Como Se Chama O Sitio Onde Se Faz As Leituras Na Igreja?

Tomando como base essas duas fontes – Instrução geral do Missal Romano (IGRM) e o Elenco das Leituras da Missa –, podemos entender melhor a respeito do Salmo e da função do salmista na celebração litúrgica. A IGMR, ao tratar do lugar do Salmo na liturgia da Palavra, diz:

“À primeira leitura segue-se o Salmo Responsorial, que é a parte integrante da liturgia da Palavra, constituindo-se em grande importância litúrgica e pastoral, por favorecer a meditação da Palavra de Deus (IGMR 61).”

Verificamos, então, que o Salmo Responsorial é “parte integrante da liturgia da Palavra”; e que a sua “importância litúrgica e pastoral” é ajudar os fiéis na meditação da Palavra de Deus na assembleia.

Como Se Chama O Sitio Onde Se Faz As Leituras Na Igreja?

A função do salmista na liturgia / Foto: Daniel Mafra

Sobre o serviço do salmista e suas funções específicas na celebração, o texto da IGMR afirma:

“Compete ao salmista proclamar o Salmo ou outro cântico bíblico colocado entre as leituras. Para bem exercer sua função, é necessário que o salmista saiba salmodiar e tenha boa pronúncia e dicção (IGMR 102).”

Também a introdução ao Elenco das Leituras da Missa fala a respeito do salmista:

“Para exercer essa função de salmista, é muito conveniente que, em cada comunidade eclesial, haja leigos dotados da arte de salmodiar e de uma boa pronúncia e dicção. O que se disse anteriormente sobre a formação dos leitores também se aplica aos salmistas (OLM 56).”

Podemos entender, então, que o salmo responsorial tenha função ritual, sua execução participa de um autêntico ministério litúrgico e requer atitude espiritual e orante, não deixando também de exigir técnica musical de quem o interpreta.

Sobre o lugar de onde deve ser proferido na liturgia, a IGMR diz:

“(…) Do ambão são proferidas somente as leituras, o Salmo Responsorial e o precônio pascal; também se podem proferir a homilia e as intenções da oração universal ou oração dos fiéis. A dignidade do ambão exige que a ele suba somente o ministro da palavra” (n. 309).

O Elenco das Leituras da Missa, ao falar do lugar da proclamação do Salmo, também específica:

“Dado que o ambão é o lugar de onde os ministros proclamam a Palavra de Deus, reserva-se, por sua natureza, às leituras, ao salmo responsorial e ao precônio pascal” (OLM 33).

“O Salmo Responsorial é cantado ou recitado por um salmista ou por um cantor, estando no ambão” (OLM 22).

Nao deixando dúvidas do lugar onde o salmista deve exercer sua função ministerial.

Por fim, dispõe o IGMR:

(…) Se o salmo não puder ser cantado, seja recitado do modo mais apto para favorecer a meditação da Palavra de Deus (n. 61).

Fontes:

Congregação para o culto divino e a disciplina dos sacramentos, Instrução Geral sobre o Missal Romano, in 3a Edição Típica do Missal Romano, 2002 (edição para o Brasil aprovada pela congregação em carta de 30 de julho de 2004). A seguir citada pelas iniciais IGMR.

Missal Romano, restaurado por Decreto do Concílio Ecumênico Vaticano II e promulgado pela autoridade do Papa Paulo VI, Ordo Lectionum Missae, Praenotanda, 2a ed. de 1981 (Edição para o Brasil: Elenco das Leituras da Missa, Introdução, in Lecionário Dominical, anos A, B e C). A seguir citada pelas iniciais OLM.

Ministérios Musicais na Celebração Litúrgica da Assembléia Dr. Pe. José Raimundo de Melo, SJ (ed.) Revista de Cultura Teológica – v. 15 – n. 61 – out/dez 2007

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Como Se Chama O Sitio Onde Se Faz As Leituras Na Igreja?

Músico da banda DOM, compositor, escritor de 3 livros, professor e palestrante. Não sou nada do que realizei. Fui e sou tudo o que amei e amo. Além disso, não sou mais nada. www.augustocezarcornelius.com.br

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Fábio Nunes

Quando se fala de “escolha” da Missa, não se trata de uma escolha arbitrária ou ao bel-prazer do sacerdote presidente. Embora seja ele quem presidirá a Eucaristia, o padre precisa seguir as normas e orientações existentes nos diretórios litúrgicos como, por exemplo, a Introdução Geral do Missal Romano (IGMR) que será o livro que nos orientará durante este artigo.

O sacerdote precisa conformar-se com o calendário da Igreja em que ele está situado. Existem algumas datas que em certos tempos litúrgicos são obrigatórias serem seguidas.

São elas: nos domingos, nos dias feriais do Advento, do Natal, da Quaresma e do Tempo Pascal, nas festas e memórias obrigatórias.

Contudo, nas memórias facultativas da Virgem Maria e de Santos venerados pelos fiéis, o padre pode celebrá-las em função da piedade do povo de Deus.

A Introdução Geral ao Missal Romano (IGMR), no n° 29, deixa estritamente claro a importância das leituras bíblicas: “Quando na Igreja se lê a Sagrada Escritura, é o próprio Deus quem fala ao seu povo, é Cristo, presente na sua Palavra, quem anuncia o Evangelho”. Na liturgia da Palavra é Deus quem comunica aos fiéis, por isso, a leitura das Sagradas Escrituras jamais podem ser substituídas por outras leituras que não estejam no Cânon Romano, por mais nobre que sejam.

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Foto Ilustrativa: Bruno Marques/cancaonova.com

O que dizem os diretórios litúrgicos?

Durante os domingos e solenidades, as leituras são três: do Profeta, do Apóstolo e do Evangelho, a fim de fazer com que o povo de Deus conheça a obra de salvação.

Durante as festas são feitas duas leituras e nos dias de semana o Lecionário Ferial traz as devidas leituras.

Já, nas Missas rituais, nas quais se incluem alguns Sacramentos ou Missas por várias necessidades, faz-se uma escolha especial dos textos da Sagrada Escritura (IGMR, 359).

A Oração Eucarística faz parte das orações presidenciais, ela é o ponto central de toda a celebração da Santa Missa. Pode-se encontrar, também, no Missal Romano inúmeros Prefácios que servem para evidenciar os aspectos do mistério da salvação.

Dessa forma, a orientação é a seguinte: “a Oração Eucarística I, também conhecida como Cânone Romano, pode-se usar sempre, mas é mais indicado nos dias que têm um Communicantes (Em comunhão com toda a Igreja) próprio, ou nas Missas com Hanc igitur (Aceitai benignamente, Senhor) próprio, bem como nas celebrações dos Apóstolos e dos Santos mencionados nessa Oração”. Contudo, por motivos pastorais, nesses dias pode-se usar a Oração Eucarística III (IGMR, 365).

A Oração Eucarística II é mais indicada nos dias feriais e em circunstâncias específicas, mesmo contendo Prefácio próprio, pode-se utilizar outros Prefácios.

A Oração Eucarística III pode-se usar em qualquer Prefácio; ela é normalmente usada nos domingos e festas.

Já, a Oração Eucarística IV tem Prefácio fixo e é a que mais contempla a história da salvação, podendo ser empregada sempre que a Missa não tem Prefácio próprio ou nos domingos (IGMR, 365).

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Missas e orações para cada circunstância

A exemplo da vida de Jesus, a Liturgia Sacramental proporciona ao fiel a possibilidade de santificar quase todos os acontecimentos da sua vida, por meio do mistério pascal que envolve todos os sacramentos. Dessa forma, existindo a possibilidade de escolher leituras e orações, o ministro ordenado deve agir com prudência e fazer as escolhas devidas somente quando forem realmente convincente pastoralmente.

Dentro de necessidades especiais e com a autorização do bispo, pode-se celebrar alguma particularidade por necessidade pastoral, exceto nas solenidades, nos domingos do Advento, Quaresma e Páscoa, nos dias dentro das Oitavas da Páscoa, na Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos, na Quarta-Feira de Cinzas e nos dias feriais da Semana Santa.

As celebrações em honra da bem-aventurada Virgem Maria, dos Anjos ou de algum Santo podem acontecer para satisfazer os fiéis dentro dos dias feriais do Tempo Comum, mesmo existindo memórias facultativas.

Contudo, quando acontecer de haver memórias obrigatórias ou uma féria do Advento, até 16 de dezembro; do Tempo do Natal, de 2 de janeiro em diante; ou do Tempo Pascal, depois da Oitava da Páscoa; não é permitido Missas votivas ou em diversas necessidades.

Ainda existe uma recomendação de celebrar-se a memória da Virgem Maria no sábado.

A Igreja, também, oferece pelos fiéis defuntos o sacrifício Eucarístico, para que, por meio desse mistério, alcance auxílio espiritual, e, para os vivos, consolo e esperança. Em primeiro lugar está a Missa exequial que é permitido celebrar todos os dias com exceção nas solenidades de preceitos, nos domingos do Advento, no Tríduo Pascal, Quaresma e Tempo Pascal.

É permitido alguma adaptação?

É do bispo diocesano a responsabilidade por aquele rebanho localizado na sua diocese.

Ele é ali o sumo sacerdote, de quem depende a vida dos seus fiéis em Cristo, ele deve ordenar, promover e zelar pela Liturgia dentro da sua diocese.

Dessa forma, o Bispo tem competência para realizar adaptações litúrgicas. Uma das funções importantes do Bispo é alimentar o espírito da Sagrada Liturgia nos sacerdotes, diáconos e fiéis.

A Conferência Episcopal, também, tem a incumbência de realizar algumas adaptações.

Esses ajustes estão contidos na Introdução Geral do Missal Romano, por exemplo: gestos e atitudes corporais, gestos de veneração do altar e do Evangeliário, alterações nos textos dos cânticos de entrada, ofertório e comunhão, as leituras das Sagradas Escrituras que serão utilizadas em determinadas circunstâncias, a maneira de dar a paz, o modo de receber a Sagrada Comunhão, o material do altar, as alfaias sagradas, realizar traduções dos textos bíblicos utilizados nas celebrações.

O notório, para cada fiel, é que a Igreja em suas mais variadas “áreas”, assim como na Liturgia, vive dentro de um organismo vivo e organizado. Por isso, também afirmamos que o Espírito Santo é quem assiste a Igreja, pois Ele é gerador de ordem. O amor que cada um deve ter pela Igreja é de igual forma o amor que Cristo tem por Ela, pois, os dois compõem um mesmo corpo.

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Francisco Fábio Nunes
Natural de Fortaleza (CE), é missionário da Comunidade Canção Nova e candidato às Ordens Sacras.

Licenciado em Filosofia pela Faculdade Canção Nova, Cachoeira Paulista (SP), Fábio Nunes é também Bacharelando em Teologia pela Canção Nova, Cachoeira Paulista (SP) .

Atua no Departamento de Internet da Canção Nova, no Santuário do Pai das Misericórdias e nos Confessionários.

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A Santa Missa, como sabemos, consta de duas grandes partes: Liturgia da Palavra e Liturgia Eucarística, que estão de tal modo unidas entre si que constituem um só ato de culto, no qual a Igreja oferece aos fieis, para seu ensino e alimento, tanto a mesa da Palavra de Deus como a do Corpo de Cristo (Cf. Sacrosanctum Concilium, 56).

Sobre a Liturgia da Palavra, podemos dizer que a Igreja a herdou da tradição judaica, inspirando-se nas grandes assembleias do Antigo Testamento para a escuta das Sagradas Escrituras (Cf. Ne 8, 1-12) e no culto litúrgico celebrado nas sinagogas, centrado na meditação dos textos bíblicos e na oração dos salmos (Cf. Lc 4, 16-21).

A partir da leitura dos escritos do Novo Testamento, bem como dos testemunhos dos mais antigos escritores eclesiásticos, podemos saber que, desde cedo, a Igreja organizou a sua celebração litúrgica a partir da relação íntima entre a mesa da Palavra e a mesa do Corpo do Senhor: antes de tudo, a Igreja escuta a Palavra de Deus e se deixa evangelizar por ela, para, em seguida, anunciá-la à humanidade fortalecida pela Eucaristia.

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:: Homilia bem preparada e breve

A parte principal da Liturgia da Palavra é constituída pelas leituras da Sagrada Escritura, sendo concluída pela homilia, a profissão de fé (Creio) e a oração universal.

De fato, por meio das leituras bíblicas, comentadas pela homilia, Deus fala ao nosso coração, revela-nos o mistério da Salvação e nos oferece alimento espiritual.

Pelo silêncio e pelos cantos, assimilamos a Palavra de Deus e a ela aderimos pela profissão de fé; alimentados e iluminados por essa Palavra, rezamos na oração universal pelas necessidades de toda a Igreja e pela salvação do mundo inteiro: “A Igreja venerou sempre as divinas Escrituras como venera o próprio Corpo do Senhor, não deixando jamais, sobretudo na sagrada Liturgia, de tomar e distribuir aos fiéis o pão da vida, quer da mesa da palavra de Deus quer da do Corpo de Cristo” (Dei Verbum, 21).

No presente artigo, vamos conhecer a origem, o significado e a importância da homilia na celebração litúrgica que é, também, um elemento tomado pela Igreja do culto celebrado pelos judeus nas sinagogas.

A palavra homilia, em grego, significa ter uma conversa familiar, podendo ser definida, à luz disso, como uma exortação daquele que preside a celebração que leve a assembleia à prática daquilo que ouviu, para que atualize, na própria existência, a Palavra de Deus proclamada nas leituras bíblicas.

Na Instrução Geral do Missal Romano lemos que a homilia é a explicação de algum aspecto das leituras da Sagrada Escritura ou da Missa do dia, que leve em conta tanto o mistério celebrado, como as necessidades particulares dos ouvintes, devendo ser proferida pelo próprio sacerdote que preside a celebração, por um sacerdote concelebrante ou, ainda, ocasionalmente, por um diácono. Aos domingos e festas de preceito deve ser proferida, não podendo ser omitida, a não ser por motivo grave. Porém, é igualmente recomendada nos demais dias, sobretudo nas semanas do Advento, Quaresma e Páscoa, como, ainda, nas ocasiões em que o povo acorre à Igreja em maior número. O Missal Romano recomenda, ainda, que, após a homilia, seja guardado um momento de silêncio para a meditação pessoal (Cf. Instrução Geral do Missal Romano, 65-66).

Leia MaisPor que os anos litúrgicos são divididos em A, B e C?O que fazer quando a hóstia cai no chão?Por que os padres modernos usam cada vez menos as vestes clericais?Muito oportunas são as palavras do Papa Francisco acerca da homilia: “A homilia não pode ser um espetáculo de divertimento, não corresponde à lógica dos recursos midiáticos, mas deve dar fervor e significado à celebração. É um gênero peculiar, já que se trata de uma pregação no quadro duma celebração litúrgica; por conseguinte, deve ser breve e evitar que se pareça com uma conferência ou uma lição” (Evangellii Gaudium, 138). Ela é, na verdade, um diálogo familiar entre o pastor e seu rebanho – não um “sermão”, uma “aula de teologia”, um “show de humor” ou momento para “puxar a orelha” da comunidade – a fim de que, tanto um quanto outro, vivam sempre de acordo com a fé que professam.

Saibamos aproveitar bem o momento da homilia.

Por meio dela, somos conduzidos a uma maior compreensão das Sagradas Escrituras; por meio dela, nossa alma se abre para que acolhamos em nós o Cristo, que é a própria Palavra de Deus (Cf.

Jo 1, 14), por meio dela somos levados a dar graças a Deus pelas maravilhas que Ele continuamente realiza; por meio dela, por fim, nossa fé é alimentada para que saibamos transformá-la em atitude no dia a dia.

ESPAÇO LITÚRGICO – Parte 3

  • Artigos de Liturgia, n. 15; Fevereiro de 2017
  • Diácono Rafael Spagiari Giron
    Assessor da Pastoral Litúrgica Diocesana
  • Queridos irmãos e irmãs, filhos amados de Deus!

            No artigo anterior visualizamos a formação do Espaço Litúrgico ao longo da história da humanidade. Já percebemos o quanto ele se adapta às realidades do povo celebrante. De maneira geral, podemos dividir nosso Espaço Litúrgico em três partes principais e mais três partes que podemos chamar de “complementares”. As três partes principais são: presbitério, nave da igreja e batistério. As outras três partes que podemos chamar de complementares são: capela do Santíssimo, sacristia e átrio.

            Todas essas seis partes, acima mencionadas, devem estar em harmonia para que formem o Espaço Litúrgico e sejam locais de encontro com o sagrado. Vejamos cada uma delas:

PRESBITÉRIO: é o espaço que se encontra mais elevado dentro da igreja; chama-se presbitério porque nele está o presbítero.

Nele estão presentes: o ALTAR (mesa central em que acontece o sacrifício eucarístico de Jesus com a partilha de seu Corpo e Sangue; o Altar é símbolo de Cristo sacerdote); a MESA DA PALAVRA (símbolo de Cristo profeta; local em que são proclamadas as leituras bíblicas; aqui conhecemos a vontade de Deus e seus ensinamentos de Salvação); a CADEIRA PRESIDENCIAL (símbolo da presença de Jesus como rei, presidindo e orientando a comunidade; o presbítero é sinal e instrumento de Cristo para essa função); a CRUZ PROCESSIONAL (símbolo cristão da entrega de Jesus para nossa Salvação).

            ** Aqui vale uma atenção nossa: ao entrarmos em uma igreja, muitas pessoas buscam primeiramente as imagens de santos; dificilmente se vê alguém que se dirige ao Altar para prestar reverência. Como vimos, o Altar é símbolo de Cristo, por isso é uma peça central em nossas igrejas e merece nosso respeito e reverência.

NAVE DA IGREJA: é o espaço no qual se encontra a ASSEMBLEIA, povo celebrante; local em que estão os bancos da igreja; localiza-se um pouco abaixo do piso do presbitério. Nela as IMAGENS de santos são dispostas; também a VIA-SACRA se faz presente, seja na forma de quadros ou pinturas.

BATISTÉRIO: local em que se realiza o batismo dos novos filhos e filhas de Deus.

Em algumas igrejas ele se encontra próximo à porta de entrada (isso porque a pessoa, depois de receber o batismo, entrava na igreja como membro da comunidade de fé); também pode ser encontrado próximo ao presbitério.

No batistério está presente a PIA BATISMAL (local em que se coloca a água e se realiza o batismo, seja por imersão ou infusão); e o CÍRIO PASCAL (símbolo de Jesus Ressuscitado e da vida eterna dada pelo batismo).

CAPELA DO SANTÍSSIMO: local em que se colocam as reservas eucarísticas destinadas à comunhão dos enfermos e à adoração dos fiéis.

Nela há o SACRÁRIO, local fixo à parede onde ficam as hóstias consagradas (Jesus sacramentado). Também há sempre uma lâmpada ou vela acesa que indica a presença de Jesus.

A capela do Santíssimo é um dos locais privilegiados para o encontro com o Senhor Ressuscitado, presente e atuante na vida da comunidade.

SACRISTIA: local em que ficam guardados os objetos litúrgicos utilizados nas celebrações, e também as toalhas e paramentos do padre; geralmente fica ao lado do presbitério (ou atrás dele).

ÁTRIO: infelizmente hoje em dia, em muitos lugares, ele já não existe mais. O átrio é o local em que os cristãos, ao chegarem à igreja, se reuniam para conversar. Podemos dizer que era uma espécie de “puxado” na porta da igreja, seja para o lado externo, ou mesmo interno ao templo. Era uma espécie de espaço de acolhida para depois se adentrar a nave da igreja.

            Podemos perceber que os espaços são muitos e diversificados. Também observamos que cada um deles nos traz uma realidade de vida (batismo, escuta da Palavra, alimento pela Eucaristia, oração, acolhida, entre outros). Usemos desses espaços para alimentar nossa fé e estreitar os laços de nossa comunidade eclesial. Boa experiência de fé!

Para ler o artigo n. 14 clique aqui: ESPAÇO LITÚRGICO – Parte 2

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Semana Santa: o significado de cada dia da celebração da paixão, morte e ressurreição de Cristo – CNBB

A Igreja Católica dá início neste Domingo de Ramos, 28 de março – a Semana Santa que se estende até o próximo domingo, dia 4 de abril – domingo de páscoa.  A Semana Santa é o momento central da liturgia católica romana e é a semana mais importante do ano litúrgico, quando se celebram de modo especial os mistérios da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo.

Este ano, novamente, a vivência desse momento será diferente por causa das exigências sanitárias impostas diante do avanço da pandemia da Covid-19. Em muitas regiões do país, as celebrações serão mais simples, com a presença limitada ou sem a presença física de fieis nas Igrejas.

  • A Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou orientações e sugestões para que as arquidioceses e dioceses possam realizar as celebrações diante das exigências sanitárias impostas por causa da pandemia, que interferem diretamente no rito celebrativo da Semana Santa.
  • Para ajudar a compreender o sentido litúrgico deste momento, o portal da CNBB traz o significado de cada dia da Semana Santa.
  • Domingo de Ramos

O Domingo de Ramos abre, por excelência, a Semana Santa, pois celebra a entrada triunfal de Jesus Cristo, em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, a Morte e a Ressurreição.

Este domingo é chamado assim, porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão por onde o Senhor passaria montado num jumento. Com isso, Ele despertou, nos sacerdotes da época e mestres da Lei, inveja, desconfiança e medo de perder o poder. Começa, então, uma trama para condená-Lo à morte.

A liturgia dos ramos não é uma repetição apenas da cena evangélica, mas um sacramento da nossa fé, na vitória do Cristo na história, marcada por tantos conflitos e desigualdades.

Segunda-feira Santa

Neste dia, proclama-se, durante a Missa, o Evangelho segundo São João. Seis dias antes da Páscoa, Jesus chega a Betânia para fazer a última visita aos amigos de toda a vida. Está cada vez mais próximo o desenlace da crise. “Ela guardava este perfume para a minha sepultura” (cf.

João 12,7); Jesus já havia anunciado que Sua hora havia chegado. A primeira leitura é a do servo sofredor: “Olha o meu servo, sobre quem pus o meu Espírito”, disse Deus por meio de Isaías. A Igreja vê um paralelismo total entre o servo de Javé cantado pelo profeta Isaías e Cristo.

O Salmo é o 26: “Um canto de confiança”.

Terça-feira Santa

A mensagem central deste dia passa pela Última Ceia. Estamos na hora crucial de Jesus. Cristo sente, na entrega, que faz a “glorificação de Deus”, ainda que encontre no caminho a covardia e o desamor. No Evangelho, há uma antecipação da Quinta-feira Santa. Jesus anuncia a traição de Judas e as fraquezas de Pedro.

“Jesus insiste: ‘Agora é glorificado o Filho do homem e Deus é glorificado nele’”. A primeira leitura é o segundo canto do servo de Javé; nesse canto, descreve-se a missão de Jesus. Deus o destinou a ser “luz das nações, para que a salvação alcance até os confins da terra”. O Salmo é o 70: “Minha boca cantará Teu auxílio.

” É a oração de um abandonado, que mostra grande confiança no Senhor.

Quarta-feira Santa

Em muitas paróquias, especialmente no interior do país, realiza-se a famosa “Procissão do Encontro” na Quarta-feira Santa.

Os homens saem de uma igreja ou local determinado com a imagem de Nosso Senhor dos Passos; as mulheres saem de outro ponto com Nossa Senhora das Dores. Acontece, então, o doloroso encontro entre a Mãe e o Filho.

O padre proclama o célebre “Sermão das Sete Palavras”, fazendo uma reflexão, que chama os fiéis à conversão e à penitência.

Quinta-feira Santa

Santos óleos – Uma das cerimônias litúrgicas da Quinta-feira Santa é a bênção dos santos óleos usados durante todo o ano pelas paróquias. São três os óleos abençoados nesta celebração: o do Crisma, dos Catecúmenos e dos Enfermos. Ela conta com a presença de bispos e sacerdotes de toda a diocese. É um momento de reafirmar o compromisso de servir a Jesus Cristo.

Lava-pés – O Lava-pés é um ritual litúrgico realizado, durante a celebração da Quinta-feira Santa, quando recorda a última ceia do Senhor.

Jesus, ao lavar os pés dos discípulos, quer demonstrar Seu amor por cada um e mostrar a todos que a humildade e o serviço são o centro de Sua mensagem; portanto, esta celebração é a maior explicação para o grande gesto de Jesus, que é a Eucaristia. O rito do lava-pés não é uma encenação dentro da Missa, mas um gesto litúrgico que repete o mesmo gesto de Jesus.

O bispo ou o padre, que lava os pés de algumas pessoas da comunidade, está imitando Jesus no gesto; não como uma peça de teatro, mas como compromisso de estar a serviço da comunidade, para que todos tenham a salvação, como fez Jesus.

Instituição da Eucaristia – Com a Santa Missa da Ceia do Senhor, celebrada na tarde ou na noite da Quinta-feira Santa, a Igreja dá início ao chamado Tríduo Pascal e faz memória da Última Ceia, quando Jesus, na noite em que foi traído, ofereceu ao Pai o Seu Corpo e Sangue sob as espécies do Pão e do Vinho, e os entregou aos apóstolos para que os tomassem, mandando-os também oferecer aos seus sucessores. A palavra “Eucaristia” provém de duas palavras gregas “eu-cháris”, que significa “ação de graças”, e designa a presença real e substancial de Jesus Cristo sob as aparências de Pão e Vinho.

Instituição do sacerdócio – A Santa Missa é, então, a celebração da Ceia do Senhor, quando Jesus, num dia como hoje, véspera de Sua Paixão, “durante a refeição, tomou o pão, benzeu-o, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: ‘Tomai e comei, isto é meu corpo’.” (cf.

Mt 26,26). Ele quis, assim como fez na última ceia, que Seus discípulos se reunissem e se recordassem d’Ele abençoando o pão e o vinho: “Fazei isto em memória de mim”. Com essas palavras, o Senhor instituiu o sacerdócio católico e deu-lhes poder para celebrar a Eucaristia.

Sexta-feira Santa – A tarde da Sexta-feira Santa apresenta o drama incomensurável da morte de Cristo no Calvário. A cruz, erguida sobre o mundo, segue de pé como sinal de salvação e esperança.

Com a Paixão de Jesus, segundo o Evangelho de João, contemplamos o mistério do Crucificado, com o coração do discípulo Amado, da Mãe, do soldado que o transpassou o lado.

Há um ato simbólico muito expressivo e próprio deste dia: a veneração da santa cruz, momento em que esta é apresentada solenemente à comunidade.

Via-sacra – Ao longo da Quaresma, muitos fiéis realizam a Via-Sacra como uma forma de meditar o caminho doloroso que Jesus percorreu até a crucifixão e morte na cruz.

A Igreja nos propõe esta meditação para nos ajudar a rezar e a mergulhar na doação e na misericórdia de Jesus que se doou por nós.

Em muitas paróquias e comunidades, são realizadas a encenação da Paixão, da Morte e da Ressurreição de Jesus Cristo por meio da meditação das 14 estações da Via-Crucis.

Sábado Santo

O Sábado Santo não é um dia vazio, em que “nada acontece”. Nem uma duplicação da Sexta-feira Santa.

A grande lição é esta: Cristo está no sepulcro, desceu à mansão dos mortos, ao mais profundo que pode ir uma pessoa. O próprio Jesus está calado. Ele, que é Verbo, a Palavra, está calado.

Depois de Seu último grito na cruz – “Por que me abandonaste?” –, Ele cala no sepulcro agora. Descanse: “tudo está consumado!”.

Vigília Pascal – Durante o Sábado Santo, a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando Sua Paixão e Morte, Sua descida à mansão dos mortos, esperando na oração e no jejum Sua Ressurreição.

Todos os elementos especiais da vigília querem ressaltar o conteúdo fundamental da noite: a Páscoa do Senhor, Sua passagem da morte para a vida. A celebração acontece no sábado à noite. É uma vigília em honra ao Senhor, de maneira que os fiéis, seguindo a exortação do Evangelho (cf.

Lc 12,35-36), tenham acesas as lâmpadas, como os que aguardam seu senhor chegar, para que, os encontre em vigília e os convide a sentar à sua mesa.

Bênção do fogo – Fora da Igreja, prepara-se a fogueira. Estando o povo reunido em volta dela, o sacerdote abençoa o fogo novo. Em seguida, o Círio Pascal é apresentado ao sacerdote.

Com um estilete, o padre faz nele uma cruz, dizendo palavras sobre a eternidade de Cristo. Assim, ele expressa, com gestos e palavras, toda a doutrina do império de Cristo sobre o cosmos, exposta em São Paulo.

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Nada escapa da Redenção do Senhor, e tudo – homens, coisas e tempo – estão sob Sua potestade.

Procissão do Círio Pascal – As luzes da igreja devem permanecer apagadas. O diácono toma o Círio e o ergue, por algum tempo, proclamando: “Eis a luz de Cristo!”. Todos respondem: “Demos graças a Deus!”.

Os fiéis acendem suas velas no fogo do Círio Pascal e entram na igreja.

O Círio, que representa o Cristo Ressuscitado, a coluna de fogo e de luz que nos guia pelas trevas e nos indica o caminho à terra prometida, avança em procissão.

Proclamação da Páscoa – O povo permanece em pé com as velas acesas. O presidente da celebração incensa o Círio Pascal. Em seguida, a Páscoa é proclamada.

Esse hino de louvor, em primeiro lugar, anuncia a todos a alegria da Páscoa, a alegria do Céu, da Terra, da Igreja, da assembleia dos cristãos. Essa alegria procede da vitória de Cristo sobre as trevas.

Terminada a proclamação, apagam-se as velas.

Liturgia da Palavra – Nesta noite, a comunidade cristã se detém mais que o usual na proclamação da Palavra. As leituras da vigília têm uma coerência e um ritmo entre elas. A melhor chave é a que nos deu o próprio Cristo: “E começando por Moisés, percorrendo todos os profetas, explicava-lhes (aos discípulos de Emaús) o que dele se achava dito em todas as Escrituras” (Lc 24, 27).

Domingo da Ressurreição

É o dia santo mais importante da religião cristã. Depois de morrer crucificado, o corpo de Jesus foi sepultado, ali permaneceu até a ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados.

Do hebreu “Peseach”, Páscoa significa a passagem da escravidão para a liberdade. A presença de Jesus ressuscitado não é uma alucinação dos Apóstolos.

Quando dizemos “Cristo vive” não estamos usando um modo de falar, como pensam alguns, para dizer que vive somente em nossa lembrança.

Com informação dos Jovens Conectados

Protocolo e procedimentos para casamento na Igreja Católica

30/08/2019 Dicas

Muita gente não sabe mas para realizar um casamento na Igreja Católica existe uma série de determinações a serem seguidas. Isso porque, para católicos, o casamento é a instituição de um sacramento, tal qual o batismo, a primeira comunhão e a crisma. O valor sacramental estipulado pela igreja torna o ato de se casar um momento com muitos protocolos e diversas questões burocráticas.

Local

Primeiro é necessário saber qual a igreja que você deseja se casar. É recomendado que você realize a cerimônia na igreja de origem dos noivos. Isso significa que é indicado escolher ou a paróquia frequentada pelos noivos ou a localizada no bairro onde pelo menos um dos noivos resida.

É importante lembrar que, por conta do valor sacramental do matrimônio para a igreja católica, a cerimônia nessa religião não pode acontecer fora de um templo religioso da mesma.

Além disso, o valor para realizar o casamento em uma igreja católica varia de acordo com época do casamento, se a igreja é muito disputada, além da variação das taxas dos serviços cobrados por cada igreja (caso você utilize os serviços oferecidos por ela). Logo, fazer a cotação da igreja do casamento também é necessária. Além disso, o valor cobrado entra também para o caixa da igreja, que é utilizado para manter esta sempre em bom estado.

Agendamento de data e documentação

O agendamento da data deve ser feito com 6 meses de antecedência pelos noivos, como uma reserva de data e não obriga a igreja a realizar o casamento naquela data. Somente após a entrega e validação da documentação requerida que a data se confirma.

A documentação exigida para casamentos em Igrejas Católicas em até 3 meses de antecedência para a realização do casamento é:

1. Segunda via da certidão de Batismo, com o máximo de 6 meses da data de emissão (a secretária paroquial pode indicar o contato com a Paróquia onde ocorreu o Batismo).

Ao declarar-se católico(a) o(a) cônjuge tem que necessariamente ser batizado(a);2. Certificado do Encontro de Noivos;3. Declaração da entrada do processo no Casamento Civil; 4. Cópia dos documentos de identificação dos noivos;5.

Comprovante de Primeira Comunhão e Crisma (se os noivos tiverem);

6. Informar o nome e os dados pessoais de duas testemunhas que no dia da Celebração serão chamadas a assinar a habilitação matrimonial.

Ainda no dia da entrega da documentação é recomendado que os noivos já marquem o quanto antes a entrevista. Essa é uma etapa que a Igreja Católica considera obrigatória.

  • Mas e se um dos noivos não for Católico?
  • Caso um dos noivos seja de uma outra religião cristã, é necessário informar a(o) secretária(o) da paróquia para que seja providenciado um documento de dispensa que deve ser assinado pelo bispo, justamente como o nome diz, para dispensar o noivo dos sacramentos católicos.
  • Raros são os casos de divorcio oficial na Igreja Católica, sendo assim, nenhum dos noivos pode ter se casado na mesma em momento anterior.
  • Por fim, os noivos devem informar caso o casamento religioso seja com efeito civil, ou seja, ambos os casamentos acontecerão no mesmo dia.
  • O curso de noivos
  • Antes da realização da cerimônia, é importante lembrar também que os noivos devem realizar um curso de noivos que a igreja oferece, para que esses entendam os motivos das regras do rito religioso e a importância do sacramento matrimonial.
  • Cerimônia e Rito Sacramental

As cerimônias matrimoniais já tem dias e horários definidos na maioria das paróquias, por isso, só é possível escolher nos dias já disponibilizados pela mesma. Algumas paróquias permitem que sejam marcados casamentos em qualquer data, desde que não tenha algum rito fixo no dia e horário. É sempre bom lembrar de conferir isso ao escolher a igreja.

Cerimonialistas e Promoters: são permitidos desde que respeitem a ordem do rito religioso. Além disso, os noivos e familiares podem ajudar no preparo da cerimônia, para isso deve-se conversar anteriormente com a administração do templo.

Celebrante e comentarista: O celebrante geralmente é o pároco da paróquia, diácono ou algum outro padre indicado por ele, mas os noivos também podem definir quem será o padre. Todas as celebrações possuem um comentarista que dá início e indica como a cerimônia irá proceder.

Entradas: Na Igreja Católica a entrada se dá dessa maneira: os padrinhos, dos pais dos noivos e do noivo, da noiva e das alianças.

Padrinhos: Não é obrigatório a existência de padrinhos para a Igreja Católica, só é exigido duas testemunhas, a presença de padrinhos fica a critério dos noivos. Algumas igrejas tem restrição no número de padrinhos, então antes de chamar todos os seus amigos, é bom consultar com a paróquia escolhida se o número é permitido.

Músicas: A Igreja Católica aconselha e pede que músicas seculares não sejam escolhidas, para não tirar o caráter sacro do momento. É importante lembrar que, apesar de ser o seu casamento, para a Igreja é um rito religioso, e é importante respeitar o que diz a religião na qual você decidiu se casar. Confira nosso artigo sobre playlists de casamento.

Leituras: Nos casamentos católicos, por se tratar de um rito religioso, ocorre a leitura da Bíblia. Os noivos podem escolher quais as leituras que desejam, dentre as indicadas para esse sacramento, que são:

  • Primeira Leitura: Gn 1,26-28.31a; Gn 2,18-24; Gn 24,48-51.58-67; Tb 7,6-14; Tb 8,4b-8; Eclo 26,1-4.13-16; Jr 31,31-34; Rm 8,31b-35.37-39; Rm 12,1-2.9-13; 1Cor 6,13c-15a.17-20; 1Cor 12,31-13,8a; Ef 4,1-6; Ef 5,2a.25-32; Fl 4,4-9; Cl 3,12-17; 1 Pd 3,1 -9; 1 Jo 3,18-24; 1 Jo 4,7-12; Ap 19,1.5-9a.
  • Evangelho: Mt 5,1 -12a; Mt 5,13-16; Mt 7,21.24-29; Mt 19,3-6; Mt 22,35-40; Mc 10,6-9; Jo 2,1 -11 ; Jo 15,9-12; Jo 15,12-16; Jo 17,20-26.

Existe também o momento de confirmação do matrimônio, sendo a primeira parte de consentimento, quando os noivos repetem um texto pré definido, mas que significa que a pessoa está fazendo aquela cerimônia por livre e espontânea vontade. E em seguida o momento de entrega das alianças, onde ao colocar a aliança no dedo um do outro, os noivos também repetem um texto que explicita a simbologia da aliança.

Existem outras regras que a igreja estabelece para a realização do casamento. Muitas delas variam de paróquia para paróquia, por isso é sempre bom conversar na secretaria do local escolhido para definir como realmente será o seu casamento.

Depois da celebração do matrimônio é o momento de festejar, por isso, é importante avisar ao final da cerimônia onde será a recepção.

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