Como Se Chama O Restaurante/bar Onde Foi Filmado O Filme “a Ressaca 2?

The Hangover Part II

A Ressaca – Parte II[1] (PRT)Se Beber, Não Case! Parte II[2][3] (BRA)

Poster oficial do filme

 Estados Unidos2011 •  cor •  102 min 

Direção

Todd Phillips

Produção

Daniel GoldbergTodd Phillips

Roteiro

Scott ArmstrongCraig MazinTodd Phillips

Elenco

Bradley CooperEd HelmsJustin BarthaZach GalifianakisNick CassavetesKen JeongJamie ChungPaul GiamattiMike Tyson

Género

comédia

Música

Christophe Beck

Direção de fotografia

Lawrence Sher

Figurino

Louise Mingenbach

Edição

Debra Neil-FisherMike Sale

Companhia(s) produtora(s)

Legendary Pictures

Distribuição

Warner Bros.

Lançamento

26 de Maio de 2011 27 de Maio de 2011 2 de Junho de 2011

Idioma

inglês

Orçamento

US$ 80 milhões

Receita

US$ 586.764.305[4]

Cronologia

The Hangover(2009)
The Hangover Part III(2013)

Site oficial

The Hangover Part II é um filme de comédia estadunidense de 2011, produzido pela Legendary Pictures e distribuído pela Warner Bros. Pictures. É o segundo filme da trilogia The Hangover iniciada em 2009. Todd Phillips dirigiu o filme além de co-escrever o roteiro juntamente com Craig Mazin e Scot Armstrong. O filme é estrelado por Bradley Cooper, Ed Helms, Zach Galifianakis, Ken Jeong, Jeffrey Tambor, Justin Bartha e Paul Giamatti. The Hangover Part II conta a história de Phil, Stu, Alan e Doug na viagem para Tailândia por causa do casamento de Stu.

Desenvolvimento de The Hangover Part II iniciou-se em abril de 2009, dois meses antes do lançamento do primeiro filme da trilogia. Os atores principais foram divulgados em março de 2010 para reprisar seus papéis que fizeram no primeiro filme.

A produção começou em outubro de 2010, em Ontário, Califórnia, antes de passar a localização na Tailândia.

O filme foi lançado em 26 de maio de 2011 e, apesar de receber críticas negativas na maior parte dos críticos, se tornou a maior bilheteria de comédia durante suas atividades nos cinemas nortes-americanos.

Enredo

Dois anos após Las Vegas, Stu (Ed Helms), Phil (Bradley Cooper), Doug (Justin Bartha) e Alan (Zach Galifianakis) viajam para a Tailândia para celebrar o casamento de Stu com Lauren (Jamie Chung).

Contra a vontade de Alan, junta-se a o irmão mais novo de Lauren, Teddy (Mason Lee), um jovem estudante de medicina da Universidade de Stanford, e muito querido pela família. Na recepção do casamento, o pai de Lauren expõe publicamente sua desaprovação pelo casamento, falando mal de Stu.

No final da noite, Stu, hesitante, junta-se a Phil, Doug, Alan e Teddy para assar marshmallows e beber cerveja, e fazem um brinde à felicidade de Stu e Lauren.

Na manhã seguinte, Phil, Stu e Alan, junto com o mafioso Leslie Chow (Ken Jeong) — de quem Alan ficou amigo em Las Vegas — e um macaco fumante acordam num quarto sujo de hotel em Bangkok, que está sem energia elétrica. Stu tem uma tatuagem no rosto e a cabeça de Alan está raspada.

Teddy não está com eles, apenas um de seus dedos decepado é encontrado. Após relatarem que não se lembram de nada Chow começa a relatar-lhes os eventos da noite passada, mas tem uma parada cardíaca após consumir cocaína.

Em pânico, Stu, Phil e Alan escondem o corpo de Chow numa máquina de gelo.

Através de Doug — que havia ido embora mais cedo e estava a salvo no hotel —, eles descobrem que Teddy está preso. Ao chegar na prisão, um monge budista é quem está com as roupas e os documentos de Teddy, mas como o monge fez um voto de silêncio, ele não fala.

O trio e o monge vão até um bar após achar um cartão, e vêem a vizinhança destruída. Eles entram num estúdio de tatuagem vizinho e descobrem que eles começaram uma briga no bar que se transformou numa baderna pública, com intervenção da polícia, que destruiu a vizinhança.

O trio leva o monge de volta a seu templo budista, onde um outro monge os convence a meditar para tentar lembrar do que aconteceu na noite anterior. Alan consegue lembrar de um clube de strip-tease onde eles estiveram. Lá, eles descobrem que Stu teve uma relação sexual passiva com uma prostituta travesti no bar.

Na saída, o trio é atacado por dois mafiosos russos numa moto que aparentam ser os donos do macaco que eles roubaram, e Phil é atingido de raspão no braço por um tiro.

Após Phil ser tratado numa clínica, Alan confessa que injetou drogas em alguns dos marshmallows na noite passada — relaxantes musculares e estimulantes pesados — para drogar somente Teddy, mas acidentalmente misturou tudo. Stu ataca Alan, levando-os a descobrir uma anotação na barriga de Alan.

O trio se dirige a um hotel de luxo e encontram outro mafioso, Kingsley (Paul Giamatti), que pede um código e senha bancários que estavam de posse de Chow, e as informações devem ser entregues até a manhã seguinte, ou ele matará Teddy, que está com ele. Eles retornam ao hotel para tentar vasculhar o corpo de Chow, mas descobrem que ele ainda está vivo.

Após Chow explicar que ele escondeu o código bancário na jaqueta do macaco, eles roubam novamente o macaco dos mafiosos russos através de uma perseguição de carros, e o macaco acaba levando um tiro. Após deixarem o macaco numa clínica veterinária, o grupo retorna ao hotel de Kingsley para completar o acordo.

Entretanto, Kingsley é um agente da Interpol, e Chow acaba preso. Os policiais dizem que procuraram por Teddy, mas não o encontraram.

Desesperados e sem ideias, Phil liga novamente para a esposa de Doug, Tracy, para informá-la dos problemas em que eles se meteram.

Stu tem uma epifania e deduz que Teddy deve ter acordado no meio da noite para buscar mais gelo para seu dedo decepado, após o primeiro balde de gelo ter derretido, e deve ter ficado preso no elevador após a energia elétrica ter acabado.

O trio corre de volta para o hotel sujo e acha Teddy preso no elevador; embora a salvo, ele realmente teve um dedo decepado. Os quatro usam a lancha de Chow, cujas chaves estavam no bolso de Teddy, e viajam de volta para a recepção do casamento de Stu.

Chegando na hora em que o pai de Lauren estava prestes a cancelar o casamento, Stu faz um discurso em tom desafiador ao pai da moça, demonstrando confiança e autoridade, e ele finalmente aceita Stu e abençoa o casamento.

Durante a festa, Alan presenteia Stu com uma performance musical de Mike Tyson, que havia ficado amigo deles em Las Vegas. Depois da festa, Teddy conta a eles que seu celular – que estava sem bateria quando ficou preso no elevador – estava com muitas fotos da noite anterior. Phil, Stu, Alan, Doug,Teddy e Tyson, após concordarem em apagá-las, começam a olhar as fotos com espanto.

Elenco

  • Bradley Cooper como Phil Wenneck
  • Ed Helms como Dr. Stuart “Stu” Price
  • Zach Galifianakis como Alan Garner
  • Justin Bartha como Doug Billings
  • Ken Jeong como Leslie Chow
  • Nick Cassavetes como Tatuador
  • Jamie Chung como Lauren
  • Sasha Barrese como Tracy Billings
  • Mike Tyson como ele mesmo
  • Mason Lee como Teddy
  • Jeffrey Tambor como Sid Garner
  • Bryan Callen como Samir
  • Paul Giamatti como Kingsley

Cooper, Helms, Galifianakis, Bartha, Jeong, Barrese, Vigman e Tambor reprisa seus papéis do primeiro filme. Mike Tyson também reprisa seu papel de um cantor que canta a canção de Murray Head de 1984 “One Night in Bangkok” para o filme.[5] O filme é a estréia de Mason Lee, filho do diretor Ang Lee.[6] Nick Cassavetes tem uma aparição como um tatuador de Bangcoc.[7]

Leia também:  Como Fazer Com Que O Perfume Dure Mais Na Pele?

Desenvolvimento e pré-produção

Em abril de 2009, a Warner Bros definiu o diretor Todd Phillips para escrever uma continuação de The Hangover com Scot Armstrong.

A negociação veio dois meses antes do primeiro filme da franquia ser lançado em 5 de junho de 2009.

Enquanto muitas vezes os estúdios espera para ver o desempenho de um filme nas bilheterias antes de divulgar uma sequência, The Hangover foi fortemente testado, e um trailer trouxe bons resultados no ShoWest.[8]

Variety informou em julho de 2009, que a produção de The Hangover 2 começaria em outubro de 2010, para um lançamento no Memorial Day de 2011, seguindo o cronograma de produção do primeiro filme.

[9] Originalmente o cenário para as festas de despedida de solteiro e outros eventos que aconteceram no filme seria o Rio de Janeiro, mas a escolha final veio ser a cidade de Bangcoc, na Tailândia devido ao personagem de Chow, que pôde ser melhor ambientado nela.

[10] Em janeiro de 2010, Phillips negou rumores que o ator Zac Efron se juntaria ao elenco de The Hangover Part II, embora Ed Helms disse que Efron poderia ser uma adição bem-vinda, comentando, “Eu amo aquele cara. Ele é realmente muito engraçado”.[11]

Em março de 2010, Phillips negou relatos de que o filme teria lugar no México ou Tailândia afirmando: “Eu não sei. Há um monte de boatos. Havia também o boato que ele estava indo para o México ou algo assim e não são verdadeiras”.[12]

Continuação

Ver artigo principal: The Hangover Part III

Em maio de 2011, dias antes do lançamento de The Hangover Part II, o diretor Todd Phillips disse que “já existem planos para um terceiro filme.

[13] E em 11 de setembro de 2012, anunciou o início das gravações de The Hangover Part III.[14] Em comunicado oficial à imprensa, o estúdio revelou: “Desta vez, não há casamento. Nem despedida de solteiro.

[15] Então, nada poderia dar errado, certo? Mas quando o Bando de Lobos cai na estrada, tudo pode acontecer.”[16]

O estúdio não revelou mais informações sobre a trama do filme. Mais estão confirmados: Bradley Cooper, Ed Helms, Zach Galifianakis e Justin Bartha voltam como Phil, Stu, Alan e Doug, enquanto que John Goodman vive uma espécie de vilão da produção. A direção é de Todd Phillips e o lançamento no Brasil está previsto para o dia 31 de maio de 2013.[14]

A Wikipédia tem os portais:

  • Cinema
  • Estados Unidos

Referências

  1. ↑ «A Ressaca – Parte II». no CineCartaz (Portugal) 
  2. ↑ «Se Beber, Não Case! Parte II». no AdoroCinema 
  3. Se Beber, Não Case! Parte 2 no CinePlayers (Brasil)
  4. ↑ «The Hangover Part II». Box Office Mojo. Consultado em 2 de agosto de 2011 
  5. ↑ David Walters (novembro de 2010). «Todd Phillips Gets His Due». Details. Consultado em 31 de maio de 2013 
  6. ↑ Ada Tseng (19 de maio de 2011). «Nerves of Steel: interview with Mason Lee». Asia Pacific Arts. Consultado em 31 de maio de 2013 
  7. ↑ Jeff Sneider (8 de abril de 2011). «Nick Cassavetes has been re-cast in the role». Variety. Consultado em 31 de maio de 2013 
  8. ↑ Michael Fleming (5 de abril de 2009). «WB gets tipsy with 'Hangover' sequel». Variety. Consultado em 31 de maio de 2013 
  9. ↑ Michael Fleming (9 de julho de 2009). «'Hangover' helmer still on a high». Variety. Consultado em 31 de maio de 2013 
  10. ↑ Francisco Russo (31 de maio de 2013). «Entrevista – Todd Phillips revela que pensou em fazer sequência de Se Beber, Não Case! no Rio de Janeiro». AdoroCinema. Consultado em 31 de maio de 2013 
  11. ↑ «'Hangover' Stars Talk Sequel; Zac Efron Says He'd Love To Join Cast». Access Hollywood. 18 de janeiro de 2010. Consultado em 31 de maio de 2013 
  12. ↑ Steve 'Frosty' Weintraub (9 de março de 2010). «THE HANGOVER 2 Update from Director Todd Phillips – They are Not Going to Mexico or Thailand and They Start Shooting November 1st!». Collider.com. Consultado em 31 de maio de 2013 
  13. ↑ Articles Latimes. Todd Phillips keeps 'em laughing. Página visitada em 16 de outubro de 2012.
  14. a b Lucas Salgado. Começam as filmagens de Se Beber, Não Case! Parte III. AdoroCinema.com. Página visitada em 16 de outubro de 2012.
  15. ↑ G1 Globo. 'Se beber, não case! 3' não vai ter casamento ou despedida de solteiro. Página visitada em 16 de outubro de 2012.
  16. ↑ Cinema10. Começam as filmagens de Se Beber, Não Case! Parte III. Página visitada em 16 de outubro de 2012.
Este artigo sobre um filme estadunidense é um esboço relacionado ao Projeto Entretenimento. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.

  • v
  • d
  • e

Obtida de “https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=The_Hangover_Part_II&oldid=55998033”

8 cafés, bares e restaurantes inspirados em filmes e séries que tem de visitar

São várias as vezes em que sonhamos visitar os locais dos filmes e das séries, tal é a magia que vivemos através do ecrã, seja em casa ou no cinema.

Quem nunca desejou passear pelos corredores de Hogwarts, poder fazer poções e lançar encantamentos como um verdadeiro feiticeiro? Felizmente, existem cafés, bares e restaurantes pelo mundo inteiro dedicados ao cinema e à televisão para nos ajudar a escapar à realidade e viver um pouco desse mundo.

Mostramos-lhe 8 sítios inspirados em filmes e séries que tem mesmo de visitar — e um deles é português.

Bar Luce (Milão, Itália)

No interior da instituição Fondazione Prada, dedicada à arte contemporânea e à cultura, está um bar vai fazer todos os fãs de Wes Anderson sentirem-se dentro de um dos seus filmes. Chama-se Bar Luce, abriu em maio de 2015 e foi desenhado pelo próprio cineasta norte-americano.

O interior foi inspirado por dois filmes da era de ouro do cinema Italiano: “O Milagre de Milão”, de 1951, e “Rocco e os Seus Irmãos”, de 1960.

Sobre o espaço, Anderson disse ao jornal “The Guardian” que não conseguia para filmar lá dentro, justificando que não há “um ângulo ideal”, mas que “é um local bonito para escrever um filme”. Acrescentou ainda que tentou criar um bar onde gostaria de passar as suas tardes “não fictícias”.

Para além de ser o destino perfeito para os fãs do realizador, no menu podem desfrutar ainda de uma seleção de doces, café e bebidas alcoólicas.

HR Giger Bar (Coira, Suíça)

Na cidade de Coira, na Suíça, há um bar de arrepiar até aos ossos. E isto não é um trocadilho.

O bar HR Giger Bar é mesmo decorado no seu interior com estruturas esqueléticas, dando um ar cavernoso ao espaço, coberto também por arcos de vértebras que se cruzam no teto. Tanto o bar como o museu são um trabalho do artista surrealista H.R.

Giger, conhecido por ter ganho o Óscar de Melhores Efeitos Visuais pelo filme “Alien” (1979), de Ridley Scott. O espaço fica dentro de um castelo medieval renovado com 400 anos.

Leia também:  O Que Nos Define Como Pessoa?

Joker Lounge (Lisboa, Portugal)

O Joker Lounge não tem como temática um filme ou uma série, mas sim uma decoração que homenageia tanto a sétima arte como a música.

O espaço é decorado com uma luz azul, o que recria um ambiente noturno, e à volta podemos ver o teto e paredes decorado com capas de discos, posters de filmes como “Pulp Fiction”, “O Padrinho”, “A Ressaca”. Há ainda o desenho de um Joker gigante (a versão de Heath Ledger em “O Cavaleiro das Trevas”) à porta.

Agora com dois espaços, um nas Laranjeiras e outro no Saldanha, os bares são dedicados à diversão e dispõem de jogos como bowling, dardos, snooker e matraquilhos. Na ementa, há bebidas, petiscos, saladas, tostas, gelado e crepes.

Nikos Taverna (Estocolmo, Suécia)

Ao estilo de “Mamma Mia!”, o membro da banda sueca ABBA — Björn Ulvaeus — abriu a sua própria taberna grega em janeiro de 2016, tal como a que vemos no filme.

No Nikos Taverna os clientes podem cantar e dançar ao som das maiores sensações dos anos 70 e interagir com os espetáculos proporcionados pelo restaurante.

O músico contou ao jornal “Daily Mail” que gostaria de abrir o conceito noutras cidades como Londres e Hamburgo.

The Hobbit Pub (Southampton, Reino Unido)

Localizado em Southampton, Inglaterra, The Hobbit Pub foi antigamente o Portswood Hotel. Após ter sido transformado num pub, cujo nome homenageia a obra de J.R.R. Tolkien, “The Hobbit”, em 2012 esteve envolvido numa disputa legal quando a Saul Zaentz Company acusou o estabelecimento de violação de direitos autorais.

A boa notícia é que os atores Stephen Fry e Sir Ian McKellen (estrelas das trilogias “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”) ofereceram-se para pagar a taxa anual de direitos de autor. Já com 20 anos de existência, os clientes podem experimentar desafios como o “Fellowship T-shirt Quest”, que requer beber 13 cocktails com nomes das personagens do universo criado por Tolkien.

The Lockhart (Toronto, Canadá)

Dedicado ao mundo do Harry Potter, criado pela escritora britânica J.K. Rowling, The Lockhart — apelido de um dos professores de Hogwarts, Gilderoy Lockhart — traz ao Canadá um pouco da magia que hoje em dia ainda faz furor pelo mundo inteiro.

De modo a não infringir direitos de autor, o bar apenas se assume como meramente temático de feiticeiros.

No entanto, há várias referências ao universo de Rowling tal como um mural com um “patronus” de um veado (um feitiço lançado por Harry) e um menu de cocktails chamado “poções e elíxires”.

The Way Station (Nova Iorque, Estados Unidos da América)

Basta um olhar rápido pela imagem, cuja cabine azul não passa despercebida, para identificar a que mundo pertence este bar.

Inspirado pela série “Doctor Who”, as paredes decoradas com papel de parede retro e uma TARDIS em tamanho real são o suficiente para impressionar qualquer fã.

Para além de servir comida e bebida, que inclui cocktails individuais de cada Doctor Who (da série que começou em 2005), o The Way Station tem ainda música ao vivo, jogos e karaoke.

Walter's Coffee Roastery (Istambul, Nova Iorque e Dubai)

Fundando em Istambul, o Walter's Coffee Roastery homenageia o mundo de Walt e Jesse em “Breaking Bad” através da especialização em café.

Agora também em Nova Iorque e Dubai, o espaço é decorado com cores cinzentas e amarelas, com referências à série como a tabela periódica dos elementos e baristas vestidos em macacões.

O café é servido em gobelés e provetas para que os clientes possam fazer as suas próprias experiências científicas.

Críticas de cinema

As discussões sobre se Citizen Kane – O Mundo a Seus Pés é o melhor filme alguma vez feito vão durar para sempre. Mas o melhor filme sobre Citizen Kane – O Mundo a Seus Pés (e provavelmente sobre qualquer outro filme) é este. Definitivamente. O 11.

º filme de David Fincher é uma pródiga carta de amor à velha Hollywood em toda a sua glória, cinismo e extravagância.

É trabalhado com o tipo de elegância monocromática que implora para ser absorvida no grande ecrã – embora a televisão sirva perfeitamente por enquanto.

“Mank” é Herman J. Mankiewicz (Gary Oldman), o dramaturgo irreverente, encharcado em álcool e viciado no jogo a que Orson Welles (Tom Burke) recorre para o ajudar a escrever o guião de Citizen Kane – O Mundo a Seus Pés.

Trata-se de um dos melhores escritores de Hollywood, um talentoso dramaturgo da Broadway aliciado pela promessa de muito dinheiro e pela possibilidade de desempenhar o papel de bobo sagrado numa corte de magnatas movidos pelo ego.

Mas, para pormos as coisas educadamente, Mank é uma pedra no sapato de Tinseltown, e Oldman tira todo o partido de cada aparte espertalhão, de cada tirada arrogante e grandiloquente, num argumento que é rico em ambos.

Esse argumento é a conquista póstuma do pai de Fincher, Jack, cuja história estava a aguardar financiamento desde 1997.

Ou talvez estivesse apenas à espera que aparecesse a Netflix, porque quando Welles se gaba a Mankiewicz de conseguir sempre a “edição final, tudo final” para Citizen Kane – O Mundo a Seus Pés, esse pedaço de diálogo conta a dobrar para Mank.

Este opus de época, feito a preto e branco, sobre um argumentista relativamente desconhecido não é exactamente o que chamaríamos de uma proposta mainstream, e Fincher tem carta branca para usar todos os brinquedos e técnicas à sua disposição. Mas não é preciso ser um cinéfilo empedernido para o ver. Nem por sombras.

Mank apresenta o seu protagonista em 1940, a caminho da ruína: um acidente de carro deixa-o acamado, e Welles assegura-se de que a cama em questão esteja num remoto rancho da Califórnia, onde uma secretária britânica, Rita Alexander (Lily Collins, Emily in Paris), e uma fisioterapeuta alemã (Monika Gossmann) conseguem mantê-lo longe da bebida por tempo suficiente para cumprir o seu exigente prazo.

Um flashback faz-nos então retroceder uma década.

Dá-nos a ver uma versão de Mank em plena actividade, alinhavando com os seus colegas novas ideias para filmes, no escritório do patrão da Paramount, David O Selznick, antes de passar para a órbita do fanfarrão Louis B Mayer, o manda-chuva da MGM (Arliss Howard interpreta-o carregando na malícia e na intimidação).

Esta fase do filme é um quem-é-quem das mais altas figuras de Tinseltown que nunca cai na caricatura, uma enfermidade de que padecem outros filmes sobre a indústria do cinema. As estrelas surgem de forma tão densa e rápida que nem se sente particularmente a ausência de uma Joan Crawford aqui ou um Charlie Chaplin ali.

Mank está completamente comprometido com o seu estilo wellesiano, com fades teatrais no fim das cenas, eco nas misturas de som, uma banda sonora de Trent Reznor e Atticus Ross a pedir meças a Bernard Herrmann, e uma grande profundidade de campo.

O director de fotografia, Erik Messerschmidt, emula o seu homólogo de Kane, Gregg Toland, capturando cada troca de olhar conspirativa e desdenhosa nos planos de fundo das cenas de festa sumptuosamente encenadas.

Messerschmidt baseia-se na autenticidade da cinematografia daquele período, certificando-se de que o seu trabalho nunca se transforma num pastiche.

Há poucas coincidências quando está em causa Fincher, e o número de britânicos no elenco não será uma delas. O realizador persegue deliberadamente um estilo de época no que diz respeito à interpretação, e encontra-o em Collins, toda Vivien Leigh e Deborah Kerr.

As cenas delicadas com Oldman são pontos altos e podem mesmo merecer-lhe o reconhecimento da Academia nos Óscares.

A contenção também lá está, com a interpretação que Charles Dance faz de William Randolph Hearst, o magnata da imprensa que inspirou a personagem Charles Foster Kane.

Leia também:  Como Fechar Um Programa Que Não Quer Fechar?

O “Cidadão Hearst” é uma besta completamente diferente do magnata ficcional: uma presença taciturna e vampiresca nas festas em que é ele próprio o anfitrião, num castelo semelhante a Xanadu. É numa dessas festas que Mank finalmente – e fatalmente – vai para fora de pé.

Nada falha. Burke é maravilhoso, como sempre, apesar de um nariz protético que, de perfil, o faz parecer tanto Sam, a Águia (dos Marretas) quanto Orson Welles. Tuppence Middleton é demasiado jovem para interpretar a mulher de Mankiewicz, Sara (um casal que na vida real é da mesma idade).

Mas a actriz faz um excelente trabalho em diálogos que decorrem sobretudo por telefone, enquanto a vida do marido se transforma num furibundo caos.

Amanda Seyfried está na melhor forma de sempre como Marion Davies, a amante de Hearst, alguém muito mais inteligente do que a personagem que terá inspirado em Citizen Kane – O Mundo a Seus Pés, Susan Alexander.

Inevitavelmente satisfatório é o show de Oldman. Seja em cenas que o têm preso à cama, seja rezingando espirituosamente com os anfitriões de mais um sarau decadente, ou distanciando-se das corrosivas alianças políticas de Hollywood, Oldman é magnético.

Interpreta Mank como um patife adorável, com uma língua que o põe em apuros e uma caneta que o salva deles. A última vez que Oldman deu corpo a um alcoólico na década de 1940, ganhou um Óscar por isso. Não será surpreendente se isso voltar a acontecer.

10 Restaurantes que foram cenário de filmes em Paris

Paris está entre as 5 cidades mais visitadas do mundo, mas não são só os turistas que amam a cidade, Paris também tem sido cenário de filmes famosos ao longo dos anos.

Nos filmes, os personagens se apaixonam e vivem grandes aventuras, mas eles também comem! Isso mesmo, os restaurantes da cidade luz também fazem parte das histórias e aqui no PariSabor eles são as estrelas principais.

Vem comigo descobrir os restaurantes em Paris que foram cenário de filmes!

Restaurantes que foram cenário de filmes em Paris

Meia-Noite em Paris – Woody Allen

O filme se passa em Paris e Gil, o personagem principal, é transportado para o passado, mais precisamente para a Belle Époque. A partir daí ele vive várias aventuras na cidade do amor.

O Maxim’s é conhecido pelo seu museu e interior em “art nouveau”. É aqui que Gil e Adriana se perdem na Belle Époque. O restaurante é um clássico em Paris, inaugurado em 1893 por Maxime Gaillard, um ex-garçom, ele é um must go para quem ama história e arquitetura. A cozinha é francesa clássica.

Maxim’s : 3 Rue Royale, 75008 Paris

Esse restaurante é onde Inez, noiva de Gil, janta com os pais no filme.

O Le Grand Véfour é outro restaurante histórico em Paris, e é considerado ponto de encontro gourmet  entre a sociedade política, artística e literária parisiense há mais de 200 anos.

A cozinha é clássica francesa comandada pelo chef Guy Martin. O restaurante tem 2 estrelas Michelin.

Le Grand Véfour: 17 Rue de Beaujolais, 75001 Paris

No hotel 5 estrelas Le Meurice é onde acontece no filme a degustação de vinhos. A cena é gravada no rooftop do hotel, que provavelmente é atendido pela cozinha normal do hotel. Mas o que eu recomendo mesmo é uma visita no restaurante de Alain Ducasse, também localizado dentro do hotel.

O restaurante Le Maurice Alain Ducasse tem 2 estrelas Michelin e claro, cozinha francesa comandada pelo gênio Ducasse.

Le Meurice Alain Ducasse: 228 Rue de Rivoli, 75001 Paris

O fabuloso destino de Amélie Poulain – Jean-Pierre Jeunet

É claro que o famoso café de Amélie Poulain não podia ficar fora da lista. Amélie, interpretada pela talentosa Audrey Tautou, trabalhava como garçonete no Café des Deux Moulins, que fica no tradicional bairro de Montmartre, onde também se passam outras cenas do filme.

O café tem menu típico dos cafés parisienses, fórmulas para o almoço, croque-monsieur, etc.

Café des Deux Moulins: 15 Rue Lepic, 75018 Paris

Gossip Girl – seriado

Ok, tudo bem que Gossip Girl não é filme, mas é um seriado que fez muito sucesso entre os jovens e não poderia ficar fora da lista. O Café de Flore foi frequentado por Serena e Blair no epsódio que as amigas estão de férias em Paris.

O café é super famoso e tem suas mesas desputadas, fica ao lado do também famoso Les Deux Magots.

Café de Flore: 172 Boulevard Saint-Germain, 75006 Paris

O Chez Julien é um restaurante super tradicional em uma rua super charmosa em Paris! Chez Julien tem ambiente à luz de velas, acolhedor e intimista com decoração Belle Epoque. A autêntica cozinha francesa do restaurante atrai muitos clientes, por isso não deixe de fazer uma reserva antes de ir!

Chez Julien: 1 Rue du Pont Louis-Philippe, 75004 Paris

O Turista – Florian Henckel von Donnersmarck

O filme O Turista com o Angelina Jolie e Johnny Depp tem cenários incríveis pela Europa, inclusive em Paris. Uma das cenas do filme foi gravada no restaurante Le Nemours.

O resto conta com cardápio clássico francês e preços bem acessíveis. Convenientemente localizado entre o Louvre e os jardins do Palais Royal, o Nemours tem um terrasse delicioso sob colunas históricas da Place Colette.

Le Nemours: 2 Place Colette, 75001 Paris

Intocáveis – Olivier Nakache e Éric Toledano

Intocáveis foi o filme mais visto na França em 2011 e tem a terceira maior bilheteria da história francesa! Fica atrás somente de Titanic e Bienvenue chez les Ch’tis. Uma das cenas dos amigos foi feita no famoso café Les Deux Magots. O  café conta  com um disputado terrasse em um dos pontos mais nobres de Saint-Germain. Uma dica? Peça o chocolate quente de lá, é delicioso!

Les Deux Magots: 6 Place Saint-Germain des Prés, 75006 Paris

Bastardos Inglórios – Quentin Tarantino

Bastardos Inglórios foi o último grande filme a ter uma cena filmada no Bistrot Renaissance. Desde a sua criação em 1903, o Bistrot já chamou a atenção de inúmeros cineastas como Claude Zidi, Quentin Tarantino, Michel Deville, Claude Chabrol e muitos outros.

Até a musa francesa Jane Birkin e a americana Jodie Foster  já passaram por lá…

Bistrot Renaissance: 112 Rue Championnet, 75018 Paris

Qu’est-ce qu’on a fait au Bon Dieu? 

O filme Qu’est-ce qu’on a fait au Bon Dieu? (em português, Que mal eu fiz a Deus?) é uma comédia divertidíssima francesa.

Uma cena do filme se passa dentro do restaurante Le Grand Colbert, um clássico em Paris. O nome é em referência a Jean-Baptiste Colbert, controlador geral das finanças da França durante o reinado de Louis XIV.

 Graças à excelente cozinha tradicional francesa aliada à história do restaurante, as mesas do Le Grand Colbert costumam estar sempre ocupadas.

Ah, e quando for ao restaurante, não esqueça de fazer um passeio pela linda galeria Vivienne, é do lado!

Le Grand Colbert2 Rue Vivienne, 75002 Paris

Qual é o seu restaurante de cenário de filme preferido?

Beijos e continuem acompanhando o PariSabor no Instagram! Sempre muitas novidades do mundo da gastronomia francesa.

À bientôt

Janaina

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*