Como Se Chama O Homem Que Prepara Medicamentos?

Ter um canteiro com ervas e temperos em casa, além de ser bom para diversificar suas receitas, também é uma ótima opção para resolver pequenos problemas de saúde que surgem por causa do cansaço ou da falta de resistência, como dores de cabeça e dor de garganta. É possível fazer vários tipos de remédios naturais usando apenas plantas que podem ser cultivadas em vasos ou pequenos espaços.

Além de tratar os sintomas de doenças mais simples, usar remédios naturais também é muito bom para evitar o uso excessivo de medicamentos. Lembre-se que é sempre recomendável consultar uma médica ou médico – especialmente se o problema for recorrente ou se agravar.

Remédios naturais para plantar em casa

Aloe vera ou babosa

Pode ser plantada em vasos. Ela adora luz do sol e muita água.

E para usá-la como remédio natural, quebre as folhas grossas e aplique o gel (que escoa da planta) diretamente na pele (alivia queimaduras solares).

Segundo a fundadora do The Organic Pharmacy, do Reino Unido, Margo Marrone, a folha da aloe vera tem 96% de água e 4% de ingredientes ativos, como aminoácidos e enzimas, que nutrem a pele danificada.

Manjericão

Essa planta é ideal para o cultivo em vasos.

Lembre-se de retirar as flores brancas logo que elas aparecem, para evitar que as ervas fiquem com um sabor amargo e também para que elas não tomem conta da planta.

Além de ser um repelente natural (veja seis plantas que funcionam como repelente natural), o manjericão também é uma das opções de remédios naturais para aliviar dores de cabeça.

Para isso, basta esfregar folhas esmagadas no osso temporal de sua cabeça. E você também pode usar as folhas dessa planta para tomar um banho de pedilúvio, que é ótimo para aliviar doenças como bronquite, laringite, congestões cerebrais, entre outras. Para preparar o banho, basta despejar água fervente sobre as folhas do manjericão.

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Lavanda

Adora sol e precisa de uma boa drenagem. Use um pequeno vaso cheio de cascalho e uma terra leve. A lavanda possui propriedades antissépticas e anti-inflamatórias.

Para experimentar esses benefícios, você pode preparar um banho de vapor para o rosto. Para isso, esmague um punhado de “cabeças” de lavanda e as adicione a uma tigela com água fervente.

Você também pode usar o óleo proveniente de suas flores e aplicá-lo em manchas e cicatrizes do seu corpo.

  • Hidrolato de lavanda é excelente relaxante e hidrata a pele

Erva-cidreira

Plante-a em um vaso separado – como ela cresce fácil e rápido, vai tomar conta de sua jardineira se esse cuidado não for levado em conta.

A erva-cidreira é um dos remédios naturais que você pode usar para prevenir e aliviar feridas – basta aplicá-la na região afetada.

Além disso, se for esfregada diretamente sobre a pele, age como um repelente natural de insetos, além de aliviar dores de picadas. Cuidado para não confundir a erva-cidreira com o capim-cidreira, também chamado de capim-santo.

Hortelã

Use um vaso profundo para plantar a hortelã, porque ela cresce muito. Tomar chá com as folhas frescas de hortelã alivia dores de estômago, náuseas e flatulência.

E para fazer um descongestionante natural, basta colocar um punhado de folhas da erva em uma tigela rasa e cobrir com água fervente.

Em seguida, se debruce sobre a tigela, coloque uma toalha sobre a cabeça e respire o vapor, igual ao que se faz na inalação natural de ervas.

Salsinha

Depois de plantada no vaso, deixe a salsa (que também é chamada de salsinha) sob o sol e, enquanto isso, mantenha o solo sempre úmido. Utilize adubo orgânico. A salsinha reforça o sistema imunológico.

Coma uma colher de sopa de salsinha crespa diariamente. Você também pode usar o chá de salsinha como opção entre os remédios naturais para refrescar o mau hálito, melhorar desconfortos nasais e a circulação.

Saiba mais na matéria: “Chá de salsinha: para que serve e benefícios”.

Alecrim

Essa planta também adora a luz solar. Chá de alecrim é um remédio natural ótimo para ajudar a levantar o ânimo. Na preparação do chá, o segredo é usar um pedaço da planta (mais ou menos do tamanho do polegar) e uma xícara de água para conservar os princípios ativos da erva. Aprenda “como plantar alecrim?”.

Sálvia

Precisa de sol constante e um solo arenoso e seco para o cultivo. Seu uso como remédio natural é indicado para aliviar a dor de garganta. Faça um gargarejo com o caldo feito a partir de um quarto de xícara de folhas refrigeradas de sálvia.

Tomilho

Cultivar em solo seco, leve e em que bata muito sol. É um poderoso antioxidante e antisséptico na forma de chá. Beba, antes de dormir, um chá feito de tomilho-limão para tratar resfriados. Só tome cuidado para não usar o tomilho em caso de gravidez, pois ele pode estimular a contração do útero.

Cenoura

Precisa de bastante luminosidade e a terra não pode ter pedrinhas ou detritos para a raiz poder crescer sem obstáculos. A cenoura é um dos remédios naturais que combate disfunções hormonais, resfriados e tem efeitos no funcionamento do intestino. Ela é antidiarreica, mas, em excesso, acaba tendo o efeito contrário.

Erva-de-gato

Não são só os bichanos que ficam felizes com a erva. Nós também podemos tirar proveito dela como remédio natural, pois mastigar suas folhas ajuda a aliviar dores de dente e diminuir febres. Seu chá pode ser usado como calmante. A planta se desenvolve melhor em climas frios e não precisa de muitas horas de sol por dia.

Alho

Como Se Chama O Homem Que Prepara Medicamentos? Imagem de Gaelle Marcel em Unsplash

Prefere locais com bastante iluminação natural e o solo bem drenado. Acredita-se que plantar alho, no inverno, ajuda a produzir bulbos maiores. O alho atua como anticoagulante, bactericida e antioxidante, além de combater a congestão nasal e ajudar a prevenir câncer no trato digestivo. Muitos médicos recomendam comer dois dentes de alho por dia para reduzir o colesterol.

  • Dez benefícios do alho para a saúde

Dente-de-leão

Como Se Chama O Homem Que Prepara Medicamentos? Imagem de Hans Linde por Pixabay

Cresce como erva daninha em vários jardins, mas o que muita gente não sabe é que sua flor é docinha e as folhas mais novas ficam muito gostosas em saladas (as folhas que já cresceram há mais tempo são amargas, você pode gostar delas refogadas). A folha de dente-de-leão possui mais ferro e cálcio que o espinafre.

Entre seus muitos benefícios, o mais conhecido é a estimulação da atividade do fígado.

O chá de dente-de-leão auxilia o metabolismo hepático, eliminando toxinas com mais facilidade, e aumenta o fluxo biliar, ajudando na digestão de gorduras.

Mas cuidado: não use o dente-de-leão como remédio natural se estiver grávida ou em tratamento com antibióticos, anticoagulantes, protetores gástricos ou medicamentos a base de lítio.

  • Dente-de-leão: planta é comestível e traz benefícios à saúde

Orégano

É bem fácil de plantar: cresce em climas frios ou quentes, só precisa de um solo fértil e úmido. Quanto mais iluminação natural, melhor, mas pode se dar bem na sombra também. Seu chá alivia tosses, indigestão,cólicas e dores musculares e de cabeça, além de ser antifúngico.

  • Óleo essencial de orégano: aplicações e benefícios

Salsão ou aipo

Prefere climas mais amenos e a terra deve ser bem nutrida.

O uso do salsão como remédio natural traz muitos benefícios: tem ação diurética, combate a prisão de ventre, alivia a azia, é fonte de cálcio, reduz o colesterol (porque aumenta a secreção de ácidos biliares), repõe os eletrólitos perdidos na atividade física, tem propriedades anti-inflamatórias e até atua como suporte para prevenir câncer de ovário.

Bardana

Plante-a em uma terra profunda, pois suas raízes crescem muito (é principalmente essa a parte da planta que se usa) e em local definitivo, pois elas não suportam bem a transplantação. Tem propriedades diuréticas e bactericidas e é ótima opção para quem procura remédios naturais contra problemas de pele.

Losna

Pode não ser muito fácil encontrar o solo argilo-arenoso de que ela precisa, mas depois de plantada, a losna é excelente: resistente a doenças e insetos e se dá muito bem com fertilizantes orgânicos. A losna ajuda a combater mau hálito, cólicas menstruais, azia e até anemia. É também um ótimo repelente de insetos, inclusive de piolhos.

Arnica

Gosta muito de luz solar e do solo argilo-arenoso. Sua pomada é famosa por aliviar contusões, mas atenção: a arnica é tóxica se for ingerida. Tente colocar o vaso em um lugar alto, longe do alcance de crianças e animais de estimação.

Para usá-la como remédio natural, prepare os seguintes ingredientes: uma parte de arnica fresca, cinco partes de álcool de cereais (encontrado em farmácias) e cinco partes de água. Pique a planta e misture-a com os outros ingredientes.

Deixe descansar por pelo menos 15 dias (depois você pode armazenar por até um ano) e faça compressas com uma parte da mistura diluída em nove partes de soro fisiológico.

No caso de todas essas ervas e plantas, o uso como remédio natural é uma opção para aliviar os sintomas e não deve substituir outros medicamentos recomendados pelo profissional de saúde que te acompanha. Se você estiver com uma doença leve, usar um desses remédios naturais e não tiver os resultados desejados, entre em contrato com sua médica ou médico.

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Viagra: o comprimido azul que revolucionou o sexo completa 20 anos

Como Se Chama O Homem Que Prepara Medicamentos?Médico mostra pílulas do medicamento Viagra, da PfizerLIU JIN / AFP

Um produto farmacêutico tão incomum como o Viagra teve também uma campanha publicitária incomum em seu lançamento. Pelé e Bob Dole, ex-candidato do Partido Republicano à presidência dos EUA, foram os embaixadores globais do comprimido, com anúncios na televisão. “Dá um pouco de vergonha falar em disfunção erétil, mas isso é importante para milhões de homens e suas cônjuges”, dizia o político e veterano de guerra na primeira propaganda que apresentou o Viagra às massas, buscando superar seus receios.

Dole contava no anúncio que, ao receber um diagnóstico de câncer de próstata, temeu que a cirurgia e o tratamento pudessem causar impotência.

“Coragem, algo de que um número infinito de norte-americanos compartilha”, dizia ele, referindo-se a pacientes com doenças graves.

Anos depois, foi a vez de Pelé assumir o papel de garoto-propaganda: “Não sofra mais em silêncio. Fale com seu médico. Eu vou falar”.

Essa droga para a impotência, que começou a ser vendida nos EUA, após obter todas as autorizações, em 27 de março de 1998, foi descoberta por acaso por uma equipe de pesquisadores da Pfizer que buscavam um tratamento para acalmar a dor torácica provocada pela angina de peito. Ao fazer testes com voluntários, observaram que o medicamento dilatava os vasos sanguíneos do pênis, e que esse aumento da circulação provocava como efeito secundário a sua ereção.

A pílula azul recebeu o aval da agência de medicamentos dos EUA e rapidamente se tornou uma dos totens da indústria farmacêutica. A impotência afeta um terço dos homens com mais de 40 anos. As alternativas que havia naquele momento no mercado não eram muito práticas nem plenamente efetivas. O faturamento do laboratório disparou acompanhando o ritmo do interesse planetário.

Nas primeiras duas semanas, os médicos expediram mais de 150.000 receitas nos Estados Unidos. A pílula chegou à Europa seis meses depois. Esse hiato provocou, em pleno frenesi global, que o Viagra fosse encontrado no mercado negro a um preço cinco vezes superior ao que custava em qualquer farmácia norte-americana.

As vendas do Viagra rondavam os 2,1 bilhões de dólares em 2012. No ano passado foram de 1,2 bilhão, praticamente a metade

Nem a própria Pfizer havia antecipado esse fenômeno. Dos 100 milhões de dólares em faturamento que o laboratório esperava obter no primeiro ano, passou a superar um bilhão em questão de poucos meses. Estima-se que ao longo destes 20 anos o Viagra tenha sido receitado mais de 65 milhões de vezes no mundo todo – isso levando em conta apenas o consumo legal.

O impacto do Viagra na impotência se compara à mudança propiciada pelos antibióticos para combater as infecções e aos tratamentos que reduzem o colesterol no sangue. Mas sobretudo foi também o tratamento perfeito para anunciar seus méritos aos consumidores, porque é um medicamento voltado diretamente para o estilo de vida dos pacientes.

O sucesso inicial do Viagra também foi possível graças à Internet. Os dois fenômenos cresceram, de fato, paralelamente, ao mesmo tempo em que os sites de pornografia on-line estouravam. A mulher, enquanto isso, ficou à margem das campanhas publicitárias até três anos atrás, quando a Pfizer as colocou falando diretamente para a câmera, pedindo aos homens que fossem ao médico.

Mas esse sucesso também causou uma dupla vulnerabilidade ao fabricante. As cópias piratas inundaram os portais ilegais na Internet. A pílula azul foi uma mina de ouro também para os contrabandistas, a tal ponto que 80% dos comprimidos encontrados na rede são ilegais e muito perigosos. Algumas usam tinta de impressora para obter sua cor peculiar.

O Viagra tem como principais rivais no mercado norte-americano o Levitra e o Cialis. As primeiras versões genéricas chegaram à Europa em junho de 2013, e aos EUA no final do ano passado.

A Pfizer há anos, de fato, tenta se preparar para os efeitos da perda da patente. As vendas da Viagra rondavam 2,1 bilhões de dólares em 2012 (cerca de sete bilhões de reais, pelo câmbio atual).

No ano passado, caiu para 1,2 bilhão, praticamente a metade.

A pastilha azul, de fato, é vista também como um exemplo de até onde pode chegar a cobiça dos grandes laboratórios. Basta observar o preço. Cada comprimido valia 15 dólares quando começou a ser vendido. Depois foi aumentando até chegar a 50 dólares, sem um motivo que justificasse o novo valor. A versão genérica custa um dólar, e a Pfizer vai experimentar vendê-la no Reino Unido sem receita.

Apesar da sua popularidade, o Viagra continua sendo um remédio mal compreendido. Não é um afrodisíaco, e a ereção que ocorre 27 minutos após ingeri-lo não vai alterar a perda de apetite sexual do casal. O tratamento, além disso, é muitas vezes usado para coisas que não estão indicadas na receita médica, como potencializar o rendimento no ato sexual e no esporte.

Existe também uma versão para mulheres com redução da libido, chamada Addyi, apresentada na mídia como “o Viagra feminino”. A agência do medicamento dos EUA a autorizou em 2015. A pílula rosa, entretanto, não gerou entusiasmo, e sua eficácia é questionável, para não falar da longa lista de contraindicações desse tipo de antidepressivo.

Veja 9 profissões para quem gosta de ajudar pessoas

Como Se Chama O Homem Que Prepara Medicamentos?

No momento de escolher uma profissão, são vários os aspectos que levamos em consideração. Nosso estilo de vida e o que gostamos de fazer devem ter prioridade neste assunto.

Quem gosta de ajudar as pessoas, por exemplo, pode ficar em dúvida ao escolher uma carreira que concilie seu sucesso profissional com a vontade de se dedicar ao outro. Existe um falso conflito entre cuidar da própria vida profissional ou ajudar o próximo. Essas duas coisas podem muito bem andar juntas!

A verdade é que ajudar as pessoas não é sinônimo de trabalho voluntário. Existem diversas profissões cujo foco é ajudar a sociedade de alguma forma, seja no aspecto físico ou psicológico. Algumas destas profissões estão, inclusive, entre as mais bem pagas do País!

Se você quer conciliar sua vida profissional à vontade de ajudar o próximo, conheça 9 profissões onde é possível trabalhar se dedicando a outras pessoas!

1. Enfermeiro

A essência do trabalho de um enfermeiro é cuidar das pessoas para manter e restabelecer sua saúde. O enfermeiro fica em contato direto e constante com pacientes. É ele quem realiza os primeiros socorros, administra medicamentos, faz curativos, prepara para a realização de exames e muito mais.

Para seguir esta profissão é preciso gostar de lidar com pessoas e ter preparo emocional para confortar pacientes em situações de bastante fragilidade.

Muitas vezes o enfermeiro precisa lidar também com os familiares e amigos dos pacientes, dando orientações práticas ou oferecendo apoio emocional.

2. Psicólogo

O psicólogo ajuda as pessoas a se conhecerem melhor. Ele é capaz de identificar as causas dos problemas de seus pacientes e ajudá-los a rever certos comportamentos, ideias ou sentimentos.

É o profissional capaz de diagnosticar e tratar distúrbios emocionais e de personalidade. Fazer o paciente se sentir melhor e ter confiança para enfrentar seus medos e problemas é uma de suas atribuições diárias.

Quem deseja seguir esta profissão precisa ter estrutura emocional para ouvir os conflitos pessoais de seus pacientes e ajudá-los na superação de seus problemas.

Psicólogos também podem ajudar as pessoas trabalhando na área de Recursos Humanos, seja cuidando do bem estar de funcionários de uma empresa ou ajudando candidatos a encontrarem o emprego ideal, entre outras atividades.

3. Assistente Social

O trabalho de um assistente social é promover o bem estar coletivo e integrar os indivíduos à sociedade. Um dos objetivos deste profissional é defender os direitos humanos e viabilizar o acesso da população a políticas sociais como educação, saúde, moradia, previdência social, etc.

Crianças, adolescentes e pessoas que estão em situação de vulnerabilidade social ou têm seus direitos violados são o principal alvo do trabalho dos assistentes sociais.

Para quem deseja combater as desigualdades sociais e ajudar as pessoas a lutarem por seus direitos, esta é uma boa opção de carreira a seguir.

4. Médico

A principal função de um médico é tratar e curar doenças. Ele trabalha investigando os sintomas dos pacientes para identificar as causas dos problemas que os afetam.

Muitos médicos se dedicam a cuidar de pacientes individualmente em clínicas e hospitais. Outros conseguem ajudar um número ainda maior de pessoas desenvolvendo pesquisas para criar vacinas, novos medicamentos e tratamentos.

Há também aqueles que se dedicam a levar cuidados de saúde a quem dificilmente teria acesso.

São profissionais que se engajam em órgãos internacionais de ajuda, se dispõem a cuidar de vítimas de conflitos, grandes tragédias naturais ou populações isoladas.

5. Nutricionista

O nutricionista estuda os alimentos e os efeitos que eles provocam em nosso organismo. Ele orienta as pessoas sobre como devem se alimentar de forma saudável para melhorar sua qualidade de vida.

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Quem se forma no curso de Nutrição pode atender pacientes em seus consultórios, cuidar de um grupo de pessoas (como uma equipe esportiva, funcionários de uma empresa, etc.), ou atuar na saúde coletiva desenvolvendo programas e fiscalizando cozinhas industriais, restaurantes, etc.

Se você entende a importância de um estilo de vida saudável e quer ajudar as pessoas a cuidarem do bem estar através da alimentação, esta pode ser uma ótima escolha de profissão.

6. Segurança

Uma das maneiras de ajudar as pessoas é protegê-las de qualquer perigo e assegurar que seu patrimônio esteja a salvo. Quem trabalha na área de segurança está preparado para identificar e analisar os riscos aos quais determinada pessoa ou empresa estão sujeitas. A partir disto, este profissional define as ações que serão tomadas para prevenir as situações de perigo.

Os profissionais de segurança costumam trabalhar para garantir o bom andamento de eventos, de estabelecimentos como bancos e shoppings, fazer escoltas pessoais, prevenir acidentes em locais de trabalho, criar políticas de segurança, e muito mais.

7. Profissionais da área de Direito

Quem se forma no curso de Direito tem como principal objetivo resolver conflitos aplicando as leis vigentes do país. Advogados, juízes, promotores e delegados ajudam a garantir a ordem entre os indivíduos.

Estes profissionais defendem os interesses de seus clientes e asseguram que seus direitos sejam respeitados.

Se você quer ajudar a população em geral e busca por uma sociedade mais justa, o curso de Direito pode garantir a carreira de seus sonhos.

8. Pedagogo

O principal objetivo do pedagogo é melhorar a qualidade da educação como um todo. Quem se forma no curso de Pedagogia pode tanto ministrar aulas para crianças em fase de alfabetização, quanto atuar na parte administrativa de instituições de ensino.

O pedagogo é um orientador educacional. Ele auxilia professores a criarem seus planos de aula, coordena reformas curriculares, realiza reuniões pedagógicas com professores, alunos e familiares, planeja e organiza atividades culturais e de aprendizagem.

Não é apenas em escolas que um pedagogo pode atuar. Ele pode também trabalhar junto ao departamento de recursos humanos em empresas de diversos setores, treinando os colaboradores e promovendo mudanças comportamentais.

Além disso, este profissional é capaz de criar materiais pedagógicos para a educação infantil, como livros e brinquedos. Ou ainda, ajudar crianças que estão internadas, criando um ambiente de aprendizagem em hospitais e clínicas médicas.

Se você entende que a educação é um caminho importante para um mundo melhor e gostaria de fazer a diferença nessa área, a carreira em Pedagogia pode ser uma boa opção para você.

9. Fisioterapeuta

O fisioterapeuta ajuda pessoas com lesões ou problemas musculares, aplicando técnicas para restaurar os movimentos e a capacidade física do paciente. Ele realiza atividades como massagens, exercícios e tratamento à base de frio e calor para tratar e prevenir lesões musculares.

O fisioterapeuta pode atender pacientes de forma individual ou trabalhar com um grupo de pessoas. É um profissional muito requisitado, por exemplo, no esporte, onde acompanha os atletas, faz avaliações para verificar o condicionamento físico de cada um e prescreve tratamentos para evitar traumas e lesões.

Fazer com que alguém recupere os movimentos exige diversas sessões de fisioterapia. Quem deseja trabalhar nesta área tem que gostar de cuidar de pessoas e ser persistente para ajudar os pacientes a alcançarem os resultados desejados.

Onde estudar

  • Se você já decidiu qual carreira seguir, o próximo passo é escolher uma faculdade de qualidade e credenciada pelo Ministério da Educação (MEC) para se qualificar.
  • Confira algumas universidades bem avaliadas que oferecem cursos para quem gosta de ajudar ao próximo:
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  • Conheça os 8 profissionais mais felizes

Você está buscando uma profissão em que possa ajudar as pessoas? Alguma das carreiras acima chamou sua atenção? Deixe seu comentário aqui!

Bula Engov: Como usar e para que serve

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Para sua segurança, mantenha o medicamento em sua embalagem original.

ENGOV® apresenta-se em comprimido circular, plano de duas camadas: violeta e amarela. A camada violeta apresenta gravação ENGOV® e sulco mediano e a camada amarela é lisa e uniforme.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

USO ORAL – USO ADULTO

Este medicamento deve ser ingerido da seguinte forma: – Tomar de 1 a 4 comprimidos ao dia. Dose máxima diária 4 comprimidos por dia. Este medicamento deve ser utilizado até que haja o alívio dos sintomas da cefaleia ou alergia, sempre respeitando a dosagem máxima recomendada.

Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Não há motivos significativos para se preocupar caso se esqueça de utilizar o medicamento. Caso necessite utilizá-lo novamente, retome o seu uso da maneira recomendada, até o limite de 4 comprimidos por dia.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião- dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Normalmente, nas doses recomendadas o produto é seguro. Pacientes com história de reação de hipersensibilidade a outras drogas ou substâncias podem constituir um grupo de maior risco e apresentar efeitos colaterais mais intensos, até mesmo choque.

Neste caso, o tratamento deve ser imediatamente suspenso e devem-se tomar as providências médicas adequadas. Quanto ao ácido acetilsalicílico em geral: O uso prolongado em altas doses tem sido associado com necrose papilar renal.

Quanto ao hidróxido de alumínio em geral: Altas doses podem provocar constipação intestinal, principalmente em pacientes com problemas renais agudos. Quanto ao maleato de mepiramina em geral: O efeito mais comumente apresentado é sedação.

Pacientes portadores de dermatite de contato pela etilenodiamina, devido às semelhanças estruturais, devem evitar a piperazina e a hidroxizina.

Quanto à cafeína em geral: Algumas reações referem-se principalmente ao SNC e sistema circulatório que são: insônia, agitação e excitação como sintomas iniciais, que podem progredir até leve delírio; zumbidos, tremor e tensão muscular, taquicardia e respiração acelerada.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Não devem ser utilizadas doses superiores às recomendadas. A interrupção repentina deste medicamento não causa efeitos desagradáveis, nem risco, apenas cessará o efeito terapêutico. Na superdosagem pode ocorrer sedação excessiva, tontura, agitação, tremores, acompanhado de náuseas e vômitos.

Nos casos de superdosagem assumir procedimentos de lavagem gástrica. Deverá ser aplicado também um tratamento para reposição de fluídos e eletrólitos perdidos, correção da acidose e administração de glicose.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

III – DIZERES LEGAIS:

Registro M.S. nº 1.7817.0093 Farm. Responsável: Fernando Costa Oliveira – CRF-GO nº 5.220

Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica

Registrado por: Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.

Avenida Ceci, nº 282, Módulo I – Tamboré – Barueri – SP – CEP 06460-120 C.N.P.J.: 61.082.426/0002-07 – Indústria Brasileira

Fabricado por: Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.

VPR 1 – Quadra 2-A – Módulo 4 – DAIA – Anápolis – GO – CEP 75132-020

SAC – 0800 97 99 900

Administração de medicamentos: 5 dicas para não errar nesse processo

A administração de medicamentos é uma das maiores responsabilidades do enfermeiro. Isso porque o erro na dosagem, a leitura equivocada das prescrições médicas e a falta de atenção podem trazer sérias consequências para o paciente — desde efeitos colaterais agudos até o óbito por falha profissional.

Diante da importância desse tema, muitos enfermeiros recém-formados ficam com dúvidas sobre como realizar a administração correta de fármacos. No entanto, você não precisa se preocupar: o lado bom dessa carreira é que existem diversas técnicas para o cotidiano de trabalho.

Neste artigo, separamos 5 atitudes que você deve tomar para evitar falhas na administração de medicamentos nos seus pacientes e conquistar uma carreira de sucesso. Vamos lá?

1. Siga a regra dos 9 certos

Uma das principais dicas para evitar que os pacientes sejam prejudicados é seguir a regra dos 9 certos. Com a rotina corrida das clínicas e hospitais, esquecer de conferir fichas, analisar identificações e confirmar registros são atitudes comuns.

Acontece que esses são passos fundamentais e que não podem ser deixados de lado, uma vez que qualquer erro — ainda que de atenção — pode provocar sofrimento para o seu paciente. Então, como garantir que isso não aconteça?

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Na verdade, é muito simples: basta utilizar a regra dos 9 certos como checklist. Nos próximos tópicos, explicamos cada passo para ajudá-lo a atuar de forma responsável. Veja!

Paciente certo

A primeira regra dos 9 certos é a do paciente. Você precisa verificar se a medicação está sendo aplicada na pessoa certa e, para isso, é necessário utilizar seus marcadores de identidade (nome e data de nascimento), bem como questioná-la sobre o seu quadro, caso esteja consciente.

Medicamento certo

Se na primeira regra você tinha que prestar atenção no paciente, agora, deve conferir se o medicamento administrado é o correto — ou seja, analisar se o remédio que está nas suas mãos é realmente o prescrito. Caso tenha dúvidas, verificar com o médico responsável para confirmar é a melhor opção.

Via certa

Em seguida, avalie se a via de administração prescrita é a recomendada para aplicar o medicamento em questão, tendo em vista que existem diversas vias utilizadas nos mais variados fármacos. Isso pode ser feito a partir do seu conhecimento técnico e confirmado pela identificação da embalagem.

Hora certa

Você já deve ter estudado que os horários são importantes para a administração de remédios, não é mesmo? Aplicar o fármaco na hora prescrita faz com que o quadro clínico do paciente não se agrave, aumentando o seu período de estabilidade. O ideal é conferir a prescrição e sempre conversar com a equipe.

Dose certa

Indo além, outra regra dos 9 certos é a dose correta. Prestar atenção nos números escritos faz toda a diferença para a manutenção da vida do paciente. Isso porque, muitas vezes, a vírgula pode estar apagada — e o que antes eram 15 doses, se tornam 150. Em casos de dúvidas, não tenha medo de conferir com a equipe e observar a identificação do medicamento, ok?

Registro correto da administração

O trabalho em hospitais ocorre de forma multidisciplinar.

Registrar corretamente todas as ocorrências da administração de medicamentos garante não só a segurança dos pacientes, como também assegura a sua ética profissional.

Por isso, procure sempre registrar qual fármaco foi aplicado, a dosagem, o horário e as desistências, caso tenham acontecido, para que os outros profissionais tenham acesso.

Orientação correta

A sétima regra se refere à orientação correta, tanto ao enfermo quanto ao profissional. Nesse sentido, todas as dúvidas precisam ser esclarecidas antes da aplicação acontecer, e você tem a responsabilidade ética de responder qualquer questionamento do seu paciente.

Forma certa

Outra atitude crucial é prestar atenção na forma farmacêutica em que o medicamento é administrado, observando se ela está de acordo com a via de administração.

Resposta certa

Para concluir, a nona regra se refere à observação do paciente frente ao medicamento aplicado. Para isso, você precisa registrar em um prontuário e notificar o médico responsável sobre todos os efeitos gerados, principalmente os indesejados, informando a intensidade e forma na qual as reações apareceram.

2. Leia cuidadosamente os rótulos e a ficha do paciente

Começamos o artigo falando sobre a regra dos 9 certos, mas, quais são as outras atitudes que você pode tomar para garantir a segurança dos enfermos? Na verdade, existem muitas técnicas que visam tornar o trabalho mais humanizado e oferecer uma experiência melhor para o seu paciente.

Uma delas é a leitura dos rótulos dos medicamentos e da sua ficha, de preferência junto a ele. Isso promove uma aproximação entre vocês, fazendo com que o paciente se sinta mais à vontade sob seus cuidados. Além disso, é possível conferir com mais calma se o que foi prescrito está de acordo com o que ele precisa.

3. Monitore as reações do medicamento

Você se lembra de que uma das nove regras é registrar o que aconteceu depois do tratamento? Pois é, muito antes, é necessário monitorar todas as reações que o enfermo apresentou após ser medicado. Assim, torna-se mais fácil ampliar as formas de atuação com ele e garantir uma melhora significativa no seu quadro.

Além disso, fique de olho em como ele reage de forma emocional e comportamental. Os enfermos com quadros mais graves tendem a se desestabilizar, precisando de um apoio psíquico maior. Tudo isso pode ser repassado à equipe com o objetivo de promover a qualidade de vida do paciente.

4. Tenha um espaço tranquilo para preparar a medicação

Já comentamos que a atenção é uma das características essenciais para evitar falhas médicas. Se você sabe que essa não é a sua habilidade mais forte, fique tranquilo: é possível montar um espaço à parte para preparar a medicação.

Sendo assim, separe uma pequena área para voltar toda a sua atenção no que está sendo feito: a confirmação do paciente, a análise do medicamento, a verificação da via, hora e dose certa e assim por diante.

Isso faz com que você se sinta mais seguro não só para aplicar o fármaco no enfermo, como também para responder todas as dúvidas que ele apresentar em relação ao tratamento — principalmente em casos de dependência química.

5. Organize o espaço de armazenamento

Para concluir nosso artigo, não poderíamos deixar de falar sobre a organização dos seus armários, afinal, qualquer bagunça no meio médico pode levar a sérias consequências. Para combater a administração equivocada de fármacos, organize o seu armazenamento por meio de categorias.

De nada adianta, por exemplo, deixar duas medicações contrárias na mesma prateleira. Na correria do dia a dia, você pode se confundir e administrar o fármaco errado para o paciente.

Por isso, procure classificar cada medicamento e colocá-los em regiões específicas do seu armário para evitar essa confusão. Além de fornecer uma experiência mais agradável para o enfermo, você otimiza o seu tempo de procura do remédio correto.

Errar na administração de medicamentos não precisa mais ser um desafio na sua profissão. Seguindo as dicas que separamos, é possível garantir a segurança do paciente ao longo do tratamento — inclusive, de dependência química —, bem como assegurar sua responsabilidade profissional e obter mais reconhecimento.

Gostou das dicas? Então, aproveite que está aqui e confira nosso post com os principais termos técnicos que você precisa conhecer para atuar na Enfermagem!

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Que curso permite a fabricação de medicamentos e vacinas?

Farmácia, Biomedicina ou Engenharia Química? Certa vez escutei que o farmacêutico e o biomédico trabalham juntos na produção de medicamentos. Queria saber o papel de cada um. Quem pesquisa, quem faz as reações químicas, enfim, o que cada profissional desempenha.
Enviado por Ana Júlia

Há objetos de trabalho na sociedade que recebem contribuições de diferentes profissionais. A pesquisa e produção de medicamentos e vacinas recebe a contribuição de farmacêuticos, biólogos, biomédicos, biotecnólogos e médicos.

O engenheiro químico se envolve com a produção, fabricação ou embalagem de remédios, isto é, cuida mais do processo industrial do medicamento.

Os centros de pesquisa universitários, órgãos, institutos e fundações públicas e empresas privadas costumam manter em seus quadros uma equipe multiprofissional de forma a complementar o conhecimento específico de cada profissional, para melhor atingir os objetivos e garantir o domínio de todas as etapas do processo de desenvolvimento dos produtos.

A formação em Farmácia permite o exercício de diferentes atividades: formulação de cosméticos e produtos de higiene em indústrias; controle da qualidade de medicamentos, cosméticos e produtos utilizados na indústria alimentícia a partir de órgãos de vigilância sanitária; acompanhamento de pacientes internados e em regime de medicação de longa duração, assessorando o corpo médico hospitalar. No campo de medicamentos, área central de atuação, ele pesquisa e desenvolve novas drogas combinando-as quimicamente e observando os efeitos desejados e colaterais que as substâncias causam no organismo. Controla a qualidade da produção observando todas as etapas, desde a extração de substratos vegetais, por exemplo, temperaturas de reação e conservação dos princípios ativos, dosagem na formulação das substâncias. Comparando-o com o biomédico, ele está mais “próximo” da química.

O curso de Biomedicina concentra conhecimentos ligados a biologia e química, tal como o de Farmácia, mas com maior ênfase nos conteúdos ligados à biologia e os ciclos de vida de células e de micróbios, o funcionamento de sistemas e órgãos, os equilíbrios metabólicos e fisiológicos necessários para a boa saúde. Disciplinas como anatomia, fisiologia, microbiologia e o estudo do sistema imunológico são alguns exemplos. Há muitas aulas práticas em laboratório de análises clínicas e de investigação de processos bioquímicos presentes no cotidiano profissional. O biomédico pode atuar em várias áreas, apesar de ainda o maior foco de concentração profissional esteja nos laboratórios de análises clínicas. Pode também atuar na análise de contaminação de alimentos, perícia criminal, estudos de células para prevenção de doenças como o câncer.

Na área de medicamentos e vacinas realiza a pesquisa de microorganismos e sua interação com os sistemas biológicos do ser humano. Acompanha o crescimento de cultura de micróbios e suas reações às substâncias que os combatem, ou as fazem proliferar de forma controlada mas enfraquecida, um dos possíveis meios pelos quais as vacinas agem.

Pesquise as grades curriculares dos cursos e associações profissionais das áreas para um panorama mais amplo. Você também pode tentar visitar órgãos e empresas que desenvolvem pesquisas neste setor e entrevistar profissionais das variadas formações para mais detalhamento.

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