recebido elogios ou palavras de incentivo. Muitas delas conviveram com críticas e palavras agressivas. Essas pessoas crescem com a ideia de que são inadequadas, nunca serão boas o suficiente e com isso surge a insegurança e o medo de não ser um adulto capaz de realizações.

    As críticas, a percepção de incapacidade, a repressão sofrida, a falta de afeto vão fazendo com que a pessoa se acostume com o sofrimento.

Então, o masoquista não é aquele que gosta de apanhar ou de sofrer, mas sim aquele que foi tolhido na sua possibilidade de satisfação.

Sendo assim, o sofrimento se torna algo familiar, aceito e até desejável, porque representa algo que o masoquista já conhece.

    Tentar oferecer ajuda é algo delicado porque ele vai tentar te convencer de que você não pode fazer nada por ele. Se apresentamos uma possibilidade de mudança ao masoquista, ele não aceita porque dessa maneira ele perderia os motivos que justificam as suas reclamações. Reclamar da vida o tempo todo é uma postura tipicamente masoquista.

    Em muitos dos casos o masoquista fica até com raiva de quem quer ajudar e se irrita com as pessoas que dão bons conselhos. Ele não suporta elogios porque raramente recebia isso na vida. Seu hábito é a auto depreciação. A possibilidade de sair do sofrimento é uma ameaça à sua zona de conforto neurótica.

    Na visão reichiana, o masoquismo não é decorrente de uma pulsão de morte ou um desejo biológico de sofrer. Ele está relacionado com a angústia orgástica ou o medo de não suportar o prazer por este ser ameaçador ao organismo. Esse medo tem relação também com a exigência de amor não satisfeita na infância.

    O masoquismo seria um instinto secundário, o instinto primário é o sadismo (agressão sádica). Quando o sadismo é inibido por uma intensa frustração ou medo, essa agressão volta-se contra o sujeito. No entanto, Reich ensina que esta agressão ocorre devido a uma busca de prazer que não se realizou no sadismo. Desse modo, o sadismo torna-se masoquismo.

    Em resumo, quando o masoquista se aproxima do prazer, ele sofre. Precisa fugir do prazer e se volta para a autopunição.

    Segundo Reich, “o masoquista aspira ao prazer como qualquer indivíduo”, só que junto com o desejo vem o medo do castigo. Para não correr o risco de uma punição mais severa, o masoquista vive realizando autopunições mais brandas e, com isso, tenta aliviar sua angústia. Essa tentativa mostra uma maneira inadequada de lidar com o medo do abandono.

    Mas como tratar o masoquismo?

    O primeiro passo é o estabelecimento de uma vida sexual saudável e o equilíbrio da energia libidinal.

    É fundamental também a ajuda psicoterapêutica, onde o terapeuta deve identificar os mecanismos de defesa do caráter masoquista e possa aponta-los para o paciente. Desmascarar as defesas contribui para que o sadismo original possa se manifestar e o paciente deixe de lado o medo da punição e se permita experimentar a descarga orgástica da libido.

    Outro ponto importante é atentar para o ambiente em que a pessoa vive.

Se o masoquista vive num contexto familiar infeliz e está cercado por pessoas que sugam sua energia e o colocam para baixo, este é um aspecto que precisa ser mudado.

É necessário que ocorra uma reconfiguração familiar e a transformação do sujeito, para que ele possa viver de maneira mais autônoma, com mais energia em um ambiente mais saudável.

  •     Atitudes que podem ajudar:
  •     Deixar de falar e enxergar tudo de maneira negativa;
  •     Evitar pessoas e relacionamentos tóxicos;
  •     Aceitar os momentos de satisfação e prazer que possam surgir;

    Perceba o sabor dos alimentos e sinta prazer ao degustar algo muito saboroso. Se não pode perceber isso em casa, se permita almoçar ou jantar fora. Se presenteie com algo que o fará ter “água na boca” ou muita satisfação ao comer. Beba um suco da fruta que mais lhe agrada e permita sentir o prazer de entrar em contato com o sabor.

    Na hora do sexo, entregue-se às sensações das preliminares, curta o seu próprio corpo e o corpo do outro, sinta o cheiro, prove, ouse, perceba o ritmo, descubra os caminhos do prazer.

O corpo pode ser um grande parque de diversões, aprenda a andar em todos os brinquedos e a se divertir com isso. Seja livre e se permita ter orgasmos sem medo, sem tabus. Não se assuste com o seu próprio prazer e não limite o prazer do outro.

Sexo é vida e o orgasmo é uma energia que nos renova.

    Tente ajudar alguém que precisa de ajuda, plante alguma coisa, crie alguma coisa, mergulhe, ande de bicicleta, pratique algum esporte, tente aprender algo novo, ligue para algum amigo, mude o cabelo, mude de estilo, de casa, de ideia, de país, grite a liberdade, entenda que dizer “que se dane” de vez em quando é bom, arrisque sem medo, erre e não se desespere com as consequências, errar é humano. Erramos para termos a oportunidade de aprender e fazer melhor.

    Viva de maneira um pouco menos organizada, com um pouco menos de certezas. Pessoas com muitas certezas e “verdades” são chatas. Brinque e resgate a criança interior sempre que possível. Tudo o que existe dentro de nós precisa ser alimentado para viver.

    Reserve um dia na semana para ser responsável, um para ser louco, um para ser livre, um para ser muito feliz, um para ser chato e outro para perceber o valor do dia feliz, um outro dia para ser curioso, um para ser preguiçoso, um para ter medo e outro para encontrar coragem. Faça da sua semana um eterno presente e viva o aqui e agora. Se permita sentir e viver tudo aquilo que acontece com você, sem ter a necessidade de fugir ou desistir.

    Tente dançar e não tenha medo de parecer ridículo, ache graça de si mesmo, tenha fé em si mesmo e senso de humor acima de tudo. Relaxe.

  1.     Viva todos esses momentos sem esquecer que em todos os dias é preciso exercitar o amor, o desejo de viver, de aprender e de crescer.
  2.      E provavelmente, depois de ler isso tudo, o masoquista dirá:
  3.     “Eu não consigo fazer nada disso”.

    Então preste bastante atenção!!!

    Ao perceber que algo na sua vida lhe trouxe algum tipo de satisfação, aceite isso. Não encare o prazer como uma ameaça. Você tem o direito de sentir prazer, de ter alegria. Reconfigure sua “programação” e vá ensinando ao seu organismo a conviver com o prazer e entenda que isso não é errado e você não será punido.

     Boa sorte !!!

  • Alexandre Salvador
  • Psicólogo Clínico e Psicoterapeuta Corporal
  • CRP-05/46554

Gosta de Sofrer

Cerca de 31 frases e pensamentos: Gosta de Sofrer

A mulher precisa de um homem maduro.
Não digo em idade, pois tem rapazes de 17 mais maduro que um de 22 anos, ou até mais. Alguém que ao invés de evitar conversar, se disponha a isso, a resolver sempre as coisas na conversa.

Um homem que seja maduro o suficiente para entender que só se resolve alguma coisa dialogando com a parceira. E se por algum acaso do destino, aparecer alguém que foge de conversar, ignora você, age como se nada tivesse acontecido, querida, fuja! É furada.

Um homem de verdade, mesmo com o problema que for que tenha, ele vai conversar; ou se caso ele tenha receio de começar o assunto, e você vá até ele, ele não irá fugir, pois quem foge é simplesmente um covarde, e tenho certeza que você não merece alguém assim.

Mesmo que doa, deixe esse rapaz imaturo pra trás, a vida se encarrega de ensinar a ele, afinal imaturos, egoístas, egocêntricos, e narcisistas, a vida se encarrega de ensinar.
Você não tem que ficar sofrendo por quem não merece suas lágrimas.

Conselho desta menina que lhe escreve: uma hora vai aparecer alguém, e esse alguém será verdadeiro com você, e gostará de você, exatamente como és.

Tatiana Corrêa

Ninguém gosta de sofrer na verdade, buscamos maneiras de apagar, bebendo, fumando, conversando, conhecendo pessoas e depois de tudo não funcionar, percebemos que sofrer é a melhor opção.

Mdasa

A paixão ao contrário do amor nos deixa cegos, e na verdade o ser humano nao gosta de sofrer, queremos amar e ser amados, porém buscamos coisas desnecessárias em um tempo torto, amar nunca foi ruim, jamais será ruim, mas só entenderemos isso no dia em aprendermos a amar, e parar de buscar em nós o que nunca poderá ser encontrado, não antes de vermos que tudo que estamos vivendo, nao passa de uma “simples” passagem aqui nessa terra. Lembre-se: Nunca acharemos respostas para coisa alguma, se a nossa mente limita-se somente a esse mundo.

The Angel

Ando sem paciência…
Sem paciência com gente que gosta de sofrer. Daquelas que só fazem choramingar, mas na verdade não querem ser ajudadas, pois no fundo gostam da posição de coitadinhas, com o intuito de chamar a atenção. São aquelas que acham que o mundo gira em torno de si mesmas. Sem paciência! Gente que só faz reclamar, mesmo que tudo se faça para agradar.

Gente escuridão, que faz questão de apagar sua luz interior e teimar em querer apagar a luz dos outros também. São aquelas que quando se aproximam, nos deixam sentir sua negatividade, deixando o ambiente carregado. Ausentes de humildade, acham-se perfeitas, melhores e mais sábias que todos. Gente que só dá valor à aparência e deixa de lado a essência.

Que fala o que quer, mas não quer ouvir o que precisa. Rancorosas, melancólicas, presas à um passado que não volta, sem aproveitar o momento presente, alheias à simplicidades diárias, esquecidas do sentimento de gratidão. Esgotada, cansada em tentar ajudar a ver o lado bom das coisas, quando preferem a negatividade, a tristeza e a mágoa.

Sem paciência para gente assim! Definitivamente… sem paciência!

Célia Cristina Prado

Célia Cristina Prado

Sou daquelas que gosta de sofrer, tenho dois amores um eu quero mais não tenho o outro eu tenho mais não quero.
o impossível me encanta me fascina, me faz perder o sentido.

Quem nunca sofreu por um amor platônico aquele amor perfeito e não correspondido, sofro sim por amor não correspondido um amor perfeito que talvez nunca aconteça um amor meio sem sentido, quem ama não ver barreiras muito menos a distancia ou coisa do destino apenas ama e ama as vezes sem ser correspondido, eu amo sem fim meu amor e mesmo impossível doloroso mais eu prefiro continuar assim vivendo desse amor cada dia mais sem fim!

Jsk rocha

Sofrimento é uma escolha

Você já ouviu aquela frase: “A dor é inevitável, o sofrimento é uma escolha”? Pois bem, é sobre esse pensamento do budismo zen quero falar hoje.

Não entrarei no mérito dos princípios do budismo, mas quero utilizar essa afirmação que você reflita sobre como encara sua vida.

Vejo diariamente no consultório pessoas que sentem-se perdidas. Elas vivem em constante sofrimento sobre os acontecimentos de suas vidas.

Perdem muito tempo angustiadas, batendo na mesma tecla: “Por que comigo?”; “Será que tenho chances?”; “Eu não vou superar isso nunca!”; “Eu não sei o que fazer!”, entre outras cujo a resposta não terá outro resultado além de mais angústias.

Se você não se reconhecer fazendo isso, com certeza conhece alguém que o faça. O problema é que geralmente esse ciclo de sofrimento não tem fim e só afunda mais a pessoa que passa por isso.

Além disso, a pessoa está tão acostumada a sofrer que mesmo que alguém traga a solução ela não ouvirá, porque está preocupada demais sofrendo.

Algumas pessoas gostam de sofrer

Pode parecer mentira, mas não é! De situações simples, como perder um ônibus, até situações complexas, como terminar um relacionamento, algumas pessoas tendem a sofrer de forma desproporcional.

Claro que se você perguntar, elas responderão que não gostam desse sofrimento (ninguém gosta né?). Mas elas se acostumaram tanto ao sofrimento que esse é o primeiro (e único) caminho que escolhem quando algo acontece.

Há inclusive aquelas que sofrem por coisas que nem aconteceram, mas que têm certeza que ocorrerá (spoiler: geralmente nada acontece e a pessoa sofre a toa).

Aliado à tudo isso ainda existe a ideia popular de que as coisas precisam ser sofridas para valer a pena, essa balela faz com que as pessoas façam do sofrimento o único caminho justo.

Mas sejamos sinceros, levar a vida assim é muito difícil! Os pesos acabam sendo sempre muito pesados e a realidade fica distorcida, estranha e dolorosa.

As pessoas que vivem em sofrimento constante não enxergam chances de melhora ou mudança. É a típica Síndrome de Gabriela: “Eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim…”

Sair desse fluxo não é impossível. Porém, leva tempo e exige muita dedicação, visto que se faz necessário transformar muitos pensamentos limitantes.

Escolhendo não sofrer

É assim que chegamos na frase citada no início do texto. Você precisa entender que o sofrimento é sim uma escolha, para então começar a modificar a forma como encara os problemas.

É claro que as coisas vão te afetar, afinal você é um ser com emoções e sentimentos, por isso a dor é inevitável.

Dificilmente alguém levará um pé na bunda e não sentirá aquela angústia, o medo do futuro e coisas assim. Sentir as emoções e dores é fundamental para garantir a saúde mental, como já citamos aqui.

Mas cabe a você escolher o que fazer com essa dor. Pode sofrer e sentir pena de si, ficar durante meses chorando o fim e se perguntando os porquês. Ou pode sentir a dor, pensar no que pode fazer a partir dessa realidade que se mostra.

É preciso ser prático, respeitar o tempo que a dor exige, senti-la como for necessário e, após isso, decidir o que fará com isso. Sei que é muito mais fácil falar do que fazer mas, se praticado com frequência, aos poucos a mudança acontece.

Entenda que você é o dono de sua vida, as rédeas estão em suas mãos e você tem escolhas. Cabe a você escolher o que é melhor para si.

Se precisar de ajuda pode contar comigo ????

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    um pouco de vergonha · 30 nov 2016 Agressividade

    Eu sou uma pessoa um tanto solitaria, gosto de ficar sozinho so penssando como sera a minha vida e oque vou fazer depois que deixar de penssar no que estiver penssando…mas a algumas semana…

    eu percebi e eu so presto para tirar notas baixas e trazer disgostos a minha família, eu comecei a ficar meio depreasivo por dentro, e com o passar do tempo eu comecei a gostar de me odiar e me fazer sofrer emocionalmente, sinto prazer em chorar e morder meus labios, braços e dedos ou Simplismente penssar em algo que me deixe muito magoado….

    A melhor resposta 2 DEZ 2016 · Esta resposta foi útil a 12 pessoas

    meu querido, procure ajuda psicologica ok? vc vai descobrir-se tendo muitas coisas positivas e se reconhecer como alguem que merece ter e ser tudo de bom, ok? sou sandra elena carosio-psicologa-sexologa-hipnoterapeuta-

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    7 DEZ 2016 · Esta resposta foi útil a 8 pessoas

    Bem, se você querer virar essa página, procure ajuda psicológica rapidamente, pois se acomodou neste situação de pena de si mesmo, e não consegue reagir sozinho. Enquanto isso lá fora a vida vai passando e com ela inúmeras oportunidades de viver. Não tenha vergonha de enfrentar, a maioria das pessoas necessita de coragem para seguir em frente. Vamos sair dessa e buscar ajuda?

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    2 DEZ 2016 · Esta resposta foi útil a 10 pessoas

    Olá!
    Parece que seus pensamentos estão muito vinculados a uma baixa autoestima.

    É importante que procure ajuda de um psicólogo para que através do processo de autoconhecimento seja possível se fortalecer emocionalmente e minimizar seus conflitos interiores, que os levam a buscar a dor para sentir-se ''punido'', seja mordendo os lábios ou buscando situações mais deprimidas. Não deixe de procurar ajuda,

    Maitê Hammoud

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    1 DEZ 2016 · Esta resposta foi útil a 11 pessoas

    Eu acho que você ainda não teve outra possibilidade de vida, e por isso reage dessa forma que pelo que diz não está fazendo bem a você ou aos que estão a sua volta.

    Pode ser hora de repensar e mudar seus hábitos no sentido de uma vida mais significativa para você.

    Busque ajuda, busque um psiquiatra primeiro e em seguida um psicólogo, esta dor vai ser amenizada e novas habilidades poderão ser desenvolvidas até que você se sinta bem. Um abraço,

    Márcia Costa

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    30 NOV 2016 · Esta resposta foi útil a 12 pessoas

    Boa tarde, senhor “não digo…

    “, compreendo o que você trouxe em sua narrativa, agora faço-te uma pergunta, qual a relação de ganho neste comportamento? O que você espera conseguir com este tipo de comportamento? Você percebe que seu pensamento está no futuro, mas seu comportamento está estagnado no passado, ou seja, você tem potencial para seguir adiante, mas por medo, se autossabota evitando assumir novas responsabilidades, e aí é como se você se punisse por essa ação se machucando física e psicologicamente.
    Agora se você estivesse numa situação confortável e sadia não estaria procurando os profissionais deste site, o que fica subtendido que você quer sair dessa, mas evita por medo, mas cuidado para o medo não roubar seus sonhos. Você está de parabéns por ter procurado ajuda no lugar certo, agora continue e procure um psicólogo de sua cidade para trabalhar nestas demandas que está te trazendo sofrimento e desequilíbrio emocional.
    Att. à Psicóloga Ussénade!

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