Como Se Chama Um Pato Que Não Se Da Com Outros Patos?

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Essas aves, domesticadas há séculos pelo homem, têm uma relação de parentesco tão próxima que são classificadas como membros da mesma família, a Anatidae. Elas só se diferenciam nos gêneros e em suas respectivas espécies.

Em comum, patos, gansos, marrecos e cisnes têm a capacidade de flutuar sobre a água e a habilidade para nadar – apesar de os gansos normalmente preferirem mesmo ficar em terra firme. Dentro do quarteto, os patos são os mais numerosos, dividindo-se em mais de 90 espécies.

Os marrecos são tão parecidos com eles que alguns biólogos os consideram espécies de patos, apesar de haver uma diferença anatômica no bico desses dois tipos de aves (veja nos textos ao lado). Já os cisnes têm como marca registrada o pescoço alongado e o porte majestoso.

O cisne-do-pescoço-negro (Cygnus melanocoryphus) e a capororoca (Coscoroba coscoroba) são as únicas espécies desse tipo de ave naturais da América do Sul.

Os gansos, por sua vez, dividem-se entre os gêneros Anser (com plumagem cinza) e Branta (negros). O ganso-do-canadá (Branta canadensis) é a espécie mais numerosa das Américas e de tão popular tem sua imagem estampada na cédula canadense de 100 dólares.

“Na comparação de tamanhos, os cisnes são os maiores do grupo, seguidos pelos gansos, patos e marrecos”, diz a bióloga Fernanda Junqueira Vaz, da Fundação Zoológico de São Paulo.

Gansos e cisnes têm uma curiosidade em comum: eles escolhem um parceiro para o resto da vida, ao contrário dos patos e marrecos.

Quarteto domesticado Há séculos esses bichos são usados pelo homem na culinária e até como “cães de guarda”

CISNE – Bonito e veloz

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Essas são as maiores aves do quarteto, sendo que indivíduos de algumas espécies podem pesar mais de 20 quilos e ter até 1,70 metro de comprimento. Sua característica física marcante é o pescoço longo.

Além da beleza e da docilidade, os cisnes nadam com uma elegância inigualável, por isso são bastante usados como aves de ornamentação em lagos artificiais.

Na natureza têm a fama de excelentes voadores, desenhando uma formação em “V” no céu quando migram em bandos.

Na culinária: hoje é raro o consumo dessa ave, mas até meados do século 19 a coisa não era bem assim na Inglaterra. O cisne assado era um prato tradicional na ceia de natal da rainha Vitória (1819-1901) — o peru só entraria no cardápio a partir da década de 1850.

GANSO – Patrulheiro histérico

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Os gansos foram domesticados há 4 mil anos, no antigo Egito. Eles gostam de andar em bandos e, em cativeiro, são capazes de viver 50 anos.

Além de serem criados para ornamentação, os gansos também são usados como animais de guarda, pois soltam ruídos estridentes quando percebem a chegada de estranhos ao lugar onde moram.

Na natureza, a maior parte das espécies de gansos é encontrada no Hemisfério Norte. Eles medem entre 64 centímetros e 1,14 metro.

Na culinária: a carne e os ovos dessa ave não costumam ser muito consumidos. Em compensação, seus miúdos, mais especificamente o fígado, são uma iguaria cobiçada. É com fígado gordo de ganso (ou pato) que é feito o tradicional foie gras , um requintado patê que surgiu ainda na Antiguidade e que hoje é uma especialidade francesa.

PATO – O mais popular

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Os patos, que medem entre 45 e 80 centímetros, são as aves da família Anatidae mais encontradas no mundo. A semelhança anatômica com os marrecos faz com que esses dois tipos de animais sejam freqüentemente confundidos.

A principal diferença entre eles está no bico. O dos patos costuma ter uma protuberância perto das narinas, enquanto o dos marrecos é bem liso.

Hábeis nadadores, alguns patos são capazes de mergulhar a até 17 metros de profundidade.

Na culinária: apesar de não ter uma carne tão consumida como a de frango, o pato é usado em famosas receitas internacionais (como o “pato com laranja”, de origem francesa) e regionais (como o “pato no tucupi”, prato típico do Norte do Brasil). O ovo de pata, por sua vez, não tem bom valor comercial, apesar da antiga fama de ser afrodisíaco.

MARRECO – Caçula da turma

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Os marrecos são “irmãos gêmeos” dos patos, apesar de, em geral, serem menores que estes – atingem entre 35 e 50 centímetros. Os marrecos e os patos se diferenciam dos gansos principalmente quando estão em pé.

Os dois primeiros mantêm seu corpo mais na horizontal em relação ao solo, enquanto os gansos ficam numa posição verticalizada.

No Brasil, as espécies mais conhecidas são o paturi (Nomonyx dominicus) e o irerê (Dendrocygna viduata ), que aparece na foto ao lado.

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Na culinária: o marreco é bastante consumido na região Sul do Brasil. Um prato típico de origem alemã, o marreco recheado com repolho roxo, conquistou catarinenses e gaúchos e acabou dando origem à Fenarreco (Festa Nacional do Marreco), que acontece todos os anos em Brusque (SC).

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  • – Por que o pato não se molha ao entrar na água?
  • – É verdade que o “quac” do pato não produz eco?

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A piada mais engraçada da história e os limites do humor negro

Como Se Chama Um Pato Que Não Se Da Com Outros Patos?O pato é o animal mais engraçado, segundo um estudo científico.Reuters

Em uma terça-feira, 30 de janeiro de 1962, três estudantes de um internato religioso feminino em Kashasha (Tanzânia) começaram a rir. A risada delas era tão contagiante que as colegas que passavam por elas também caíam na gargalhada. A risada se espalhou por todas as salas de aula, até contagiar metade do colégio.

Quase uma centena de pessoas não conseguia parar de rir. Semanas se passaram e as pessoas continuavam rindo. A escola teve que fechar.

As meninas que voltaram para suas casas em outras cidades contagiaram seus vizinhos. A epidemia de gargalhadas atingiu Nshamba, uma cidade de 10.000 habitantes, onde centenas de pessoas também começaram a dar risada.

Ao todo, 14 escolas foram fechadas e 1.000 pessoas sofreram surtos de riso incontrolável.

A epidemia desapareceu 18 meses após ter começado e foi descrita em um estudo científico de 1963, publicado na revista especializada Central African Journal of Medicine.

Uma epidemia de riso na Tanzânia em 1962 fez com que 14 escolas fechassem e afetou cerca de mil pessoas

O caso é lembrado pelo neurocientista Scott Weems em seu livro Ha! A Ciência de Quando e Por Que Rimos ( ainda não publicado no Brasil). “Ha! é uma ideia. A ideia é que o humor e seu sintoma mais comum —o riso— são subprodutos de se possuir um cérebro que é baseado no conflito”, escreve Weems.

O cérebro humano, explica, constantemente se adianta aos acontecimentos e gera hipóteses. “No entanto, às vezes leva ao conflito, por exemplo, quando tentamos lidar com duas ou mais ideias contraditórias ao mesmo tempo. Quando isso acontece, nosso cérebro só consegue pensar em uma coisa: rir.

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Apoiado por uma bibliografia de 135 estudos científicos, Weems descreve o humor como “nossa resposta natural ao conflito e à confusão”.

O neurocientista, formado pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles (EUA), recorda que, apenas uma semana após os ataques de 11 de setembro de 2001, o comediante Gilbert Gottfried fazia uma apresentação no Friar’s Club, em Nova York. A cidade ainda cheirava a queimado. Os colegas que o precederam no palco não haviam tocado no tema dos ataques terroristas.

Limitaram-se a fazer piada sobre o tamanho do pênis do convidado de honra da noite, o fundador da Playboy, Hugh Hefner. Mas Gottfried ganhou notoriedade quando o público aplaudiu uma de suas piadas sobre os muçulmanos. Com o microfone, proclamou:

– Esta noite tenho que sair cedo. Tenho que voar para Los Angeles. Não consegui um voo direto e terei de fazer uma escala no Empire State Building.

Todo mundo prendeu a respiração. Depois do silêncio, surgiram vaias e gritos de “Ainda é muito cedo para brincar com isso!”. Gottfried, um humorista com duas décadas de experiência no palco, enfrentava um público indignado, mas não se intimidou. Olhando para a plateia, começou uma nova piada:

—Muito bem. Um caça-talentos está sentado em seu escritório. Entra uma família: um homem, uma mulher, dois filhos e um cachorrinho. Então o caça-talentos pergunta: “Que tipo de show vocês sabem fazer?”.

As piadas sobre a tragédia do ‘Challenger’ surgiram cerca de 17 dias após o acidente

O que se seguiu foi uma sucessão de escatologia, bestialidade, incesto e sexo depravado sem tabus, “literalmente a piada mais suja do mundo”, disse Weems. O público explodiu em gargalhadas. “A apresentação foi tão memorável que fizeram um filme sobre a piada, com a atuação de Gottfried como clímax, intitulada Os Aristocratas”, lembra.

Quando se pode brincar com uma tragédia? Onde estão os limites do humor? Weems lembrou que, em 1986, após a explosão do ônibus espacial Challenger, com sete tripulantes a bordo, uma piada ficou muito popular: “O que significa a sigla NASA? Necessitamos Agora de Sete Astronautas”. Um estudo mostrou que as piadas sobre a tragédia surgiram cerca de 17 dias após o acidente. A morte da princesa Diana teve um período de pausa mais curto. E o dos ataques terroristas de 11 de Setembro foi muito mais longo. O autor do estudo, Bill Ellis, da Universidade Estadual da Pensilvânia, classificou as piadas sobre o Challenger por data e local de ocorrência. O acidente foi em 28 de janeiro de 1986. Em 22 de fevereiro, na cidade de Shippensburg, contava-se esta piada: Você sabe qual é a bebida oficial da NASA? Seven Up (sete acima, em inglês).

“Nosso fascínio pelo humor negro demonstra a imensa variedade de piadas de mau gosto: as que têm a ver com o Challenger, a Aids e Chernobyl, para citar apenas algumas”, diz Weems. Armado com publicações em revistas especializadas, o neurocientista argumenta que o humor negro não é cruel.

“Inventar alternativas para explicar a sigla Aids é divertido para algumas pessoas, mas gritar ‘hahaha, você é doente!’, em uma ala de oncologia não é engraçado para ninguém.

Rimos de piadas sobre grupos ou acontecimentos apenas quando provocam reações emocionais complexas, mas sem essas reações não temos outra maneira de responder”, reflete.

“Não há uma só piada que agrade a todos. O humor é idiossincrático, porque depende daquilo que nos torna únicos: como lidamos com a discrepância que prevalece em nosso cérebro complexo”, diz.

A melhor prova disso foi um experimento realizado pelo psicólogo Richard Wiseman, da Universidade de Hertfordshire (Reino Unido).

Em 2001, ele lançou um site com a ajuda da Associação Britânica para o Progresso da Ciência, com o objetivo de encontrar a piada mais engraçada do mundo. Recebeu 40.000 piadas e um milhão e meio de votos. A vencedora foi:

O animal mais engraçado é o pato e 18:03 é a hora mais hilária do dia, segundo um estudo

Dois caçadores de Nova Jersey estão andando pela floresta quando um deles cai no chão. Dá a impressão de que não respira e tem os olhos vidrados. Um deles pega o telefone e liga para o serviço de emergência. Diz, ofegante: “Acho que meu amigo está morto! O que devo fazer?”. O operador responde:

“Acalme-se. Vou ajudá-lo. Primeiro, certifique-se de que ele está morto.” Há um silêncio e, em seguida, ouve-se um disparo. De volta ao telefone, o caçador diz: “Ok, e agora?”.

A piada mais engraçada do mundo não tem muita graça, concordam Wiseman e Weems, e isso tem uma explicação científica.

“Como nem todo mundo gosta que as piadas sejam provocadoras, as mais populares costumam agrupar-se perto, embora ainda abaixo, do limiar da provocação mais habitual.

Se uma piada passar muito desse limite, algumas pessoas se acabarão de rir, mas outras não rirão nada. Se ficar muito aquém, todos permanecerão frios”, explica Weems.

O experimento de Wiseman serve para tirar algumas conclusões sobre as piadas. As mais divertidas tinham em média 103 letras. O animal mais engraçado é o pato. A hora mais hilária do dia são 18h03. E o dia mais espirituoso do mês é o 15.

Quanto às nacionalidades, os norte-americanos mostraram “uma clara afinidade por piadas que incluíam insultos ou vagas ameaçadas”.

Esta piada em inglês sobre um texano e um graduado em Harvard fez muito sucesso nos Estados Unidos e pouco fora de suas fronteiras:– Texano: De onde você é? (Where are you from?)– Graduado em Harvard: De um lugar onde não terminamos as frases com uma preposição.

– Texano: Muito bem, de onde você é, imbecil? (OK, where are you from, jackass?) Os europeus, por outro lado, mostraram predileção por piadas absurdas ou surrealistas, como esta: Um paciente diz: “Doutor, ontem à noite tive um lapso freudiano. Estava jantando com minha sogra e quis dizer: “Poderia me passar a manteiga?”. Mas em vez disso disse: “Vaca estúpida, você destruiu minha vida completamente”.

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Esta outra piada agradou a mais da metade dos homens, mas só 15% das mulheres: Um agente de polícia pergunta a um homem que ia pela estrada: “Sabe que sua mulher e seu filho caíram do carro um quilômetro atrás?”. O homem sorri e exclama: “Graças a Deus! Pensei que estivesse ficando surdo!”.

“O humor – especialmente o ofensivo – é idiossincrático. Cada um possui seu próprio limiar do que considera ofensivo e reage de maneira muito diferente quando se cruza esse limiar”, afirma Weems.

Nas páginas da Ha!, o neurocientista recorda a teoria do médico Sigmund Freud de que o humor é nossa maneira de resolver o conflito interior e a ansiedade. “Embora hoje em dia poucos cientistas levem Freud a sério, quase todos reconhecem que há pelo menos algo de verdade em sua teoria.

As piadas que não conseguem nos incomodar nem um pouco não triunfam. É o conflito de querer rir, e ao mesmo tempo não ter certeza se deveríamos, que torna as piadas satisfatórias”, assinala Weems.

Quanto à epidemia de risada da Tanzânia, o autor acredita que “seria fácil afirmar que as meninas simplesmente experimentaram uma crise nervosa”.

Uma interpretação sustenta que sofreram uma histeria coletiva causada pela tensão de uma grande mudança social. Em dezembro de 1961, o país tinha se tornado independente do Reino Unido e a escola tinha abandonado a segregação racial.

Além disso, as alunas eram adolescentes, em plena puberdade, e as pressões eram tremendas, conforme destaca Weems.

“Ao pedir a elas que vivessem em dois mundos de uma vez – nem britânico nem africano, nem branco nem negro, nem adulto nem infantil, mas uma combinação de ambas as coisas – não conseguiram ir adiante. Mas a risada não é uma crise nervosa. […] É um mecanismo de luta, uma maneira de confrontar o conflito. Às vezes esse conflito se apresenta em forma de piada. Às vezes é algo mais complicado”.

Pato – Wikipédia, a enciclopédia livre

 Nota: Para outros significados, veja Pato (desambiguação).

Pato
Classificação científica
Sub-famílias de patos
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Anseriformes
Família: Anatidae
Dendrocygninae
Anatinae
Merginae
Oxyurinae

O pato, no sentido amplo (lato sensu), é uma ave que pertence à família Anatidae.
Em um sentido menos amplo, mas não Stricto sensu, é uma classe de tamanho definindo aves geralmente menores que os anserídeos (gansos e cisnes) e podem ser encontradas tanto em água doce como salgada. Os patos alimentam-se de vegetação aquática, moluscos e pequenos invertebrados e algumas espécies são aves migradoras.

Podem-se identificar os machos principalmente pela coloração diferente mais vistosa (visto que a grande maioria das espécies de patos tem dimorfismo sexual), e também por diferenças comportamentais.
Algumas espécies de patos (quer selvagens, quer domesticadas ou criadas em cativeiro) são utilizadas pelo homem na alimentação, vestuário (as penas) e para entretenimento (caça).

O pato é um dos poucos animais da natureza que anda, nada e voa com razoável competência.Também é um dos animais que conseguem dormir com metade do cérebro e manter a outra em alerta. É dotado de perfeito senso de direção e comunidade.[1]

Espécies domésticas

Marreco

Anas platyrhynchos domesticus
É descendente do pato-real e foi domesticado na China.[2]
As principais raças são o Pequim,[3] Rouen[4] e Corredor Indiano,[5] mas existem muitas outras.[6]

  • Marreco da raça Corredor Indiano

  • Marreca da raça Rouen

  • Marrecos de Pequim

Pato-mudo

Cairina moschata momelanotus
É o pato-selvagem da América Latina, domesticado pelos indígenas[7] da América do Sul.[2]
Não existem raças realmente definidas, mas existe uma linhagem comercial branca, desenvolvida na França, com rápido crescimento, usada na produção de carne.

  • Pato-mudo branco

  • Pato-mudo marrom ou canela

  • Pato-mudo

Criação

Marrecos (ou patos-marrecos) têm sido criados há milhares de anos, possivelmente a partir do sudeste da Ásia, e patos-mudos foram domesticados pelos indígenas na América do Sul, em data desconhecida, tendo sido encontrados já domesticados no descobrimento.

[8] Eles não são tão populares como a galinha, porque galinhas têm muito mais carne branca magra e são mais fáceis de manter confinadas, tornando o custo total muito menor para a carne de frango, ao passo que o pato é relativamente caro e aparece com menos frequência no mercado de alimentos e restaurantes na faixa de preço mais baixo.

Os patos são criados para aproveitamento da carne e ovos em menos frequência.
Podem ser mantidos ao ar livre, em gaiolas, em celeiros, ou em baterias. Para serem saudáveis, aos patos deve ser permitido o acesso à água, embora aos patos confinados seja muitas vezes negado isto. Eles devem ser alimentados com uma dieta de grãos e insetos.

É um equívoco popular que os patos devam ser alimentados com pão, que tem valor nutritivo limitado e pode ser mortal quando administradas aos patinhos em desenvolvimento.
Marrecos e, possivelmente, patos-mudos, devem ser monitorados para a gripe aviária, pois eles são especialmente propensos à infecção com o perigoso H5N1.

As fêmeas de muitas raças de patos domésticos não são confiáveis na incubação de seus ovos e na criação de seus filhotes. Exceções notáveis incluem o marreco Rouen e especialmente o pato-mudo. Tem sido um costume em fazendas ao longo dos séculos colocar ovos de marreco em uma galinha choca para incubação; hoje incubadoras automáticas são usadas frequentemente.

No entanto, patinhos jovens dependem da mãe para o fornecimento de óleo para torná-los à prova d'água, e uma galinha não produz tanto óleo como uma pata. Uma vez que o patinho cresce, as próprias penas produzirão óleo da glândula sebácea próxima à base da cauda.[9]

Híbridos

Muitos híbridos são relatados, quer seja entre espécies do mesmo gênero ou de diferentes gêneros.[10]

Mulard

São também criados híbridos entre pato-marreco (Anas platyrhynchos domesticus) e pato-mudo (Cairina moschata momelanotus).

Esta estirpe é principalmente usada para produção de carne e foie gras, isto é, o patê de figado de ganso atualmente é feito de figado desses híbridos.

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Na maioria dos casos o macho é um pato-mudo branco e a fêmea uma marreca de Pequim,[11] para, desta forma, se produzir uma ave maior, pois quando o macho é um marreco e a fêmea um pato-mudo o produto é de menor porte.

Outros híbridos derivados do gênero Cairina

Ocorrem também híbridos de Cairina moschata e
Pato-de-crista.[12] A forma doméstica (Cairina moschata momelanotus) parece ser de origem híbrida.[13]

Híbridos dentro do gênero Anas

A raça Cayuga é descendente de cruzamentos de marrecos Rouen (Anas platyrhynchos domesticus) e marreco preto americano Anas rubripes.[14]
A raça Australian Spotted descende de cruzamentos de Anas acuta com Anas platyrhynchos domesticus.[15]
Ocorrem vários outros híbridos dentro do gênero Anas.[10]

Imagens de híbridos

  • Mulard – Híbrido de pato-mudo e marreco fr:Mulard

  • Cayuga, raça de marreco, descendente híbrido de Anas rubripes x Anas platyrhynchos domesticusen:Cayuga Duck

Outras espécies

  • Marreca-cricri(Anas versicolor)

  • Marreca-cuco(Heteronetta atricapilla)

  • Marreca-oveira(Anas sibilatrix)

  • Marreca-toicinho(Anas bahamensis)

  • Marrecão(Netta peposaca)

  • Marreco(Anas querquedula)

  • Pato-corredor(Neochen jubata)

  • Pato-de-crista (Sarkidiornis melanotos)

  • Pato de asas brancas (Asarcornis scutulata)

  • Pato-de-dorso-branco(Thalassornis leuconotus)

  • Pato-de-rabo-alçado-americano(Oxyura jamaicensis)

  • Pato-do-Labrador(Camptorhynchus labradorius) (extinto)

  • Pato-ferrão(Plectropterus gambensis)

  • Pato-mandarim(Aix galericulata)

Formas selvagens das espécies domésticas

  • Pato-selvagem(Cairina moschata)

  • Pato-real(Anas platyrhynchos)(forma selvagem do pato-marreco).

  • Pato-real macho, da mesma espécie, mas emplume de migração.

  • Anas rubripes, em inglês, American Black Duck, espécie selvagem que foi cruzada com a raça Rouen para formar a Cayuga.

Ver também

  • Ganso
  • Cisne

Referências

  1. ↑ Uma Abordagem Sobre a Origem do Pato e do Marreco – IntroduçãoAcesso em 26 de jan. de 2013
  2. a b

18 charadas de matemática com resposta

Márcia Fernandes

Professora licenciada em Letras

As charadas de matemática ajudam muito no desenvolvimento do raciocínio lógico. Tente resolver as pegadinhas, enigmas e perguntas de matemática que preparamos e confira a explicação de todas as respostas no final.

Charada 1

Caminhando ao fim da tarde, uma senhora contou 20 casas em uma rua à sua direita. No regresso, ela contou 20 casas à sua esquerda. Quantas casas ela viu no total?

Charada 2

O que o filho do matemático fala quando quer ir ao banheiro?

Charada 3

Uma mulher irá ter um bebê. Se ele for menino, ficará faltando apenas um filho para que o número de meninos seja igual ao de filhas. No entanto, se o bebê for uma menina, o número de filhas da mulher será o dobro do número de meninos. Quantos filhos ela tem e qual é o sexo deles?

Charada 4

Há um pato entre dois patos, um pato atrás de um pato e um pato na frente de outro pato. De quantos patos estamos falando?

Charada 5

No meu jardim existe 3 pés de alface, 1 de pepino e 5 de cenoura. Quantos pés eu tenho no total?

No táxi que entrei havia 8 passageiros. Pouco depois, 3 pessoas desceram e duas entraram. Quantas pessoas há no táxi?

Charada 7

Meu avô tem 5 filhos, cada filho tem 3 filhos. Quantos primos eu tenho?

Charada 8

Um pequeno caminhão pode carregar 50 sacos de areia ou 400 tijolos. Se foram colocados no caminhão 32 sacos de areia, quantos tijolos pode ainda ele carregar?

Charada 9

Há 7 passarinhos em um galho de árvore. Um menino atira em um deles, quantos passarinhos sobraram no galho?

Charada 10

Quando eu tinha 8 anos, a minha irmã tinha a metade da minha idade. Agora que tenho 55 anos, com quantos anos minha irmã está?

Na tarde de terça-feira João teve a brilhante ideia de ir caçar. Na quinta, caçou 2 coelhos e na cesta, levou-os para casa, preparando e comendo os coelhos com os amigos no dia seguinte. Em que dia da semana João comeu os coelhos com os seus amigos?

Charada 12

  • Em qual alternativa há três oitos, três zero?
  • a) 88830
    b) 3830
    c) 888000
  • d) 383000

Ver Resposta

Alternativa a) 88830.

Dizer “três oitos” é o mesmo que 888. É diferente de dizer “três oito”, que é o mesmo que 38. Repare que a palavra “oito” está no plural na primeira opção, e no singular na segunda.

Da mesma forma, dizer “três zero” é o mesmo que 30. É diferente de dizer “três zeros”, que é o mesmo que 000.

Charada 13

Maria comprou um vaso de flores por 20 reais e o vendeu por 25 reais. Arrependida da venda, comprou o mesmo vaso por 35 reais, mas logo decidiu vendê-lo por 40 reais. No final, quanto ela lucrou?

Ver Resposta

10 reais.

Uma forma simples de entender quanto Maria ganhou com as transações é somando de um lado os seus gastos e de outro lado, os seus ganhos e subtraí-los.

Assim, Maria gastou 20 reais e depois mais 35, o que soma 55 reais. Por sua vez, Maria recebeu primeiro 25 reais e depois mais 40, somando 65 reais. 65 – 55 = 10 reais.

  1. Ana teve 5 filhas.
    A primeira chama-se Segunda,
    A segunda chama-se Terça,
    A terceira chama-se Quarta,
    A quarta chama-se Quinta,
  2. Qual é o nome da quinta.

Charada 15

Se Alice entrou 5 vezes, quantas vezes ela saiu?

Ver Resposta

entrou 1, saiu 1, entrou 2, saiu 2, entrou 3, saiu 3, entrou 4, saiu 4, entrou 5.

Se Alice não tiver que sair na última vez que entrou, ela saiu 4 vezes. No entanto, se no lugar onde ela entrou, ela teve que sair, o número de entradas e saídas é o mesmo, ou seja 5.

Charada 16

Qual o número da sequência 3, 13, 30, 31, 32 … ?

33. A sequência está relacionada com os números que começam com a letra “t”: três, treze, trinta, trinta e um, trinta e dois, trinta e três, trinta e quatro, e assim por diante.

Charada 17

A avó dividiu 20 balas entre as duas netas. Que horas são?

  • a) 10:02
    b) 13:50
    c) 20:02
    d) 8:02
  • e) 12:50

Ver Resposta

Esta charada possibilita duas respostas: 49 ou 102.

O resultado 49 é obtido quando você soma o resultado da linha de cima com a conta da linha de baixo:

O resultado 102 é obtido da seguinte forma:

Não pare por aqui! Temos certeza que vai se divertir com os textos que preparamos para você:

Professora, pesquisadora, produtora e gestora de conteúdos on-line. Licenciada em Letras pela Universidade Católica de Santos.

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