Como Se Chama A Doença Que Parece Que A Pessoa Morreu?

A catalepsia é um distúrbio em que a pessoa não consegue se movimentar devido a rigidez muscular, não sendo capaz de mexer os membros, a cabeça e até sendo incapaz de falar. No entanto, todos seus sentidos e funções vitais continuam funcionando corretamente, o que pode causar extrema sensação de pânico e ansiedade.

Esta condição geralmente se mantém por alguns minutos, mas, em casos mais raros, pode continuar por várias horas. Por esse motivo, existem histórias de pessoas que foram enterradas vivas durante um estado cataléptico, o que hoje em dia seria impossível, já que existem aparelhos que detectam as funções vitais, como é o caso do eletroencefalograma e do eletrocardiograma.

Como Se Chama A Doença Que Parece Que A Pessoa Morreu?

Principais tipos e causas de catalepsia

A catalepsia pode ser dividida em dois tipos principais:

  • Catalepsia patológica: a pessoa apresenta rigidez muscular e não se consegue movimentar, parecendo uma estátua. Este distúrbio provoca muito sofrimento, porque a pessoa consegue ouvir e ver tudo à sua volta, apenas não consegue reagir fisicamente. Estas pessoas podem ser confundidas com um cadáver, devido à semelhança dos sintomas com o rigor mortis, também chamado de rigidez cadavérica, que ocorre após a morte.
  • Catalepsia projetiva, também conhecida por paralisia do sono: é um transtorno que ocorre logo após acordar ou no momento em que se está tentando adormecer e que impede o corpo de se mexer, mesmo quando a mente está acordada. Assim, a pessoa acorda mas não consegue se movimentar, causando angústia, medo e terror. Saiba mais sobre paralisia do sono.

Não se sabe ao certo o que causa a catalepsia patológica, mas pensa-se que possa ser induzida por alguns medicamentos neurolépticos, predisposição genética combinada com problemas neurológicos graves, como a depressão. Além disso, pensa-se ainda que possa ser causada por traumatismos cranianos, má formação congênita de uma região cerebral, esquizofrenia ou epilepsia.

A catalepsia projetiva acontece porque durante o sono o cérebro relaxa todos os músculos do corpo, mantendo-os imóveis para que se possa conservar energia e evitar movimentos bruscos durante os sonhos. No entanto, quando acontece um problema de comunicação entre o cérebro e o corpo durante o sono, o cérebro pode demorar para devolver o movimento ao corpo, deixando a pessoa paralisada.

Quais os sintomas

Os sinais e sintomas que podem ocorrer durante uma crise de catalepsia são:

  • Paralisia completa do corpo;
  • Rigidez muscular;
  • Incapacidade para mover os olhos;
  • Incapacidade para falar
  • Sensação de falta de ar.

Além destes sintomas, por ser uma situação extremamente angustiante, a pessoa com catalepsia também pode sentir muito medo e pânico, além de poder desenvolver alucinações auditivas, como ouvir vozes e sons que não existem.

Como é feito o tratamento

O tratamento depende da gravidade dos sintomas e da duração dos episódios, mas uma boa opção para evitar estas crises é manter um sono regular e tranquilo. Podem ainda ser receitados pelo médico antidepressivos ou hipnóticos, como o anafranil ou a clomipramina, por exemplo e serem associadas sessões de psicoterapia.

Além disso, a administração de medicamentos relaxantes musculares podem ser eficazes em algumas pessoas com catalepsia, que evitam o estado de imobilidade total.

Doenças raras – quais são e por que são chamadas dessa forma?

Como Se Chama A Doença Que Parece Que A Pessoa Morreu?

As doenças raras são caracterizadas por uma ampla diversidade de sinais e sintomas e variam não só de doença para doença, mas também de pessoa para pessoa acometida pela mesma condição.

O conceito de Doença Rara (DR), segundo a  Organização Mundial de Saúde (OMS), é a doença que afeta até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos, ou seja, 1,3 para cada 2 mil pessoas. Na União Europeia, por exemplo, estima-se que 24 a 36 milhões de pessoas têm doenças raras. No Brasil há estimados 13 milhões de pessoas com doenças raras, segundo pesquisa da Interfarma.

Existem de seis a oito mil tipos de doenças raras, em que 30% dos pacientes morrem antes dos cinco anos de idade; 75% delas afetam crianças e 80% têm origem genética. Algumas dessas doenças se manifestam a partir de infecções bacterianas ou causas virais, alérgicas e ambientais, ou são degenerativas e proliferativas.

Segundo o Ministério da Saúde, atualmente existem no Brasil cerca de 240 serviços que oferecem ações de assistência e diagnóstico.  No entanto, por se tratarem de doenças raras, muitas vezes elas são diagnosticadas tardiamente. Além disso, os pacientes geralmente encontram dificuldades no acesso ao tratamento.

Principais características

  • As doenças raras geralmente são crônicas, progressivas, degenerativas e muitas vezes com risco de morte.
  • Não existe uma cura eficaz existente, mas há medicamentos para tratar os sintomas.
  • As doenças órfãs alteram diretamente a qualidade de vida da pessoa e, muitas vezes, o paciente perde a autonomia para realizar suas atividades. Por isso, causam muita dor e sofrimento tanto para o portador da doença quanto para os familiares.

Conheça algumas doenças raras

Doença de Gaucher: genética e hereditária, essa doença causa alterações no fígado e no baço. Os ossos ficam enfraquecidos e também podem ocorrer manchas na pele, cansaço, fraqueza, diarreia e sangramento nasal.

A incidência da Doença de Goucher é um caso em cada 100 mil pessoas e pode atingir tanto crianças quanto adultos. É difícil diagnosticá-la, pois os sintomas podem confundir a análise clínica.

O tratamento é feito a partir de medicamentos indicados por um especialista.

Hemofilia: é um distúrbio genético que afeta a coagulação do sangue. A hemofilia é hereditária e provoca sangramentos prolongados tanto na parte interna quanto externa do corpo. Pode haver sangramento dentro das articulações, nos músculos, na pele e em mucosas. O tratamento é feito com medicamentos indicados por um hematologista.

Acromegalia: é uma doença grave que provoca aumento das mãos e dos pés e de outros tecidos moles do organismo como o nariz, as orelhas, os lábios e a língua.

Diabetes, Insuficiência cardíaca, hipertensão, artrose e tumores benignos também são comuns de se desenvolverem em pessoas portadoras da acromegalia. A cada ano, ela tem uma incidência de três a quatro casos por milhão. Além disso, se não tratada, pode levar à morte.

No entanto, a maioria dos pacientes pode conviver com a doença, a partir de um tratamento com um especialista. As três formas de tratá-la são: medicamentos, cirurgia e radioterapia.

Angiodema hereditário: é uma doença genética que provoca inchaços nas extremidades do corpo, do rosto, dos órgãos genitais, mucosas do trato intestinal, da laringe e outros órgãos. Além dos inchaços, outros sintomas são: náuseas, vômitos e diarreia.

  O diagnóstico da doença é feito por meio do histórico médico do paciente, além de exames laboratoriais, físicos e de imagem.

O angiodema hereditário é uma doença rara que não tem cura, mas o tratamento para aliviar ou prevenir crises é feito com medicamentos indicados por um especialista.

Doença de Crohn: é uma doença inflamatória crônica que atinge o intestino e os casos mais graves podem apresentar entupimento ou perfurações intestinais. Enfraquecimento, dores abdominais e nas articulações, perda de peso, diarreia com ou sem sangue, lesões na pele, pedra nos rins e na vesícula são alguns dos principais sintomas.

Ela atinge tanto homens quanto mulheres, principalmente entre os 20 e 40 anos de idade e a incidência é maior em fumantes.  Não se sabe ao certo quais são as causas dessa doença, mas há indícios de que ela surge por causa de problemas no sistema imunológico.

Para fazer o diagnóstico é necessário realizar exames de sangue, clínicos, de imagem e analisar o histórico do paciente.

Referências

A rara síndrome que faz homem pensar que está morto – BBC News Brasil

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Crédito, Thinkstock

Legenda da foto,

Síndrome foi descrita pela primeira vez em 1880, pelo neurologista Jules Cotard.

Bom dia, Martin. Como você está?

Da mesma forma, eu suponho. Morto.

O que te faz pensar que está morto?

E você, doutor? O que te faz pensar que está vivo?

O médico é Paul Broks, neuropsicólogo clínico, que estuda a relação entre a mente, o corpo e o comportamento.

O caso de Martin é muito raro, segundo Broks.

Tenho certeza absoluta que estou vivo, pois estou sentado aqui, conversando com você. Estou respirando, posso ver coisas. Creio que você também faz o mesmo e, por isso, tamb]em tenho certeza que você está vivo.

Não sinto nada. Nada disso é real.

Você não se sente como antes, ou se sente um pouco deprimido, talvez?

Nada disso. Não sinto absolutamente nada. Meu cérebro apodreceu, nada mais resta em mim. É hora de me enterrar.

O paciente realmente pensava estar morto ou era uma metáfora?

“Ele, literalmente, achava que estava morto”, conta Broks.

Mas você está pensando nisso. Se está pensando, deve estar vivo. Se não é você, quem estaria pensando?

Não são pensamentos reais. São somente palavras.

Legenda da foto,

O primeiro caso de Cotard foi uma mulher que negava a existência de partes de seu corpo e sua necessidade de comer. Morreu de inanição.

Martin sofria da síndrome de Cotard – também conhecida como delírio de negação ou delírio niilista – uma doença mental que faz a pessoa crer que está morta, que não existe, que está se decompondo ou que perdeu sangue e órgãos internos.

A doença mexe com nossa intuição mais básica: a consciência de que existimos.

Todos temos um forte sentido de identidade, uma pequena pessoa que parece viver em algum lugar atrás de nossos olhos e nos faz sentir esse “eu” que cada um de nós somos.

O que acontece com Martin, agora que ele não tem esse “homenzinho” na cabeça? Agora que ele pensa que não existe?

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Há um filósofo que tem a resposta, segundo Broks.

“Descartes dizia que era possível que nosso corpo e nosso cérebro fossem ilusões, mas que não era possível duvidar de que temos uma mente e de que existimos, pois se estamos pensando, existimos”, diz o neuropsicólogo.

O paradoxo aqui é que os pacientes de Cotard não conseguem entender o “eu”.

As 4 doenças mais perigosas ao coração

Como Se Chama A Doença Que Parece Que A Pessoa Morreu?

Somente no Brasil, cerca de 300 mil pessoas morrem de doenças cardiovasculares. Uma morte a cada dois minutos. Muitos fatores podem acarretar problemas dessa natureza, desde heranças genéticas até maus hábitos alimentares, por exemplo. Atualmente, manter um coração saudável é tarefa que poucas pessoas conseguem. Sobrepeso, sedentarismo, tabagismo e outros fatores de risco para o nosso coração são cada vez mais comuns no dia a dia.

Mas, em meio a tantas mortes, algumas causas se destacam como as que mais provocam óbitos por esta enfermidade. Portanto, vamos listar as quatro doenças mais mortais ao nosso coração.

1 – Infarto agudo do miocárdio

O famoso ataque cardíaco. Provocado pela falta de oxigênio e sangue no músculo do coração devido a uma obstrução da artéria coronária, causando forte dor no peito, suor excessivo, falta de ar e mal estar. Por ser um “ataque” rápido, o tempo pode ser cruel. A cada minuto que passa, o risco de morte aumenta em 10%.

O infarto por ser diagnosticado por meio de uma série de exames, como a Tomografia Computadorizada.

2 – Doença vascular periférica

Causada pelo acúmulo de gordura que obstrui as artérias periféricas do nosso corpo, a aterosclerose. Nas pernas, por exemplo, a redução do fluxo de sangue gera dores, dificuldade de caminhar e dormência.

O tratamento desta doença possui dois objetivos principais. O primeiro se resume a controlar todos os sintomas, e o segundo é parar o aumento da gordura depositada nos vasos, reduzindo risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC).

3 – Acidente Vascular Cerebral (Derrame Cerebral)

O AVC é causado por placas de gordura depositadas nos vasos sanguíneos do cérebro que podem obstruir um vaso cerebral intracraniano, provocando dor de cabeça, tontura e paralisia de um dos braços, perna e rosto. Dependendo do quadro, a fala e alguns processos neurológicos podem ser afetados.

O tratamento varia de acordo com casos específicos, dependendo da região atingida e da extensão da lesão. Um dos fatores determinantes para os tipos de consequências geradas é o tempo entre o início do AVC e o recebimento do tratamento necessário. Para que o risco de sequelas seja significativamente reduzido, o correto é que a vítima seja levada imediatamente ao hospital.

4 – Morte súbita

Ocorre quando quando não há chance de socorro, sendo causado, principalmente, pelo ataque cardíaco. Apesar de repentino, esse mal pode ser prevenido. Exames preventivos e a observação de quadros genéticos devem ser obrigatórios.

Existem casos semelhantes em sua família? Se encaixou em algum dos quadros que podem provocar estas doenças? Previna-se sempre!

Catalepsia patológica – Doenças

Catalepsia patológica é um distúrbio bastante incomum, do qual o indivíduo encontra-se em um estado onde os músculos do corpo tornam-se rígidos como uma estátua, dando a impressão de que se trata de um óbito.

No passado era comum há existência de relatos dos quais as pessoas diziam presenciar ou ouvir a respeito de casos onde um indivíduo declarado como morto teria acordado durante um velório por poderes sobrenaturais.

No entanto, esta impressão da época era porque não havia recursos tecnológicos como os existentes atualmente para diagnosticar estados patológicos como o do causado pela catalepsia.

Esse tipo de doença nervosa deixa o corpo da vítima com aspecto de um boneco de cera, por haver uma plasticidade motora.

Os músculos que podem ser movidos para qualquer direção, permanecem assim até que o doente se recupere do distúrbio.

Para piorar a situação da vítima, em um estado cataléptico o doente fica consciente de tudo o que acontece ao seu redor, mas por ter suas funções vitais desaceleradas não consegue reagir fisicamente.

A catalepsia patológica pode durar alguns minutos, vários dias e ate mesmo semanas (casos extremos), sendo suas causas variadas.

  Acredita-se que esta doença pode ser desencadeada por fatores genéticos, onde o indivíduo possui uma predisposição maior para desenvolver a doença e também por problemas congênitos onde há má formação em alguma região cerebral.

Pode também aparecer como resultado de outras doenças nervosas como a esquizofrenia, epilepsia, síndrome neuroléptica maligna, debilidade mental, histeria, depressão, grave trauma emocional, doença de Parkinson e, também ser ocasionada por traumatismo craniano, alcoolismo e intoxicação por certos narcóticos. A catalepsia patológica pode ainda aparecer como um efeito colateral de medicamentos anti-psicóticos usado para tratar a esquizofrenia.

Antigamente, quando a catalepsia não era bem compreendida pela medicina, muitos homens e mulheres catalépticos foram enterrados vivos, pela crença de que eles estavam mortos.

Quando despertavam de seus estados patológicos muitos morriam sufocados em suas próprias covas, outros conseguiam se debater e sobreviver, reforçando as lendas que assombravam a população da época como a da existência de vampiros.

Estados catalépticos também têm sido historicamente associados com hipnose e abdução por alienígenas.

O tratamento da doença consiste na utilização de medicamentos benzodiazepínicos para evitar as crises catalépticas, relaxando os músculos e evitando o estado de imobilidade total. No entanto, devido a sua ação sedativa e por ser relaxante muscular, os benzodiazepínicos causam como efeitos colaterais sonolência, diminuição da concentração e até mesmo tontura em seus administradores.

Em casos mais extremos, onde a doença não responde bem ao uso de medicamentos, o uso da eletroconvulsoterapia (ECT) é eficaz. É importante ainda o cataléptico ter acompanhamento de um Neurologista.

Fontes:
http://super.abril.com.br/superarquivo/2002/conteudo_120294.shtml
http://pt.wikipedia.org/wiki/Catalepsia_patol%C3%B3gica
http://www.psiqweb.med.br/site/DefaultLimpo.aspx?area=ES/VerDicionario&idZDicionario=163

http://henrydunant.estacio.br/dicionario/psico/dicionario_b_c.asp

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Texto originalmente publicado em https://www.infoescola.com/doencas/catalepsia-patologica/

Catalepsia: o que é, sintomas, causas e tratamentos

A catalepsia é uma condição, na grande maioria das vezes, transitória, na qual o paciente apresenta uma incapacidade total para mover os membros, a cabeça ou até falar.

Em alguns casos, os eventos de catalepsia podem ser confundidos com a morte, pois a respiração também é afetada.

Um episódio de catalepsia pode durar desde minutos a alguns dias, porém, habitualmente, dura entre 1 a 10 minutos.

Normalmente, a catalepsia é desencadeada pela excitação emocional. A perda dos movimentos podem ocorrer devido à incapacidade de regular o sono e os estados de vigília.

Durante o estágio REM (rapid eye movement = movimento rápido dos olhos) do sono, há uma perda natural do tônus ??muscular. No caso da catalepsia, essa característica do sono REM ocorre subitamente durante o dia, causando fraqueza ou paralisia total, mesmo quando a pessoa permanece acordada durante o episódio.

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  • Os ataques podem variar em gravidade, desde uma breve sensação de fraqueza até um total colapso físico. (1,2)
  • No século XIX, já existiam descrições de casos de pessoas que foram enterradas vivas quando, na verdade, estavam passando pela catalepsia patológica, o que atualmente não seria possível levando em consideração o conhecimento clínico e técnico para realizar um diagnóstico preciso. (1)
  • A catalepsia é uma característica associada para auxiliar no diagnóstico da narcolepsia, o qual envolve: sonolência excessiva diurna, cataplexia, alucinações hipnagógicas-hipnopômpicas e sono REM – com movimentos rápidos e bruscos dos olhos enquanto estamos dormindo.

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A narcolepsia é uma doença rara e a catalepsia é um fenômeno normal e comum em paciente com privação de sono, sono irregular, uso de drogas e álcool entre outros.

Tipos

A catalepsia pode ser dividida em dois tipos: (1)

A catalepsia patológica tem sinais e sintomas relacionados a algumas doenças como esquizofrenia, depressão grave, alcoolismo. Ela também pode aparecer na abstinência de anfetaminas como cocaína e como efeito colateral de antipsicóticos.

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A catalepsia projetiva, também conhecida na medicina como paralisia do sono, é um fenômeno natural, temporário e benigno do ser humano onde há uma incapacidade total para mover os membros, a cabeça ou falar, ocorrendo ao adormecer ou mais comumente ao despertar e o paciente se mantém consciente. Pode ser acompanhada de uma incapacidade para respirar e por alucinações variadas em cerca de 50% dos casos, dura em média 2 minutos.

Saiba mais: Paralisia do sono: como acontece, diagnóstico e tratamento

Causas

As causas da catalepsia ainda permanecem desconhecidas. Contudo, o distúrbio apresenta uma prevalência na população geral de 2,5% a 40%, sendo possível acontecer episódios isolados na adolescência ou em associação com privação de sono, uso de álcool, estresse, drogas e sono irregular. (1)

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Tratamento e Cuidados

Fatores de risco

Os fatores de risco ainda permanecem desconhecidos pela ciência. No entanto, algumas condições que podem aumentar o risco:

  • Alimentação farta durante à noite
  • Uso de bebidas alcoólicas à noite
  • Bebidas estimulantes (café e energético) à noite
  • Atividades intensas noturnas
  • Estresse.
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Sintomas

Sintomas de Catalepsia

Quando a pessoa despertar depois do sono e tentar: (1)

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  • Abrir os olhos, mas eles não se moverem
  • Mexer alguma parte do corpo, mas não conseguir
  • Gritar ou pedir ajuda, mas não consegue emitir nenhum som.

Podem ocorrer outros sintomas como:

  • Enrijecimento dos membros
  • Insensibilidade
  • Alucinações.

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Formas de induzir o “despertar”:

  • Respirar lentamente durante alguns segundos seguido de um repentina aspiração profunda
  • Focar em um único músculo e tentar movê-lo.

Buscando ajuda médica

Os ataques de sono decorrentes da catalepsia já são, por si só, motivos mais que suficientes para buscar ajuda médica. Se você apresentar perda dos movimentos durante o dia ou ataques frequentes durante o sono é essencial procurar um especialista imediatamente.

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Diagnóstico e Exames

Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar a catalepsia são:

  • Clínico geral
  • Neurologista
  • Psiquiatra
  • Médico especialista em medicina do sono.

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

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  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.

O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Quando os sintomas surgiram?
  • Com que frequência você apresenta esses sintomas?
  • Você dorme bem à noite?
  • Como é a sua rotina?
  • Qual a intensidade dos sintomas?
  • Você já foi diagnosticado anteriormente com outro distúrbio do sono?Qual? Está fazendo tratamento?
  • Você faz uso de algum tipo de medicamento? Qual
  • Você fuma?
  • Você consome bebidas alcoólicas? Com que frequência?
  • Como é o seu estilo de vida? Quantas horas você dorme por noite?
  • Você tem tido alucinações ou perda de força muscular?

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Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para catalepsia, algumas perguntas básicas incluem:

  • Quais as possíveis causas para os meus sintomas?
  • Qual o tratamento necessário?
  • Meu problema tem cura?
  • O que vou precisar mudar na minha rotina?

Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.

Diagnóstico de Catalepsia

O diagnóstico é clínico, ou seja, baseado nos sintomas indicados pelo paciente. Só são necessários exames para excluir outros diagnósticos diferenciais, como, por exemplo, epilepsia.

Tratamento e Cuidados

Tratamento de Catalepsia

O tratamento para catalepsia pode depender da gravidade dos sintomas, desta forma os tratamentos requerem o uso de alguns antidepressivos ou agentes hipnóticos que podem auxiliar na consolidação do sono. Entretanto, a melhor forma de tratar o distúrbio é manter o sono regular ou evitar privação de sono. (1, 3)

Medicamentos para Catalepsia

Os medicamentos mais usados para o tratamento de narcolepsia são:

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Convivendo (prognóstico)

Catalepsia tem cura?

Não há cura para a catalepsia, pois não se trata de uma doença, mas sim de um fenômeno natural. Contudo, com medicamentos e adaptações no estilo de vida é possível controlar os sintomas.

Complicações possíveis

Se não for devidamente tratada, a catalepsia pode causar algumas complicações na qualidade de vida, desempenho acadêmico, profissional e social. (1)

Saiba mais: Distúrbios do sono podem afetar a memória e a concentração

Convivendo/ Prognóstico

Além do tratamento médico, feito basicamente com medicamentos, modificações no estilo de vida também são importantes para controlar os sintomas da narcolepsia. Confira algumas medidas que você pode adotar: (3)

  • Procure dormir e acordar na mesma hora todos os dias, incluindo aos finais de semana
  • Tire cochilos regularmente durante o dia, 20 minutos podem ajudar a reduzir a sonolência por entre uma a três horas
  • Evite nicotina e álcool. A utilização destas substâncias, especialmente à noite, pode agravar os sinais e sintomas da narcolepsia
  • Faça exercícios físicos regularmente. A atividade física pode ajudar a regular o sono durante a noite e o dia.

Prevenção

Prevenção

Evitar sempre os fatores desencadeantes:

  • Privação de sono
  • Álcool
  • Drogas
  • Seguir tratamento adequado das doenças de base, caso elas existam, como, por exemplo, a esquizofrenia e a depressão.

Referências

  1. (1) Juliana Amm, neurologista do Hospital Santa Paula
  2. (2) Narcolepsy and Overwhelming Daytime Sleep Society of Australia
  3. (3) National Sleep Foundation

Quando a morte é iminente – Fundamentos – Manual MSD Versão Saúde para a Família

Em algum ponto, decidir não se submeter à ressuscitação cardiorrespiratória (RCP – um procedimento de emergência que restabelece a função cardíaca e pulmonar), é apropriado para quase todas as pessoas que estão em estado terminal e que podem aceitar a morte.

Os doentes terminais, familiares e a equipe de cuidados também devem fazer e registrar outras decisões importantes sobre o cuidado médico (tal como se a pessoa em estado terminal deve ser hospitalizada ou usar um ventilador).

Frequentemente, implementar essas decisões exige ações específicas (por exemplo, ter os medicamentos em casa, estar pronto para controlar os sintomas).

Se há expectativa de que uma pessoa faleça em casa, os familiares devem planejar quem chamar (como um médico ou enfermeiro de cuidados paliativos) e saber quem não chamar (por exemplo, ambulância). Eles também devem ter ajuda para obter aconselhamento jurídico e organização dos serviços de enterro ou cremação.

A pessoa ou a família e a equipe de cuidados devem discutir a doação de órgãos e tecidos, se apropriado, antes da morte ou imediatamente após a morte. A equipe de assistência é geralmente obrigada por lei a ter essas discussões. As práticas religiosas podem afetar o cuidado do corpo após a morte.

As práticas não usuais devem ser discutidas antes da morte com a equipe de cuidados, bem como com a pessoa em estado terminal ou com os familiares.

As pessoas em estado terminal e seus familiares também devem ser preparados para os sinais físicos característicos que a morte se aproxima. A consciência pode diminuir. Os membros começam a esfriar e ganham uma coloração azulada ou com manchas. A respiração pode ficar irregular. Confusão e sonolência podem ocorrer nas últimas horas.

As secreções na garganta ou o relaxamento dos músculos da garganta provocam, por vezes, uma respiração ruidosa, denominada o estertor da morte. O ruído pode ser evitado ao mudar a posição do paciente, limitar a ingestão de líquidos ou usar medicamentos para secar as secreções.

Esse tratamento tem como objetivo o conforto da família ou dos prestadores de cuidados, uma vez que a respiração ruidosa ocorre quando o doente terminal já não tem consciência. O estertor da morte não provoca desconforto para a pessoa em estado terminal.

Essa respiração pode continuar por horas e frequentemente significa que a morte ocorrerá em horas ou dias.

No momento da morte, pode acontecer que alguns músculos se contraiam e que o peito se mexa como se estivesse respirando. O coração pode ainda bater alguns minutos depois de se interromper a respiração e pode ocorrer uma breve convulsão.

A menos que o paciente tenha uma doença infectocontagiosa que coloque em risco os outros, os familiares devem ser assegurados de que possam tocar, acariciar e abraçar a pessoa em estado terminal ainda durante alguns momentos depois da morte.

Geralmente, observar o corpo depois da morte é reconfortante para os mais próximos.

Os últimos momentos da vida de uma pessoa podem ter um efeito prolongado sobre os familiares, amigos e prestadores de cuidados.

Quando possível, a pessoa deve estar em uma área que seja pacífica e sossegada e fisicamente confortável. Os familiares devem ser estimulados a manter o contato físico com a pessoa, como segurar as mãos.

Se desejado pela pessoa, os familiares, amigos e clérigos devem estar presentes.

Luto Patológico

Certos aspetos observáveis num processo de luto possibilitam a deteção de um Luto Patológico. Um deles é o Luto Negado durante muito tempo, com ausência de expressões de luto, logo na Fase da Crise.

A pessoa simplesmente não admite que a morte ocorreu. Age como se esta nunca tivesse sido, sequer, noticiada.

Não admitindo a morte como um acontecimento histórico, a pessoa não conseguirá desenvolver um processo de luto saudável, uma vez que se recusa a iniciá-lo.

Trata-se de uma «negação psicológica integral», ou de uma «negação doentia da morte», diferente da que, na Fase da Crise, costuma observar-se. A pessoa, com enorme dificuldade em aceitar a realidade da perda, procura negar o que é inegável.

Para isso, «prisioneira do seu próprio cenário», desenvolve comportamentos que colocam a morte do ente amado à margem do decurso quotidiano (por exemplo, não integra no seu discurso a informação de que ele morreu, falando como se ele ainda estivesse vivo; não participa nas exéquias; não trata de assuntos legais relacionados com sucessões e partilhas; não faz qualquer alteração nos seus hábitos diários; mantém todos os pertences do falecido exatamente como se ele vivesse e fosse chegar a todo o momento para os usar). Tudo continua a decorrer numa aparência de normalidade, o que chega a chocar familiares e/ou amigos, que julgam alguns destes comportamentos uma demonstração de frieza, de falta de afeto e de respeito para com a memória do ente que morreu. Esta dificuldade é mais expressiva em situações de morte inesperada, como a provocada por homicídio.

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Também observáveis são as reações desmedidas para expressar o luto.

A pessoa tende a ter comportamentos inusitados e desproporcionados, já fora da Fase da Crise: portanto, já desenquadrados das reações tidas nos primeiros tempos após a receção da notícia da morte do ente amado (por exemplo, chorar compulsivamente em contextos sociais em nada relacionados com o ente amado ou com a sua perda; recordar o ente amado e gritar de angústia num local público, etc.).

Segundo alguns autores, alguns casos de processos de luto são, de facto, irresolúveis. Mês após mês, ano após ano, o luto arrasta-se de fase para fase, sem que se possa aplicar-lhes, numa leitura linear, o Ciclo do Luto.

As pessoas enlutadas não fazem uma natural evolução de fase para fase, até ao fim. E, doentiamente, perpetuam a passagem de fase, sem que o Ciclo possa terminar.

Da Fase da Adaptação passam novamente para a Fase da Crise, sem fim para as suas tormentas – estão aprisionadas num Luto Crónico, também chamado por alguns de «Ciclo Perpétuo da Dor».

O estabelecimento de um Luto Crónico dependerá essencialmente da estrutura psicológica da pessoa que o desenvolve, resultando da incapacidade de esta estrutura se adaptar ao acontecimento traumático da perda e de realizar o próprio luto (e aqui podem influir muitas e complexas variáveis, como acima foi explorado), mas também da qualidade de apoio prestado no processo por amigos, familiares e profissionais.

Alguns aspetos observáveis na pessoa em luto podem delinear um esboço da sua tendência para desenvolver um Luto Crónico:

  • Um abrupto e intenso processo de luto começado apenas alguns meses depois da notícia da morte, sem que, até aí, não houvesse manifestações de luto, ou houvesse poucas;
  • Uma perturbação aguda, observável num período de três a seis semanas depois da receção da notícia da morte, com manifestações de choro e contínuo lamentar; profunda angústia; raiva persistente; culpabilização pronunciada; e autorrecriminação;
  • Quando não passou à Fase da Organização do Ciclo do Luto cerca de um ano após a morte do ente amado;
  • Tensão permanente, incapacidade de repousar e intensa saudade, mesmo depois das primeiras semanas após a receção da notícia;
  • O sentimento de que ninguém pode compreender a sua dor e/ou ajudá-la a sair do seu luto, mesmo após várias semanas após a receção da notícia.

A avaliação das circunstâncias particulares em que um processo de luto se transforma em doença parece constituir a solução mais adequada para determinar a atitude a ter, por familiares e/ou amigos, ou por profissionais, para apoiar devidamente a pessoa enlutada.

Se para umas pessoas são suficientes o calor humano, a força solidária de parentes e amigos, certos gestos simbólicos, a vontade de evoluir de fase para fase e também o apoio profissional, para outras, a complexidade e o perigo do processo, ao nível psicológico, requerem a intervenção especializada nas áreas da Psicologia e da Psiquiatria. Estas pessoas, sem este apoio especializado, e nomeadamente sem uma adequada medicação, podem ficar entregues a um mundo interior cada vez mais tenebroso, permanecendo encerradas na infelicidade. Poderão acabar, assim, por destruir-se a si próprias e por destruir as relações com os que as rodeiam.

Teníase e cisticercose. Já ouviu falar nelas? – Doenças – Portal Embrapa

Teníase e cisticercose são nomes complicados de duas doenças simples de evitarmos.

O nome teníase vem de tênia: um verme achatado que só vive no intestino das pessoas e pode chegar a até 4  metros de comprimento na fase adulta. Já pensou ter um bicho desses dentro de sua barriga?

Por viver sozinha no intestino, a tênia é chamada também de “solitária”.

Como adquirimos tênia?

Primeiramente, nada de pânico! As pessoas se contamimam e adquirem a solitária somente quando comem carnes de boi ou de porco com larvas desse parasito, as quais estejam mal cozidas, mal assadas, mal fritas ou cruas.

Podem ainda contrair esse verme ao comer outros alimentos crus (salames) feitos com a carne, bovina ou suína, que contenha as larvas dessa tênia. Larvas essas chamadas também de cisticercos, de onde vem o nome da outra doença sobre a qual falamos aqui a cisticercose.

O que acontece quando comemos cisticercos?

Uma vez dentro do corpo humano, os cisticercos vão se desenvolver e se transformar em tênias adultas da seguinte forma.

Ao chegarem no aparelho digestivo, as larvas se prendem na parede do intestino por uma coroa de ganchos (ou ventosas) e ali poderão viver por muitos anos.

Quando atingir o estágio adulto, o verme terá o corpo formado por pequenos anéis. Cada anel desses pode conter de 30 mil a 100 mil ovos de tênia; que podem ser eliminados com o cocô.

Assim, o indivíduo portador da tênia adulta acaba se tornando também um disseminador da cisticercose.

Quais os sintomas da teníase?

Esse é um problema porque, por vezes, a pessoa com tenísase não apresenta os sintomas do doença. Nos casos em que apresenta esses sintomas, ela pode ter dores de barriga, vômito, gases e mal-estar gástrico.

Mas, atenção! Esses mesmos sintomas podem significar também outras coisas. O melhor é sempre procurar um médico!

Como evitar a teníase?

Comendo alimentos feitos com carnes apenas se eles estiverem bem fritos, bem cozidos ou bem assados.

Para sua segurança, só coma carnes ou produtos que tenham sido liberados pela inspeção sanitária. Procure os selos da inspeção nos produtos quando for fazer sua compra.

Se for comprar, construir ou reformar sua casa, peça aos seus pais, ou responsáveis, que façam banheiros com fossa séptica, filtro e sumidouro. O mesmo vale se sua família tiver um comércio (restaurante, pesque e pague, etc.).

Como a pessoa com teníase  deve se tratar?

  • Ela deve procurar um médico, ou o posto de saúde, e tomar os remédios receitados.
  • O que é cisticercose ou “pipoca”?
  • É a doença causada pelo crescimento das larvas da tênia (cisticercos) no corpo de humanos ou de animais.
  • Quem pode ter essa doença?

 

Além dos humanos, os bovinos, os suínos e outros mamíferos (cães, gatos, ovinos, etc.) podem contrair a teníase ou a cirticercose.

Como se pega a cisticercose?

  • Através de alimentos ou água contaminados com cocô de humanos portadores da tênia.
  • Pela liberação de ovos de tênia liberados do cocô (de humanos ou de animais com tenísase) feito ao ar livre, os quais são levados pelo vento e vão contaminar  águas de rios e fontes, canteiros de verduras, pastos, etc.
  • Comendo côco contaminado, que é o caso de alguns animais;
  • Ingerindo água ou alimentos contaminados com cocô de portadores da tênia.

O que acontece depois da ingestão dos ovos da tênia?

  1. Quando os ovos da tênia chegam ao estômago (dos animais ou dos humanos) eles liberam lá os embriões.
  2. Esses embriões penetram nas veias do corpo e ficam circulando no sangue por alguns dias.

  3. Depois, estacionam em qualquer tecido ou órgão, principalmente naqueles mais irrigados por sangue (músculos, coração, olhos, cérebro); onde formam um cisto (bolsa onde se desenvolve a larva) que vai aumentando de tamanho até formar o cisticerco (ou pipoca).

  4. Quais são os sintomas da cisticercose nos seres humanos?

Quando o cisticerco se aloja no cérebro humano, causa a chamada neurocisticercose. Dai a pessoa infectada sentir contínuas dores de cabeça e apresentar sintomas de loucura, e até vir a morrer.

  • Quando cisticercose se acomoda na musculatura, ou na coluna humana, o doente apresenta dores e dificuldade para andar.
  • Quando se localiza nos olhos, a cirtecercose pode até mesmo cegar a pessoa contaminada.
  • Como evitar a cisticercose?
  • Sempre use privada com fossa.
  • Não faça cocô ao ar livre. Se precisar fazer, enterre seu cocô.
  • Lave as mãos sempre, principalçmente antes das refeições, antes de mexer com alimentos e depois de ir ao banheiro.
  • Não use cocô humano para adubar a horta.
  • Nunca use água (de rio, por exemplo) contaminada com cocô humano, ou água de esgoto, para irrigar hortas, pois nada foi aplicado nela para matar possíveis ovos de tênia.
  • Lave bem as frutas e verduras antes de comê-las.
  • Use somente água de fontes limpas, ou então água fervida, filtrada ou tratada, para lavar alimentos e utensílios.
  1. Como tratar a pessoa com cisticercose?
  2. A pessoa que apresentar qualquer sintoma da cisticercose, ou mesmo que supeitar ter a cisticercose, deve procurar o médico para se diagnosticar e se tratar a tempo, antes que os cistos aumentem de tamanho.
  3. Fonte: Embrapa Suínos e Aves

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