Como Sair De Uma Relação Quando Nao Temos Independência Financeira?

Como dissemos antes, ter independência financeira significa não depender exclusivamente da renda do seu trabalho, e viver com a liberdade de poder atuar profissionalmente apenas fazendo aquilo que gosta.

Mas caso você ainda não possa fazer isso, não se desespere. Estruturando a suas finanças, é possível alcançar esse privilégio.

  • É normal, principalmente no início de nossas vidas profissionais, que seja necessário acabar se submetendo durante um certo período de tempo a alguns tipos de trabalho que possam não ser tão prazerosos assim de executar, e está tudo bem com isso.
  • Entretanto, se acomodar nesse trabalho, não vai fazer com que você conquiste a sua independência financeira.
  • O maior erro que você pode cometer nesse sentido é ficar estagnado, e deixar de pensar em alternativas paralelas para alcançar a meta de ser independente financeiramente.
  • Para chegar lá, ainda que no momento o seu trabalho não seja aquele que você sonhou, você precisa ter foco para desenvolver projetos profissionais e pessoais em torno de algum tipo de trabalho no qual você realmente deseja estar.

Pense naquele trabalho que você executaria mesmo sem receber nada por ele, que é fonte de prazer e seu sonho de carreira. E dê passos para conseguir um dia poder viver dele, ainda que no começo você não ganhe muito dinheiro com isso.

Desta forma, você estará trilhando o seu caminho para alcançar a tão sonhada independência financeira executando um trabalho do qual você realmente gosta, uma vez que, ao fazermos aquilo que realmente amamos, fazemos muito melhor, e o dinheiro acaba sendo apenas mais uma consequência.

 Tenha um planejamento financeiro estruturado

  1. Conquistar a sua tão sonhada independência financeira só será possível através de um bom planejamento das suas finanças, para evitar problemas em relação as suas contas tanto hoje, como futuramente.

  2. Quando se fala em planejamento financeiro, é possível que você se assuste, e pense que serão necessários conhecimentos em economia e de gestão financeira para conseguir elaborar algo do tipo.

  3. Mas na verdade, a partir de estratégias muito simples, já é possível realizar um bom planejamento, e assim conseguir trilhar o caminho da conquista de sua independência financeira de forma definitiva.

  4. Para que você chegue lá, elaboramos algumas dicas de como realizar um planejamento financeiro estruturado para as contas da sua casa, e assim, fazer com que a sua independência financeira fique cada vez mais perto de ser alcançada:
  5. É muito importante para que o planejamento financeiro das finanças da família seja realizado com a participação ativa de todos os seus membros da mesma, para que todos entendam a realidade financeira da casa, e possam contribuir para a manutenção de sua estabilidade;
  6. O primeiro passo de um planejamento financeiro bem estruturado é realizar um mapeamento de todas as suas fontes de renda, para que você saiba exatamente quanto de dinheiro você tem disponível para organizar o seu orçamento.
  7. Use uma planilha para anotar todos os ganhos e rendimentos que você tem, e saiba exatamente qual é o valor exato de sua renda mensal.
  8. Além de mapear todos os seus rendimentos, faz parte do seu planejamento financeiro, saber exatamente quais são os seus gastos mensais. Você precisa saber como exatamente tem gasto o seu dinheiro, por isso, não deixe nenhuma despesa de fora, por mais insignificante que pareça;
  9. Depois de mapear receitas e despesas, cruze os dados para entender exatamente qual é a realidade atual da sua vida financeira.

Essa é a parte prática do seu planejamento financeiro. Agora que você já sabe a sua realidade financeira, vai poder traçar as melhores estratégias para melhorá-la, cortando os gastos desnecessários, e quitando as dívidas, se for o caso.

 Entenda como você está gastando o seu dinheiro

Como Sair De Uma Relação Quando Nao Temos Independência Financeira?

Depois de traçar o seu planejamento financeiro, organizando o seu orçamento, é hora de entender como vem gastando o seu dinheiro, e quais são os ajustes que você precisa fazer para que a sua independência financeira seja finalmente conquistada.

E para isso, é necessário que você saiba como organizar seu orçamento para entender os seus gastos.

Geralmente, somos tentados a superestimar os nossos ganhos. Segundo as estatísticas, é comum que o brasileiro superestime o valor do seu salário em cerca de 8%. Isso significa que as pessoas costumam ter a sensação de que ganham aproximadamente 8% a mais do que realmente recebem.

Isso porque pensam em sua renda, considerando o valor bruto do salário, desconsiderando impostos e encargos que são descontados mensamente do mesmo.

Se os ganhos são superestimados, já com os gastos, o efeito é o contrário. E pode ser que você sequer tenha noção do quanto e como você gasta do seu dinheiro a cada mês.

  • Essa situação leva a um descontrole das finanças, e faz com que a sua independência financeira fique cada vez mais longe, e é por isso que você precisa se organizar, e entender exatamente como e quanto do seu dinheiro vem sendo gasto mensalmente.
  • O ideal, para equilibrar suas contas é que metade da sua renda esteja sendo investida nas despesas básicas, e mais pelo menos 15%, destinado para prioridades financeiras, como pagamento de dívidas, se houverem, ou para investimentos, se não for o caso.
  • O restante é o que sobra para a manutenção do seu estilo de vida, podendo ser investido em despesas que, apesar de não serem uma necessidade básica, gerem prazer e conforto, como passeios, jantares, cinema, entre outros.

Tenha metas bem estabelecidas

Como Sair De Uma Relação Quando Nao Temos Independência Financeira?

  1. Para chegar finalmente a sua independência financeira, é muito importante que você saiba como traçar seus objetivos e metas de vida, para saber como e quando investir.
  2. Para conquistar sonhos e realizar objetivos, o dinheiro é importante, e para ter dinheiro disponível, principalmente quando essas metas e sonhos são grandes, é preciso saber como planejar.
  3. Definindo seus objetivos e metas de vida de forma estratégica, para saber a melhor maneira de investir o seu dinheiro para chegar a cada um deles, é importante entender os conceitos de curto, médio e longo prazo, e é sobre eles que falaremos nesse momento.

Como já dissemos antes, você precisa organizar seu orçamento e ter o panorama exato de qual é a sua situação financeira atual. Dessa forma você conhece a sua realidade financeira, e sabe quais são os objetivos e metas possíveis de serem alcançadas no momento.

  • E assim, você vai aos poucos trabalhando a sua independência financeira.
  • Entenda agora os conceitos de curto, médio e longo prazo, para entender de que forma investir para realizar seus sonhos, alcançar seus objetivos e conquistar sua independência financeira.
  • Pensando no curto prazo, sua prioridade deve ser quitar suas de suas dívidas extras, principalmente as que possuem juros mais altos, como cartões de crédito e o cheque especial.
  • Em seguida, você deve pensar em quais são as suas necessidades mais urgentes e imediatas, como uma pequena reforma em algo que precise de atenção na sua casa, por exemplo.
  • Aí sim é possível passar para metas maiores, e realização de sonhos que carecem de algum tipo de investimento maior.
  • Em relação ao médio prazo, é o momento de traçar metas e objetivos relativamente maiores, que irão exigir um maior investimento financeiro para serem alcançadas.
  • Nos objetivos a serem considerados de médio prazo incluem-se quaisquer bens ou serviços que possam ser conquistados em um prazo máximo de 12 meses.
  • Os objetivos de longo prazo são aqueles desejos considerados maiores, que exigem um período de tempo superior e um planejamento maior para serem conquistados.
  • Nesta categoria encontram-se os objetivos e metas que precisarão da colaboração conjunta dos membros da família, e necessitarão de mais de 1 ano para serem alcançados, e para atingir metas como essas, é necessário um planejamento maior e mais detalhado.
  • Uma dica é colocar no papel em quanto tempo você gostaria de atingir cada um desses objetivos, e quanto de dinheiro será necessário investir mensalmente para conseguir atingi-los.
  • Uma viagem em família para o exterior ou a troca do carro, ou até a aquisição de uma nova casa ou de um apartamento, são exemplos de objetivos de longo prazo.

Escolha bons investimentos, considerando a gestão de riscos

Como Sair De Uma Relação Quando Nao Temos Independência Financeira?

É comum que as pessoas tenham a ideia de que investimentos estão associados a instabilidade, e que por isso, eles não seriam uma boa ideia para conquistar a sua independência financeira. Entretanto, isso não é exatamente uma verdade.

Investimentos realmente contam com alguns riscos, mas basta saber escolher um investimento seguro. Investir é pensar no futuro, e fazer investimentos da maneira adequada, significa não comprometer o presente ao fazer isso.

Lembra quando dissemos que ser independente financeiramente é não depender exclusivamente do seu salário? Pois é. Os investimentos são, por isso, a melhor forma de alcançar independência financeira real.

  1. Procurar alternativas para incrementar a renda através de investimentos, inclusive, não é nenhum um luxo, principalmente se analisarmos o atual contexto de instabilidade e crise econômica.
  2. Investir na verdade é quase uma necessidade intrínseca para conquistar o sonho da independência financeira.
  3. Entretanto, investir não é um mar de rosas, e é preciso sabedoria, estudo sobre o tema e estratégia. Confira abaixo algumas dicas para investir com segurança

Estratégias para investir com segurança

  • Em primeiro lugar, você deve traçar as metas financeiras que deseja atingir através do investimento, ou seja, estabelecer quanto quer ganhar e em quanto tempo pretende fazer isso;
  • É necessário, antes de começar um investimento, se dedicar a estudar e adquirir conhecimento acerca da área. Se você é leigo, antes de começar, estude o assunto;
  • Não vai ser eficiente apostar em investimentos que foram indicados para você, mas que não sejam coerentes com suas convicções. É necessário que você acredite no investimento que está fazendo;
  • É necessário ter foco, uma vez que os melhores investimentos, que são mais rentáveis e mais seguros, são aqueles que dão resultados no longo prazo;

Além disso, outro fator que deve ser considerado na hora de começar a fazer investimentos para alcançar a independência financeira é a gestão de riscos destes investimentos.

Correr risco, no mundo dos investimentos é algo que não é possível evitar. Nem na vida de forma geral, afinal de contas, ao dirigir, por exemplo, você se coloca em risco de sofrer um acidente, o que não significa que deixar de dirigir seja a melhor solução.

Neste caso, para diminuir a possibilidade de sofrer um acidente, você geralmente toma alguns cuidados enquanto dirige, certo?

O mesmo vale para quando você for adentrar ao mundo dos investimentos. É necessário tomar alguns cuidados, fazendo uma gestão inteligente dos tipos de investimentos nos quais pretende apostar.

  • Investimentos implicam em alguns riscos, entretanto, é possível tomar alguns cuidados para diminuir a chance de algo dar muito errado, fazendo com que você perca dinheiro e obtenha a sonhada independência financeira através deles.
  • A gestão de riscos de investimentos, desta forma, é realizada considerando os seguintes fatores de risco envolvidos nos investimentos:
  • Para diminuir os riscos do ativo, uma boa solução é diversificar seus investimentos, não se tonando dependente exclusivamente de um ativo.
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A globalização da economia cada vez mais crescente, faz com que todos os tipos de investimento estejam sujeitos ás flutuações do mercado. Esteja atento a essas flutuações para proteger seus investimentos, e manter sua independência financeira.

Risco de mercado: Quanto maior o valor do ativo, mais difícil fazer com que ele se torne dinheiro vivo. Imóveis por exemplo, podem ter um valor elevado, mas é preciso que alguém os compre, para serem convertidos em dinheiro.

Fuja das Dívidas

Como Sair De Uma Relação Quando Nao Temos Independência Financeira?

Se você está endividado, a sua independência financeira está cada vez mais longe. Por isso, trouxemos para você algumas dicas para que você estabilize suas contas. Caso esteja com dívidas, ou escape delas, caso suas contas estejam equilibradas no momento.

Não tem jeito, liquidar o que você está devendo, e depois disso, conseguir manter suas em dia, é mais um passo muito importante para que você consiga alcançar de fato um patamar de independência financeira.

Para ajudar você a conquistar a sua independência financeira, escapando das dívidas, e deixando suas contas no azul, trouxemos para você 8 dicas práticas.

  •  SAIBA O QUANTO DEVE EXATAMENTE

Você não vai consegui se organizar para quitar tudo que está devendo, se não souber exatamente o quanto deve. Por isso, o primeiro passo é sentar, e usar uma planilha para descobrir o valor exato das suas dívidas. E, depois, pensar no que fazer para pagá-las.

Depois de analisar o valor total das suas dívidas, você precisa pagar todas elas para alcançar sua independência financeira. E se nesse momento você percebeu que esse valor e alto demais, e você não tem tudo isso, talvez tenha pensado que fazer um empréstimo seria a solução.

Entretanto, antes de fazer isso, tente renegociar as dívidas. Fazer um empréstimo é se endividar novamente, e ficar mais longe da independência financeira.

Negociar com seus credores, pode garantir bons descontos. Tente isso, antes de recorrer a empréstimos.

  1. Para atingir qualquer objetivo, traçar metas realistas é importante E escapar das dívidas não é diferente, e conquistar sua independência financeira.
  2. Pense em quanto tempo você quer quitar suas dívidas, e então, quanto de dinheiro vai precisar gastar para isso.
  3. As dívidas se acumularam demais e agora você sequer acredita que vai conseguir sua independência financeira?
  4. Acalme-se, sair dessa é possível, e caso você tenha muitas contas acumuladas, é necessário decidir quais delas devem ser pagas primeiro para sair do vermelho.

Contas mais antigas, sobre as quais os juros já estão correndo há mais tempo devem ter prioridade. E as contas de despesas básicas não devem ser atrasadas de forma alguma.

Manter o controle acerca dos seus gastos é fundamental para garantir a sua independência financeira. E, também é uma das melhores estratégias para escapar das dívidas.

  • Se você não tem noção do valor exato dos seus gastos fixos, ou do seu saldo em conta, fica difícil manter seu orçamento em dia, e é assim que você acaba se endividando.
  • Planejamento é uma das estratégias mais inteligentes para conquistar sua independência financeira e também para ficar bem longe das dívidas.
  • Antes de comprar alguma coisa, pesquise preços, planeje, confira se a compra cabe no seu orçamento naquele momento, e sempre que possível, pague em dinheiro.

Para sair do vermelho, pense em estratégias eficientes para pagar suas dívidas. Negociar, como já dissemos, é mais inteligente que fazer um empréstimo, ficando endividado novamente.

Pagar o mínimo da fatura do cartão de crédito também deve ser evitado. Uma vez que a taxa de juros do sistema rotativo de financiamento é muito alta, e a dívida vai crescer ainda mais.

Comprar parcelado pode te dar a impressão de que você está gastando menos, mas na verdade, você vai, na grande maioria das vezes, estar pagando bem mais pelo menos produto, em função da incidência dos juros. Evite.

Agora você já sabe, passo a passo, como é possível alcançar a tão sonhada independência financeira. Esperamos que você consiga aplicar esses conceitos nas suas finanças. E, que continue estudando sobre o assunto, para que cada vez mais, você possa alcançar suas metas e realizar seus sonhos.

Se você gostou deste artigo, no nosso blog você encontra mais conteúdo como esse. Confira, e receba mais dicas para cuidar da saúde da sua vida financeira.

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Casamento: 5 erros comuns que distanciam os casais da independência financeira

Casamento e realizações financeiras são temas muitas vezes vistos como tabus, e não pode ser assim. Para enriquecer enquanto família, devemos implementar mudanças de postura, atitude e novos hábitos; o casamento precisa ser encarado como uma etapa importante de um processo planejado e prazeroso.

Vivi na pele o que a incompatibilidade de objetivos é capaz de fazer e aprendi que a maturidade para discutir e rever prioridades é tão importante quanto a união do casal. Entendo que é em torno de metas comuns, fortes o suficiente, que crises serão ultrapassadas e alegrias serão compartilhadas.

Achei por bem listar os cinco principais erros que eu cometi, mas que também presenciei ao trabalhar ao lado de diversos casais com problemas financeiros (alguns bastante graves e complicados):

Erro 1: Acreditar que o casamento só começa depois que ele acontece

A maior parte dos casais se depara com o que chamo de “síndrome da realidade do casamento”, que nada mais é do que a vida real, sob responsabilidade compartilhada, e que exige atenção.

Na nova configuração, a geladeira não se preencherá sozinha, as contas não se pagarão automaticamente e por aí vai. Trocar o conforto da casa dos pais pela necessidade de decidir (e resolver) tudo costuma dar trabalho.

Como Sair De Uma Relação Quando Nao Temos Independência Financeira?

Este aspecto pode ser minimizado com mais diálogo e, principalmente, mais ação. Durante o namoro e noivado, é importante que objetivos plausíveis e inteligentes sejam compartilhados e alimentados.

Também é fundamental que o casal estabeleça regras simples de planejamento a serem respeitadas para que estes objetivos sejam alcançados. O primeiro “sim” é o que realmente importa.

O casamento, portanto, começa muito antes de sua oficialização social e/ou religiosa. Um relacionamento pressupõe afinidades, confiança e responsabilidade a ponto de incluir também o dinheiro como uma prioridade. Desde o começo, e para sempre.

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Erro 2: Adiar (empurrar) decisões difíceis e trabalhosas

É comum que as discussões sobre as finanças de um casal esbarrem em temas delicados, como consumo de itens considerados supérfluos, gastos excessivos com determinados produtos ou serviços (eletrônicos, salão de beleza, por exemplo) e por aí vai.

Fica mais fácil acomodar-se e esconder do outro o que o incomoda que sentar e ter uma conversa franca, direta e adulta. As consequências deste comportamento são perigosas: distanciamento, falta de diálogo e cobranças constrangedoras minam a energia de qualquer família.

É importante que exista cumplicidade diante da responsabilidade de lidar com o lar e a nova família. Isso significa participar das decisões financeiras, saber bem os limites do “novo conjunto” e respeitar regras de investimento e padrão de vida.

Pode ser que um dos cônjuges precise mudar temporariamente seus hábitos, alterar sua maneira de cuidar das finanças ou até mesmo aprender algo sobre controle financeiro e investimentos. Faça o que precisa ser feito, não o que dá menos trabalho e é mais fácil.

Erro 3: Confundir individualismo com individualidade

As controvérsias mais acaloradas são as que envolvem a importância da flexibilidade entre membros de uma família. Leia de novo. Casamento não significa abdicar de quem você é, nem tampouco apenas insistir para que o outro (e só ele) mude.

Entendo que é preciso manter-se presente nas atividades que trazem felicidade e são relevantes, ao mesmo tempo em que é essencial admirar o outro pela mesma decisão e atitude.

Como Sair De Uma Relação Quando Nao Temos Independência Financeira?

Casar-se pressupõe continuar sendo um ser humano, mas com alguém mais para aplaudi-lo e oferecer-lhe o ombro. E para criticá-lo, se for o caso. Alguém com quem dividir a vida e todos os seus desafios, mas sem deixar de ser você mesmo.

Há que se observar os limites do bom senso: momentos de solidão, atividades desacompanhadas, hobbies e hábitos saudáveis pré-casamento devem equilibrar-se ao lado dos novos desafios da vida a dois.

Não é preciso (e nem tão importante) gostar das mesmas coisas, mas é imprescindível gostar do sorriso de realização estampado no rosto da pessoa amada. É impossível não ser feliz estando ao lado de alguém feliz.

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Erro 4: Apoiar-se sempre em justificativas e ter desculpa para tudo

A zona de conforto é assunto antigo, lugar-comum na literatura de finanças pessoais. Lidar mal com limites implica em uma vida artificial, de conto de fadas, que só existe na mente de quem ainda não está maduro o suficiente para dar passos mais arriscados.

O casamento implica assumir riscos, andar rumo ao desconhecido e tomar decisões complicadas. Transferir o peso destes passos para um terceiro facilita o dia seguinte, mas gera ansiedade, insegurança e, principalmente, desconfiança.

O futuro de um relacionamento é consequência das decisões (ou falta delas) tomadas no seu dia a dia, não nos planos ou sonhos. Se a responsabilidade é nossa, a culpa também tem que ser.

Aceitar isso tira um enorme peso das costas: errar faz parte, então o melhor a fazer é admitir, conversar, pedir ajuda e dar a volta por cima. Entendo que para muitos casais falta coragem e humildade para reconhecer isso – estes são os que mais abusam das desculpas esfarrapadas.

Cuidado com a necessidade de apontar sempre o culpado. Aquele que deixa de visitar o bar com os amigos ou de jogar bola porque se casou e diz que “sua esposa não gosta” está simplesmente optando pelo caminho mais cômodo.

Você realmente quer continuar a fazer isso? É importante? Às vezes deixamos de fazer algo porque não gostamos mais, queremos mudar, mas teimamos em justificar, já que é o que a sociedade espera que aconteça. Hipocrisia, sempre ela, sempre presente. Cuidado.

Erro 5: Sonhar sozinho e isolar-se

A falta de diálogo normalmente cria um cenário triste, onde pouco se discute os caminhos do casal. Perde-se o ânimo pelo novo, pelos desafios e por conquistas em nome da família. É aquela história: duas pessoas juntas, vivendo vidas completamente separadas, isoladas. Praticamente uma república. Conheço muita gente assim…

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Alguns buscam na decisão de ter filhos a chave para tentar mudar este quadro; outros preferem abusar de álcool, drogas e de uma “outra vida”, extraconjugal. Sonham e fazem o que querem, sem a mínima consideração pela família.

Como em um ciclo, alternam-se entre o segundo e o quinto erros. O casamento se deteriora e vai “acabando um pouquinho, todo dia”. O pior? Fica-se com a impressão de que casar é que foi a origem de todos os problemas e da desilusão. Será mesmo?

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Conclusão

Depois do que passei, percebi que o amor entre duas pessoas pela metade não faz a unidade de um casal, um casamento inteiro. A cara metade não resolve!

Como Sair De Uma Relação Quando Nao Temos Independência Financeira?

É preciso que dois adultos, inteiros e responsáveis, decidam transformar suas vidas em algo novo, mas principalmente algo diferente. Transformar porque não adianta se unir apenas para satisfazer expectativas dos outros (dos pais, da família, da sociedade ou de quem for).

Interessa mesmo expandir horizontes e atingir metas maiores e mais desafiadoras. A conversa franca, os planos detalhados e o controle financeiro são o suporte para o que virá adiante – com a certeza de que a decisão foi tomada de pé, com a cabeça erguida.

O que os outros esperam de você não interessa quando você tem alguém do seu lado que não espera nada, mas faz acontecer. Faz sentido?

Como atingir a tão sonhada independência financeira

Por Redação Onze

Como Sair De Uma Relação Quando Nao Temos Independência Financeira?

“As contas até estão em dia, mas nunca sobra dinheiro para investir ou projetar uma uma viagem, comprar uma casa ou um carro novo”.

Quem passa a maior parte do tempo fazendo lamentações como essas certamente sonha com o dia em que alcançará a independência financeira, e a relação com o dinheiro e até com o trabalho mudará da água para o vinho.

Haverá mais tranquilidade e maiores possibilidades para concretizar sonhos e projetos pessoais e familiares, e isso pode ser almejado por todos, mesmo os mais jovens, e não somente quem já possui renda e patrimônio acima da média dos brasileiros. Quem duvida?

O que é independência financeira

Antes de mais nada, a ideia de independência financeira precisa ser muito bem compreendida.

O conceito mais usual em finanças diz que ocorre quando a pessoa passa a obter um rendimento financeiro (fruto de ativos e investimentos a partir de recursos advindos de heranças, economia de anos, aluguéis…) que é suficiente para que ela viva, pagando suas contas e desfrutando de prazeres como viagens, passeios e outros, sem depender da remuneração mensal de um trabalho. Ou seja, é superior ao custo de vida mensal e teria dinheiro para se manter mesmo sem ter um emprego.

Atenção: isso não significa que ao atingir a independência financeira a pessoa deva parar de trabalhar. Pelo contrário, especialmente no caso de quem ainda está na ativa e é trabalhador ou empreendedor. Uma das sugestões é que a atividade se mantenha e que os rendimentos decorrentes dela, que passam a ser rendimentos extras, sejam usados com um propósito específico.

Por exemplo, pode ser usado para aumentar o patrimônio com a compra de apartamentos para a família ou para alugar. Ou pode ajudar na educação dos filhos, viabilizando os estudos em universidades privadas, em outros estados e até fora do país.

O importante é ser independente, mas não deixar passar a oportunidade – com o seu trabalho – de aumentar o rendimento mensal.

Lembre-se sempre de que o lado bom da independência é o poder de escolha proporcionado: você pode ou não continuar trabalhando.

Por onde começa o sonho da independência 

Mas antes de apresentar dicas para conquistar a independência financeira, saiba que a primeira medida é analisar o modo como lida com dinheiro.

A rotina financeira é organizada? Você tem controle sobre o que entra e o que sai? As contas estão em dia e dentro do orçamento? Consegue economizar algum dinheiro ou é sempre difícil fechar o mês sem recorrer a reservas ou cheque especial? Tudo isso ajuda a moldar o cenário e aponta comportamentos e atitudes que precisam se revistas e deixadas para trás, se for o caso.

Pense nisso: se a meta é ter independência financeira, pague suas dívidas, tenha clareza quanto à sua renda mensal, saiba quais são seus gastos mensais e procure manter uma reserva. Essa trilha da economia financeira é que precisa ser seguida como se fosse um “detox” antes de partir para as medidas que efetivamente levam até a independência financeira.

Como se planejar para ter independência financeira

Depois de saber como anda e de colocar, se necessário, sua vida financeira em ordem, chega o momento de pensar no futuro. É hora de projetar de fato a tão sonhada independência financeira.

E depois de organização e disciplina, planejamento é a palavra-chave. E para planejar, defina prazos e metas.

Quer ser independente financeiramente? Então defina: quando irá atingir o objetivo e quanto seria o rendimento ideal para depender menos do seu salário, por exemplo.

A partir disso, o plano começa a ser traçado com informações sobre a renda e as despesas atuais e futuras. Também são consideradas análises sobre a performance dos investimentos. Isso ajuda a indicar o que precisa ser feito tendo como foco a conquista da independência financeira. É a soma dessas ações que ajudar a atingir esse objetivo. Confira:

Renda – A relação da renda atual com a independência financeira é direta. Quanto mais dinheiro você conseguir juntar, maior será seu patrimônio para ter uma renda passiva igualmente maior.

Despesas atuais – Economia deve ser parte do projeto. Por isso, lembre-se do “detox” mencionado acima: não dá para projetar a independência gastando mais do que você ganha. É preciso colocar em prática a ideia de gastar não apenas menos, mas muito menos do que sua renda atual. Sobrará mais dinheiro para aumentar o patrimônio e possibilitar novos investimentos.

Despesas no futuro – Como pensar em independência financeira sem pensar nas despesas dos próximos anos (aluguel, por exemplo), dos compromissos que ainda precisam ser honrados, como financiamento de carro ou casa. Tudo isso precisa ser listado para que se tenha uma noção de quando se encerram e, principalmente, quando irão consumidor do orçamento familiar.

Investimentos – Aqui é o momento de conferir as escolhas feitas por você: os retornos dos investimentos estão sendo satisfatórios ou não é hora de analisar o mercado e fazer novas opções? Sendo um item importante no plano da independência merece sua atenção. E se ainda não faz investimentos, mantém apenas uma poupança, que tal saber mais sobre o assunto?

Como ter independência financeira e garantir uma vida tranquila

Ter independência financeira, para muita gente, é sinônimo de ser rico, ou pelo menos ficar. Mas, quero te convidar a ter uma outra visão, para aquela que vai te ajudar a viver mais tranquilo.

Aquele papo de que dá para ficar rico em determinado tempo ou o que alguns youtubers falam de como chegaram ao milhão, com a gente aqui do Foregon Edu não cola!

Queremos falar daquilo que a gente vivencia no nosso dia a dia. Das contas, do aluguel, do salário baixo e ainda ter uma maneira de ser independente financeiramente.

Quem procura ter independência financeira e ter mais sossego em relação ao dinheiro, quer se livrar da vida em círculos. Aquela em que você só paga contas e não tem objetivo nenhum.

Como Sair De Uma Relação Quando Nao Temos Independência Financeira?

Guarda aí. O primeiro segredo para conquistar uma vida mais tranquila, é ter controle, metas e disciplina.

O que é a independência financeira?

Algumas pessoas interpretam independência financeira como ser rico e poder viver sem ter que trabalhar, vivendo só de renda. Isso não é um pensamento errado e existe sim. Mas, vamos trabalhar com a realidade da maioria dos brasileiros.

  • Para nós, meros mortais que ralam muito para conseguir sobreviver os 365 dias do ano, independência financeira é viver tranquilamente em casos de imprevistos. 
  • Isso quer dizer que, basicamente, você tem que se organizar e tomar algumas medidas para que sua renda seja o bastante para cobrir todos os seus gastos.
  • Para que isso aconteça, é preciso planejar, mudar alguns hábitos que adquirimos ao longo dos anos e eliminar desperdícios.

Sei que você deve estar pensando: poxa, meu salário não é tão bom, vou ter que que congelar tudo! Para quem acredita que somente com o salário não vai dar conta, a independência financeira também depende de fazer uma renda extra.

Mas, fique calmo, relaxe que aqui nesse post você vai encontrar mais dicas de como fazer tudo isso. O melhor começo é quando você está disposto a mudar e querer viver melhor com o seu dinheiro.

Erros comuns de quem quer ter independência financeira

Antes de te apresentar as melhores dicas de como viver bem com você mesmo e garantir dias melhores, que tal evitar alguns erros que as pessoas cometem. Pode ser que você mesmo pratique alguns.

Você deve seguir o seu orçamento. Não só visando o que você ganha mensalmente, mas o quanto pode gastar naquele mês, levando em conta seus ganhos e gastos. Gastar além do seu orçamento gera desequilíbrio financeiro por diversos fatores. Contas atrasadas, juros, falta de dinheiro e diversos outros problemas.

Não adianta você querer ter independência financeira, se vive fora da sua realidade. É preciso fazer alguns ajustes no seu modo de viver, mesmo que momentaneamente, até que você atinja o seu objetivo.

Quem não planeja, acaba não conseguindo ter um equilíbrio. Sair gastando seu dinheiro é um erro fatal para sua independência financeira. Você deve saber com antecedência o quanto precisa para passar o mês e assim controlar o que pode gastar.

Pode não ser fácil, mas é preciso. Guardar dinheiro é uma prática essencial e que deve ser adotada por você. Não precisa ser aquele percentual inalcançável. Coloque uma meta por mês. Quando alcançar o que planejou, aumente o valor a ser guardado.

Como ter independência financeira com 8 dicas

1 – Planos a longo prazo

Independência financeira, não se conquista do dia pra noite e, dificilmente, dentro de um ano. Quem quer ter uma vida mais tranquila com o dinheiro, tem que ter em mente que esse plano não é de curto prazo.

Ou seja, você vai conseguir sim, ter independência financeira. Mas, para criar novos hábitos e se acostumar a economizar e gerir o dinheiro, pode levar um tempo. Por isso é preciso muita organização e planejamento.

2 – Planejamento financeiro

O planejamento é simplesmente saber o que você tem, o que você gasta primeiramente. Depois, é saber o que você precisa, fazendo o equilíbrio entre gastos essenciais, os importantes (os que dificilmente podem ser cortados) e os supérfluos.

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É hora de organizar! Conhecer a sua vida financeira e planejar em quanto tempo você vai conseguir a sua independência financeira com base nas dicas acima.

3 – Regra de gastos

Já ouviu falar da regra 50-15-35? Você não precisa segui-la fielmente. Mas, para que você se organize e saiba o quanto cada coisa vai te consumir mensalmente, coloque uma regra de gastos.

Cada gasto do seu mês (essenciais, contas, lazer, etc.), vai receber uma porcentagem. Gastos essenciais normalmente se destina 50% dos ganhos. Atingiu o limite? Até mês que vem!

4 – Metas

Para fazer um bom planejamento e para que um dia você chegue ao seu objetivo, aqui no caso ter independência financeira, é preciso colocar metas. Elas vão servir de norte para você.

Suas metas podem ser por exemplo, economizar um determinado valor mensal, cortar alguns gastos e quaisquer outros que te ajudem nessa missão de independência.

5 – Disciplina

Bom, assim como em diversas coisas da nossa vida, para que a economia e metas deem certo, é preciso disciplina. Essa é uma grande chave para sua conquista.

Pode ser difícil no começo seguir algumas dicas e começar novos hábitos. Mas, com disciplina e determinação, um dia você consegue e vai ver que vale a pena.

6 – Cortar gastos

Como já era de se esperar, para ter mais controle financeiro, é preciso cortar gastos. Você só vai conseguir fazer isso de forma fácil ou pelo menos que funcione de verdade, se construir o seu planejamento, como na dica 2.

Visualizando seu comportamento durante um mês, você consegue planejar o próximo e saber o que consome o seu dinheiro e que não necessariamente te faz falta.

7 – Renda extra

Lembra que no começo do texto eu falei que algumas pessoas precisam de mais dinheiro além do salário? Você se enquadra nessa? Quem sabe o que você ganha, não seja o suficiente.

Para que você tenha dinheiro para pagar suas contas e ainda poupar, ainda que seja o mínimo possível, a ideia de renda extra talvez seja uma boa opção.

Você pode apostar em diversas coisas. Aquelas que você sabe fazer, é um ótimo caminho. Aposte em novidade, atendimento e preço competitivo.

Vem ver essa lista completa de ideias de renda extra!

8 – Escolhas

Por fim, a minha última dica, é lembrar que sua independência financeira depende exclusivamente de você. Não é do seu patrão, amigo, familiar ou qualquer outra pessoa.

Por isso, saiba escolher. Suas escolhas definem o andamento da sua vida como um todo, ainda mais a financeira.

Desde o banco que te cobra diversas taxas, e que você tem o direito de escolher produtos isentos de cobrança, até seu estilo de vida. Só você escolhe como gastar e gerir seu dinheiro.

Conta pra mim, você gostou das dicas? Está esperto sobre como conquistar sua independência financeira e garantir uma vida tranquila? Comece logo e veja seus planos darem certo!

Vou te lembrar o que eu já te falei aqui, vai valer a pena! Fique ligado nos próximos posts, tem muita coisa legal e novidades chegando! Até a próxima!

Independência financeira: 6 dicas para conquistar a sua!

Você já pensou em ter independência financeira e aproveitar todos os benefícios que esse patamar lhe oferece? Para muitas pessoas, alcançar essa autonomia parece um sonho distante. No entanto, é possível mudar alguns hábitos para encurtar esse caminho.

Ter uma reserva financeira e bons investimentos pode proporcionar uma renda passiva mensal que cubra todos os gastos e lhe permita viver com mais tranquilidade. O processo é lento mas, com planejamento, organização e investimentos constantes é possível alcançar seus objetivos.

Continue a leitura e confira 6 passos para conquistar a sua independência financeira!

Diferença entre liberdade e independência financeira

Antes de conhecer algumas importantes dicas para alcançar a independência financeira é importante entender melhor este conceito. Afinal, o que é a independência financeira?

Esse conceito refere-se ao momento da vida no qual acumulamos patrimônio suficiente para viver dos rendimentos que eles proporcionam. Quem atinge esse estágio não depende mais do recebimento de salários, por exemplo.

O valor recebido por meio dos rendimentos deve cobrir todos os seus gastos mensais. Por isso, o nível de independência financeira que cada pessoa deve alcançar é algo muito particular. Quanto mais dinheiro você precisar, maior deve ser o montante acumulado.

Mas isso não quer dizer que você não precisará mais trabalhar. Na verdade, a independência financeira permite que o indivíduo trabalhe se quiser. A diferença é que o trabalho poderá ser exercido com mais tranquilidade e qualidade, pois não é necessário se preocupar com as contas em curto prazo.

Quando conseguimos equilibrar as contas, não adquirimos mais dívidas e temos dinheiro para investir, podemos dizer que alcançamos a liberdade financeira. Nesse caso, as decisões financeiras são tomadas com maior tranquilidade e não temos preocupações excessivas com o dinheiro.

Isso significa que podemos focar em acumular patrimônio. É possível alcançar a liberdade financeira sem atingir a independência. Nesse estágio, a tendência é que façamos escolhas mais acertadas para que, no futuro, possamos viver de forma financeiramente livre.

Entender a diferença entre os dois conceitos, portanto, é fundamental para entender em que fase você se encontra e onde pretende chegar.

Dicas para alcançar a independência financeira

Agora que você já sabe o que é a independência financeira, confira 6 dicas fundamentais para se organizar e iniciar a formação do seu patrimônio rumo à sua independência em relação às finanças. Acompanhe:

1. Faça um bom planejamento financeiro

O primeiro passo para quem quer investir e ver o dinheiro render é entender como está a sua saúde financeira e traçar objetivos. Assim, fica mais fácil identificar quais são os seus maiores gastos e quais hábitos você deverá mudar.

Para isso, anote todos os seus gastos e faça um orçamento mensal. Defina o que é essencial e supérfluo, categorizando cada despesa. Se você tiver alguma dívida, esse é o momento de tentar uma negociação para se livrar de todos os débitos.

Por fim, defina um teto de gastos, de acordo com as despesas essenciais e fixas. Dessa forma, você consegue prever quanto terá no final do mês para investir.

2. Comece a poupar

Quando você entender que é necessário gastar menos do que ganha para equilibrar as contas e conseguir investir, reconhecerá a importância de poupar. Porém, muitas pessoas têm dificuldade de colocar essa ação em prática.

Determinação e persistência são pontos importantes no momento de economizar. Ao analisar o seu planejamento financeiro, você perceberá que existem alguns gastos que podem ser eliminados ou reduzidos.

Um exemplo é pesquisar planos de celular mais baratos e entrar em contato com a sua operadora. Converse sobre a possibilidade de conseguir um desconto no seu plano atual ou migre para outro que seja mais barato. Outra opção é fazer a portabilidade — um serviço gratuito.

O importante é poupar e acumular dinheiro.

3.  Tenha uma reserva de emergência

Você já ouviu falar em reserva de emergência? Esse dinheiro permite que você passe por uma instabilidade financeira em curto e médio prazo sem precisar recorrer a empréstimos ou se endividar. Por isso, esse deve ser o primeiro montante que você acumulará.

Existem alguns princípios básicos para quem está montando a própria reserva. Primeiro, calcule o valor que você precisa juntar. O recomendado é acumular a quantia referente a 6 meses dos seus gastos mensais.

Se você precisa de R$2.500,00 para pagar as contas do mês, terá que juntar R$15 mil na reserva de emergência. Assim, se você perder o emprego, por exemplo, poderá ainda se manter por um certo período sem muitos problemas.

O outro ponto importante é guardar o dinheiro em um investimento que tenha segurança e liquidez diária. Isso significa que você poderá solicitar o valor aplicado e o rendimento a qualquer momento.

4. Aprenda a fazer investimentos

Se você quer alcançar a independência financeira, o seu dinheiro não pode ficar parado. É importante que ele trabalhe para você e gere rendimentos, de forma que o montante acumulado sempre aumente.

Por isso, é fundamental aprender a fazer investimentos. Existem diversas opções disponíveis no mercado que podem se encaixar com os seus objetivos e com o seu perfil de investidor (que permite entender quais riscos você está disposto a assumir).

Antes de escolher a melhor alternativa, estude bastante sobre o mercado financeiro. E monte uma carteira que esteja alinhada a cada uma das suas metas financeiras e sua tolerância a riscos.

5. Faça aportes com frequência

Crie o hábito de fazer aportes todos os meses. No início, é normal que os seus investimentos rendam pouco. Por isso, essa estratégia é fundamental para que o seu capital aumente.

Assim que você faz um investimento, o seu dinheiro começa a sofrer a ação dos juros compostos. É por isso que dizemos que ele está trabalhando para você. Afinal, sem que seja necessário fazer nada, o valor aumenta a cada mês.

E saiba que não é necessário esperar acumular uma quantia alta para investir. Existem bons investimentos que aceitam aportes mais baixos. Além disso, quando você faz aportes frequentes, está evitando gastar com outras coisas.

Ao longo do tempo será esta frequência que levará você a alcançar a sua independência financeira.

6. Tenha uma renda extra

É comum precisar trabalhar mais no início para, depois, alcançar a independência financeira. Se você gasta mais do que recebe ou acredita que não sobrará dinheiro para investir, está na hora de começar a ter uma renda extra.

Buscar formas de receber mais dinheiro pode ser a chave para o seu sucesso financeiro. Inicialmente, esse valor pode ser usado para quitar uma dívida. Se esse não for o seu caso, a remuneração pode ir diretamente para os investimentos.

Tente pensar em algo que você goste e use o seu talento para receber mais. Para isso, faça uma pergunta para si mesmo: o que as pessoas me pagariam para fazer? É possível realizar vendas, fazer um trabalho freelancer ou dar aulas particulares no tempo livre, por exemplo.

Entender de finanças pessoais, ter um bom planejamento e seguir seus objetivos é fundamental para atingir a sua independência financeira. Quanto antes você começar, mais tempo terá para receber a ação dos juros compostos e mais rápido poderá viver de renda passiva.

Gostou do conteúdo? Então não deixe de complementar a leitura e conheça os melhores podcasts sobre finanças pessoais e investimentos!

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