Como Se Chama A Arvore Que Dá Clementinas?

Como Se Chama A Arvore Que Dá Clementinas?Ramos carregados de frutos suculentos muito decorativos, saborosos e nutritivos.
Abundantes no final de Outono e no início da Primavera.

Como Se Chama A Arvore Que Dá Clementinas?

Fotografia de Carlos Félix

Árvore sempre verde e fácil de cultivar requer solo bem drenado, para evitar doenças no tronco e nas raízes, e sol directo quatro horas por dia para florir e produzir frutos.
As árvores podem atingir alturas entre os 2,5 m e os 7,5 m e larguras de copa entre os 1,80 m e os 4,5 m.

Com muitos ramos, folhas pequenas e flores brancas e perfumadas. Entre os citrinos é o que melhor tolera o frio embora o resultado sejam frutos menos doces. Os frutos têm geralmente uma casca fácil de retirar e a polpa doce está dividida em gomos que se separam com muita facilidade.

A tangerineira tem muita facilidade em originar híbridos, por exemplo a clementina que resulta duma tangerineira mediterrânica com uma laranjeira amarga, ou a tângera que resulta da junção com uma toranjeira.

Como Se Chama A Arvore Que Dá Clementinas?As tipologias mais comuns são a tangerineira mediterrânica e a clementina.
A variedades mediterânica designada de Setubalense exibe frutos pequenos e médios, são muito aromáticas abundam no mercado protuguês e dão cerca de 20 sementes por fruto.
A maior parte das tangerinas deve ser colhida assim que amadurece pois de contrário o sabor altera. Devem ser tocadas regularamente para a colheita ser no momento certo. A casca fica rapidamente cor de laranja.
Sabia que pode ter uma árvore destas em vaso. Tem que cortar as raízes e os rebentos da plantas todos os anos. Se estiver demasiado carregada de frutos arranque alguns.

  • Quando adquirir a árvore opte por aquelas que não vão para além de duas vezes a altura do vaso e rejeite aquelas que apresentem algodão ou vesiculas sobre as hastes e folhas, claros sinais de cochonilhas.
  • Como Se Chama A Arvore Que Dá Clementinas?

Como Se Chama A Arvore Que Dá Clementinas?Estação a estação
Inverno é para Fertilizar: Espalhe fertilizante debaixo da copa. Cada árvore adulta necessita de 800 grs de azoto e potássio
Início da Primavera é para podar : Corte os ramos doentes, secos ou desordenados. Pode manter a forma e o tamanho. Se uma árvore só tiver boas colheitas em anos alternados, pode-a drasticamente num ano em que esperar uma boa produção de frutos.

No Verão muita atenção à rega: Se não chover tem que se regar abundantemente todas as semanas evitando que se formem frutos com casca mais grossa e polpa mais seca.

Como Se Chama A Arvore Que Dá Clementinas?Nota: Há umas décadas, a tangerineira ‘Setubalense’ era a única tangerina amplamente cultivada em Portugal. Com a implantação de novos pomares, sobretudo no Algarve, e com a modernização do sector, foram introduzidas novas cultivares de tangerineira, nomeadamente, as clementinas ‘Fina’ e ‘Nules’, algumas satsumas e diversos híbridos de tangerineira como a ‘Willking’, a ‘Fremont’ e a ‘Encore’. Mais tarde vieram a ‘Fortune’, a ‘Nova’ e cerca de uma dezena de novas clementinas.

Como Se Chama A Arvore Que Dá Clementinas?O valor nutritivo do suco ou da polpa varia conforme a espécie, mas é sempre boa fonte de vitaminas A e C e sais minerais como potássio, cálcio e fósforo. Os frutos produzidos em agricultura biológica são mais ricos em vitamina C que os produzidos na agricultura convencional. A vitamina C é essencial para o sistema imunológico. A vitamina A é indispensável para a saúde dos olhos e da pele e aumenta a resistência às infecções.
A tangerina é considerada grande fonte de magnésio. O ser humano precisa de magnésio, apresentando maior concentração desse mineral nos ossos e músculos. Tem um papel importante na síntese das proteínas, na contratilidade muscular e na excitabilidade dos nervos.
Popularmente, a tangerina é conhecida pelo seu efeito diurético, digestivo e aumento na eficiência física. É laxativa, pois apresenta grande quantidade de fibrase asim meelhora o funcionamento do intestino. In Wikipédia

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Árvores de fruto para pequenos jardins e hortas: saiba quais as adequadas

É sempre um momento especial aquele em que se planta uma árvore de fruto na sua horta.

  As árvores de fruto permanecem no mesmo lugar durante muitos anos, frequentemente ao longo de algumas gerações.

Ainda que apenas possa plantar uma pequena árvore na sua horta de reduzidas dimensões, esta árvore permanece durante muito tempo, com os seus frutos apetitosos que lhe dará sempre enorme prazer em contemplar.

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Fonte da imagem:Rádio Campanário

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Qual a melhor altura para plantar?

A melhor altura para plantar uma árvore de fruto é no final do Outono. Nos locais onde o Inverno chegar mais cedo, convém plantá-la em Outubro; em regiões mais temperadas,poderá plantar a sua árvore em Novembro.

Como é natural, também é possível plantá-la na Primavera. A planta deve criar bastantes raízes antes de começar a despontar. Se comprar uma árvore pequena em vaso, que já tem as suas raízes, o transplante para o jardim não será nada problemático.

Nessa altura, é possível uma plantação mais tardia.

Qual o procedimento que devo adotar?

Cave a cova para a árvore de preferência algumas semanas antes do transplante. Abra uma cova generosa, de modo a que as raízes se possam espalhar depois à vontade.Dependendo da espécie de árvore, cave a cerca de quarenta a sessenta centímetros de profundidade.

Encha depois a cova com algumas pazadas de terra misturada com composto maduro. A terra escavada deverá também ser misturada com composto. Adicione, além disso, um pouco de cinzas de madeira,pó de pedra ou algas marinhas calcárias.

Depois de remexida toda a mistura de modo a deixá-la solta encha de novo a cova. Depois cubra a terra com folhagem ou ervas cortadas. Quando plantar a sua árvore de fruto no final de Outono, encontrará um solo fofo rico em húmus.

A terra solta deixa-se escavar com facilidade e também será fácil preencher a cova depois. As jovens raízes poderão amparar-se bem neste bom húmus e continuar a espalhar-se.

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Fonte da imagem:fabrico e montagem de estufas

Árvores para a sua pequena horta

Para pequenas hortas, são sobertudo de aconselhar as chamadas árvores de fuso. A esta categoria pertencem, por exemplo, as macieiras que foram aperfeiçoadas de modo a crescerem pouco.

Só atingem dois ou três metros de altura e permanecem tão esguias que podem ser plantadas a uma distância de 2,5 a 3 metros. Também é possível plantar várias pequenas árvores numa fieira, como por exemplo, ao longo de uma cerca.

As árvores de fuso dão frutos cedo que são fáceis de colher.

Uma forma intermédia de árvore é a árvore-arbusto. Os ramos desta variedade atingem os sessenta a oitenta centímetros de altura, as copas permanecem relativamente pequenas. Plante-as a uma distância de quatro a cinco metros.

Os marmeleiros, por exemplo, contam-se entre as árvores-arbusto que existem no mercado.

Arbustos e árvores pequenas quando crescem tendem a tornar-se árvores de fruto de grande porte, as quais não são apropriadas para pequenas hortas.

Plante macieiras na sua pequena horta

Todas as macieiras que crescem na nossa horta são variedades que foram aperfeiçoadas em condições especiais. Elas apreciam um solo húmido, se possível algo argiloso. Também é favorável uma elevada humidade atomosférica.

Nunca plante uma macieira numa vertente seca a sul! Como as macieiras têm raízes muito superficiais,poderá garantir-lhe boas condições de existência se descrever um perímetro grande ao redor da base da árvore, que será tratado com composto e coberto com acolchoado.

As macieiras pertencem à categoria de árvores de fruto polinizadas. Cada árvore necessita de um polinizador exterior. Se a horta vizinha já tiver macieiras, não necessitará de se preocupar com este assunto. Caso contrário, terá de planear plantar duas árvores, pelo menos.

As novas variedades Ballerina são as que exigem menor espaço. Estas pequenas árvores de fruto apenas atingem os 30 cm  de largura e crescem como colunas esguias a uma  altura de 2,5 a 4 metros.

Produzem já a partir do segundo ano e podem inclusivamente ser mantidas em grandes caixotes.

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Fonte da imagem: Pinterest

As ameixeiras amadurecem em todo o lado

A ameixeira pertence à categoria de árvores de fruto menos complicadas para a pequena horta caseira. Os seus troncos não atingem grandes alturas e as copas não alargam excessivamente. Algumas ameixeiras necessitam de um parceiro para a frutificação, outras bastam-se a si próprias, ou seja: é suficiente plantar uma única árvore.

As ameixas tanto amadurecem em regiões montanhosas agrestes como em climas amenos de cultivo de vinha. Estas árvores de fruto crescem em qualquer tipo de solo; convém, contudo, colocá-las ao sol, de maneira a que os frutos doces e aromáticas se possam desenvolver. Estes frutos são de tonalidade azul-violeta, com diferentes variações.

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Fonte da imagem:Portal do Jardim.com

Árvores de fruto: variedades de ameixeira recomendadas

As ameixeiras dão-se muito bem em hortas pequenas. As ameixas que não precisam de polinização produzem já muito enquanto árvores jovens. Deve perguntar ao viveirista por uma variedade local que se dê bem na sua área. Poderá escolher ainda entre duas variedades tradicionais do séc.XIX: a Rainha Victoria, uma árvore de copa pequena muito produtiva.

Os frutos destacam-se pela sua polpa muito aromática e de amarelo cor de mel. A Ontariopflaume é mais robusta e dá frutos grandes e arredondados, com um sabor doce e aromático. Esta variedade não necessita de polinização.

As ameixeiras são,pois, árvores pouco complicadas para o jardineiro que não dispõe de muito lugar nem de muito tempo para dispensar aos cuidados das plantas.

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Fonte de imagem: Depositphotos

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Tangerinas, deliciosas e saudáveis

A tangerina (Citrus reticulata) é um citrino de cor laranja e sabor bastante doce e agradável, de formato achatado e cuja casca é relativamente fácil de tirar.

A tangerina é conhecida por muitos outros nomes em Portugal e no Brasil, como clementina, tangera, mexerica, laranja-cravo, mimosa, mandarina, poncã, entre outros. Terá sido trazida de Tânger para Portugal, daí o seu nome, embora noutros países da Europa a sua introdução tenha sido mais tardia.

A origem desta espécie é a Ásia, onde prefere climas húmidos subtropicais e tropicais. As tangerineiras e seus híbridos são bastante cultivados ao redor do mundo, embora bastante menos do que as laranjeiras.

Cultivo e colheita

Portugal tem um clima algo favorável ao cultivo da tangerina, sobretudo no Sul do País e ilha da Madeira. Noutras zonas, poderá haver microclimas propícios, em locais abrigados dos ventos e sem geadas, voltadas a Sul. A China, a Espanha e o Brasil são os principais produtores mundiais, com a China a liderar por grande margem, com cerca de metade da produção.

Existe um grande défice no mercado nacional em termos de abastecimento destes frutos e Espanha fornece quase toda a fruta em falta.

A tangerineira é uma árvore mais pequena do que a laranjeira, com espinhos nos ramos, que raramente ultrapassa os quatro metros.

São geralmente autoférteis e facilmente se danificam com o frio, mesmo os frutos, devido à sua casca fina. Climas com temperaturas entre os 20º e os 30 ºC são os ideias para cultivo das tangerinas.

As regas ajudam a aumentar a produção e, como todos os citrinos, a tangerineira necessita de muita água nos meses secos. O modo mais eficiente de fazer estas regas é com sistemas gota a gota.

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Num quintal, duas ou três árvores podem satisfazer as necessidades de uma família média. Em pequenos pomares, as tangerineiras são muitas vezes cultivadas com outros citrinos como limoeiros ou laranjeiras.

Manutenção

A propagação das tangerineiras é quase sempre feita por enxertia ou estaquia para preservar as características das variedades. A propagação a partir de sementes produziria espécimenes muito incertos em termos de qualidade e quantidade de frutos e demoraria longo tempo até à primeira floração.

A poda dos citrinos deve ser feita pouco tempo depois da colheita, abrangendo os períodos mais frios do ano. Geralmente, os citrinos têm uma boa forma arredondada mesmo sem poda; as podas são muitas vezes ligeiras apenas para corrigir eventuais desvios ou então em árvores abandonadas para lhes restituir o vigor produtivo.

As tangerineiras gostam de solos férteis, frescos e bem drenados. O uso de compostos bem curtidos e estercos ajuda a melhorar a estrutura do solo e a fertilidade.

As tangerineiras sofrem com as infestantes que disputam com elas o azoto, pelo que as mondas são essenciais.

A plantação das tangerineiras pode ser efetuada entre março e maio, visto que a floração costuma ser tardia no nosso País.

Algumas das variedades de tangerineiras e seus híbridos mais cultivados são a ‘Okitsu’, a ‘Clementina fina’, a ‘Clementina nules’, a ‘Her- nandina’, a ‘Ortanique’ e a ‘Encore’.

Pragas e doenças

Relativamente a doenças, algumas das que afetam a tangerineira são a fumagina, o míldio e a gomose. Quanto a pragas, podemos apontar a psila dos citrinos, as cochonilhas, os ácaros e os afídios. Como sempre, a melhor política é prevenir para não se ter de se recorrer mais tarde a tratamentos químicos.

Além de serem muito consumidas ao natural, as tangerinas são usadas em culinária, doçaria e cosmética, e surgem cada vez mais enlatadas, o que permite aumentar bastante o tempo de conservação.

A tangerina, além de ser rica em vitaminas A e C, também é rica em sais minerais como potássio, cálcio, fósforo e magnésio. É muito apreciada pelo seu sabor menos ácido do que aquele da laranja. Além de significar abundância na China, a sua casca é utilizada na medicina tradicional chinesa.

Ficha técnica da tangerina (Citrus Reticulata)

  • Origem: Ásia.
  • Altura: Geralmente até 4 metros.
  • Propagação: Geralmente, por estaquia ou enxertia de borbulho, mais incomum por semente.
  • Plantio: Final do inverno e início da primavera.

Solo: Solos profundos, férteis e bem drenados. Necessita de bastante humidade no solo.

Clima: Prefere clima subtropical e tropical. O Algarve é a região mais propícia.

  1. Exposição: Sol, localizações abrigadas do vento.
  2. Colheita: Final do outono e inverno.
  3. Manutenção: Poda, mondas, sachas.

5 minutos para conhecermos tudo sobre a tangerina francesa: a clementina corsa

Podemos reconhecê-la por suas folhas verde-escuras, sua casca fina, seu tamanho pequeno e seu sabor irresistível. A clementina corsa é a única variação de tangerina produzida na França.

De Novembro à Janeiro, nós degustamos esta fruta cítrica que dá aquele toque final às refeições e aos lanches gourmets repletos de vitaminas! Uma fruta corsa do inverno!

Desde 2007, a Clementina Corsa se beneficia de uma Indicação Geográfica Protegida (IGP), que é uma garantia de qualidade. Para ser reconhecida como um produto original “da Córsega”, a clementina deve ser cultivada e condicionada na ilha, colhida manualmente, amadurecida com suas folhas, e não deve ser submetida a tratamento colorimétrico. Essas práticas favorecem a obtenção de um sabor único, estável e constante, onde reconhecemos o caráter do terroir da Córsega…

Os pomares da chamada “Ilha da Beleza”, localizados na costa leste, enfrentam temperaturas mais baixas do que no resto da região do Mediterrâneo.

Esse clima em particular limita a acumulação de açúcar e confere um sabor autêntico e inconfundível, e oferece uma combinação de sabores doces e ácidos, típicos da Clementina Corsa. Sua cor vermelha alaranjada também é uma característica da fruta.

Qual seria mais uma característica inconfundível das clementinas? A tangerina da Córsega não tem sementes! Algo para encantar os jovens apreciadores.

Durante muito tempo, a Clementina Corsa foi a única capaz de exibir suas folhas nas bancas de hortaliças e hortas, pois sua característica repelia as pragas. Mesmo que hoje existam outras espécies de tangerina que possuam cascas cor de laranja e folhas verdes, logo podemos reconhecer a forma característica das folhas das clementinas corsa.

Dentro da família dos ‘citros’, a clementina corsa vem de um cruzamento natural entre a flor da tangerina e o pólen da laranjeira. Em 1892, na Argélia, perto de Oran, o botânico Louis Charles Trabut observou as primeiras plantas híbridas na horta de seu irmão Clément.

Ele batizou o fruto em sua homenagem e dedicou um artigo sobre sua descoberta na revista horticole française em 1902.

Inicia-se, então, a longa história da clementina! As primeiras árvores de Clementina Corsa foram plantadas em 1925 por Don Philippe Semidei em Figareto, na costa leste.

Este é o número de agricultores que cultivam apaixonadamente a Clementina Corsa, comercializada sob a IGP. Das 31.250 toneladas de clementinas produzidas na Córsega em 2018, 96% foram reconhecidas pelo IGP.

Entre as frutas cítricas, a clementina se destaca por sua maturidade precoce. A colheita começa no mês de Novembro e termina nos primeiros dias de Janeiro. É por isso que a Clementina Corsa encontra facilmente seu lugar entre as treze sobremesas provençais.

Muitas pessoas gostam de prová-la fresca e suculenta, onde seu sabor traz a imagem ensolarada de um dia de inverno. Mas a Clementina Corsa pode ser apreciada em diversas formas, como: geléia (caseira, é claro) ou cristalizada, como frutas inteiras ou em suco, em um molho agridoce. Como fruta fresca, ela também pode dar um toque especial à um delicioso ceviche de peixe…

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Conheça um pouco da História deste fruto irresistível chamado Clementina

Na Frutas do Cavado pode adquirir este fruto delicioso com a melhor qualidade e frescura.

Todos sabemos que uma das características de todos os frutos é possuírem sementes, de maior ou menor tamanho, em maior ou menor quantidade. Ou, dito de outra maneira, todos os vegetais que possuam sementes são frutos.

Certo? Errado, ao que parece.

As clementinas, esses citrinos com um aroma e sabor requintados, desmentem esta regra, pois não possuem sementes (embora certas variedades possam apresentar algumas) e são frutos, sem sombra de dúvidas.

Mas então…? Para tudo (ou quase tudo) existe uma explicação e neste caso essa explicação chama-se hibridação, que mais não é do que a produção de híbridos resultantes do cruzamento de espécies distintas. No caso das clementinas, essa hibridação foi feita através do cruzamento da tangerina e da laranja amarga.

Um pouco de história

A história mais comum para o surgimento das clementinas diz que foi o frade francês Marie-Clément Rodier, responsável pelos pomares do orfanato Péres du Saint-Esprit, em Misserghin, uma pequena localidade perto de Oran, na Argélia, quem “inventou” este fruto no final do século XIX.

O frade reparou um dia na presença de uma árvore de citrinos diferente das demais existentes no terreno e cujos frutos tinham a particularidade de serem amargos. Tratava-se da variedade amarga da laranjeira do tipo Granito. Curioso e interessado, decidiu então dedicar algum do seu tempo livre a realizar diversas enxertaduras, nomeadamente com tangerineiras.

Os seus esforços acabaram por ser recompensados ao obter um fruto doce, de agradável sabor e sem sementes, que começou por ser designado como “tangerina do Irmão Clément”.

Mais tarde, a pedido do botânico e médico francês Louis Charles Trabut, que realizou a primeira descrição científica do fruto, a Sociedade Argelina de Horticultura atribuiu-lhe o nome de clementina.

Uma outra corrente na comunidade científica expressou dúvidas em relação a esta história, argumentando que as clementinas terão tido origem na Ásia, muito provavelmente na China. No entanto, seja qual for a sua proveniência, o certo é que este pequeno citrino conquistou o paladar de milhões de pessoas em todo o mundo.

Apresentando-se em diversas variedades (Fina, Clemenules, Marisol, Hernandina…) é um fruto apreciador de climas temperados e cultivado em vários países espalhados pelo globo, como Marrocos, Espanha, Tunísia, Argélia, Turquia, China e EUA, entre outros. Também o Algarve produz clementinas de excelente qualidade.

  • “A excelente combinação de fibra dietética e de potássio que a clementina possui é altamente eficaz na redução do peso e em dietas de purificação.”
  • COMPOSIÇÃO
  • A clementina pertence ao grupo dos frutos e derivados. Cada 100 gramas (de parte edível) representam 
40 mg de vitamina C, entre outros componentes, a saber:
  • > Energia: 48 kcal
    > Água: 85,6 g
    > Proteína: 0,8 g
    > Gordura: 0,2 g
    > Hidratos de carbono: 11,1 g
    > Fibra alimentar: 1,7 g
    > Vitamina A: 12 ug
    > Caroteno: 75 mg
    > Vitamina C: 40 mg
    > Potássio: 160 mg
    > Cálcio: 29 mg
    > Fósforo: 17 mg
  • > Magnésio: 11 mg
  • Fonte: Tabela de composição dos alimentos portugueses (Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge)
  • Pequena em tamanho, grande em qualidades

Fruto oval, com casca lisa e de cor laranja brilhante, tem um sabor doce e acidulado, e embora os valores variem consoante a espécie, é pobre em calorias e uma boa fonte de vitamina C, água, caroteno, potássio, fibra e cálcio. A casca também é rica em nutrientes, podendo ser cristalizada ou usada para fazer doces e geleias. Descasca-se facilmente e o mesmo acontece com a separação dos seus gomos, que podem ir de oito a 14, conforme o tamanho.

Sendo um alimento catabólico (que faz emagrecer), as clementinas contêm as chamadas “calorias negativas” que ajudam a queimar gordura corporal.

A excelente combinação de fibra dietética e de potássio que a clementina possui é altamente eficaz na redução do peso e em dietas de purificação.

A fibra absorve água e toxinas no estômago e nos intestinos, estimulando a digestão; o potássio ajuda a eliminar o excesso de água e evita a sua retenção, uma das causas para o aumento de peso.

Ricas em antioxidantes, as clementinas são um grande aliado contra a gripe sazonal e outras doenças virais. Os seus compostos ativos tornam-nas eficazes no tratamento de alergias, pois inibem a libertação de histamina.

Estes pequenos citrinos incrementam a atividade mental, ajudam no alívio do stresse e da ansiedade, melhoram a acuidade visual, cuidam bem da saúde da pele e também são usados com sucesso no tratamento de erupções.

Além disso, impedem a formação de coágulos na corrente sanguínea e baixam os níveis do mau colesterol, contribuindo para uma melhor saúde a nível cardiovascular.

Tendo como maiores qualidades a pobreza de calorias e a abundância de vitaminas e minerais, as clementinas são, por isso, verdadeiras pílulas naturais de saúde e fornecem energia suficiente para fortalecer o corpo, sobretudo durante o inverno. Por tudo isto, não hesite em incluir clementinas na sua dieta, e saboreie ainda uma combinação única entre a textura suave da tangerina e o sabor intenso da laranja.

PROBLEMAS COM ABELHAS

Embora as clementinas não possuam sementes, perdem essa característica tão peculiar num fruto quando são polinizadas pelas abelhas com o pólen de outro fruto cítrico.

O problema desta polinização cruzada foi o mote para a Paramount Citrus, uma empresa californiana dedicada ao cultivo de clementinas, processar juridicamente os apicultores locais devido ao facto de as suas abelhas atravessarem os terrenos até aos seus pomares e polinizarem os frutos, que passaram a ter sementes.

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