Como Se Chama Quem Faz Protese Dentaria?

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  • Os implantes só podem ser usados com próteses fixas ou semifixas.
    Prótese Estética

Algumas podem ser usadas só por si, outras têm de ser aplicadas com implantes. Mas nem sempre é fácil entender a diferença entre os termos utilizados pelos médicos. Para esclarecer de vez as dúvidas mais comuns, vejamos a diferença entre as próteses removíveis, fixas e semifixas.

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Quais são as próteses removíveis?

As próteses removíveis podem ser as acrílicas (vulgarmente conhecidas como “placas”) ou as próteses esqueléticas, que são assim chamadas porque possuem um esqueleto feito de uma liga metálica. No primeiro caso, a retenção é feita através do vácuo no céu-da-boca. E no segundo, através de ganchos nos dentes.

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Quais são as próteses semifixas?

As próteses semifixas são as sobredentaduras. Estas opções continuam a ser uma prótese removível, mas já um pouco mais fixa. Por outras palavras, são próteses removíveis estabilizadas.

Normalmente, estas próteses são aplicadas sobre os chamados “locators”, que, no fundo, são apenas dois implantes na parte da frente (se for na arcada inferior), ou quatro (se for na arcada superior).

E são usados para estabilizar a prótese e dar um maior conforto ao Paciente.

Nesta opção, são colocadas peças na prótese que depois encaixam como se fossem uma mola nas peças que estão aparafusadas nos implantes.

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Quais são as próteses fixas?

As próteses fixas, como o nome indica, são as próteses que não são removíveis pelo Paciente no dia-a-dia. Só podem ser removidas em consultório. Neste grupo, encontram-se as coroas unitárias (apenas um dente), as pontes (ou seja, um conjunto de dentes) e as próteses de arcada total.

As coroas unitárias podem ser aplicadas sobre dentes ou implantes.

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Com as pontes dentárias, acontece o mesmo: podem ser aplicadas sobre dentes ou implantes.

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Já as próteses fixas de arcada total podem ser aplicadas sobre oito, seis ou até quatro implantes, por exemplo, no caso de um all-on-4 ®.

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Então, que tipos de próteses dentárias podem ser aplicadas com implantes?

Os implantes dentários podem servir para aplicar diferentes tipos de próteses. Desde a simples coroa unitária, passando pela ponte de alguns dentes, até à prótese de arcada total que substitui uma arcada inteira.

A Implantologia veio substituir as “placas” de tirar e pôr?

Sim, pode-se dizer que sim. Quando um Paciente recorre à colocação de implantes, é sempre com o objetivo de melhorar a situação em que está. Ou seja, se o Paciente tem uma prótese removível, pode ter um ligeiro desconforto associado, e algum receio de a deixar cair ou de se ver o gancho.

E o implante dentário resolve isso?

Sim, o objetivo da colocação de um implante dentário é sempre estabilizar ou fixar uma prótese. Se for para fixar, será uma prótese fixa.

Se for para estabilizar, será uma prótese semifixa.

Portanto, é sempre no sentido de eliminar as próteses removíveis e dar mais conforto, mais autoestima, mais segurança e… mais qualidade de Vida aos Pacientes.

“Os implantes permitem estabilizar ou fixar uma prótese.”

Próteses dentárias: vantagens e desvantagens

Se gostaria de saber mais sobre as vantagens e desvantagens de cada prótese dentária, não tenha medo de marcar uma consulta de avaliação e procurar ajuda.

Hoje em dia, os tratamentos não causam qualquer tipo de dor. E com a ajuda do seu Médico Dentista, poderá esclarecer todas as suas dúvidas, escolher o tratamento que pretende, e voltar a sorrir tranquilamente.

O que são próteses fixas e coroas dentárias? Como funcionam? | Colgate®

O que são Coroas e Pontes? Tanto as coroas como as próteses fixas são cimentadas no dente ao contrário dos recursos móveis, como as dentaduras e próteses parciais removíveis, que podem ser retiradas e lavadas diariamente. As coroas e próteses fixas por serem cimentadas nos dentes existentes ou em implantes só podem ser removidas pelo dentista.

Como funcionam as coroas? A coroa é utilizada para cobrir inteiramente ou somente uma parte da coroa de um dente danificado.

Além de conferir maior resistência a um dente danificado, a coroa pode ser utilizada para melhorar sua aparência, o formato ou alinhamento dos dentes no arco.

Uma coroa também pode ser colocada sobre um implante, dando-lhe o formato e estrutura parecidos com a do dente natural, a fim de que este possa desempenhar suas funções. As coroas de porcelana ou cerâmica podem combinar com a cor natural de seus dentes.

Outros materiais usados são o ouro e as ligas de metal, o acrílico e a cerâmica. Estas ligas metálicas são geralmente mais resistentes que a porcelana e podem ser recomendadas para os dentes posteriores. A porcelana é ligada a uma estrutura metálica e é utilizada, em geral, por ser resistente e atraente.

Seu dentista pode recomendar uma coroa para:

  • Substituir uma grande restauração quando não restar muita estrutura do dente;
  • Proteger um dente enfraquecido por fraturas;
  • Restaurar um dente fraturado;
  • Ligar uma prótese;
  • Cobrir um implante dentário;
  • Cobrir um dente descolorido ou deformado;
  • Cobrir um dente que tenha sofrido um tratamento de canal.

Como funcionam as próteses fixas (ou pontes)? A prótese fixa pode ser recomendada se você tiver perdido um ou mais dentes.

Falhas deixadas por dentes ausentes podem fazer com que os dentes remanescentes girem ou se movam para os espaços vazios, resultando em uma mordida errada.

O desequilíbrio causado pelo dente ausente também pode levar à gengivite e à disfunção da articulação temporomandibular (ATM).

As próteses fixas são comumente utilizadas para substituir um ou mais dentes ausentes. Elas preenchem o espaço onde não há dentes e podem ser cimentadas aos dentes naturais ou implantes próximos ao espaço vazio. Estes dentes, chamados de pilares, servem de âncoras para as pontes.

Um dente substituto denominado pôntico é soldado às coroas que revestem os pilares. Assim como ocorre com as coroas, você poderá escolher o material utilizado para as pontes. Seu dentista poderá ajudá-lo a decidir levando em consideração a localização do dente ausente (ou dentes ausentes), a sua função, os aspectos estéticos e o seu custo.

As próteses fixas de porcelana ou de cerâmica devem ter a mesma cor que a natural dos dentes.

Como são feitas as coroas e próteses fixas (pontes)? Antes de se fazer uma coroa ou prótese fixa, o dente (ou dentes) deve ser reduzido em seu tamanho de modo que a coroa ou ponte se encaixe perfeitamente sobre o preparo. Após a redução do dente/dentes, seu dentista fará um molde exato para a confecção da coroa ou ponte. Se a opção for por porcelana, seu dentista escolherá a cor exata da coroa ou da ponte que combine com a cor dos demais dentes.

A partir deste molde, um laboratório de prótese dentária (protético) fará sua coroa ou ponte, no material especificado pelo seu dentista.

Uma coroa ou prótese provisória será colocada no local para cobrir o dente preparado, enquanto a coroa ou prótese fixa permanente está sendo feita.

Quando estiverem prontas as definitivas, a coroa ou prótese temporária são removidas para que a nova seja cimentada sobre o dente ou dentes já preparados.

Qual a durabilidade das coroas e próteses fixas (pontes)? Embora as coroas ou pontes possam durar uma vida toda, algumas vezes elas se soltam ou caem. O passo mais importante para garantir a longevidade de sua coroa ou ponte é possuir uma boa prática de higiene bucal.

A ponte pode perder seu apoio se os dentes ou osso que a sustentam forem danificados por doenças. Mantenha suas gengivas e dentes saudáveis, escovando com creme dental com flúor e utilizando o fio dental diariamente. Visite, também seu dentista regularmente, para exames e limpezas profissionais.

Para prevenir o dano em sua nova coroa ou prótese fixa, evite morder alimentos duros, gelo ou outros objetos duros.

Coroas
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Porcelana fundida ao metal. Coroa de ouro fundido.
Pontes
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Os dentes próximos ao espaço são preparados. Os dentes próximos ao espaço são preparados. A ponte é cimentada na posição.

Especialista em prótese dentária: descubra tudo sobre esse procedimento

O especialista em prótese dentária é o dentista que pode devolver a estética e funcionalidade de seu sorriso. Isso porque ele é responsável por substituir um dente fraturado ou cariado e você vai descobrir como isso é possível neste conteúdo.

Como Se Chama Quem Faz Protese Dentaria?

Seja por querer um sorriso bonito ou facilitar a comunicação, a busca por um dentista especialista em prótese só cresce.

Nos últimos anos, a área clínica de prótese dentária ganhou destaque e novos clientes. Principalmente por sua capacidade de ótimos resultados e custo-benefício. 

Para tanto, o dentista de prótese dentária pode realizar diversos procedimentos. Veja a seguir os principais tópicos sobre o tema:

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Um especialista em prótese dentária é o profissional responsável por reconstruir ou repor dentes. Estes que podem ter sido parcialmente destruídos ou extraídos, a depender de cada caso.

  • Essa reposição dos dentes proporciona ao paciente mais saúde, funcionalidade, estética e conforto com sua boca. 
  • Por isso, diferentemente do que muitos ainda pensam, o especialista em prótese não trabalha apenas com estética.
  • Na clínica de prótese dentária, o profissional está habilitado a realizar diversas competências, como:
  • Diagnosticar, acompanhar e tratar distúrbios crânio-mandibulares utilizando próteses fixas, removíveis ou implantes;
  • Funções laboratoriais para executar a fabricação de próteses;
  • Confecção de próteses adequadas às mais diversas situações e usos;
  • Manutenção durante o processo de adaptação e reabilitação do paciente.

Mas muitas pessoas ainda possuem dúvidas sobre quando devem procurar o auxílio de um dentista especialista. Veja a seguir mais sobre o assunto.

  1. Já há algum tempo a utilização de próteses dentárias saiu do campo somente da necessidade de saúde física. 
  2. Muitos pacientes procuram uma clínica de prótese dentária porque desejam mais autoestima com o sorriso.
  3. Por isso, dependendo de cada caso e da necessidade – seja ela de saúde ou estética – você pode marcar uma consulta.
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Pode ser que você precise substituir um dente que foi recentemente extraído ou perdido. Mas também é possível que você deseje um sorriso ainda mais bonito todos os dias.

Existem próteses adequadas para todo o tipo de necessidade, pessoas e orçamentos. Mas é essencial realizar o procedimento sempre com um especialista de confiança.

Se você não sabe qual é tipo mais adequado para solicitar ao seu dentista especialista em prótese, continue a leitura!

Para cada tipo de necessidade do paciente, o especialista determinará o melhor tratamento. Conheça a seguir alguns dos tipos de prótese mais utilizados nos consultórios.

Próteses em porcelana

  • Também conhecidas como lentes de contato dental, as próteses em porcelana ganharam destaque nos últimos anos.
  • Para realizar o tratamento, o seu dentista de prótese dentária utilizará materiais similares aos da técnica laminada.
  • Por isso, a transformação na cor e no formato do sorriso é tão impactante e imediata com esta opção. 
  • Ela recupera o sorriso colocar em risco o escurecimento das gengivas ou sua inflamação posterior.

Prótese dentária em zircônia

As novas tecnologias também chegaram à clínica de prótese dentária. O metal é cada vez mais deixado de lado e substituído por materiais mais duráveis e esteticamente similares ao dente.

Uma das opções realizadas pelo dentista especialista em prótese é o tratamento com zircônia.

Ela pode ser combinada com a porcelana ou usada de maneira integral. É normalmente empregada em procedimentos relacionados às coroas dentárias, implantes fixos e até mesmo dentaduras.

Implantes dentários

Os implantes consistem em pinos de titânio ou outro metal afixados na gengiva. Para que possam ser realizados e acondicionar uma prótese, a gengiva precisa estar saudável.

  1. A condição do osso maxilar também é importante caso o seu dentista especialista em prótese opte por esse tratamento.
  2. Ao realizar um procedimento de prótese dentária, é preciso ter em mente que ele não será eterno.
  3. Será necessário realizar manutenções e consultas periódicas para verificar a saúde e o estado das próteses implantadas.
  4. Por isso, não existe um tempo padrão de durabilidade para procedimentos realizados na clínica de prótese dentária.

Estima-se que cinco anos seja um período razoável de duração para próteses no geral. Mas tudo varia de acordo com especialista escolhido, manutenção e higiene.

É preciso sempre realizar a manutenção adequada e na periodicidade certa para o seu tipo de prótese. Escolha sempre um dentista especialista em prótese que você confie para o trabalho.

Quando falamos em próteses dentárias, existem algumas vantagens em sua aplicação. Por isso cada vez mais pessoas buscam essa alternativa de tratamento. Para citar algumas:

  • Mais autoestima, graças aos dentes mais alinhados e de cor uniforme;
  • Facilitação na comunicação e na alimentação, em casos de substituição de dentes por implantes;
  • Melhora na higiene bucal, já que dentaduras móveis muitas vezes acumulam bactérias e dificultam a limpeza.
  • A situação dental e bucal precária, em muitos casos, pode ter sérios impactos na saúde mental do paciente. 
  • Por isso, realizar um procedimento de prótese dentária pode restabelecer a saúde geral para muitas pessoas. 
  • A busca por um especialista em prótese dentária pode partir da necessidade de saúde ou estética. 

Não importa o que leva o paciente a entrar em contato com o dentista especialista em prótese. Afinal, é possível melhorar as condições de vida e autoestima por meio  dela.

E com um dentista de confiança, além de poder confiar no procedimento, você tem a certeza de que está tomando a decisão com acompanhamento adequado. 

Por isso, antes de tomar a decisão, consulte sempre seu dentista. Apenas o conhecimento profissional pode determinar a melhor abordagem.

Tome a decisão sobre implantes junto com o seu dentista e tenha mais autoestima e saúde.

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Protético. Um profissional que te faz sorrir

outubro 8, 2015

admin

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A protética é um ramo ligado à odontologia que objetiva a produção de aparelhos ortodônticos e próteses dentárias. A prótese tem a finalidade de substituição dos dentes faltantes na arcada dentária com objetivo de ser funcional, para auxiliar na mastigação, ou estético, para que o paciente possa voltar a sorrir sem constrangimentos.

O profissional que atua nessa área é o Técnico em Prótese Dentária, mais conhecido como protético. Para exercer essa atividade é necessário fazer curso técnico de Prótese Dentária e ter o registro do Conselho Regional de Odontologia.

Dentre as principais atividades do protético estão: aplicar cerâmica repor ou restaurar de maneira indireta os dentes por meio de confecção de próteses fixas (coroas em metal, porcelana e materiais poliméricos e pontes) ou próteses removíveis (prótese total, dentadura ou prótese parcial removível); ponte móvel e até próteses modernas produzidas sobre implantes como overdentures, próteses fixas livres de metal (metalfree) e próteses protocolo confeccionar moldes para clareamento e aparelhos ortodonticos trabalhar com facetas de porcelana.

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O técnico graduado e registrado no Conselho Regional de Odontologia pode trabalhar em laboratórios e clínicas, hospitais públicos, nas Forças Armadas, Polícias Civil e Militar e no Corpo de Bombeiros. Além disso, podem trabalhar como autônomo, consultor de empresas e demonstrador técnico ou mesmo dono de laboratório.

Pode trabalhar em laboratórios (próprios ou não), prestar serviços para diversas clínicas e laboratórios, divulgação de materiais promover cursos e congressos, ministrar aulas, trabalhar em consultórios dentários, trabalhar em hospitais buco-maxilo, fazer implantes, especializar-se em moldar aparelhos.

 Seu principal cliente é o próprio dentista, não sendo permitido atender diretamente ao paciente.

A Escola Técnica Qualificar, localizada no centro de Florianópolis, oferece o curso de Técnico em Prótese Dentária. Para saber mais informações acesse http://qualificar-sc.com.br/site/tec-em-protese-dentaria/ ou ligue (48) 3031-1031.

Próteses dentárias: o que são, tipos de próteses, principais cuidados e como ela pode ajudar o seu sorriso

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Você já ouviu falar em prótese dentária? Às vezes, devido a um acidente ou até mesmo a falta de cuidados com a higiene bucal, o paciente sofre a perda de um dente. Por mais que isso pareça afetar muito mais a parte estética, a verdade é que a ausência do elemento dental também deixa a parte funcional debilitada.

Então além do constrangimento ao sorrir, mastigar também se torna um processo difícil. Para solucionar esse tipo de problema, surgem as próteses dentárias com vários benefícios para que o paciente recupere o seu sorriso de volta.

Entenda tudo o que você precisa saber sobre essas pecinhas com a ajuda de vários especialistas no assunto a seguir!

1. O que são as próteses dentárias?

Normalmente quando uma pessoa perde um ou mais dentes, seja por causa de um acidente ou até mesmo decorrente de alguma doença, como a periodontite, é comum que a maioria dos especialistas indique a colocação da prótese dentária como tratamento.

Isso é facilmente explicado porque, além de restabelecer a harmonia do sorriso e corrigir a deficiência estética que a falta de dentes provoca, ela é essencial para que a função mastigatória do paciente não seja comprometida.

De acordo com o dentista Murilo Parella, as próteses são indicadas para indivíduos que perderam um, alguns ou todos os dentes.

2. Qual a diferença entre próteses e implantes?

Por mais que tanto as próteses quanto os implantes exerçam a mesma função de repor um ou mais dentes perdidos, eles não são exatamente o mesmo processo – mas podem servir como complementares. “O implante substitui a raiz do dente, repondo o elemento perdido.

Entretanto, ele precisa de uma prótese para a reabilitação ficar completa”, conta a dentista Elis Regina. Ou seja, o implante sozinho não é capaz de desempenhar o papel de um novo dente, já que ele funciona principalmente como um substituto para a sua raiz.

Logo, ele necessita do auxílio de uma prótese dentária para que sua função seja totalmente recuperada.

Porém, se por um lado o implante é totalmente dependente da prótese para que o seu trabalho seja completo, por outro, as próteses podem funcionar de maneira independente, sendo considerada uma alternativa menos invasiva para a perda dentária.

3. Os tipos de próteses dentárias

Existem diferentes tipos de próteses dentárias, e por mais que o paciente esteja ansioso para recuperar seus dentes o mais rápido possível, é fundamental passar por um processo de avaliação com um especialista antes.

Dessa forma, o dentista poderá encaminhá-lo para a melhor forma de tratamento, e com as devidas orientações.

Essa avaliação inicial é necessária porque cada tipo de prótese busca reparar problemas específicos, como você pode conferir a seguir:

3.1 Prótese total removível

Também conhecida como a famosa dentadura, a prótese total removível é comumente relacionada a pacientes da terceira idade, que costumam estar com a saúde bucal mais fragilizada nessa fase da vida.

“A prótese removível substitui de um até todos os dentes, tanto na parte superior quanto na inferior”, conta a dentista Rafaela Antonacio. Esses dispositivos são feitos com base na anatomia das arcadas superior e inferior e ficam apoiados na gengiva, facilitando tanto a sua colocação quanto a sua remoção.

Apesar de muitas pessoas terem receio desse tipo de prótese, achando que elas podem cair a qualquer momento, há algumas vantagens em seu uso, segundo Rafaela.

A possibilidade de retirada pode garantir maior eficiência no processo de higienização da peça é um exemplo disso, mas vale destacar que existem pastas de dente específicas para isso e o ideal é que o paciente sempre verifique com um especialista antes as orientações.Podem ser de três classificações:

1. convencional: para quem não possui nenhum dente, sendo a prótese confeccionada com retenção apenas no rebordo alveolar;

2. overdenture: é preciso, no mínimo, dois implantes para reter melhor a prótese; 

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3. protocolo: para essa são, no mínimo, quatro implantes e a prótese é parafusada nos implantes.

3.2 Prótese parcial removível

Segundo o dentista Murilo Parella, esse tipo de prótese é utilizada quando o indivíduo possui alguns dentes. Isto é, quando o paciente não sofreu a perda de todos os dentes e também não é necessário extrair os elementos dentais remanescentes para a colocação da prótese.

Entretanto, é preciso levar em consideração o estado de saúde dos dentes em questão, pois são eles que vão servir como a base para a estrutura protética.

Além disso, o especialista destaca que ela pode ser convencional (confeccionado com grampos para reter “abraçando o dente”) ou com attachments, ou seja, feitas com encaixes que são “escondidos” dentro da prótese.

3.3 Prótese parcial fixa

Esse tipo de prótese pode ser de dois tipos: as coroas ou as pontes, onde cada uma é recomendada para casos diferentes por terem suas especificidades..

As pontes, por exemplo, normalmente são indicadas em casos onde o paciente não perdeu tantos dentes, de forma que a prótese consegue utilizar pelo menos dois elementos dentais como suporte.

“São próteses dentárias utilizadas para restabelecer a presença de um ou mais dentes ausentes, sendo necessário usar dentes adjacentes ao espaço edêntulo como pilares para a fixação da prótese”, esclarece a cirurgiã-dentista Renata Paraguassu.

Por outro lado, as coroas também são próteses parciais mas que são indicadas para pacientes que perderam somente parte do dente, e não ele por inteiro.

Segundo a especialista, as coroas devolvem a anatomia de todo o dente, englobando todas as suas faces dentárias. “Pontes substituem a ausência de um ou mais dentes.

Já coroas servem para restabelecer estética e função de um dente que teve grande perda de massa coronária”, conta.

3.4 Prótese sobre implantes

Esse tipo de prótese necessita dos implantes dentários, que são instalados diretamente sobre o osso da maxila ou mandíbula e funcionam como substitutos das raízes naturais dos dentes.

Os implantes, na prática, funcionam como um suporte para as próteses, que pode ser parafusada ou encaixada neles.

Essa tem sido a alternativa mais escolhida, já que é a que oferece mais segurança para o paciente, tanto no quesito aparência quanto na fixação da peça.

4. Principais cuidados após colocar a prótese

Recuperar seu sorriso com a ajuda da prótese é possível, mas para que não haja nenhum problema posteriormente, é importante que o paciente tenha certo cuidado, principalmente no que diz respeito à higiene bucal.

A limpeza deve ser feita normalmente com uma escova de cerdas macias após as principais refeições, mas não se pode deixar de escovar também a língua, gengiva e o céu da boca, pois isso ajudará a manter o bom hálito.

Além disso, de acordo com o especialista Johnathan Marcondes, o ideal é que a escovação da prótese seja feita com sabão neutro, pois o uso de creme dental é muito abrasivo.Além disso, as próteses removíveis podem ser retiradas e encaixadas para facilitar o processo, segundo o dentista Johnathan.

“Após cada uma das refeições, retire a prótese (dentadura) e enxágue bem debaixo de água corrente, removendo todos os resíduos alimentares”, instrui o especialista.

O mesmo processo deve se repetir antes de o paciente se deitar, com apenas uma diferença: a dentadura deve ser retirada, escovada e colocada em uma solução de limpeza ou água filtrada para repousar por um período de 6 a 8 horas. Ao se levantar, basta lavá-a com bastante água corrente antes de colocá-la de volta na boca, pois o ideal é que as próteses móveis sempre se mantenham úmidas.

4.1 Itens de higiene bucal importantes

De acordo o cirurgião-dentista José Augusto Lopes, existem escovas específicas para a higienização das próteses cujo diferencial são as cerdas grandes e mais firmes. Entretanto, escovas de cerdas macias também são muito bem-vindas, pois ajudam e muito na hora de ajudar a eliminar as tão temidas placas bacterianas.

O creme dental deve ser recomendado pelo próprio cirurgião-dentista, já que também existem alguns específicos para esse tipo de situação, e um bônus é que ainda existe outra ferramenta para ajudar na hora da limpeza, que são as pastilhas.

E se pintar alguma dúvida sobre o uso de algum produto, é só chamar o seu dentista para bater um papinho para esclarecer isso.

4.2 Consultas de manutenção com o dentista

As visitas ao dentista fazem parte de outro passo fundamental para que as próteses permaneçam firmes e saudáveis. Objetos estranhos podem provocar um acúmulo de bactérias no local, formando as placas bacterianas e abrindo portas para vários problemas bucais, como as cáries e as doenças periodontais.

Portanto, consultar um profissional a cada 6 meses é primordial para evitar consequências desagradáveis. Além disso, o profissional também pode observar o estado da prótese, verificando se há ou não a necessidade de realizar ajustes na peça.

“Com os cuidados indicados pelo profissional é possível aumentar o tempo útil da prótese e diminuir possíveis desconforto e riscos de complicações”, finaliza o dentista José Augusto.

4.3 Se não cuidar, o que pode acontecer?

Sem os cuidados ressaltados acima, a pecinha pode se desprender da cavidade bucal e todo o procedimento terá sido em vão, até que ele seja corrigido novamente.

O que também pode acontecer é que, sem as consultas periódicas com um dentista, o acúmulo de placa bacteriana pode desencadear vários outros probleminhas, que pode até mesmo trazer a perda óssea do paciente.

“O acúmulo de microrganismos nas área levam a infecções fúngicas ou bacterianas, ocasionando uma aceleração na perda óssea e gerando uma perda de área de retenção das próteses”, explica o especialista em implantodontia Edgard de Mello.

5. A prótese quebrou, e agora?

Se isso acontecer, é hora de redobrar sua atenção, porque quando uma prótese quebra ou não está bem adaptada, é um risco para a saúde bucal do paciente. Segundo a especialista em prótese Heloísa Crisóstomo, a situação pode levar a lesões na mucosa, provocar aftas e a perda óssea.

Por isso é fundamental que o paciente sempre busque a ajuda de um profissional nesses casos, relatando sempre que houver dor ou incômodo na região.

Segundo a especialista, geralmente é necessária a confecção de uma nova prótese para garantir que o paciente não vai correr nenhum risco, mas em casos extraordinários é possível fazer um conserto que seja realmente seguro.

Viagem à profissão de Técnico de Prótese Dentária

O que define um técnico de prótese?

O TPD (Técnico de Prótese Dentária) é um profissional devidamente habilitado que integra a equipa multidisciplinar de saúde oral, mais especificamente, e executa todo o tipo de DMFPM (dispositivos médicos feitos por medida), convencionalmente chamadas próteses dentárias e que incluem aparelhos ortodônticos, próteses removíveis (acrílicas ou esqueléticas) até dispositivos fixos (coroas, pontes ou implantes). Sendo uma profissão de formação superior, o técnico integra equipas de investigação e desenvolve trabalhos científicos na pesquisa de melhores técnicas e materiais.

Que formação é necessária para exercer esta profissão?

Desde o final da década de 90 que o acesso à profissão se faz exclusivamente por via académica. Um indivíduo que conclua uma licenciatura em Prótese Dentária pode requerer a cédula profissional de Técnico de Prótese Dentária junto da ACSS (Administração Central do Sistema de Saúde) e exercer a profissão sem limites.

Até à década de 90 como era o percurso dos profissionais da área?

Ao longo dos anos, a maioria dos técnicos eram formados por aprendizagem direta nos laboratórios ou consultórios. Após alguns anos de atividade como estagiários solicitavam a carteira profissional de ajudantes de prótese, a mais baixa da carreira, progredindo ao longo de anos de experiência até técnicos de prótese dentária.

Passavam por várias etapas e, em cada uma, realizavam um exame junto de entidades como o sindicato dos Técnicos de Prótese Dentária, que atribuiria a carteira profissional correspondente ao nível atingido. Assim se formaram Técnicos de Prótese Dentária, preenchendo a lacuna da formação académica na altura.

Nesses anos, a fiscalização das competências de quem trabalhava na área era muito pouca, talvez até nula, o que criou uma sensação de impunidade a todos aqueles que, por despreocupação ou por exercerem conjuntamente a atividade de fabricante de próteses dentárias e outras manifestamente ilegais, não se submetiam à obtenção da carteira profissional.

O que marcou a viragem?

A partir da década de 80, com a criação do curso de formação profissional de técnicos de prótese dentária na escola Superior de Medicina Dentária de Lisboa, pela mão do Professor Doutor Simões dos Santos, abriu-se uma nova era.

Esta era uma profissão já há alguns anos referenciada, ou seja, apenas exercida por indivíduos credenciados e a partir de 1999, com o decreto de lei 320/99, o acesso é exclusivo pela via académica.

Por obrigação da alteração da lei, abriu-se um período de transição no qual se permitiu a todos os que naquela época, por igualdade de circunstâncias, tinham adquirido competências para requerer a carteira profissional, até então em vigor, o fizessem.

  • “É absolutamente urgente que os técnicos invistam na formação, nomeadamente pós-graduação, mestrado, doutoramento, pois só assim poderão elevar as suas competências e reconhecimento.”
  • Quais são os principais desafios enfrentados pelos técnicos atualmente? 

Passam sem dúvida pela regulamentação do exercício da atividade do técnico e dos laboratórios. Vivemos num pais integrado na Comunidade Europeia, com critérios de qualidade obrigatórios e a Prótese Dentária está a adaptar-se a uma nova realidade muito exigente.

É absolutamente urgente que os técnicos invistam na formação, nomeadamente pós-graduação, mestrado, doutoramento, pois só assim poderão elevar as suas competências e reconhecimento.

Numa área em que o desenvolvimento de técnicas e o aparecimento de materiais é meteórico, é indispensável a participação dos técnicos de prótese dentária ao nível da investigação. A articulação entre os vários elementos da equipa de saúde oral é o grande desafio do presente, apesar dos progressos obtidos.

Falta melhorar a comunicação entre os profissionais e, por isso, a nossa aposta na otimização do funcionamento da equipa de saúde oral, liderada naturalmente pelo MD. Todos têm a ganhar com uma comunicação fluida, aberta e no respeito pelas competências de cada um, em especial o paciente.

Que problemas chegam à APTPD?

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A APTPD tem sido confrontada com o descontentamento de alguns técnicos que, tendo percorrido o caminho que lhes fora exigido, viram a sua progressão interrompida inexplicavelmente.

A maioria dos problemas criados pela introdução do D-L320/99 ainda estão por resolver, e 14 anos após a aplicação da lei a APTPD continua a tentar, em contacto com a ACSS, a resolução deste problema.

Outra questão é a falta de regulamentação específica para a atividade que, em conjunto com a inexistência de fiscalização, gera uma sensação de injustiça e concorrência desleal nos técnicos que exercem as funções para as quais adquiriram as competências e licenças.

A par disso, os técnicos encontram obstáculos na falta de objetividade na legislação que regula a atividade.

Os dispositivos médicos são sujeitos a uma regulamentação muito apertada para proteger o consumidor e dar confiança ao mercado, por isso foram transpostas para a legislação portuguesa diretivas comunitárias relativas aos DMFPM. Na sequência da legislação devia ter sido produzida uma portaria para regular especificamente o fabrico dos DMFPM em Portugal que, a nosso entender, poderia objetivar a natureza do seu fabrico e suas implicações, e simplificar o processo.

Comparando com outros países europeus, como vê o desempenho português?

Não tendo sido os primeiros, no entanto fomos pioneiros na criação de uma licenciatura em Prótese Dentária. Na formação estamos ao nível dos nossos pares europeus e mundiais, mas ainda não existe uma verdadeira cultura de participação.

As entidades que formam os técnicos em Portugal deviam criar nos seus formandos competências na produção de trabalho de investigação e o hábito de apresentar publicamente os seus resultados.

Temos técnicos de bom nível, mas são poucos com reconhecimento a nível internacional e sem dúvida que esse também é um aferidor.

Na sua opinião, o papel do técnico de prótese é valorizado pelos restantes profissionais de saúde e pelo público?

Acredito que muito melhorou nos últimos 25 anos e isso deve-se a uma considerável melhoria dos conhecimentos técnico/científicos dos técnicos que, desde os cursos de formação profissional da então ESMDL (Escola Superior de Medicina Dentária de Lisboa) até à licenciatura de hoje elevou as competências dos técnicos.

Estes deixaram de executar os trabalhos mecanicamente e passaram a usar uma linguagem e conhecimento que muitos MD aproveitaram e beneficiaram, passando a reconhecer no técnico um interlocutor com competência.

Quanto ao público acreditamos, na APTPD, que existe uma enorme lacuna na divulgação da atividade e competência dos TPD, isso passará por uma afirmação da profissão.

Em 2012 e 2013, a fiscalização das autoridades de saúde a laboratórios onde técnicos atendiam pacientes gerou polémica. Como encara este tipo de problema?

A APTPD considerou este episódio um não-problema, uma maior fiscalização é necessária, as ilegalidades devem ser identificadas e sancionadas. Cada profissional tem as suas competências. A regulamentação da profissão é importante, no entanto um falso MD ou um falso TPD serão sempre ilegais.

Quais são as áreas prioritárias para a APTPD?

Tudo que você precisa saber sobre próteses dentárias | Cuide da sua boca

Podemos dizer que o uso de próteses para suprir a falta de dentes é uma solução antiga na história da humanidade.

Há relatos de que povos como os fenícios, os etruscos e os romanos já produziam e usavam esse expediente nos séculos antes de Cristo.

No continente americano, escavações apontam que os povos maias também já recorriam a modelos rudimentares de próteses dentárias.

Na Idade Moderna, por sua vez, os primeiros registros aparecem em escritos do cirurgião francês Ambroise Paré e nos do pai da Odontologia, Pierre Fauchard — documentos redigidos entre os séculos 16 e 18.

Mais recentemente, paleopatologistas da Universidade de Pisa, na Itália, acharam o que pode ser a prótese mais antiga descoberta até o momento.

O objeto, encontrado na cidade italiana de Lucca, tem mais de 400 anos.

Questão atual

Os registros antigos e até mais atuais indicam que a perda de um ou mais dentes sempre foi motivo de desconforto. Os problemas vão além da estética e podem afetar desde a mastigação até a fala dos indivíduos.

De volta ao século 21, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que 50% da população brasileira adulta tem apenas 20 ou menos dentes funcionais, enquanto nos idosos esse índice é ainda maior, apenas 70%.

Para essas pessoas, a alternativa é a utilização das próteses dentárias, que se tornaram mais acessíveis, confortáveis e funcionais ao longo do tempo.

Embora seja uma saída bastante frequente, as próteses ainda despertam muita dúvida na população.

Como as perdas dentárias são tratadas atualmente? Quais as alternativas disponíveis? Quais as próteses mais indicadas para cada caso? Quem pode fazer? A consulta com um cirurgião-dentista é essencial, pois responderá esses e outros questionamentos individualmente. No entanto, vamos apresentar alguns dos principais aspectos sobre o uso das próteses para você se inteirar.

A prótese total removível

Conhecida popularmente como dentadura, a prótese total removível é recomendada para casos em que houve perda de todos os dentes.

Ela é feita a partir de moldagens que reproduzem a anatomia da arcada superior (maxilar) e da arcada inferior (mandíbula) do paciente. A solução tem estrutura removível e dentes de resina mais resistentes e ganhou tecnologia com o passar dos anos.

Hoje é cada vez mais elaborada, buscando inclusive reproduzir cor, formato e tamanho dos dentes naturais como também a cor da gengiva.

Depois de pronta, a prótese fica apoiada sobre a mucosa, ou seja, na gengiva, o que facilita a colocação e a retirada da boca.

Contudo, algumas pessoas ficam inseguras com a possibilidade de má fixação, problema que pode ser contornado com o uso de bons cremes fixadores. A higienização das próteses também demanda cuidados.

Há inclusive pastas de dente específicas e a complementação da limpeza pode ser feita com produtos efervescentes disponíveis no mercado.

A prótese parcial removível

Esse tipo de prótese pode ser utilizado por indivíduos que possuem um número razoável de dentes remanescentes. Não há necessidade de extrair ou desgastar os dentes que ainda estão na boca.

No entanto, a saúde desses dentes precisa ser levada em conta, pois eles servirão de apoio para a estrutura metálica da prótese, que, na maioria das vezes, será confeccionada com ligas de cobalto e cromo.

A manutenção não é complexa, já que a prótese é retirada com facilidade da boca. Mas vale ressaltar que é preciso realizar a limpeza após todas as refeições.

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A prótese parcial fixa

Popularmente conhecida como “ponte” ou “coroa”, a prótese parcial fixa é indicada normalmente para pessoas que perderam um número pequeno de dentes naturais e que apresentam pelo menos dois elementos dentários que possam ser utilizados como suporte (um posterior e um anterior) ao local em que a prótese será instalada. Nesse caso, os dentes naturais precisam ser desgastados, processo que pode comprometer sua estrutura.

Tradicionalmente confeccionadas em metal com porcelana, tiveram uma grande evolução tecnológica. Com a descoberta de novos materiais estéticos, em alguns casos, é possível confeccioná-las com estruturas não metálicas, caso da zircônia.

Sua durabilidade está ligada diretamente à técnica correta de confecção, mas depende de maneira significativa dos hábitos de higiene.

A limpeza deve ser criteriosa e precisa alcançar a estrutura do suporte de maneira efetiva, para que restos de alimentos não se acumulem ali.

A prótese flexível

São reconhecidas principalmente como alternativas às próteses parciais removíveis e produzidas em resina flexível, o que tira a necessidade da utilização de grampos e estruturas presentes nas próteses tradicionais. A tendência é que o resultado tenha aparência mais natural.

A utilização dessa modalidade é mais comum em idosos, como prótese provisória em casos de reabilitação ou mantenedores de espaço entre os dentes naturais.

A prótese sobre implantes

Instalados diretamente sobre o osso da maxila ou da mandíbula, os implantes osseointegrados funcionam como substitutos das raízes naturais dos dentes e servem como suporte para a prótese, que pode ser parafusada ou encaixada em cima deles. A colocação é feita em duas fases.

A primeira é a cirurgia, quando os implantes de titânio na forma de parafusos são fixados no osso do paciente. Na segunda fase, chamada de etapa protética, poderá ser instalada uma prótese fixa, parafusada nos implantes ou cimentada sobre uma estrutura metálica parafusada nos implantes, ou uma prótese removível, que deve se encaixar sobre retentores parafusados aos implantes.

Apesar de ser a alternativa que mais se assemelha aos dentes naturais e oferece mais segurança aos pacientes, quem sofre de doenças sistêmicas deve ter cuidado redobrado durante o tratamento. Males como a diabetes, o HIV, a osteoporose e a hipertensão podem prejudicar processos de coagulação e de cicatrização e deixam o corpo mais exposto a infecções.

Cada um é cada um

Lembre-se: qualquer tipo de tratamento para a colocação de uma prótese dentária deve ser feito sob orientação de um cirurgião-dentista. A avaliação do profissional conseguirá definir qual prótese deverá ser adotada, para que tanto os resultados estéticos quanto os ganhos na saúde bucal sejam efetivos.

* Dr. Rogério Adib Kairalla é cirurgião-dentista e presidente da Comissão Tomada de Contas do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP)

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