Como Se Chama Um Rio Que Desagua Noutro?

Foz, também conhecida como desembocadura, é o local onde um curso d'água (como um rio) deságua em uma significativa acumulação de água como um lago, outro rio, mar ou o oceano.

Leia também: Quais são as partes de um rio?

Tipos de foz

A foz pode ser classificada em três tipos, que variam segundo as características do curso d'água, sua localização e a topografia.

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São eles:

1) Delta: A foz do tipo delta é aquela em que se formam vários canais ou ramificações aos quais o curso d'água liga-se ao corpo d'água em que desaguará. Esses canais são entremeados de ilhas e característicos de rios de planície, ou seja, áreas de pouca declividade. Exemplos: Rio Paranaíba, no Brasil, e o Rio Nilo, no Egito.

Como Se Chama Um Rio Que Desagua Noutro? A foz em delta é comum em rios de planície e apresenta várias ramificações, que formam ilhas.

2) Estuário: A foz do tipo estuário é aquela em que o curso d'água deságua por meio de um único canal, não havendo nenhuma outra ramificação, ou seja, uma ligação direta com o corpo d'água no qual desembocará. É característico de locais onde não há depósito/acumulação de sedimentos. Exemplo: Rio Congo, na África.

Como Se Chama Um Rio Que Desagua Noutro? A foz em estuário não apresenta ramificações, sendo, portanto, um único canal de desembocadura.

3) Mista: A foz do tipo mista é aquela que apresenta tanto a foz do tipo delta quanto a foz do tipo estuário, ou seja, apresenta ramificações bem como um canal único de desembocadura. O grande exemplo é a foz do Rio Amazonas, no Brasil. O rio apresenta algumas ramificações laterais e uma foz principal com canal único sem ramificações.

Como Se Chama Um Rio Que Desagua Noutro? O Rio Amazonas é exemplo de foz mista no Brasil.

Tipo de foz predominante no Brasil

Predomina no Brasil foz do tipo estuário, que apresenta um único canal.

Há também presença de foz do tipo delta, como o Rio Piranhas (na Paraíba) e o Rio Paraíba do Sul (banha São Paulo e Minas Gerais). Há no Brasil também um exemplo de foz mista, que é o caso do Rio Amazonas.

Os rios no Brasil são em sua maioria rios de planalto e perenes (rios que não desaparecem no período da seca).

Saiba também: Amazônia e água no Brasil

Como Se Chama Um Rio Que Desagua Noutro? No Brasil, os rios, predominantemente, apresentam foz em estuário, ou seja, há um único canal de desembocadura.

O que é afluente?

Afluentes são os cursos d'água ou rios de menor volume que deságuam em rios maiores, aumentando ainda mais o volume destes. Juntos drenam uma bacia hidrográfica. É válido dizer que os afluentes não desembocam no oceano como ocorre com os rios principais.

Como Se Chama Um Rio Que Desagua Noutro? Afluentes são cursos d'água que deságuam em um corpo d'água principal.

O que é estuário?

Estuário é uma área larga e extensa, como uma baía, que representa a transição entre um rio e o mar, ou seja, há a mistura de água doce, próxima a sua cabeceira, e água salgada, próxima de sua desembocadura. Essas áreas normalmente apresentam uma elevada biodiversidade.

Saiba mais: Diferença entre rio, córrego, ribeirão e riacho

É importante dizer que estuário é um conceito, como já dito anteriormente, utilizado para caracterizar uma foz em contraposição à foz do tipo delta. Contudo, uma região de delta também pode ser considerada um estuário, visto que o estuário pode ser classificado segundo a sua forma, sua origem e o volume do curso d'água.

Essas classificações são caracterizadas por fatores como diferentes densidades dos corpos d'água, aumento e baixa da maré, variações do fluxo do rio, entre outros. Um exemplo de estuário é a Baía de São Francisco, na Califórnia, Estados Unidos.

Como Se Chama Um Rio Que Desagua Noutro? A Baía de São Francisco é um exemplo de estuário, uma zona de transição entre rio e oceano.

O que é leito?

Leito corresponde à área percorrida por um fluxo d'água, por exemplo de um rio.

Pode ser classificado em leito aparente (espaço no qual percorre o fluxo d'água e os materiais transportados por ele); leito maior (corresponde a uma planície de inundação, ou seja, uma área inundada em períodos de cheia) e leito menor (espaço ocupado por um corpo d'água de menor volume).

Leia mais: Por que não podemos beber água do mar?

Partes de um rio

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  4. Partes de um rio

As partes de um rio mais conhecidas são a nascente, leito e foz. Entretanto, existem outros conceitos que se relacionam com a estrutura de um curso d'água

Rio é uma corrente de água natural que se dirige para o mar, para um lago ou para outro rio. Córrego, riacho, regato ou ribeirão são rios mais estreitos, mais rasos ou com menor volume de água ou extensão.

Partes de um rio

  • Nascente: é o local onde a água subterrânea atinge a superfície, dando origem a um curso d’água. O ponto onde a água aflora é também chamado de olho d’água, mina, fonte, bica ou manancial;
  • Leito: é o espaço ocupado pelas águas. É o caminho que o rio percorre;
  • Margem: é o local onde a água encontra-se com a terra. Costuma-se utilizar esse termo para referir-se à beira da água de um rio ou de um lago quando se encontra com terra;

Como Se Chama Um Rio Que Desagua Noutro? O caminho por onde um rio passa é o leito, e a margem é o local onde o rio encontra-se com a terra

  • Foz: é o local onde uma corrente de água, como um rio, deságua. Sendo assim, um rio pode ter como foz outro rio, um grande lago, uma lagoa, um mar ou o oceano;
  • Afluente: é o curso d’água que deságua em um rio principal ou em um lago. São os afluentes que alimentam o rio principal;Não pare agora… Tem mais depois da publicidade 😉
  • Subafluente: é o rio que deságua no rio afluente;
  • Meandro: é o caminho tortuoso de um curso d’água;
  • Confluência: é o ponto de junção entre dois fluxos d'água para formar um novo rio.

Como Se Chama Um Rio Que Desagua Noutro? Os meandros são as curvas que o rio faz, e a confluência é o encontro de dois ou mais rios

Além das divisões de um curso d'água, vejamos também alguns conceitos relacionados à hidrografia:

  • Montante: é o sentido contrário ao que corre o fluxo do rio, em direção à nascente;
  • Jusante: é o sentido da correnteza em um curso d’água, da nascente para a foz;
  • Rio de planalto: rio que corre em terras altas. Geralmente é caudaloso e apresenta quedas de água que podem ser aproveitadas para geração de energia elétrica ou para o turismo;
  • Rios de planície: rios que correm em áreas planas. São bons para a navegação quando não há obstáculos;
  • Bacia hidrográfica: é o conjunto de todos os elementos de um rio e as terras drenadas pelo curso d'água.

Como Se Chama Um Rio Que Desagua Noutro? Conhecer as partes de um rio é importante para analisar qualquer rede ou bacia hidrográfica

Publicado por: Amarolina Ribeiro

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O Rio São Francisco, apelidado de “Velho Chico” é o maior rio totalmente nacional e um dos mais importantes rios do país, especialmente para a Região Nordeste. Com uma riqueza econômica, cultural e social, o rio São Francisco perpassa seis estados do Brasil e conta com diversos afluentes e juntos constituem a Bacia do Rio São Francisco.

Leia também: Bacias hidrográficas

Tudo sobre o Rio São Francisco

O Rio São Francisco abrange a maior parte do semiárido nordestino, além de banhar os estados de Minas Gerais, Bahia, Goiás, Distrito Federal, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. Alcança cerca de 507 municípios onde vivem aproximadamente 13 milhões de pessoas, como Penedo (AL) , Pirapora (MG), Juazeiro (BA), Paulo Afonso (BA), Três Marias (MG), entre outros.

É um rio perene, ou seja, não desaparece no período da seca e possui, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, cerca de 2.700 km de extensão, equivalendo a 8% do território brasileiro. O rio São Francisco drena uma área de aproximadamente 641.000 km2 com uma vazão média por segundo de 2.846 metros cúbicos de acordo com a Agência Nacional das Águas.

Leia também:  Como E Que O Lince Iberico E Protegido Em Portugal?

Sobre sua navegabilidade, o Rio São Francisco apresenta condições naturais para a navegação nos trechos entre Pirapora no estado de Minas e Juazeiro na Bahia e de Pirapora à foz do rio em Alagoas.

Saiba mais: Conheça quais são os tipos de rios.

Onde nasce e onde deságua o Rio São Francisco?

Como Se Chama Um Rio Que Desagua Noutro? A nascente do Rio São Francisco encontra-se no estado de Minas Gerais.

Até 2002 acreditava-se que a nascente do rio São Francisco localizava-se no alto do Parque Nacional da Serra da Canastra, no estado de Minas Gerais, no município São Roque de Minas.

Por meio dos estudos realizados pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales dos São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), descobriu-se em 2002 que a nascente do rio São Francisco é na verdade o Rio Samburá, localizado em Medeiros no estado de Minas Gerais. Assim, a nascente histórica é na Serra da Canastra e a nascente geográfica é o Rio Samburá.

Como Se Chama Um Rio Que Desagua Noutro? Foz do Rio São Francisco entre Alagoas e Sergipe.

O Rio São Francisco possui sua foz (local onde ocorre o deságue do curso d'água) entre os estados do Alagoas e Sergipe. Depois de percorrer quase três mil quilômetros, o rio deságua no Oceano Atlântico, tornando-se, portanto, uma divisa natural entre os estados.

Bacia do Rio São Francisco

A Bacia do Rio São Francisco tem como principal rio o próprio São Francisco.

Abrange a área dos estados de Minas Gerais, Bahia, Goiás, Pernambuco, Sergipe, Alagoas e parte do Distrito Federal. A bacia drena uma área de aproximadamente 641.000 km2. A área da bacia é compreendida pelos biomas Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica.

Cerca de 62,5 % da bacia encontra-se na Região Nordeste; 36,8% na Região Sudeste e 0,7% na Região Centro-Oeste.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, a Bacia do Rio São Francisco divide-se em quatro regiões fisiográficas, ou seja, com características físicas específicas presentes em uma área1. São elas:

  1. Alto São Francisco: corresponde à área entre a nascente do rio até Pirapora e Montes Claros, no estado de Minas Gerais, com cerca de 702 km de extensão.

  2. Médio São Francisco: corresponde à área entre o munícipio de Pirapora até Remanso, no estado da Bahia, com cerca de 1.230 km de extensão.

  3. Submédio São Francisco: corresponde à área entre os estados da Bahia e Pernambuco com cerca de 440 km de extensão.

  4. Baixo São Francisco: corresponde à área entre Paulo Afonso, na Bahia, e a foz do rio entre os estados de Alagoas e Sergipe com cerca de 214 km de extensão.

Principais características da bacia de acordo com dados do Ministério do Meio Ambiente:

Características Alto São Francisco Médio São Francisco Submédio São Francisco Baixo São Francisco
Clima Predomínio de tropical úmido e temperado de altitude. Predomínio de tropical semiárido e subúmido seco. Predomínio de semiárido e árido. Subúmido.
Precipitação anual Entre 1.000 mm e 2.000 mm. Entre 600 mm e 1400 mm. Entre 800 mm e 350 mm. Entre 350 mm e  1500 mm.
Temperatura 23ºC 24ºC 27ºC 25ºC
Vazão média anual máxima Pirapora 637 m3/s em  fevereiro Juazeiro 4.393 m3/s em fevereiro. Pão de Açúcar 4.660 m3/s em fevereiro. Foz 9.999 m3/s em março.

Leia mais: Descubra os tipos de clima presentes no Brasil

Afluentes do Rio São Francisco

Como Se Chama Um Rio Que Desagua Noutro? Encontro entre as águas do Rio São Francisco e do Rio das Velhas, um de seus afluentes.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, o Rio São Francisco possui 168 afluentes sendo que 99 são rios perenes e 69 rios intermitentes (rios que desaparecem no período de estiagem). Os principais afluentes localizam-se à margem esquerda do Alto São Francisco e Médio São Francisco.

São exemplos de afluentes:

  • Rio das Velhas
  • Rio Abaeté
  • Rio Urucuia
  • Rio Pajeú
  • Rio Paracatu
  • Rio Paraopeba
  • Rio Verde Grande

Transposição do Rio São Francisco

A transposição do Rio São Francisco não é um projeto atual.

A primeira proposta de transpor o rio São Francisco foi apresentada em 1847 a Dom Pedro II pelo engenheiro Marcos de Machado, contudo não foi levada adiante. Tentativas em 1856, 1886 e 1889 também não tiveram sucesso.

Os governos mais recentes como o de Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso também apresentaram o projeto de transposição, mas novamente não saiu do papel.

No ano de 2003, no governo de Lula, o projeto de transposição do Rio São Francisco voltou a ser pauta de discussão e dessa vez saiu do papel.

O presidente iniciou o projeto ao longo do seu mandato, contudo, até os dias de hoje, ainda não foi finalizado.

Atualmente, o projeto atende pelo nome de “Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional”.

O que é a transposição do Rio São Francisco?

É um projeto do Governo Federal para construir canais que liguem os rios perenes como o São Francisco, aos rios intermitentes para atender as populações dos estados do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Qual objetivo?

O objetivo do projeto é “desviar” água do Rio São Francisco a fim de atender áreas que sofrem com a seca extrema. Na região do semiárido, a precipitação média não ultrapassa 800 mm por ano, colocando muitas famílias em estado de precariedade, visto que boa parte da população do semiárido vive de atividades como agricultura e pecuária, e que dependem do regime de chuvas.

Como funciona?

O projeto divide-se no Eixo Norte que corresponde à água captada na região de Cabrobó, em Pernambuco, levando-a para os estados do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. O trecho percorrerá 400 km e operará com vazão contínua de 16,4 metros cúbicos por segundo.

O outro eixo, o Eixo Leste, corresponde à àgua captada na região de Floresta em Pernambuco que será levada até o sertão e agreste de Pernambuco e Paraíba. O trecho percorrerá 220 quilômetros com vazão contínua de 10 metros cúbicos por segundo.

Quais os pontos negativos do projeto?

Há muitas críticas a respeito do projeto de transposição.

Muitos ambientalistas e órgãos ligados ao meio ambiente destacam que o desvio das águas do Rio São Francisco poderá ocasionar retirada de cobertura vegetal de algumas áreas e consequente perda da biodiversidade; o solo será prejudicado, visto que as mudanças na paisagem provocarão favorecimento de processos de lixiviação do solo; alterações na vazão do rio; prejuízo na geração de energia, entre outros.

Importância do Rio para o Nordeste brasileiro

O Rio São Francisco teve papel fundamental na ocupação do Nordeste brasileiro no Período Colonial, permitindo a entrada para o interior do país. Ao longo do processo de colonização, formaram-se às margens do rio diversas comunidades ribeirinhas.

O rio também serviu e ainda serve como via de transporte de alimentos e minérios como o ouro. A navegação foi, portanto, um dos fatores que impulsionou o desenvolvimento da região, visto que o rio apresenta condições favoráveis de navegação, durante todo o ano, por ser um rio perene.

É fato que o São Francisco esteja intrinsecamente relacionado ao desenvolvimento do Nordeste brasileiro.

Muitas comunidades vivem do que ele pode fornecer, por exemplo a pesca e a agricultura favorecida pelas cheias que inundam as áreas e tornam o solo mais fértil. Na agricultura, a fruticultura tem o maior destaque.

A pesca tem reduzido bastante na região devido às instalações das barragens ao longo dos rios, diminuindo o volume de peixes segundo o Ministério do Meio Ambiente.

A construção das barragens, apesar de afetar a atividade pesqueira, representa uma importante atividade proporcionada pelo São Francisco: a geração de energia. Foram instaladas ao longo do rio diversas usinas hidrelétricas como a de Sobradinho, Apolônio Sales, Xingó, Paulo Afonso (I, II, III e IV) e Luiz Gonzaga.

As águas do rio São Francisco abastecem boa parte da região do semiárido, levando água a muitas comunidades que convivem com a seca extrema. Portanto, é um rio de extrema importância não só econômica, mas cultural e social.

Curiosidades sobre o Rio São Francisco

  • É conhecido como “rio da integração nacional” por ligar as regiões Nordeste e Sudeste do Brasil.
  • Conhecido também como “Nilo brasileiro” por tornar férteis as suas margens, propiciando a agricultura.
  • É carinhosamente apelidado de “Velho Chico”.
  • Foi muito utilizado por comunidades quilombolas, como o Quilombo dos Palmares, no abastecimento de água e também como via de transporte de materiais de necessidade da comunidade.
  • É bastante citado em muitas letras de importantes compositores no Brasil, como Luiz Gonzaga.

1 São Francisco – Caderno da Região Hidrográfica. Para acessar, clique aqui.

Rios de Portugal

  • Como Se Chama Um Rio Que Desagua Noutro?
  • Como Se Chama Um Rio Que Desagua Noutro?
  • Rios de Portugal

Vamos começar por falar do que são Rios: são cursos permanentes de água doce, o rio que vai desaguar noutro rio chama-se afluente, Foz é o lugar em que as águas do rio entram no mar ou noutro rio. Chama-se nascente o ponto onde o rio nasce, e leito o terreno por onde corre.As terras que ladeiam o rio chamam-se as margens.

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Os maiores rios que passam em Portugal nascem em Espanha, são eles os seguintes: o Douro, que desagua no Porto; o Tejo, que vai desaguar a oeste de Lisboa; e o Guadiana, que vai ao mar em Vila Real de Santo António. Dos rios que nascem em Portugal, os de maior importância são: o Mondego, que passa por Coimbra e vai desaguar na Figueira da Foz, e o Sado, que entra no mar perto de Setúbal.

  1. Aqui segue a lista dos principais rios de Portugal, mas temos muitos mais:
  2. MINHO – Nasce em Espanha na região de Lugo e desagua em Caminha, tem cerca de 340 km de comprimento e serve de fronteira entre a confluência com o Trancoso e a foz.
  3. LIMA – Nasce em Espanha, a Sul de Orense e desagua em Viana do Castelo.
  4. CÁVADO – Nasce na Serra do Larouco e desagua em Esposende.
  5. Afluentes – Homem.
  6. AVE – Nasce na Serra da Cabreira e desagua em Vila do Conde.
  7. DOURO – Nasce em Espanha, na Serra de Urbion a 2000 m de altitude e desagua no Porto, tem cerca de 930 km.
  8. Afluentes da margem direita: Sabor, Tua, Corgo, Tâmega e Sousa.
  9. Afluentes da margem esquerda: Côa, Távora, Varosa, Paiva e Arda.
  10. VOUGA – Nasce na Serra da Lapa e desagua em Aveiro.
  11. Afluente da margem direita: Caima.
  12. Afluente da margem esquerda: Águeda.
  13. MONDEGO – Nasce na Serrra da Estrela a 1425 m de altitude e desagua na Figueira da Foz, tem cerca de 227 km.
  14. Afluente da margem direita: Dão.
  15. Afluentes da margem esquerda: Alva, Ceira e Arunca.
  16. LIS – Nasce no maciço calcáreo de Porto de Mós e desagua em Leiria.
  17. Afluente: Lena.

TEJO – Nasce em Espanha na Serra de Albarracim e desagua em Lisboa, tem cerca de 1120 km. Em Portugal tem 275 km. É o maior rio da Península Ibérica.

  • Afluentes da margem direita: Erges, Ponsul, Ocresa, Zêzere, Almonda e Alviela.
  • Afluentes da margem esquerda: Sever, Nisa, Sorraia e Almansor.
  • SADO – Nasce em Ourique a 232 m de altitude e desagua em Setúbal, tem cerca de 175 km.

Afluentes da margem direita: Roxo, Figueira, Odivelas, Alcáçovas, São Martinho. Marateca e Xarrana.

  1. Afluente da margem esquerda: Campilhas.
  2. MIRA – Nasce na Serra de Mu e desagua em Vila Nova de Mil Fontes, tem 130 km.
  3. GUADIANA – Nasce em Espanha nas Lagoas de Ruidera e desagua em Vila Real de Santo António, serve de fronteira entre a confluênciado Caia e um pouco ao Norte de Mourão e depois entre o Xança e a foz.
  4. Afluentes da margem direita: Caia, Degebe, Cobres e Vascão.
  5. Afluentes da margem esquerda: Ardila e Xança.

Partes de um rio – Brasil Escola

Rio é um curso de água natural que corre de uma parte mais elevada para uma mais baixa e que deságua em outro rio, no mar ou em um lago. No Brasil, há uma grande variedade de denominações para os cursos d'água: rio, riacho, ribeirão, córrego etc.

Os rios são de grande importância para a organização do espaço geográfico. Podem ser usados para a irrigação, geração de energia elétrica, via de transporte e abastecimento de residências e empresas. Além disso, a pesca constitui uma importante atividade econômica e fonte de alimento para diversas famílias. Por essa razão, é indispensável conhecer melhor esses cursos d'água.

Partes de um rio

  • Nascente: é o local onde a água subterrânea atinge a superfície, dando origem a um curso d’água. O ponto onde a água aflora é também chamado de olho d’água, mina, fonte, bica ou manancial;
  • Leito: é o espaço ocupado pelas águas, isto é, é o caminho que o rio percorre;
  • Margem: é o local onde a água se encontra com a terra. Costuma-se utilizar esse termo em referência à beira da água de um rio ou de um lago quando se encontra com a terra;
  • Afluente: é o curso d’água que deságua em um rio principal ou em um lago. São os afluentes que alimentam o rio principal;
  • Subafluente: é o rio que deságua no rio afluente;Não pare agora… Tem mais depois da publicidade 😉
  • Confluência: é o ponto de junção entre dois fluxos d'água, que se reúnem para formar um novo rio;
  • Meandro: é o caminho tortuoso de um curso d’água;
  • Foz ou embocadura: é o local onde uma corrente de água, como um rio, deságua. Sendo assim, um rio pode ter como foz outro rio, um grande lago, uma lagoa, um mar ou o oceano;
  • Jusante: é o sentido da correnteza em um curso d’água da nascente para a foz;
  • Montante: é o sentido contrário ao que corre o fluxo do rio, em direção à nascente.
  • Como Se Chama Um Rio Que Desagua Noutro? Os cursos d'água possuem partes classificadas como nascente, foz, meandro, afluentes e subafluentes Título: Partes dos cursos d'água
  • Além das partes dos rios, há outros conceitos relacionados com a Hidrografia que são essenciais para conhecer melhor os cursos d'água.
  • Vejamos algumas dessas definições:
  • Rios de planalto: correm em terras altas, geralmente são caudalosos, apresentam quedas de água e podem ser aproveitados para geração de energia elétrica ou para o turismo;
  • Rios de planície: correm em áreas planas e são bons para a navegação quando não há obstáculos.
  • Bacia hidrográfica: é o conjunto de todos os elementos de um rio e as terras drenadas pelo curso d'água.
  1. Por Amarolina Ribeiro
  2. Graduada em Geografia

como se chama um rio que deságua em outro rio

Qual opção apresenta unicamente elementos culturais? *
A) Automóveis, pontes e morros.
B) Motocicletas, helicópteros e rodovias.
C) Viadutos, plantaçõ

es e matas.
D) Edifícios, casas e mares.

Existe alguma relação entre a desigualdade social e a globalização? Se sim, qual? *​

Explique uma ideia que se pretende transmitir para um observador no Mapa 2. ​

Relacione as enchentes e os deslizamentos ao processo de transformação da paisagem . Me ajuda??!!!

A economia mundial influencia outros setores da sociedade. Sobre esse tema, considere as seguintes afirmativas:I – O atual modelo assumido pela econom

ia mundial coloca países subdesenvolvidos e desenvolvidos em um mesmo patamar socioeconômico e cultural.

II – A presença da rede McDonald’s em países como a Índia e a China mostra a eficácia dos modelos de consumo ocidentais difundidos pela ruptura de barreiras comerciais.

III – Cuba é um dos poucos países do mundo ocidental que se mantém fora do circuito mundial do comércio, da informação e da comunicação, embora na atualidade se verifiquem algumas mudanças na participação cubana nesses setores.IV – A abertura econômica da China tem sido acompanhada por um acelerado processo de democratização do país.

Assinale a alternativa correta. *
4 pontos
a Somente a afirmativa I é verdadeira.
B Somente as afirmativas II e III são verdadeiras.
C Somente as afirmativas II e IV são verdadeiras
D Somente as afirmativas I, II e III são verdadeiras
E Somente as afirmativas I, III e IV são verdadeiras.

O Nordeste é uma região que se difere muito em suas paisagens, climas e distribuição de chuva, pois chove muito em algumas áreas, mas em outras a es

tiagem pode durar anos.

Por esse motivo e para melhor administrá-la, foi dividida em quatro sub-regiões.

Assinale a alternativa que indica os nomes dessas sub-regiões
(A) Zona da Mata, Agreste, Sertão e Nordeste
(B) Zona da Mata, Agreste, Sertão, e Meio Norte
(C) Litoral, Mata Atlântica, Sertão e Meio Norte
(B) Zona da Mata, agreste, Norte e Nordeste.

não nessecito mais obg :3 ​

qual o principal característica do bioma Amazônia​

01-(UECE) Sobre o crescimento da exploração do café no século XIX no Brasil,assinale o correto: a) Essa fase coincide com uma fase de vitalidade e exp

ansão dos mercadoseuropeus e com o desenvolvimento dos Estados Unidos.

b) O café era produzido em larga escala, porém a preços baixos e com baixarentabilidade. c) Desde o período colonial que a produção cafeeira competia no mercadointernacional com a produção açucareira brasileira.

d) O norte do Brasil era, por excelência, a região produtora de café, pois podiacontar com vasta mão de obra escrava.​

Quais são as potencialidades de cada regionalização?

Rio – Wikipédia, a enciclopédia livre

 Nota: “Rios” redireciona para este artigo. Para o estado da Nigéria, veja Rios (estado). Para outros significados, veja Rio (desambiguação).

Foram assinalados vários problemas nesta página ou se(c)ção:

  • As fontes não cobrem todo o texto.
  • Necessita ser reciclada de acordo com o livro de estilo.

Rio Columbia, nos Estados Unidos
Rio Tietê em Barra Bonita

Um rio (do latim rivus) é um curso de água, usualmente de água doce,[1] que flui por gravidade em direção a um oceano, um lago, um mar, ou um outro rio. Em alguns casos, um rio simplesmente flui para o solo ou seca completamente antes de chegar a um outro corpo d'água. Pequenos rios também podem ser chamados por outros nomes, incluindo córrego, canal, riacho, arroio, riachuelo ou ribeira. Não existe uma regra geral que define o que pode ser chamado de rio, embora em alguns países ou comunidades, um fluxo pode ser definido pelo seu tamanho. Muitos nomes de rios de pequeno porte são específicos para a sua localização geográfica. Um exemplo é o termo “burn”, usado na Escócia e no Nordeste da Inglaterra. Às vezes um rio é considerado maior do que um afluente, mas isso nem sempre é o caso, por causa da imprecisão na linguagem.

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O rio faz parte do ciclo hidrológico. A água de um rio é geralmente coletada através de escoamento superficial, recarga das águas subterrâneas, nascentes, e a liberação da água armazenada em gelo natural (por exemplo, das geleiras).

Transportes

Muitos rios são utilizados para transporte, chamado transporte fluvial.[2] No seu curso, dependendo do tamanho e volume das águas, e profundidade, navegam navios, barcos, barcaças e outras embarcações menores. Ressalte-se que há rios com corredeiras e quedas d'água que impedem a navegação, bem como há rios navegáveis em apenas parte de seu curso d'água.

A travessia aérea dos rios dá-se por intermédio de pontes, construídas sob os mais diferentes estilos arquitetônicos. Mas na água, a travessia dá-se através de “feri boats” ou balsas, jangadas, caiaques e outras pequenas embarcações.

Em rios de baixa profundidade, somente é possível navegação com lanchas com hélices aéreas, chamadas de “aero-barcos”.

Problemas sociais

O rio São Francisco, em Sítio do Mato, na Bahia, Brasil

Com o aumento da população mundial e ocupação desenfreada para industrialização e moradia de terrenos ribeirinhos, surgiu um problema grave no meio ambiente: a poluição fluvial, que pode provocar danos irreversíveis ao rio, provocando a morte e até a extinção por completo de espécies de peixes.[3]

Isso somado à clássica iniciativa nociva de aterrar pântanos e banhados gera a cada temporada de chuvas, nas margens de rios e próximo a elas, o problema da enchente, que desabriga muitas famílias repetitivamente a cada ano.[4]

Tipos

Quanto às águas, os rios podem ser de três tipos: rios de águas brancas, rios de águas claras e rios de águas pretas.[5]

Os rios de águas brancas são aqueles cujas águas carregam grandes quantidades de sólidos em suspensão, como magnésio e cálcio, o que os deixa com a água com um aspecto esbranquiçado ou barrento, e baixa visibilidade. Muitos desses rios com parte do curso no Brasil têm origem nas nascentes andinas. Em suas margens, existem áreas de várzeas férteis, propícias para a agricultura.

O Encontro das Águas na confluência dos rios Solimões e Negro, perto de Manaus

Os rios de águas pretas são os que nascem em áreas de sendimentos terciários. Esses rios têm geralmente água ácida devido às grandes quantidades de substâncias orgânicas dissolvidas, provenientes de solos arenosos cobertos por vegetação. O rio Negro, localizado em três países (Venezuela, Colômbia e Brasil), é um exemplo de rio de água preta.

Os rios de águas claras, ou águas azuis, são os rios com pouca quantidade de sólidos em suspensão e aspecto cristalino, o que lhes permite uma grande visibilidade. Exemplos desses rios são os que correm na Região Centro-Oeste do Brasil e na região das Guianas.

Temporalidade

O rio pode ser perene, quando há sempre água fluindo em seu leito, ou seja, não seca durante o ano, ou intermitente (ou temporários), que durante a época de chuva (ou “cheias”), geralmente no inverno, apresenta bastante água em seu curso e durante a estiagem (ou período das “secas”), normalmente no verão, desaparece temporariamente.

Ecologia

Apesar de cobrirem apenas 1% da superfície da terra, os rios e os lagos, albergam 17 000 espécies de peixe, o que representa um quarto de todos os vertebrados[6].

Sinonímia

Há vários outros termos utilizados para cursos d'água, vários deles característicos de determinadas regiões do Brasil ou de Portugal:

  • Arroio – usado na Região Sul do Brasil, especialmente no estado do Rio Grande do Sul. Exemplos: arroio Dilúvio, arroio Chuí, arroio Grande, arroio do Ouro.
  • Braço – exemplos: braço esquerdo do Mapuá e braço do Macaco.
  • Barranco – exemplo: barranco da Amoreira, afluente do Guadiana.
  • Canal – exemplos: canal Campos-Macaé e canal Sernambetiba.
  • Corga ou Corgo – exemplos: corga do Vale das Antas, afluente do rio Castro Laboreiro e corgo de Areias, afluente do Guadiana.
  • Corixo ou corixa – exemplos: corixa do Destacamanto e corixo Grande.
  • Córrego – exemplos: córrego da Traição, córrego Buriti, córrego do Messias e córrego do Ouro.
  • Desaguadouro – exemplos: desaguadouro da lagoa Mandioré.
  • Esteiro – exemplos: esteiro de Canelas, afluente do Vouga.
  • Furo – exemplos: furo Aturira, furo Curto, furo Matamata e furo Retiro.
  • Grota – exemplos: grota Bananeira e grota do Corguinho.
  • Igarapé – usado na região Norte do Brasil, principalmente na Amazônia. Exemplos: igarapé Bahia, igarapé do Paracuri, igarapé Marreta, igarapé Yamanaka, igarapé Luís de Albuquerque, igarapé Três Buritis, igarapé São Francisco e igarapé Castanhal.
  • Lajeado – termo usado nos estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo para designar cursos d'água repletos de rochas em seu leito. Exemplos: Lajeado Alegre, Lajeado Grande e Lajeado Bugre.
  • Paraná – exemplos: paraná Bom Jardim, paraná das Cutias e paraná do Saraiva.
  • Regato – exemplo: regato de Nespereira, afluente do rio Vizela.
  • Riacho
  • Riachinho
  • Riachuelo
  • Ribeira – o termo mais usado em Portugal na composição dos topónimos de cursos de água de certa importância, que não sejam rios. Eexemplos: ribeira da Quarteira no Algarve, ribeira de Odlouca, afluente do rio Arade.
  • Ribeiro – exemplo: ribeiro da Teixeira, afluente do Cávado.
  • Ribeirão
  • Sanga: nome utilizado no Sul do Brasil para designar cursos d'água muito pequenos.
  • Sangradouro
  • Vala – exemplo: vala de Alpiarça, afluente do Tejo.
  • Várzea
  • Vazante

Elementos de um rio

  • Afluente é o nome dado aos rios menores que desaguam em rios principais.
  • Confluência Termo que define a junção de dois ou mais rios ou ainda a convergência para um determinado ponto.
  • Foz é o local onde desagua um rio, podendo dar-se em outro rio, em um lago ou no oceano.
  • Jusante é qualquer ponto ou seção do rio que se localize depois (isto é, em direção à foz) de um outro ponto referencial fixado.
  • Leito Local onde o rio corre. É o solo que fica entre as margens, por onde as águas do rio escorrem.
  • Margem As laterais do curso do rio que delimitam sua largura. Virado para jusante tem-se à direita a margem direita e à esquerda a margem esquerda.
  • Montante é qualquer ponto ou seção do rio que se localize antes (isto é, em direção à nascente) de um outro ponto referencial fixado.
  • Nascente é o ponto onde se originam as águas do rio.
  • Talvegue é a linha que se encontra no meio da região mais profunda de um rio e onde a corrente é mais rápida.
  • Tipos de drenagem
  • Vau sitio onde corre a água

Ver também

Ver também a categoria: Rios por país

  • Lista dos rios mais extensos do mundo
  • Fluvial
  • Rio voador

Referências

  1. ↑ «Rios». Brasil Escola. Consultado em 20 de fevereiro de 2012 
  2. ↑ «O uso dos rios como transporte na cidade de São Paulo». São Paulo Mais Barata. Consultado em 20 de fevereiro de 2012. Arquivado do original em 4 de junho de 2012 
  3. ↑ «Poluição dos Rios». Luis Info. Consultado em 20 de fevereiro de 2012 [ligação inativa]  |arquivourl= é mal formado: timestamp (ajuda)
  4. ↑ «Enchentes». Brasil Escola. Consultado em 20-2-2s012  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  5. ↑ Artigo: Rios de águas azuis pretas e brancas, Pantanal News, por Hiram Reis e Silva
  6. ↑ «ery few of world's rivers undamaged by humanity, study finds» 

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:

Citações no Wikiquote

Categoria no Commons

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  • Portal da geografia
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Rio Este.Um Rio cheio de emoções

Desagua noutro rio? Qual?: Rio Ave – afluente da margem direita Extensão (km): 45 Foz: Madorra – Touguinha – Vila do Conde

Nascente: Este – Este (São Mamede) – Braga

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