Como Salvar Um Dente Que Abana?

Marque a sua consulta aqui
A Periodontologia
ou periodontia é uma especialidade da Medicina Dentária que se ocupa da
prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças periodontais, que se dividem em dois grandes grupos: a
gengivite e a periodontite.

A periodontite e a gengivite são doenças que afectam o conjunto de tecidos que incluem
a gengiva, o osso e o ligamento periodontal, responsável por manter a firmeza
dos dentes no maxilar, e são o resultado da acumulação de bactérias nos tecidos
da cavidade oral.

O depósito de
placa bacteriana e de tártaro no sulco existente entre a gengiva e os dentes
provoca uma inflamação crónica que, para
além de provocar dor nas gengivas, destrói todos os tecidos que suportam os
dentes.

Apesar de
qualquer pessoa com uma higiene oral deficiente poder desenvolver uma inflamação das gengivas – inchaço, sangramento e por vezes dor nas gengivas -, alguns fatores, como a gravidez, a
puberdade, dentes mal posicionados ou uso de próteses difíceis de higienizar,
potenciam o aparecimento desta patologia.

Não sendo
atempadamente diagnosticada e tratada, esta inflamação das gengivas evolui e acaba por se tornar num problema mais grave e
complexo: a periodontite. A perda de osso torna-se irreversível, os dentes
começam a abanar, acabando mesmo por cair. O stress, o tabagismo, fatores
genéticos ou doenças como a diabetes são fatores de risco no aparecimento da periodontite.

A periodontite afeta grande parte da
população e é responsável pela maior parte da perda de dentes em doentes
adultos.

Como Salvar Um Dente Que Abana?TRATAMENTOS
Diagnóstico e Tratamento das doenças Periodontais
Embora este
problema dentário seja muito sério, tem solução e quanto mais rápida for a uma consulta
com o Periodontologista mais eficaz será.

No caso da inflamação das gengivas, o tratamento passa pela remoção de toda a
placa bacteriana e tártaro acumulado, bem como o ensino de escovagem e de
remoção de placa bacteriana interproximal, através da utilização de fio
dentário e/ou escovilhões. É fundamental que o paciente aprenda a fazer uma
correta higiene oral e que a mantenha.

Relativamente à Periodontite, não é possível
repor o osso já perdido. Travar a progressão da doença, eliminar a infeção
e proporcionar uma correta anatomia dos tecidos é o objetivo para que em casa o paciente
possa ter uma correta higiene oral.

Concluído o tratamento, cabe ao paciente cumprir o
programa de manutenção, onde se incluem medidas específicas de higiene e visitas regulares aos
especialistas de Higiene Oral da MALO CLINIC.

Como Salvar Um Dente Que Abana? SABIA QUE…

Às vezes os dentes não erupcionam completamente, ficando parte da
coroa “escondida” pela gengiva e é necessário “descobri-los”? A doença periodontal é a patologia oral mais prevalente em
Portugal?

O tabaco e
a Diabetes não controlada são o principal fator de risco para a doença periodontal?

Recessões gengivais podem em determinados casos ser
recuperadas? As sequelas estéticas da periodontite podem ser melhoradas através de tratamento ortodôntico ou restaurador?
Como Salvar Um Dente Que Abana?

CASOS CLÍNICOS

Como Salvar Um Dente Que Abana?Como Salvar Um Dente Que Abana?Como Salvar Um Dente Que Abana?
Como Salvar Um Dente Que Abana?EQUIPA
Ana Santos FerroArmando Veiga Lopes Bruno QueridinhaMariana NunesMiguel Gouveia

Periodontite

A periodontite ou doença periodontal, popularmente conhecida como piorreia, é uma infeção bacteriana que envolve o periodonto (tecidos de suporte dos dentes). É uma patologia oral bastante frequente. Cerca de 50% dos adultos apresentam problemas periodontais. 

Trata-se de um processo infecioso da gengiva que também atinge os tecidos de suporte como o osso e o ligamento periodontal (veja fotos superiores). Na base desta doença estão certos microrganismos associados à presença de placa bacteriana.

Na periodontite podemos observar perda óssea e de gengiva (a gengiva desce e a raiz do dente fica exposta) e a gengiva sangra com frequência. Entre a raiz e o osso podem desenvolver-se bolsas periodontais (espaços) que permitem uma acrescida acumulação de tártaro e alimentos/microrganismos. A existência deste espaço pode desencadear o surgimento de abcessos periodontais.

O primeiro estadío da doença periodontal é a gengivite, caracterizando-se por uma inflamação das gengivas. A evolução e prognóstico da doença dependem de diversos fatores. Veja mais informação em evolução da doença periodontal.

Na periodontite, o tratamento deve ser efetuado de acordo com as causas subjacentes e do estadío da doença periodontal. Se não tratada, a periodontite evolui e pode ter consequências muito graves, incluindo a perda de dentes. Veja mais informação em como tratar a periodontite, para saber tudo sobre como prevenir e tratar a doença.

Como Salvar Um Dente Que Abana?

O que é periodontia, doenças periodontais

  • A periodontia ou periodontologia é na medicina dentária a especialidade odontológica responsável pela prevenção e tratamento das doenças periodontais, ou seja, das doenças que envolvem os tecidos de suporte dos dentes (gengiva, osso alveolar e ligamentos periodontais).
  • O periodontista é o médico dentista, especialista em periodontia, e como tal é o profissional de saúde a quem se deve recorrer para evitar a periodontite, ou assim que surjam os primeiros sinais ou sintomas desta doença, a fim de evitar as suas consequências.
  • Periodontista ou periodontologista detêm o mesmo significado, referindo-se à especialização em periodontia, que está direcionada para a prevenção e tratamento da periodontite.

Periodontite – causas

As causas para a periodontite estão na maioria dos casos relacionadas com uma deficiente higiene oral. Não escovar ou lavar os dentes, ou não o efetuar de uma forma correta, permite que placa bacteriana na zona da gengiva junto aos dentes se acumule.

Surge uma camada inicialmente incolor, mas que se vai tornando com o tempo amarelada ou esbranquiçada.

Se esta camada não for removida irá provocar a inflamação das gengivas (gengivite), e formar tártaro que, por sua vez, se não for tratada, evoluirá para a doença periodontal ou periodontite.

A cárie dentária, o mau posicionamento dos dentes (tortos ou apinhados), eventuais próteses dentárias ou aparelhos ortodônticos mal adaptados, restaurações dentárias mal executadas ou deterioradas, certos medicamentos, uma deficiente alimentação, algumas infeções fúngicas (por fungos) ou virais (por vírus), entre outros fatores, são motivos que podem também desencadear a doença periodontal.

Os pacientes que respiram mais pela boca também são mais suscetíveis devido à alteração do fluxo salivar (as gengivas ficam mais secas). Habitualmente, a gengiva mais afetada é a que se localiza na zona da frente da parte superior da boca (maxila).

Em pacientes que padecem de diabetes, cujo controlo da glicose não é efetuado de forma correta, a prevalência da periodontite é superior.

A gravidez implica algumas alterações hormonais, nomeadamente no aumento da progesterona, ficando as gengivas ligeiramente mais inchadas, propensas ao sangramento e mais sensíveis.

De igual modo, as alterações hormonais em idade juvenil, nomeadamente em adolescentes no início da puberdade e no início da idade adulta, tal como em determinadas fases do ciclo menstrual podem ser fatores que desencadeiam uma gengivite, que pode ser percursora de periodontite.

Alguns fatores de risco como o tabaco e o stress podem, de igual modo estar na origem da doença, uma vez que, estes influenciam algumas hormonas que alteram a flora bacteriana.

Periodontite – sinais ou sintomas

De entre os vários sinais e sintomas que podem evidenciar a presença de periodontite, podemos enumerar os seguintes:

  • Halitose acentuada (mau hálito intenso);
  • Gengiva muito vermelha ou avermelhada ou até arroxeada;
  • Gengiva inchada, dura ou tumefacta;
  • Gengiva retraída (“dentes descarnados”);
  • Gengiva descolada dos dentes;
  • Sangramento gengival ao pequeno toque, ou mesmo de forma espontânea;
  • Dor nas gengivas, muito sensíveis ao toque;
  • Mobilidade dentária (“dentes a abanar”);
  • Alteração da posição dos dentes;
  • Presença de bolsas periodontais (espaços aumentados entre os dentes e a gengiva).

A periodontite é contagiosa?

Não podemos afirmar que a periodontite é contagiosa ou transmissível, isto é, não se pode dizer categoricamente que a periodontite se “pega” ou “passa” através do beijo, por exemplo.

Ainda que possa existir obviamente passagem de bactérias através da saliva, terá que haver também uma predisposição relacionada com a falta de higiene do hospedeiro para que possa ocorrer um estado de periodontite.

Contudo, existe naturalmente um risco acrescido de desenvolver periodontite nestes casos.

Estágios da doença periodontal

Na base do desenvolvimento da doença periodontal está a gengivite, que corresponde à inflamação das gengivas. As lesões provocadas pela gengivite são acompanhadas por uma perda mais acentuada de colagénio.

Todavia, numa fase inicial, a gengivite não afeta os ligamentos periodontais (fibras) nem o osso alveolar, ou seja, os tecidos de sustentação dos dentes.

Contudo, se a gengivite não for tratada de forma adequada e atempadamente, acaba por evoluir para periodontite, com destruição desses tecidos.

Ou seja, se a gengivite não for tratada pode evoluir para periodontite e atingir o ligamento periodontal e osso alveolar que envolve e sustenta os dentes (tecidos de suporte), destruindo-os. Nos casos de periodontite avançada pode ocorrer perda dos dentes pela mobilidade acentuada.

Saiba, aqui, o que é gengivite.

Como Salvar Um Dente Que Abana?

Esta evolução de gengivite para periodontite está associada a um estado continuado de ação inflamatória provocado pelas bactérias.

Esta ação inflamatória promove e ativa determinadas enzimas que irão lesar o tecido conjuntivo gengival e estimular a formação de osteoblastos (células que proporcionam a reabsorção óssea).

Leia também:  Como Saber Em Que Partição Esta Instalado O Windows?

Esta destruição óssea acaba, mais cedo ou mais tarde, por afetar os ligamentos que sustentam os dentes e o próprio osso alveolar circundante.

Assim, com o avançar da periodontite, tende a ocorrer mobilidade dentária (“dentes a abanar”), bem como alterações na posição dos dentes em consequência da perda óssea e da retração gengival consequente.

Neste sentido, é essencial que a gengivite seja tratada logo no início para evitar o desenvolvimento de estágios de periodontite de consequências graves e que podem tornar-se irreversíveis, podendo mesmo levar à perda dos dentes.

Periodontite crónica

A periodontite crónica é uma infeção bacteriana que surge em consequência da progressão de um estado de gengivite prévio, não tratado, evoluindo de uma forma mais ou menos lenta.

A periodontite crónica caracteriza-se por uma perda lenta ou algo moderada de osso alveolar, predominantemente no sentido horizontal. A periodontite crónica é dos tipos de periodontite mais frequentes.

A periodontite crónica pode ser localizada, afetando apenas determinadas áreas, ou generalizada. É mais frequente nos adultos, mas também se pode verificar em crianças (periodontite infantil) e a sua etiologia está normalmente associada à presença de tártaro (“pedra nos dentes”).

Quanto à sua severidade, esta depende do grau de progressão já atingido, e consequente destruição do tecido de suporte, que pode ir de 1 a 2 mm ou ser já superior a 5 mm.

Periodontite ulcerativa necrosante

  1. A periodontite ulcerativa necrosante é uma forma de periodontite bastante grave e de rápida progressão, ao contrário do que acontece na periodontite crónica.

  2. Na sua etiologia figuram sempre bactérias virulentas, associadas a fatores predisponentes, higiene oral deficiente, situação prévia de gengivite, certas doenças sistémicas, infeção por HIV, stress, tabaco e bebidas alcoólicas, entre outras.

  3. Esta forma de periodontite apresenta como principais sinais e sintomas:
  • Dor e sangramento gengival acentuado;
  • Halitose ou mau hálito (odor fétido);
  • Gengiva marginal (término da gengiva junto aos dentes) e gengiva papilar necrosada e com ulcerações;
  • Presença de pseudomembrana esbranquiçada ou acinzentada a recobrir as zonas de ulcerações;
  • Mobilidade dentária;
  • Febre e mal-estar;
  • Gânglios hipertrofiados.

No fundo, apresenta as mesmas características da gengivite ulcerativa necrosante, mas neste caso existe já comprometimento dos tecidos de suporte (osso e ligamento alveolar).

Periodontite agressiva

A periodontite agressiva é uma doença relativamente rara, mas de rápida progressão e que ocorre mais frequentemente em adolescentes e adultos jovens.

Este tipo de periodontite tende a causar perda vertical do osso alveolar de suporte de forma rápida, resultando no aparecimento de bolsas periodontais, normalmente profundas. A causa parece estar relacionada com um grupo de bactérias muito virulentas, para além do fator genético em certas famílias com doença periodontal agressiva.

Periodontite apical aguda

A periodontite apical aguda, também referida como pericementite apical aguda, é um tipo de periodontite aguda que afeta o tecido duro (osso alveolar) que circunda o ápice ou apex do dente (término da raiz do dente), normalmente provocada por fatores traumáticos (quedas, pancadas…), mas que pode ter muitas outras causas, a saber:

  • Restaurações muito altas que dificultam a mastigação;
  • Lesão por descuido aquando de extração de um dente adjacente;
  • Passagem de bactérias do interior para o exterior do dente através do seu apex;

A periodontite apical aguda provoca normalmente dor contínua e frequentemente pulsátil, mobilidade dentária e sensibilidade ao toque e, por vezes, na palpação da área em questão.

Nestas situações, o tratamento indicado passa pela desvitalização do dente (endodontia ou tratamento de canal), sendo o prognóstico mais favorável nos casos de origem traumática.

Como Salvar Um Dente Que Abana?

Periodontite tem cura?

A periodontite tem cura, porém normalmente as consequências resultantes da sua presença não são reversíveis, ou seja, a perda óssea e o rompimento dos ligamentos periodontais já ocorridos, não regeneram. Contudo, pode ser travada a sua progressão.

O primeiro passo para curar uma periodontite é efetuar o diagnóstico corretamente e o mais rápido possível, devendo para isso consultar o seu Médico Dentista.

O Médico Dentista, após exame oral, irá efetuar o diagnóstico e identificar a causa da periodontite. Baseado nesse diagnóstico e descoberta a etiologia, será então estabelecido um plano para tratar a periodontite, bem como definida uma eventual mudança de hábitos.

Periodontite – tratamento

O tratamento da periodontite deve ser realizado de acordo com as causas subjacentes e do estadío da doença.

Muitas vezes, o tratamento para este problema periodontal passa pela remoção e controlo da placa bacteriana e tártaro. É importante também proceder à eliminação de fatores que aumentam o acúmulo dessa placa, tal como próteses e restaurações mal adaptadas, que dificultam a higiene por parte dos pacientes.

  • Dentro ainda da terapia não cirúrgica, poderá efectuar-se uma raspagem coronorradicular para alisamento da superfície dentária e remoção de detritos necróticos aderidos.
  • Já tendo em conta tratamentos mais invasivos, poderá ter de ser efetuada cirurgia para redução das bolsas periodontais, e nos casos de acentuada retração gengival, uma operação plástica gengival de retalho, com o intuito de tentar recobrir as zonas radiculares dos dentes, que entretanto ficaram expostas.
  • Nos casos mais graves poderá ser necessário também o recurso a alguma medicação ou remédio, como o tratamento antibiótico (amoxicilina e minociclina por exemplo), e administração de medicamentos anti-inflamatórios.
  • Nos doentes diabéticos, para além da consulta com o médico dentista para o tratamento da periodontite é muito importante que sejam efetuadas consultas regulares com o seu médico assistente de modo a controlar a doença.

Nunca se automedique e consulte com urgência um médico dentista aos primeiros sinais e sintomas. Cuidado com algum tipo de tratamento caseiro ou natural, como os bochechos com água oxigenada (peróxido de hidrogénio) descrito em alguns blogs na Internet.

Apesar das conhecidas propriedades antissépticas que esta solução possui, a verdade é que a água oxigenada deverá ser evitada, pois se utilizada em concentrações desadequadas, poderá provocar lesões gengivais e/ou parodontias adicionais, implicando o consequente agravamento do problema.

Por fim, deve salientar-se a importância das consultas periódicas no Médico Dentista, mesmo após o diagnóstico e instituição de tratamento inicial, a fim de evitar a recidiva e aumentar a longevidade dos dentes envolvidos. A manutenção de uma cuidada higiene oral é uma medida essencial na prevenção da doença.

Veja mais informação sobre periodontite e preço dos tratamentos em Portugal, seleccionando o seu concelho.

O que fazer quando os dentes estão moles?

Somente na infância é normal que os dentes amoleçam e caiam (para que os permanentes nasçam). Trata-se da famosa fase da troca de dentição. Nos adultos, entretanto, ficar com os dentes moles é um verdadeiro problema: afeta a saúde e a estética bucal, podendo trazer consequências para a saúde sistêmica.

Uma vez que a pessoa sinta dores, tenha sangramento na gengiva e perceba que o processo está piorando poderá acometer o medo e o receio de perder seus dentes. Afinal, a saúde bucal impacta diretamente na saúde geral. Se você está com algum ou vários dentes moles, não se desespere! Continue a leitura e esclareça suas dúvidas sobre o problema.

O que causa dentes moles em adultos?

Não existe apenas uma resposta para essa pergunta. Abaixo, listamos algumas doenças que podem amolecer os dentes, como a periodontal (periodontite), o traumatismo dentário e o bruxismo. Logo em seguida, vamos abordar também os possíveis tratamentos e responder se o dente pode ou não voltar a endurecer.

Doença periodontal

Existem diversos fatores que podem deixar os dentes moles. No entanto, o mais comum nos consultórios odontológicos é a doença periodontal, que afeta a estrutura de suporte dos dentes (osso, cemento e ligamento periodontal) e na maioria das vezes é causada pela má higiene bucal.

No início, devido à falta de cuidados adequados, surge o cálculo dental conhecido popularmente pelo nome de tártaro, que é o acúmulo de placa bacteriana, que é uma sujeira embranquecida que com o tempo fica endurecida ficando aderida ao dente e entre a gengiva e os dentes. Com o passar do tempo, ocorre a inflamação da gengiva (gengivite).

A gengivite se caracteriza pelo sangramento dos dentes ao escovar e passar o fio dental. Quando não é tratada corretamente, a gengivite evolui para a periodontite. Trata-se de uma forma mais avançada da doença, que gera perda óssea.

O tecido ósseo, juntamente ao ligamento periodontal e ao cemento, é a estrutura responsável por manter o dente no lugar. Ao perder essas estruturas, é normal que os dentes amoleçam, pois ele não tem mais onde se fixar.

Como tratar?

A periodontite pode ocorrer de duas formas diferentes. A primeira sendo chamada de crônica, apresenta progressão lenta, então a quantidade de osso perdida será mais baixa. A segunda apresenta uma periodontite agressiva com uma taxa de progressão rápida, ou seja, em questão de poucos meses todo o osso alveolar (que fica ao redor dos dentes) pode se comprometer.

Geralmente, o tratamento para a doença periodontal consiste na raspagem e no alisamento radicular, que envolve a remoção de toda a placa bacteriana e do cálculo acumulado na coroa (parte que enxergamos) e na raiz dos dentes. Em casos mais graves, são utilizados antibióticos locais ou sistêmicos para minimizar a quantidade de bactérias e reduzir as inflamações ou infecções.

Leia também:  Como Saber Quanto Descontei Para O Irs?

Mas, antes de qualquer coisa, é fundamental buscar pela ajuda de um profissional cirurgião-dentista, para que ele possa fazer uma avaliação completa, diagnosticar e classificar a doença. Dessa forma, ele terá condições de prescrever o melhor tratamento para o seu caso.

O dente pode voltar a endurecer?

Se estiverem em um estágio muito avançado de doença periodontal, os dentes amolecidos devem ser extraídos, não existe um processo para reparação.

Antes, porém, toda a placa bacteriana e o cálculo dental precisam ser removidos para que não haja a progressão da infecção.

Em caso de extração dentária, posteriormente (ou logo após a remoção) podem ser colocados implantes para substituir os dentes perdidos.

Entretanto, quando a doença ainda está no estágio inicial, é possível reverter o quadro e fazer com que os dentes voltem a endurecer. É claro que o osso perdido não nasce novamente! Mas o dente pode ser mantido na boca por mais longos períodos.

Se a doença periodontal for estabilizada e houver uma pequena perda óssea ou de gengiva (retração gengival), tratamentos regenerativos como enxertos de tecido mole ou enxerto ósseo podem ser realizados. Apenas o profissional poderá diagnosticar o seu caso para dizer se é necessária a extração ou há a possibilidade de salvar o dente.

Traumatismo dentário

Essa é uma situação à qual todos nós estamos sujeitos. Quando sofremos algum tipo de acidente ou queda e batemos a boca, é possível que haja a ocorrência de um forte trauma nos ligamentos periodontais — responsáveis por manter as raízes dos dentes no lugar.

Na prática, esses ligamentos ficam ao redor da raiz de cada dente, como se fossem molas em torno de um trampolim. Basta que elas se estiquem para que a pessoa comece a sentir o dente amolecer.

Como tratar?

Dependendo do tipo de traumatismo e do tempo passado após o trauma, o cirurgião-dentista pode tentar reverter o problema e estabilizar os dentes por meio do uso de contenções. Para tanto, ele coloca uma pequena tala flexível ou imóvel em cada lado do dente, que fica na boca por cerca de duas semanas para que os ligamentos periodontais voltem ao normal.

Há diversos tipos de traumatismo dentário, a exemplo de:

  • concussão;
  • subluxação;
  • luxação extrusiva;
  • luxação lateral;
  • luxação intrusiva;
  • avulsão.

Agende sua avaliação

Se preferir, agende por Telefone: 0800 601 1520

O caso mais grave é a avulsão, que ocorre quando o dente sai completamente do alvéolo e “vai para fora da boca”. Neste último caso, o profissional pode recolocá-lo na posição correta e prescrever medicações para que fique no lugar por mais tempo.

O dente pode voltar a endurecer?

Se o diagnóstico do quadro for avulsão, é comum que o dente amoleça com o passar do tempo e seja necessária sua substituição por implantes.

Mas em casos mais simples, as chances de o dente ser mantido por longos períodos ou até mesmo para o resto da vida são grandes.

Por isso, quanto antes o problema for diagnosticado e tratado, maior será a chance de sobrevivência do seu dente.

Bruxismo

Também conhecido como ranger ou apertar os dentes, o bruxismo é outra patologia que pode deixá-los moles devido a grande carga de força exercida nos dentes. Quem tem essa disfunção dorme com os dentes cerrados, movimentando-os para frente e para trás, o que provoca gradualmente um desgaste em suas estruturas ósseas.

O apertamento dos dentes afeta o osso, o ligamento periodontal e o esmalte dentário. Esses movimentos involuntários podem chegar a afetar as raízes dos dentes. Se, ao acordar, você sentir que seu dente está mole, essa pode ser a causa.

Caso não haja mobilidade, mas você deduz que seja portador de bruxismo, confira outros sinais ou sintomas da doença:

  • dores de cabeça;
  • dores musculares na região da cabeça e do pescoço;
  • aumento da sensibilidade dentária;
  • disfunção temporomandibular (DTM);
  • trincas ou pequenas fraturas que aparecem nos dentes sem nenhuma causa aparente.

Como tratar?

Nesse caso, o cirurgião-dentista pode recomendar o uso de uma placa miorrelaxante ou um protetor bucal durante a noite, a fim de evitar o atrito entre os dentes. Isso impedirá que os ligamentos periodontais, o tecido ósseo e o esmalte dentário sejam prejudicados.

O dente pode voltar a endurecer?

Quando o motivo do amolecimento envolve o bruxismo,  há grandes chances perfeitamente normal que os dentes voltem a endurecer com o uso da placa miorrelaxante ou do protetor bucal.

Como evitar o dente mole?

A doença periodontal costuma ser o principal motivo do amolecimento dos dentes, devido ao acúmulo de placa e à inflamação que se estende progressivamente da gengiva até o osso. Para prevenir essa e outras doenças bucais, como a cárie e os problemas endodônticos, o ideal a se fazer é evitar que a placa se acumule nos dentes.

Se você quiser impedir que esse acúmulo ocorra, basta seguir nossas recomendações. Trata-se de cuidados muito simples e extremamente fáceis de serem aplicados no seu dia a dia:

  • escove os dentes pelo menos três vezes ao dia, principalmente ao acordar, após as refeições e antes de dormir;
  • utilize uma escova com cerdas macias ou ultramacias, para não “machucar” a gengiva ou causar a abrasão (desgaste) dos dentes;
  • use um creme dental que contenha flúor, para evitar o desenvolvimento de cárie;
  • não deixe de usar o fio dental diariamente, pois somente assim é possível remover os resíduos alimentares que se acumulam entre os dentes (as cerdas da escova não alcançam esses locais);
  • não escove os dentes com força excessiva — faça apenas movimentos vibratórios, de preferência começando na gengiva e indo em direção ao dente;
  • tenha uma alimentação balanceada;
  • faça uma profilaxia (limpeza) profissional ao menos a cada seis meses.

O traumatismo dentário é difícil de ser evitado porque acontece quando menos se espera. Em alguns casos, como durante a prática de esportes radicais, o uso do protetor bucal reduz bastante as chances de trauma. Quanto ao bruxismo, o melhor tratamento para evitar o amolecimento dos dentes é a utilização da placa miorrelaxante.

Dentes moles afetam a saúde em geral?

Sim! Quando há doença periodontal principalmente, existem bactérias que estão causando a infecção e a inflamação nos tecidos bucais. Elas podem se espalhar para outros órgãos por meio dos vasos sanguíneos, pois sua boca está intimamente ligada às demais partes do corpo.

Atualmente, existem muitas evidências de que a periodontite influencia em quadros de diabetes, pressão alta, parto prematuro, doença cardiovascular e doenças metabólicas, entre outros. Negligenciar o problema ou prorrogar a consulta com o cirurgião-dentista apenas agravará o problema, portanto, busque a ajuda de um profissional o quanto antes!

Independentemente do motivo que deixou seus dentes moles, a primeira coisa a se fazer é procurar um cirurgião-dentista para avaliar o caso, determinar o grau do problema e indicar o tratamento ideal. Jamais deixe de buscar auxílio profissional!

Se você tem ou conhece alguém que tenha dentes moles e quer aprender mais sobre o assunto, não deixe indicar uma de nossas unidades para que a pessoa possa se consultar com um dentista especializado, Acesse: www.sorridents.com.br/consultas

Como Salvar Um Dente Que Abana?

Dra. Carla Sarni, dentista por formação e empreendedora nata. Fundadora da Sorridents, a mais premiada rede de clínicas odontológicas da América Latina, se especializou em liderar e motivar pessoas em toda a sua carreira, tornando-se referência em empreendedorismo no Brasil e no mundo.

  • Graduação em Odontologia no ano de 1994 e Especialização em Traumatologia Buco-Maxilo Facial em 1999
  • Formada em Liderança 360º na FGV (Fundação Getúlio Vargas) em 2012
  • Prêmio ABF-AFRAS 1º Lugar Destaque em Responsabilidade Social em 2009 e 2011
  • Prêmio Empreendedor Brasil em 2009
  • Participação em eventos e palestras nas mais renomadas faculdades deo Brasil
  • Case em Harvard pelo sucesso da Sorridents

Site Dra. Carla

As suas gengivas sangram? Os dentes abanam?

A doença periodontal é a patologia crónica não transmissível mais prevalente no ser humano e afeta 35% da população mundial, segundo a OMS, e 50% dos adultos sofrem desta patologia.

As doenças periodontais são infeções causadas por bactérias que invadem o periodonto, ou seja, os tecidos que envolvem e suportam os dentes, nomeadamente, a gengiva, o osso e o ligamento periodontal (estabelece a união entre a raiz do dente e o osso alveolar).
As doenças periodontais dividem-se em dois grandes grupos: as gengivites e as periodontites.

Na gengivite, apenas a gengiva está afetada, não há dor e existe uma inflamação superficial reversível.

Quando a gengivite não é tratada, evolui para a periodontite; além da inflamação da gengiva, há também uma destruição mais profunda e irreversível dos tecidos de suporte, como o osso alveolar e o ligamento periodontal, podendo, nas situações mais avançadas, levar à perda dos dentes.

2. Qual ou quais as causas das doenças periodontais

A doença periodontal é de origem multifatorial. As causas mais frequentes são a coexistência da ação das bactérias, a resposta do sistema imunitário, a genética e os fatores de risco, tais como o tabaco, a má higiene oral e a diabetes.

Leia também:  Sonhar Com Alguem Que Ja Morreu Como Se Estivesse Vivo?

O fator determinante da doença periodontal é constituído pelos microrganismos da placa bacteriana.

A gravidade da doença pode estar ligada a aspetos relativos à sua etiologia e a fatores de risco e/ou causais, como, por exemplo, a película adquirida, irregularidade da superfície dentária, má posição dentária, respiração bucal, anomalias dos tecidos moles e a dieta alimentar. Estes são fatores locais ou predisponentes que vão facilitar a instalação da doença.

Como fatores de risco sistémicos ou fatores modificadores, temos uma panóplia de causas, desde influências nutricionais, influências endócrinas, distúrbios hematológicos, agentes farmacológicos, intoxicações, distúrbios psíquicos, SIDA e síndromes genéticos.

3. Quais os sintomas das doenças periodontais

A doença periodontal evolui silenciosamente, muitas vezes, sem sintomas, o que dificulta o diagnóstico e o tratamento precoce.

O sinal mais frequente, e que mais precocemente alerta o doente da existência de doença na gengiva, é o aparecimento de sangramento espontâneo, sangramento após a escovagem ou sangue que aparece na almofada ao acordar.

A hemorragia é consequência da existência de uma inflamação nos tecidos gengivais e pode estar presente tanto numa gengivite (forma menos grave) como numa periodontite (forma mais grave).

Alguns dos sintomas visíveis desta patologia são sangramento das gengivas; gengivas vermelhas, inchadas ou sensíveis; gengivas afastada dos dentes ou retraídas; supuração (pus) entre o dente e as gengivas; mau hálito persistente ou mau sabor; dentes com sensibilidade ao frio; dentes permanentes que estão com mobilidade ou a separar-se; maiores espaços entres os dentes, alterações na oclusão ou seja na maneira como os dentes se encaixam entre o maxilar superior e a mandibula; ou qualquer alteração no encaixe de próteses parciais.

4. Qual ou quais a relação com outras patologias sistémicas

Atualmente, existe evidência de relação entre a periodontite e a diabetes, a doença cardiovascular, a osteoporose e as artrites, a obesidade, a depressão e o stress emocional e outras doenças crónicas não transmissíveis.

A relação entre a doença periodontal e a diabetes é bidirecional. Assim, é um facto que uma boa higiene oral reduz o risco de diabetes.

A ocorrência de partos prematuros e recém-nascidos de baixo peso estão muitas vezes associados a estas patologias.

5. Como prevenir o aparecimento das doenças periodontais

A doença periodontal é caraterizada por uma infeção nas gengivas e pode ser prevenida através um estilo de vida saudável, de uma higiene oral adequada e de visitas regulares ao Médico Dentista, pelo menos, duas vezes por ano.
A placa bacteriana, se não for removida através da escovagem dos dentes, aloja-se entre os dentes e a gengiva provocando inflamação e sangramento gengival (gengivite). Uma gengivite não tratada pode evoluir para periodontite.

Uma higiene oral eficaz é o fator mais importante na prevenção das doenças periodontais, visto ser a forma mais eficaz de eliminar diariamente o facto etiológico da gengivite e periodontite.

Devemos escovar os dentes, no mínimo, duas vezes por dia (de manhã e à noite), ou seja, de 12 em 12 horas, durante 3 minutos.

Nas superfícies exteriores e interiores dos dentes, devemos inclinar a escova num ângulo de 45⁰ em contacto com a gengiva e fazer pequenos movimentos circulares.
Nas faces mastigatórias dos dentes devemos efetuar movimentos curtos de vaivém.

A língua deve ser escovada suavemente, de forma a remover as bactérias e prevenir o mau hálito.

6. Qual o tratamento para as doenças periodontais

Esta patologia requer tratamento pelo Médico Dentista apropriado; de outra forma, a doença pode evoluir ao longo do tempo, com consequente perda de dentes, alterações estéticas e funcionais e halitose.

O tratamento consiste na eliminação da infeção e evitar que haja reinfeção, já que não é possível eliminar a suscetibilidade do hospedeiro.

A remoção da infeção tem de ser feita desde a zona do dente exposta na cavidade oral até ao fundo das bolsas periodontais, onde a doença está a destruir o osso alveolar e o ligamento periodontal.

Estes tratamentos consistem, numa primeira fase, na realização de destartarização e raspagem e alisamento radicular, em que se remove a placa bacteriana e tártaro da superfície da coroa e da raiz dos dentes afetados, tornando o dente muito liso e polido.

Nas situações de bolsas mais profundas, em que não foi possível limpar o fundo da bolsa, será necessário realizar cirurgia periodontal. Outras técnicas de cirurgia periodontal também são utilizadas com o objetivo de regenerar o osso alveolar e o ligamento periodontal, ou para aumentar o recobrimento da raiz do dente (técnicas de cirurgia mucogengival).

7. O que é a Periodontologia

A Periodontologia é a ciência que estuda o periodonto (estruturas anatómicas que envolvem o dente), as suas doenças, a profilaxia e tratamento das mesmas. É considerada uma especialidade de Medicina Dentária. Em 2012 a Ordem dos Médicos Dentistas criou a especialidade de Periodontologia.

Periodontite: os principais sinais e sintomas e o que fazer para a evitar

A periodontite é uma doença gengival que destrói os tecidos e ossos que suportam os dentes. Calcula-se que as doenças gengivais afetem cerca de 50% da população mundial, e que a forma mais grave de periodontite afete cerca de 11% da população mundial.

Trata-se de uma doença que resulta de um quadro de gengivite. É uma inflamação crónica das gengivas provocada por determinadas bactérias que constituem a placa bacteriana.

Quando em grande número, originam a destruição das estruturas das gengivas, levando à perda de dentes. Esta doença é a principal causa de perda de dentes em adultos.

Segundo o novo sistema de classificação das doenças periodontais, estabelecido pela American Academy of Periodontology e a European Federation of Periodontology veio estruturar três tipos de periodontite:

  • doenças periodontais necrosantes, que inclui a gengivite necrosante, periodontite necrosante e estomatite necrosante
  • periodontite, que compreende 4 estágios da severidade e complexidade da doença, assim como extensão, distribuição e 3 graus de progressão que vão espoletar a estratégia terapêutica
  • periodontite como manifestação de doença sistémica, tal como a diabetes, a dependência da nicotina, algumas doenças genéticas como a Síndrome de Papillon-Lefevre ou a deficiência de adesão leucocitária, entre outras.

Por se dever à acumulação de placa bacteriana na gengiva, as causas da periodontite estão, na maioria dos casos, relacionadas com uma deficiente higiene oral. Isto porque, ao não se escovar bem os dentes, permite-se que se acumule placa bacteriana na zona da gengiva, junto aos dentes.

Se não for removida, as gengivas inflamam (dando origem à chamada gengivite) e o tártaro pode começar a formar-se. Sem que haja qualquer tratamento dentário, pode evoluir para a doença periodontal.

Mas a deficiente higiene oral não é a única causa: as cáries dentárias, o mau posicionamento dos dentes, as restaurações dentárias mal realizadas, alguns medicamentos, determinadas próteses dentárias ou aparelhos mal-adaptados, uma alimentação deficiente e algumas infeções podem igualmente causar periodontite.

Também quem tende a respirar pela boca pode ser mais suscetível a esta doença, uma vez que ao ter menos fluxo salivar, as gengivas tendem a ficar mais secas, acumulando-se aí mais bactérias.

Na maioria dos casos, a periodontite não apresenta sintomas. É por isso que é tão importante consultar, de seis em seis meses, o médico dentista.

Porém, existem sinais que podem denunciar esta doença, e aos quais se deve estar atento:

  • sangramento das gengivas durante a escovagem dos dentes
  • gengiva a retrair
  • mau-hálito persistente
  • pus entre o dente e a gengiva
  • dentes a abanar ou a afastarem-se
  • alterações na posição dos dentes
  • dor nas gengivas
  • gengivas sensíveis ao toque.

A melhor forma de prevenir esta doença passa pela realização de uma correta higiene oral, assim como pela visita regular ao médico dentista. Certifique-se que escova todas as superfícies dos dentes, com uma escova e uma pasta de dentes apropriadas.

Faça-o, pelo menos, duas vezes ao dia. É normal existirem espaços entre os dentes, aos quais a escova não consegue chegar. Nestes casos, utilize o fio dentário ou escovilhão.

Com um diagnóstico e estratégia terapêutica adequadas, normalmente é possível travar a progressão da periodontite. Na sua fase inicial é essencial remover a placa bacteriana para impedir o agravamento da doença. Em alguns casos pode ser necessário completar o tratamento com recurso a antibióticos.

Existe ainda um instrumento, denominada sonda periodontal, que permite ao seu médico dentista avaliar a situação.

A cirurgia poderá ser necessária para garantir a limpeza de zonas mais profundas.

Em todo o caso, cabe sempre ao paciente garantir que adota uma higiene oral cuidada e rigorosa, assim como marcar presença nas consultas com o seu médico dentista para avaliação, tratamento e seguimento.

Na Clínica Médis existem equipas especializadas nesta área e com experiência. Como cada caso é um caso, nestas clínicas, qualquer paciente tem um plano de tratamentos personalizado com indicação dos tratamentos mais prioritários e respetivo orçamento. E não precisa de ser cliente Médis para poder usufruir deste know-how.

Médica Dentista

Clínica Médis Amoreiras

Partilhar nas redes sociais

Pode também ler

Ver mais artigos

O meu Seguro de Saúde está aqui

App Médis: o seu Serviço Pessoal de Saúde sempre consigo.

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*