Como Se Chama A Ciencia Que Estuda Os Fosseis?

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Fósseis são restos ou vestígios preservados de animais, plantas ou outros seres vivos em rochas, como moldes do corpo ou partes deste, rastros e pegadas.

A totalidade dos fósseis e sua colocação nas formações rochosas e camadas sedimentares é conhecido como registro fóssil. A palavra “fóssil” deriva do termo latino “fossilis” que significa “ser desenterrado”.

A ciência que estuda os fósseis é a Paleontologia. A fossilização raramente ocorre porque a matéria orgânica dos seres vivos tende a ser rapidamente decomposta. Logo, para que um organismo seja fossilizado, os restos devem ser cobertos por sedimentos o mais rápido possível. Existem diferentes tipos de fósseis e diferentes processos de fossilização.

Quando é que se começaram a estudar os fósseis?

Desde sempre o Homem observa e tenta interpretar a natureza. Desde muito cedo ele encontrou rochas com impressões em forma de conchas, ossos de animais e folhas de plantas, ou seja, fósseis

Ao longo de muitos séculos estas impressões estimularam a imaginação do ser humano, tendo originado inúmeras explicações. Algumas destas explicações, elas foram consideradas criações de espíritos maus ou bons, sendo designadas de “cobras de pedra”, “pedras mágicas”, “pedras de trovão” e “pedras de sapo”.

Em outras interpretações, as impressões foram vistas como o resultado da ação das radiações do sol ou das estrelas. Houve, ainda, quem preferisse olhá-las como brincadeiras do reino mineral, que imitava formas de plantas e animais existentes na natureza.

Ainda no século XVII havia a teoria de que as impressões deixadas nas rochas seriam o resultado de uma propriedade inerente à Terra, a qual originaria estas marcas como ornamento das regiões ocultas do globo, da mesma maneira que as flores são o ornamento da superfície. Mesmo no século XIX, um estudo da Igreja Cristã afirmava que o Diabo tinha colocado aquelas impressões nas rochas para enganar e embaraçar a humanidade.

Embora muitas teorias tenham surgido ao longo dos tempos para interpretar o significado dos fósseis, o seu estudo científico só começou há cerca de 300 anos.

A sua verdadeira origem e natureza só foi estabelecida no séculos XVII por alguns naturalistas, que conseguiram estabelecer a relação entre os dentes de tubarão da altura e outros semelhantes, mas fossilizados. Um século antes tinha surgido a designação de “fóssil”.

Ela derivou da palavra latina “fossilis”, que significa “desenterrado”, e foi inicialmente usada para designar toda a espécie de minerais e metais extraídos da crosta terrestre.

Como se chamam as pessoas que estudam os fósseis?

Os cientistas que fazem o papel de detetives de fósseis são chamados de “paleontólogos”, pois o ramo das Ciências da Terra e da Vida que se dedica ao estudo dos fósseis chama-se “Paleontologia”.

Os paleontólogos têm encontrado fósseis em todo o mundo, a uma velocidade espetacular – de sete em sete semanas um novo fóssil é encontrado. Mas não é fácil achar um fóssil.

Por isso, encontrar restos fossilizados de um animal ou planta é uma experiência emocionante. Os penhascos marinhos, as pedreiras e outras rochas expostas são locais de grande interesse para a descoberta de fósseis.

Também as grutas, como antigos abrigos de homens e animais, podem proporcionar valiosas descobertas paleontológicas.

Onde se podem encontrar os fósseis?

Na maior parte das vezes, por mais que se conheçam as características geológicas de um local, não é possível dizer com certeza se aí existirão fósseis ou não.

No entanto, determinados fatores podem ser indicadores da sua presença e são estes fatores que os paleontólogos seguem nas suas pesquisas.

Estas hipóteses referem-se, principalmente, ao tipo de rochas mais relacionadas com a preservação de fósseis, ou seja, as sedimentares, e à idade da rocha, que é determinada através de análises químicas da sua composição.

Também existe uma outra forma de atuar – ir escavando cegamente até ter a sorte de encontrar algo. Alguns fósseis são encontrados ao acaso, em obras ou áreas de exploração mineira, por exemplo.

Apesar da dificuldade em achar fósseis, os paleontólogos já encontraram fósseis microscópicos de algas azuis, cuja idade foi calculada em quase 2000 milhões de anos. Recentemente foram descobertos fósseis de bactérias que terão cerca de 3000 milhões de anos.

Como se estudam fósseis?

Quando o cientista atinge uma área provável de formação fósseis, começa por procurar indícios nos pontos em que a erosão retirou o solo de cima das rochas, investigando, depois, os estratos sedimentares Caso aí encontre vestígios, como esqueletos ou fragmentos de ossos fossilizados, o cientista retira a rocha que se encontra por cima deles, para conseguir fotografá-los e, posteriormente, retirá-los, sem os danificar.Só muito raramente é encontrada uma ossada totalmente preservada. Na maior parte dos casos, os esqueletos estão bastante fragmentados, podendo faltar muitos pedaços. Há que identificar os ossos com números, para ser mais fácil a posterior reconstituição do animal Depois é tentar montar um verdadeiro quebra-cabeças. O resultado destes trabalhos pode ser visto nos museus de história natural, onde normalmente são expostos.

Mas mesmo sem termos fósseis de ossos que permitam a reconstituição dos seres vivos, outros tipos de vestígios podem fornecer informações bastante interessantes. Para cada tipo existem técnicas de estudo apropriadas, que permitem retirar diferentes conclusões.

Por exemplo, num conjunto de pegadas, os cientistas medem a distância entre elas para verem o comprimento e a velocidade do animal, e a sua profundidade para determinarem o seu peso. Já através dos excrementos (coprólitos), o tipo de conclusões retiradas é diferente.

Eles são amassados até se tornarem num pó fininho que, depois de analisado, pode dar informações relativas, por exemplo, ao tipo de alimentação do animal.

Qual a importância da paleontologia?

A paleontologia é a ciência que estuda os organismos que povoaram a terra ao longo do tempo e cujo os restos e marcas de atividade se encontram preservados nos sedimentos. O estudo dos organismos é de grande importância para a compreensão e estudo da história da terra. Assim, a paleontologia interessa à biologia pois permite estudar a evolução do seres vivos.

Para o estudo dos animais que outrora habitaram o planeta não são só os seus fósseis que são importantes mas também as marcas deixadas da sua atividade ou seja, os rastos, as pegadas e as pistas.

Tipos de fossilização

  • Para que se dê a fossilização é necessário que o organismo fique rapidamente ao abrigo dos agentes de erosão, o que acontece quando este ou algumas das suas partes constituintes ou os seus restos são rapidamente cobertos por sedimentos. Este processo desenvolve-se em quatro fases:
  • 1- Quando morreram os animais depositaram-se no fundo do mar sendo rapidamente cobertos por sedimentos;
  • 2- Ao ficarem incorporados nos sedimentos sofreram os mesmos fenômenos de diagénese e metamorfismo, fossilizando;
  • 3- As rochas onde os fósseis se encontram incorporados sofrem modificações que fazem elevar alguns estratos;
  • 4- Os fósseis, devido à erosão ou a outros fatores aparecem a superfície alguns milhões de anos mais tarde. Os tipos de fossilização são:
  •  Moldagem
  • As partes duras dos organismos vão desaparecendo deixando nas rochas as suas marcas (impressões), ou seja, o organismo é destruído mas o molde persiste.

Como é conhecido existem dois tipos principais de moldes, o externo em que a concha fica imprimida nos sedimentos sendo posteriormente removida, e o interno em que os sedimentos cobrem a concha que depois é removida ficando apenas o molde da superfície interna. Existem ainda o contra-molde que é o molde do molde externo.

Como Se Chama A Ciencia Que Estuda Os Fosseis?

Mumificação

Os restos dos organismos preservam-se total ou parcialmente, normalmente em materiais como o âmbar, o gelo, resina fóssil.

Como Se Chama A Ciencia Que Estuda Os Fosseis?

Mineralização

As partes duras dos organismos tais como ossos, conchas desaparecem ficando no lugar deles minerais. São transportados em águas subterrâneas. Os troncos das árvores são bons exemplos deste tipo de fossilização.

Como Se Chama A Ciencia Que Estuda Os Fosseis?

Marcas fósseis

São pegadas, marcas de reputação ou até fezes fossilizadas.

Como Se Chama A Ciencia Que Estuda Os Fosseis?

Como referenciar: “Fósseis” em Só Biologia. Virtuous Tecnologia da Informação, 2008-2021. Consultado em 17/04/2021 às 23:10. Disponível na Internet em https://www.sobiologia.com.br/conteudos/Seresvivos/Ciencias/fosseis.php

Paleontologia

Como Se Chama A Ciencia Que Estuda Os Fosseis?

A Paleontologia é a ciência que estuda fósseis e registros pré-históricos de seres vivos que já habitaram a Terra. Sua principal função é reconstituir espécies animais e vegetais com a ajuda de elementos encontrados em escavações, descobrir suas características físicas, identificar seus hábitos e relações com o meio ambiente.

É uma viagem fascinante ao passado da Terra. O Brasil ainda não oferece graduação em Paleontologia. Por aqui, esta ciência anda de mãos dadas com a Geologia e a Biologia.

Felizmente, este campo de conhecimento vem aos poucos se expandindo e ganhando mercado no País.

Descubra como é o dia a dia de um paleontólogo, quais os caminhos para ingressar nesta carreira e como está o mercado de trabalho para esses profissionais!

Sobre a Paleontologia

A Paleontologia costuma ser a carreira dos sonhos de muitas crianças com espírito aventureiro.

Nos desenhos animados, filmes e séries, frequentemente identificamos na figura do paleontólogo aquele personagem que vive metido em aventuras, cruzando diversos lugares do mundo, descobrindo impressionantes ossadas de dinossauros e, vez ou outra, embarcando na máquina do tempo para voltar ao período jurássico e encarar as criaturas de perto.

Na verdade, a Paleontologia é muito mais do que isso. Trata-se da ciência que estuda a evolução geológica da Terra e como seus primeiros habitantes viviam nesse ambiente.

É uma área ampla, que envolve o estudo de formas pré-históricas de vida através do exame de fósseis animais e vegetais. Ao contrário do que costumamos crer, não é a ciência que estuda apenas os dinossauros.

Pelo contrário: sua amplitude inclui conhecimentos de Biologia, Geologia, Botânica, Zoologia, Geografia e muitos outros campos de conhecimento.

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Embora a Paleontologia na vida real esteja mais ligada a trabalhos de pesquisa, catalogação e cruzamento de referências, ela tem o seu componente aventureiro. Afinal, é uma atividade que requer muitas viagens e trabalhos de campo.

O Brasil possui dez importantes sítios paleontológicos, localizados principalmente nos estados do Rio Grande do Sul, Piauí, Minas Gerais e Paraíba. Este último, inclusive, é sede do Vale dos Dinossauros, um dos maiores parques paleontológicos do Brasil, onde é possível encontrar a maior quantidade de pegadas fossilizadas de dinossauros do mundo!

A Paleontologia no Brasil se desenvolve principalmente no ambiente acadêmico, em centros de pesquisa universitários. Como o Brasil não possui graduação superior nessa área, o profissional precisa optar por uma pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado) para ampliar seus conhecimentos.

Mercado e áreas de atuação da Paleontologia

No Brasil, o paleontólogo atua principalmente com desenvolvimento de pesquisas no ambiente acadêmico. Há, no entanto, alguns setores em que este profissional pode trabalhar ? e são áreas que, felizmente, têm crescido bastante:

  • Museus (história natural, zoologia)
  • Parques paleontológicos
  • Empresas da área de geologia
  • Empresas da área de biologia
  • Laboratórios de análises de fósseis
  • Universidades e institutos de pesquisa
  • Divulgação científica
  • Consultoria e assessoria a produções audiovisuais

É um campo que, apesar do crescimento, ainda é bastante restrito por aqui. Dependendo do seu interesse pela área, é possível crescer e obter bons frutos ? tanto financeiros como profissionais.

O segredo é gostar de estudar, pesquisar e investir em formações de alto nível.

O Brasil oferece uma razoável quantidade de concursos públicos para a área de pesquisa acadêmica, com salários interessantes.

Por outro lado, cresceu a demanda para paleontólogos especializados em micropaleontologia ? ou seja, o estudo de micro fósseis. A indústria de petróleo tem contratado esses profissionais para a realização de estudos nas camadas do pré-sal, para definir se existe petróleo em determinada região e se ele é de boa qualidade.

Diferenças entre Paleontologia e Arqueologia

De vez em quando pensamos que o paleontólogo e o arqueólogo são o mesmo profissional, pois ambos investigam o que aconteceu no passado. Na verdade, são carreiras bem diferentes!

A diferença entre eles é o tempo cronológico dos objetos de estudo. Enquanto a Paleontologia lida com elementos muito antigos, com muito mais de 10 mil anos de idade, a Arqueologia estuda a evolução das culturas e civilizações desde que o homem passou a se organizar em sociedade. Entenda melhor:

  • Paleontologia: estuda fósseis e restos dos seres vivos para descobrir hábitos, idade e a que tipo de animal pertence aquele pedaço de osso ou matéria biológica encontrada. Sua principal função é reconstituir o animal ou vegetal e o meio em que vivia. Exemplo: ossadas de animais, plantas petrificadas, matéria orgânica fossilizada.
  • Arqueologia: estuda os componentes sociais e culturais de civilizações antigas a partir de elementos históricos. Exemplo: os hábitos do antigo Egito, a cultura da Grécia antiga, rituais do Império Romano, etc.

Onde estudar para se especializar em Paleontologia

A Paleontologia é uma carreira que exige muita pesquisa! O direcionamento dessas pesquisas virá do curso escolhido como graduação. No Brasil, a maioria dos paleontólogos vem da Geologia ou da Biologia, cada um com enfoque diferenciado:

  • Na Geologia, a base será o estudo das rochas, processos de fossilização, conservação, sedimentação, ciclos geológicos do planeta, etc.
  • Na Biologia, o profissional entenderá melhor dos componentes naturais das espécies animais e vegetais, evolução biológica, meio ambiente, etc.

Uma terceira opção, para quem tem o espírito aventureiro, é buscar uma graduação em Paleontologia no exterior. Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Austrália possuem universidades que são referência nessa formação.

A Universidade Federal do Ceará (UFC) é a única do Brasil reconhecida pelo MEC a oferecer um curso de especialização em Paleontologia e Geologia Histórica.

Quem quiser iniciar nesta área por uma das graduações recomendadas (Geologia ou Biologia), o universo de faculdades é imenso ? e provavelmente você encontrará alguma perto da sua casa para fazer.

  • Ambas são graduações com quatro a cinco anos de duração nos graus de Bacharelado e Licenciatura.
  • Conheça algumas universidades reconhecidas pelo MEC que oferecem os cursos de Ciências Biológicas ou Geologia:
  • Universidades Privadas:
  • Universidades Públicas:
  • Universidade de Brasília (UNB)
  • Universidade Federal do Piauí (UFPI)
  • Universidade Estadual de Londrina (UEL)
  • Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
  • Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Veja também:

Arqueologia

Está interessado em seguir a carreira de Paleontologia? Conte para a gente aqui nos comentários!

Evolução: Teoria é a plataforma básica para os estudos biológicos

A teoria da evolução é a plataforma científica básica para biólogos e estudantes em geral que se mostrem interessados na compreensão da vida e da variedade de seres vivos existentes.

A maneira mais simples de definir evolução é a que se refere a modificações que os seres vivos experimentaram – e ainda experimentam – ao longo do tempo. Decorre desta afirmação a ideia de que as espécies que hoje existem na Terra não são as que sempre existiram.

Mais ainda: as espécies atualmente existentes resultaram de um longo processo de mudanças ocorridas em seus ancestrais, mudanças estas que alteraram os seus organismos, permitindo-lhes não só adaptar-se aos ambientes em que viveram como sobreviver e dar origem a novas gerações.

Embora correta, a simples ligação da evolução à noção de modificação das espécies não é de todo precisa. Importa ressaltar que não existe evolução de um só indivíduo. Modificações que ocorram em um organismo só serão úteis ao processo evolutivo se puderem ser transmitidas hereditariamente, passando de uma geração a outra e, portanto, se envolverem vários indivíduos de uma mesma espécie.

Lembrando-nos que indivíduos de uma mesma espécie constituem uma população, veremos que o conceito de evolução biológica se aplica, unicamente, a populações e a mudanças hereditárias que possam ser transmitidas às próximas gerações. A evolução biológica permite a formação de raças e novas espécies e explica a origem de todas as espécies vivas e extintas.

O fixismo

Damos o nome de fixismo à ideia de que os seres vivos são fixos e imutáveis. Para o fixismo, a evolução biológica jamais se verificou: os seres vivos atualmente conhecidos são os que sempre existiram na Terra, desde os seus primórdios.

Proposto pelo naturalista francês Georges Cuvier (1769-1832), o fixismo foi aceito sem contestação até o século 18, fundamentando-se na ideia da criação de todos os seres vivos a partir de um poder divino. A partir da segunda metade do século 18, no entanto, surgiram as teorias evolucionistas, também chamadas transformistas, que se opuseram ao fixismo.

Várias hipóteses foram utilizadas para explicar o fixismo, entre elas destacando-se a de geração espontânea, proposta pelo filósofo grego Aristóteles, sob influência de Platão.

Para Aristóteles, os seres vivos seriam formados, constantemente, a partir de matéria não viva, como o pó.

Uma vez formados, estes seres permaneceriam imutáveis, originando descendentes semelhantes em todas as gerações.

Bases do evolucionismo

A credibilidade do evolucionismo fundamenta-se em evidências que demonstram modificações das espécies. Tais evidências ou testemunhos originam-se de várias ciências e somam-se para confirmar o evolucionismo. Entre elas destacam-se:

A existência de fósseis

Chamam-se fósseis a vestígios ou restos petrificados ou endurecidos de seres vivos que habitaram a Terra e que se conservaram naturalmente sem perder suas características essenciais. À ciência que estuda os fósseis dá-se o nome de paleontologia. Associada à geologia histórica, a paleontologia permite o estudo comparativo de fósseis encontrados em camadas geológicas diferentes.

Utilizando-se desse processo, os paleontólogos têm a oportunidade de observar modificações contínuas sofridas pelos organismos vivos com o passar do tempo.

É o caso de fósseis que apresentam, ao mesmo tempo, características comuns a espécies atualmente existentes.

O fóssil do Archeopterix, por exemplo, considerada a primeira ave existente, apresenta características comuns a répteis e aves atuais: de répteis, escamas na cabeça, dentes, garras e cauda com ossos; de aves, asas e penas.

Evidências embriológicas

Comparações realizadas demonstram que embriões de animais diferentes podem apresentar grandes semelhanças nas primeiras fases de seu desenvolvimento. Em embriões de vertebrados, tais semelhanças chegam a ser espantosas, fato que levou, no século 19, o biólogo alemão Ernest Haekel a estabelecer uma Lei biogenética fundamental.

  • Esta lei, atualmente reformulada, garante que o embrião de uma classe superior passa, na totalidade ou em parte, por estados que reproduzem fases embrionárias dos animais de classes sistematicamente inferiores.
  • A lei proposta por Haekel é unilateral: embora no desenvolvimento embrionário dos animais apareçam formas que lembram seus ancestrais adultos, também se verifica o surgimento de estruturas que não existiram em nenhuns deles.
  • Órgãos homólogos

Chama-se homologia à existência de órgãos que, embora possuam a mesma origem embrionária, desempenham funções diferentes.

Sua existência é explicada por divergência: estruturas originalmente semelhantes diferenciam-se para realizar funções diferentes.

Os membros superiores de vertebrados são um bom exemplo de homologia, dado que, apesar de sua mesma origem, desempenham funções diferentes e compatíveis com as necessidades dos seres em que se apresentam.

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Órgãos análogos

Chama-se analogia à existência de órgãos cujas origens embrionárias são diferentes mas que desempenham a mesma função. Suas estruturas anatômicas são diferentes e não existe relação de proximidade ou parentesco entre seus ancestrais. Asas de aves e asas de insetos são exemplos de analogia entre órgãos.

Órgãos vestigiais

Órgãos vestigiais são estruturas rudimentares que não desempenham função no organismo em que se encontram, mas são importantes em outros seres. Sua mesma origem – homologia – pode revelar parentesco entre seres diferentes e sugerir a existência de um ancestral comum.

O apêndice vermiforme, por exemplo, é órgão vestigial no homem, em que não tem função. Entretanto, nos animais herbívoros, o apêndice é bastante desenvolvido, nele vivendo microrganismos responsáveis pela digestão da celulose, principal fonte de energia de sua dieta.

Comparações entre proteínas

Proteínas são macromoléculas compostas por longas cadeias de aminoácidos. Embora existam na natureza apenas vinte aminoácidos diferentes, é fabulosa a variedade de proteínas encontrada nos seres vivos. Tal fato explica-se: a produção de proteínas em cada organismo é coordenada pelo material genético (DNA) que ordena os aminoácidos, formando as grandes moléculas proteicas.

Face às informações apresentadas, torna-se lógico esperar que, quanto maior a proximidade evolutiva entre dois seres, maior seja a semelhança entre suas proteínas. Assim é que a molécula de hemoglobina (pigmento sanguíneo) é formada pelos mesmos aminoácidos no homem e no chimpanzé; já a do gorila tem um aminoácido diferente do homem, enquanto a do cão, quinze.  

O conceito de adaptação

A distribuição dos seres vivos nas várias regiões da Terra não é aleatória ou ocasional. Por detrás da aparente naturalidade de suas existências destacam-se não só complexas relações entre seres como adaptações ao ambiente onde vivem.

Em outras palavras: nenhum ser habita um certo lugar por acaso.

Para sobreviver, este ser deve possuir características que permitam a sua adaptação ao meio em que vive; características, aliás, herdadas de seus ancestrais e que serão por ele transmitidas aos seus descendentes.

Desse modo, indivíduos de uma determinada população herdam características que lhes são vantajosas em termos de sobrevivência. Indivíduos portadores de características vantajosas deixam, em média, mais descendentes que outros e suas populações tendem a ser majoritárias com o passar das gerações.

Podemos, então, definir “adaptação” como a aquisição de características que tornam um indivíduo ou um grupo mais equipado para sobreviver e reproduzir-se num determinado ambiente.

São incontáveis os exemplos de adaptações e o estudante poderá identificar alguns deles por meio de simples observação.

Como exemplos, temos adaptações para a caça, verificadas em animais carnívoros, tais como o tipo de presas e a velocidade; plumagem ou pelagem de animais, como adaptações para aproximar-se de presas, fugir de predadores ou, ainda, atrair parceiros sexuais; em outros animais, patas eficazes, utilizadas para a fuga etc.

Leia mais sobre as teorias da evolução

Departamento de Geologia

Geologia é a ciência que estuda a Terra. Parece muito amplo?

E realmente é, trata-se de uma das mais abrangentes ciências naturais. Os geólogos estudam a composição, a estrutura e a evolução do globo terrestre, bem como os processos que ocorrem no seu interior e superfície.

Para a compreensão disso tudo é necessário ao profissional um bom conhecimento de física, química, biologia e matemática. De fato, como dizem os filósofos, há muito mais coisas entre o céu e a Terra do que pode supor a nossa vã filosofia.

São depósitos minerais, bacias petrolíferas, fraturas e falhas geológicas, águas subterrâneas, fósseis, poluição, cidades, seres vivos… É trabalho que não acaba mais, melhor para o geólogo. Já deve ter dado para notar que a Geologia não envolve apenas o estudo das rochas como muitos pensam.

Seu conhecimento é de grande interesse científico e social. Os geólogos são capazes de identificar e avaliar reservas minerais, identificar zonas geologicamente instáveis e propor medidas de segurança.

Para quem pensa em fazer Geologia na UFC, uma boa notícia: a demanda por profissionais nunca esteve tão alta. E deve continuar assim pelos próximos anos. O principal motivo é o aquecimento dos setores de mineração e de petróleo, com o início da exploração do pré-sal.

Áreas de atuação do Geólogo

Geofísica – reconhece as propriedades físicas da Terra. Por exemplo, estuda o campo magnético terrestre (intensidade, configuração e variação), o fluxo de calor interno da Terra, o movimento das ondas sísmicas, que estão associadas aos terremotos. A geofísica combina geologia com a física para facilitar a descoberta de gás, óleo, metais, água…

Geoquímica – trata da química do planeta. Atualmente destaca-se a geoquímica sedimentar e a geoquímica orgânica, o novo campo da geoquímica ambiental, além de muitos outros. O grande interesse da geoquímica está na origem e evolução das principais classes de rochas e minerais.

O geoquímico estuda especificamente os elementos da natureza – por exemplo, os ciclos geoquímicos do carbono, nitrogênio, fósforo e enxofre; distribuição e abundância de isótopos na natureza e a exploração geoquímica, também chamada de prospecção geoquímica, que é aplicada para a exploração mineral.

Petrologia – trata da origem, estrutura, ocorrência e da história das rochas ígneas, metamórficas e sedimentares. Os petrólogos estudam as mudanças físico-químicas que ocorrem nas rochas e são capazes de fazer um detalhado mapeamento mostrando os tipos de rochas existentes em uma área.

Mineralogia – trata dos minerais encontrados na crosta terrestre, e até mesmo os encontrados ou originados fora dela. A cristalografia estuda a forma externa e a estrutura interna dos cristais naturais ou sintéticos.

Há quem considere a mineralogia a arte de identificar os minerais baseando-se nas suas propriedades físicas e químicas.

A mineralogia econômica focaliza os processos responsáveis pela formação dos minerais, especialmente os de uso comercial.

Geologia Estrutural – estuda as distorções das rochas, tais como dobras, falhas e fraturas. Usualmente comparando as formas obtidas e as classificando. Essas distorções podem ser vistas tanto macroscopicamente quanto microscopicamente.

Os geólogos estruturais são capacitados para localizar armadilhas estruturais que podem conter petróleo, estudar a construção de túneis, localizar aquíferos, identificar jazidas minerais, entre outras atividades. É uma área de ampla atuação do geólogo.

Sedimentologia – refere-se ao estudo dos depósitos sedimentares e das suas origens. Os sedimentólogos estudam inúmeras feições presentes nas rochas sedimentares que podem indicar os ambientes de formação no passado e assim entender os ambientes atuais.

Paleontologia – estuda a vida pré-histórica, tratando do estudo de fósseis de animais e plantas micro e macroscópicos. Os fósseis são importantes indicadores das condições de vida existentes no passado geológico, preservados por meios naturais na crosta terrestre.

  • Geomorfologia – trabalha com a evolução das feições observadas na superfície da Terra, identificando os principais agentes formadores dessas feições e caracterizando a progressão da ação de agentes como o vento, gelo, água… que afetam o relevo terrestre.
  • Geologia Econômica – é o ramo da Geologia que estuda a ocorrência e gênese dos jazimentos minerais, procurando identificar suas leis e formas de aproveitamento dos bens minerais, reais e potenciais, tais como:petróleo, gás, carvão, minerais metálicos e não metálicos, materiais de construção, pedras preciosas, água subterrânea, energia geotermal.
  • Hidrogeologia – A Hidrogeologia atua desde a caracterização hidro-ambiental de uma área até chegar ao planejamento e gestão das águas subterrâneas, enfocando, entre outras, qualidade das águas, poluição, remediação de áreas contaminadas, água e saúde, locação de poços tubulares, construção de poços, avaliação de reservas e recursos hídricos, vulnerabilidade e risco de aquíferos a poluição.

Geologia Ambiental – esse é um campo relativamente novo responsável pela coleta e análise de dados geológicos para evitar ou solucionar problemas oriundos intervenção humana no meio ambiente.

Um dos seus ramos é o da Geologia Urbana, que trata dos impactos, geralmente caóticos, gerados sobre o meio ambiente, quando o incontrolável crescimento das cidades agride o ambiente ocasionando catástrofes que afetam diretamente a qualidade de vida da população.

Atualmente o geólogo ambiental tem trabalhado bastante na elaboração de EIA (Estudos de Impactos Ambientais) e RIMA (Relatórios de Impacto Ambiental), exigidos antes da execução de grandes obras.

Paleontologia

A Paleontologia(do grego palaiós, antigo + óntos, ser + lógos, estudo) é a ciência natural que estuda a vida do passado da Terra e o seu desenvolvimento ao longo do tempo geológico, bem como os processos de integração da informação biológica no registro geológico, isto é, a formação dos fósseis.

O cientista responsável pelos estudos dessa ciência é denominado de paleontólogo.

Pré-história brasileira

A vida na Terra surgiu há aproximadamente 3,5 bilhões de anos e, desde então, restos de animais e vegetais ou indícios das suas atividades ficaram preservados nas rochas. Estes restos e indícios são denominados fósseis e constituem o objecto de estudo da Paleontologia.

A Paleontologia desempenha um papel importante nos dias de hoje. Já não é a ciência hermética, restrita aos cientistas e universidades. Todos se interessam pela história da Terra e dos seus habitantes durante o passado geológico, para melhor conhecerem as suas origens.

O objeto imediato de estudo da Paleontologia são os fósseis, pois são eles que, na atualidade, encerram a informação sobre o passado geológico do planeta Terra. Por isso se diz frequentemente que a Paleontologia é, simplesmente, a ciência que estuda os fósseis.

Contudo, esta é uma definição redutora, que limita o alcance da Paleontologia, pois os seus objetivos fundamentais não se restringem ao estudo dos restos fossilizados dos organismos do passado.

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A Paleontologia não procura apenas estudar os fósseis, procura também, com base neles, entre outros aspectos, conhecer a vida do passado geológico da Terra.

Uma ligação com as ciências geológicas

Tyrannosaurus rex

  • Uma vez que os fósseis são objetos geológicos com origem em organismos do passado, a Paleontologia é a disciplina científica que estabelece a ligação entre as ciências geológicas e as ciências biológicas.
  • Conhecimentos acerca da Geografia são importantes para a paleontologia pois permite relacionar o posicionamento e distribuição dos dados coligidos pelo globo.
  • A informação sobre a vida do passado geológico está contida nos fósseis e na sua relação com as rochas e os contextos geológicos em que ocorrem.

O mundo biológico que hoje conhecemos é o resultado de milhares de milhões de anos de evolução. Assim, só estudando paleontologicamente o registo fóssil – o registo da vida na Terra – é possível entender e explicar a diversidade, a afinidade e a distribuição geográfica dos grupos biológicos atuais.

Evolucionismo

Expedição paleontológica. fonte: Youtube.com

Este tipo de estudo tornou-se viável através dos trabalhos de Georges Cuvier, que, mediante a aplicação das suas leis da Anatomia Comparada, comprovou o fenômeno da extinção e da sucessão biótica. Estas leis permitiram as reconstruções paleontológicas dos organismos que frequentemente eram encontrados no registo fossilífero somente de forma fragmentada, ou mesmo, apenas algumas partes fossilizadas. Desta maneira, os resultados dos trabalhos de Georges Cuvier possibilitaram, posteriormente, a elaboração de sequências evolutivas, que foram fundamentais para a defesa do evolucionismo.

Com base no princípio de que “o presente é a chave do passado”, enunciado por Charles Lyell, partindo do conhecimento dos seres vivos atuais e ainda do seu estudo biológico, é possível extrapolar-se muita informação sobre os organismos do passado, como o modo de vida, tipo trófico, de locomoção e de reprodução, entre outros, e isso é fundamental para o estudo e a compreensão dos fósseis.

Os mastodontes (do latim Mastodon) foram espécies de proboscídeos pré-históricos.

A partir dos fósseis, uma vez que são vestígios de organismos de grupos biológicos do passado que surgiram e se extinguiram em épocas definidas da história da Terra, pode fazer-se a datação relativa das rochas em que ocorrem e estabelecer correlações (isto é, comparações cronológicas, temporais) entre rochas de locais distantes que apresentem o mesmo conteúdo fossilífero.

O estudo dos fósseis e a sua utilização como indicadores de idade das rochas são imprescindíveis, por exemplo, para a prospecção e exploração de recursos geológicos tão importantes como o carvão e o petróleo.

Divisões

A Paleontologia divide-se, conceitualmente, em diversas áreas, como por exemplo a Paleobiologia, uma área que estuda os conceitos evolutivos e ecológicos e foca-se menos na identificação de fósseis.

É no seio da Paleobiologia que se insere a Paleozoologia, o estudo dos fósseis de animais, e a Paleobotânica, o estudo dos fósseis de plantas.

Basicamente, qualquer disciplina biológica aplicada aos organismos do passado geológico, por via do estudo dos fósseis, constitui uma subdisciplina paleobiológica: Paleoecologia (que estuda os ecossistemas do passado), Paleobiogeografia, Paleoanatomia, Paleoneurologia, Paleomastozoologia etc.

Outras disciplinas paleobiológicas transversais, que não estão limitadas a um dado grupo taxonômico, são, por exemplo:

  • Micropaleontologia – estuda os fósseis de organismos ou parte deles que necessitam de microscópio para serem visualizados;
  • Paleoicnologia – estuda os vestígios fósseis, por exemplo, pegadas;
  • Tafonomia – ainda se divide em Bioestrationomia, Diagênese e Tectônica, estuda a integração da informação biológica no registo geológico, ou seja, a formação dos fósseis e das jazidas fossilíferas e do registo paleontológico;
  • Biocronologia – estuda o desenvolvimento temporal (a cronologia) dos eventos paleobiológicos, bem como as relações temporais entre entidades paleobiológicas (os organismos do passado) e/ou tafonômicas (os fósseis);
  • Sistemática – estuda a classificação de espécies fósseis.

Ainda se faz uma subdivisão da Paleobotânica e da Micropaleontologia constituindo a Paleopalinologia, que se dedica ao estudo de pólen e esporos, importantes para a datação

Arqueologia e paleontologia

Os arqueólogos diferenciam-se dos paleontólogos porque não trabalham com restos de seres vivos – é uma ciência social. Um arqueólogo estuda as culturas e os modos de vida humana do passado a partir da análise de vestígios materiais.

Um paleontólogo, entre outras coisas, é um biólogo ou geólogo, e estuda restos ou vestígios de diversas formas de vida (animal, vegetal, etc.

) através da análise do que restou delas e da sua actividade biológica: pisadas, coprólitos, bioturbações, fósseis ósseos, etc.

A Paleontologia estuda todos os organismos que viveram na Terra, incluindo a evolução primata-homem, mas não o ser humano como o conhecemos hoje, pois o estudo e seguimento da vida antropo-cultural restringe-se a disciplinas ligadas à Arqueologia, à Paleoantropologia, à Biologia e à Medicina.

Normalmente, a Paleontologia estuda organismos mortos há mais de 11 000 anos; quando os vestígios ou restos possuem menos de 11 000 anos, podem ser denominados de subfósseis. De uma maneira muito simplificada, um paleontólogo estuda os restos ou vestígios de seres vivos desde o início da vida na Terra até hoje, incluindo os restos de hominídeos.

American Museum of Natural History. foto: Ana Paula Hirama

Resumo da história da vida

A história evolutiva da vida remonta há mais de 3,5 bilhões de anos. A Terra foi formada há cerca de 4.

57 bilhões de anos e após a colisão que formou a Lua, uma grande quantidade de vapores de água foi liberadas pelos vulcões e milhões de anos depois, com o resfriamento gradual da atmosfera terrestre o vapor se condensou e se precipitou na forma de chuva.

A evidência mais clara da existência da vida na Terra data de cerca de 3 bilhões de anos, embora existam relatos do fóssil de uma bactéria de 3.4 bilhões de anos e de evidências geológicas da existência de vida há 3.8 bilhões de anos.

Alguns cientistas admitem a hipótese da panspermia, onde a vida na Terra tenha iniciado através de meteoritos que abrigavam formas de vida primárias, mas a maioria das pesquisas concentra-se em várias explicações de como a vida poderia ter aparecido de forma independente na Terra.Leia mais em História da Paleontologia

fonte: Wikipedia.org

qual a ciência que estuda os fosseis?

quais as funções básicas do colesterol​

faça uma resenha de no mínimo 25 linhas sobre Unidades de Conservação. socorro

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ME AJUDEM POR FAVORRRREm um estudo, descobriu-se que papéis impregnadoscom extratos de frutas típicas do Brasil podem ser usadoscomo indicadores de pH

, conforme mostrado na tabela.

Umprofessor de química testou alguns desses papéis indicadores nas seguintes soluções aquosas:I. Indicador de amora em 0,01 mol/L de HCl;II. Indicador de jabuticaba em 0,1 mol/L de NaOH;III. Indicador de jambolão em 0,1 mol/L de NaCl;IV.

Indicador de uva em 0,001 mol/L de C12H22O11 (açúcar).Qual cor esses indicadores irão apresentar após seremtestados nessas soluções?A I. Rosa; II. Rosa; III. Lilás azulado; IV. Lilás rosado.B I. Roxo azulado; II. Azul; III. Verde; IV. Lilás azulado.C I. Rosa; II. Azul; III.

Lilás azulado; IV. Lilás azulado.D I. Roxo azulado; II. Azul; III. Rosa; IV. Azul.E I. Roxo; II. Rosa; III. Rosa;

cite um exenplo de ceridio​

as as bactérias apresentam várias formas de nutrição explique cada uma dessas formas essa primeira​

Identifique a alternativa que apresenta dois produtos caseiros com propriedades alcalinas básicas: *(a) detergente e vinagre.(b) sal e coalhada.(c) le

ite de magnésia e sabão.(d) bicarbonato de açúcar.​

5) Ciclo do carbonoCientistas do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia, em colaboração com aUniversidade da Califórnia, publicaram um artigo na r

evista Natura em 22 de março de2008 sobre o crescimento o vegetal.

Nesses estudos, os cientistas observaram que asárvores dos grandes centros urbanos cresciam 25% mais rápido que as árvoresencontradas em matas nativas.a) CONSTRUA uma hipótese que explique as observações da pesquisa.

b) DESCREVA as implicações do plantio de árvores nos centros urbanos para o ciclobiogeoquímico envolvido no artigo.​

4) Descreva o ciclo do oxigênio, explique sua importância bioecológica.​

O negócio rende 22 bilhões de dólares por ano. A mágica foi explicada por um exexecutivo da Perrier. Tudo o que você tem de fazer é retirar água do ch

ão e vende-lamais caro que vinho, leite ou mesmo petróleo”. Fonte: Revista Ecologia eDesenvolvimentoConsidere as afirmações abaixo, relacionadas ao texto.1.

A disponibilidade de água potável no mundo é desigual. Alguns países, como o Brasil,Canadá e Islandia possuem grande reservatórios e outros, como os países do OrienteMédio, apresentam escassez Mesmo assim, empresas faturam muito dinheiro vendendoágua mineral em praticamente todos os países do mundo.II.

A indústria de água mineral cobra muito caro por um serviço, muitas vezes,desnecessário.III. A água mineral é, na verdade, qualquer água encontrada em rios, lagos e lençoisfreáticos, revestida, em muitos casos, com roupagem de artigo de luxo.ASSINALE:a) ( ) se le ll estiverem corretas.b) ( ) se somente i estiver correta.

c) ( ) se I, II e Ill estiverem corretasd) ( ) se somente lll estiver correta.e) ( ) se I, II e Ill estiverem incorretas.​

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