Como Se Chama As Pessoas Que Se Vestem De Preto?

Como Se Chama As Pessoas Que Se Vestem De Preto?

Existe roupa preta fresca, sabia?

2. Você se veste muito mais rápido do que as outras pessoas

Como Se Chama As Pessoas Que Se Vestem De Preto?

Afinal, preto combina com T-U- D-O!

3. E combina maravilhosamente bem com ele mesmo. Coisa de quem é autossuficiente sabe?

Como Se Chama As Pessoas Que Se Vestem De Preto?

Dá uma olhada nesse look que pensamos pra você:

4. Se aparece um programão tipo coisa chique, você está sempre pronto

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5. E também é considerado o cara mais bem-vestido do escritório. De preto, até a roupa da promoção parece Made in Italy

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Essas roupas te deixam bacana no trabalho:

6. Aliás, no lugar do seu chefe, você diria em alto e bom som pra quem não veste preto no trabalho:

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7. E se te sugerem uma corzinha nova pra dar aquele up no visual, você…

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8. Porque uma certeza na vida você tem: o preto nunca te deixa na mão

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9. Até lavar roupa fica divertido. Afinal, tudo da mesma cor vai pra máquina!

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10. Se você pudesse dizer uma palavra pra quem não usa preto?

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Pra fazer seu coração bater mais forte ainda selecionamos peças incríveis. Se não está acostumado, invista agora, MAAAAN!

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11 razões para nunca mexer com uma mulher que só usa roupa preta

Vestir-se toda de preto é mais do que uma escolha indumentária. Pessoas que possuem o guarda-roupa todo black revelam traços específicos de sua personalidade.

Como você já deve imaginar, as cores sempre são remetidas aos sentimentos diversos que temos. Cores mais alegres e roupinhas mais estampadas podem falar muito sobre uma mulher que adere a essa escolha. 

E aquelas que estão sempre optando pelo preto? Você conseguiria identificar o que se passa na cabeça e até mesmo alguns traços de sua personalidade?

Pesquisas sobre percepção afirmam que esses indivíduos tendem a ser honestos e independentes. Além disso, os homens e mulheres de preto são indivíduos que não costumam se arrepender de suas ações.

Como Se Chama As Pessoas Que Se Vestem De Preto?

Já deu para perceber que quem tem o costume de se vestir de preto são pessoas poderosíssimas, não é mesmo? E quando falamos de mulher, isso é ainda mais evidente!

Toda mulher que gosta de trabalhar em seu visual sabe bem o poder que uma roupa preta pode causar, e isso independente de qualquer ambiente.

E ainda que seja algo bem simples, se vestir completamente de preto também te fará se sentir mais emponderada. Se não percebeu isso ainda, faça o teste agora!

Por isso, listamos todas as razões pelas quais você nunca deve mexer com uma mulher que se veste de preto.

Vem com a gente!

1 – Mulheres que vestem preto levam uma vida corrida. Elas tendem a trabalhar duro e equilibrar todo o caos em suas escolhas indumentárias. Dessa forma, sabem que aquele pretinho básico se encaixam em tudo!

2 – De acordo com estudos, as mulheres que usam preto passam a imagem de atraentes, bem sucedidas e confiantes. São pessoas poderosas que tendem a impor respeito. Além de repassar, também passam a sentir o mesmo também!

Como Se Chama As Pessoas Que Se Vestem De Preto?

3 – Elas são despretensiosas. Esteja certo que essas mulheres não precisam de sua aprovação. Mas vestir um preto e decidir que estará arrasando ao vesti-lo, fará toda a diferente quando chegar em um ambiente!

4 – Elas valorizam a independência. Reclame com uma mulher de preto, que sua resposta será apenas um exemplo de como você poderia resolver a questão.

Como Se Chama As Pessoas Que Se Vestem De Preto?

5 – Elas não seguem tendências, apenas se preocupam em ser elas mesmas. As mulheres valorizam a auto-expressão e nunca “seguem a multidão”.

6 – Elas são sinceras. Se você pedir a sua opinião, você terá. Elas jamais falarão algo só para te agradar, porque sabem bem o poder que carregam consigo.

Como Se Chama As Pessoas Que Se Vestem De Preto?

7 – Elas não têm medo de mudanças. Seja com amigos, empregos, relacionamentos, roupas… se algo não está legal, elas dão um jeito de consertar.

8 – São elegantes e intimidadoras. Elas parecem graciosas, lindas e elegantes. Mas por dentro são muitas vezes furiosas. Mexa com uma para você ver!

Como Se Chama As Pessoas Que Se Vestem De Preto?

9 – Elas não se importam muito com a sua opinião. Essas mulheres não querem saber se você goste delas ou não. Suas atitudes não são voltadas para te conquistar. Apenas são elas mesmas e não se importam com opiniões terceiras!

10 – Elas se preocupam mais com o que elas fazem do que com que elas se parecem. Isso porque elas valorizam as ações e não as aparências.

11 – Elas simplesmente sabem o poder que tem!

Como Se Chama As Pessoas Que Se Vestem De Preto?

Fonte: thoughtcatalog.com.

É claro que isso é muito pessoal e cada pessoa é um ser único. Mas todas essas características são baseadas em estudos da psicologia – que afirma que a escolha das cores podem dizer muito sobre a nossa personalidade.

Se você se identificou (ou identificou um conhecido) compartilhe!

Mostre para aquela sua amiga o quanto ela é poderosa. ????

Jornalista, metade capixaba, metade mineira. Apaixonada por viajar e descobrir novas histórias, tento levar a vida sempre com bom humor. Atualmente sou repórter de um jornal diário e redatora de blogs. Quer entrar em contato? Me dá um oi aqui: [email protected]

11 motivos que provam que mulheres que usam preto são mais poderosas

Como Se Chama As Pessoas Que Se Vestem De Preto?

Embora hoje em dia esteja na “moda” ser uma gótica suave, vestir-se toda de preto acaba sendo mais do que uma escolha de indumentária. Mulheres que tem boa parte do seu guarda-roupa todo preto revelaram traços específicos de personalidade.  Pesquisas sobre percepção afirmam que essas mulheres tendem a ser mais honestas e independentes. Além disso, são indivíduos que não costumam se arrepender de suas ações.

Já deu para perceber que pessoas que vestem total black são pessoas mais poderosas né? Por isso, listamos 11 motivos que comprovam que mulheres de preto são mais imponentes.

Como Se Chama As Pessoas Que Se Vestem De Preto?

VEJA TAMBÉM: Como ser gótica suave em 10 passos

  1. Mulheres que se vestem de preto levam uma vida bem corrida. Elas trabalham mais e equilibram todo o caos nas suas escolhas de roupas.
  2. Quem usa roupas pretas passa a imagem de ser mais atraente, bem-sucedida e confiante. São pessoas poderosas que tendem a impor respeito.
  3. Elas são despretensiosas e não precisam da aprovação de outras pessoas para o que estiverem com vontade de fazer.
  4. Elas valorizam a independência
  5. Elas não seguem tendências, apenas se preocupam em serem elas mesmas. As mulheres valorizam a auto-expressão e nunca “seguem a multidão”.
  6. Elas são sinceras. Se você pedir a sua opinião ela dará com toda a sinceridade do mundo. Elas jamais falarão algo só para te agradar.
  7. São mais observadoras, por isso é que preferem simplicidade nas suas vidas.
  8. Elas não têm medo de mudanças. Seja com amigos, empregos, relacionamentos, roupas… se algo não está como elas querem, elas vão encontrar uma forma de arranjar.
  9. São elegantes e intimidadoras. Elas parecem graciosas, lindas e elegantes. Mas por dentro são muitas vezes furiosas.
  10. Elas não se importam muito com a sua opinião. Essas mulheres não querem saber se você gosta delas ou não. Suas atitudes não são voltadas para te conquistar.
  11. Elas se preocupam mais com o que elas fazem do que com que elas se parecem. Isso porque elas valorizam as ações e não as aparências.

É claro que isso é muito pessoal e cada pessoa é um ser único. Mas todas essas características são baseadas em estudos da psicologia – que afirmam que as escolhas das cores podem dizer muito sobre a nossa personalidade.

Curtiu? Agora mostra para aquela sua amiga o quanto ela é poderosa!

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Você se veste de acordo com sua essência?

Seu jeito de se vestir já sofreu alguma transformação naquele momento da vida em que você adotou novos hábitos, ou uma visão de mundo diferente? Antes que o termo “moda” fosse diretamente associado à indústria de confecção de roupas e ao que está “em alta”, segundo a influência de estilistas e da mídia, a palavra era apenas um derivado do latim “modus”, que significa “modo”, “maneira” e “comportamento”.

O que escolhemos pegar do cabide ou comprar na loja pode revelar mais do que nosso estado emocional e psíquico, mas também valores e opções ideológicas. Assim, é muito interessante utilizarmos a análise sobre nosso estilo e opções de consumo como uma ferramenta de profundo autoconhecimento.

Influências externas e a construção da identidade própria

Lembro-me de quando eu era menina e não entendia por que as pessoas escolhiam usar uma peça de roupa preta. Meu armário era absolutamente colorido de tons vivos ou estampas.

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Mais para frente comecei a ouvir rock, e esse novo input musical e vibracional já influenciou o meu armário.

Sem contar que na época eu havia sofrido a perda de um familiar próximo e estava vivendo meu primeiro inverno com temperaturas perto de zero. Após um período de introspecção, lá estavam as peças pretas.

Anos depois eu cheguei a trabalhar em uma empresa na qual era sinal de confiança e bom gosto vestir-se todo de preto. Na verdade, o CEO da empresa se vestia assim e inspirava essas qualidades. Como se fosse uma espécie de “osmose”, alguns integrantes da equipe se vestiam assim também, dando a impressão de que se tratava de uma atitude proativa naquele espaço.

O que significa usar mesma cor de roupa que alguém?

A psicanalista e mestre em filosofia, Juliana Genevieve, me explicou o seguinte, a respeito desses casos: “Existem dois âmbitos de escolha, um consciente e um inconsciente.

Quando eu paro para pensar em que roupa eu vou usar e qual mensagem eu quero passar, isso sai da minha consciência, minha escolha racional.

Se eu não penso no impacto que isso possa causar e simplesmente escolho por impulso, essa ação pode representar minha emoção daquele momento”.

Ainda segundo Juliana, construir nossa identidade própria – que também é fruto de todas as vivências e experiências que tivemos – é um sinal de maturidade e nos faz estar menos atrelados a estereótipos e tendências mercadológicas. “A questão do amadurecimento está relacionada a como eu me vejo, me percebo e estou para ser feliz. Quando você encontra essa essência, compõe sua identidade e ela se torna sua impressão digital”, explica.

O propósito nas escolhas do que vestir

Cito aqui dois exemplos muito legais de mudanças de olhar sobre a moda, a partir de análises conscientes da realidade.

A Babi Mattivy, fundadora de uma marca de calçados veganos e ecológicos, me contou que sua identidade na moda está diretamente relacionada a não utilização de peças de couro.

Essa mudança de olhar começou pela decisão de se se tornar vegetariana e, um tempo depois, vegana.

Depoimento Babi:

Como Se Chama As Pessoas Que Se Vestem De Preto?Imagem: Divulgação

“Tendo esse mindset, não fazia mais sentido algum usar o couro. Além da crueldade animal, que não se justifica, a agropecuária e o curtimento do couro são altamente poluentes e tóxicos para o meio ambiente. À medida que fui lendo e me informando sobre esses problemas, não fazia mais sentido incentivar ou mesmo utilizar o couro na minha vida e nas produções da minha marca”, conta Babi.

Já a jornalista e relações públicas Luciana Nunes, após trabalhar por anos com comunicação estratégica em moda, percebeu que seus valores não se identificavam mais com os da indústria tradicional e uma mudança na opção de consumo foi necessária. Para contribuir com essa realidade mais coerente e propagar um novo modelo de negócio, ela criou a iniciativa de um Guarda-Roupa Coletivo onde os usuários pagam um valor variável conforme o perfil do plano e têm acesso a um acervo de roupas “circular”.

Depoimento Luciana:

Como Se Chama As Pessoas Que Se Vestem De Preto?Imagem: Divulgação

“Como uma boa sagitariana que sou, sempre gostei de contar histórias e, depois de um tempo, vi que a maioria das roupas de marcas tradicionais do mercado contavam uma história triste, de injustiça social, falta de criatividade e irresponsabilidade ambiental. A partir desse momento, há quase três anos, parei de comprar em marcas como essas, principalmente nas ‘fast fashion’ e passei a investir em outras que estão fazendo esforços para construir uma nova realidade de mercado, mais sustentável e consciente. Montei essa iniciativa para trazer de volta à circulação peças especiais que amamos e que estão paradas em nosso guarda-roupa por falta de ocasião de uso ou algum outro motivo. Acredito que moda está diretamente ligada à autoestima e identidade; e o que apoiamos por meio do consumo diz muito sobre nossos ideais de vida e crenças”, contou Luciana.

Que tal aproveitarmos esse momento para fazermos mais algumas perguntas sobre nosso estilo pessoal? Reflita:

  • Nossas escolhas de roupas têm tido sintonia com a pessoa que somos ou desejamos ser?
  • Quais cores nos fazem mais feliz?
  • Quais marcas nos trazem mais identificação e por quê?

Fazer uma pequena pesquisa de opinião com nossos amigos mais próximos e familiares, sobre o que mais combina conosco, ou mesmo considerar contratar uma consultora de estilo ou visagista, são ações que podem nos ajudar nesse processo.

Uma boa “limpa” no guarda-roupa ou a utilização de técnicas como o “armário-cápsula” (escolha de 30 a 40 peças para usar por estação e armazene o restante) também são ótimas medidas para percebermos o que mais temos usado e programarmos melhor nossas compras.

Aprofundar o olhar sobre questões cotidianas como essas certamente nos ajudará a nos tornarmos pessoas mais seguras e especiais!

Olá, essa matéria foi útil para você?

Se você se veste de preto frequentemente, vai se assustar com o seu poder!

Você é daquelas pessoas que adora se vestir de preto? Se sim, então vai amar o estudo de que vamos falar em seguida. Ele diz que esse hábito de usar roupas escuras pode revelar muito sobre a personalidade dessa pessoa. Por isso, se você se veste de preto, então essa matéria é para você!

Estudo sobre quem se veste de preto

Recentemente, pesquisas foram feitas sobre quem se veste de preto. De acordo com as investigações, quem usa roupas escuras são as pessoas mais independentes e honestas. Para além disso, são muito decididas, e não costumam voltar atrás com sua palavra, nem se arrepender de situações passadas.

Toda a gente sabe que o preto é uma cor muito elegante. Quem o usa revela personalidade forte e capacidade de liderança e poder. Isso é ainda mais evidente das mulheres.

Shutterstock

Isso por que as mulheres que se vestem preto têm uma vida concorrida e ótima a nível profissional. Para além disso, são muito responsáveis e não gostam de perder tempo, pois isso é algo muito precioso para elas.

De acordo com as pesquisas efetuadas, as mulheres que usam preto parecem ser mais atraentes, bem sucedidas e confiantes. Costumam também ser poderosas e impõem respeito. Têm muita confiança, auto-estima e não precisam da aprovação de ninguém. A independência é algo que valorizam muito.

Essas mulheres quem se vestem de preto são autênticas, e sabem resolver seus problemas. Não gostam de ser influenciadas e são muito sinceras: se algo lhes incomoda, elas vão falar. Para além disso, são muito observadoras e sensitivas. Mas não se deixam enganar facilmente, e demoram para confiar nas pessoas.

Portanto, quem usa roupa preta revela força e determinação. Todas as informações foram retiradas de um estudo da psicologia, que afirma que as escolhas das cores podem dizer muito sobre a nossa personalidade.

Compartilhe se você é uma mulher poderosa que veste preto!

Fonte: Vai Ser Bonito

Roupa preta: por que usar & o que significa?

Do nosso guarda-roupa, as roupas podem dizer muito sobre a nossa personalidade, até porque fomos nós que as compramos e as escolhemos para colocar sobre o nosso corpo. Assim, geralmente você terá suas cores, modelos e cortes favoritos nas suas roupas. Hoje, em específico, iremos abordar a roupa preta e toda a sua simbologia para a cromoterapia.

Cromoterapia e a roupa preta

A cromoterapia é a ciência que estuda as cores, desde um espectro espiritual até os âmbitos mais científicos, com estudos cerebrais e comportamentais. A roupa preta, em si, pode exemplificar e demonstrar diversos tipos de comportamentos e personalidades, bem como segredos e mistérios que as pessoas que as utilizam não querem dizer.

Clique Aqui: Cromoterapia na moda: Potencialize o seu guarda-roupa

Roupa preta: sentimentos e personalidade

Antes de tudo, é importante dizer que não podemos generalizar todas as pessoas nestes estudos, até porque existem pessoas que nunca pensaram nisso ou que não se atentam ao seu vestir. Tudo depende da sociedade e, também, da cultura deste povo.

Bem, a roupa preta, de maneira genérica, nos remete a algo mais fechado e oculto. Assim, a psicanálise já associa esta roupa como uma maneira para esconder ou não refletir alguns sentimentos. As pessoas que usam preto, neste caso, não querem deixar seus sentimentos à mostra, entretanto, mostram a sua personalidade, a de uma pessoa que se reserva e se mostra prevenida.

Roupa preta: estilo e profissionalismo

Na vida profissional e na moda, o preto tem grande importância. A roupa preta é formal e muito profissional, seja em ternos, paletós, blazers e calças sociais. Além de sempre funcionar bem, independentemente da situação, ela também faz com que pareçamos mais magras, com uma silhueta mais definida.

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No trabalho, em muitos casos, ela é obrigatória, ou seja, não existe muito o que fazer.

Clique Aqui: Moda e astrologia – peças coringas para cada signo

Roupa preta: é coisa de gótico?

O movimento gótico, originalmente ligado às bandas de rock e à crítica social, é conhecido pelo uso de roupa preta e de outras cores escuras. Mas apenas a roupa preta não os define. Em muitos casos, este preto é necessário também nas unhas, nos cabelos, na maquiagem, nos sapatos, nas meias, etc.

Assim, muitas vezes pessoas que adoram preto são chamadas de góticas, quando na verdade elas não têm nada de gótico em sua personalidade.

Saiba mais :

O fato de se vestir muitas vezes de preto pode estar associado a alguns aspectos da personalidade

A moda muda sazonalmente e, com isso, parece que nosso guarda-roupa também deve mudar; e a consequência é que, enquanto o nosso armário se enche, a nossa carteira se esvazia. A alternativa é sempre usar roupas clássicas, ou optar pela elegância que está em uma cor: preta.

Algumas pessoas fizeram dela a sua própria cor única, independentemente da moda e da situação; e, como todas as cores estimulam nosso cérebro de uma maneira diferente, até a tendência de usar apenas roupas pretas reflete nossa personalidade.

Aqui está o perfil psicológico daqueles que usam o preto total, sempre e em qualquer lugar. 

A atração pela cor preta, geralmente, indica o desejo de reivindicar poder e afirmar seu prestígio: a ambição os empurra a se proteger de todas as críticas e dores potenciais.

Nesse sentido, alguém que sempre se veste de preto é uma pessoa controlada, mas muito sensível: tentar se proteger das emoções – sim, das mil cores – cria um distanciamento ou comunica o desejo de respeito, mais ou menos inconscientemente.

Ao fazer isso, ela também tenta se proteger daquela emotividade que não pode controlar: sendo particularmente emocional e neurótica, esse tipo de pessoa luta para repelir a ansiedade e para permanecer focada em seus próprios objetivos; uma tarefa que é mais fácil se não estiver distraída pelas fantasias coloridas.

image: Maria Rantanen/flickr

Isso não significa que você fica incomodado com as cores em geral: os outros ao redor podem muito bem usar mil cores – não são os outros que perturbar essas pessoas, quanto a própria identidade, que devem defender e guiar com o preto. Em particular, as mulheres que usam preto querem desviar sua atenção de suas roupas para se concentrar em seu modo de ser.

Mas o preto também é a cor usada para impressionar, tranquilizar ou conquistar: as pessoas vestidas de preto comunicam confiabilidade, como demonstrado pelos resultados de um estudo segundo o qual o preto está associado a “boas” características (confiança, inteligência, sensualidade) e raramente aos negativos (arrogância). Além disso, de acordo com 64% dos homens e 50% das mulheres, essa cor inspira autossuficiência.

Portanto, se o preto é a cor que você ama, não tenha medo de usá-la sempre que quiser: os outros vão gostar de você, e você sempre estará ajustado às circunstâncias.

Source:

Segundo pesquisa, quem veste preto pode ser visto como alguém inteligente, confiável e atraente

A percepção de uma pessoa em relação às outras pode ser influenciada por muitos fatores, entre eles a forma de falar, a maneira de se relacionar ou até mesmo a maneira de se vestir.

Em relação ao último fator, a escolha da roupa e a cor dizem muito sobre uma pessoa.

No Reino Unido, foi realizada uma pesquisa que determinou que associar a roupa com a psicologia da cor é uma maneira ainda mais forte de explicar as diferentes percepções das pessoas.

Nós, do Incrível.club, pesquisamos mais sobre esse tema e com a ajuda de uma pesquisa descobrimos que o preto muda de maneira positiva a percepção que as pessoas têm dos outros.

© Lars Niki / Corbis Entertainment / Getty Images

Para responder a essa pergunta, a Buytshirtsonline, uma loja no Reino Unido que vende roupa pela Internet, realizou uma pesquisa.

O enfoque era a percepção da cor em relação à maneira de se vestir para impressionar; ou seja, quais são as cores que ajudam em um primeiro encontro ou em uma entrevista.

Dos mil participantes, 56% afirmaram que usar roupa preta faz a pessoa parecer mais confiável.

© Max Mumby/Indigo / Getty Images Entertainment / Getty Images

Para 38% dos homens, as mulheres que usam preto são mais atraentes. Por outro lado, 66% das mulheres indicaram preferir homens que vestem essa cor. Esses dados reafirmaram que o tom de roupa que escolhemos muda a percepção dos outros em relação a nós.

Além disso, em relação à inteligência a pesquisa assumiu como ponto de partida a campanha contra a estereotipização da cor rosa. Mais ou menos 5% das pessoas defenderam que as pessoas inteligentes usariam essa cor. Quem saiu vitoriosa novamente foi a cor preta, com 45% da preferência.

© Kevin Mazur / WireImage / Getty Images

Nesse sentido, a pesquisa concluiu que o preto é a cor mais bem avaliada. As pessoas que vestem preto são percebidas como confiáveis, inteligentes e atraentes.

Por isso, com a ajuda dos resultados da pesquisa, a loja criou uma lista de situações cotidianas em que usar roupa preta é uma boa opção:

  • Primeiro encontro
  • Entrevista de trabalho
  • Funeral
  • Casamento
  • Jogo de futebol

Para poder determinar como cada cor influencia a percepção das pessoas, diferentes cores foram comparadas, como azul, rosa, marrom, verde, amarelo, vermelho, branco e preto.

Por um lado, as pessoas que decidem usar vermelho são apaixonadas, um pouco arrogantes e menos inteligentes do que as pessoas que usam azul, que, como confirmado na pesquisa, é a cor mais bem avaliada depois do preto. Em relação aos tons de laranja e marrom, concluiu-se que elas não são as melhores opções para quem quer causar uma boa primeira impressão.

O que você achou dos resultados da pesquisa? Concorda que quem usa preto parece mais inteligente, atraente e confiável? Compartilhe a sua opinião nos comentários.

Imagem de capa Max Mumby/Indigo / Getty Images Entertainment / Getty Images

Black is Beautiful – Moda – Revista Must

“O preto é, simultaneamente, moderno e arrogante. É preguiçoso e fácil, ainda que misterioso. Mas, acima de tudo, o preto diz: ‘Eu não te incomodo — tu não me incomodas’”. Transcrita esta citação do designer de moda japonês, Yohji Yamamoto, poderíamos, de forma altiva e pedante, ficar por aqui neste texto.

É que o preto, antes de mais nada, é uma cor que não dá satisfações. É preto no branco, logo, sem espaço para litígios. Contudo — e apesar de tudo —, esta não cor (já lá vamos, à explicação) não tem tido uma existência fácil.

Ao preto é comum serem associadas as piores características do livro das emoções: “o preto é deprimente”, “o preto puxa para baixo”, o “preto é sorumbático, soturno, lastimoso”, ouve-se o tempo todo.

Desfile Yohji Yamamoto primavera-verão 2020 Foto: Getty Images

Em caso de dúvida, um rol de expressões e de termos confirmam a sua má fama: na Alemanha, por exemplo, quando alguém fica muito irritado diz-se que ficou “preto de raiva”; em inglês, a um crime de chantagem dá-se o nome de blackmail; piadas de mau gosto são, geralmente, conhecidas como sendo “piadas de humor negro”; quando uma pessoa é acometida por um blackout, fica tudo escuro e a pessoa não se lembra de nada; há as “ovelhas negras da família”, aqueles que vivem sob uma “nuvem negra” e, naturalmente, os pessimistas que vêem “tudo negro”. Relembramos ainda os “dias negros” da bolsa — como foi a sexta-feira negra de 24 de setembro de 1869, data que assinalou a falência do mercado de ouro nos Estados Unidos, — ou as listas negras — um lugar onde, independentemente dos motivos, ninguém quer figurar.

Num estudo publicado no livro A Psicologia das Cores: como as cores afetam a emoção e a razão (2017), o preto é a cor preferida de dez por cento das mulheres e homens.

Entre os homens com idades compreendidas entre os 14 e os 25 anos, 20% citaram o preto como a cor predilecta; entre os de 26 e 49 anos, apenas 9%; acima dos 50 anos, ninguém citou o preto como a cor preferida.

Nas mulheres, o gosto pelo preto também oscila com a idade: entre aquelas com idade superior a 50 anos, apenas 6% elege esta não cor como a favorita. Resumindo: quanto mais idade se tem, menos se aprecia o preto.

O que pode parecer evidente se pensarmos no preto como a cor do luto — o preto, nos mais idosos, pode significar a morte. Posto isto, é até natural que a cor preta carregue consigo uma fama que não a favorece. Para começar, esta cor não é sequer uma cor.

Vejamos: se a soma de todas as cores do arco-íris é branca, o preto representará a ausência de todas as cores. Deste modo, o preto foi declarado como sendo uma “não cor”.

A este propósito, Auguste Renoir, percursor do impressionismo foi, certa vez, questionado: “Quer dizer então que a única inovação do impressionismo foi a abolição do preto, essa ‘não cor’?”. Ao que Renoir respondeu: “O preto uma ‘não cor’? De onde é que vocês tiraram isso? O preto é a rainha das cores. Eu sempre abominei o azul Prússia. Eu bem que tentei substituir o preto por uma mistura de vermelho e azul — mas, para isso, eu usei o azul cobalto ou o azul ultramarino; e, no final das contas, acabei por voltar para o preto marfim”.

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Karl Lagerfeld no desfile Chanel outono-inverno 2018/2019 Foto: Getty Images

Em África, o preto é a mais bela das cores. Na bandeira preto-ouro-vermelho do Uganda, o preto representa o povo. O símbolo africano da liberdade é uma estrela preta de cinco pontas. O lema, por aquelas terras quentes, é Black is Beautiful. Porque é.

Back to Black (novamente)

A moda tem sido uma das maiores amantes do preto. Esta é uma relação amorosa que sobrevive aos tempos, e hoje, mais do que nunca, a não cor preta é sinónimo de resistência. De oposição ao boom do fast-fashion, das coleções demasiado constantes, e das tendências por demais fugazes.

E, o mais engraçado, é que ninguém defende o preto de forma tão acérrima, como o fazem os grandes designers de moda. Afinal, quem dita as regras. ” O preto é a quintessência da simplicidade e da elegância”, clamou Gianni Versace. “O preto simboliza a ligação entre a arte e a moda”, referiu Yves Saint-Laurent.

“O preto é uma cor que cai bem em qualquer pessoa. Com o preto não há como errar”, articulou Karl Lagerfeld. “Uso preto de dia e de noite. Fica sempre bem e dá destaque à personalidade”, expôs Donna Karan. Mas a adoração a esta não cor surge bem lá atrás no tempo.

Ainda antes de Coco Chanel (1883 – 1971) tornar chique o little black dress, em meados dos anos 20, o preto era uma cor reservada ao luto.

Conta a lenda que Gabrielle Chanel começou a usar preto aquando a morte do seu amante, Boy Capel, em 1919, e que os seus primeiros pequenos vestidos pretos inspiravam-se nos simplórios trajes de luto preto usados pelas camponesas das aldeias francesas que Gabrielle conhecia em criança.

Embora a criadora francesa tenha sido responsável por tornar esta peça no epítome do estilo, ela não foi a primeira a reconhecer o seu charme. Já em 1916, o termo little black dress surge na revista inglesa The Queen, e Henry James referiu o mesmo, ainda antes disso, em 1902, no filme As Asas do Amor.

Explicava a antiga diretora da Vogue e da Harper’s Bazaar, Diana Vreeland (1903-1989), consultora especial do Costume Institute no Metropolitan Museum of Art, que “quando os restaurantes se tornaram moda para passeios noturnos, nos anos 20 e 30, o little black dress converteu-se no visual a adotar em público; isto, em oposição aos vestidos de festa usados ??em jantares privados. O que tornou esta peça (ainda mais) inteligente foram os airosos acessórios — as peles, as luvas, os apolíneos sapatos e, o mais importante de tudo, os pequenos chapéus ou véus ultra chiques com fitas de moiré usadas no cabelo. Eventualmente, o little black dress perderia esse brilho particular no momento em que as mulheres deixavam de decorar as suas cabeças com pequenos véus. A partir do protestantismo, com Martinho Lutero, a roupa preta propaga-se pela Europa assumindo-se como símbolo da responsabilidade individual, dando daí um grande salto até à mais moderna filosofia da individualidade: o existencialismo de Jean Paul Sartre. O existencialismo foi, por volta de 1950, uma moda e uma filosofia. A visão do mundo deixou-se reproduzir também na maneira de vestir — os existencialistas vestiam-se de preto. O filósofo Jean Paul Sartre sempre se vestiu de preto. A cantora Juliette Greco, que incorporou o existencialismo em atitudes mais populares, ficou famosa pelos seus olhos delineados a preto, pelas suas calças em veludo cotelê (ou bombazina) pretas e pela camisola de gola alta preta que lhe chegava até ao queixo.

Claudia Mason, Beverly Peele, e Susan Holmes para a Vogue americana em 1992 Foto: Getty Images

Como cor que delimita, a roupa preta permaneceu popular entre todos os grupos que, ao longo da história, quisessem estar acima da norma, acima das massas, que não tivessem qualquer interesse em adaptar-se aos valores vigentes. Os beatniks — movimento sociocultural dos anos 50, princípio da década de 60, que subscreveu um estilo de vida anti-materialista, na sequência da 2.

ª Guerra Mundial — só se vestiam de preto. “Beat style is anti-style” (O estilo beat é o anti-estilo) escreveu-se na revista Esquire, em março de 1993. “[O estilo beat] são camisolas de gola alta pretas (…) São as roupas que se deixa cair no chão do quarto quando se vai para a cama, já de madrugada, e que se vestem sem pensar duas vezes, já tarde ao acordar (…).

O estilo beat é parecer que não se tem nada planeado, porém é tão simples que acaba por causar um grande impacto”. De regresso às passerelles, torna-se impensável não referir certa designer japonesa. Estava-se em 1981 quando o trajecto da moda mudaria completamente. Rei Kawakubo faria a sua primeira aparição, em Paris, com a sua marca Comme Des Garçons.

De cores escuras e repleta de buracos, as peças de roupa 'anti-moda' foram imediatamente repreendidas pela imprensa que as apelidou de 'Hiroshima chic' — tendo ajudado, porém, a reafirmar o preto como um carimbo que também pertencia ao guarda-roupa feminino.

Evocamos, igualmente e evidentemente, um dos connaisseurs mais reconhecidos em matéria de preto. O príncipe do design sombrio, Rick Owens. Ladeado pela sua companheira, musa e ícone, Michèle Lamy, Owens lidera uma tribo de corvos vestidos de preto que transitam algures num espaço indeterminado entre o monasticismo, o gótico e o grunge.

De farta e esvoaçante cabeleira negra e usando, geralmente, uma túnica preta sem mangas, o designer retrata a sua própria visão.

Desfile Rick Owens outono-inverno 2019/2020 Foto: Getty Images

Em suma, resume-nos a história que quem se veste de preto não tem necessidade de se tornar interessante pelas cores que usa; que, para isso, basta a sua personalidade. A artista suíça Pipilotti Rist, que tematizou na sua pintura a transformação doself por meio de diferentes trajes, explanou: “Quem se veste com cores alegres passa uma impressão superficial.

Quem se veste de preto está a demonstrar que não necessita de adornos, que tem valores internos”. O realizador Sergei Einstein, por sua vez, repudiou a cor nos seus filmes pois acreditava que, “renunciando a atração através das cores, a forma e o conteúdo receberiam uma maior atenção pela parte do espectador”. A forma segue a função (Form follows function).

É esse o lema do desenho clássico-moderno. Significa a renúncia a enfeites, a padrões supérfluos, a cores supérfluas. Tudo ganha um colorido “neutro”: preto, branco ou cinza. Com a renúncia ao colorido gera-se a exigência pela praticidade e pela funcionalidade — essas sim, as verdadeiras virtudes do design.

Segundo o mesmo livro citado anteriormente A Psicologia das Cores: como as cores afetam a emoção e a razão (2017), “nos objetos de luxo, a renúncia às cores permite que o luxo se manifeste por si só. O preto é a cor com que mais se evidencia a renuncia ao colorido, a mais contundente renúncia à ostentação — e, por isso, o preto é a mais nobre das cores.

Tudo o que quiser ganhar a aparência de ser tecnicamente moderno tornou-se preto: televisores, aparelhos de som, máquinas fotográficas ou relógios de pulso. As cores deveriam desaparecer para que a técnica passasse para primeiro plano”.

E se tudo isto nos parece demasiado técnico, frio até, então passemos a citar a designer belga, Ann Demeulemeester que declamou, tão poeticamente: “O preto é poético. Como é que imagina um poeta? Vestido de casaco amarelo brilhante? Provavelmente não”. Exacto, provavelmente não.

Desfile Céline outono-inverno 2019/2020 Foto: Getty Images

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