Como Se Chama O Estreito Que Separa A África Da Europa?

Estreito de Gibraltar é um canal de água que liga o Oceano Atlântico ao Mar Mediterrâneo. Situa-se entre o sul da Espanha e o norte de Marrocos, separando o continente europeu do africano.

São 14,24 km, o equivalente a 7,7 milhas, que separam os dois continentes e a profundidade na zona do estreito varia entre 300 a 1000 metros. Devido à sua localização, o estreito é muito utilizado para a imigração ilegal dos africanos para a Europa.

Como Se Chama O Estreito Que Separa A África Da Europa?

Foto: NASA

O estreito era conhecido na antiguidade como “Os Pilares de Hércules“. Segundo a mitologia grega, Hércules para concluir um de seus trabalhos, necessitava transpor um estreito marítimo.

Logo, resolveu abrir um caminho com seus ombros, conectando o Mar Mediterrâneo ao Oceano Atlântico. Dividiu-se então dois grandes rochedos, um denominado Gibraltar (monte Calpe) e o outro monte Hacho (Abília).

Mais tarde estes montes foram chamados de “Colunas de Hércules” ou “Pilares de Hércules”

Atualmente é conhecido como estreito de Gibraltar, nome em homenagem ao general Tariq ibn Ziyad (Tárique). O general atravessou o estreito, conduzindo a primeira incursão mulçumana até a Penísula Ibérica.

Como Se Chama O Estreito Que Separa A África Da Europa?

Foto: NASA

Geologicamente, o estreito de Gibraltar é o resultado da divisão de duas placas tectônicas: a Placa Euro-asiática e a Placa Africana. A primeira é uma das principais placas tectôncias do planeta e a segunda é a principal do continente africano.

O estreito representa uma importante rota de navegação do Mediterrâneo para o Atlântico. O tráfego anual é de mais de 85 mil navios que atravessam o estreito. Existem varias balsas que operam entre Espanha e Marrocos, Espanha e Ceuta, e Gibraltar para Tânger, através do estreito.

 Os navios que fazem a travessia levam ônibus, caminhões e automóveis, além de vários passageiros e turistas, em uma viagem de pouca duração.

 Desde cargueiros a petroleiros, este tráfego representa um real perigo de contaminação por derrames de petróleo e combustíveis diversos, atraindo as atenções de vários ecologistas do mundo todo.

Entre os estreitos do mundo, o Estreito de Gibraltar serve para ligar diretamente dois grandes corpos aquosos, onde as correntes são fortes e variam ao longo do dia, o que contribui para constantes acidentes de navegação, por ser uma das vias marítimas mais frequentadas do mundo.

É de interesse da Espanha e Marrocos construir um túnel, como o do Canal da Mancha, ou uma ponte, para conectar estes dois países.

Em 2003 ambos os países concordaram em construir um túnel ferroviário submarino para ligar seus sistemas ferroviários através do estreito.

Além disso, existem estudos sendo feitos no estreito sobre a possibilidade de erguer uma usina que produza energia a partir das marés.

Referências Bibliográficas:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Estreito_de_Gibraltar
http://pt.wikipedia.org/wiki/Colunas_de_Hércules

http://pt.wikipedia.org/wiki/Gibraltar

Texto originalmente publicado em https://www.infoescola.com/hidrografia/estreito-de-gibraltar/

Estreito de Gibraltar

Hoje vamos falar da pequena faixa de mar que separa a Europa da África: o Estreito de Gibraltar. Vamos conhecer mais desse importante local? ???? 

O que é o Estreito de Gibraltar?

O Estreito de Gibraltar é um canal marítimo que separa dois continentes: África e Europa. Está localizado entre o sul da Espanha, no território britânico de Gibraltar e o norte de Marrocos, em Ceuta. Ele une o Mar Mediterrâneo (leste) ao Oceano Atlântico (oeste) e possui aproximadamente 15 quilômetros de distância e cerca de 300 a 1.000 metros de profundidade. 

O Estreito de Gibraltar é resultado da separação das placas tectônicas: Euroasiática e a Africana e foi durante séculos rota de passagem para navios mercantes que realizavam transações comerciais entre a Europa e o Oriente Médio. Atualmente, estima-se que perto de 90 mil embarcações cruzem essa passagem anualmente e que, em média, passe pelo local uma embarcação a cada seis minutos.

Esse território pertence à Grã-Bretanha, e sua propriedade foi definida em 1704, por meio do Tratado de Utrecht, como forma de compensação pela guerra entre ingleses e espanhóis.

Para ilustrar:

A origem do Estreito de Gibraltar

O Estreito de Gibraltar, o portão entre as civilizações Mediterrâneas antigas e o oceano desconhecido, sempre atraiu o interesse humano. Conta a lenda que esse estreito foi formado por Hércules que abriu a terra para poder entrar no Mediterrâneo.

Segundo esse mito, as águas do Atlântico fluíram para o Mediterrâneo com tal força que os navegadores eram impedidos de entrar no oceano aberto.

O interessante é que essa lenda tem base na realidade: o fluxo de superfície atual é, predominantemente, do Atlântico para o Mediterrâneo.

A lenda de Hércules coloca uma questão intrigante: para onde vai essa água que flui para dentro do Mediterrâneo? Ainda que uma parte considerável seja evaporada no interior do Mediterrâneo, essa perda é muito menor do que o volume que flui para dentro desse oceano.

Assim mesmo, considerando-se também que um considerável volume dessa água seja perdida por evaporação dentro do Mediterrâneo, essa perda é insuficiente para compensar o volume que entra. Ocorre que a evaporação causa um aumento de salinidade dentro do Mediterrâneo e um consequente aumento de densidade da água.

Essa água mais pesada afunda e retorna para o Atlântico pelo fundo, abaixo do fluxo que entra pela superfície, e, eventualmente, espalha-se por todo o Atlântico Norte.

O Estreito de Gibraltar e as rotas de navegação

O Estreito de Gibraltar é um gargalo natural na junção das rotas marítimas do Mediterrâneo, do Atlântico Norte e da África Ocidental. O crescimento do comércio Europa / Ásia levou ao uso crescente do estreito para transbordo.

A maior parte deste transbordo assume a forma de uma competição dupla entre o centro estabelecido de Algeciras (no lado espanhol do estreito) e o novo centro de Tanger Med (no lado marroquino).

Quando foi inaugurado no final dos anos 2000, o Tanger Med viu a realocação de algumas das atividades de transbordo que aconteciam em Algeciras, mas ambos os centros retomaram o seu crescimento posteriormente, uma tendência que parece estar se estabilizando.

Ambos são polos de transbordo puro, uma vez que mais de 90% do seu volume diz respeito a cargas de transbordo de navio, as quais, portanto, não saem do porto. 

Valência também tem sido um centro de transbordo ativo, apesar de envolver um nível mais alto de desvio das principais rotas de navegação, uma vez que também fornece cargas para o interior.

O porto de Sines, em Portugal, também disputa uma fatia do negócio de transbordo e recentemente ultrapassou Las Palmas, que era um polo de transbordo com foco no comércio da África Ocidental, uma função que foi suprida pela Tanger Med.

Confira também nosso artigo: Os maiores gargalos do transporte marítimo mundial

A importância do Estreito de Gibraltar

O Estreito de Gibraltar possui uma relevante importância econômica e geopolítica. Do ponto de vista econômico, assim como outros canais e passagens do mundo, como o Canal do  Panamá ou o Canal de Suez, ele permite a redução de tempo e despesas durante as travessias de navios-cargueiros com destino à Europa, América ou Ásia.

Do ponto de vista geopolítico, o estreito de Gibraltar representa uma rápida e curta comunicação entre a Europa e a África. Por essa razão, esse território é bastante vigiado por forças militares para garantir a segurança.

Nos tempos mais antigos, apenas para o acesso havia um maior controle.

Com o advento de instrumentos de guerra que possuem alcance maior, como os canhões marítimos, a defesa passou a ser uma demanda imprescindível para a região de Gibraltar.

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Qual o nome do Estreito que separa o continente Europeu do continente africano

qual e o siquinificado da placas tedonicas​

O que é paisagem transformada?​

qual e o siquinificado das placas tectônicas ​

É uma característica da globalização? “Consequente enfraquecimento dos estados, pois os governos estão perdendo o controle da economia”.

ME AJUNDEM POR FAVOR!! explique de que maneira o processo de industrialização se relaciona com o processo de urbanização.​

Leia o texto a seguir.As polêmicas e discussões envolvendo projeções cartográficas como a de Peters e a de Mercator são a evidência de que não há uma

projeção mais “correta” do que as demais. Cada uma atende a uma finalidade diferente, cabendo ao seu usuário determinar qual é a mais adequada ..

Considerando a importância das projeções cartográficas, é CORRETO afirmar: a)A definição de qualquer tipo de projeção no mapa dispensa o uso dos signos, das coordenadas geográficas, da legenda e da escala.

 b)O mapa, quando desenhado segundo a escala numérica, dispensa o uso de qualquer projeção considerando os cálculos matemáticos empregados. c)A projeção é um atributo importante do mapa, que busca amenizar as distorções da transposição da superfície esférica da terra para o plano.

 d)O mapa é, sem dúvida, a maneira mais perfeita de representar a superfície terrestre total ou parcialmente, independentemente da projeção ​

3) A charge ao lado revela um doslados negativos da Globalização.se identifique e explique sobrequal efeito do processo deglobalização a imagem se ref

ere.(0,7)​

ajudaaa!! ajuda ajuda ajuda ajuda por favor ajuda​

qual incentivo fez com que brasileiros se mudassem?​

Leia o trecho abaixo: […] A pesquisa também demonstra que as pessoas que ganham menos sofreram mais os efeitos da crise que os que possuem renda mai

or. Além disso, os mais pobres estão demorando mais para se recuperar na comparação com os mais ricos.

Os números que revelam isso são os da variação da renda média acumulada pelos 10% mais ricos da população e os 40% mais pobres […] Desigualdade de renda no Brasil atinge o maior patamar já registrado, diz FGV/IBRE.

Leia também:  Como Saber Em Que Nome Está Um Veículo?

Agora analise a frase: O Brasil tem um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) considerado alto, o que significa que, apesar de o país apresentar uma elevada concentração de renda, as condições de vida da população são próximas às de outros países que também têm elevado IDH, como o Japão.

Essa frase é verdadeira? Por quê?
A) Sim, porque ter um IDH alto significa oferecer excelentes condições de vida para a população.
B) Sim, pois a concentração de renda é um dos indicadores utilizados para classificar um país como de alto IDH.

C) Não, apesar de o IDH brasileiro ser considerado alto, a população sofre com os impactos negativos da concentração de renda, que atingem os setores de saúde, educação e moradia.
D) Sim, porque a concentração de renda não tem nenhuma relação com o fato de um país possuir um IDH mais alto ou mais baixo.

ATRAVESSANDO O ESTREITO DE GIBRALTAR

15 de abril de 2018

Saímos de Tanger pela manhã bem cedo e fomos até o terminal dos Ferry-Boats que cruzam o Estreito de Gibraltar em direção à Europa, mais precisamente seguimos para Algeciras, na Espanha.

Ferry Boat em Tanger

Já tínhamos adquirido os bilhetes do ferry a partir do Brasil e isso facilitou a nossa vida no terminal, mas descobrimos que caso não tivéssemos feito isso antes, não haveria problemas. O terminal estava vazio para passageiros, mas o movimento de caminhões era intenso. Os ferry-boats são modernos e confortáveis.

O Ferries que fazem a travessia são modernos e confortáveis.

A travessia do Estreito de Gibraltar de Tanger para Algeciras dura uma hora. Gibraltar é o elo entre a Europa e a África e liga também o Mar Mediterrâneo ao Oceano Atlântico. Separa a Espanha do Marrocos.

Na ponta do Estreito, na Europa, fica o território britânico ultramarino de Gibraltar, do outro lado ficam as cidades de Tanger e o enclave de Ceuta no norte da África, que pertence à Espanha, mas fica no território do Marrocos.

O Estreito de Gibraltar

O Estreito de Gibraltar surgiu de uma fissura tectônica que separou a África da Europa. É conhecido como “Os Pilares de Hércules”, pois uma lenda grega diz que foi Hércules quem separou a Europa da África.

A profundidade do Estreito pode chegar a 1000 metros e a largura mínima é de 14,4km. Na “boca” do Estreito acontece a troca de águas entre o Mar Mediterrâneo e o Oceano Atlântico.

As águas salgadas e densas do Mediterrâneo saem em profundidade e as águas frias e menos salgadas do Atlântico entram pela superfície.

O Rochedo de Gibraltar.

O Estreito de Gibraltar é fundamental para a navegação entre os dois continentes e entre o Mediterrâneo e o Atlântico. Por aí passam mais de 85 mil navios todos os anos. A largura do Estreito faz dessa passagem uma área politicamente estratégica e por isso, o Reino Unido não abre mão sobre o domínio do Rochedo de Gibraltar.

O Estreito de Gibraltar

Chegamos a Algeciras, na Espanha e pegamos um carro na Enterprise. Com ele deveríamos seguir até Sevilha, mas antes disso decidimos conhecer a cidade de Gibraltar. Algeciras é um grande porto pesqueiro no sul da Espanha e local de chegada de ferries vindos do Marrocos. De lá temos uma bela vista dos Rochedos de Gibraltar.

De um lado a Europa e do outro a África

Pegamos o carro e seguimos até a localidade de Gibraltar, como o território é britânico e é necessário participar dos protocolos de imigração.

A fila de carros para entrar em Gibraltar era grande e lenta, decidimos deixar o carro do lado de fora da fronteira, na localidade de La Linea de la Concepcion e entramos a pé. Foi a melhor opção.

Logo depois de fazer a imigração encontramos um balcão de uma agência de viagens local que oferecia um tour guiado para as principais atrações de Gibraltar. Compramos o passeio e seguimos adiante num tour com uma minivan.

A localidade de La Linea de la Concepcion

Daria para fazer uma ponte ligando a Europa e a África?

Tecnicamente daria e essa obra até está em fase de estudos. O problema é encontrar alguém que financie os 45 bilhões de reais estimados para a empreitada. Esse é o valor do projeto tido como o mais respeitado, o do escritório de engenharia americano T.Y. Lin. À primeira vista, a idéia nem parece tão complexa.

Apenas 13 quilômetros de mar Mediterrâneo separam os dois continentes na parte mais curta do estreito de Gibraltar, entre a Espanha e o Marrocos.

Então até a nossa ponte Rio-Niterói, com 13,2 quilômetros, daria conta disso, certo? Errado: o tráfego intenso de navios no Mediterrâneo torna impossível construir algo como a ponte fluminense, que é sustentada por dezenas de pilares. A saída seria fazer uma estrutura suspensa.

Nesse tipo de construção, a ponte fica presa não por pilastras, mas por cabos fixados em duas ou três torres enormes, deixando a parte de baixo livre para os barcos. O problema é que estruturas assim não podem ser tão grandes.

Tanto que a maior ponte suspensa do mundo, próxima a Tóquio, no Japão, tem só 3,9 quilômetros de comprimento. Mas os projetistas da ponte euro-africana contam com uma mãozinha da natureza para driblar esse obstáculo. No meio do estreito de Gibraltar, há uma montanha submersa cujo topo fica a 450 metros de profundidade.

Essa montanha permitiria instalar uma torre extra de sustentação a meio caminho entre os continentes. A ponte, então, ficaria dividida em dois trechos com cerca de 7 quilômetros, facilitando a construção. Mesmo assim o preço da obra continua empacando as coisas.

Só seria possível uma redução significativa se o aço utilizado nos cabos fosse substituído por compostos mais leves, como a fibra de carbono. “Para sustentar o peso de cabos de aço, as torres teriam de ter quase 1 quilômetro de altura. Com a fibra de carbono, cinco vezes mais leve, elas só precisariam ter 500 metros.

Isso reduziria enormemente os custos”, diz o engenheiro civil Charles Seim, responsável pelo projeto da T.Y. Lin.

Desafio gigante
A maior ponte suspensa do mundo teria torres mais altas que as do WTC

Tráfego livre

O grande movimento de barcos na região traz um problema: como construir a ponte sem prejudicar esse fluxo? A saída seria construir primeiro as duas torres laterais, em áreas que têm pouca navegação. Nas obras da torre do meio, haveria avisos para que os barcos desviassem. Já os pedaços das pistas seriam levados por cabos suspensos nas torres

Pára-choque marítimo

O estreito de Gibraltar é um dos trechos marítimos mais congestionados do planeta. Estima-se que 50 mil embarcações pesadas passem por ali todos os anos. Para evitar que esses trambolhões se choquem contra a estrutura, a solução seria montar bóias de dezenas de metros de diâmetro perto das bases. Elas serviriam como um pára-choque

Fibras saudáveis

O material do leito das pistas não seria o tradicional concreto, mas a fibra de vidro. Além de ser cinco vezes mais resistente que o concreto, ela tem outra vantagem: uma parte que rachasse poderia ser facilmente substituída, sem danificar o resto. Com a fibra, as cinco pistas de cada lado poderiam ser construídas em dias, e não em meses

Torres trigêmeas

Três enormes torres sustentariam a ponte, cada uma delas com 500 metros de altura. Isso é mais que os 411 metros das “Torres Gêmeas” do velho World Trade Center (WTC), em Nova York. Elas teriam que ser altas porque, quanto maior o peso que os cabos seguram, mais eles envergam — como um varal de roupas

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Desenho híbrido

A ponte teria duas caras. Parte dela lembraria antigas pontes suspensas, com cabos encurvados, em forma de “M”, que permitem vias mais extensas. Já no pedaço próximo às torres haveria cabos retos, iguais aos usados em pontes menores. Eles são imprescindíveis, já que sustentam pelo menos uma parte da estrutura com mais força que os cabos em “M”

  • Rali Glasgow-DaCar
  • Se o projeto sair do papel, no futuro será possível sair de carro da Escócia, no extremo norte da Grã-Bretanha, e chegar à Cidade do Cabo, no sul da África. No trajeto, o motorista passaria por duas maravilhas do mundo moderno: pela sonhada ponte de Gibraltar e pelo já real túnel do canal da Mancha
  • Ajuda da natureza

As duas torres laterais estariam fincadas em águas com 300 metros de profundidade. A central ficaria a 450 metros, graças a uma montanha submersa que há bem no meio do estreito de Gibraltar. Não fosse ela, as vigas teriam de ir a quase 1 quilômetro de profundidade, o que é considerado impossível

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Inundação Cataclísmica Deu Vida a Um Mediterrâneo Quase Seco | National Geographic

À medida que a quantidade de água aumentava, percorria um caminho mais profundo e permitia a passagem de ainda mais água.

No seu auge, o fluxo pode ter jorrado 100 milhões de metros cúbicos por segundo, enchendo a bacia em dois anos ou menos.

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Este evento pode ter escavado cerca de 400 milhões de piscinas olímpicas de sedimentos, rasgando um canal através do Estreito de Gibraltar e esculpindo um desfiladeiro que se estende até ao fundo do mar.

“Seria como água a sair de uma mangueira de incêndio”, diz William Ryan, geólogo marinho na Universidade de Colúmbia que participou nos primeiros trabalhos de identificação dos depósitos de sal do Mediterrâneo.

Este evento cataclísmico transformou toda a região, movendo não apenas água, mas também pedaços de rocha, areia e tudo o que encontrou pela frente.

“Quando temos este tipo de energia, os sedimentos não se mexem como se fossem pequenos grãos a saltitar no fundo do mar.

Estava tudo misturado num caos muito turbulento”, diz Victor Baker, geólogo na Universidade do Arizona e especialista em grandes inundações.

Decifrar um mistério pré-histórico Os geólogos do século XIX não consideravam possíveis inundações com esta dimensão. Eram necessárias provas de processos modernos para provar a ocorrência de tais eventos na antiguidade.

“O problema é que as grandes inundações são raras”, diz Baker.

Semelhante ao impacto catastrófico do asteroide Chicxulub, que mudou a vida na Terra para sempre, as inundações gigantes não acontecem todos os anos – ou sequer a cada milhão de anos.

Os cientistas começaram a investigar a história do Mediterrâneo na década de 1950, quando encontraram depósitos de sal nas suas margens, depósitos que sugeriam um mar antigo particularmente salgado.

Na década de 1970, os investigadores a bordo do navio Glomar Challenger perfuraram núcleos no fundo do mar, permitindo finalmente a observação dos vestígios salgados de um período conturbado da história do Mediterrâneo.

Nas camadas superiores de sal foram encontradas características que se assemelhavam à superfície rachada de uma planície de lama – quando deixada a secar ao sol – um indício de que as águas nem sempre estiveram presentes, diz Ryan. Mas saber exatamente qual foi a quantidade de água que desapareceu do Mediterrâneo, e durante quanto tempo, ainda é um tema muito debatido.

Ao longo dos anos, muitos investigadores estudaram estas águas misteriosas e, com o acumular das evidências, a situação foi ficando cada vez mais complexa.

Ao longo de toda a bacia podem ser encontrados fósseis de criaturas que apontam para um Mediterrâneo quase cheio de água, pouco antes da época apontada para a ligação ao Atlântico, diz Wout Krijgsman, geólogo na Universidade de Utrecht, nos Países Baixos. Talvez antes da inundação a região não fosse um deserto, mas sim um mar mais retraído.

Uma das grandes questões que García-Castellanos e outros tentam responder é: para onde foram todos os sedimentos? Estima-se que na bacia do Mediterrâneo podem estar espalhadas 240 milhas cúbicas de sedimentos, em zonas onde o fluxo de água era baixo. Mas os sedimentos, que assentaram muito antes de os humanos marcarem presença na região, estão agora enterrados no fundo do mar.

Para identificar estes vestígios antigos, os investigadores usam um método semelhante a um ultrassom geológico – enviam vibrações sísmicas de uma embarcação para o fundo do Mediterrâneo e medem os ecos. E foi descoberta uma bolsa de rochas e areia, possivelmente depositada pelo dilúvio, numa zona a leste da divisão entre as bacias ocidental e oriental.

Observando os dados sísmicos mais antigos, García-Castellanos e os seus colegas acreditam ter encontrado outro depósito de sedimentos sob a forma de uma cauda rochosa que se estende ao longo de um vulcão submarino.

Apesar de estas bolsas de sedimentos serem intrigantes, ainda não foram recolhidas amostras, portanto os cientistas não sabem exatamente quando se formaram, diz Flecker.

Porém, as respostas podem surgir em breve. Flecker e outros investigadores esperam perfurar vários locais por todo o Mediterrâneo à procura de pistas adicionais sobre estes momentos vitais do passado geológico da região.

“As futuras perfurações podem ter um impacto enorme e revelar o que realmente aconteceu, e como aconteceu”, diz Ryan.  

Este artigo foi publicado originalmente em inglês no site nationalgeographic.com.

Os canais, os estreitos, a soberania, o direito internacional e o mundo globalizado

Resumo: Podemos pensar que o fenômeno da Globalização surgiu provavelmente na Antiguidade, com as sociedades que estavam convivendo com este processo desde o início da História, na figura dos nômades dos desertos da Pérsia e no Sul da Ásia, que perambulavam entre uma região e outra, em busca de pequenos negócios, como a troca de mercadorias, não com o popósito específico de lucro, mas sim, com o objetivo de satisfação de suas necessidades pessoais, de sua familia ou do seu Clã. Todavia, a nosso ver, o processo da Globalização teve inicio com uma viagem de Marco Polo, partindo da Itália para a China, vale dizer, rumo a Leste, entre os anos de 1271 a 1292, realizada por terra e mar, na conhecida Rota da Seda, entre o Mediterrâneo, o Oriente Médio, Sul da Ásia, Índia e China. Contudo o processo de Globalização foi acelerado na Época dos Descobrimentos. Até o Século XV, a rigor, o Mundo conhecido era apenas a Europa, a Asia Menor (atual Turquia), parte do Oriente Médio, a China, e todo o contorno do Mar Mediterrâneo, limitado-se o Mundo conhecido até o Estreito de Gibraltar, que se localiza no extremo Noroeste da Continente Africano, entre o Marrocos, e o Sul da Europa, com a Espanha. O Estreito de Gibraltar também era conhecido como os Braços de Hercules , heroi na mitologia grega. A partir do Estreito de Gibraltar o Mundo que se iniciava para o Oeste, com o Oceâno Atlântico, era um Mundo então desconhecido para a humanidade. Em 1492, o navegante Cristóvão Colombo, ruma para o Oeste, aportando-se no local denominado Bahamas, que denominou São Salvador, descobrindo a América. O Estreito de Ormuz ou Hormuz, por exemplo, (em persa تنگهٔ هرمز) é um pedaço de oceano relativamente estreito entre o Golfo de Omã a Sudeste e o Golfo Pérsico ao Sudoeste. Na sua Costa Norte está o Irã e na Costa Sul, os Emirados Árabes, e o enclave de Omã, ponto geográfico importante por envolver rotas de navios petroleiros e os sensíveis interesses políticos e econômicos, entre os EUA e Irã. Neste Artigo, vamos destacar a importância dos principais Canais e Estreitos existentes no Mundo, em relação a soberania, ao aspecto jurídico, militar, economico, político e social, tomando como referência a Convenção do Mar de 1982, no plano do Direito Internacional, ante o fenômeno da Globalização.

Palavras Chave: acordo, águas, canal, canais, continente, continental, convenção, estreito, estreitos, internacional, istmo, mar, mundo, plataforma, político, soberania, social, territorial, tratados.

Abstract: We believe that the globalization phenomenon emerged probably in Antiquity, with the societies who were living this process since the beginning of History, through the figure of the nomads from Persian deserts and Southern Asia, who wandered from one region to another in search of small business, such as the exchange of goods, not with the specific purpose of profit but, in order to satisfy their personal needs or of their family or their clan. However, in our view, the process of Globalization began with a journey of Marco Polo, from Italy to China, that is, towards the East, between the years 1271 to 1292, conducted by land and sea, through the way known as Silk Route, that linked the Mediterranean Sea, the Middle East, India and China. The process of globalization was accelerated, however, during the Age of Discovery. By the fifteenth century, strictly speaking, the shipping activities of the known world were confined to the Mediterranean Sea due to its calmer waters where hurricanes and major storms were rare phenomenon. The Strait of Gibraltar, located between Morocco in the North West of Africa and Spain in Southern Europe, delimited advancement of seafarers, who feared entering the vast and untamed ocean, full of unknown dangers. The Strait of Gibraltar was also known as the Pillars of Hercules, hero in Greek mythology. From the Strait of Gibraltar the world that began to West, in the Atlantic Ocean, was a world previously unknown to mankind. In 1492, the navigator Christopher Columbus, and sailed to the West, bringing in the place called Bahamas, which he named San Salvador, discovering America. The Strait of Hormuz or Hormuz, for example, (in Persian تنگه هرمز) is a relatively narrow piece of ocean between the Gulf of Oman and the Persian Gulf to Southeast Southwest. At its north coast is Iran and on the South Coast, the UAE, and the enclave of Oman, important geographical point for routes involving oil tankers and the sensitive political and economic interests between the U.S. and Iran. In this article, we will highlight the importance of the main channels and straits existing in the World in relation to sovereignty, the legal aspect, military, economic, political and social, with reference to the Sea Convention of 1982 in terms of International Law, facing the globalization phenomenon.

Keywords: agreement, waters, canal, channels, continent, continental, convention, narrow straits, international, isthmus, sea, world, platform, political sovereignty, social, territorial, treaties.

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Sumário: 1. Introdução. 2. Surgimento da Globalização. 3. A Convenção do Mar de 1982. 4. Da Competência e Jurisdição sobre o Direito do Mar. 5. Os Canais, os Estreitos, e os Arquipélagos. 6. Conclusão. Referências.

1. Introdução.

Podemos pensar que o fenômeno da Globalização surgiu provavelmente na Antiguidade, com as sociedades que estavam convivendo com este processo desde o início da História, na figura dos nômades dos desertos da Pérsia e no Sul da Ásia, que perambulavam entre uma região e outra, em busca de pequenos negócios, como a troca de mercadorias, não com o popósito específico de lucro, mas sim, com o objetivo de satisfação de suas necessidades pessoais, de sua familia ou do seu Clã.

Todavia, a nosso ver, o processo da Globalização teve inicio com uma viagem de Marco Polo, partindo da Itália para a China, vale dizer, rumo a Leste, entre os anos de 1271 a 1292, realizada por terra e mar, na conhecida Rota da Seda, entre o Mediterrâneo, o Oriente Médio, Sul da Ásia, Índia e China.

Contudo o processo de Globalização foi acelerado na Época dos Descobrimentos.

até o Século XV, a rigor, o Mundo conhecido era apenas a Europa, a Asia Menor (atual Turquia), parte do Oriente Médio, a China, e todo o contorno do Mar Mediterrâneo, limitado-se o Mundo conhecido até o Estreito de Gibraltar, que se localiza no extremo Noroeste da Continente Africano, entre o Marrocos, e o Sul da Europa, com a Espanha.

O Estreito de Gibraltar também era conhecido como os Braços de Hercules , heroi na mitologia grega. A partir do Estreito de Gibraltar o Mundo que se iniciava para o Oeste, com o Oceâno Atlântico, era um Mundo então desconhecido para a humanidade.

Em 1492, o navegante Cristóvão Colombo, ruma para o Oeste, aportando-se nas Ilhas Caraibas (Antilhas), descobrindo a América.

O Estreito de Ormuz ou Hormuz, por exemplo, (em persa تنگهٔ هرمز) é um pedaço de oceano relativamente estreito, entre o Golfo de Omã ao Sudeste e o Golfo Pérsico, ao Sudoeste.

Na sua Costa Norte está o Irã e na Costa Sul, os Emirados Árabes, eo enclave de Omã, ponto geográfico importante por envolver rotas de navios petroleiros e os sensíveis interesses políticos e econômicos, entre os EUA e Irã.

Neste Artigo, vamos destacar a importância dos principais Canais e Estreitos existentes no Mundo, em relação a soberania, ao aspecto economico, jurídico, militar, político e social, tomando como referência a Convenção do Mar de 1982, no plano do Direito Internacional, ante o fenômeno da Globalização.

2. Surgimento da Globalização.

Quando imaginamos o fenômeno da Globalização podemos pensar que as sociedades do mundo já estavam convivendo com este processo desde o início da História, na Antiguidade, na figura dos nômades dos desertos da Pérsia e no Sul da Ásia, que perambulavam entre uma região e outra, em busca de pequenos negócios, como a troca de mercadorias, não com o popósito específico de lucro, mas sim, com o objetivo de satisfação de suas necessidades pessoais, de sua familia ou do seu Clã. Nessa mesma linha de pensamento podemos também considerar como objetivo de conquista e amplição dos seus territórios, a movimentação e os deslocamentos de tropas militares em várias regiões do mundo, notadamente dos grecos, persas, romanos, germanos-romanos, mongols, entre outros.

Em nossa visão, nos convencemos e podemos afirmar como fato histórico que mais simboliza do fenômeno da globalização, é o feito concebido à Marco Polo (1254-1324). Trata-se de um importante explorador, mercador, e embaixador, ou, um viajante em busca de descobertas da Idade Média (Século V até Século XV). Nasceu na cidade italiana de Veneza.

Demonstrou grande interesse pelas viagens quando era adolescente. Junto com seu pai e seu tio, fez uma viagem da Itália para a China, vale dizer, rumo a Leste, entre os anos de 1271 a 1292, por terra e mar, na conhecida Rota da Seda, entre o Mediterrâneo, Oriente Médio, Sul da Ásia, Índia e China.

Foram bem recebidos pelo imperador Kublain Khan e ficaram vivendo na China por um determinado tempo.

Durante este período, tornou-se representante internacional do Imperador Chinês. Visitou várias regiões da Ásia, como, por exemplo, Índia, Tibete e Birmânia, atual Mianmar.

Com esta importante função, Marco Polo ganhou riquezas e popularidade. Em 1292, Marco Polo, com seu pai e seu tio, iniciou a viagem de retorno para Veneza.

No caminho, visitaram a ilha de Sumatra, localizada na atual Indonésia, e a Índia, onde viveram diversas aventuras.

Em 1298, Marco Polo foi capturado pelos genoveses, inimigos comerciais dos venezianos. Enquanto estava preso, escreveu um livro com suas experiências e aventuras, “As viagens de Marco Polo[1]”.

Seu livro foi bastante lido na época, pois descrevia as riquezas, belezas e aspectos culturais dos povos asiáticos do período. Marco Polo faleceu no ano de 1324.

Até hoje, é considerado um dos grandes exploradores e aventureiros da história mundial.

 Registre-se, por oportuno, que a historiadora inglesa, Frances Wood, que é a Chefe do Departamento Chinês da Biblioteca Britânica, escreveu um Livro em 1995, intitulado Did Marco Polo really got to China? (Marco Polo foi mesmo à China?), no qual sustenta que o relato é uma mentira, baseando-se na falta de evidências históricas, notadamente, na ausência da descrição de características, que não poderiam faltar para quem efetivamente esteve na China. Destaca que Marco Polo não se referiu a Grande Muralha, a escrita chinesa e o hábito de beber chá, asseverando que não existem documentos na China que atestem a sua viagem.

Em contraponto à historiadora Frances Wood, existe o posicionamento do pesquisador Hans Ulrich Vogel, Professor de História e de estudos chineses da Universidade de Türbigen, na Alemanha. Ele publicou monografias, artigos e traduções, principalmente sobre a história da sociedade, da economia, da ciência e da tecnologia na China pré-moderna.

Realizou recentes estudos sobre a viagem de Marco Polo, e publicou um livro, intitulado Marco Polo was in China: New Evidence from Currencies, Salts and Revenue, (Marco Polo foi à China: New Evidence from Currencies, Salts and RevenuesNovas evidências de Moedas, Sais e Receitas) e, resumidamente, concluiu, por exemplo, que a Grande Muralha somente alcançou a imagem atual, durante a Dinastia Ming (1368-1644), vale dizer, muito tempo depois da viagem de Marco Polo à China. Guerras ocorreram na China e nestes mais de 700 anos, documentos, possivelmente, se perderam, e, assim, permanece como verdadeiros o relato de Marco Polo, contido no livro escrito por ele, em 1298, intitulado, “As viagens de Marco Polo”.

Não obstantes estas teorias que tentam descaracterizar ou confirmar a viagem de Marco Polo à China, acreditamos na sua autenticidade, pois fosse uma mentira, esta não permaneceria sete séculos sem contestação.

Assim, discussões à parte dos historiadores citados, seguimos a História, que aponta a realização da viagem de Marco Polo à China, e dessa forma, a nosso ver, ele foi o precursor da Globalização de que conhecemos hoje.

Entretanto, o processo da Globalização foi acelerado na Época dos Descobrimentos.

Vale recordar que até o Século XV, a rigor, o Mundo conhecido ainda era a Europa, a Asia Menor (atual Turquia), parte do Oriente Médio, a China, e todo o contorno do Mar Mediterrâneo, limitado-se o Mundo, entretanto, até o Estreito de Gibraltar, que se localiza no extremo Noroeste da Continente Africano, entre o Marrocos, e o Sul da Europa, com a Espanha. Este local também era conhecido como os Braços de Hercules, heroi na mitologia grega. A partir do Estreito de Gibraltar o Mundo que se iniciava para o Oeste, com o Oceâno Atlântico, era um mundo então desconhecido para a humanidade.

Assim, o sinal mais eloquente da Globalização, que teve relevancia juridica e econômica, foi o desenvolvimento marítimo, iniciado com Cristóvão Colombo (1451-1506), navegador e explorador genovês, que apresentou ao Rei da Espanha, um projeto de navegação marítimia, no sentido à Oeste, para se chegar às Indias, País este, onde se encontravam especiarias e codimentos necessários para alimentos de interesse dos europeus, além de outros produtos, tais como seda, pedras e metais preciosos.

Dessa forma, convencido do sucesso do seu projeto, partiu de Palos de La Frontera, um municipio a sudoeste da Espanha, na Província de Huelva, Comunidade Autonôma da Anadaluzia, com área 50 Km², com população de 8.

529 habitantes (2007), densidade populacional de 158,54 hab/km², localidade esta, que os três navios, uma nau, maior, Santa Maria, e duas caravelas menores, Pinta e Santa Clara, apelidada de Niña, iniciou a longa viagem, até se aportar na Ilha Guanahani, que ele denominou de San Salvador, no Arquipélago das Bahamas, em terras que pensava ser as Indias, descobrindo o Continente da América, a 12 de outubro de 1492, sendo que mais tarde, os espanhois descobririam o México.

Possivelmente em função deste fato (descobrimento da América) surgiu o Tratado de Tordesilhas, assinado na cidade Tordesilhas, Espanha, em 07/06/1494, o qual foi celebrado entre o Reino de Portugal e o recém-formado Reino de Espanha, para dividir as terras “descobertas e por descobrir” por ambas as Coroas fora da Europa. O Tratado surgiu na sequência da contestação portuguesa às pretensões da Coroa Espanhola, resultantes da viagem de Cristóvão Colombo, que ano e meio antes (1492) chegara ao chamado Novo Mundo, na Ilha Bahamas, reclamando-o oficialmente para Isabél, a Católica.

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