Como Saber Quem É O Toc De Uma Empresa?

SOLUCIONES PARA LA CADENA DE VALOR GLOBAL
TOC Logistics International, Inc. es una organización de gestión logística en rápida expansión.

Nos especializamos en la construcción de relaciones que nos ayudan a entender claramente las necesidades de negocio únicas de nuestros clientes, los desafíos y los objetivos, por lo que podemos identificar las mejoras de eficiencia operativa y las oportunidades de reducción de costos.

Utilizamos discusiones individuales y un extenso análisis de datos para crear soluciones únicas que abordan áreas de desafío específicas y, en última instancia, ayudan a cumplir los objetivos de la cadena de suministro.

Desarrollada a partir de un 3PL norteamericano muy respetado y de una necesidad definitiva del mercado, TOC Logistics International, Inc. ha crecido hasta convertirse en un experto del sector en la resolución de los retos más complejos de la cadena de suministro.

Proporcionamos experiencia en tecnología, gestión de cuentas dedicada, servicio al cliente de alto contacto y optimización de procesos en todos los aspectos de los negocios de nuestros clientes, independientemente del desafío.

Nuestro historial, principalmente con empresas de Fortune 100 y 500, demuestra la eficacia de nuestros programas y el valor de nuestras conversaciones con los clientes.

TOC Logistics International, Inc. se creó para ser diferente. Nos centramos en impulsar los resultados en la cadena de valor global de nuestros clientes con un ojo en el gasto eficiente.


Como Saber Quem É O Toc De Uma Empresa?ANTECEDENTES DE LA EMPRESA
TOC Logistics International, Inc. fue certificada por el Estado de Indiana como corporación en 2011. Gary Cardenas – nuestro director general y presidente – reconoció la oportunidad emergente de proporcionar conceptos logísticos innovadores y servicios de valor añadido centrados en la producción ajustada para lograr la satisfacción del cliente y la rentabilidad del negocio. Hemos adoptado esta filosofía básica como nuestra base para lograr la mejora continua y el crecimiento.

NUESTRAS RAZONES SON LA TRANSPARENCIA, LA OPTIMIZACIÓN Y LA COLABORACIÓN

TOC Logistics International, Inc. nació de la idea de que el éxito se consigue cuando una empresa se centra en lo que mejor sabe hacer y en lo que más valor aporta a sus clientes.

Creada en 2005 en el seno de un conocido 3PL norteamericano, TOC Logistics International, Inc. comenzó como un departamento centrado en soluciones para la cadena de suministro internacional. Y aunque el departamento tenía mucho éxito, no se consideraba una competencia central de la empresa.

En 2010, TOC Logistics International, Inc. se constituyó con la intención de hacer crecer el negocio de la cadena de suministro global y, en septiembre de 2011, el departamento fue adquirido para operar como entidad propia.

Las dos organizaciones siguen disfrutando de una estrecha relación y una valiosa asociación en la actualidad.

Aprovechando su conocimiento de la gestión de la cadena de suministro y de la fabricación, el veterano de la industria Gary Cardenas lanzó TOC Logistics International, Inc. como una nueva opción en soluciones de la cadena de valor global.

Bajo su liderazgo como presidente y director general, TOC Logistics International, Inc.

se ha convertido en una fuerza global que ayuda a los fabricantes a reducir costes, mejorar los tiempos de tránsito y obtener mejoras a través de ofertas de servicios innovadores.

Poco después de constituirnos en 2011, nos convertimos rápidamente en un transportista común no marítimo (NVOCC) de pleno derecho, en un transportista aéreo independiente (IAC) y en un agente autorizado de la IATA para las principales compañías aéreas. Utilizamos las certificaciones C-TPAT e ISO 9001:2015 para seguir siendo relevantes y asegurar la calidad de nuestros servicios.

Hoy en día, TOC Logistics International, Inc.

mira hacia el crecimiento continuo a través de una base de clientes floreciente, los sectores de las industrias específicas, y un impulso constante para perseguir los servicios.

Tanto las empresas grandes como las pequeñas confían en TOC Logistics International, Inc. para crear y gestionar las cadenas de suministro globales más eficientes y rentables que la industria puede ofrecer.

Contacte con nosotros aquí para saber más sobre cómo TOC Logistics International, Inc. puede ayudarle a crear eficiencias y alcanzar la optimización dentro de su cadena de suministro.


DECLARACIÓN DE INTENCIONES

TOC Logistics International, Inc. se compromete a proporcionar soluciones logísticas innovadoras que satisfagan o superen las necesidades y expectativas de nuestros clientes y lo logrará mediante:

  • Aportar un enfoque visionario a la mejora de los servicios de valor añadido, una comunicación interna y externa eficaz y el compromiso de mantener la tecnología de vanguardia
  • Desarrollar personal / organización altamente cualificado, eficaz y profesional
  • Trabajar con los proveedores para optimizar la eficacia de la cadena de suministro
  • Crear valor para los clientes, proveedores, empleados y accionistas centrándonos en las oportunidades de mejora continua en todos nuestros procesos de calidad clave para nuestros clientes externos e internos que aumentan la eficiencia y la rentabilidad

Qual a diferença entre um TOC e um ROC

Se já teve ou tem a necessidade de contratar um oficial de contas, já se deparou certamente com a dúvida sobre a diferença entre um TOC e um ROC, que habitualmente designam os oficiais certificados para a actividade de gestão da sua contabilidade. Neste artigo explicamos-lhe a diferença entre um TOC e um ROC.

  • Como Saber Quem É O Toc De Uma Empresa?
  • Relativamente à certificação destes profissionais existe uma distinção na classificação profissional que iremos detalhar neste artigo entre a diferença entre um TOC e um ROC, que remete para:
  • os TOC:  Técnicos Oficiais de Contas, responsáveis pela execução da contabilidade;
  • os ROC: Revisores Oficiais de Contas, a quem compete a revisão (auditoria de base legal) dessa mesma contabilidade a fim da certificação legal das contas.
  • Vejamos então, mais em detalhe, em que consiste cada uma destas especializações, para descobrirmos a diferença entre um TOC e um ROC:
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TOC:  Técnicos Oficiais de Contas

Responsabilidades:

Um Técnico Oficial de Contas (TOC) faz a ponte entre a fiscalidade e a empresa que representa, não se limitando a fazer a contabilidade da mesma mas certificando-se que esta está em conformidade com a legislação em vigor, e que todas as contribuições para o Estado estão em dia. Cabe-lhes a responsabilidade de abarcar tudo o que envolva a área financeira da empresa, respondendo por isso pela reputação contabilística e financeira da mesma aquando necessárias clarificações ou elaborações de relatórios técnicos sobre a entidade.

Perfil Profissional:

Relativamente ao seu perfil técnico, os TOC são profissionais que necessitam não só de ter formação académica relevante (uma licenciatura em área que abarque disciplinas específicas como contabilidade analítica)  como estar inscritos na Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC) e ter sido aprovados no exame para TOC (e em certos casos ter terminado um estágio na área). Em termos cognitivos, deve deter bons conhecimentos matemáticos e legislativos, assim como competências analíticas, de concentração e de organização que lhe permitam e ser capaz de analisar, interpretar e comunicar correctamente os números de dada realidade empresarial.

ROC: Revisores Oficiais de Contas

Responsabilidades:

Um Revisor Oficial de Contas (ROC) funciona como um auditor externo que tem a responsabilidade e a quem é reconhecida a competência legal para rever a contabilidade e auditar contas e serviços respeitantes a qualquer tipo de entidade e organização, mesmo as de cariz público.

Cabe-lhe a responsabilidade de conferir se todas as contas estão em conformidade com o estipulado pelas normas técnicas aprovadas ou reconhecidas pela Ordem dos Revisores de Contas (OROC), emitindo após a revisão ou auditoria de contas uma certificação legal das mesmas ou um relatório de auditoria,  documentando a sua opinião sobre a situação financeira, os resultados das operações e os fluxos de caixa da  entidade em questão.

Diferença entre um TOC e um ROC: perfil profissional

No que remete para o seu perfil, são muitas as características comuns às do TOC se nos ativermos à formação académica de base (que deve ela também vir de áreas como auditoria, contabilidade, economia, gestão etc.). Contudo, adicionalmente ao que é esperado de um TOC, é também esperada capacidade para exercer também competências de liderança e doses adicionais de responsabilidade e dedicação.

Em termos cognitivos espera-se também a detenção de aptidões matemáticas e conhecimentos legislativos, mas a diferença entre um TOC e um ROC é que ao ROC é pedido um perfil ainda mais analítico do que o TOC, requerendo o perfil de ROC uma extrema capacidade de concentração e atenção ao detalhe para comparação de informação. Em termos técnicos, este profissional terá de ter tido aproveitamento quer no exame de admissão à Ordem dos Revisores de Contas (OROC) quer no estágio do mesmo âmbito.

Agora que sabe as diferenças entre um TOC e um ROC, se procura contabilistas para a sua empresa encontre-os através da Zaask, onde apresentamos até 5 profissionais avaliados.

Como fechar uma empresa nas finanças, sem contabilista

HUB : Encerrar Empresas 

O que me acontece se não encerrar a minha empresa

A questão central do assunto é que as Finanças exigem que alguém exterior à empresa confirme sob palavra de honra várias coisas sobre a contabilidade da empresa:

  • Que a empresa já não tem mais bens para serem vendidos

Ou seja, que não vai mais ter de pagar IVA.

  • Que a empresa já recebeu o que conseguiu e pagou o que conseguiu

Não é preciso pagar e receber tudo, é preciso é não haver mais vendas no futuro.

  • Portanto, já pode fazer as contas e calcular o saldo ganho/perdido

E declarar (e provar) que não existe mais IRC a pagar.

Mas não pode ser qualquer um, nem o gerente/administrador, tem de ser alguém com as credenciais que lhe confiram independência e garantam honestidade:

  • um TOC 
  • um  ROC
  • um liquidatário oficial
  • ou um administrador de insolvência
  • Então parece fácil: basta arranjar outro contabilista e… Já está.
  • Pois, pois… É aqui que começam os problemas.
  • O código deontológico e a Ordem do Contabilistas Certificados determinam que o novo contabilista tem de garantir o pagamento do anterior contabilista.  
  • Caso contrário… Paga do seu próprio bolso.
  • Como NÃO encerrar uma empresa ainda com dívidas
  • Neste contexto percebe-se agora qual o problema em encerrar uma empresa sem o anterior contabilista estar pago.
  • A questão é apenas económica:
  • ou se paga o anterior contabilista, dezenas de prestações atrasadas
  • ou se continuam a acumular multas e coimas fiscais ao ritmo de 5000€/ano

A contratação de outro contabilista é impossível sem se pagar ao antigo contabilista, pois nenhum TOC é doido ao ponto de estragar a sua vida e carreira para encerrar uma empresa de alguém que não pagou ao seu colega.

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Aqui chegados, temos dois caminhos:

  • Pagamos ao anterior TOC e encerramos tudo nas finanças
  • Apresentamos a empresa à insolvência e e pagamos um advogado 
    • (o processo é gratuito, mas o advogado não)

Como alguém pode encerrar a nossa empresa

Então, há que equacionar os custos:

  • Encerrando A BEM:
    • Pagar o TOC custartá uns mil ou 2 mil €
    • Depois entregam-se todas as declarações fiscais… Mais 2 mil €
    • Pede-se perdão de algumas das coimas de IVA
    • Pagam-se algumas das coimas de IRC… 2 mil €
    • Gastamos 6 mil € e ficamos “A BEM” com o Estado e a máquina fiscal
  • Encerrando A MAL:
    • Paga-se a um advogado para apresentar a empresa à insolvência: 2 mil €
    • O tribunal encerra tudo do ponto de vista fiscal… HOJE!
    • O Estado reclama 10 a 20 mil € de coimas e impostos por estimativa
    • Os últimos anos de multas e coimas revertem para o gestor
    • O gestor recebe uma reversão de 10 a 20 mil €
    • E faz acordo fiscal de pagamento a prestações…

Encerrar uma empresa apenas com dívidas fiscais

Concluindo:

  • “A BEM” gastam-se 6 mil € a pronto, agora, e mais nada
  • “A MAL” encerra-se à borla mas fica-se com uma reversão fiscal de 20 mil €

Portanto:

O maior problema de todos os ex-gestores é a “DEONTOLOGIA” dos TOC/CC.

Corolário:

Ou se paga agora ao TOC/CC ou se pagarão o futuro imensas coimas e reversões fiscais.

Como se encerra uma empresa insolvente

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João PM de Oliveira

Estratégias na R€-estruturação de Passivos

A importância de resolver os assuntos das empresas paradas,

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Como Encerrar Empresas

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Contabilista certificado ou ROC? Descubra as diferenças

Muito provavelmente já precisou de recorrer a um revisor oficial de contas ou a um contabilista, e deparou-se com vários termos como contabilista certificado, TOC e ROC.  Mas será que sabe exatamente quem são estes profissionais, quais as suas funções e em que situações se recorre a um ou a outro? 

Contabilista certificado, TOC ou ROC? De qual preciso? 

Em 2015 publicou-se a Lei n.º 139/2015 que conferia novo estatuto aos Técnicos Oficiais de Contas, ou TOC, como eram conhecidos. Assim, o TOC passou a ser designado por Contabilista Certificado, e a Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC) passou a ser Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC). 

TOC / Contabilista Certificado 

  • Um contabilista certificado tem como funções: 
  • a) Planificar, organizar e coordenar a execução da contabilidade de entidades públicas ou privadas que estejam obrigadas a ter contabilidade organizada;
  • b) Assumir a responsabilidade pela regularidade técnica, nas áreas contabilística e fiscal, das empresas;
  • c) Assinar, conjuntamente com o representante legal das entidades, as respetivas demonstrações financeiras e declarações fiscais.

Caso o seu tipo de sociedade não obrigue a contabilidade organizada, pode recorrer sempre a um contabilista certificado para o ajudar com a contabilidade do seu negócio. Veja quais os erros mais comuns na gestão de empresas! 

Sabe como é o contabilista do futuro? 

Revisor Oficial de Contas (ROC) 

As funções de um ROC são: 

  1. A revisão legal das contas, a auditoria às contas e os serviços relacionados, de empresas ou de outras entidades; 
  2. Revisão sobre determinados atos ou factos patrimoniais de empresas ou de outras entidades. 
  3. A revisão legal de contas e fiscalização de entidades ou empresas; 
  4. A auditoria às contas exercida em cumprimento de disposição legal, estatutária ou contratual; 

É de notar que os Revisores Oficiais de Contas não podem exercer funções de membros de órgãos de administração, gestão, direção ou gerência em empresas ou outras entidades, por ser incompatível com as responsabilidades e funções decorrentes da profissão. 

 

Quando preciso de um contabilista certificado ou de um ROC? 

Apesar de as áreas de formação exigidas a um contabilista certificado e a um revisor oficial de contas serem as mesmas – economia, gestão, contabilidade e gestão, entre outras – as suas funções, como acima descritas, são diferentes e também os contextos de atuação. 

De forma simples, se estiver obrigado a ter contabilidade organizada no seu negócio, precisará de recorrer aos serviços de um contabilista certificado. Este será o responsável pela contabilidade da sua empresa, com o dever de se assegurar que tudo está de acordo com a legislação em vigor e é entregue dentro dos prazos legais estipulados. 

Por outro lado, um ROC tem a obrigação de averiguar se as contas estão conforme as normas técnicas reconhecidas pela Ordem dos Revisores de Contas. São entidades sujeitas a revisão legal de contas: 

  • Sociedades anónimas independentemente da sua dimensão; 
  • Sociedades por quotas – que não tenham Conselho Fiscal (a grande maioria) e que em dois anos consecutivos ultrapassem dois dos três seguintes limites: 
  • Balanço total de 1.500.000 euros; 

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Paulo Lopes

Contabilista, Portugal

Acórdão do Tribunal da Relação de Évora

Acórdãos TRE Acórdão do Tribunal da Relação de
Évora
Processo:
Relator: PAULO AMARAL
Descritores: TÉCNICOS OFICIAIS DE CONTAS
Data do Acordão: 04/18/2013
Votação: UNANIMIDADE
Texto Integral: S
Meio Processual: APELAÇÃO
Sumário: A responsabilidade do novo TOC pelo pagamento de créditos de um seu colega que antes tinha a seu cargo uma dada contabilidade que passou para o novo técnico, estabelecida no art.º 56.º, do Estatuto da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (Decreto-Lei n.º 452/99, de 5 de Novembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 310/2009, de 26 de Outubro) é independente da boa ou má execução do contrato anterior.

Despacho do relator

Decisão Texto Integral: Acordam no Tribunal da Relação de Évora
C…, Lda. propôs a presente acção contra M…, Lda. pedindo que a R. fosse condenada a ser condenada no pagamento da quantia de €14.594,93, acrescida de juros vencidos e vincendos até integral pagamento.
Alegou, em suma, que a autora é uma sociedade comercial por quotas que tem por objecto a prestação de serviços no âmbito da contabilidade e fiscalidade e como T.O.C. Luís… e que, desde a década de 90 do século passado, a autora prestou serviços na área contabilística e fiscal a três clientes até Dezembro de 2007.
Em Janeiro de 2008, a R. passou a tratar da contabilidade dos três clientes e contactou a autora para saber de havia montantes por pagar. Não obstante os três clientes se encontrarem com dívidas perante a autora, a ré nunca diligenciou pela obtenção do pagamento para aquela, pelo contrário, dificultou e obstou, com o seu comportamento, o ressarcimento dos créditos da autora.
Assim, a autora violou as suas obrigações profissionais e deontológicas, ao aceitar a realização de trabalhos de contabilidade aos clientes em causa, negligenciando o pagamento dos serviços anteriores e que se encontrariam em dívida, pelo que deverá ser condenada no pagamento da quantia em dívida (que ascendia a €14.594,93), acrescida de juros vencidos e vincendos até integral pagamento.*A ré veio apresentar contestação defendendo que um cliente pode mudar de T.O.C. sempre que entenda que há razões muito fortes para tal. E, no caso sub judice, a autora não prestou os serviços constantes dos artigos 1º a 10º, como está demonstrada pelas inspecções da Direcção de Finanças de Beja, lavadas a cabo em Agosto de 2008. Considera a ré que a autora não cumpriu as suas obrigações profissionais, prejudicando os clientes, pelo que não teria direito a receber os honorários reclamados.
Pede a condenação da A. como litigante de má fé.*Foi elaborada a base instrutória de que a R. reclamou; esta reclamação não foi atendida.*Realizado o julgamento, foi proferida sentença que, julgando a acção procedente, condenou a R. no pedido.*Desta sentença vem interposto o presente recurso pela R. concluindo as suas alegações desta forma:
1. A elaboração da Base Instrutória foi tendenciosa por não incluir a solução plausível de direito representada pela versão da ré, por excluir a ideia de que um TOC que não cumpra com as suas obrigações está protegido pelo artigo 17.º, n.º 1 e 2 do Código Deontológico, como viria a ser decretado na sentença.
2. Assim, a reclamação contra a Base Instrutória deveria ter sido atendida e atendida devia ser o requerimento probatório que tinha como objeto o articulado da ré nos artigos 5 e 8 da contestação.
3. A douta sentença recorrida foi, por isso, inquinada à partida pela errada jurisprudência com base na qual se fixou a Base Instrutória, ao indeferir a reclamação referida na conclusão 2ª e o requerimento probatório na mesma conclusão referido.
4. A falta de forma para o contrato de prestação de serviços entre a autora e as clientes sub judice da ré não teve consequências quando deveria tê-las quer ao nível da prova, quer por consubstanciar uma nulidade de conhecimento oficioso.
5. Foram violadas todas as normas Estatutárias, Deontológicas e Fiscais, referidas ao longo das alegações.*A A. contra-alegou defendendo a manutenção do decidido.*Foram colhidos os vistos.*Conforme se alcança da leitura das alegações, o cerne da discordância com a sentença prende-se com o facto de a reclamação apresentada pela recorrente contra a base instrutória não ter sido atendida.
Daqui resultou, segundo a recorrente, a omissão de uma plausível solução de direito que lhe daria razão.
Para apreciar esta questão devemos ter em mente o objecto da acção, bem como o respectivo fundamento jurídico. Para sua melhor compreensão, expõe-se já a matéria de facto provada; depois se verá o que tem ou não de ser alterado.*

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