Como Se Chama O Pequeno Gancho Que Pesca Um Peixe?

O pescador utiliza série de termos e gírias ao relatar sobre uma pescaria, quando vai explicar alguma técnica ou quando vai descrever algum produto. Por isso, vamos listar algumas das palavras mais utilizadas pelos pescadores.

  • Letra A
    Arranque: linha amarrada à frente da linha principal de maior resistência e diâmetro
    Argolado: quem termina a pescaria sem fisgar nada. É o mesmo que dizer que o pescador é sapateiro
  • Arrepiou: pescador que ficou com medo. Não quis pescar
  • Letra B
    Baixamar: nível mínimo de uma maré vazante
    Bater isca: arremessar as iscas nos pesqueiros
    Bater fofo: no Rio Grande do Norte, quer dizer que o pescador não pegou nenhum peixe na pescaria
    Bateu na porta: quando o pescador consegue jogar a isca próximo ao lugar onde o peixe está
    Batida: investida do peixe à isca e/ou técnica usada para pesca de pacus com longas varas de bambu e iscas-coquinhos
    Blacklash: o mesmo que cabeleira
    Backing: em inglês, linha reserva usada antes da linha de fly para peixes de corridas longas, também ajuda a evitar memória na linha de mosca, comum ser em algodão trançada, sem elasticidade
    Baitcasting: termo em inglês usado para pesca de arremesso com carretilhas
    Blade: em inglês, as lâminas usadas no spinner ou spinnerbait
    Boquera: ocorre quando dois pescadores vão juntos à pescaria e um consegue pegar uma quantidade muito maior de peixes do que o outro
    Bruto: Peixe raçudo, briguento
  • Bug: em inglês, isca de fly bem volumosa e flutuante
  • Letra C
    Carnívoro: peixe que se alimenta de carne, como sapos cobras ratos peixes e outros
    Cabeleira: quando solta a linha em torno do carretel da carretilha
    Calça branca: pescador iniciante, com pouca ou nenhuma experiência
    Cangapé: no dicionário potiguar significa salto do peixe, pirueta que ele dá no ar
    Cantar frição: é o barulho que o equipamento faz quando o peixe, depois de fisgado sai em disparada
    Casting: termo em inglês que significa arremesso. Também dá a capacidade de arremesso de uma vara em gramas ou onças
    Catibinha ou chamadinha: ato de fazer a isca chamar a atenção do peixe pelo barulho ou movimento brusco no lugar em que se está pescando
    Chasquear: fisgar
    Colher: iscas artificiais que possuem a forma de colheres sem o cabo (côncavas, convexas ou onduladas)

Corrico: tipo de pesca em que as iscas são soltas a uma certa distância do barco para em seguida serem puxadas. É usada bastante para cobrir grandes áreas.

  1. Letra D
    Damsel: em inglês, moscas que imitam libélulas
    Detonar: quando o pescador vai até um pesqueiro e tira todos os peixes
  2. Dedo atolado ou enterrado: (estar com ou voltar com) também se refere ao fato de não pegar peixes. Exemplo: hoje ainda estou com o dedo atolado
  3. Letra E
    Estouro: quando o peixe bate a isca na flor da água
    Encaçapou: quando o pescador está com o peixe no passaguá (coador)
    Encachorrar: Manter um peixe dentro d’água com intenção de fisgar o outro que acompanha o peixe fisgado
    Embodocar: o mesmo que vara envergada
    Encharutou a isca: costuma-se dizer quando o peixe põe toda a isca na boca
    Equipamento ultra light: tralha muito leve
    Equipamento light: tralha leve
    Equipamento pesado: tralhas usadas para pegar grandes peixes de couro
    Está ferrado: expressão usada quando o anzol engata na boca do peixe
  4. Estofo: também conhecido como reponto de maré, ocorre entre marés, período em que não há qualquer alteração na altura e nível

Letra F
Fajutar: quando o peixe vem atrás e desiste por alguma razão de abocanhar a isca
Ferrar: fisgar o peixe
Fervura: pequena ondulação na superfície da água causada pelo ataque de algum cardume a pequenos peixes
Floating: em inglês significa flutuar.

Essa expressão é usada para linhas de fly ou iscas artificiais
Fluorcarbono: matéria prima mais resistente à abrasão com menor elasticidade e maior transparência.

É muito usada para confecção de leader
Flyfishing: pesca em que as iscas são imitações de moscas
Forquilha: situação em que o peixe está fisgado

  • Frog: isca artificial de silicone ou plástico que pretendem imitar animais aquáticos, como rãs, sapos e pererecas, e até alguns mamíferos como ratos
  • Letra G
    Galhada: lugar com muitos galhos
    Gaff: bicheiro em inglês
    GPS: sigla de Global Position Sistem, aparelho eletrônico usado para facilitar a navegação por um sistema de posicionamento global feito por satélite
  • Grub: isca artificial macia e flexível de silicone ou borracha em forma de verme
  • Letra H
    Hackle: pena usada para montagem de moscas
    Hair wing: moscas cujas asas são feitas de pelo
    Half Hitch: nome de um nó
    Hook: anzol, em inglês.
  • Hook Keeper: acessório usado para prender o anzol na vara

Letra I
Interline: vara cuja linha passa por dentro do corpo da vara (blank). Não há passador.
Iscólatra: pescador viciado em iscas artificiais
IGFA: abreviação de International Game Fish Association. Associação que homologa os recordes do mundo inteiro.

Intermediate: classificação da linha de fly de densidade 1, igual ao da água.

Letra J
Jarda: medida de comprimento. Uma jarda eqüivale a 0,9144 metro
Jumping jig: isca artificial de fundo em formato de pequenos peixes, fabricados em metais pesados como chumbo, aço e cobre
Jig: isca artificial de fundo montada com anzóis simples com cabeça de chumbo, como trailer. São feitas de materiais diversos e em vários formatos

  1. João-pepino: apelido da isca importada jumpin´ minnow, rainha na pesca dos tucunarés. As de ação similar levam o mesmo nome
  2. Letra K
    King salmon: espécie de salmão
  3. Knot: nó em inglês
  4. Letra L
    Linguiceiro: quem pesca com iscas naturais, vivas
    Largo: diz dos pescadores que em um dia pegam muito mais peixes que seus companheiros
    Libras (lb): sistema de medida usado para designar a resistência das varas e linhas
    Lingue-lingue: pescaria feita com varas de bambu
    Lombriga: peixe pequeno
  5. Levantar: quando o pescador insiste com isca de superfície até o peixe aparecer
  6. Letra M
    Mala: companheiro de pesca ou pescador chato e inconveniente
    Malhar: cobrir o pesqueiro com inúmeros arremessos
    Mamando a isca: costuma-se dizer quando o peixe dá pequenos toques na isca sem morde-la
    Manhoso: quando o peixe está lento
    Matreiro: esperto
    Memória da linha: quando permanece por muito tempo no carretel, a linha tende a ficar torcida e enrolada. Então diz-se que ela está com memória
    Mole: pega sutil na isca
    Muvuco: local onde está o peixe (buraco no meio de galhadas)
    Mosca: são todas as iscas artificiais fabricadas para o uso com equipamento de fly, atadas com materiais naturais ou sintéticos em torno do anzol simples, imitando insetos, larvas, vermes, pequenos peixes e animais
    Mosca seca (dry): iscas flutuantes que imitam o estágio adulto do inseto
    Mosqueiro: o mesmo que o pescador que pesca com fly
    Minhoca: isca artificial que pretendem imitar minhocas e até répteis, fabricadas em silicone
  7. Mucureiro: pescador que mata todos os peixes
  8. Letra N
    Ninfas: iscas de fly que imitam o estágio aquático das larvas.
    Net keeper: peça usada para prender o puça no colete
  9. Needle knot: nó usado para prender o leader a linha de mosca e conhecido por nó da agulha
  10. Letra O
    Onça (oz): sistema de medida usado para pesos das iscas ou designar a potência de arremesso.
  11. Óculos Polarizado: óculos com lentes que recebem tratamento especial que ajuda a cortar o reflexo da água

Letra P
Passaguá: coador
Pegadeira: momento de grande atividade de peixes atacando as iscas.

Peixe “entocado” ou “enrolado”: esses termos são usados quando o peixe depois de fisgado procura algum lugar para se esconder e se proteger
Peixe boiando: fala-se quando o pescador consegue visualizar o peixe na superfície
Pesca de arremesso: típica de iscas artificiais.

O pescador lança nos pontos promissores e recolhe dando movimento à isca
Pé frio: ruim de pesca
Pé quente: bom de pesca
Piscivoro: peixe que se alimenta exclusivamente de peixe
Passar o pano: usar o passaguá
Pinchar: arremessar
Pindocar: trabalho de fundo com jigs de vários tipos
Plug: isca artificial em formato de peixes, fabricada em materiais rígidos como madeira, acrílico, fibra e plásticos duros.
Preamar: nível máximo de uma maré cheia.

  • Poita: pescador preguiçoso, que não faz nada. Entra no barco e só se mexe para pescar
  • Letra Q
    Quadrate: vara de fly feita com bambú de 4 lados
  • Quill: haste da pena de galo muito usada para montar o corpo de moscas secas
  • Letra R
    Rebojo: movimento do peixe na superfície
    Refugou: Não quis pegar a isca
    Rio na caixa: quando as águas do o rio estão no leito
    Rig: termo em inglês para montagem de chicotes
  • Rodada: pescaria feita com o barco solto, sem estar apoitado

Letra S
Sair sapateiro: é o mesmo que bater fofo. Sair da pescaria sem nenhum peixe
Sink tip: linha de fly em que apenas a ponta afunda e o restante flutua
Sinking: em inglês, afundar.

Usada para linhas de fly ou iscas artificiais
Sizígia: maré de grande amplitude
Sonda: aparelho que ajuda a identificar estruturas debaixo d´água, o tipo de fundo e também mede a profundidade da água
Spincast: instrumento usado pelos iniciantes.

Híbrido entre carretilha e molinete
Spinning: termo em inglês para molinete.

Vale para designar pesca com molinete
Spinner: iscas artificiais dotada de lâminas que giram quando tracionadas, algumas possuem trailer, plumagens ou materiais sintéticos
Shad: isca artificial em formato de peixes fabricadas em materiais flexíveis e macios como silicone e borracha
Streamer-bucktail: são iscas que imitam pequenos peixes ou animais aquáticos. Os streamers são feitos com penas ou plumas e os bucktails com pêlos.

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Strike: o mesmo que ferrada. Termo em inglês que designa alavanca ou movimento para capturar o peixe. Significa também pode ser o mecanismo usado nas carretilhas de pesca oceânica

  1. Letra T
    Tá na foto: momento que o pescador consegue tirar o peixe da água
    Teasing: isca ou aparato para atrair o peixe sem anzol ou garatéias
    Tomando linha: os pescadores costumam gritar com emoção quando o peixe arranca a linha do carretel em corridas violentas
    Trailer: chamariz adicionado ao anzol em iscas como o spinnerbait e o rubber jig
    Trailer hook: anzol extra adicionado ao anzol spinnerbait
    Tralha: todo material de pesca
    Treble hook: garatéia em inglês
    Trick: peixe pequeno
    Tune up: nome em inglês usado ao ato de balancear a isca artificial fazendo alterações que modifiquem seu trabalho, por exemplo, mexer no pitão para alterar a direção de nado da isca
  2. Turbinar: modificar a isca
  3. Letra U
    Uni Knot: nó único
    Underfur: sub pêlo
  4. Upstream: pescaria realizada subindo o rio
  5. Letra V
    Vest: coletes usados na pesca
  6. Vise: morsa usada na montagem das iscas de fly
  7. Letra W
    Wet fly: o mesmo que mosca molhada
  8. Letra X
    Xaréu: espécie marinha muito procurada pelos pescadores
  9. Letra Y
    Yard: Jarda em inglês
  10. Letra Z
    Zara: modelo de isca americana feita pela Heddon que imita o “nado” de um réptil, um zig zag que lembra a letra Z. Todas as iscas semelhantes acabam sendo chamadas de zaras
  11. Zóio de lula: quando um parceiro joga a isca em cima da sua na ação do peixe

Isca artificial – Wikipédia, a enciclopédia livre

Iscas artificiais (ou iscos artificiais) são artefatos usados na pesca de várias espécies marinhas que vivem em água doce ou salgada.

Consistem na maioria das vezes um objeto preso na extremidade de uma linha de pesca que é projetado para assemelhar-se ou imitar a uma presa (Peixe) viva – tanto no aspecto, como no seu movimento natatório peculiar – da cadeia alimentar da espécie que queremos capturar.

Uma isca artificial está associado a um ou vários anzóis de modo que o animal ao abocanhá-lo seja fisgado e fique preso. Existem alumas exceções de isca artificial em que não existe a presença de anzóis e sim de ganchos sem farpas como a famosa toneira que é usada para apanhar cefalópodes como a Lula, a Sépia e o Polvo.

Este tipo de pesca é vulgarmente designado por spinning ou corrico. Também é habitual chamar-se a este tipo de isco de amostra, ou Fly fishing.

História

Iscas artificiais da marca Rapala.

O uso da isca artificial na pesca moderna foi impulsionado pelas empresas Americanas Heddon e Pflueger no principio do século XX mas foi principalmente o pescador Finlandês Lauri Rapala que lhe trouxe mais notoriedade. Este tinha dificuldade em obter iscas naturais e observando o comportamento dos peixes (reparou que os peixes maiores comiam os peixes mais pequenos e principalmente se eles estivessem feridos ou doentes) resolveu esculpir um peixe num bocado de cortiça (à qual associou anzóis) e quando recuperado fazia lembrar um peixe ferido. Teve tanto sucesso que o seu invento despertou interesse em outros pescadores que encomendaram modelos iguais aos que usava dando inicio a uma indústria de iscas artificiais que tem nos Estados Unidos da América o seu maior mercado .
Ainda hoje a maior empresa mundial do ramo é a Rapala em homenagem ao nome do inventor.

Vantagens

Uma das vantagens imediatas da utilização deste tipo de iscas é não existir a necessidade de adquirir um isco natural sempre que vamos à pesca, e tem se mostrado mais eficaz na pesca de algumas espécies .

A pesca com isca artificial normalmente é muito mais dinâmica e técnica que a praticada com iscas naturais devido ao trabalho constante em movimentar a isca para provocar a presa e talvez esta forma menos passiva seja a chave do sucesso: nesta 'provocação' exploramos para além do tradicional apetite, o domínio territorial, o instinto predatório, a irritabilidade e até a curiosidade.

Tipos de Iscas Artificiais

Existe uma extraordinária diversidade de iscos artificiais no mercado (construídos numa multiplicidade de materiais e de funções) e a sua escolha vai depender da espécie que pretendemos capturar e da geografia do local.

Convêm referir que a tipologia abaixo referida não é rígida porque existem artigos híbridos e igualmente aparecem constantemente modelos que incorporam materiais e tecnologias inovadoras que misturam várias características.

Por exemplo, existem modelos de borracha que contêm no seu interior chumbo (o que permite efetuar arremessos mais longe) e quando tracionados trabalham perto da superfície da água ao contrário das habituais amostras em borracha.

Temos também que ter presente que o seu sucesso depende da correta utilização da técnica de movimento associada a determinado isca artificial. Um jerkbait como o próprio nome indica tem que ser movimentado com pequenos esticões e algumas técnicas é necessário até associar à linha uma chumbada ou mesmo uma bóia de água para produzir um movimento da isca que imite melhor um peixe de verdade.

Iscas de Profundidade / Jigs

Jumping-Jigs são iscas que não flutuam e afundam porque são feitas em chumbo e que são utilizadas na pesca vertical, sendo arriadas das embarcações ou Pontes efetuando apenas movimentos de sobe-e-desce. Também são denominadas de zagaias ou iscas de big game.

A técnica é deixá-las cair até o fundo e posteriormente imprimir o movimento de “Jumping” ou pulo, isto é, fazer a isca ficar dando pequenos pulos acima do fundo do rio ou mar. Esta técnica proporciona a captura de grandes exemplares e pode ser efetuada em profundidades que vão dos 20 aos 300 metros.

Quanto maior a profundidade maior o peso dos Jumping Jigs.

Outra variação também muito popular das iscas de profundidade são os Jig Heads, que nada mais são do que tipos de anzol com uma cabeça de chumbo, onde se anexa um peixe de silicone que presos à linha (o Jig-head com peixe de silicone) sofrem um movimento que simula o nado rasteiro de pequenos camarões, peixes ou Girinos no solo submerso e promove grande atração das espécies predadoras.

Iscas Rígidas / Plugs

São iscas artificiais duros (hardbaits) feitos normalmente em plástico a imitar pequenos peixes e podem ser classificadas em iscas de superfície, sub-superfície ou meia-água.

Superfície: flutuam à superfície ou a poucos centímetros abaixo (Sub-superfície) desta imitando um pequeno peixe.

Alguns modelos são providos de uma ou mais hélices (propellers) que imitam insectos e peixes em fuga e dessa forma costumam atrair predadores a longa distância (ideal em condições de pouca visibilidade).

Outros fazem sons (poppers) imitando o ataque de pequenos peixes invadindo a área de domínio dos predadores e com isso despertam o instinto de competição ocasionando ataques mesmo nas ocasiões em que o peixe não está se alimentando.

Algumas iscas artificiais de superfície são muito semelhantes às de 'meia-água' mas sem a pala frontal ou “barbela” que provoca o afundamento como as jumpingbaits e twitchbaits com o seu nadar errático imitando um peixe caçando ou ferido. Existem também os stickbaits que contêm chumbo na parte traseira e que os deixa na posição vertical com a cabeça fora da água quando não estão em movimento.

Meia-água: São iscas artificiais que trabalham entre poucos centímetros abaixo da superfície da água e os 10 metros . A isca na cabeça tem uma pala/barbela plástica e o tamanho desta indica a profundidade a que submergem durante o nado: quanto maior for mais esta irá afundar. A inclinação desta proeminência também condiciona o nível de afundamento.

Estão nesta categoria os crankbaits que subdividem-se em shallow dive, medium diver e deep diver referente a profundidade de nado e as minnow que imitam um pequeno peixe da família das carpas e são feitas de borracha.

Estas iscas nadam afundando quando puxadas e flutuam quando para-se de puxar, excepto as plugs suspending que estão preparadas para manter a profundidade boiando sem afundar ou emergir.

(possuem esferas de chumbo no seu interior que permite ficarem suspensas mantendo a profundidade em que se encontram mesmo parando o seu retorno).

Várias iscas de Meia-água ou plugs de plástico eventualmente são produzidos com uma cavidade interior oca onde existem esfera de aço que colidem produzindo pequeno ruído embaixo dágua. Esta propriedade é conhecida como “Rattling” ou “Chocalho” que serve para irritar e atrair diversas espécies predadoras através da vibração sonora.

Iscas Moles / Soft Lures

São todas as iscas construídas com materiais flexíveis (softbaits), normalmente em silicone ou borracha (algumas delas são conhecidas por borrachinhas ou vinis) o que permite percorrer os fundos ao contrário das amostras (iscas) rígidas.

Muitas imitam com grande realismo várias espécies animais tais como: pequenos peixes (shads), vermes marinhos (worms), cefalópodes (tube jigs), pequenos sapos ou Girinos (Froglures) e lagostins (crawfish / crawdads). Ainda podem ter aromas (Essência de Pesca) para atrair mais o peixe ou evitar que ele a cuspa depois de abocanha-la.

No entanto possuem um contra que é a sua menor durabilidade: podendo ser rasgadas por espécies que possuem dentes afiados e potentes.

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Plumas, Chucas / Flys

Pesca à pluma (flyfishing) tem como base a utilização de moscas artificiais como isca e é mais utilizado na pesca desportiva de água doce.

Este isco artificial chamado de mosca ou pluma tanto pode imitar um insecto como uma larva (Ninfa (biologia) e requer uma técnica especifica de forma a efetuar o arremesso devido ao pouco peso da isca.

São comuns serem feitas de penas ou estruturas parecidas com pelos ou barbas.

Representação de isca tipo spinner.

Iscos Metálicos / spinners

A grande maioria dessas iscas possuem uma forma igual a uma colheres de metal (spinnerbaits) podendo ser giratórias ou apenas realizarem um movimento oscilante durante o nado, nesse caso os peixes são apenas atraídos pelo brilho da chapa metálica. Afundam e percorrem o fundo submerso mas são possíveis de serem trabalhadas em várias profundidades dependendo da velocidade de recolhimento da linha. Existem os Buzzbaits que no lugar das colheres possuem umas hélices metálicas.

Miçangas / Beads

Originalmente eram iscas confeccionadas em plástico que se assemelhavam com uma ova de peixe, sendo utilizadas tradicionalmente há décadas para a pesca de salmão nas corredeiras dos Estados Unidos.

Já nos pesqueiros do Brasil, as miçangas foram popularizadas na década de 2000 e sua atratividade tem relação com a semelhança com as ovas de peixes desovadas no subtrato de rios e oceanos e também de grãos de ração que servem para alimentar os peixes[1] nos criadouros aritificiais.

Sua utilização, neste caso, é na superfície ou meia água e ainda, acompanhando a amarração dos anzóis ou encastoamento de anzóis.

Notas e referências

  1. ↑ Pegadeira, Loja (1 de março de 2016). «Miçangas para Pesca». Pegadeira. Loja Pegadeira. Consultado em 16 de março de 2016 

Ligações externas

  • «Tipo de iscas artificiais» 
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11 equipamentos fundamentais para a prática da pesca esportiva

Sentar no barco em um rio, lago ou lagoa, curtir a paz do silêncio e pescar alguns peixes em uma manhã ou tarde tranquila. Essa é a definição da pesca esportiva, uma arte que necessita de uma série de equipamentos para que a prática seja realizada corretamente.

Se você deseja entrar neste universo e não sabe por onde começar, confira 11 equipamentos para pesca esportiva que são fundamentais para que você consiga iniciar nesse esporte. Saiba mais!

1. Varas

Item principal e mais conhecido dos equipamentos para pesca esportiva, a vara é parte fundamental na prática da pesca. Também conhecida como caniço, ela pode ser feita de diversos materiais, como bambu, nylon, carbono, metal, etc., cada uma com as suas especificidades (menor peso, maior resistência, maior maleabilidade) e voltada para um tipo específico de pesca.

Para quem está começando, é indicado que as varas tenham de 1,90 m a 2,10 m de comprimento e com um molinete simples. Esse acessório será essencial para auxiliar o pescador iniciante a direcionar a isca no momento do arremesso.

Geralmente, uma vara simples de bambu, como as encontradas em pesque e pague, conseguem suportar peixes de até 15 quilos.

Os modelos mais conhecidos disponíveis no mercado são fabricados com esses materiais: fibra de vidro, bambu, carbono, metal, etc. As varas de grafite e carbono são, atualmente, as preferidas pela maioria dos praticantes de pesca esportiva, por serem leves, eficientes e muito resistentes (se tornando, assim, mais econômicas).

2. Carretilhas e molinetes

As carretilhas e molinetes são alguns dos equipamentos para pesca esportiva mais usados durante a prática. O molinete é responsável por enrolar e armazenar a linha, bem como puxá-la e lançá-la. Oferece mais maleabilidade na hora de manejar e, principalmente, recolher o peixe do mar.

Também são classificados de acordo com seu peso, sendo conhecidos como: ultraleve, leve, médio e pesado.

A carretilha é semelhante ao molinete, porém, tem maior capacidade de armazenamento de linha e não tem risco de retorce-la. Muitos pescadores dizem que as carretilhas são responsáveis por lançamentos mais longos.

Porém, pescadores iniciantes devem prestar atenção nas cabeleiras: o ato das linhas de embolarem a cada lançamento mal realizado.

3. Iscas

Usadas para atrair o peixe, podem ser naturais ou artificiais. As artificiais são as mais usadas por não serem perecíveis. São feitas normalmente de chumbo ou estanho. Há ainda a opção do Popper, uma espécie de isca que faz um estalo na água para chamar atenção dos peixes.

Para alguns tipos de peixes, há outras iscas artificiais mais eficientes como, por exemplo, o tipo Spinner, que simula um crustáceo se debatendo ou fugindo, o Twitch Bait, que é uma isca de superfície, Buzz Bait, que produz zumbido na água, e o tipo Rattlin, que é uma isca de profundidade.

A escolha vai depender do seu objetivo no dia da pesca.

4. Boias

As boias são essenciais para a prática, sendo responsáveis pela estabilidade da isca dentro d’água. Isso porque as boias mantêm as iscas a uma certa altura, não deixando que elas afundem. Para quem conhece os hábitos dos peixes da região, é fácil regular a boia em uma altura que facilita a pesca.

Existem diferentes tipos de boia e, assim como outros equipamentos, cada uma possui uma utilidade específica.

5. Anzóis

Os anzóis são equipamentos essenciais para a prática da pesca esportiva. As iscas são colocadas neste equipamento, que possui vários tamanhos e tipos diferentes no mercado. Cada anzol é designado para o tipo de peixe que se pretende pescar. Por isso, é importante manter uma coleção de anzóis para os mais variados tipos de pesca.

Para fisgar peixes maiores, será necessário utilizar um anzol de 7 cm, por exemplo, desenvolvido especificamente para a prática.

Os anzóis podem ser classificados da seguinte maneira (de acordo com seu tamanho):

  • pequeno — 1 ao 20, onde o 20 é o menor tamanho;
  • médio — 1/0, 2/0, 3/0, 4/0 e 5/0;
  • grande — 6/0, 7/0, 8/0, 9/0 e 10/0.

6. Chumbos

As chumbadas possuem utilidades muito específicas na prática, sendo responsáveis pela estabilidade entre o molinete, a linha e o anzol. Também são utilizadas para aumentar o arremesso entre o pescador e o ponto em que se pretende pescar.

Em resumo, os chumbos (ou chumbadas) são necessários para ajudar no momento do arremesso, no afundamento do anzol com a isca, sendo um grande aliado dos pescadores iniciantes.

Existem diversos formatos e tipos de chumbos e cada um foi desenvolvido para um determinado tipo de pesca. As do tipo Garra, Carambola e Pirâmide são as mais encontradas na pesca esportiva e embarcada.

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7. Linhas

Item imprescindível para a pesca, a linha é também classificada de acordo com seu peso (ou seja, linhas mais leves e mais pesadas) e é ela que orienta as demais escolhas para o resto dos equipamentos: linhas mais pesadas, ou seja, que aguentam peixes maiores, exigem produtos mais resistentes. Linhas mais leves podem utilizar equipamentos menos robustos.

São fabricadas em nylon e sua classificação é realizada de acordo com a espessura em milímetros. Ao procurar no mercado, as linhas são classificadas da seguinte maneira: 0,10, 0,20, 0,40, 0,60, 0,80 e 1,00 mm.

Esse item é muito importante, pois a escolha da linha é o que determinará o restante do equipamento que será usado pelo pescador esportivo.

8. Caixa térmica

Caixas térmicas são equipamentos de pesca esportiva muito úteis: você pode passar o dia pescando e acabar precisando da caixa térmica para armazenar os peixes, as iscas naturais e também água e comida que você vai precisar durante o dia. Escolha uma de tamanho adequado às suas necessidades e que seja fácil de ser transportada.

9. Roupas específicas

Como você passará o dia pescando, é preciso ter em mente que o uso de roupas específicas é fundamental para a prevenção de insolação e doenças. Opte por camisas com proteção ultravioleta, feitas para pesca esportiva para evitar que os raios solares agridam sua pele a longo prazo, podendo causar envelhecimento precoce e câncer de pele.

Além disso, camisas já feitas para este fim costumam ter tecido Dryfit, que impede que você fique com aquela sensação de “úmido” devido ao suor ao longo de um dia quente de pesca.

10. Chapéu

O chapéu, tal como as roupas específicas, é importantíssimo para a proteção do pescador. Ele impedirá que a cabeça fique exposta à insolação durante o dia e também evita dores de cabeça provenientes do calor e que os raios solares agridam a pele.

O acessório precisa ser confortável, pois chapéus muito apertados podem causar desconforto. Procure por modelos desenvolvidos especificamente para pescadores São facilmente encontrados em lojas do gênero.

11. Protetor solar

Junto com os dois itens anteriores, o protetor solar faz o conjunto completo de proteção ao pescador que ficará exposto aos raios ultravioletas a manhã e/ou a tarde inteira. Utilize sempre os de maior fator de proteção, para evitar danos prolongados.

Há outros equipamentos fundamentais para a pesca esportiva, como o alicate, a lanterna (caso a pesca seja realizada a noite) e uma maleta para armazenar as iscas, os alicates e os anzóis, por exemplo.

Artes e Utensílios de Pesca – DGRM

Definições / Características dos Utensílios e Artes de Pesca

(cf. artigo 2.º e artigo 3.º da Portaria n.º 14/2014, de 23 de janeiro)

Artes de Pesca 

  • Linha de mão – é constituída por uma linha, na qual podem ser colocados até nove anzóis, que é manobrada manualmente (atua ligada à mão do praticante). Pode ainda ter acoplados outros utensílios (bóias, chumbadas, etc.) desde que estes não permitam a captura de espécies por atuação direta. Cada pescador lúdico pode utilizar até três linhas de mão não podendo, no conjunto dessas linhas, utilizar mais de nove anzóis.
  • Cana de pesca – aparelho de anzol constituído por uma linha que contenha anzóis simples ou múltiplos, que é manobrado por intermédio de uma cana ou vara, equipada, ou não, com tambor ou carreto.
  • Corripo ou corrico – aparelho de anzol constituído por uma linha simples com até três anzóis ou amostras que podem ter acoplados anzóis triplos tipo fateixa, que é rebocado à superfície ou subsuperfície por uma embarcação ou a partir da costa.
  • Toneira – aparelho constituído por uma linha de mão e por um lastro com forma fusiforme, podendo a linha ser ainda armada com um máximo de três bóias fusiformes, geralmente designadas por palhaços, devendo, quer o lastro, quer os palhaços, possuir, na extremidade inferior, uma ou duas coroas de anzóis sem barbela, ligando -se à linha de mão ou à cana de pesca pela extremidade superior.

Utensílios de Pesca 

  • Arrelhada ou arrilhada – utensílio metálico de comprimento variável, com a face frontal cortante cuja lâmina não excede 20 cm de comprimento por 3 cm de largura no bordo de ataque, sendo este bordo o único cortante, fixo a um cabo curto que não excede 60 cm de comprimento.
  • Camaroeiro – utensílio constituído por um cabo, e um aro, ao qual é fixada rede simples.
  • Cesto ou rabeca – utensílio constituído por dois aros metálicos abertos, interligados entre si por uma estrutura metálica, envolta em rede com malhagem mínima de 16 mm, que atua ligado à mão do praticante por uma linha ou corda, utilizado como auxiliar na elevação de grandes exemplares, na pesca apeada.
  • Faca de mariscar – utensílio constituído por uma lâmina metálica com forma variável, de bordos cortantes, fixada a um cabo curto.
  • Gancho, bicheiro ou puxeiro – utensílio constituído por um cabo ou haste, que possui na extremidade inferior até três anzóis sem barbela, destinando -se à pesca ao polvo, ou um gancho ou anzol para recolha ou elevação de exemplares de grandes dimensões, como auxiliar de pesca.
  • Malhada – aparelho constituído por uma cana, sem qualquer anzol, no extremo da qual é colocado um isco, quer amarrado, quer com o auxílio de uma pequena bolsa de rede, podendo ser utilizado um camaroeiro como auxiliar da pesca.
  • Pá ou enxada de cabo curto – utensílio constituído por uma lâmina metálica e um cabo, usado como instrumento auxiliar da recolha de poliquetas para isco. 

A apanha lúdica pode ser exercida por qualquer pessoa, e não carece de licença quando realizada manualmente, não sendo nesse caso permitida a utilização de qualquer arte de pesca ou utensílio, podendo o praticante ser portador de dispositivo tipo bolsa ou balde, que sirva exclusivamente para o transporte dos exemplares apanhados.

Na pesca lúdica a partir de terra e a bordo de embarcações podem ser utilizadas as seguintes artes de pesca: linha de mão, cana de pesca, corripo ou corrico e toneira.

Na pesca submarina, como equipamento de captura pode ser utilizada uma espingarda submarina, também designada por arma de caça submarina, um instrumento de mão ou de arremesso, cuja força propulsora não é devida a poder detonante resultante de substância química ou de gás artificialmente comprimido, tendo como único projétil permitido uma haste ou arpão com uma ou mais pontas. Podem ainda ser utilizados os seguintes utensílios: faca de mariscar, puxeiro e arrelhada ou arrilhada.

Artes de Pesca Proibidas 

É proibida a utilização de artes de pesca diferentes das caracterizadas na Portaria n.º 14/2014 (linha de mão, cana de pesca, corripo ou corrico e toneira), como por exemplo arrasto, ganchorra, ou qualquer tipo de redes de pesca (emalhar, tresmalho, cerco, etc.), armadilhas (gaiolas, potes, cestos ou outras) ou linha de mão com mais do que nove anzóis.

É proibido o transporte ou a manutenção a bordo de embarcação, em simultâneo, de espingarda submarina e de equipamento auxiliar de respiração artificial, bem assim como o porte, fora de água ou em zonas onde a pesca submarina esteja interdita, de espingarda submarina em condições de disparo imediato.  

Equipamento Auxiliar 

É permitida a utilização do “gancho” , do “cesto ou rabeca” e do “camaroeiro” como auxiliares para transporte do peixe desde a água até às mãos do pescador,  podendo também ser utilizados outros utensílios como baldes, ou bolsas, desde que não se destinem à captura de espécies por atuação direta. (Fig.1).

  •    
  • Figura 1 – Exemplos de rabecas
  • Na pesca submarina podem ser utilizados outros equipamentos para a proteção contra o frio, para melhorar a flutuabilidade, para proteção ou segurança ou para transporte do produto da pesca e, bem assim, quaisquer outros equipamentos que não permitam a captura direta de exemplares.

O exercício da pesca submarina é obrigatoriamente assinalado, à superfície, por equipamento de sinalização, o qual não poderá estar a uma distância superior a 30 metros do praticante de pesca submarina.

Este equipamento de sinalização é constituído por uma bóia, de forma redonda ou cilíndrica, de cor vermelha, laranja ou amarela, com um volume mínimo de 8 litros e munida de uma bandeira Alfa do código internacional de sinais, ou, em alternativa, uma prancha ou similar com pelo menos 70 cm de comprimento, 40 cm de largura e 5 cm de espessura, com um mastro de bandeira não inferior a 40 cm, munido de uma bandeira Alfa do código internacional de sinais.  

Iscos e Engodos 

(cf. artigo 5.º da Portaria n.º 14/2014, de 23 de janeiro)

São autorizados na pesca apeada e na pesca embarcada. Não são autorizados na pesca submarina.

Os iscos e engodos podem ser naturais ou artificiais, desde que não sejam constituídos por ovas de peixe ou por substâncias passíveis de provocar danos ambientais, nomeadamente substâncias venenosas ou tóxicas ou explosivos.

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