Como Se Chama As Pessoas Que Vem Filmes?

Alguns dos mais cultuados diretores do mundo eram (ou ainda são) cinéfilos assumidos. Stanley Kubrick, por exemplo, tinha uma verdadeira obsessão por filmes. Quentin Tarantino diz que aprendeu a fazer cinema vendo o trabalho de outros cineastas.

Já a diretora Greta Gerwig recentemente afirmou: “Eu amo filmes, mas às vezes é melhor que os atores não sejam cinéfilos. É preciso ser capaz de fazer seu trabalho em algum momento; você não pode ficar totalmente deslumbrado”. Para quem – como ela – tem a chance de estar em um set de filmagem com seus ídolos, esse definitivamente é um ótimo conselho.

Como Se Chama As Pessoas Que Vem Filmes?Cena de a Invenção de Hugo Cabret dirigido por Martin Scorsese

O fato é que muitas pessoas gostam de filmes, mas nem todas podem se considerar verdadeiras cinéfilas.

Para entrar nesse grupo seleto de amantes da sétima arte, é preciso se dedicar um pouco mais do que um espectador comum e realmente aprender algumas coisas sobre a história do cinema e o fazer cinematográfico.

Mas como saber se você é realmente um apaixonado por filmes, digno de fazer parte desse clube? Selecionamos aqui 10 provas de que você é cinéfilo de carteirinha:

  • Os cinéfilos sempre conhecem o trabalho dos grandes cineastas e têm à mão uma lista de filmes favoritos, às vezes citando nomes que não são muito familiares aos espectadores de cinema menos fervorosos. Entre os queridinhos de muitos cinéfilos estão Paul Thomas Anderson, Stanley Kubrick, Ingmar Bergman, Akira Kurosawa, Andrei Tarkovski, Federico Fellini, Alfred Hitchcock, David Lynch, Werner Herzog, Jean-Luc Godard, Spike Lee, Jane Campion, Claire Denis e Agnès Varda.
  • Além da listinha de cineastas favoritos, os cinéfilos também têm seus atores preferidos e costumam conhecer o elenco envolvido nos filmes que assistem, associando os atores e atrizes a outras obras já realizadas, mantendo-se a par também das premiações recebidas por cada um deles. Em épocas de grandes eventos, como o Oscar ou o Globo de Ouro, os cinéfilos estão sempre preparados com suas apostas e opiniões para esclarecer os amigos leigos sobre o assunto.
  • Um bom cinéfilo também conhece os diferentes elementos que fazem parte da produção cinematográfica e sabe identificar a qualidade de cada um desses aspectos em um filme, desde o roteiro até a direção de fotografia, passando pela direção de arte, montagem, atuação, música e edição de som. Justamente por isso, um cinéfilo de verdade considera o cinema como uma expressão artística, não apenas entretenimento.
  • Cinéfilos mais entusiasmados costumam gostar de filmes que se afastam um pouco do circuito hollywoodiano e das salas multiplex que exibem blockbusters, buscando novos olhares e cineastas independentes, que produzam conteúdos diversificados e experimentais ou de vanguarda. Essa busca por diferentes linguagens inclui filmes de países cuja cultura não é tão próxima da brasileira, como os cinemas asiáticos ou africanos.

Como Se Chama As Pessoas Que Vem Filmes?O personagem Totó de Cinema Paradiso se torna um grande cinéfilo

  • Um verdadeiro cinéfilo também é aquele que está sempre por dentro dos festivais e mostras de cinema que acontecem em sua cidade ou região, especialmente os que fomentam produções alternativas e independentes. Ao participar desses eventos, ele (ou ela) aproveita para conhecer pessoas com os mesmos interesses, ao mesmo tempo em que assiste ao maior número possível de filmes. Outra prática dos cinéfilos é conferir os filmes mais aguardados ainda na pré-estreia ou em sua noite de estreia no circuito de exibição (mesmo que isso signifique encarar filas ou ir ao cinema sozinho), para não ter sua experiência prejudicada por spoilers.
  • Um hábito comum dos cinéfilos é ler matérias, críticas de filmes ou entrevistas com os realizadores muito antes de comprar os ingressos para ir ao cinema. Assistir aos trailers e clipes disponíveis online também é praticamente uma regra. Revistas, jornais e sites são excelentes fontes de informação para quem deseja se manter atualizado. Publicações especializadas como Film Comment, Sight & Sound e Cahiers du Cinéma são um bom lugar para começar. Além disso, o site IMDb (Internet Movie Database) é uma das mais completas bases de pesquisa para assuntos relacionados ao cinema – ou seja, se você conhece e utiliza essa plataforma, talvez já esteja com um pezinho no clube dos viciados pela sétima arte.

Como Se Chama As Pessoas Que Vem Filmes?

  • Os cinéfilos gostam de encontrar outros cinéfilos para discutir e debater sobre filmes, trocar ideias e impressões, até quando discordam uns dos outros. Não há nada melhor do que encontrar sua turma: pessoas que têm algo em comum e adoram conversar sobre esses assuntos. No caso de quem ama cinema, essas pessoas estão nas próprias salas de exibição, em cursos especializados, grupos de pesquisa e cineclubes. Ou, quem sabe, você não consiga “converter” seus amigos em cinéfilos também? Vale a tentativa.
  • Um cinéfilo não tem preguiça de fazer verdadeiras maratonas cinematográficas, emendando um filme após o outro para conferir a maior quantidade possível de obras no tempo que tiver disponível. Além disso, esse tipo de espectador tende a assistir aos materiais extras, disponíveis em DVDs ou na internet: making of, cenas cortadas, comentários do diretor, etc. Com a facilidade da televisão a cabo e dos serviços de streaming, saber tudo sobre os filmes é uma tarefa tem se tornado cada vez mais simples. Apesar dessa praticidade toda, um bom cinéfilo também busca regularmente a lista de produções em cartaz nas salas de cinemas, para programar sua diversão no final de semana.
  • O fato é que um cinéfilo de verdade nunca vai abrir mão de ver filmes no escurinho do cinema. A sala de exibição, o público, as poltronas aconchegantes, a tela de projeção e toda a magia que estão imbuídas nesse contexto são parte integrante da experiência cinematográfica para os amantes da sétima arte.

Como Se Chama As Pessoas Que Vem Filmes?

Se você se identificou com alguns desses itens, talvez tenha vontade de conhecer mais sobre o cinema ou até já trabalhe na área – o que é uma forma de levar esse amor um pouco além dos outros espectadores.

A verdade é que se apaixonar por um filme é algo que quase todo mundo já experimentou, pelo menos uma vez na vida.

Quem não se emociona ao ouvir as notas de uma trilha sonora marcante ou lembrar do primeiro filme que viu na tela grande? O cinema tem esse poder, seja você um cinéfilo ou não.

*Texto de Katia Kreutz  e fotos divulgação

Os 50 filmes mais inteligentes de todos os tempos – Mente e Cérebro

Texto: Alexandre Carvalho | Edição de arte: Estúdio Nono | Design: Andy Faria
Ilustrações: Cristina Kashima | Imagens: Divulgação

Emergiu na segunda metade do século 19, e dois acontecimentos marcaram sua fundação: o livro Princípios de Psicologia Fisiológica, de 1873, e o primeiro laboratório de psicologia, de 1879, obras do médico alemão Wilhelm Wundt. Então não é de se estranhar que os filmes, criados menos de duas décadas depois, logo se interessassem em investigar os mistérios da mente.

Inside Out | Direção: Pete Docter | Roteiro: Meg LeFauve, Josh Cooley e Pete Docter

Foram as variações de humor de sua filha adolescente que inspiraram Pete Docter a criar esta animação para o estúdio Pixar. Ele imaginou como essa confusão de sentimentos, comum na idade dela, podia ser apresentada de maneira alegórica.

E foi assim que nasceram cinco personagens representando emoções distintas: Alegria (dublada pela comediante Amy Poehler) é uma garota que não para quieta e está sempre de bom humor; já Tristeza (Phyllis Smith) é uma baixinha melancólica, adequadamente azul – já que blue também é um adjetivo que significa “triste”.

Completam esse quinteto o Medo, um sujeito com síndrome do pânico, Raiva, que é um baixinho esquentado, e Nojo, uma patricinha que torce o nariz para tudo.

Esse grupo trabalha todos os dias numa espécie de sala de controle, localizada dentro da mente de Riley, uma menina de 11 anos. É de lá que os personagens administram as maneiras como a garota responde aos estímulos do mundo.

Por exemplo: se ela descobre que a pizzaria da rua só tem redondas com cobertura de brócolis, Nojo entra em ação, apertando os botões de um painel.

Quando o pai insiste em perguntar sobre seu dia na escola, um assunto que a incomoda, é Raiva quem assume o comando.

O conflito surge quando a família dela precisa se mudar de Minnesota para São Francisco, uma cidade muito maior. Essa novidade vai afastá-la dos amigos, e ela terá de frequentar outra escola.

Para piorar, a casa nova é meio detonada, e os pais estão ocupados demais com a mudança. Eis então que Tristeza – que até aí vivia meio sem função na sala de controle – começa a mexer no painel.

E isso desespera as outras emoções, que nunca tinham visto Riley triste por muito tempo. A intervenção mexe principalmente com seu oposto – Alegria.

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Quando esta começa uma briga com a colega deprê, as duas são sugadas acidentalmente para um espaço mental distante da sala de controle. E isso é terrível para Riley: como fica a cabeça de uma pré-adolescente na qual só há medo, raiva e nojo para lidar com as situações?

Apesar de ser uma animação, com estética infantil, o filme é repleto de analogias que exigem maturidade do espectador. Exemplo: quando criança, Riley tinha um amigo imaginário, feito de algodão-doce e tromba de elefante.

O momento em que ele começa a morrer diante dos nossos olhos tem uma explicação que se encaixa na aventura – o bicho caiu por acidente numa espécie de aterro sanitário da mente, que evapora tudo o que está por lá.

Mas seu apagamento possui outra lógica: meninas de 11 anos não têm mais amigos imaginários. Na mente de Riley, aquela é uma recordação condenada à morte.

Outro achado do roteiro é a mudança da percepção de Alegria quanto ao papel de Tristeza. Esse maior equilíbrio entre elas faz nascer o que chamamos de sentimento “agridoce”, metade alegre, metade triste.

Uma emoção essencial em seu rumo à vida adulta.

Mais do que uma aventura engraçada e emocionante, Divertida Mente é uma jornada de amadurecimento – retrato preciso do instante em que trocamos a alegria incomplexa do começo da vida por um mosaico sentimental, tantas vezes lancinante.

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Inception | Direção e roteiro: Christopher Nolan

Dom Cobb (Leonardo DiCaprio) é o melhor do mundo num tipo inédito de espionagem empresarial: envolve infiltrar-se na mente de executivos enquanto eles dormem, para descobrir – ou roubar – segredos valiosos para a concorrência. A atividade é de risco, mas nunca tão perigosa quanto a missão que ele agora se vê forçado a aceitar.

Em vez de extrair pensamentos – sua operação padrão –, ele deve plantar uma ideia na mente do rival do seu cliente: uma falsa impressão que fará com que a vítima decida arruinar o próprio negócio. E isso não pode ser feito com algum tipo de hipnose. Cobb e sua equipe também precisam estar sonhando para interagir com seus alvos.

Daí o risco maior: não há ambiente mais imprevisível que o nosso inconsciente.

Em seu livro A Interpretação dos Sonhos, Sigmund Freud já dizia que, no oceano escuro do inconsciente, lembranças da nossa vida podem surgir deformadas e ameaçadoras, e que, no sonho, sentimentos que preferimos manter ocultos encontram um meio de expressão. E “as leis da lógica ficam suspensas”.

Há ainda dois fatores que complicam tudo, e parecem interligados. Sua esposa morta (Marion Cotillard) surge em seus sonhos, desviando a atenção dele. E cada movimento do grupo acaba tendo uma reação imediata, o que torna evidente que há um inimigo que sabe dos seus planos de sabotagem.

Mais inteligente ainda que o argumento desse thriller é a maneira como Nolan apresenta as atividades de Cobb. O roteiro é tão labiríntico quanto o nosso inconsciente: as ações se dão em camadas de sonhos – são cinco narrativas paralelas em velocidades temporais diferentes.

O tempo do sonho demora mais que o da vigília e, à medida que os personagens se deslocam para sonhos dentro de sonhos, a coisa fica mais radical: um segundo aqui fora pode levar uma vida inteira dentro da mente.

Os personagens correm o risco de envelhecer nesse universo aleatório.

À ficção com os dois pés firmados na neurociência, A Origem soma um quebra-cabeça que demanda concentração total do espectador – ou, quem sabe, assistir ao filme mais de uma vez.

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Eternal Sunshine of the Spotless Mind | Direção: Michel Gondry | Roteiro: Charlie Kaufman

Joel (Jim Carrey) descobre que sua namorada, Clementine (Kate Winslet), pagou para uma clínica futurista – a Lacuna Inc. – apagar de sua cabeça todas as memórias que ela tinha dele. Indignado, ele dá o troco: quer essa amnésia parcial também.

Na clínica, Joel pergunta: “Há algum risco de dano cerebral no procedimento?”. E o médico responde: “Tecnicamente, a operação é um dano cerebral, mas do tipo que você tem numa noite de bebedeira”. O paciente é convencido.

Só que bate um arrependimento no meio da operação, e sua mente entra num jogo de esconde-esconde neurológico, tentando salvar o que resta das memórias românticas.

Essa reviravolta pode ser mais que “a vitória do amor”. Pode ser autopreservação também. Apagar uma recordação implica aniquilar um pedaço da sua própria identidade – já que somos feitos das nossas memórias.

Numa cena, Joel diz não se lembrar de nenhuma situação da vida em que a namorada não estivesse lá.

Assim como vemos em Divertida Mente, eliminar o sofrimento é também sabotar a alegria, pois há uma conexão entre todos os momentos.

Brilho Eterno… ainda pode ter antecipado um achado científico.

A neurocientista Sheena Josselyn, da Universidade de Toronto, apresentou evidências de que é possível eliminar uma memória específica em ratos, sem afetar o restante das recordações do bicho.

Seu laboratório identificou em quais células cerebrais está alocada essa memória, e então diminuiu a atividade delas por meio de uma toxina. A ideia é aplicar em humanos no futuro – com o objetivo de tratar estresse pós-traumático.

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Waking Life | Direção e roteiro: Richard Linklater

Um professor de filosofia fala com o protagonista do filme (Wiley Wiggins), que nunca é nomeado: “Recuso tomar o existencialismo como uma moda francesa porque ele tem algo a nos oferecer.

Receio que estejamos perdendo a virtude de viver apaixonadamente”. Esse exemplo dá o tom de Waking Life: o diálogo é elemento principal da ação.

Além da filosofia de Sartre, discute-se suicídio, evolução, as relações humanas… A diferença aqui é a maneira como o papo-cabeça surge na tela.

Essa sequência de diálogos se passa dentro de um sonho do protagonista – que sabe que está sonhando. O enredo é baseado no fenômeno dos sonhos lúcidos, e a clareza mental do personagem sobre a ilusão das interações vai lhe dando um despertar da consciência – dentro do caos do inconsciente.

Outra novidade: este foi o primeiro filme em rotoscopia digital. As animações foram feitas em cima das filmagens com os atores reais. O resultado é um desenho que repete a fisionomia dos artistas, mas em versões coloridas e distorcidas – assim como num sonho.

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Her | Direção e roteiro: Spike Jonze

Solitário e deprimido com um divórcio, Theodore (Joaquin Phoenix) é um ex-jornalista que agora paga as contas escrevendo cartas sentimentais para pessoas que não têm essa habilidade.

Sua vida só muda da água para o vinho quando ele decide instalar no seu smartphone um software de Inteligência Artificial que se manifesta com voz feminina – a voz reconhecidamente sexy da Scarlett Johansson. O programa é vendido como a primeira tecnologia com “consciência”.

Theodore vê no gadget a maneira de ter alguém com quem conversar, e finalmente driblar sua solidão. Mas Samantha, como o sistema é chamado, supera as expectativas: é esperta, divertida, ótima ouvinte dos problemas do seu humano… e ainda trata Theo como se ele fosse a última bolacha do pacote.

Tirando o fato de que é só uma voz robótica, ela se mostra a companhia perfeita… a namorada perfeita. E eis que um casal transhumano se forma.

“A mulher com quem tenho saído é um sistema operacional”, Theodore anuncia. E recebe de volta a ironia da ex-mulher: “Você sempre quis uma esposa sem os desafios de lidar com algo real”.

Apesar de agora ter alguém com quem pode se abrir, Theo arruma outras neuroses. Com o tempo, Samantha evolui e vai adquirindo características cada vez mais humanas. Ela então passa a filosofar sobre seu papel no mundo e – para desespero de Theo – a questionar o relacionamento.

Se esse namoro entre um jornalista decadente e um sistema operacional já faz de Ela um dos romances mais originais da história, as reflexões que o filme proporciona o colocariam facilmente na seção de “filmes filosóficos” desta revista.

Além de explorar as possibilidades futuras da Inteligência Artificial, o diretor Spike Jonze faz uma exposição crítica dos costumes do presente – com ênfase na nossa relação cada vez mais intensa com a tecnologia. Como a situação recorrente dos casais que, em vez de conversar olho no olho, ficam com a vista grudada em seus celulares.

Um comportamento que provoca alienação do momento presente – se o que estão olhando é para uma tela de cristal líquido, tanto faz estarem num restaurante ou no banheiro de casa.

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Como se chama pessoa que vê muitas séries, e que ama séries? E pessoa que vê muitos filmes e ama

questão 2 qual é o fato de folgado pelo texto​

Alguém me fødë? quero gözär ​

Como a palavra indicada no item D se classifica ??? GNTT PFVRR ME AJUDEM PRECISO MUITO DA RESPOSTA

Questão 02 – Em “Mas, quando falamos do nosso amigo , não cabe discussão […]”, os termos destacados pertencem respectivamente às seguintes classes gr

amaticais: *1 pontoa) verbo – artigob) advérbio – adjetivoc) artigo – advérbiod) advérbio – artigo​

a principal característica desse método é a separação entre o planejamento e a execução das atividades esse texto organizacional busca padronização de

todas as atividades produção definidas pela administração e posteriormente repassada aos trabalhadores a qual sistema o texto se refere toyotimismo​

Pressupõe o conhecimento do assunto a ser debatido e a organização das ideias, dos argumentos. Neste tipo de texto não há a possibilidade de se invent

ar fatos, argumentos, ideias, dados, gráficos inexistentes. Tudo dever ter por base o real. Essa afirmação se refere ao texto: *
a) Dissertativo
b) Narrativo
c) Expositivo
d) Injuntivo
e) Descritivo

) Marque a alternativa que apresenta palavras com grafias incorretas:A) Boliche, pião, elástico.B) Banbolê, escondi- escondi, bolixe.C) Coelhinho sai

da toca, bolinha de gude, pião.fala se não mato o pão ​

6. A expressão “a bulhenta matraca de penas” pode ser substituida, sem alteração desentido, por(A) a bondosa e esperta ave.(B) o bisbilhoteiro e fofoq

ueiro animal.(C) a briguenta e matreira ave.(D) o burlesco e matuto pássaro.(E) a barulhenta e falante ave.​

identifique em cada um dos textos dois verbos e escreva a Quais pessoas do discurso eles se referem????​

Texto 1
Casamento
Há mulheres que dizem:
Meu marido, se quiser pescar, pesque,
Mas que limpe os peixes.
Eu não. A qualquer hora da noite me levan

to,
Ajudo a escamar,abrir,retalhar e salgar.

É tão bom, só a gente sozinhos na cozinha,
De vez em quando os cotovelos se esbarram,
Ele fala coisas como “este foi difícil”
“prateou no ar dando rabanadas”
E faz o gesto com a mão.
O silêncio de quando nos vimos a primeira vez
Atravessa a cozinha como um rio profundo.

Por fim, os peixes na travessa,
Vamos dormir.
Coisas prateadas espocam
Bom trabalho!
Vá além, procure mais sobre o conteúdo e descubra a ciência!
Somos noivo e noiva.
Texto 2
No quarto ela arruma a mala
Na sala ele vê televisão
Atividade:
1. A relação entre homem e mulher é o tema dos dois textos.

Contudo,a abordagem que fazem do tema é diferente.Assinale a alternativa que se refere apropriadamente a essa diferença.
a.O primeiro revela intimidade e encantamento, e o segundo,separação. b.O primeiro é sensual,e o segundo ridiculariza a paixão entre homem e mulher. c.

O primeiro é casto, e o segundo idealiza a relação entre homem e mulher. d. O primeiro tem caráter religioso, e o segundo expõe conflito.
e. O primeiro satiriza o desejo, e o segundo fala de tédio.

Filme – Wikipédia, a enciclopédia livre

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 Nota: Para outros significados, veja Filme (desambiguação).

Cinema
Informação geral

  • História do cinema
  • Cinema lusófono
Processos cinematográficos

  • Roteiro
  • Tratamento
  • Pré-produção
  • Filmagem
  • Produção
  • Pós-produção
  • Sonorização
  • Decupagem
  • Montagem
  • Edição
  • Legendagem
  • Dublagem/dobragem
  • Continuidade
  • Trilha sonora
  • Efeito sonoro
  • Efeito especial
  • Making-of
Cinema por país

  • Alemanha
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  • Azerbaijão
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Profissionais

  • Ator
  • Figurante
  • Diretor de arte/cenografista
  • Continuísta
  • Cineasta
  • Diretor de fotografia
  • Figurinista
  • Iluminador
  • Diretor de som
  • Produtor
  • Roteirista
  • Crítico de cinema
  • Montador
  • Ensemble cast
Gêneros e formatos

  • Ação
  • Animação
  • Apocalítica e pós-apocalítica
  • Assalto
  • Aventura
  • Comédia
  • Comédia dramática
  • Comédia romântica
  • Curta-metragem
  • Documentário
  • Drama
  • Épico
  • Faroeste
  • Favela movie
  • Ficção científica
  • Film noir
  • Guerra
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  • Suspense
  • Terror
Movimentos e estilos

  • Dogma 95
  • Expressionismo
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  • Nouvelle vague
  • Chanchada
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  • Setúbal
  • Sundance
  • Toronto
  • Veneza
  • Tribeca
Portal • Categoria
  • v
  • d
  • e

Filme,[1][2] fita[3][4] ou película[5][6] é um produto audiovisual finalizado, com uma certa duração, para ser exibido no cinema, na televisão ou em algum outro veículo. Um filme é formado por uma série finita de imagens fixas, registradas sobre um suporte físico e que, projetadas a uma velocidade maior que a capacidade resolutiva da visão humana, dão ao espectador a sensação de movimento.[7]

Gêneros de filmes

  • Um filme pode ser categorizado em diferentes tipos de gêneros ao mesmo tempo, sendo em um desses gêneros sempre o que é mais destacado durante o longa.
  • Com a criação de cada vez mais filmes ao longo dos anos, esse meio procura abordar com o passar dos anos,assuntos originais e inovadores com a intenção de atrair ainda mais pessoas a assistirem os filmes.
  • Portanto os diferentes tipos de gêneros que já existem até então não podem ser considerados como uma lista definitiva de todos os gêneros que já foram criados.

Principais gêneros

  • Ação apresenta personagens do bem e do mal que usam a força física para resolver seus conflitos, sendo um gênero que normalmente está misturado com outros e muito conhecido por agregar vários filmes de super-heróis que estão fazendo muito sucesso hoje em dia.
  • Aventura é um gênero que apresenta um mundo heroico em que o protagonista passa por diferentes obstáculos em busca de alcançar seu objetivo.
  • Animação normalmente feito por computação gráfica. Seu processo de produção é muito mais lento do que os outros filmes levando normalmente 7 horas para fazer apenas um desenho, mas com o avanço da tecnologia estimasse que esse tempo diminua com o passar dos anos.
  • Chanchada é um filme que possui um humor ingênuo e geralmente voltado para uma população específica, como por exemplo apenas para um determinado país.
  • Drama sua intenção é de causar tensão no público, sendo Tragédias uma forma de drama,além dos dramas românticos que são um dos mais procurados pelo público.
  • Romance apresenta um enredo entre dois protagonistas que se relacionam amorosamente, tendo geralmente um “final feliz”, mas sempre havendo exceções como por exemplo “Romeu e Julieta”.
  • Comédia tem o objetivo de fazer o público rir, tanto de formas visuais como por meio de suas palavras.
  • Fantasia enredo em que utiliza-se a magia,aspectos sobrenaturais ou extraordinários.
  • Terror ou Horror tem o objetivo de causar medo no público e também de dar sustos, estando ligado diretamente ao suspense causando tensão em algumas cenas do filme.
  • Ficção científica apresenta assuntos relacionados ao futuro, como tecnologia avançada, viagens espaciais para outras galáxias ou para outros planetas, entre outros assuntos ficcionais.
  • Musical pode apresentar qualquer tipo de enredo, mas sempre tendo várias músicas e coreografias ao longo do filme.
  • Faroeste é um gênero clássico dos EUA conhecidos como “filmes de caubóis”, apesar de outros países também terem feito sobre essa categoria.
  • Documentário voltado para a exploração da realidade, abordando vários assuntos diferentes, como natureza, animais, biografias, culturas etc.

Produção de um filme

  1. A elaboração de um filme é algo duradouro e pode-se dar por etapas.

  2. Algumas produções têm muita visibilidade, englobando muitos custos (o filme mais caro produzido teve um custo de cerca de 700 milhões de dólares) e sendo formadas pelas altas empresas de Hollywood, já outras são menores, contando com a menor participação de pessoas em cada equipe.
  3. A produção de um filme pode ser dividida em três fases: a pré-produção, a produção e a pós-produção

A pré-produção

Etapa marcada pelo planejamento do filme.

É onde o roteirista e a equipe especializada no roteiro desenvolvem a história do filme em sua forma cinematográfica. O roteiro separa os momentos da história em cenas individuais que podem ser gravadas e apresenta as falas dos personagens.

  • Após o roteiro, há outros processos a serem realizados, como a análise técnica ou o plano de imagens, que determinam a maneira como o roteiro será introduzido no filme e como as cenas serão gravadas, além de introduzir cada profissional em sua especialização.
  • Com as equipes formadas, outros recursos são levados em conta, como o figurino (roupas e acessórios utilizados pelos personagens), as câmeras, os cenários (lugares onde serão gravadas as cenas do filme), dentre outros.
  • Com o roteiro e os preparativos prontos para o filme, o elenco é formado e dias são marcados.
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A produção

Momento das gravações, tudo o que foi preparado na pré-produção é introduzido na produção.

É onde é introduzido o trabalho do diretor, que coordena o set de filmagens e coloca tudo em ordem, orientando aos atores como devem atuar e determinando como será gravada cada cena.

A pós-produção

Etapa de finalização do filme. Com as cenas gravadas, assume daí a equipe encarregada da edição, que, por meio de técnicas e tecnologias editam e finalizam o filme.

É onde ocorre a realização de efeitos especiais, dublagem, trilha sonora, entre outros.

Equipe técnica

Na produção de um filme, atuam diversos profissionais em várias áreas, e todos contribuem para sua finalização. Algumas especializações que podem ser levadas em conta são:

  • Diretor: coordena toda a equipe;
  • Roteirista: produz o roteiro;
  • Produtor: adapta o roteiro para a versão cinematográfica;
  • Produtor executivo: administra a parte financeira e controla os custos do filme;
  • Elenco: atores responsáveis pela representação dos personagens;
  • Diretor de fotografia: cuida da iluminação das cenas e escolhe quais câmeras e lentes serão utilizadas;
  • Diretor de arte: define como serão os cenários e os figurinos;
  • Técnico de som: escolhe os microfones e coordena o trabalho dos micriofonistas;
  • Montador: monta ou edita o filme.

Filme e cinema

Os filmes foram assim denominados a partir do material básico utilizado como suporte para a impressão das imagens, o filme cinematográfico ou película cinematográfica.

Segundo Aumont e Marie,[8] “A partir da palavra inglesa film, que significa película, criou-se a palavra francesa film, que desde a origem do cinema designa o espetáculo cinematográfico gravado sobre esta película.”

Inicialmente silenciosos ou dependentes de uma sonorização externa a cada nova sessão, os filmes passaram a contar com som sincronizado a partir do final dos anos 1920. Neste mesmo período, a velocidade de projeção das imagens foi padronizada em 24 quadros por segundo.

Filme e vídeo

Com o surgimento da televisão e principalmente das fitas de vídeo, que a partir dos anos 1950 se tornaram um novo suporte físico para imagens com impressão de movimento, a palavra filme passou a designar especificamente os produtos audiovisuais realizados em película (suporte fotográfico), em oposição aos videofonogramas, ou simplesmente vídeos, produzidos em suporte eletrônico.

Mas os desenvolvimentos tecnológicos posteriores foram aos poucos relativizando esta divisão.

Ainda nos anos 1950 surgiram os primeiros telecines, aparelhos utilizados para converter filmes cinematográficos em fitas de vídeo, facilitando a exibição destes filmes na televisão e mais tarde a circulação de cópias dos mesmos no mercado doméstico.

[9] Em 1981, “Il Mistero di Oberwald”, dirigido pelo cineasta italiano Michelangelo Antonioni, tornou-se a primeira obra realizada totalmente em vídeo a ter lançamento comercial nos cinemas do mundo inteiro.[10]

A partir dos anos 1990, com a crescente utilização da tecnologia digital, tanto no cinema quanto na televisão e no vídeo, a palavra filme passou a ser usada, cada vez mais, como sinônimo de produto audiovisual, independentemente do suporte de captação ou de finalização. O Dicionário Houaiss (2001) já define 'filme' como “obra cinematográfica registrada em filme”, mas também como “obra cinematográfica registrada em qualquer suporte”.[11]

Referências

  1. ↑ «Filme». Infopédia-Dicionários Porto Editora. Consultado em 11 de junho de 2019 
  2. ↑ «Filme». Dicionário Priberam. Consultado em 11 de junho de 2019 
  3. ↑ «Fita». Dicionário Priberam. Consultado em 11 de junho de 2019 
  4. ↑ «Fita». Infopédia-Dicionários Porto Editora. Consultado em 11 de junho de 2019 
  5. ↑ «Película». Infopédia-Dicionários Porto Editora. Consultado em 11 de setembro de 2019 
  6. ↑ «Película». Dicionário Priberam. Consultado em 11 de setembro de 2019 
  7. ↑ KONIGSBERG, Ira: “The complete film dictionary”, Meridian Books, 1987, p. 117
  8. ↑ AUMONT, Jacques e MARIE, Michel: “Dicionário Teórico e Crítico de Cinema”, Papirus Editora, 2003, p. 128
  9. ↑ KONIGSBERG, Ira: “The Complete Film Dictionary”, Meridian Books, 1987, p. 373
  10. ↑ «Resenha de “Il Mistero di Oberwald” por Jeffrey M. Anderson». Consultado em 26 de maio de 2009 
  11. ↑ HOUAISS, Antônio: “Dicionário da língua portuguesa”, ed. Objetiva, 2001, p. 1343

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Diretor de Cinema: conheça a profissão e veja o que estudar

  • Entenda o que um diretor de Cinema faz e o que estudar para seguir essa carreira.
  • A profissão de diretor de Cinema desperta grande interesse em pessoas apaixonadas pelo universo dos filmes e produções audiovisuais em geral. 
  • O diretor é fundamental para que uma obra cinematográfica saia do papel e se torne realidade, realizando desde a formação da equipe técnica da obra até a direção dos atores nas cenas.

Quer saber mais sobre o que um diretor de Cinema faz na prática? E como se preparar para seguir essa carreira? É o que vamos explicar a seguir!

O que um diretor de Cinema faz

O diretor de Cinema, também chamado de cineasta, é responsável pela seleção dos profissionais que vão compor a equipe de uma produção cinematográfica, para funções como diretor de arte, diretor de fotografia, diretor de som etc.

O cineasta também é encarregado de elaborar o documento chamado proposta de direção, que define as diretrizes de cada área do filme (arte, som, fotografia, montagem etc.) e aponta referências (outros filmes como exemplos).

Outra função desse profissional é criar um documento chamado “decupagem”, que descreve cada cena do roteiro (em termos de cenário, iluminação, cenografia etc.).

Por fim, o diretor de Cinema também seleciona o elenco de um filme, dirige as cenas e guia o trabalho dos atores.

Quanto ganha um diretor de Cinema

De acordo com a tabela do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Cinematográfica e do Audiovisual (Sindcine), o valor mínimo que um diretor de Cinema pode receber em serviços por curta, longa e média metragens ou documentários é R$ 4.249,85 por semana.

Essa tabela é válida para os estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins e Distrito Federal (área de abrangência do Sindcine).

Já uma pesquisa realizada pelo site salario.com.br aponta que o salário médio mensal de um diretor de Cinema no Brasil é de R$ 5.203,31, podendo chegar a R$ 20.793,05. A pesquisa utilizou dados recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).

Mercado de trabalho

A indústria cinematográfica é, sem dúvida, um dos principais campos de atuação para o diretor, que pode trabalhar em filmes de curta, média ou longa metragem e documentários.

Entretanto, a televisão também oferece excelentes oportunidades para profissionais da área. Canais abertos e fechados contratam diretores de Cinema para a produção de propagandas, documentários, novelas e programas de vários gêneros. 

Plataformas de streaming, como a Netflix, também abrem espaço para diretores em produções próprias (séries e filmes). Existe ainda a possibilidade de trabalhar com a produção de vídeos institucionais para empresas.

O que estudar para ser diretor de Cinema

Um dos caminhos para se tornar diretor é cursar a faculdade de Cinema. O curso é oferecido principalmente em grau de bacharelado, nas modalidades presencial e EAD, e dura em média quatro anos.

A graduação em Cinema proporciona uma formação generalista ao estudante, capacitando-o para trabalhar em produções cinematográficas de diferentes formatos.

Conheça algumas faculdades que têm o curso de Cinema:

  • Universidade Federal de Santa Catarina
  • Universidade Federal de Pelotas
  • Universidade Federal de Minas Gerais
  • Universidade Federal Fluminense
  • Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
  • Universidade Federal do Pará

Cursos tecnológicos na área de Cinema

  1. Além da graduação em Cinema, há cursos tecnológicos que permitem atuar na área e se tornar diretor. 
  2. Os cursos tecnológicos têm duração mais curta, 2,5 anos em média, e focam nos aspectos práticos da profissão.

    Os principais cursos tecnológicos na área da Cinema são:

  3. Produção audiovisual: capacita o estudante a produzir e captar imagens, operar equipamentos de cinema e vídeo, interpretar visualmente roteiros, gerenciar setores técnicos e coordenar equipes de produção.

  4. Fotografia: capacita o aluno para realizar desde captação de imagens até a direção de equipes de produção fotográfica, inclusive em produções audiovisuais.

Onde estudar

  • Conheça agora faculdades que oferecem cursos tecnológicos na área de Cinema reconhecidos pelo MEC, com mensalidades acessíveis e facilidades como bolsas de estudos, descontos especiais e ingresso via Enem:
  • Saiba mais:
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  • Depois de conhecer a profissão diretor de Cinema e saber como se preparar para seguir a carreira, conte para a gente nos comentários: você quer fazer a faculdade de Cinema ou algum curso tecnológico na área?

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