Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo?

O Sistema Solar, localizado na galáxia Via Láctea, consiste no conjunto de planetas, planetas anões e diversos outros astros do Universo, como asteroides, meteoros, cometas, satélites, entre outros. O Sol é a estrela central desse sistema, exercendo intenso domínio gravitacional sobre os demais corpos celestes.

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Origem

O Sistema Solar formou-se há cerca de 4,7 bilhões de anos. Contudo, sua origem ainda é questionada, visto que não há uma teoria que satisfaça inteiramente todas as questões que perpassam a formação do Sol e dos planetas. Entretanto, atualmente, há uma teoria mais aceita entre a comunidade científica e astronômica: a teoria da nebulosa solar.

Essa teoria foi formulada inicialmente por René Descartes no ano de 1644, sendo reformulada por Immanuel Kant em 1775 e, depois, por Pierre-Simon de Laplace em 1796.

A teoria formulada por Laplace supunha hipoteticamente que o Sol formou-se a partir da rotação de uma nuvem que ao se contrair com influência da gravidade, aumentou sua velocidade entrando, então, em colapso.

Assim, o sol formou-se devido à concentração central da nebulosa e os planetas formaram-se a partir dos remanescentes da nuvem molecular em colapso.

Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo? Acredita-se que o Sistema Solar tenha surgido a partir do colapso de uma nebulosa.

Essa teoria foi aperfeiçoada, continuando baseada no fato de o Sol e os planetas terem sido formados quase simultaneamente. Para a teoria, o Sol teve sua formação no centro da nebulosa. Os planetas que se formaram nas regiões mais externas, onde a temperatura é menor e as substâncias voláteis, condensaram-se.

Já os planetas formados em regiões mais internas, onde a temperatura é maior e as substâncias mais voláteis, perderam-se. Essa circunstância explica a classificação dos planetas em gasosos e rochosos.

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Quantos planetas existem no Sistema Solar?

Atualmente, o Sistema Solar é oficialmente constituído por oito planetas e cinco planetas anões.

Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo? O Sistema Solar é composto por oito planetas e cinco planetas anões.

Planetas Planetas anões
Mercúrio Ceres
Vênus Plutão
Terra Haumea
Marte Makemake
Júpiter Éris
Saturno
Urano
Netuno

Saiba mais: Curiosidades sobre o Sistema Solar

Plutão, um planeta anão

Plutão era considerado um planeta do Sistema Solar. Porém, as novas descobertas astronômicas constataram a existência de corpos com características semelhantes às de Plutão.

Isso gerou intensas discussões acerca da classificação desse astro.

Portanto, seria necessário ou aumentar o número de planetas do Sistema Solar ou criar uma nova classificação para os corpos celestes semelhantes a Plutão.

  • Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo? Plutão não é mais considerado um planeta, mas um planeta anão.
  • Assim, em 2006, a União Astronômica Internacional (UAI), responsável pela regulamentação das nomenclaturas, definições e classificações na Astronomia, apresentou um novo conceito para a palavra planeta, “rebaixando” Plutão, então, à categoria de planeta anão.
  • Definição de planeta, segundo a UAI:

“é um corpo celestial que está em órbita ao redor do Sol, tem massa suficiente para que sua autogravidade relacionada com as forças de corpo rígido permitam que ele assuma uma forma em equilíbrio hidrostático (forma arredondada) e, tem limpa a sua vizinhança ao longo de sua órbita.”

Definição de planeta anão segundo a UAI:

é um corpo celestial que está em órbita ao redor do Sol, tem massa suficiente para sua autogravidade relacionada com as forças de corpo rígido de modo que ele assuma uma forma em equilíbrio hidrostático (aproximadamente arredondada.), não tem limpa a sua vizinhança ao longo de sua órbita.”“

Astros do Sistema Solar

Além dos planetas, há no Sistema Solar outros astros. Segundo a União Astronômica Internacional, com exceção dos satélites que orbitam o Sol, deverão ser designados como: pequenos corpos do Sistema Solar esses corpos que apresentam dimensões inferiores aos planetas e aos planetas anões.

São eles, segundo o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas:

  • Asteroides: corpos que apresentam movimento próprio, a maioria já catalogada apresenta órbitas elípticas e encontra-se no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter. O seu tamanho pode ser calculado por meio da medida da quantidade de luz que ele reflete. Apenas 16 asteroides, dos mais de 3000 catalogados, apresentam dimensões superiores a 240 km. Seu brilho não é constante devido à reflexão solar.
  • Cometas: corpos constituídos por uma parte sólida chamada de núcleo que é formado por gelo e impurezas. Sua forma é irregular, e são bastante extensos. São compostos especialmente por água, e, conforme se aproxima do Sol, o gelo existente no núcleo sofre evaporação, ejetando grãos de poeira que acabam por refletir a luz solar, dando, então, o aspecto brilhoso ao cometa. Eles possuem caudas, que são prolongamentos da nuvem de gás e poeira.
  • Meteoros, meteoroides e meteoritos: o meteoro corresponde ao fenômeno luminoso observado durante a passagem de um meteoroide na atmosfera. Os meteoroides correspondem a restos de cometas ou fragmentos oriundos de asteroides. Os meteoritos são meteoroides que sobrevivem ao adentrarem a atmosfera e atinge o chão.

Mapa mental: Sistema solar

Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo?

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Planetas

Os oito planetas existentes no Sistema Solar são classificados segundo as suas posições em relação ao Sol. A ordem dos planetas é:

Sol → Mercúrio → Vênus → Terra → Marte → Júpiter → Saturno → Urano → Netuno

Eles podem ser classificados em:

Planetas telúricos, terrestres ou rochosos: são os quatro planetas mais próximos do Sol: Mercúrio, Vênus, Terra e Marte. São caracterizados por serem constituídos de rochas, ferro e metais pesados e por possuírem maior densidade, visto que os materiais densos possuem tendência a estarem mais próximos ao Sol.

Planetas jovianos, gigantes ou gasosos: são os quatro planetas mais distantes do Sol: Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. São maiores que os planetas telúricos em termos de dimensão.

São caracterizados por serem formados por gases como hélio e hidrogênio. São menos densos, por isso mais afastados do Sol. Há evidências de que esses planetas possuem um núcleo rochoso, contudo, não apresentam uma superfície definida.

Todos apresentam vários satélites naturais e sistemas de anéis.

As principais características de cada planeta são:

1. Mercúrio

Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo? Mercúrio é o planeta mais próximo do Sol.

Mercúrio é o planeta mais próximo do Sol. Esse planeta é capaz de refletir cerca de 12% da luz solar, sendo um dos astros mais brilhantes vistos da Terra. Encontra-se a cerca de 57.910.000 km do Sol.

Sua superfície é repleta de crateras, enquanto seu núcleo é rico em ferro, e a espécie de atmosfera existente no planeta é composta, em sua maioria, por hélio (98%) e hidrogênio (2%). A temperatura do planeta durante o dia atinge 430ºC.

2. Vênus

Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo? Vênus é conhecido como Estrela Dalva é um dos astros mais brilhantes no céu noturno.

Vênus é o segundo planeta em relação ao Sol, conhecido também como Estrela D'alva, por ser, muitas vezes, um dos astros mais brilhantes no céu no período da noite. Encontra-se a aproximadamente 108.200.000 km do Sol. Possui características semelhantes às da Terra como tamanho e massa, mas difere-se nas condições que propiciam a vida.

Possui uma atmosfera 92 vezes mais densa que a atmosfera terrestre, estando o planeta quase sempre envolto por nuvens. Essa atmosfera é composta especialmente por CO2, o que contribui para que a temperatura do planeta chegue a 460ºC.

3. Terra

Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo? A Terra é o planeta em que vivemos e, até hoje, é o único com condições de existir vida.

A Terra é o planeta que mais se difere dos demais, visto suas condições e características que permitem a existência de vida. O planeta encontra-se a uma distância favorável do Sol, cerca de 149.600.000 km. Seu dinamismo proporcionado pela radiação solar, forças da maré e o calor proveniente do seu núcleo o tornam um planeta único no Sistema Solar.

Sua temperatura média é de 14ºC, e apenas 60% da energia solar é absorvida. A atmosfera terrestre é atualmente composta por gases como nitrôgenio, oxigênio, gás carbônico e vapor d'água. Sua estrutura interna é composta por núcleo, manto e crosta terrestre. Possui um satélite natural, a Lua, com rotação sincronizada à da Terra.

Leia mais: Terra, o planeta da vida

4. Marte

Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo? Marte é o planeta do Sistema Solar com as características mais parecidas com as da Terra.

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Marte é o quarto planeta segundo à distância do Sol. Encontra-se a aproximadamente 227.940.000 km dessa estrela. Esse planeta possui o clima mais parecido com o da Terra, assim como o seu movimento de rotação.

A observação da sua superfície levou alguns cientistas a considerarem possível existência de formas de vida no planeta. Sua superfície é caracterizada pela presença de crateras e poeira que é composta por magnetite, que confere ao solo marciano uma cor avermelhada.

O solo do planeta é rico em ferro e silício. A atmosfera do planeta é menos espessa que a da Terra, sendo constituída especialmente por CO2, nitrogênio, vestígios de oxigênio, monóxido de carbono e vapor d'água. As temperaturas no planeta podem variar entre -76ºC e -10ºC.

5. Júpiter

Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo? Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar e é conhecido como o gigante gasoso.

Júpiter é conhecido como o “gigante gasoso”, sendo o maior planeta do Sistema Solar, além do planeta com maior velocidade de rotação. Encontra-se a aproximadamente 778.330.000 km do Sol. Sua aparência apresenta tons de vermelho, laranja, marrom e amarelo.

Apesar de ser o planeta de maior massa, ele não é o mais denso, visto que é composto por gases, especialmente hélio e hidrogênio. Acredita-se que o planeta possua um núcleo rochoso e não se sabe ao certo se possui uma superfície definida. No ano de 1979, descobriram que Júpiter apresenta um sistema de anéis.

6. Saturno

Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo? Saturno é o planeta conhecido pelo seu conjunto de anéis.

Saturno é o segundo maior planeta do Sistema Solar, estando a aproximadamente 1.429.400.000 km do Sol. O planeta gasoso é conhecido por seus anéis e acredita-se que esses são compostos por gelo, devido ao seu intenso brilho, podendo refletir até 80% da luz solar. O planeta possui um único grande satélite conhecido como Titã.

A atmosfera do planeta é constituída, principalmente, por hidrogênio e hélio. A densidade do planeta é bastante inferior à da Terra, por causa da sua composição. Há indícios de que o planeta possua um núcleo sólido, assim como Júpiter.

7. Urano

A descoberta de Urano é uma das mais recentes, considerando os planetas do Sistema Solar.

Urano é um planeta de pouca luminosidade e encontra-se a cerca de 2.880.990.000 km do Sol. Apresenta massa menor que Júpiter, porém apresenta um núcleo mais denso, o que possibilita dizer que talvez possua um núcleo rochoso.

Urano foi descoberto em 1781. O planeta possui anéis que foram descobertos em 1977, e são bastante opacos à luz. O planeta possui cerca de 27 satélites naturais e cerca de 27 luas. Sua atmosfera é composta por hidrogênio, hélio e metano, sendo esse último o responsável pela sua cor azulada. A temperatura no planeta é de aproximadamente -218ºC.

8. Netuno

Netuno é o último planeta do Sistema Solar, além de ter sido o último a ser descoberto.

Netuno é o planeta mais recentemente descoberto. Sua presença foi notada no ano de 1845. Encontra-se a aproximadamente 4.504.300.000 km do Sol.

O planeta possui características semelhantes às de Urano em termos de massa e composição atmosférica. Sua atmosfera é composta por hidrogênio, hélio e metano, e possui temperatura média de -218ºC.

Acredita-se que seu interior seja semelhante também ao de Urano.

Netuno possui um sistema de anéis. Além disso, apresenta treze satélites, sendo o seu maior conhecido como Tritão.

Curiosidades

  • No máximo duas horas antes de o Sol nascer ou duas horas antes de o Sol se pôr, é possível avistar Mercúrio a olho nu.
  • Um dia em Vênus é maior que um ano na Terra.
  • Em Marte, há diversos vulcões inativos. O maior deles é conhecido como Olympus Mons.
  • Em 1971, foi colocada na órbita de Marte a sonda Mariner, que fez fotos da superfície do planeta, mostrando detalhes de até um quilômetro.
  • Júpiter possui mais de 60 satélites naturais de pequenas dimensões.
  • Saturno possui cerca de 60 luas.
  • A presença de metano na atmosfera de Netuno lhe confere a cor azulada.
  • Embora Mercúrio esteja mais perto do Sol, ele não é o mais quente. Vênus é quem ocupa esse posto, uma vez que possui uma atmosfera composta por CO2, que cria uma espécie de efeito estufa no planeta, elevando sua temperatura a mais de 460ºC.

Por Rafaela Sousa Graduada em Geografia

Corpos Celestes

Corpos Celestes são quaisquer matérias que pertencem ao espaço sideral. São eles: asteroides, cometas, estrelas, meteoros e meteoritos, planetas, satélites artificiais e naturais.

Asteroides

Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo?

Os asteroides são milhares de rochas que orbitam, especialmente, os planetas Marte e Júpiter. Com apenas algumas centenas de quilômetros, suas dimensões não são suficientes para que sejam considerados planetas.

Cometas

Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo?

Os cometas são astros que se assemelham aos meteoros pelo fato de apresentar uma espécie de cauda.

Ao contrário dos meteoros, os cometas não se formam no sistema solar, sendo congelados. Sua cauda é formada justamente em aproximação ao Sol que vaporiza a sua composição gélida.

Estrelas

Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo?

As estrelas produzem luz própria e existem em grande número. O Sol é a estrela mais luminosa que existe e foi, durante anos, considerado o centro do universo. As estrelas têm uma vida longa, mas não infinita. O Sol, por exemplo, deve “viver” cerca de 11 bilhões de anos.

Meteoros e Meteoritos

  • Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo?Meteoro Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo?Meteorito
  • O meteoro decorre do lançamento de uma partícula sólida que se vaporiza resultando num fenômeno luminoso popularmente conhecido como “estrela cadente”.
  • Os meteoritos são pedaços de rochas e metal que conseguem chegar à Terra em estado sólido em vez de se inflamar como os meteoros.

Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo?

Os planetas orbitam o Sol e não têm luz própria. São oito: Júpiter, Marte, Mercúrio, Netuno, Saturno, Terra, Urano, Vênus.

Antes de 2006, eram nove os planetas, uma vez que a partir desse ano Plutão recebeu uma classificação diferente. É um Planeta Anão, tal como Éris – o corpo celeste descoberto em 2003 que, inicialmente, estaria sendo considerado um Planeta.

Os planetas mais próximos do Sol, que são chamados de planetas interiores são: Mercúrio, Vênus, Terra e Marte. Os planetas exteriores – os mais distantes – são: Júpiter, Saturno, Urano, Netuno. A Terra é o terceiro planeta mais próximo do Sol.

Satélites Artificiais e Naturais

Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo?Satélite Artificial Como Se Chama O Corpo Celeste Que Tem Nucleo?A Lua

Os satélites artificiais são os equipamentos lançados no espaço para observar o universo, tal como os telescópios. Os satélites naturais, por sua vez, são os astros que giram em torno de outros astros. Assim, a Lua é um satélite natural que gira em redor da Terra.

Aprofunde sua pesquisa! Leia: Sistema Solar e Características da Lua.

Dúvidas Frequentes

Qual o corpo celeste mais próximo da Terra?
É a Lua. Sua distância da Terra equivale a cerca de 384 mil quilômetros, ao passo que a distância mais próxima entre o Sol e a Terra (um fenômeno astronômico que é chamado de periélio) é de 147,5 milhões de quilômetros.

Quando estão mais distantes (o que se chama afélio) a distância corresponde a 152,6 milhões de quilômetros .

Quais os corpos celestes que não possuem luz própria?
Planetas e satélites. Assim, a Lua reflete a luz do Sol.

Qual o corpo celeste não luminoso que gira ao redor de um planeta?
A Lua. Ela é o satélite da Terra; não tem luz própria e gira em torno do nosso planeta.

Sabe onde e quais os danos causados pela queda de um corpo celeste em 2013?
Aconteceu no dia 15 de fevereiro de 2013 na Rússia, numa cidade chamada Chelyabinsk. Um meteorito caiu num lago, e antes da queda a sua explosão provocou ferimentos em cerca de mil pessoas que foram atingidas por vidraças e telhados ou paredes partidos.

Saiba mais sobre os Movimentos da Terra.

Cometas: Formados por gelo, rochas e gases

Em desenhos animados, personagens podem pegar carona na cauda de um cometa e viajar pelo espaço, como se estivessem montadas num cavalo celeste. Os cometas sempre alimentaram a fantasia das pessoas por sua inigualável beleza ao riscar o céu com suas caudas iluminadas.

Antes de saber mais sobre a astronomia – a ciência que estuda os astros – , o ser humano criou histórias fantásticas sobre esses magníficos corpos celestes, numa mistura de espanto, medo e admiração.

Hoje em dia, com o avanço da ciência, temos um conhecimento mais aprofundado sobre os cometas.

Há quase 60 anos, Jean Hendrik elaborou uma teoria sobre a existência de uma nuvem de cometas, a Nuvem de Oort, que fica próxima do Sol – mais ou menos a 1,5 ano-luz. Atenção nessa hora: o termo “próximo” em astronomia refere-se à distâncias entre galáxias, isto é, imensas, impossíveis de se imaginar – a menos que você seja um astrônomo, um físico ou um astronauta.

Longa jornada pelo espaço

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Você deve estar lembrado de que ano-luz é a unidade de comprimento criada para definir essas distâncias astronômicas. Equivale à distância que a luz viaja, de um ponto a outro do espaço sideral, isto é, no vácuo, durante um ano: são cerca de 300.000 metros por segundo.

Para chegar do Sol até a Terra, a luz demora 8,3 minutos – isso porque é uma viagenzinha curta. Um ano-luz corresponde a percorrer uma distância de quase 10 trilhões de quilômetros. Agora pense nessa distância (se puder) e você vai chegar pertinho da Nuvem de Oort.

Essa nuvem está distribuída de forma esférica ao redor do Sol.

Algumas vezes, também, as estrelas como o Sol podem sofrer mudanças nas sua gravidade. Isso pode fazer alguns corpos celestes serem atraídos pelo campo de gravidade do Sol.

Os que são mais facilmente “puxados” pela força que emana do astro maior são os corpos pequenos, como os meteoritos – eles são os pedregulhos do espaço.

Agora pasme: esses meteoritos “capturados” em torno do Sol ou de outra estrela podem se transformar em cometas.

  • Partes de um cometa
  • Cometas possuem três partes principais: o núcleo, a cabeleira e a cauda – e são formados principalmente de rocha, poeira e gelo.
  • Núcleo: todos os fenômenos que ocorrem no cometa têm origem a partir de seu núcleo. Ele é feito de gelo (um gelo bem sujo) e pode pesar de um quilo a algumas dezenas de toneladas. Ao se aproximar do Sol, o núcleo dá origem à cabeleira e à cauda do cometa.Por ser um corpo pequeno (de baixa atração gravitacional) e se movimentar muito rápido, a cada passagem perto do enorme calor do Sol o núcleo gelado derrete e a cauda do cometa aumenta. Até que, um dia, o núcleo se desgasta completamente e o cometa “morre”. A vida média dos cometas não ultrapassa os 10 milhões de anos.
  • Cabeleira: ela é mais brilhante do que a cauda. A presença predominante de componentes simples, à base de hidrogênio e oxigênio, revela que a maior parte da constituição do cometa é água em dois estados: o sólido (gelo) e o gasoso (vapor de água). É na cabeleira do cometa, a parte que lembra a juba do leão, que a água está em estado gasoso.
  • Cauda: os cometas possuem dois tipos de caudas: uma feita de poeira neutra e a outra de elétrons e gases ionizados. A primeira tem cor amarelada que reflete a luz solar. A segunda é azulada, produzida principalmente pelo CO (monóxido de carbono). A cauda é formada pela pressão eletromagnética (exercida pelos raios solares) e pelo vento solar. A cabeleira e a cauda têm em média, de 10 mil a 100 milhões de vezes o diâmetro do núcleo. Dois tipos de órbita e de cometa Ao viajar em direção ao Sistema Solar, os cometas podem desenvolver três tipos de órbita: 
  • Parabólica e Hiperbólica: Aproximam-se uma única vez do Sol e retornam ao espaço interestelar. São chamados cometas não-periódicos.
  • Elíptica Os cometas periódicos, isto é, que voltam de tempos em tempos, têm esse tipo de órbita. Ela em geral é provocada pela influência gravitacional dos planetas, em especial Júpiter e Saturno, que têm a tendência de “prender” os cometas ao Sistema Solar. Como eles são planetas gigantes, atraem tudo o que é menorzinho, feito um poderoso imã. Um cometa muito famoso Edmund Halley era grande amigo do físico Isaac Newton, na Inglaterra, há quase 400 anos. Newton havia publicado, em 1686, seu livro “Princípios Matemáticos da Filosofia Natural”, todo em latim, como era costume na época. E no “Principia” – como ficou mais conhecido – explicou de forma detalhada como os planetas giram em órbitas elípticas, quase circulares, em torno do Sol, sob a influência da força gravitacional.Halley resolveu comprovar o que Newton afirmara. Juntou todas suas anotações sobre cometas. Pesquisou e descobriu que um cometa visto por ele em 1682, tinha características e trajetória muito semelhantes a outros dois, cuja passagem estava documentada em 1607 e 1531. Concluiu que se tratava do mesmo corpo celeste que se aproximava da Terra a cada 76 anos. Ele estava certo: o cometa voltou, em 1758 e foi batizado com o nome do astrônomo.Depois disso, o Halley voltou a cruzar a órbita terrestre em 1835, 1910 e 1985. Em 1986, cinco espaçonaves, da Rússia, do Japão e da Comunidade Europeia aproximaram-se do Halley. Foi quando a nave Giotto, da Agência Espacial Europeia, fotografou pela primeira vez o núcleo de um cometa. Calcula-se que sua próxima passagem pelo Sistema Solar será em 2061. Famosos também – mas não tanto Outros cometas também se tornaram conhecidos da humanidade e ganharam nomes de quem os avistou primeiro: 
  • Halle-Bopp: identificado no dia 23 de julho de 1995, pelos astrônomos Alan Hale e Thomas Bopp;
  • Hyakutake: esse cometa foi descoberto a 30 de Janeiro de 1996 por Yuji Hyakutake , um astrônomo amador do Sul do Japão. Foi considerado o maior cometa de 1996, e um dos que estiveram mais perto do nosso planeta nos últimos 200 anos;
  • West: Visto pelo fotógrafo Richard West, em agosto de 1975. Ficou visível até 1976, quando atingiu um brilho tão grande que podia ser observado durante o dia. Estima-se que o período de órbita desse cometa é de 240 mil anos. Isso quer dizer que ele passa pela órbita da Terra a cada 24 milênios!
  • Biela: esse foi identificado pelo astrônomo alemão Wilhelm Von Biela em 1826.
  • Kohoutek: descoberto pelo tcheco Lobus Kohoutek em 1973. Esse cometa foi apelidado pelos jornais e pela televisão da época de “cometa do século” porque se acreditava que ele apareceria muito luminoso. Mas não foi assim: o Kohoutek passou sem dar o espetáculo previsto, porque é feito mais de rocha que de gelo e gases, o que reduz muito seu brilho. Sua órbita elíptica é de 75 mil anos – ou seja, acredita-se que ele visita nosso Sistema Solar três vezes entre uma passagem e outra do cometa West – aquele que demora um pouquinho para voltar.

Corpos celestes – Astronomia

Um corpo celeste é qualquer objeto natural fora da atmosfera terrestre, assim como planetas, luas, asteroides, satélites, estrelas e cometas.

Planetas

Em 2006 a União Astronômica Internacional (IAU) chegou à última definição de planeta:

  • está em órbita ao redor de uma estrela;
  • possui massa o suficiente para que sua autogravidade assuma um equilíbrio hidrostático, ou seja, quase esférico;
  • limpe a vizinhança em torno de sua orbita, ou seja, deve ser grande o suficiente para que sua gravidade não permita que objetos de tamanho próximo invadam sua órbita.

Hoje, no Sistema Solar, existem oito planetas: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Os quatro primeiros são planetas terrosos, e os outro, gasosos. Planetas fora do sistema solar são chamados de exoplanetas.

Até 2006, Plutão era considerado planeta, porém, como ele divide sua órbita com outros objetos do Cinturão de Kuiper, ele foi reclassificado como planeta anão.

Asteróides

Asteroides são materiais muito pequenos que orbitam o Sol. São objetos rochosos e metálicos remanescentes da formação do Sistema Solar que nunca fundiram em planetas que estão localizados entre a órbita da Terra e a de Saturno, mas sua maioria se localiza entre a órbita de Marte e Júpiter, região chamada de Cinturão Principal.

Asteroides que estão em direção à Terra são chamados de meteoroide. Quando um meteoroide adentra na atmosfera da Terra, o atrito faz com que ele queime em um risco de luz chamado de meteoro. Caso o meteoroide não queime completamente, sobram partes dele que atingem a superfície da Terra, chamadas de meteoritos.

Satélites

Uma satélite é qualquer objeto que orbita um planeta, sendo ele natural (como a lua) ou artificial (sonda, estação espacial…). Galileu, em 1610, foi a primeira pessoa a observar que Júpiter possuía uma lua.

Essa descoberta foi de extrema importância para quebrar a teoria geocêntrica pois mostrava que nem tudo gira em torno da Terra. Depois disso outras luas foram descobertas, não apenar em Júpiter, como em outros planetas do Sistema Solar.

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Hoje sabe-se que a Marte possui dois satélites; Júpiter, dezesseis; Saturno, dezoito; Urano quinze e Netuno, oito; além da Terra que possui um, a Lua.

Estrelas

Estrelas são corpos celestes capazes de produzir luz própria que se mantêm a partir da realização de processos de fusão que transformam hidrogênio em hélio, e posteriormente, elementos mais pesados. Elas podem estar sozinhas ou em um sistema binário, que consiste em duas estrelas orbitando o mesmo centro de massa.

As estrelas possuem um ciclo de vida, passando por várias fases desde seu nascimento até sua “morte”. As estrelas nascem em nuvens moleculares a partir do colapso de átomos que se juntaram formando moléculas e aumentando brutalmente a densidade local.

Depois passam por uma fase estável que, dependendo do seu tamanho e da sua temperatura, pode ser uma estrela de nêutrons, um estrela anã, gigante, etc.

Quando seu combustível acaba, elas podem explodir em uma supernova, uma anã branca, uma estrela de nêutrons ou um buraco negro.

Cometas

Cometas são objetos pequenos do Sistema Solar com uma órbita bastante excêntrica constituídos basicamente de gelo, poeira e pequenos fragmentos rochosos. Eles estão entre os primeiros corpos celestes sólidos a serem formados na nebulosa solar há 4600 milhões de anos atrás. Eles se formaram nas regiões mais externas, onde é frio o suficiente para o gelo volátil condensar.

Eles são constituídos de um núcleo, cauda e coma. O núcleo é um objeto sólido irregular de alguns quilômetros de diâmetro composto de gelo volátil, silicatos e poeira.

O coma se forma quando o cometa se aproxima do Sol com a sublimação dos gelos do núcleo com partículas de poeira. A cauda, que é constituída de poeira, forma-se a partir da ação dos ventos solares.

A produção da cauda e do coma do cometa faz com quem a cada passagem pelo Sol, ele diminua sua massa até que reste apenas o núcleo.

Referências:

Planetas

https://www.iau.org/static/archives/releases/doc/iau0603.doc (Acesso em 26 de outubro de 2019)

Asteroides

https://heasarc.gsfc.nasa.gov/nasap/docs/solar2_p/asteroids_p.html (Acesso em 31 de outubro de 2019)

http://astro.if.ufrgs.br/solar/asteroid.htm (Acesso em 31 de outubro de 2019)

Satélites

https://www.iag.usp.br/siae97/astro/ast_esp7.htm (Acesso em 31 de outubro de 2019)

Cometas

https://www.esa.int/Science_Exploration/Space_Science/Rosetta/How_many_comets_are_there (Acesso em 1 de novembro de 2019)

https://www.esa.int/Science_Exploration/Space_Science/Rosetta/How_many_comets_are_there (Acesso em 1 de novembro de 2019)

Texto originalmente publicado em https://www.infoescola.com/astronomia/corpos-celestes/

Corpo celeste – Wikipédia, a enciclopédia livre

 Nota: Este artigo é sobre corpos celestes. Para outros significados, veja Astro (desambiguação). Nota: “Astral” redireciona para este artigo. Para o single de Ivete Sangalo, veja Astral (canção).

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Imagem do cometa Halley produzida pelo Observatório Europeu do Sul em 1986.

Em astronomia, um corpo celeste designa qualquer entidade física existente no espaço sideral.[1][2] A expressão corpo celeste pode referir-se a um único objeto, sendo neste caso um sinônimo do termo astro,[3] tal como a Lua, o Sol, um planeta, uma estrela, um cometa ou um asteroide, como também pode designar um conjunto de vários objetos que se mantêm unidos por forças gravitacionais, como galáxias, nebulosas, estrelas duplas, o sistema solar ou outro sistema planetário.

Os cometas são considerados corpos celestes que possuem um tamanho pequeno e realizam deslocamento em torno do Sol, sendo que tal movimento é desenvolvido de forma irregular quanto ao seu contorno. Os cometas são formados basicamente por gelo e rochas.

As estrelas são corpos celestes que possuem uma característica particular: são bastante reluzentes, com tal luminosidade provida do próprio astro. O conjunto de várias estrelas é chamado de constelação; assim, podemos destacar as zodiacais: Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes.

Os meteoroides são corpos celestes de pequeno porte que giram em torno do Sol. Esse astro, quando entra na atmosfera é conhecido popularmente como estrela cadente.

Quando ingressa na primeira camada da atmosfera, o astro em questão sofre um grande desgaste e ao mesmo tempo se aquece, tornando-se reluzente, o fenômeno denominado de meteoro.

Quando o mesmo não se desintegra totalmente e atinge a superfície terrestre, o resíduo é chamado de meteorito.

Tipos de corpos celestes

A tabela abaixo lista as principais categorias de objetos por suas localizações ou estruturas.

Sistema Solar

Objetos extra-solares

Objetos simples

Objetos compostos

Objetos extensos

  • Sol
  • Sistema planetário
  • Planetas
    • Planetas Telúricos
      • Mercúrio
      • Vênus
      • Terra
        • Lua
        • 3753 Cruithne
      • Marte
        • Fobos
        • Deimos
    • Planetas Gasosos
      • Júpiter
        • Satélites
      • Saturno
        • Satélites
      • Urano
        • Satélites
      • Netuno
        • Satélites
    • Planetas anões
      • Plutão
        • Caronte
      • Éris
        • Disnomia
      • Ceres
      • Makemake
      • Haumea
    • Asteroides
      • “Vulcanoide”
      • Objetos próximos da Terra
        • Apollos
      • Cinturão de asteroides
        • Hungarias
        • Phocaeas
        • Nysas
        • Alindas
        • Hildas
        • Pallas
        • Maria
        • Koronis
        • Eos
        • Themis
        • Griquas
        • Cibeles
        • Thule
        • Vesta
      • Asteroides Troianos
        • Troianos de Júpiter
        • Troianos de Netuno
      • Damocloides
      • Centauro
    • Objetos Transnetunianos
      • Cinturão de Kuiper
        • Plutinos
        • Cubewanos
      • Disco disperso
        • Sedna
    • Cometas
    • Nuvem de Oort
    • Meteoroides
  • Exoplanetas
    • Júpiter quente
    • Júpiter frio
    • Júpiter excêntrico
    • Planeta de pulsar
    • Netuno quente / Super-Terra
    • Planeta Transeunte
    • Planeta órfão / Planeta interestelar
      • Planeta ctónico
      • Planeta oceânico
      • Planeta troiano
  • Anã marrom
    • Subanã marrom
  • Estrelas
  • Classificação por tipo de espectro
    • Estrelas azuis
    • Estrelas azuis-claras
    • Estrelas brancas
    • Estrelas branco-amareladas
    • Estrelas amarelas
    • Estrelas alaranjadas
    • Estrelas vermelhas
    • Estrelas peculiares
      • Estrela de carbono
      • Estrela do tipo S
      • Estrela Wolf-Rayet
      • Estrela peculiar do tipo A
      • Estrela metalica do tipo A
      • Estrela de bário
      • P Cygni
      • Azuis retardatárias
  • Classificação por classe luminosa
    • Subanãs
    • Anãs (Sequência principal)
    • Subgigantes
    • Gigantes
    • Gigantes luminosas
    • Supergigantes
    • Hipergigantes
  • Classificação por metalicidade
  • Classifição por evolução estelar
    • Protoestrela
    • Estrela jovem
    • Estrelas da sequência principal
    • Gigante vermelha
    • Supergigante vermelha
    • Supergigante azul
    • Estrela Wolf-Rayet
    • Anã branca
    • Estrela de nêutrons
  • Estrela variável
    • Variáveis intrínsecas
      • Variáveis pulsantes
        • Variável Cefeida
        • Variável W virginis
        • Variável Delta Scuti
        • Variável RR Lyrae
        • Variável Mira
        • Variável semirregular
        • Variável irregular lenta
        • Variável Beta Cephei
        • Variável Alpha Cygni
        • Variável RV Tauri
      • Variáveis Eruptivas
        • Estrela Eruptiva
        • Estrela T Tauri
        • Estrela FU Orionis
        • Estrela R Coronae Borealis
        • Estrela Luminosa azul
      • Variável cataclísmica
        • Variável simbiótica
        • Nova anã
        • Nova
        • Supernova
          • Tipo Ia
          • Supernova tipo Ib e Ic
        • Hipotéticas
          • Hipernova
    • Variáveis extrínsecas
      • Variáveis rotacionais
        • Estrela Alpha2 Canum Venaticorum
        • Variável rotacional elipsoide
      • Binárias eclipsantes
        • Estrela Beta Persei
        • Estrela Beta Lyrae
        • Estrela W Ursae Majoris
  • Estrela compacta
    • Anã branca
      • Anã negra
    • Estrela de Nêutrons
      • Magnetar
      • Pulsar
    • Estrelas Hipotéticas
      • Estrela de quarks
      • Estrela de préons
    • Buraco Negro
      • Buraco negro de massa intermediária
      • Buraco negro supermassivo
  • Erupções de raios gama
  • Sistema planetário
  • Sistema estelar
    • Sistema estelar com uma estrela
      • Sistema solar
    • Sistema estelar com muitas estrelas
      • Sistemas binários
        • Binários visuais
        • Binários astrométricas
        • Binários espectroscópicas
        • Binário eclipsantes
        • Binárias próximas
          • Binário separado
          • Binário semi-separado
      • Binárias de contato
        • Binário de raio X
        • Erupção de raio X
      • Objetos G
      • Sistema estelar triplo star systems
  • Agrupamentos estelares
    • Aglomerado estelar
      • Aglomerado estelar aberto
      • Aglomerado globular
    • Constelação
    • Asterismo
  • Galáxia
    • Bulbo galáctico
    • Braço espiral
  • Galáxias
    • Galáxias por morfologia
      • Galáxia espiral
      • Galáxia espiral barrada
      • Galáxia lenticular
      • Galáxia elíptica
      • Galáxia anelar
      • Galáxia irregular
    • Galáxias por tamanho
      • Galáxias brilhantes de aglomerados galácticos
      • Gigante elíptica
      • Galáxia anã
    • Galáxia ativa
      • Quasares
        • Blazares
      • Radiogaláxias
      • Galáxias Seyfert
      • Galáxias starbust
    • Galáxias escuras
  • Aglomerado de galáxias
  • Superaglomerado de galáxias
  • Filamento / Vazios
  • Matéria circumstelar
    • Disco de poeira
    • Meio interplanetário
    • Disco protoplanetário
  • Meio interestelar
  • Nebulosa
    • Nebulosa de emissão
      • Nebulosa planetária
      • Remanescente de supernova
      • Plérion
      • Região HII
    • Nebulosa de reflexão
    • Nebulosa escura
      • Nuvem molecular
      • Glóbulo de Bok
      • Disco protoplanetário
    • Região HI
  • Meio intergaláctico médio
  • Radiação cósmica de fundo em micro-ondas
  • Matéria escura
    • MACHO
    • WIMP

Ver também

  • Lista de planetas
  • Diagrama de Hertzsprung-Russell

Referências

  1. ↑ «Corpos Celestes». Toda Matéria. 29/07/16 
  2. ↑ Freitas, Eduardo de. «Corpos celestes». Mundo Educação – UOL 
  3. ↑ «Verbete: Astro». Dicionário Caldas Aulete. Consultado em 20 de outubro de 2020 
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