Como Se Chama Quem Gosta De Carne Crua?

Na geladeira do norte-americano Derek Nance há um pernil de cordeiro, órgãos em um pote de sangue e uma cabeça de ovelha, todos crus.

A carne é picada para o jantar, que acompanha um prato de gordura, e o cérebro será degustado no fim de semana – uma iguaria, ele garante.

seis anos, ele sobrevive se alimentando somente de carne crua.

Tudo começou quando Nance desenvolveu uma espécie de alergia alimentar, uma doença não identificada que fazia com que ele vomitasse tudo o que comia. Ele procurou médicos e tentou dietas alternativas, cortando o glúten, o açúcar e os subprodutos animais, mas nada adiantou.

Foi pesquisando em fóruns e sites da internet que encontrou um estudo feito em 1930 por um dentista chamado Weston Price.

No documento, um histórico da saúde de indígenas provava que o consumo de alimentos crus, em especial a carne, era extremamente benéfico para o organismo. Nance não tinha o que perder e decidiu testar.

“Eu tinha um par de cabras no meu quintal, que eu usava para tirar leite e eu estava cansado de ordenhá-las, então eu as matei. Comi as duas cabras“, afirmou ele em entrevista à VICE.

Segundo ele, as primeiras semanas de adaptação à nova dieta podem resultar em desarranjos intestinais e um forte gosto de sangue na garganta, mas não demora até que você tenha desejo pela carne crua.

Carne de cabra é a sua favorita por ser um animal fácil de criar (Nance chegou a abandonar sua profissão de eletricista e agora é açougueiro) e não ser alvo de vacinas ou antibióticos, mantendo uma carne “pura”.

O rapaz costuma também consumir carne podre. Segundo ele, trata-se de uma ótima forma de facilitar a digestão, uma vez que a carne é probiótica.

O mais curioso é que Joanne, sua namorada, é vegetariana. Se ela se importa? “Eu entendo que as razões dele são de saúde. Eu acho que eu posso comer qualquer coisa e nada me afeta.

Há uma grande diferença entre nós dois“, pondera.

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Como se chama quem gosta de carne crua

Como Se Chama Quem Gosta De Carne Crua?

Consumir toda a carne crua é arriscado e não deve ser feito sem cuidado. Este risco é eliminado apenas ao cozinhar ou fritar proteínas em temperaturas acima de 70 graus. Carne mal cozida tem menos risco do que carne crua, mas não há contaminação como a carne bem cozida.

Faz mal comer calabresa crua?

Dizem para não comer pimentão defumado “faz minhocas”, mesmo que você possa imaginar … Não perca a oportunidade. Não há molho de pimenta crua defumada: se for defumada, não é tão crua … … Agora, uma boa pimenta artesanal é indiscutivelmente mais doce, mas pode ser mais perigosa.

Quais os malefícios da linguiça?

O que a ciência diz? Comer muitos alimentos processados ​​pode prejudicar nossa saúde. Afinal, independentemente do processo de fabricação, alimentos como linguiça, carne ou linguiça podem ser ricos em gordura e estão associados ao câncer de intestino.

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Pode comer linguiça?

Como a presença de churrasco e muitos outros pratos é garantida, a linguiça deve ser consumida com moderação, independentemente do calabresa, da Toscana ou de qualquer outra. Além de ser feito com carnes com alto teor de gordura, pode conter altas concentrações de sódio e outros aditivos.

Como o ser humano começou a comer carne?

Por que o homem começou a comer carne e quais foram as consequências? O regime inicialmente declarado ao homem não incluía a alimentação animal. Após o dilúvio, até que todo o verde da Terra fosse destruído, o homem pôde comer carne.

É perigoso comer carne crua?

Como Se Chama Quem Gosta De Carne Crua?

Quem come carne crua, como o famoso quibe cru, deve ter cuidado.

Quais os riscos de comer carne mal passada?

“Comer carne estranha é menos arriscado do que carne crua, mas não é de graça”, diz ele. Os principais riscos são a contaminação por microrganismos, vírus e protozoários. Em vacas e porcos, podem ser encontradas salmonela, shigella e escherichia-coli.

Por que alguns alimentos são perigosos e consumidos crus ou mal passados?

“É muito importante que as pessoas tenham cuidado ao comer alimentos crus ou malcozidos. Pode ser um vetor de transmissão de doenças, principalmente parasitas, bactérias e vírus”, diz Jean Gorinchteyn, especialista em doenças infecciosas do Instituto de Doenças Infecciosas Emílio Ribas.

Como fazer uma carne mal passada?

Para tornar a carne crua, o tempo de fogo é de 5 minutos. Tem uma textura lisa mas durável e é cru no meio, muito vermelho. Você pode deixar a carne no fogo para quem não gosta de sangrar por mais 1 ou 2 minutos.

O que acontece se comer carne mal passada?

Carne rara Muitos preferem este ponto por causa de sua aparência e sabor atraentes, mas apresenta maior risco de contaminação por parasitas e bactérias. Esses microorganismos presentes na carne são completamente eliminados quando se atinge a temperatura de 70º.

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Pode dar carne crua para o gato?

Carne crua “Como nós, os animais de estimação podem intoxicar os alimentos e contaminá-los com alimentos crus”, explica ele. Como não temos escolha a não ser controlar como a carne é armazenada e preservada, é melhor ficar longe de seu amigo. Os riscos incluem salmonela e parasitas.

Como se chama a pessoa que come carne crua?

Como Se Chama Quem Gosta De Carne Crua?

Os crudans não são necessariamente veganos ou vegetarianos e podem consumir comida de origem animal. Nessa doutrina, nada pode ser preparado cozido no fogo porque causa perda de nutrientes. Alimentos crus são necessariamente consumidos em sua forma natural.

Como saber se a carne está crua?

Vamos ver se o bife está esquisito. Observe a textura e verifique o bife. Compare a maciez do dedo com a do bife. Se tiverem a mesma textura, a carne está pronta. Se o bife estiver mais macio que a mão, continue cozinhando ou verifique a temperatura com o termômetro de carne.

O que é uma pessoa Crudívoro?

As dietas crus consomem apenas alimentos naturais e crus, como frutas, vegetais, tubérculos, sementes, vegetais, cogumelos e grãos como lentilhas, feijão, aveia, sementes de linho, trigo e peixe. permite que os alimentos sejam aquecidos a um máximo de 40ºC.

Por que ser Crudivoro?

Benefícios dos alimentos crus Melhor uso de nutrientes: Ter uma dieta de baixa caloria não significa que você está com baixo teor de nutrientes. Na verdade, muitos alimentos quebram vitaminas e minerais quando cozidos a uma temperatura acima de 40 graus.

Quais verduras podem ser consumidas cruas?

Frutas e vegetais provavelmente fazem parte das recomendações da maioria dos nutricionistas e nutricionistas … O cientista cita alguns vegetais que devem ser consumidos crus:

  • Tomates.
  • Cenouras.
  • Brócolis.
  • Couve-flor.
  • Couves de Bruxelas.
  • Repolho.
  • Repolho.
  • Berinjela.

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O que significa comer carne crua?

Como Se Chama Quem Gosta De Carne Crua?

Comer carne crua aumenta as chances de intoxicação alimentar, pois cozinhar é um dos processos que ajuda a matar microorganismos nocivos nos alimentos. A nutricionista Larissa Cohen afirma que o risco está relacionado ao risco de infecções gastrointestinais causadas por bactérias, vírus e até protozoários.

Por que grávida não pode comer carne crua?

Mulheres grávidas e lactantes não são recomendadas pelos profissionais de saúde a consumir carne crua, seja carne ou peixe. “Pedimos que não coma carne crua, pois muitas vezes a origem desse alimento é desconhecida. Quando preparamos a carne, ela destrói a maioria dos microorganismos patogênicos.

O que grávida não pode comer de jeito nenhum?

Além de substâncias tóxicas, como álcool e excesso de açúcar, alimentos como peixes crus, frutas e verduras mal lavadas devem ser evitados, pois podem estar contaminados com microorganismos que afetam o bebê. Aprenda a comer de forma saudável durante a gravidez.

O que grávida não pode fazer de jeito nenhum?

Há muitas coisas que uma mulher grávida não pode fazer quando se trata de comida. Consumir carne crua, por exemplo, é uma delas. Servidas ou mal cozidas nessas condições, as bactérias, como a salmonela, aumentam o risco de infecção, além de causar intoxicações alimentares graves.

O que acontece se uma pessoa comer carne humana?

No caso da carne humana, pode causar um tipo de contaminação denominado kuru, pois os sintomas mais comuns são tremores, riso histérico, fala confusa, dificuldade em engolir e paralisia muscular.

Faz mal comer carne de frango crua?

Então, se você cozinhar bem o frango, ele pode ser comido sem problemas. Nunca consuma alimentos crus ou estranhos. É importante lembrar que se você cozinhar e congelar, não poderá entrar em contato com outros alimentos ou utensílios contaminados. Isso porque pode ser contagioso.

Gosta de comer carne crua? Veja quais são os riscos desse hábito

Como Se Chama Quem Gosta De Carne Crua? A carne crua, seja ela bovina, de aves ou peixe, faz parte da cultura culinária e da rotina de alimentação de muitas pessoas. A escolha, no entanto, deve ser feita com atenção por oferecer riscos à saúde, como enfatiza a infectologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Clara Buscarini Leutewiler.O alerta da especialista cabe pelo fato da carne crua apresentar maior probabilidade de contaminação por micro-organismos, como bactérias, vírus e protozoários. Apesar de o perigo existir em todas as categorias deste alimento, cada uma possui uma forma de transmissão diferente.”O risco existe, porém cada tipo de carne está associado a um micro-organismo. Por exemplo, na carne bovina e de porco podem ser encontrados salmonela, a shigella e escherichia-coli. Já no salmão, peixe bastante consumido, podem ser encontrados listeria ou o parasita Diphyllobothriumlatumisteria”, explica.Ainda que o consumo do frango cru não seja tão comum quanto o de carne bovina e de peixe, a médica explica que o perigo de ingerir o animal sem estar cozido contém diferenças que estão ligadas a uma bactéria específica. Clara esclarece que, além da conhecida salmonela, que pode causar diarreia, febre, vômitos e náuseas, este tipo de carne pode conter a campylobacter.Com nome complicado, o micro-organismo pode trazer consequências sérias à saúde, como o desenvolvimento da síndrome de Guillain-Barré, que causa paralisia e hepatite. A médica atenta para o fato de que lavar a carne não é suficiente para eliminar a bactéria, e pode ainda espalhá-la para outros alimentos.”É importante explicar que para erradicar o problema de contaminação de qualquer carne é preciso que se cozinhe ou frite em temperaturas superiores a 70 graus. Outros métodos não são eficazes e mantém os riscos à saúde”, conclui.Outra importante dica é como identificar se a carne está apta para o consumo, seja crua ou não. Segundo a infectologista, a carne bovina e de porco devem apresentar gordura branca e firme, cor vermelho-brilhante e cheiro agradável. Já o frango e as aves estão adequados ao consumo quando a cor da pele variar do branco ao amarelo, e a superfície for brilhante e firme ao tato.No caso dos peixes, o sinal verde é quando os olhos estão arredondados, a guelra é vermelha, o cheiro é suave, a pele está brilhante e as escamas firmes. Outro indício que o animal está fresco é quando ao apertar a carne, ela volte à posição rapidamente. Além disso, não é indicado comprar quando não houver origem determinada e carimbo de inspeção do Ministério da Agricultura, denominado Serviço de Inspeção Federal (SIF).

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Hospital Edmundo Vasconcelos

DECRETO

As medidas de isolamento restritivas aos decretos nº 813 e nº 759 permanecem vigentes neste fim de semana, 17 e 18 de abril

SANEAMENTO

No porcentual de aumento aprovado, está incluso a retomada da cobrança das parcelas de recomposição tarifária, de reajustes não aprovados nos anos anteriores

VESTIBULAR

É possível que haja um novo adiamento caso a situação da pandemia esteja crítica

CORONAVÍRUS

Atualmente, 100 contaminados pelo coronavísrus no Paraná transmitem para uma média de 76 pessoas

CORONAVÍRUS

Confira a atual situação de Maringá, Sarandi e Paiçandu em relação ao Covid-19

SERVIÇO

Nesse período, houve crescimento acumulado de 24%, o que supera a queda de 18,6% registrada de março a maio de 2020

DECRETO

Conforme o decreto, está proibida a comercialização e o consumo de bebidas alcoólicas em espaços de uso público ou coletivo no período das 22 às 5 horas

ECONOMIA

Ao final de 2020, o saldo positivo no país foi de 2,3 milhões de empresas abertas, come destaque para microempreendedores individuais (MEI)

TURISMO

O evento será em 24 de abril, das 16 às 17 horas, com transmissão ao vivo pelo Youtube

AUXÍLIO

O benefício será pago em três parcelas mensais sucessivas de R$ 200, totalizando R$ 600

PESQUISA

Um formulário online está disponível até o dia 18 de abril para coletar informações sobre o cenário maringaense para a comunidade

CORONAVÍRUS

As novas regras começam a valer nesta quarta-feira (14) e vão até o dia 30 de abril

VACINAÇÃO

O estado com mais pessoas em atraso é São Paulo (343.925), seguido da Bahia (148.877), Rio de Janeiro (143.015), Rio Grande do Sul (123.514), Minas Gerais (89.122) e Paraná (71.857)

VACINAÇÃO

Maringá vacinou 13,3% da população enquanto Paraná e Brasil vacinaram 11,3% e 11%, respectivamente

CLASSIFICADOS GRÁTIS MARINGÁ

Consumir carne moída crua é um perigo #

Quem come carne crua, como o famoso quibe cru, deve tomar cuidado.

A PRO TESTE – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor foi a supermercados, hipermercados e açougues de São Paulo e comprou 20 amostras de carne moída (seis moídas na hora, seis pré-moídas vendidas a granel e oito também previamente moídas, mas já embaladas) para testar no laboratório a qualidade desse produto. E o resultado final não foi nada bom. Nove amostras estavam contaminadas pelo microrganismo Listeria monocytogenes. Esta bactéria, apesar de ser destruída pelo calor do cozimento, se ingerida pode causar danos à saúde, como febre, dores musculares ou diarréia, e até efeitos mais graves em pessoas com a imunidade deficiente. Este teste é a capa da revista PRO TESTE de novembro. Neste caso, a PRO TESTE não indicou “o melhor do teste” ou “a escolha certa” por não se tratar de um teste comparativo clássico.

Além de observar as condições higiênicas, a Pro Teste avaliou a temperatura, verificou se ocorre adição de outro tipo de carne e analisou se os dados essenciais para um alimento vendido, seja ele embalado ou a granel, estão presentes na etiqueta do produto. Foram encontrados vários problemas.

Com exceção dos produtos comprados no Extra e no Cândia, as temperaturas das carnes estavam bem acima dos 4°C determinados pela legislação, o que mostra a falta de fiscalização. Na amostra do Carrefour havia resíduos de DNA de porco. Muitos estabelecimentos também não informam o tipo de carne usado (se é patinho, coxão mole, entre outros).

Ainda foi constatado que algumas carnes se dizem light, fato não justificado e que só engana os consumidores.

A Proteste enviou os resultados do teste ao Ministério da Agricultura e ao Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça. Também solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o aperfeiçoamento das normas que estipulam os parâmetros de qualidade e de fiscalização da carne moída.

Os estabelecimentos onde foram adquiridas as carnes avaliadas no teste, todos em São Paulo, foram: Açougue Alauche (Parque São Lucas), Açougue Banfrig (Parque São Lucas), Açougue Gabriela (Jardim Teresa), Barateiro (Saúde), Big (Ipiranga), Cândia (Freguesia do Ó), Carrefour (Limão), Casa de Carnes 11 de Julho (Vila Mariana), Compre Bem (Vila Prudente), Extra (Limão), Futurama (Pinheiros), Mercado de Carnes Ômega (Freguesia do Ó), Pão de Açúcar (Saúde), Pastorinho (Vila Mariana), Sonda (Parque da Moóca), Supermercado D'Avó (Vila Industrial) e Wal-Mart (Vila Prudente).

Clique no link, em informação relacionada, para ler o artigo completo publicado na revista (formato PDF).

A Proteste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – foi fundada em julho de 2001, por iniciativa do IPEG – Instituto Pedra Grande de Preservação Ambiental de Atibaia (SP), constituído há 20 anos, e da Test-Achats, da Bélgica, associação membro da Euroconsumers que defende o consumidor na Europa. A Proteste edita uma publicação de nome homônimo, na qual são divulgados os resultados de testes comparativos que a entidade realiza com produtos e serviços.

Nota – É permitida a reprodução da reportagem sobre o teste de carnes moídas publicada na revista Pro Teste nº 20, com exceção da tabela de resultados, desde que a fonte e a data de publicação (Pro Teste, novembro de 2003) sejam citadas. É proibida sua utilização para fins publicitários ou comerciais. A divulgação na internet deverá conter um link para a página da Pro Teste (www.proteste.org.br) e só poderá estar disponível on-line durante um mês.

Conheça os riscos do hábito de comer carne crua, e aprenda a como se proteger

A carne crua faz parte da rotina de algumas pessoas. É comum encontrar alguém que se delicie com a culinária japonesa ou goste de pratos como carpaccio e ceviche.

Mas antes de consumir alimentos como esses é preciso tomar alguns cuidados.

Comer carnes cruas aumenta a chance de intoxicação alimentar, já que o cozimento é um dos processos que ajudam a matar microrganismos nocivos das comidas.

— O perigo tem a ver com o risco de infecções gastrointestinais por bactérias, vírus e até protozoários — diz a nutricionista Larissa Cohen.

Os sintomas de uma infecção por ingestão de alimentos contaminados são diarreia, vômitos, náuseas e febre. Ao sentir esses sinais, a indicação é procurar pelo serviço de emergência.

Os tipos de microrganismos variam de acordo com o tipo de carne, como explica Clara Buscarini Leutewiler, infectologista do Hospital Edmundo Vasconcelos.

— Na carne bovina e de porco pode ser encontrada salmonela. Já no salmão, peixe bastante consumido pelos brasileiros, a listeria pode estar presente.

Apenas o cozimento e a fritura acima de 70 graus podem garantir a eliminação de bactérias, vírus e protozoários dos alimentos.

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— Muitas pessoas usam especiarias como a pimenta ou frutas como o limão para matar esses microrganismos. Apesar de eles terem poder antibactericida, o tempo de contato com o alimento é insuficiente para eliminar o risco de contaminação — alerta Fabiana Albuquerque, especialista em nutrição clínica e esportiva da Nutrindo Ideais.

Lavar a carne também não é o suficiente para deixá-la livre das bactérias.

— Isso não deve ser feito pois, caso a carne esteja com microrganismos, ela pode acabar infectando outros que estejam próximos — diz Clara.

A higiene é o principal fator a ser observado por pessoas que queriam comer carne crua — seja dentro de casa ou em um restaurante. Diante de qualquer suspeita, a indicação é recusar o prato.

  • Como evitar problemas
  • Conheça a procedência
  • Antes de escolher um restaurante para comer o alimento ou um mercado para comprar a carne, procure saber se o local possui liberação da Vigilância Sanitária para funcionar ou se ela já tomou alguma multa por mau acondicionamento de alimentos ou preparo impróprio.
  • Analise a aparência da carne

Identifique se a carne está apta para o consumo. A bovina e a de porco devem apresentar gordura branca e firme, cor vermelho-brilhante e cheiro agradável.

Já o frango e as aves estão adequados ao consumo quando a cor da pele variar do branco ao amarelo, e a superfície for brilhante e firme ao tato.

No caso dos peixes, o sinal verde é quando os olhos estão arredondados, a guelra é vermelha, o cheiro é suave, a pele está brilhante e as escamas firmes. Outro indício que o animal está fresco é quando ao apertar a carne, ela volte à posição rapidamente.

Tome cuidado no armazenamento

Ao levar a carne para casa, tome cuidado com o armazenamento. O ideal é que antes de ser manipulada, a carne seja congelada em um saco ou pote limpo.

Mantenha a higiene no preparo

Manipule os alimentos apenas após lavar as mãos. Utilize utensílios limpos no momento do preparo. Não consuma uma carne crua que tenha caído ao chão. Estas atitudes minimizam as chances de ser contaminado por algum microrganismo.

Crudismo – Wikipédia, a enciclopédia livre

Esta página cita fontes confiáveis, mas que não cobrem todo o conteúdo. Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico) (Outubro de 2009)

O crudismo (ou alimentação viva) é uma doutrina alimentar em que os alimentos consumidos são de origem agrícola e crus.

Não alterando sua forma natural, defendendo a política nutricional de que cozer e/ou fritar afetaria negativamente a capacidade nutritiva do alimento. Crudanos não são necessariamente veganos ou vegetarianos, podendo consumir alimentos de origem animal.

Nesta doutrina, nada pode ser preparado cozido ao fogo, pelo fato de causar perda de nutrientes. São ingeridos necessariamente alimentos em sua forma natural, crus.

Crudanos também costumam comer pequenas quantidades de sal em alimentos fermentados ou sais de melhor qualidade, além de óleos prensados a frio como o azeite de oliva. Diferentemente dos frugívoros, que comem apenas frutas e folhas e não utilizam condimentos.

Teoria

Visão Científica: O cozimento de alimentos realmente altera suas capacidades nutritivas, mas nem sempre de forma negativa, e também, cada método de cozimento afeta o valor nutritivo de maneira diferente.[1] Por exemplo, tomates crus tem um nível menor de licopenos, mas maior de beta-caroteno. Cozinhar brócolis na água diminui a quantidade de glucosinolato, mas se cozidos no vapor as taxas continuam estáveis.

As vitaminas solúveis em água são as maiores afetadas negativamente, como a vitamina C e B.[2] Se a água em que os vegetais foi cozida for consumida, não haverá perda de tais nutrientes.

De maneira geral, o método de cozimento que menos afeta os valores nutritivos dos alimentos é o mais rápido e com menos líquido, sendo o microondas uma das melhores alternativas de cozimento para vegetais.[3][4]

É também importante salientar que alimentos cozidos são digeridos mais facilmente.[5]

Visão Religiosa / Espiritual: Várias religiões e povos da antiguidade alimentavam-se majoritariamente ou estritamente de alimentos crus. Essênios, alguns grupos da região da Índia, tibetanos, indígenas sul-americanos e rastafaris são alguns exemplos.

É atribuída a esta dieta uma “leveza” maior do organismo e uma capacidade de autocura acelerada. Muitos praticantes da alimentação viva fazem lavagens intestinais e jejuns, como parte de uma desintoxicação acelerada em relação ao que foi consumido durante uma vida atual.

Riscos para a saúde

  • Alimentos crus possuem um risco maior de contaminação por bactérias, podendo afetar principalmente crianças e pessoas com problemas no sistema imunológico.[6][7]
  • Um risco real, são alguns crudanos que consomem apenas frutas e legumes, sem incluir grãos e suplementos naturais (spirulina, super alimentos, entre outros) causando a longo prazo, déficit de minerais e vitaminas[carece de fontes?].
  • Agrotóxicos: A pessoa crudana deve ter na rotina a limpeza dos alimentos antes de ingerir, mesmo com produtos orgânicos (que não são cultivados com nenhum tipo de substância tóxica). Os vegetais não-orgânicos que absorvem mais agrotóxico são o tomate, o morango e o pimentão.[8] Alimentos industrializados que não possuem o selo de Orgânico, são produzidos com alimentos cultivados com agrotóxicos.

Referências

  1. ↑ Parker-Pope, Tara. «Ask Well: Does Boiling or Baking Vegetables Destroy Their Vitamins?». Well 
  2. ↑ Parker-Pope, Tara. «Ask Well: Does Boiling or Baking Vegetables Destroy Their Vitamins?». Well 
  3. ↑ O’connor, Anahad (17 de outubro de 2006). «The Claim: Microwave Ovens Kill Nutrients in Food». The New York Times. ISSN 0362-4331 
  4. ↑ Publications, Harvard Health. «Microwave cooking and nutrition – Harvard Health». Harvard Health (em inglês) 

Conheça a história do homem que só se alimenta de carne crua

Você é do tipo que não vive sem comer pelo menos um pedaço de bife na hora do almoço ou está no grupo de pessoas que não consomem carne – elas vivem mais, você sabia? O fato é que, independente do grupo ao qual você pertence, é bem provável que você se espante com a quantidade de carne crua que Derek Nance, um norte-americano de Kentucky, nos EUA, consome em suas refeições. Aliás, é apenas disso que ele vive.

Em uma entrevista publicada no site Huffington Post, Nance explicou que sua escolha alimentar tem a ver com algumas convicções ideológicas e com problemas de digestão de carboidratos. Ele acredita conseguir a extração de todas as calorias e de todos os nutrientes dos quais seu corpo precisa por meio da ingestão de carne crua.

Dieta

Fonte da imagem: Reprodução/HuffingtonPost

Aos 30 anos, Nance come não apenas a carne, mas também os órgãos e a gordura dos animais. Se isso é suficiente para deixar você um pouco enjoado, saiba que o estadunidense afirma que essa mudança em seu padrão alimentar o ajudou a curar o que ele definia como uma espécie de “náusea crônica”. Ou seja: o cara come carne, vísceras e gorduras para curar seu enjoo.

Ele disse que vomitava muito e que tentou inúmeras formas diferentes de dietas, inclusive a vegan, que exclui o consumo de produtos, não só de alimentos, mas de qualquer coisa que use itens de origem animal como ovos, corantes e afins. A vida vegana não funcionou para ele e, desde então, ele vive à base do que chama de “dieta do homem das cavernas”.

Segundo ele, além do fim dos enjoos e vômitos constantes, sua condição muscular também melhorou. Por ironia do destino, para ambas as partes, Nance namora uma vegetariana e diz que os hábitos alimentares dela não o incomodam. Ele assume também que sua mania de comer carne crua foi um pouco responsável pelo fim de seu antigo casamento. Por que será?

Preferências

Fonte da imagem: Reprodução/paperfortunetellers

Se você acha que carne é carne e que ele não tem um prato favorito, está enganado: Nance gosta mais de cordeiros e tem preferência pelas pernas e pela medula do animal. Ele até gravou um vídeo no qual mostra como se alimenta – como as imagens são meio indigestas para a maioria das pessoas, você vai ter que clicar aqui se quiser assistir.

Os hábitos alimentares de um dos homens mais carnívoros de todos os tempos já foram avaliados por nutricionistas, que afirmam que a redução completa de sal e açúcar nem sempre é benéfica, mas que, por enquanto, tudo vai bem com a saúde do rapaz.

Alimentar cão com carne crua aumenta risco de contaminação, diz estudo

Alimentar cães com carne crua aumenta o risco de contaminação por bactérias, e a prática deve ser evitada, segundo pesquisa realizada pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

Durante o experimento, patrocinado pela própria UFMG e com duração de dois anos, fezes de cães alimentados com carne in natura apresentaram elevada concentração das bactérias Salmonella spp, Escherichia coli patogênica e Clostridium difficile. Todas possuem potencial para causar infecções em humanos.

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Estudo comparou cães com diferentes dietas

  • Para realizar a pesquisa, foram analisadas as fezes de 60 animais alimentados com carne crua e de 192 alimentados com ração, todos de Belo Horizonte e região metropolitana.
  • No caso da Salmonella spp, os cientistas se surpreenderam ao encontrar número 28 vezes maior da bactéria excretada pelos animais com dieta de carne não cozida ou assada em relação aos outros.
  • O perigo de contaminação, de acordo com a pesquisa, independem de raça, idade ou se o animal é fêmea ou macho.

Risco a humanos

Três pesquisadores da UFMG participaram do estudo. “Por mais que você tenha cuidado, o cão vai ter contaminação no ânus, ele lambe o corpo, senta no sofá, não fica restrito às fezes. O proprietário pode adquirir algum problema de saúde indiretamente”, explicou Rodrigo Otávio Silveira Silva, coordenador dos trabalhos

“O centro de controle de doenças dos Estados Unidos e a associação veterinária mundial de pequenos animais estão recomendando não dar carne crua. Não existe nenhuma comprovação na literatura mundial sobre benefícios da carne crua e, por outro lado, há vários estudos descrevendo os malefícios.”

Carne no lugar da ração

Para entender o motivo de darem carne crua a seus cães, a pesquisa entrevistou pessoas da Grande BH.

No grupo dos que oferecem o alimento sem processar, 70% disseram acreditar ser mais natural e, por isso, optam por esse tipo de dieta. Mais da metade – 6 em cada 10 – informou ter feito essa escolha há menos de um ano, confirmando a tendência observada em outros países, segundo o estudo.

Entre os optantes por ração, metade dos participantes do estudo admitiu pensar em trocar a dieta com ração por carne crua.

Bactérias encontradas são resistentes a tratamentos

Aos 4 anos de idade, Longuinho come pequenos pedaços de carne crua todos os dias, mas também se alimenta de ração.

Imagem: Arquivo Pessoal

“Todos os dias aqui em casa a gente come carne. Quando ela vai ser feita, eu sempre dou pra ele um pedacinho. Quando eu afio a faca pra cortar a carne, ele já corre pra cozinha e fica esperando eu jogar”, afirmou a dona do basset, Raquel Miguel de Carvalho. “Eu sempre dei, ele adora e nunca fez mal, mas não sei se é porque ele come desde pequeno.”

A constatação da moradora do Rio de Janeiro se repetiu nas respostas da esmagadora maioria das pessoas entrevistadas pela pesquisa que disseram não ver risco de contaminação a animais e humanos por causa da carne crua. Mas são afirmações sem base científica, de acordo com os pesquisadores.

O estudo aponta ainda que 30% dos que não dão ração abrigam na mesma casa ao menos uma pessoa com alto risco de contaminação pelas bactérias encontradas nas fezes dos cães alimentados com carne in natura – menores de cinco anos, idosos, gestantes, transplantados, portadores de HIV e lúpus.

Essa informação acende um alerta, diz o pesquisador, porque as três bactérias encontradas nas fezes caninas se mostraram extremamente resistentes a antimicrobianos utilizados para tratamento das possíveis infecções.

Cães não são lobos

Parte da insistência em não mudar a dieta para ração ou carne processada deve-se a crenças equivocadas sobre os cães.

Domesticados há mais de 10 mil anos, eles sofreram alterações nas enzimas do trato gastrointestinal e não são carnívoros, como muitas pessoas acreditam, mas, sim, onívoros, ou seja, podem processar diferentes tipos de alimentos. A ingestão de proteínas é importante, porém, não com carne crua, dizem os especialistas.

Além disso, a ancestralidade dos caninos ligada aos lobos também causa confusão. “O lobo na natureza faz ingestão de carne crua, mas ele está solto, vai defecar num ponto, vai se movimentar, nenhum ser humano vai entrar em contato. O cão defeca e vai entrar em contato com ser humano logo depois”, explicou Silva.

É saudável comer carne crua, como DiCaprio em "O Regresso"?

São Paulo – Se Leonardo DiCaprio não ganhar o Oscar deste ano por sua atuação, ele deveria pelo menos receber um prêmio por comer tanta carne crua nas filmagens do filme O Regresso. O ator, que é vegano, ingeriu um fígado cru de um bisão para “entrar no personagem”.

“A parte ruim é a membrana em torno dela [carne de bisão]. É como um balão. Quando você morde, explode em sua boca”, disse DiCaprio em uma entrevista para a Variety.

A menos que esteja na mesma situação que o personagem de DiCaprio – faminto e perdido no meio de uma floresta – você não deveria comer a carne crua de vacas, porcos, cordeiros, carneiros, cavalos e cabras.

Primeiramente, como a carne não é estéril, ela pode facilmente ser contaminada por vírus e parasitas durante o processo de abate. Um dos micróbios mais comumente encontrado em carnes vermelhas é o E.coli, que tem como principais características gerar dores abdominais, diarreia e, por vezes, febre em pessoas contaminadas.

De acordo com Eugene Muller, professor de microbiologia da Universidade Estadual de Framingham, nos EUA, o E.coli não causa doença na vaca. “Porém, se os intestinos são cortados durante o abate e o animal tiver o micróbio, ele pode infectar a carne”, explica Muller em uma entrevista para o site da revista Esquire.

Outra doença que pode ser causada pelo consumo de carne vermelha crua é a toxoplasmose. Popularmente chamado de doença de gato, o mal é transmitido geralmente por porcos e carneiros contaminados pelo protozoário Toxoplasma gondii.

Em seus estágios iniciais, a toxoplasmose provoca sintomas gripais, e se for grave, pode causar danos ao cérebro, olhos e outros órgãos. A doença, geralmente, é uma ameaça maior para grávidas e pessoas com um sistema imunológico enfraquecido.

Além do E.coli e do Toxoplasma gondii, bactérias como a Salmonella sp. e o vírus da Hepatite E podem ser transmitidos pela carne crua de um animal para um ser humano. Parasitas como as tênias também podem contaminar esses alimentos e, consequentemente, causar doenças.

Recentemente, médicos encontraram uma Taenia saginata de seis metros dentro do intestino de um chinês. O parasita ficou, provavelmente, dois anos dentro de seu sistema antes de os médicos descobrirem a causa da infecção: uma dieta a base de carne bovina crua.

O gado pode ser infectado com a T. saginata quando se alimenta dos ovos do parasita, que foram passados a partir de fezes humanas. De acordo com o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, os ovos penetram na parede intestinal do animal para depois circular para os músculos do gado.

  • Porque é mais seguro comer peixe cru?
  • Segundo Robert Tauxe, vice-diretor da divisão de origem alimentar do CDC, os parasitas e bactérias que infectam as carnes vermelhas são mais perigosos dos encontrados no peixe cru.
  • “Isso talvez aconteça por que nossos corpos são mais estreitamente relacionados aos dos animais terrestres do que aos dos peixes”, explica Tauxe em entrevista para a revista Time.

O peixe até pode hospedar vermes e parasitas. Porém, é preciso apenas congelá-lo por cinco dias para matar todas as bactérias.

Como se livrar desses parasitas e ainda comer carne

O calor produzido pelo cozimento de uma carne em um forno ou fogão consegue, geralmente, destruir células microbianas. No entanto, o mesmo processo feito em microondas não chega ao mesmo resultado.

Um estudo publicado na revista de ciências médicas da Costa Rica revelou que após 16 minutos dentro do microondas e a carne atingindo a temperatura de 93ºC, o cozimento não destruiu todas as células da Salmonella sp.

Além de a carne cozida ser mais segura do que a crua, ela também fornece mais energia para o ser humano. Segundo uma pesquisa feita por professores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, pessoas que comem alimentos cozidos são mais dispostas para fazer exercícios do que os indivíduos que se alimentam de carnes e legumes crus.

Para provar essa teoria, os pesquisadores alimentaram dois grupos de ratos ao longo de 40 dias. As comidas foram preparadas de duas maneiras: cozidas e cruas. Durante a dieta, os professores acompanharam as mudanças na massa corporal dos ratos, controlando o quanto eles comeram e se exercitaram.

Dessa maneira, eles descobriram que os ratos que comiam os alimentos cozidos tinham mais energia do que os roedores que consumiam carnes e legumes crus. Os pesquisadores também revelaram que o cozimento de alimentos pode estar ligado com a evolução humana.

“Pela primeira vez, temos uma resposta clara de porque cozinhar é tão importante culturalmente e biologicamente — por que nos dá mais energia. A vida consiste em energia”, finaliza Richard Wrangham, professor de antropologia biológica da universidade, no comunicado. 

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