Como Se Chama A Pessoa Que Gosta De Ajudar Os Outros?

Como Se Chama A Pessoa Que Gosta De Ajudar Os Outros?

Todos nós possuímos uma missão nesta terra, aquela pelo qual viemos para lutar e tentar transformar as pessoas que amamos. Foi pensando nisso que decidimos fazer os 5 sinais de que você tem a missão de ajudar o próximo. Mas já se prepare porque é comum que após você ler esse artigo te venha um sentimento de acolhimento e reconhecimento, isto é, você reconhecerá que existem pessoas com essa mesma missão que você.

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Pensando nisso, vamos refletir um pouco sobre essa questão junto a Chico Xavier:

Em minhas preces de todo dia, sempre peço coragem e paciência. Coragem para continuar superando as dificuldades do caminho naqueles que não me compreendem. E paciência, para não me entregar ao desânimo diante das minhas fraquezas!

Saiba que se sua missão é ajudar o próximo você deve se entregar a isso de coração e alma. Que nunca te falte coragem e paciência para seguir com perseverança e certeza por este caminho.

5 Sinais que sua missão é ajudar o próximo

Empatia

É muito fácil para você se colocar no lugar do outro, você entende perfeitamente as escolhas, erros e acertos da vida da outra pessoa.

Além disso, provavelmente você já passou por um problema muito grande em sua vida, que te exigiu muita maturidade e confiança para que através dessa evolução você conseguisse por fim suportar a dor. Com isso você ajuda as pessoas com facilidade, afinal você entende em sua essência o que é passar por um grande desafio.

Conselhos

Muitas pessoas te pedem conselho ou contam suas histórias de vida, problemas, alegrias e desafios que tiveram que ter muita força para superar. Nisso você se vê dando diversos conselhos como um mestre nas palavras,  lá no fundo você sabe o que dizer, sabe quais são as palavras exatas que irão confortar o coração daquela pessoa.

Quero ajudar!

Você tem um sentimento muito forte de querer ajudar as pessoas, por isso geralmente está sempre conversando com alguém, ou pensando em situações que possam estar mais necessitados!

Saiba que esse seu desejo de servir os outros, de poder causar uma evolução na vida das pessoas é muito bom! Pode ter certeza que além de você ajudar, também estará se ajudando e acalentando o seu coração.

O caminho certo

Mesmo que você tente fugir parece que tudo te encaminha para que você saiba do seu dom, para que você perceba qual é a sua missão. Por isso você sempre se depara com sinais para que você volte sua atenção e aprendizado na ajuda de outras pessoas.

Experiência

Você já sentiu que sua alma é velha? Que mesmo com a idade que tem parece que já viveu diversas vezes e que sabe exatamente o que vai acontecer? Então é exatamente isso! Você sente que já possui uma experiência e que sabe o que deve falar, pensar e agir, por isso ajudar os outros se torna algo natural, como se fosse sua essência fazer com que os outros também possam evoluir.

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Generoso ou dependente?

Como Se Chama A Pessoa Que Gosta De Ajudar Os Outros?Anna Parini

Há pessoas que passam a vida pensando mais nos outros do que em si mesmas. Seres humanos extremamente empáticos e solidários, cuja vocação consiste em ajudar os demais. Na realidade, muitos profissionalizam essa pulsão inata com a qual nasceram tornando-se médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e voluntários dedicados a alguma causa humanitária. Em muitos casos, inclusive, aproveitam as férias para trabalhar em alguma ONG para ajudar os mais pobres e desfavorecidos.

Em seu âmbito familiar e social, por exemplo, costumam ser a referência à qual o resto dos amigos recorre quando têm algum contratempo, problema ou penúria. São os primeiros a ir ao hospital quando alguém que conhecem acaba de ser operado, está doente ou sofreu um acidente. Também dão uma mão quando alguém precisa de ajuda para mudar de casa.

Todos eles costumam ter como inspiração exemplos como a madre Teresa de Calcutá e Vicente Ferrer, e consideram que o mais importante na vida é ser “uma boa pessoa”.

Por isso, acima de tudo, se comprometem com a generosidade, com o altruísmo e com estar a serviço dos demais. No entanto, esse comportamento, aparentemente impecável, pode esconder um lado obscuro.

Cedo ou tarde se chega a um ponto em que a compulsão por ajudar termina cobrando seu preço.

Conta uma história que um jovem foi visitar um professor bastante idoso, e, entre lágrimas, confessou: “Eu vim visitá-lo porque me sinto tão insignificante que nem tenho forças para me levantar de manhã. Todo mundo diz que eu não sirvo para nada.

O que posso fazer para que me valorizem mais?”. O professor, sem olhá-lo, respondeu: “Sinto muito, garoto, mas agora não posso atender você. Primeiro, devo resolver um problema que estou adiando há dias.

Se me ajudar, talvez, depois, eu possa ajudar você”.

O jovem, cabisbaixo, concordou com a cabeça. “Claro, professor, diga-me o que posso fazer por você”. O idoso tirou um anel que tinha em seu dedo e o entregou ao jovem. “Estou em dívida com uma pessoa e não tenho dinheiro suficiente para pagar”, explicou. “Agora, vá ao mercado vender o anel, mas não o faça por menos de uma moeda de ouro”.

Chegando lá, o garoto começou a oferecer o anel aos mercadores, mas, ao pedir uma moeda de ouro por ele, alguns davam risada e outros se afastavam sem sequer olhar. Derrotado, o garoto retornou à casa do ancião. E ao vê-lo, compartilhou sua frustração: “Sinto muito, mas é impossível conseguir o que você me pediu.

Como muito, me ofereceram duas moedas de bronze”.

O professor, sorridente, respondeu: “Não se preocupe. Você acaba de me dar uma ideia. Antes de atribuir um novo preço, primeiro precisamos saber o valor real do anel. Vá ao joalheiro e pergunte para ele quanto custa.

E não importa quanto ele ofereça, não venda o anel. Volte para casa com ele”. Após alguns minutos examinando o anel, o joalheiro disse que era “uma peça única” e que o compraria por “50 moedas de ouro”.

O jovem correu emocionado à casa do ancião e compartilhou com ele o que o joalheiro tinha dito.

“Estupendo, agora se sente um momento e escute com atenção”, pediu o professor. Ele olhou o jovem nos olhos e disse: “Você é como esse anel, uma joia preciosa que só pode ser valorizada por um especialista.

Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor?”. E, enquanto o idoso voltava a colocar o anel em seu dedo, concluiu: “Todos somos como essa joia: valiosos e únicos.

E andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos digam qual é nosso autêntico valor”.

Dentro do “clube de boas pessoas” há aquelas que se doam baseadas na abundância e as que, pelo contrário, o fazem com base na escassez. Ou seja, as que se doam pelo prazer de ajudar e as que, de maneira oposta, o fazem com a esperança de receber. Vamos nos centrar nesses últimos, indagando sobre o que impulsiona, realmente, suas ações.

Muitos deles se forçam a fazer o bem, seguindo o que dita uma voz que os lembra de que pensar apenas em si mesmos e em suas próprias necessidades, é “um ato egoísta”.

E não é em vão que estão convencidos de que, para serem felizes, precisam do carinho e da admiração alheias, e, para que isso ocorra, devem ser boas pessoas.

Movidos por esse tipo de crenças, costumam oferecer, compulsivamente, sua ajuda, trazendo para suas vidas pessoas necessitadas e incapazes de se autogerir.

Ao se colocarem como salvadores, consideram que as demais pessoas não poderiam sobreviver nem prosperar sem sua ajuda. Então, tendem a interferir nos assuntos de seus conhecidos, oferecendo conselhos até mesmo quando ninguém os pede. Sem ter consciência disso, pecam pela soberba ao se colocarem acima daqueles que ajudam, achando que sabem o que necessitam melhor do que eles mesmos.

Paradoxalmente, o orgulho os impede de reconhecer suas próprias necessidades e de pedir ajuda quando precisam. Por trás de uma personalidade bondosa, serviçal e inclinada a agradar sempre, se esconde uma dolorosa ferida: a falta de amor próprio. Um sentimento que buscam obter, desesperadamente, daqueles que ajudam, tornando-se indivíduos muito dependentes emocionalmente.

Se você dá para receber algo em troca, é uma questão de tempo para que acabe jogando tudo o que fez na cara da pessoa por não ter recebido o que esperava”

Erich Fromm

Esta é a razão pela qual, com o tempo, aflora sua escuridão em forma de repreensão. Eles se sentem tristes e magoados por não receber afeto e agradecimento em troca dos serviços prestados.

Em alguns casos extremos, terminam explodindo agressivamente, jogando na cara das pessoas tudo que fizeram por elas.

Também utilizam a chantagem emocional e a manipulação para se colocarem como vítimas e fazer com que os que receberam ajuda se sintam culpados, esperando, assim, obter o amor que acham que merecem e que necessitam para se sentirem bem consigo mesmos.

O ponto de inflexão desses ajudadores compulsivos começa no dia em que decidem adentrar um terreno tão desconhecido quanto aterrorizador: a solidão e a introspecção, colocando sua empatia a serviço de suas próprias necessidades.

Apenas assim podem superar sua dependência pelo amor do próximo, e conseguir ser muito mais autossuficientes emocionalmente.

Dessa maneira, conseguem impor limites em relação a oferecer ajuda – sabendo dizer “não” –sem se sentirem culpados ou egoístas por priorizar a si mesmos quando mais o necessitam.

Antes de voltar a ajudar alguém, pode ser interessante que se perguntem o que os incentiva a fazer isso, compreendendo o padrão inconsciente que se oculta por trás de suas boas intenções. Assim, deixarão de acumular sentimentos negativos por aqueles que não devolvem os favores prestados.

Também podem ter em mente que cada pessoa é capaz de assumir seu próprio destino, aprendendo a resolver seus problemas sozinha. Por isso, é fundamental que compreendam que ninguém faz outra pessoa feliz, já que a felicidade se encontra na interior de cada ser humano.

A realidade é que o bem-estar interno é o verdadeiro motor do amor, esse que faz com que as pessoas deem o melhor de si mesmas sem esperar nada em troca. Em vez de comportar-se como um bom samaritano, a grande aprendizagem consiste em ser uma pessoa feliz, o que torna possível compreender que ajudar pode ser a verdadeira recompensa.

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Veja 9 profissões para quem gosta de ajudar pessoas

Como Se Chama A Pessoa Que Gosta De Ajudar Os Outros?

No momento de escolher uma profissão, são vários os aspectos que levamos em consideração. Nosso estilo de vida e o que gostamos de fazer devem ter prioridade neste assunto.

Quem gosta de ajudar as pessoas, por exemplo, pode ficar em dúvida ao escolher uma carreira que concilie seu sucesso profissional com a vontade de se dedicar ao outro. Existe um falso conflito entre cuidar da própria vida profissional ou ajudar o próximo. Essas duas coisas podem muito bem andar juntas!

A verdade é que ajudar as pessoas não é sinônimo de trabalho voluntário. Existem diversas profissões cujo foco é ajudar a sociedade de alguma forma, seja no aspecto físico ou psicológico. Algumas destas profissões estão, inclusive, entre as mais bem pagas do País!

Se você quer conciliar sua vida profissional à vontade de ajudar o próximo, conheça 9 profissões onde é possível trabalhar se dedicando a outras pessoas!

1. Enfermeiro

A essência do trabalho de um enfermeiro é cuidar das pessoas para manter e restabelecer sua saúde. O enfermeiro fica em contato direto e constante com pacientes. É ele quem realiza os primeiros socorros, administra medicamentos, faz curativos, prepara para a realização de exames e muito mais.

Para seguir esta profissão é preciso gostar de lidar com pessoas e ter preparo emocional para confortar pacientes em situações de bastante fragilidade.

Muitas vezes o enfermeiro precisa lidar também com os familiares e amigos dos pacientes, dando orientações práticas ou oferecendo apoio emocional.

2. Psicólogo

O psicólogo ajuda as pessoas a se conhecerem melhor. Ele é capaz de identificar as causas dos problemas de seus pacientes e ajudá-los a rever certos comportamentos, ideias ou sentimentos.

É o profissional capaz de diagnosticar e tratar distúrbios emocionais e de personalidade. Fazer o paciente se sentir melhor e ter confiança para enfrentar seus medos e problemas é uma de suas atribuições diárias.

Quem deseja seguir esta profissão precisa ter estrutura emocional para ouvir os conflitos pessoais de seus pacientes e ajudá-los na superação de seus problemas.

Psicólogos também podem ajudar as pessoas trabalhando na área de Recursos Humanos, seja cuidando do bem estar de funcionários de uma empresa ou ajudando candidatos a encontrarem o emprego ideal, entre outras atividades.

3. Assistente Social

O trabalho de um assistente social é promover o bem estar coletivo e integrar os indivíduos à sociedade. Um dos objetivos deste profissional é defender os direitos humanos e viabilizar o acesso da população a políticas sociais como educação, saúde, moradia, previdência social, etc.

Crianças, adolescentes e pessoas que estão em situação de vulnerabilidade social ou têm seus direitos violados são o principal alvo do trabalho dos assistentes sociais.

Para quem deseja combater as desigualdades sociais e ajudar as pessoas a lutarem por seus direitos, esta é uma boa opção de carreira a seguir.

4. Médico

A principal função de um médico é tratar e curar doenças. Ele trabalha investigando os sintomas dos pacientes para identificar as causas dos problemas que os afetam.

Muitos médicos se dedicam a cuidar de pacientes individualmente em clínicas e hospitais. Outros conseguem ajudar um número ainda maior de pessoas desenvolvendo pesquisas para criar vacinas, novos medicamentos e tratamentos.

Há também aqueles que se dedicam a levar cuidados de saúde a quem dificilmente teria acesso.

São profissionais que se engajam em órgãos internacionais de ajuda, se dispõem a cuidar de vítimas de conflitos, grandes tragédias naturais ou populações isoladas.

5. Nutricionista

O nutricionista estuda os alimentos e os efeitos que eles provocam em nosso organismo. Ele orienta as pessoas sobre como devem se alimentar de forma saudável para melhorar sua qualidade de vida.

Quem se forma no curso de Nutrição pode atender pacientes em seus consultórios, cuidar de um grupo de pessoas (como uma equipe esportiva, funcionários de uma empresa, etc.), ou atuar na saúde coletiva desenvolvendo programas e fiscalizando cozinhas industriais, restaurantes, etc.

Se você entende a importância de um estilo de vida saudável e quer ajudar as pessoas a cuidarem do bem estar através da alimentação, esta pode ser uma ótima escolha de profissão.

6. Segurança

Uma das maneiras de ajudar as pessoas é protegê-las de qualquer perigo e assegurar que seu patrimônio esteja a salvo. Quem trabalha na área de segurança está preparado para identificar e analisar os riscos aos quais determinada pessoa ou empresa estão sujeitas. A partir disto, este profissional define as ações que serão tomadas para prevenir as situações de perigo.

Os profissionais de segurança costumam trabalhar para garantir o bom andamento de eventos, de estabelecimentos como bancos e shoppings, fazer escoltas pessoais, prevenir acidentes em locais de trabalho, criar políticas de segurança, e muito mais.

7. Profissionais da área de Direito

Quem se forma no curso de Direito tem como principal objetivo resolver conflitos aplicando as leis vigentes do país. Advogados, juízes, promotores e delegados ajudam a garantir a ordem entre os indivíduos.

Estes profissionais defendem os interesses de seus clientes e asseguram que seus direitos sejam respeitados.

Se você quer ajudar a população em geral e busca por uma sociedade mais justa, o curso de Direito pode garantir a carreira de seus sonhos.

8. Pedagogo

O principal objetivo do pedagogo é melhorar a qualidade da educação como um todo. Quem se forma no curso de Pedagogia pode tanto ministrar aulas para crianças em fase de alfabetização, quanto atuar na parte administrativa de instituições de ensino.

O pedagogo é um orientador educacional. Ele auxilia professores a criarem seus planos de aula, coordena reformas curriculares, realiza reuniões pedagógicas com professores, alunos e familiares, planeja e organiza atividades culturais e de aprendizagem.

Não é apenas em escolas que um pedagogo pode atuar. Ele pode também trabalhar junto ao departamento de recursos humanos em empresas de diversos setores, treinando os colaboradores e promovendo mudanças comportamentais.

Além disso, este profissional é capaz de criar materiais pedagógicos para a educação infantil, como livros e brinquedos. Ou ainda, ajudar crianças que estão internadas, criando um ambiente de aprendizagem em hospitais e clínicas médicas.

Se você entende que a educação é um caminho importante para um mundo melhor e gostaria de fazer a diferença nessa área, a carreira em Pedagogia pode ser uma boa opção para você.

9. Fisioterapeuta

O fisioterapeuta ajuda pessoas com lesões ou problemas musculares, aplicando técnicas para restaurar os movimentos e a capacidade física do paciente. Ele realiza atividades como massagens, exercícios e tratamento à base de frio e calor para tratar e prevenir lesões musculares.

O fisioterapeuta pode atender pacientes de forma individual ou trabalhar com um grupo de pessoas. É um profissional muito requisitado, por exemplo, no esporte, onde acompanha os atletas, faz avaliações para verificar o condicionamento físico de cada um e prescreve tratamentos para evitar traumas e lesões.

Fazer com que alguém recupere os movimentos exige diversas sessões de fisioterapia. Quem deseja trabalhar nesta área tem que gostar de cuidar de pessoas e ser persistente para ajudar os pacientes a alcançarem os resultados desejados.

Onde estudar

  • Se você já decidiu qual carreira seguir, o próximo passo é escolher uma faculdade de qualidade e credenciada pelo Ministério da Educação (MEC) para se qualificar.
  • Confira algumas universidades bem avaliadas que oferecem cursos para quem gosta de ajudar ao próximo:
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  • Conheça os 8 profissionais mais felizes

Você está buscando uma profissão em que possa ajudar as pessoas? Alguma das carreiras acima chamou sua atenção? Deixe seu comentário aqui!

O que é uma pessoa altruísta – 10 coisas que podemos aprender com elas – Portal

Como Se Chama A Pessoa Que Gosta De Ajudar Os Outros?

Conheça as características de uma pessoa altruísta

Atualmente, as pessoas pensam apenas em si mesmas cada vez mais. Atender suas próprias necessidades, anseios e desejos tornou-se a prioridade de quem vive num mundo individualista. Nesse contexto, amar o próximo e dedicar um tempo a ele, doando um pouco de si para que ele se ainda melhor, é um ato de extrema revolução.

Isso não significa que seja errado pensarmos em nossas necessidades e naquilo que precisamos atender para nos sentirmos realizados. Contudo, é importante ressaltar que é perfeitamente possível conciliar as duas coisas, ou seja, pensar em si e pensar também no outro, em formas de ajudá-lo a alcançar seus objetivos, metas e sonhos diariamente.

Isso nos leva ao conceito de altruísmo, para que sejamos capazes de contribuir para um mundo melhor; muito mais igualitário; que pensa no bem-estar físico, psíquico e emocional de todos. Nesta leitura, você descobrirá como desenvolver essa habilidade e qual é a sua importância também para o nosso próprio bem-estar.

  • Eu tenho o material certo
  • para você entender o que é
  • e como funciona esse
  • método poderoso!
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O que é ser altruísta?

Quando falamos em altruísmo, estamos falando de indivíduos que têm a característica e a capacidade de realizar ações pensando no bem-estar das pessoas ao seu redor, mesmo que, para isso, tenha que se anular e sacrificar seus próprios desejos e interesses de vez em quando. Altruísmo é o oposto do egoísmo.

É muito nobre pensar e agir em prol das necessidades do próximo, uma vez que, quanto mais o ajudamos, mais benefícios poderemos obter para nós mesmos. Entretanto, é preciso tomar certo cuidado, pois é fundamental mantermos o equilíbrio entre o que fazemos por nós mesmos e o que fazemos pelo outro.

De nada adianta pensar o tempo todo no outro e esquecer-se de si, de seus sonhos e objetivos, uma vez que você é o principal responsável pela concretização de seus desejos.

Lembre-se do conselho dos comissários de bordo: em emergências no avião, primeiro coloque a máscara sobre si para garantir a sua sobrevivência, de modo que, então, você possa ajudar as outras pessoas. Se isso não for feito, você não conseguirá ajudar nem a si mesmo nem ao outro.

Sendo assim, ser altruísta é um ato de coragem e revolução, se pensarmos no mundo em que vivemos e em como ele se encontra atualmente. Porém, não podemos deixar para trás os nossos interesses. Como sempre, equilíbrio é fundamental.

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10 coisas que podemos aprender com pessoas altruístas

Depois de entendermos a necessidade de se manter o equilíbrio entre contribuir para a construção de nossos sonhos e os das pessoas ao nosso redor, é chegado o momento de entendermos o que podemos aprender com os indivíduos que já são altruístas por natureza. Dessa forma, poderemos aplicar estes ensinamentos em nosso dia a dia.

1. Desenvolver a empatia

Empatia é a capacidade que o indivíduo tem de se colocar no lugar do outro, tentando sentir o que ele sentiu ou sentiria caso estivesse passando pela mesma situação que ele enfrenta. A ideia é tentar compreender os sentimentos e emoções vivenciadas, de modo que seja possível ajudar o próximo de maneira racional e objetiva.

A empatia está intrinsecamente ligada ao altruísmo, pois nos ajuda a compreender a dor e o sofrimento das pessoas ao nosso redor, nos incentivando a encontrar mecanismos que façam com que possamos ajudá-las de maneira mais assertiva e efetiva. É com empatia que agimos em relação ao outro da mesma maneira que gostaríamos que alguém agisse conosco.

2. Ouvir na essência

Outra grande habilidade que o altruísmo nos ensina é ouvir as pessoas na essência. Isso quer dizer que quando alguém está conversando conosco, nós devemos prestar atenção verdadeiramente nela, sem deixar que a nossa mente fique vagando por outros assuntos ou seja absorvida pelas preocupações do dia a dia.

Este é um dos maiores presentes que podemos oferecer a alguém: a nossa atenção. Mesmo que não falemos nada, pelo menos estaremos prestando atenção no que a pessoa nos diz de uma maneira real, da forma como ela merece. Afinal de contas, como ajudar alguém sem ouvir o que a pessoa tem a dizer? Ouvir é um bom começo.

3. Ajudar de forma genuína

Ajudar genuinamente o próximo, seja ele conhecido ou não, significa prestar auxílio sem esperar por algo em troca.

É importante tocar neste ponto, pois existem muitas pessoas que até têm o hábito de colaborar, de serem solidárias e empáticas, entretanto, sempre criam expectativas sobre suas ações e sobre as ações daqueles aos quais estão ajudando. Em outras palavras, essas pessoas esperam algo em troca do bem que fizeram.

Para as pessoas verdadeiramente altruístas, o que mais vale é o simples fato de ajudar de maneira genuína, já que são indivíduos que se doam tanto, que acabam esquecendo-se de suas próprias necessidades. Assim, este é um dos grandes aprendizados que podemos ter com este perfil de pessoa: ajudar sem esperar retribuição.

4. Ficar feliz com a felicidade do outro

Um dos maiores benefícios e aprendizados que podemos ter com indivíduos altruístas tem a ver com a grande habilidade que essas pessoas têm de sentirem-se felizes e realizadas com a felicidade daqueles que lhes rodeiam. Para os altruístas, não há nada mais gratificante do que ver alguém sorrindo, feliz e realizado com suas próprias conquistas.

Isso acontece, pois os altruístas são pessoas que sentem um bem-estar enorme ao terem a oportunidade de presenciar a felicidade e a plenitude dos que lhes acompanham em sua jornada, mesmo que não tenham participação direta para que essa felicidade aconteça. O que lhes importa realmente é ver as pessoas sorrindo com suas realizações, sem sentir qualquer tipo de inveja ou ciúme.

5. Levar a vida com mais tranquilidade

Os altruístas são indivíduos autoconfiantes, extremamente otimistas, que sabem que, no final das contas, tudo foi feito para dar certo. Sendo assim, fazem de tudo para levar a vida menos a sério, preocupando-se apenas com o que está acontecendo no presente. O que passou é passado, e o futuro ainda não chegou.

Não se trata de pessoas relaxadas, que deixam tudo para resolver na última hora. Contudo, pessoas altruístas não antecipam as situações ou preocupações, já que sabem que ficar ansioso com o que ainda nem aconteceu não contribui em nada adianta, exceto para nos adoecer.

6. Abrir os olhos para os problemas do mundo

Como citado no início do artigo, atualmente, as pessoas têm se preocupado cada vez menos com os problemas que estamos enfrentando no mundo, como as crises políticas, a fome, a miséria, questões ambientais, entre tantas outras situações nas quais podemos contribuir de uma maneira ou de outra.

Quando desenvolvemos o nosso altruísmo, conseguimos enxergar melhor essas questões e passamos a refletir sobre o que podemos fazer para que existam melhorias no mundo em que vivemos. Não é porque um problema não acontece em nossa rua que ele deixa de ser nosso. O planeta Terra é a casa de toda a humanidade.

7. Ser mais solidário

Atos de solidariedade têm o poder de fazer com que o mundo ao nosso redor seja constantemente transformado. Assim, outro grande aprendizado que podemos ter com os altruístas é sermos cada vez mais solidários nas mais diversas situações que nos cercam, desde ajudar um idoso a atravessar a rua até tornar-se voluntário em alguma causa com a qual tenhamos afinidade.

Você deve ter percebido que este item tem tudo a ver com item anterior. Ser solidário é uma consequência natural de abrir os olhos para os problemas do mundo. Primeiro identificamos os problemas que as outras pessoas enfrentam para que, depois, sejam capazes de ajudá-las.

8. Ser bondoso e generoso, sem precisar contar a ninguém

Raramente você vai saber sobre os atos de altruísmo de alguém pela boca dessa mesma pessoa, uma vez que esse perfil de indivíduo age com bondade sem precisar contar ou divulgar o que está fazendo para ninguém.

Assim como existem pessoas que esperam algo em troca de seus atos “solidários”, também existem aquelas que procuram pelos holofotes. Nos dois casos, não são pessoas verdadeiramente altruístas, mas indivíduos vaidosos, que desejam satisfazer sua necessidade de atenção ou ganhar algo em benefício próprio.

As ações de quem é verdadeiramente altruísta são realizadas para que a pessoa se sinta bem consigo mesmo e para fazer com que as pessoas auxiliadas desfrutem do bem-estar que merecem. Sendo assim, os altruístas não enxergam a necessidade de ficar anunciando aos quatro cantos as benfeitorias que realizam pelo mundo. Como se diz popularmente, “caridade com propaganda é vaidade”.

9. Não julgar

Como têm a grande capacidade de se colocar no lugar das outras pessoas, os indivíduos altruístas evitam ao máximo qualquer tipo de julgamento com relação a elas.

Cada pessoa tem uma história de vida sobre a qual pouco ou nada sabemos. Muitas vezes, os atos dos outros não fazem sentido para nós, mas não devemos julgá-los, afinal de contas, não conhecemos verdadeiramente a realidade de cada um. O altruísta verdadeiro sabe que aquilo que conhecemos sobre alguém é só a ponta do iceberg.

Por isso, o que podemos aprender com os altruístas é exatamente isto: não julgar realidades que não conhecemos profundamente. Como todo ser humano é falho, ninguém está em posição de julgar ninguém. Além disso, todo julgamento sem conhecimento de causa é puro preconceito.

10. Procurar sempre novas formas de ajudar

O indivíduo altruísta sempre acredita que pode fazer mais pelas pessoas ao seu redor, bem como pelo mundo todo que o cerca. Por isso, está em constante movimento, procurando novas maneiras de colaborar com o próximo, com seus amigos, familiares e até mesmo com desconhecidos.

Para ele, isso é gratificante e o deixa imensamente feliz e realizado. É por isso que pessoas altruístas investem tanto tempo em realizar ações que contribuam para que o mundo fique cada vez melhor para se viver. Ações altruístas envolvem doações para instituições de caridade, visitas a hospitais, resgate de animais de rua, distribuição de comida à população carente, entre outros.

No entanto, além dessas formas “clássicas” de solidariedade, não podemos nos esquecer de que há formas mais cotidianas de expressar o altruísmo. Ouvir um desabafo, consolar um amigo, fazer um favor, dar uma carona e compartilhar um conhecimento são alguns exemplos.

São inúmeros os aprendizados que podemos ter com aqueles que são verdadeiramente altruístas. No entanto, lembre-se também de cuidar de você, para que, assim, esteja em perfeitas condições de continuar ajudando aqueles que mais precisam.

E você, tem sido uma pessoa altruísta ultimamente? Quais desses conselhos mais tocaram seu coração? Deixe seu comentário abaixo. Ah, e por falar em altruísmo, não se esqueça de levar essas boas notícias aos seus amigos e familiares!

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Seis tipos de pessoas que é bom ter por perto (e outros seis que é melhor manter longe)

Imagine por um momento que você é J. R. R. Tolkien e acabou de esboçar O Senhor dos Anéis — que se tornou uma obra épica.

Se tivesse a oportunidade de mostrar seu rascunho a alguém, a quem o mostraria? O escritor britânico não teve dúvidas e compartilhou seus hobbies, elfos e anões da Terra Média com os colegas de um pequeno grupo literário que havia criado com C. S.

Lewis, o autor do não menos fantasioso as Crônicas de Nárnia. Para Tolkien, “os inklings”, o nome dado a essa associação, viriam a ser o que anos depois David McClelland chamaria de “grupo de referência”.

Segundo o estudo desse psicólogo social da Universidade Harvard, as pessoas com quem nos envolvemos regularmente “determinam 95% de nosso sucesso ou fracasso na vida”.

É claro que, além de seu talento indiscutível, os comentários e críticas dos “inklings”, seu grupo de referência, encorajariam o perfeccionista Tolkien a finalizar sua obra magna.

Pode-se dizer que parte do mérito do livro mítico foi de seus colegas.

Agora, pare para pensar no seu “grupo de referência”, aquele que faz parte de seu entorno, a família, o trabalho, os amigos … Essas pessoas a quem você está habitualmente exposto moldam quem você é.

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Como diz o empresário Ricardo Llamas Martínez, autor do livro Elígete a Ti Mismo y Haz que Funcione, de 2015 (escolha a si mesmo e faça com que dê certo), “as pessoas com quem passamos mais tempo determinam as conversas que atraem nossa atenção […

] Com o tempo, começamos a comer o que comem, falar como falam, ler o que leem, pensar o que pensam, ver o que veem, tratar os outros da mesma maneira e até a nos vestirmos como elas. O engraçado é que normalmente ignoramos que nos parecemos tanto”.

Com quem você passa mais tempo? Quem são as pessoas que mais admira? McClelland descobriu que os mesmos indivíduos, com o mesmo histórico, oportunidades e habilidades, fazendo as coisas da maneira correta, definitivamente dependiam de seu “grupo de referência”.

Ou, o que dá na mesma, se você não escolher as pessoas que te encorajem e estimulem, que sejam um incentivo na sua vida, o mais provável é que você fracasse.

E o que fazer então? Segundo o médico, empreendedor e palestrante Sam Hazledine, “você precisa escolher conscientemente seu próprio grupo de referência e não só por proximidade. Não é algo comum, mas também não é complicado”.

Para isso, explicamos como distinguir as “pessoas tóxicas”, as que devem ser mantidas o mais longe possível, e como investir naquelas que acrescentam valor à sua vida.

Vale a pena se esforçar para encontrar estas seis pessoas

Que não compliquem a sua vida, que sejam positivas, que tenham iniciativa, assumam seus erros … São qualidades que, nos outros, podem multiplicar o bom de nós mesmos.

“É preciso saber se cercar de pessoas motivadas e inspiradoras, isso aumentará nosso bem-estar emocional e nossa capacidade de aprendizado, e viveremos um maior crescimento pessoal”, garante Elena Cedillo, psicóloga clínica e cocriadora de People are Not Resources (pessoas não são recursos). Para Cedillo, estes são os seis tipos de pessoas que podem nos beneficiar mais.

Pessoas motivadas

São comprometidas e ativas. Estabelecem metas, perseveram, são entusiasmadas e geralmente não se deixam paralisar pelo medo. São o espelho no qual deveriam refletir-se os que se fustigam com cada erro que cometem, pois as pessoas motivadas lembram que um erro é uma experiência de crescimento e aprendizagem.

Pessoas inspiradoras

Assumiram as rédeas de suas vidas, mudaram o que não queriam ou mostraram uma grande capacidade de superação em circunstâncias específicas. Têm uma atitude constante de perseverança e acreditam em si mesmas e em suas possibilidades. As pessoas inspiradoras nos mostram que não devemos parar de lutar, que nunca é tarde para criar propósitos e perseguir objetivos.

Pessoas positivas

Elas nos ajudam a perceber o lado bom das coisas, a correr riscos, a alcançar uma solução satisfatória dos problemas. Pessoas positivas nos fazem acreditar em nossas possibilidades, assumir a responsabilidade por nossas vidas e sorrir mais. E o sorriso tem um poder inegável.

Pessoas abertas

Estão razoavelmente livres de preconceitos e sempre dispostas a ouvir diferentes critérios e opiniões, mesmo que não correspondam a seus pontos de vista. Empatizam mais com os outros e não têm tanto medo de mudar.

Aceitam melhor as críticas (e isso é muito importante porque seu efeito é muito mais potente do que a adulação) e vivem de maneira mais despreocupada com o que os outros pensam delas.

Pessoas abertas nos darão mais flexibilidade, nos ensinarão a ter mais diálogo, a aceitar melhor as críticas e a manter maior equilíbrio emocional.

Pessoas apaixonadas

Vivem com entusiasmo, aproveitam cada momento e investem tempo naquilo que realmente as apaixona. Sua alta motivação é um mecanismo poderoso. Pessoas apaixonadas nos ensinam uma grande lição: “Se você encontrar a sua verdadeira paixão, nunca haverá falta de motivação”.

Pessoas agradecidas

Nós tendemos a nos concentrar mais naquilo em que não estamos satisfeitos, em vez de focar nas coisas boas que constantemente acontecem conosco. Aumentar a gratidão ou estar com pessoas agradecidas aumentará nosso bem-estar emocional, nos situará em nosso presente e nos manterá afastados da queixa inútil.

Cuidado com este tipo de pessoa, não traz nada de bom

Já dizia Bernardo Stamateas em seu best-seller Gente Tóxica: é preciso evitar as pessoas que complicam a sua vida, que abusam se você não puser limites, “vampiros emocionais” que se sentem bem destruindo, em vez de contribuindo.

“Em toda organização existe uma 'maçã podre' que poderá, em algum momento, afetar o comportamento dos bons trabalhadores e, consequentemente, de toda a empresa”, diz Valeria Sabater, psicóloga social e especialista em neurocriatividade.

Para ela, estes são os seis tipos de pessoas que devemos tentar evitar.

Pessoas que se queixam

Quem vive em uma espiral de reclamações constantes tem um problema para cada solução, e fazer da reclamação seu modo de vida geralmente envolve a criação de cativos: eles nos procuram para desabafar ou nos tornar o motivo de suas reclamações. É melhor fazê-los ver que, com seu comportamento derrotista, não resolvem nem ganham nada. Se não mudarem, não devemos nos deixar contagiar por sua atitude nem dar valor a seus comentários negativos.

Pessoas invejosas

No momento em que alguém experimenta a inveja se percebe como inferior ou como perdedor, e isso não apenas gera frustração, mas também produz algo muito perigoso, a raiva.

De fato, até mesmo isso que chamamos de “inveja saudável” esconde o desejo por algo que não se possui e isso pode moldar situações incômodas, nas quais se perde a confiança em nossos relacionamentos.

A admiração sempre será melhor que a inveja. Quem te inveja, não te ama nem te respeita.

Pessoas que fazem fofoca

Estão sempre mais preocupados com o que os outros fazem do que com a responsabilidade por si mesmas. Têm um tipo de personalidade que é muito daninha no local de trabalho porque intoxica o ambiente, cria problemas onde não há e dificulta a produtividade.

Não caia nesse jogo. A fofoca morre quando atinge o ouvido inteligente que decide parar esse boato ou mexerico. Esse tipo de pessoa gosta de entrar nesses jogos porque adquire poder. Portanto, é melhor não dar valor às fofocas e menos ainda ao fofoqueiro.

Pessoas que se sentem culpadas

Usam a vitimização como uma estratégia manipuladora, um detalhe que deve ser levado em consideração porque pode ser uma faca de dois gumes.

Por se mostrarem deprimidas (há as que estão e não se nota) e arrastando o peso da culpa em suas costas, estão na realidade usando uma afiada manipulação emocional.

São pessoas que estão sempre pedindo perdão e costumam ser submissas para obter benefícios.

Pessoas agressivas

Carecem de empatia, são autoritárias, usam a comunicação violenta e priorizam de modo exclusivo suas necessidades e direitos.

Viver com esse tipo de personalidade pode erodir gravemente nossa autoestima, e não podemos ignorar que estamos enfrentando um tipo de abuso. A melhor coisa nesses casos é manter distância.

Viver com alguém agressivo, seja na família ou no trabalho, deixa sérias sequelas em todos os níveis.

Pessoas psicopatas

Há um dado interessante: as pessoas com comportamento psicopata têm maior probabilidade de se candidatar a cargos de gerência ou poder.

A explicação é que sua personalidade agressiva, sua falta de empatia ou a capacidade de manipular usando seu charme para obter objetivos são características exigidas em certas categorias de trabalho.

Esse tipo de perfil tende a contornar a legalidade ou o permitido para obter benefícios. Diante do psicopata, é melhor estabelecer limites, deixar claras as consequências de suas ações e, acima de tudo, nunca ceder.

  • (Fonte: El Pais)
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11 truques da psicologia para qualquer um gostar de você

Estar entre pessoas que gostam de você não é só uma sensação ótima: também te torna mais persuasivo e até bem-sucedido. Claro, ser popular pode ser um desafio, especialmente em ambientes novos – mas fique sabendo que a psicologia já tem um monte de “hacks” para te ajudar na missão de se tornar “mais gostável”.

A jornalista científica Maggie Zhang reuniu uma série de estudos que te fazem passar por simpático em quase qualquer situação, e a gente resume para você:

1. Esteja por perto

O primeiro truque não exige nada mais que a sua presença. Existe um fenômeno chamado “efeito de mera exposição”, que explica porque coisas familiares te dão aquele quentinho no coração. Quanto mais você se acostuma com a presença de alguma coisa, mais tende a gostar dela.

Um estudo da Universidade de Pittsburgh colocou quatro atrizes para frequentar aleatoriamente algumas aulas de psicologia. Depois, perguntaram a universitários homens com qual delas eles tinham mais afinidade.

Detalhe: eles nunca haviam falado com nenhuma das quatro. Na maior parte do tempo, os participantes preferiam aquela que tinha ido a mais aulas.

A reação é completamente passiva: o fato de algo ou alguém fazer parte da sua rotina cria interações (mesmo não verbais) constantes, que criam uma certa intimidade e aumentam as chances de nascer uma amizade.

Seja chato, seja legal, mas esteja lá – já é meio caminho andado para que gostem de você.

2. Elogie para ser elogiado… mas não demais

Falar bem de alguém funciona como um bumerangue: quem escuta um elogio passa a associar os adjetivos usados a pessoa que falou. A transferência acontece mesmo quando o galanteio não é dos mais sinceros.

Ou seja, quando você diz que alguém é inteligente, alegre e animado, a pessoa do outro lado vai pensar associar você à inteligência, alegria e animação. O contrário também é verdade: se você sair falando mal dos outros, a impressão ruim recai sobre você.

O problema é que ninguém dá muito crédito para elogios que são feitos toda hora. Um estudo colocou 80 universitárias para conversar em duplas. Depois, elas eram separadas e uma podia “espiar” enquanto a outra conversava com os pesquisadores.

Algumas meninas só fizeram comentários bons sobre a parceira, outras só ruins e outro grupo misturava os dois tipos de avaliação. No final das contas, as participantes ficavam mais satisfeitas quando a dupla começava falando mal delas e terminava elogiando – nesse caso, elas sentiam que conseguiram “conquistar” a outra durante o papo e, daí, valorizavam mais a parte boa.

3. Descubra conexões em comum

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